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	<title>Portal Cultura PE &#187; Ingazeira</title>
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		<title>Trup Errante dá início à circulação pelo Sertão com espetáculo Prazer, Shakespeare ou Peças de Bolso</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jan 2025 14:23:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Trup Errante, grupo teatral de Petrolina (PE) com quase duas décadas de trajetória, dá início a sua primeira circulação pelo Sertão de Pernambuco com o espetáculo Prazer, Shakespeare ou Peças de Bolso. A turnê passa por seis cidades: Arcoverde, Ingazeira, Exu, Belém do São Francisco, Salgueiro e Lagoa Grande, sendo quatro delas neste mês [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115325" aria-labelledby="figcaption_attachment_115325" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernaivulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/2-Prazer-Shakespeare-ou-PdB-por-Fernando-Pereira-31.3.23-26.jpg"><img class="size-medium wp-image-115325" alt="Fernaivulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/2-Prazer-Shakespeare-ou-PdB-por-Fernando-Pereira-31.3.23-26-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo Prazer, Shakespeare ou Peças de Bolso, da Trup Errante</p></div>
<p>A Trup Errante, grupo teatral de Petrolina (PE) com quase duas décadas de trajetória, dá início a sua primeira circulação pelo Sertão de Pernambuco com o espetáculo <em>Prazer, Shakespeare ou Peças de Bolso</em>. A turnê passa por seis cidades: Arcoverde, Ingazeira, Exu, Belém do São Francisco, Salgueiro e Lagoa Grande, sendo quatro delas neste mês de janeiro (confira abaixo a programação). Apoiada pelo Funcultura, a iniciativa busca fortalecer elos com o interior do Estado conectando histórias e públicos por meio da obra de William Shakespeare.</p>
<p>O espetáculo adapta trechos de clássicos como <em>Sonho de uma Noite de Verão</em>, <em>Hamlet</em>, <em>Romeu e Julieta</em>, <em>A Megera Domada</em> e <em>Otelo</em>. Comédias e tragédias são reinterpretadas em uma linguagem que dialoga com temas contemporâneos como existencialismo, racismo e feminicídio utilizando o metateatro para aproximar Shakespeare do público.</p>
<p>A peça apresenta comédias e tragédias com 18 personagens que ganham vida pelos atores José Lírio Costa, Rafa Moraes, Raphaela de Paula e Zuleika Bezerra sob a encenação de Thom Galiano.</p>
<p>Com uma cenografia minimalista e formato compacto, o espetáculo foi planejado para se adaptar a diferentes espaços garantindo a circulação em contextos diversos. Além das apresentações, a Trup Errante realiza atividades de intercâmbio com artistas e coletivos locais promovendo trocas culturais e fortalecendo o diálogo entre distintas produções do teatro sertanejo.</p>
<p>Essa circulação concretiza um desejo antigo do grupo: aprofundar relações com as artes cênicas produzidas em outros municípios do interior e o Sertão. &#8220;Mais do que uma turnê, o projeto representa um movimento de conexão com territórios e narrativas que dialogam com a essência do grupo&#8221;, afirma Rafa Moraes, uma das integrantes do grupo que, além de atuar, conduz a produção.</p>
<p>Moraes completa: &#8220;Poder chegar em Arcoverde ou Exu e reencontrar grupos que são referências para nós, como a Tropa do Balacobaco e a Cia. Traquejo, e sentar para trocar sobre a delícias e dificuldades de ser um grupo do interior, é importante para reconhecer nossa potencialidades. Poder ir brincar pela primeira vez no terreiro de Odília Nunes, no Festival Chama Violeta, é uma honra, um sonho há muito desejado pela Trup. E Belém do São Francisco, onde ainda não nos apresentamos, estamos ansiosos para conhecer histórias de lá&#8221;. Moraes finaliza explicando que haverá uma segunda etapa da circulação pelas cidades de Salgueiro e Lagoa Grande.</p>
<p>O espetáculo conta com a presença de intérprete de libras proporcionando acessibilidade e garantindo inclusão e democratização do acesso à cultura.</p>
