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	<title>Portal Cultura PE &#187; Infantojuvenil</title>
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		<title>Cepe encerra inscrições para prêmios literários com o registro de 1.740 obras</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jan 2025 18:40:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As inscrições para o 8º Prêmio Cepe Nacional de Literatura e o 5º Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantil e Infantojuvenil terminaram na última terça-feira (14) com crescimento de 19,7% em relação ao último concurso, em 2022. Passaram de 1.454 para 1.740 obras registradas nas categorias Romance, Conto e Poesia (adulto), Infantil e Infantojuvenil. O [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115556" aria-labelledby="figcaption_attachment_115556" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Gianni-Gianni-Foto-LeopoldoConradoNunes-Cepe.jpg"><img class="size-medium wp-image-115556" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Gianni-Gianni-Foto-LeopoldoConradoNunes-Cepe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A jornalista Gianni Gianni, editora-assistente da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe)</p></div>
<p>As inscrições para o 8º Prêmio Cepe Nacional de Literatura e o 5º Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantil e Infantojuvenil terminaram na última terça-feira (14) com crescimento de 19,7% em relação ao último concurso, em 2022. Passaram de 1.454 para 1.740 obras registradas nas categorias Romance, Conto e Poesia (adulto), Infantil e Infantojuvenil. O Estado de São Paulo lidera o número de participantes, com 402 originais, seguido de Pernambuco, com 207; Rio de Janeiro, com 193; Minas Gerais, com 181; e Bahia, com 97 textos. O resultado é anunciado até 31 de julho e o vencedor de cada categoria recebe um prêmio no valor de R$ 20 mil, além de ter a obra publicada pela Cepe Editora.</p>
<p>“Estamos muito satisfeitos com o número de inscritos em mais uma edição dos Prêmios Cepe, uma iniciativa que vem se consolidando como plataforma de visibilidade de escritoras e escritores contemporâneos, com frequência impulsionando nomes promissores do cenário nacional. No geral vemos algumas tendências que ainda são fortes, como um número maior de inscritos nas categorias de Poesia e Romance em detrimento do gênero Conto, por exemplo, e a expressiva participação de pessoas de São Paulo e de Pernambuco”, afirma a jornalista Gianni Gianni, editora-assistente da Companhia Editora de Pernambuco, que realiza o concurso.</p>
<p>“Algo que era importante para nós, nesta edição, era tentar chamar a atenção de grupos minoritários, que costumam se inscrever menos em editais de ampla concorrência como este. No tocante ao gênero, tivemos uma proporção de 52,9% de inscritos do gênero masculino e 47,1% de inscritos do gênero feminino, o que aponta para um quadro mais equilibrado nesse critério. É sabido que historicamente as mulheres se inscrevem menos nesse tipo de chamada, então sentimos que conseguimos encorajar uma maior quantidade de autoras com nossa campanha de comunicação. Agora o processo de avaliação e escolha dos vencedores se dá, como sempre, mediante condição de anonimato dos originais lidos pelo júri, o qual buscamos compor levando em consideração a competência técnica e a diversidade”, acrescenta Gianni.</p>
<p>O prêmio literário adulto recebeu 1.075 inscrições, com predominância de obras para a categoria Poesia: 498 matrículas. Na categoria Romance, a Cepe registrou 412 candidatos e na categoria Conto, 165. O concurso infantil teve 665 inscrições, sendo 342 inéditos para o público infantil (leitores iniciantes e em processo de iniciação) e 323 originais para o segmento infantojuvenil (leitores influentes ou críticos). Autores brasileiros ou naturalizados residentes no Canadá, Portugal, França e Alemanha também submeteram textos aos prêmios.</p>