<p>A realização dessa circulação é possível graças ao Funcultura Geral 2022/2023 destacando a relevância do incentivo público para iniciativas que expandem o acesso ao teatro e fortalecem a difusão cultural em regiões do interior pernambucano.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programação</span>:</strong></p>
<p><strong>Arcoverde -</strong> quarta-feira (8), às 19h, no Teatro Geraldo Barros</p>
<p><strong>Ingazeira -</strong> domingo (12), às 20h, no Festival Chama Violeta</p>
<p><strong>Exu –</strong> dia 14, às 19h</p>
<p><strong>Belém do São Francisco -</strong> dia 16, às 19h</p>
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		<title>Cia. Biruta de Teatro comemora 16 anos com mostra artística gratuita</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 17:28:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Cia. Biruta de Teatro promove, de 5 a 8 de dezembro, no CEU das Águas, no município de Petrolina, no Sertão pernambucano, a Mostra Biruta 16 anos: Coletividades Teatrais no Interior de Pernambuco. Com entrada gratuita e interpretação em libras em todas as atividades, o evento reúne apresentações artísticas, trocas, diálogos, encontros e mesas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114782" aria-labelledby="figcaption_attachment_114782" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Silvia Montico/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Odília-Foto-Silvia-Montico.jpg"><img class="size-medium wp-image-114782" alt="Silvia Montico/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Odília-Foto-Silvia-Montico-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo Decripolou Totepou (Odilia Nunes – Ingazeira-PE)</p></div>
<p>A Cia. Biruta de Teatro promove, de 5 a 8 de dezembro, no CEU das Águas, no município de Petrolina, no Sertão pernambucano, a Mostra Biruta 16 anos: Coletividades Teatrais no Interior de Pernambuco. Com entrada gratuita e interpretação em libras em todas as atividades, o evento reúne apresentações artísticas, trocas, diálogos, encontros e mesas redondas com artistas do interior de Pernambuco e da Bahia. A ação acontece com apoio da Prefeitura de Petrolina e incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do edital Funcultura Geral 2022/2023.</p>
<p>Além de celebrar os 16 anos da Cia. Biruta, a mostra tem como objetivo incentivar e dar visibilidade às produções teatrais desenvolvidas no interior por grupos, coletivos e artistas independentes. “A mostra carrega esse aspecto celebrativo, em alusão aos 16 anos de existência da Cia. Biruta, mas é mais do que isso. Aproveitamos esse momento festivo para gerar intercâmbios culturais, trocas, encontros, diálogos e registros que se concatenam tanto à trajetória do grupo quanto à resistência em coletividade dos territórios culturais e afetivos gerados pelo teatro”, pontua Camila Rodrigues, uma das produtoras da mostra.</p>
<p>Nessa edição, a curadoria tem como tema Coletividades Teatrais no Interior de Pernambuco, que objetiva valorizar a sustentabilidade cultural e a trajetória de grupos e artistas. “Queremos chamar a atenção para as discussões sobre coletividades, territorialidades, memória e geração de redes de apoio e de afeto que possibilitam a sustentabilidade do fazer teatral localizado às margens dos grandes centros. Preparamos uma programação com a presença de artistas de Exu, Juazeiro, Ingazeira e Petrolina a fim de ampliar essa rede de apoio e de trocas culturais”, explica a também produtora Letícia Rodrigues.</p>
<p>A abertura da mostra ocorre no dia 5 de dezembro, às 14h, com a apresentação do espetáculo <em>Heróis do Maravilhoso</em>, da Cia. de Teatro e Dança Traquejo, de Exu (PE). Depois, às 19h, o público confere o show <em>Brechas</em>, de Moesio Belfort, de Juazeiro (BA).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programação</span>:</strong></p>
<p><strong>Quinta-feira, 5</strong></p>
<p>14h | Quadra do CEU das Águas (bairro Rio Corrente)<br />
Entrada gratuita – classificação: 14 anos – interpretação em libras<br />
Espetáculo <em>Heróis do Maravilhoso</em> (Cia. de Teatro e Dança Traquejo – Exu-PE)</p>
<p>19h | Cine-Teatro Massangano do CEU das Águas (bairro Rio Corrente)<br />
Entrada gratuita – classificação livre – interpretação em libras<br />