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		<title>Tomica, um menino engenhoso, abre série de livros infantis da Cepe</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jan 2025 18:19:37 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115545" aria-labelledby="figcaption_attachment_115545" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Kaká Leal/Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/TOMICA-E-o-hotel-de-passarinhos_04-05-copiar.jpg"><img class="size-medium wp-image-115545" alt="Kaká Leal/Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/TOMICA-E-o-hotel-de-passarinhos_04-05-copiar-607x364.jpg" width="607" height="364" /></a><p class="wp-caption-text">Tomica e o Hotel de Passarinhos</p></div>
<p>Preste atenção nesta palavra: Tomica. Ela é sinônimo de criança cuja criatividade para solucionar desafios não tem limites e é também o título de uma série de livros infantis que a Cepe Editora publica, a partir deste ano, com a escritora carioca Ana Carla Cozendey. Os dois primeiros volumes, <em>Tomica, o Caçador de Ideias</em> e <em>Tomica e o Hotel de Passarinhos</em>, são lançados neste sábado (18), das 15h às 17h, na Livraria Blooks, no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro, e têm ilustrações de Kaká Leal, que deu vida ao personagem.</p>
<p>No primeiro volume, <em>Tomica, o Caçador de Ideias</em>, as crianças são apresentadas a um menino cheio de invenções que resolve escrever um livro, mas não sabe bem por onde começar. Depois de muito pensar Tomica decide construir uma armadilha de ideias e é aí que as aventuras do personagem correm soltas. Para montar a engenhoca de captura reuniu tudo o que estivesse a seu alcance – de carrinho, caixa de sapato, garrafa de plástico e bola de tênis a palito de picolé, rolha, dominó e papel higiênico.</p>
<p>O segundo livro da série, <em>Tomica e o Hotel de Passarinhos</em>, introduz amigos e amigas do protagonista que são tão criativos quanto ele. Nesse volume Tomica quer os passarinhos por perto, mas sabe que prender os bichinhos não é uma boa ideia. “Como em qualquer grupo, são personalidades diferentes e cada um contribui de sua forma. As histórias são do ponto de vista de Tomica, mas ele é mais um catalizador do que um líder. E nem sempre a solução de um desafio vem dele, como o hotel, que é uma ideia da Marcinha”, diz Ana Carla Cozendey.</p>
<div id="attachment_115546" aria-labelledby="figcaption_attachment_115546" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Kaká Leal/Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/TOMICA-O-caçador-de-ideias_04-05OK.jpg"><img class="size-medium wp-image-115546" alt="Kaká Leal/Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/TOMICA-O-caçador-de-ideias_04-05OK-607x364.jpg" width="607" height="364" /></a><p class="wp-caption-text">Tomica</p></div>
<p>“Tomica aprendeu muita coisa com meu filho, mas eles são duas pessoas diferentes, apesar de terem o mesmo nome”, declara a escritora, ao falar de que veio a inspiração para os livros. “A verdade é que Tomica é um dos apelidos que uso para meu filho. O nome pipocou junto com a primeira história. Depois achei que era ótimo para a série. Como o tema base da série é a criatividade, claro que o personagem principal é curioso, entusiasmado e não tem medo de experimentar”, explica.</p>
<p>O protagonista é um garoto que não para. Por isso, quando está quieto, alguma coisa está arquitetando. Ana Carla já tem prontas várias histórias para compor a série. “O fio que as liga é a criatividade das crianças na solução de desafios, coisa que me encanta”, diz ela. “Venho escrevendo essas histórias já há algum tempo. É sempre uma mistura e, salpicadas nessa mistura, há algumas experiências do Tomica aqui de casa. “<em>Tomica, o Caçador de Ideias</em> não foi o primeiro a ser escrito. Ele veio depois, especialmente para apresentar o personagem”, acrescenta.</p>
<p>Autora principalmente de títulos infantis, Ana Carla já havia publicado <em>O Risco e o Fio</em>, escolhido pelo Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) e distribuído para colégios de todo o Brasil. “Torço para que as crianças percebam, junto com o Tomica, que existem muitas maneiras diferentes de olhar para as coisas. E que fiquem também com vontade de inventar”, diz a autoray. Os livros têm 32 páginas cada um.</p>