Show <em>Brechas</em>, com Moesio Belfort (Juazeiro-BA)</p>
<p><strong>Sexta-feira, 6</strong></p>
<p>9h | Cine-Teatro Massangano do CEU das Águas (bairro Rio Corrente)<br />
Entrada gratuita – classificação livre – interpretação em libras<br />
Roda de conversa com Cia. de Teatro e Dança Traquejo (Exu-PE) e Moesio Belfort (Juazeiro-BA), com mediação de Antonio Veronaldo (Petrolina-PE)</p>
<p>19h | Quadra do CEU das Águas (bairro Rio Corrente)<br />
Entrada gratuita – classificação livre – interpretação em libras<br />
Espetáculo <em>Decripolou Totepou</em> (Odilia Nunes – Ingazeira-PE)</p>
<p><strong>Sábado, 7</strong></p>
<p>9h | Cine-Teatro Massangano do CEU das Águas (bairro Rio Corrente)<br />
Entrada gratuita – classificação livre – interpretação em libras<br />
Roda de conversa com Trup Errante (Petrolina-PE) e Odilia Nunes (Ingazeira-PE), com mediação de Camila Rodrigues (Petrolina-PE)</p>
<p>19h | Quadra do CEU das Águas (bairro Rio Corrente)<br />
Entrada gratuita &#8211; classificação livre &#8211; interpretação em libras<br />
Espetáculo <em>Palavras Andantes</em> (Trup Errante &#8211; Petrolina-PE)</p>
<p><strong>Domingo, 8</strong></p>
<p>9h | Cine-Teatro Massangano do CEU das Águas (bairro Rio Corrente)<br />
Entrada gratuita – classificação livre – interpretação em libras<br />
Roda de conversa Decolonialidades da Cena com Érico José (Olinda-PE/Brasília-DF), José Jackson da Silva (Caruaru-PE/Brasília-DF) e Cia. Biruta de Teatro (Petrolina-PE), com mediação de Leticia Rodrigues (Petrolina-PE)</p>
<p>19h | Cine-Teatro Massangano do CEU das Águas (bairro Rio Corrente)<br />
Entrada gratuita – classificação livre – interpretação em libras<br />
Espetáculo <em>Cadê Menino?</em> (Érico José – Olinda-PE/Brasília-DF; e José Jackson da Silva – Caruaru-PE/Brasília-DF)</p>
<p>20h | Quadra do CEU das Águas (bairro Rio Corrente)<br />
Entrada gratuita – classificação livre – interpretação em libras<br />
Espetáculo <em>História Lacrimogênica de Cordel – Ou A Hora da Estrela</em> (Cia. Biruta de Teatro – Petrolina-PE)</p>
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		<title>Espetáculo &#8220;Cordelina&#8221; é encenado gratuitamente em Ingazeira</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/espetaculo-cordelina-e-encenado-gratuitamente-em-ingazeira/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 May 2023 16:14:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A comunidade do Sítio Minadouro, localizada na área rural da cidade de Ingazeira (Sertão do Pajeú), recebe a encenação do espetáculo Cordelina. A apresentação acontece neste domingo (7), a partir das 17h, e encerra o primeiro ciclo do projeto No Meu Terreiro Tem Arte, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/Cordelina-Credito-Renata-Pires.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-101075" alt="Renata Pires/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/Cordelina-Credito-Renata-Pires-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>A comunidade do Sítio Minadouro, localizada na área rural da cidade de Ingazeira (Sertão do Pajeú), recebe a encenação do espetáculo <em>Cordelina</em>. A apresentação acontece neste domingo (7), a partir das 17h, e encerra o primeiro ciclo do projeto <em>No Meu Terreiro Tem Arte</em>, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>Iniciado de maneira independente em 2016, <em>No Meu Terreiro Tem Arte</em> pode ser ampliado e, graças ao incentivo do Funcultura, contemplou seis cidades. Na programação, apresentações, intervenções e oficinas em diversas linguagens artísticas voltadas para os públicos de comunidades rurais do Sertão do Pajeú: Afogados da Ingazeira, Tabira, Solidão, São José do Egito, Tuparetama e Ingazeira, que é a cidade-sede do projeto idealizado pela artista Odília Nunes e produzido pela Toró de Ideias. Para saber mais sobre a iniciativa, acesse o perfil no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/nomeuterreirotemarteoficial/" target="_blank"><strong>@nomeuterreirotemarteoficial</strong></a>.</p>