<p>“Temos dado bastante atenção aos livros infantojuvenis de nosso catálogo, diversificando nossa rede de colaboradores de ilustração e amplificando a participação da editora na formação de novos leitores. Tomica surge nesse contexto e é a primeira vez que a Cepe publica uma série focada em um personagem infantil. Nós já tínhamos a experiência de <em>Feiticeiros de Acbar</em>, uma narrativa de aventura voltada para um leitor jovem. No entanto, agora promovemos essa outra experiência de leitura na qual a criança pode acompanhar várias situações vividas por um mesmo protagonista, que é muito imaginativo e ama inventar soluções engenhosas para situações cotidianas”, destaca a editora-assistente da Cepe, Gianni Gianni.</p>
<div id="attachment_115547" aria-labelledby="figcaption_attachment_115547" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Ana-foto-autora.jpg"><img class="size-medium wp-image-115547" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Ana-foto-autora-607x431.jpg" width="607" height="431" /></a><p class="wp-caption-text">A escritora Ana Carla Cozendey</p></div>
<p><strong>AS AUTORAS –</strong> Nascida no Rio de Janeiro e residente na Inglaterra, Ana Carla Cozendey é escritora, arte-educadora e designer gráfica. Formada pela Escola Superior de Desenho Industrial da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Esdi-Uerj), tem mestrado em história da arte pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pós-graduação em literatura infantil pela University of Roehampton, Inglaterra. Trabalhou com o Grupo Clãdestino de Arte e Educação e recentemente fundou em Southampton o Improbable Club – oficinas de criatividade. Kaká Leal mora no Recife, é ilustradora, formada em arquitetura e urbanismo pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Pela Cepe Editora fez as ilustrações de <em>Conversa Frutífera</em> (2024), com textos de Clara Nogueira e Gilberto Clementino Neto.</p>
<div id="attachment_115548" aria-labelledby="figcaption_attachment_115548" class="wp-caption img-width-413 alignnone" style="width: 413px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Kaká-Leal_2024.jpg"><img class="size-medium wp-image-115548" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Kaká-Leal_2024-413x486.jpg" width="413" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Kaká Leal</p></div>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento dos livros <em>Tomica, o Caçador de Ideias</em> e <em>Tomica e o Hotel de Passarinhos</em> –</strong> <em>sábado (18), das 15h às 17h, na Livraria Blooks (Praia de Botafogo, nº 316, bairro Botafogo, Rio de Janeiro). Preço: R$ 40 (impresso). Entrada gratuita</em></p>
<div id="attachment_115549" aria-labelledby="figcaption_attachment_115549" class="wp-caption img-width-411 alignnone" style="width: 411px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Tomica-o-cacador-de-ideias-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-115549" alt="Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Tomica-o-cacador-de-ideias-capa-411x486.jpg" width="411" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Tomica, o Caçador de Ideias</p></div>
<div id="attachment_115550" aria-labelledby="figcaption_attachment_115550" class="wp-caption img-width-411 alignnone" style="width: 411px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Tomica-e-o-hotel-de-passarinhos-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-115550" alt="Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Tomica-e-o-hotel-de-passarinhos-capa-411x486.jpg" width="411" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Tomica e o Hotel de Passarinhos</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Livros da Cepe conquistam Prêmio Literário da Biblioteca Nacional</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Nov 2023 16:26:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Dois livros do catálogo para crianças e adolescentes da Cepe Editora ficaram entre os primeiros colocados no Prêmio Literário da Biblioteca Nacional 2023. O Encontro de Mário, de Marcia Cristina Silva, conquistou o 3º lugar na categoria Literatura Infantil (Prêmio Sylvia Orthof), e Achados &#38; Perdidos, de Lucas Rafael Nolli Duarte, ganhou o 2º lugar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Dois livros do catálogo para crianças e adolescentes da Cepe Editora ficaram entre os primeiros colocados no Prêmio Literário da Biblioteca Nacional 2023. <em>O Encontro de Mário</em>, de Marcia Cristina Silva, conquistou o 3º lugar na categoria Literatura Infantil (Prêmio Sylvia Orthof), e <em>Achados &amp; Perdidos</em>, de Lucas Rafael Nolli Duarte, ganhou o 2º lugar na categoria Literatura Juvenil (Prêmio Glória Pondé). As publicações foram as vencedoras da terceira edição do Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantojuvenil em 2021.<br />
“A notícia do prêmio foi extremamente significante e duplamente celebrada: primeiro, porque este texto, que levou tanto tempo para ser escrito, e que foi premiado pela editora Cepe em 2021, mais uma vez foi reconhecido. E segundo por estar entre autores que considero supertalentosos, como Lúcia Hiratsuca e Alexandre Rampazo. Para mim, sem dúvida, foi um duplo presente. Espero agora que Mário possa ter novos encontros e que siga em seu barquinho de papel espalhando poesia e esperança na educação”, declara Marcia Cristina.<br />
“Fiquei muito feliz com essa premiação. Sei que é um clichê, mas não há outra forma de dizer isso, pois o Prêmio Glória Pondé é um dos mais importantes do País, concedido por uma instituição de renome: a Biblioteca Nacional. Um livro como <em>Achados &amp; Perdidos</em> levou anos para ficar pronto (em tempo de escrita, reescrita; em tempo de maturação); e levou anos para ganhar vida, descansando na gaveta. E, ao vir à luz, <em>Achados &amp; Perdidos</em> veio de uma forma muito bonita: através do Prêmio Cepe. Logo mais uma premiação, também a nível nacional, é a coroação desses anos todos de trabalho. Feliz, por ser uma obra literária feita com amor pelas palavras; amor pelo poder de transformação e de encantamento que elas, as palavras, possuem”, afirma Rafael Nolli.<br />
<a title="O ENCONTRO DE MÁRIO" href="https://www.cepe.com.br/lojacepe/o-encontro-de-mario" target="_blank"><em>O Encontro de Mário</em></a> narra a história de amizade entre um menino em situação de rua e um homem que conserta relógios para tratar de temas sensíveis como adoção, preconceitos, diferenças, superação, aceitação e pertencimento. É o sétimo livro da carioca Marcia Cristina, que além de escritora exerce as funções de professora de oficinas literárias, tradutora e advogada. O título, ilustrado por Catarina Bessell, tem 48 páginas e foi inspirado na história de vida da autora.<br />
Com 68 páginas e projeto gráfico e ilustrações de Karina Freitas, <a title="ACHADOS &amp; PERDIDOS" href="https://www.cepe.com.br/lojacepe/achados-e-perdidos" target="_blank"><em>Achados &amp; Perdidos</em></a> é uma espécie de diário que passeia pela crônica, pelo conto e ensaio e está dividido em três capítulos que se complementam. A primeira parte apresenta as possibilidades existentes no ato de se perder coisas. A segunda mostra as tramas e probabilidades típicas do ato de se achar coisas. O último capítulo trata dos acasos e das imprevisibilidades. Rafael Nolli Duarte, mineiro da cidade de Araxá, é professor com formação em letras e geografia.</p>
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		<title>Adriano Marcena lança livro &#8220;Vampiro do Cordel Vs. Cangaceiro Fantasma&#8221; em Pesqueira</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 17:25:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Cangaceiro Fantasma ataca no sertão. Esse é o tema do novo livro de Adriano Marcena, Vampiro do Cordel: O Caçador de Assombração Vs. O Cangaceiro Fantasma, que é lançado nesta sexta-feira (20), às 20h, na Biblioteca Municipal Luís de Oliveira Neves, no município de Pesqueira, no Agreste de Pernambuco. Nos próximos meses o livro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105907" aria-labelledby="figcaption_attachment_105907" class="wp-caption img-width-400 alignnone" style="width: 400px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Eli/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Vampiro-do-cordel-Vs.-Cangaceiro-Fantasma.png"><img class="size-full wp-image-105907" alt="Rodrigo Eli/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Vampiro-do-cordel-Vs.-Cangaceiro-Fantasma.png" width="400" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">Ilustrações do livro Vampiro do Cordel Vs. Cangaceiro Fantasma</p></div>