<p><strong>CORDELINA -</strong> Uma mulher viajante segue com sua carroça cheia de segredos, estórias, amuletos, ossos e medicina popular que vão sendo revelados durante o espetáculo. Entre tantas coisas existe Cordelina que é manipulada pela personagem para contar sobre o que não pode morrer em nós. O lado de dentro desta figura-primeira vem falar da delicadeza, do dançar e de pequenas coisas que fazem crescer o que nos vale a pena.</p>
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		<title>Em Ingazeira, programação do Festival Chama Violeta reúne mais de 20 companhias de teatro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/programacao-do-festival-chama-violeta-reune-mais-de-20-companhias-de-teatro/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2022 15:50:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[no meu terreiro tem arte]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>

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		<description><![CDATA[O Festival Chama Violeta chega à quinta edição neste ano. Para celebrar a data, o evento promove uma série de ações culturais dento da programação do projeto &#8220;No meu terreiro tem arte&#8221;, iniciativa que promove intercâmbio cultural, residência artística, festivais e ações formativas no Sítio Minadouro, área rural da cidade de Ingazeira. A programação dessa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Cia-Biruta-foto-divulgacao.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97024" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Cia-Biruta-foto-divulgacao-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a></p>
<p>O Festival Chama Violeta chega à quinta edição neste ano. Para celebrar a data, o evento promove uma série de ações culturais dento da programação do projeto &#8220;No meu terreiro tem arte&#8221;, iniciativa que promove intercâmbio cultural, residência artística, festivais e ações formativas no Sítio Minadouro, área rural da cidade de Ingazeira.</p>
<p>A programação dessa edição terá como foco o Teatro de Formas Animadas, que terá apresentação de 20 companhias e artistas solo de Pernambuco, Paraíba, Ceará, Bahia, São Paulo e da Argentina, num total de 108 profissionais, entre artistas e técnicos envolvidos no evento.</p>
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<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/CkiafuoLMSs/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">Uma publicação compartilhada por No Meu Terreiro Tem Arte (@nomeuterreirotemarteoficial)</a></p>
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<p>A parte formativa começo na última terça-feira, dia 1º, com quatro oficinas. “As formas animadas têm pouco espaço na programação dos festivais Brasil afora. Trouxemos espetáculos com bonecos, máscaras e objetos animados e as oficinas acompanham esse mundo, que também casa com o mote sugerido pela poetisa Francisca Araújo, que é A Chama da Resistência Brilha em nosso Festival”, afirma Odília, coordenadora do Festival Chama Violeta.</p>
<p>Além dos espetáculos e cortejos, o festival promove sessões de cinema &#8211; com exibição dos filmes Coágulo, de Juliana Notari, de São Paulo, e Memória do Futuro de Juliana Notari e Odília Nunes – e shows musicais com Radiola Serra Alta, Revoredo e Agda Moura. Este ano, o Chama Violeta contou com financiamento coletivo e a parceria da Tronxo filmes, Aldeia Tear, Ateliê Bianca Habibb e da Rede Interiorana de Produtores, Técnicos e Artistas de Pernambuco (RIPA). Confira a programação completa no perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/nomeuterreirotemarteoficial/" target="_blank"><strong>@nomeuterreirotemarteoficial</strong></a>.</p>
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		<title>Cineclube Minadouro promove sessão especial de curtas infantis em Ingazeira</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cineclube-minadouro-promove-sessao-especial-de-curtas-infantis-em-ingazeira/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2021 22:04:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por No Meu Terreiro Tem Arte (@nomeuterreirotemarteoficial) A comunidade rural do Minadouro, no município de Ingazeira (Sertão do Pajeú), recebe a estreia do Cineclube Minadouro, nos dias 23 e 24 de julho (sexta-feira e sábado). A localidade é sede do No Meu Terreiro Tem Arte, projeto de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CREMX8OLeD5/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="13" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/CREMX8OLeD5/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank">