<p>O Cangaceiro Fantasma ataca no sertão. Esse é o tema do novo livro de Adriano Marcena, Vampiro do Cordel: O Caçador de Assombração Vs. O Cangaceiro Fantasma, que é lançado nesta sexta-feira (20), às 20h, na Biblioteca Municipal Luís de Oliveira Neves, no município de Pesqueira, no Agreste de Pernambuco.<br />
Nos próximos meses o livro é lançado em outras cidades pernambucanas. Voltada para o público infantojuvenil, a obra conta com recursos de acessibilidade para pessoas cegas e com baixa visão e recebeu incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria de Cultura e Governo do Estado.<br />
Como as polícias, guardas municipais e penitenciária não foram treinadas para caçar assombração, o Vampiro do Cordel assume essa escabrosa função dentro do fantástico e agonizante imaginário assombrativo de Pernambuco.<br />
Nessa nova aventura do Vampiro do Cordel, o Caçador de Assombração se embrenha na madruguenta paisagem sertaneja da cidade de Santa Filomena para pegar o terrível e grotesco Cangaceiro Fantasma, que conseguiu escapar do inferno para pegar um cabra que buliu com Dorinha, sua irmã mais nova. O que torna a trama mais interessante e ao mesmo tempo muito hilária é que o Cangaceiro regressa ao Sertão pernambucano, 84 anos após sua morte, na condição de assombração e se depara com uma realidade completamente diferente em que o conflito geracional e as novas conquistas identitárias expõem os anseios e as contradições da contemporaneidade. A greia é grande mesmo.<br />
Dono de um humor acidamente literário, Adriano Marcena publicou As Aventuras do Vampiro do Cordel: Contos Hilários e Razoavelmente Assombrativos, também com o incentivo do Funcultura, em que o Vampiro do Cordel caçou a Perna Cabeluda, no Recife; a Mulher da Sombrinha, em Catende; o Lobisomem de Cajueiro Seco, em Jaboatão dos Guararapes; o Nego d’Água, em Petrolina; a Cumade Fulozinha, em Timbaúba; a Galega da Cadisa, em Caruaru; o Palhaço do Coqueiro, em Paulista; o Papa-figo, em Garanhuns; e a Galega do Banheiro, em Pesqueira.<br />
A curiosa saga do Vampiro do Cordel ganha novo episódio com ilustrações do paulista Rodrigo Eli, orelha assinada por Andréa Galvão, produção de audiodrama de Danilo Lúcio e produção geral de Penha Pimentel.</p>
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		<title>Espetáculo &#8220;Jeremias e as Caraminholas&#8221; entra em cena no Teatro Luiz Mendonça</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jan 2022 16:51:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dentro da programação do festival 28º Janeiro de Grandes Espetáculos (JGE), o  Teatro Luiz Mendonça recebe neste sábado (15), às 17h, a peça infanto-juvenil &#8220;Jeremias e as Caraminholas&#8221;. Primeiro espetáculo do grupo Teatro do Amanhã voltado para crianças e jovens, a montagem une atores e teatro de animação para contar a história de Jeremias (Gabriel Cabral), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_87870" aria-labelledby="figcaption_attachment_87870" class="wp-caption img-width-600 alignnone" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Priscila Liberal/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/peca-jeremias.jpg"><img class="size-full wp-image-87870" alt="Priscila Liberal/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/peca-jeremias.jpg" width="600" height="399" /></a><p class="wp-caption-text">O espetáculo foi escrito pelo dramaturgo pernambucano Alexsandro Souto Maior</p></div>
<p>Dentro da programação do festival 28º Janeiro de Grandes Espetáculos (JGE), o  Teatro Luiz Mendonça recebe neste sábado (15), às 17h, a peça infanto-juvenil &#8220;Jeremias e as Caraminholas&#8221;. Primeiro espetáculo do grupo Teatro do Amanhã voltado para crianças e jovens, a montagem une atores e teatro de animação para contar a história de Jeremias (Gabriel Cabral), um pré-adolescente que descobre sobre o tempo cronológico, o tempo do coração, as memórias e o amor, contando com a ajuda do Avô Relojoeiro (Zé Lucas Bastos) e dos deuses Cronos (Layon Figueroa) e Kairós (Thiago Rodrigues). Entretanto, Jeremias encontra dificuldades para convencer a Mãe (Sofia Kozminsky) a entender sobre as novas descobertas. Toda essa trajetória é apresentada ao público através do personagem Jeremias Adulto (Anderson Macário) que, ao ler o Livro de Memórias, relembra a infância, os dias vividos ao lado do Avô Relojoeiro e o carnaval no qual conheceu Colombina (Luiza Soriano).</p>
<p>A peça &#8220;Jeremias e as Caraminholas&#8221; foi escrita pelo dramaturgo pernambucano Alexsandro Souto Maior. <em>“O texto de Alexsandro é uma poesia em forma de teatro. Cada frase dos personagens nos traz lições que nos fazem pensar sobre o que é viver e se relacionar com o tempo que nos é dado”</em>, reflete o diretor Rodrigo Hermínio. Além disso, a forma de Jeremias valorizar as coisas simples da vida é o guia para Gabriel Cabral interpretar o protagonista:<em> “Eu quero trazer essa ideia que meu personagem tem de olhar a vida de outra forma. Quero mostrar um descobrimento, uma inocência daquela criança que está ali descobrindo tudo novo e tudo é incrível. Às vezes falta esse toque simples no nosso cotidiano”</em>, complementa Rodrigo.</p>
<p>Os integrantes do grupo Teatro do Amanhã se dividiram em pequenos grupos para dar conta de todas as novidades que o público verá no dia 15. “<em>Quando soubemos que estávamos na programação do Festival, ficamos muito felizes e começamos a planejar novidades para a encenação como um todo. O que posso adiantar é que estamos incrementando nosso cenário e na cena da Colombina e do Pierrô o carnaval estará mais presente”</em>, comentou o ator Zé Lucas Bastos, que interpreta o Avô Relojoeiro.</p>
<p>Os ingressos custam R$ 20 (meia-entrada) e R$ 40 (inteira), e podem ser adquiridos através do site Sympla (<a href="https://www.sympla.com.br/evento/jeremias-e-as-caraminholas-pe/1442603" target="_blank"><strong>www.sympla.com.br/evento/jeremias-e-as-caraminholas-pe/1442603</strong></a>).</p>
<p>Espetáculo &#8220;Jeremias e as Caraminholas&#8221;<br />
Quando: 15 de janeiro de 2022 (sábado), às 17h<br />
Onde: Teatro Luiz Mendonça, localizado no Parque Dona Lindu (Av. Boa Viagem, S/N &#8211; Boa Viagem, Recife &#8211; PE)<br />
Ingressos: R$ 20 (meia-entrada) e R$ 40 (inteira). Sympla (<a href="https://www.sympla.com.br/evento/jeremias-e-as-caraminholas-pe/1442603" target="_blank"><strong>www.sympla.com.br/evento/jeremias-e-as-caraminholas-pe/1442603</strong></a>).</p>
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		<title>Livro &#8220;O Dia em que a Morte Sambou&#8221; será lançado no Recife e em Olinda</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2016 20:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com o escritor egípcio radicado em Olinda, Habib Zahra, a partir do século 18, com o surgimento da literatura infantojuvenil enquanto gênero especializado e cada vez mais esterilizado, o assunto da morte, junto com outros temas julgados tabus, foi gradualmente excluído da vida das crianças, com o intuito de &#8220;protegê-las&#8221;. Na contramão dessa tendência, o escritor [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_42217" aria-labelledby="figcaption_attachment_42217" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/O-dia-em-que-a-Morte-sambou-Foto.jpg"><img class="size-medium wp-image-42217" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/O-dia-em-que-a-Morte-sambou-Foto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Com incentivo do Funcultura, &#8220;O Dia que a morte sambou&#8221; é o terceira obra do casal voltado para o público infantojuvenil.</p></div>