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<p></a>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/CREMX8OLeD5/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">Uma publicação compartilhada por No Meu Terreiro Tem Arte (@nomeuterreirotemarteoficial)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p> <script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>A comunidade rural do Minadouro, no município de Ingazeira (Sertão do Pajeú), recebe a estreia do Cineclube Minadouro, nos dias 23 e 24 de julho (sexta-feira e sábado). A localidade é sede do No Meu Terreiro Tem Arte, projeto de artes integradas que desde 2016 vem oferecendo teatro, circo, música e cultura popular. Agora, através do incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, vai exibir filmes.</p>
<p>Para a primeira temporada, estão programadas 16 sessões, ao longo de dez meses, das quais oito serão oferecidas ao público em geral e oito ao público infantil. No dia 23 de julho, às 17h, serão exibidos os curtas: “Cuerdas”, “La Luna” e “Josué e o &#8220;Pé de Macaxeira”. Ao final da sessão, um bate-papo e atividades lúdicas relacionadas com os filmes serão propostos por uma pedagoga que acompanha o projeto.</p>
<p>Já a sessão adulta, no dia 24, às 19h, exibirá o longa-metragem pernambucano “O Bem Virá”, e contará com a presença da diretora, Uilma Queirós. Ambas as atividades são destinadas exclusivamente para as moradoras e moradores da comunidade do Minadouro, como medida para o controle da COVID-19. Todas as normas de segurança vigentes serão seguidas.  </p>
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		<title>4ª Mostra Pajeú de Cinema anuncia sua programação</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2018 15:59:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Está no ar a programação completa da 4ª Mostra Pajeú de Cinema (MPC). O festival, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, exibirá, ao longo de doze dias, um total de 60 filmes nas cidades Ingazeira, Iguaracy e Afogados da Ingazeira. Destes, quatro fazem estreia nacional [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_48591" aria-labelledby="figcaption_attachment_48591" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/cine-sao-jose.jpg"><img class="size-medium wp-image-48591" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/cine-sao-jose-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Cine São José, no município de Ingazeira, será um dos polos do festival</p></div>
<p dir="ltr">Está no ar a programação completa da <strong>4ª Mostra Pajeú de Cinema (MPC)</strong>. O festival, que conta com incentivo do <strong>Governo do Estado de Pernambuco</strong>, por meio dos recursos do Funcultura, exibirá, ao longo de doze dias, um total de 60 filmes nas cidades Ingazeira, Iguaracy e Afogados da Ingazeira. Destes, quatro fazem estreia nacional e 15 serão exibidos pela primeira vez no Estado. Dois curtas pernambucanos completam a seleção já anunciada: <em>Cine S. José</em> e <em>Nome de Batismo – Alice</em>. Com entrada franca, a programação de filmes inicia-se na terça e quarta-feira (15 e 16/5), em Iguaracy (Praça da Igreja Nossa Senhora dos Remédios – Distrito de Jabitacá); na quinta e sexta-feira (17 e 18/5), em Ingazeira (Rua São José &#8211; ao lado da Igreja Matriz); e de domingo a sábado (20 a 26/5), em Afogados da Ingazeira (Cine S. José &#8211; Rua Newton César, s/n – Centro).</p>
<p dir="ltr">Para o diretor da MPC, William Tenório, o maior mérito desta 4ª edição é ampliar o foco para outras cidades da região mantendo a qualidade da programação e o objetivo maior do evento: proporcionar acesso ao cinema brasileiro e estimular reflexões e práticas estéticas. <em>“Estamos entusiasmados porque pela primeira vez a mostra sai de Afogados com uma série de filmes e oficinas”</em>, conta o idealizador.</p>