<p>De acordo com o escritor egípcio radicado em Olinda, Habib Zahra, a partir do século 18, com o surgimento da literatura infantojuvenil enquanto gênero especializado e cada vez mais esterilizado, o assunto da morte, junto com outros temas julgados tabus, foi gradualmente excluído da vida das crianças, com o intuito de &#8220;protegê-las&#8221;. Na contramão dessa tendência, o escritor resolveu aproximar o tema da morte do universo infantil. No livro <em>O Dia em que a morte sambou</em>, que será lançado neste domingo (27), na Livraria Cultura do Paço Alfândega, ele oferece perspectivas não necessariamente novas, mas que resgatam outras abordagens sobre o inescapável tema.</p>
<p><em>O dia em que a Morte sambou</em> é sobre Seu Biu, um velho brincante, ágil e sorridente, que não deixa nem a velhice e nem a morte acabarem com sua alegria. Com ilustrações em aquarela assinadas pela artista plástica espanhola Valeria Rey Soto, a obra é inspirada, em parte, na vivência do casal com os brincantes de maracatu rural e cavalo-marinho da Zona da Mata de Pernambuco.</p>
<p>Os autores vão aproveitar a ocasião para estrear o espetáculo teatral que montaram a partir do livro, com bonecos de sombra e uma trilha sonora executada ao vivo. Além disso, uma seleção das aquarelas que ilustram o livro estará em exposição, e ficará abrigada no mezanino da livraria até o dia 27 de dezembro.</p>
<div id="attachment_42218" aria-labelledby="figcaption_attachment_42218" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marina Mahmood</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Habib-e-Valeria-foto-de-Marina-Mahmood.jpg"><img class="size-medium wp-image-42218 " alt="Marina Mahmood" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Habib-e-Valeria-foto-de-Marina-Mahmood-607x446.jpg" width="607" height="446" /></a><p class="wp-caption-text">Habib Zahra e Valéria Rey Soto estrearam no mundo da literatura infantojuvenil em 2012, com a fábula com &#8220;O Burro Errante&#8221;</p></div>
<p><em> O dia em que a Morte sambou</em>, também será lançado no domingo 11 de dezembro, às 17h, na galeria A Casa do Cachorro Preto, Olinda e no sábado 17 de dezembro, às 15h, na Biblioteca Comunitária Amigos da Leitura, Alto José Bonifácio. Em todas as ocasiões haverá apresentação da peça teatral homônima.</p>
<p>Nas grandes livrarias, o preço do livro  será de R$ 34,00. Porém, na Biblioteca Comunitária, para tornar o livro mais acessível aos moradores do bairro, será oferecido um desconto de 50%, podendo ser adquirido por  R$ 17,00. O livro também já está disponível na <a href="http://habib-valeria.com/loja/">loja virtual</a> dos autores por um preço especial.</p>
<div id="attachment_42219" aria-labelledby="figcaption_attachment_42219" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ana Olívia Godoy</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Apresentação-Teatro-Sombras-Foto-de-Ana-Olívia-Godoy-9-LORES.jpg"><img class="size-medium wp-image-42219" alt="Ana Olívia Godoy" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Apresentação-Teatro-Sombras-Foto-de-Ana-Olívia-Godoy-9-LORES-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Na ocasião dos lançamento, o autor vai estrear espetáculo de sombras baseado no livro</p></div>
<p><strong>Sobre os autores</strong> &#8211; Biólogo de formação, Habib Zahra nasceu no Egito em 1980; a artista plástica Valeria Rey Soto, na Espanha, em 1982. Cresceram bem perto um do outro, com apenas as águas do Mar Mediterrâneo separando o litoral norte-africano da Península Ibérica. Só se conheceram, no entanto, um quarto de século depois, lá do outro lado do mundo, em uma cidade chamada Olinda, no Nordeste do Brasil. Logo se juntaram para explorar o imenso país onde se encontravam, seu litoral e seus interiores, seus rios e suas florestas, seu povo e suas tradições.</p>
<p>Estrearam no mundo da literatura infantojuvenil em 2012 com <em>O Burro Errante</em>, uma fábula inspirada pelas andanças de Habib e, em 2014, lançaram <em>O último golpe do Lobo Mau. </em>Ambos também trabalham com teatro.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>Lançamento de<em> O dia em que a Morte sambou, </em>de Habib Zahra e Valeria Rey Soto<br />
Domingo (27/11), às 17h, na Livraria Cultura do Paço Alfândega (R. Me. Deus, S/n &#8211; Recife Antigo)<br />
Domingo (11/12), às 17h, na galeria A Casa do Cachorro Preto, Olinda<br />
Sábado (17/12), às 15h, na Biblioteca Comunitária Amigos da Leitura, Alto José Bonifácio</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em id="__mceDel">  </em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Produção de teatro para crianças no Recife é reunida em publicação</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2016 18:30:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[VI Mostra Marco Camarotti de Teatro Para a Infância e Juventude]]></category>

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		<description><![CDATA[Com incentivo do Funcultura e  parceria cultural do SESC Pernambuco, o jornalista e pesquisador teatral Leidson Ferraz lança, na próxima segunda-feira (29), no Teatro Marco Camarotti, no SESC Santo Amaro, o livro Teatro Para Crianças no Recife – 60 Anos de História no Século XX (Volume 01), dentro da VI Mostra Marco Camarotti de Teatro Para a Infância e Juventude. Fruto [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_39643" aria-labelledby="figcaption_attachment_39643" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/maria-minhoca-1976-teatro-da-criança-do-recife.jpg"><img class="size-medium wp-image-39643" alt="Espetáculo &quot;Maria Minhoca&quot; (1976) do Teatro da Criança do Recife" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/maria-minhoca-1976-teatro-da-criança-do-recife-607x476.jpg" width="607" height="476" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo &#8220;Maria Minhoca&#8221; (1976) do Teatro da Criança do Recife</p></div>
<p>Com incentivo do Funcultura e  parceria cultural do SESC Pernambuco, o jornalista e pesquisador teatral Leidson Ferraz lança, na próxima segunda-feira (29), no Teatro Marco Camarotti, no SESC Santo Amaro, o livro <em>Teatro Para Crianças no Recife – 60 Anos de História no Século XX (Volume 01), </em>dentro da VI Mostra Marco Camarotti de Teatro Para a Infância e Juventude.</p>
<p>Fruto de uma pesquisa lançada originalmente em DVD, em 2013, a publicação faz um mapeamento histórico das produções teatrais para crianças, no Recife, a partir do ano de 1939, quando a primeira montagem feita por e para crianças ocupou o Teatro de Santa Isabel  (Branca de Neve e os 7 Anões, pelo Grêmio Cênico Espinheirense), com projeto pensado pelo teatrólogo Valdemar de Oliveira, que transformou as opções culturais da meninada.</p>
<p>Leidson reúne desde  fotos raras de peças a  programas de espetáculos, personalidades ligadas ao universo cênico e anúncios publicitários, além de trechos de críticas e matérias jornalísticas das produções teatrais infantojuvenis dos anos 1940, 1950, 1960 até final dos anos 1970. O livro traça um painel deste segmento tanto na produção amadora quanto profissional, abordando polêmicas, repertórios, festivais, artistas e técnicos e projetos os mais diversos voltados à infância e juventude no Recife.</p>
<p>Na ocasião, além do livro que estará à venda por R$ 25,00, haverá ainda projeção de fotos raras e um bate-papo com o autor.</p>
<div id="attachment_39645" aria-labelledby="figcaption_attachment_39645" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberto Moreira Dias</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/leidson-ferraz-foto-roberto-moreira-dias.jpg"><img class="size-medium wp-image-39645" alt="Roberto Moreira Dias" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/leidson-ferraz-foto-roberto-moreira-dias-607x453.jpg" width="607" height="453" /></a><p class="wp-caption-text">Leidson Ferraz contou com a contribuição do design Claudio Lira e do dramaturgo e diretor Luiz Felipe Botelho, que assina a orelha do livro</p></div>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>Lançamento do livro &#8220;Teatro Para Crianças no Recife – 60 Anos de História no Século XX&#8221;, de Leidson Ferraz<br />
Segunda-feira (29)<br />
Teatro Marco Camarotti, SESC Santo Amaro (Rua 13 de Maio, 455, Santo Amaro)<br />
Informações: 3216 1728</p>
<p>&nbsp;</p>
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