<p dir="ltr">Cine S. José abre a programação em Afogados da Ingazeira em sessão especial seguida de <em>masterclass</em> sobre cinemas de rua com o professor João Luiz Vieira (UFF-RJ). O curta refaz a trajetória do grupo de voluntários que nos anos 90 reergueu o cinema que hoje é um dos símbolos da cidade. Logo após tem início a mostra de longas, com a exibição de <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/audiovisual/cinema-sao-luiz-retoma-programacao-com-a-pre-estreia-do-processo/" target="_blank"><strong><em>O Processo</em></strong></a>, documentário que promove um <em>tour de force</em> pelo Congresso Nacional em pleno processo de votação pelo impeachment de Dilma Rousseff. Dirigido por Maria Augusta Ramos, o filme estreou em sessões lotadas no último Festival de Berlim e acaba de ser eleito o melhor filme do festival <em>Visions du Réel</em> (Suíça), um dos mais importantes do mundo.</p>
<p dir="ltr">Premiado como melhor curta brasileiro no Festival É Tudo Verdade, N<em>ome de Batismo – Alice</em> estabelece uma rota afetivo-cultural percorrida pela diretora, cuja família angolana encontrou refúgio no Brasil quarenta anos atrás. O curta de Tila Chitunda integra o já tradicional Programa Pais e Filhos, dedicado ao cinema de viés geracional.</p>
<p dir="ltr">Uma novidade deste ano é o programa Universo Paralelo, que na sexta (25) apresenta filmes que dialogam diretamente com o cenário do rock independente, formado pelo clipe Eu o declaro meu inimigo, em que a música da banda Devotos adquire incrível visualidade em movimento a partir da colaboração de dezenas de profissionais da animação de todo o Brasil; o curta A retirada para um coração bruto, insólita declaração de liberdade criativa vinda do interior de Minas Gerais; e do longa PEsado, esforço inédito de contar a história do gênero metal em Pernambuco.</p>
<p dir="ltr"><strong>Mais longas -</strong> Dirigido pelo fotógrafo Gilvan Barreto, <em>Prelúdio da Fúri</em>a apresenta o trabalho de artistas com obras marcadas pela inflexão política, enquanto Em nome da América investiga a presença americana no nordeste durante os eventos que precederam o golpe militar de 1964; inédito, <em>Parquelândia</em> olha para as condições de trabalho em parques de diversão em localidades do sertão. Completam a seleção a ficção paraibana <em>Rebento</em> (com Zezita Matos e Fernando Teixeira, recém-lançada em janeiro, no Festival de Tiradentes) e <em>Arábia</em> (MG), um dos mais premiados e esperados filmes da temporada.</p>
<p dir="ltr">A curadoria dos longas e curtas que serão exibidos em Afogados da Ingazeira foi realizada pelo pesquisador e crítico André Dib, enquanto os curtas de Iguaracy e Ingazeira foram selecionados pelos diretores da MPC, Bruna Tavares e William Tenório. Além de programas dedicados às cidades que a partir de 2018 integram a mostra, outra novidade é a Sessão Acessível, voltada ao público portador de necessidades especiais (cegos e surdos ou ensurdecidos), que poderá assistir curtas-metragens com recursos de Libras, audiodescrição e LSE.</p>
<p dir="ltr"><em>“A seleção de curtas forma um panorama da recente produção nacional, trazendo para o sertão filmes de diferentes estilos, técnicas e gêneros, alguns inéditos ou pouco vistos e de praticamente todas as regiões do país”</em>, diz André Dib. <em>“Outros circularam nos principais festivais do Brasil e do mundo, como o pernambucano Terremoto Santo e o mineiro A retirada para um coração bruto, exibidos no último Festival de Berlim, além de Fantasia de índio, parcialmente rodado no sertão e recentemente exibido no Festival de Tiradentes”</em>, complementa Dib.</p>
<p dir="ltr"><strong>Formação -</strong> Ao longo de sua programação, a 4ª Mostra Pajeú de Cinema promove uma série de atividades formativas gratuitas em Afogados da Ingazeira, Iguaracy e Ingazeira, no Sertão de Pernambuco. Profissionais reconhecidos local e nacionalmente participarão de mesas temáticas com o objetivo de promover troca de conhecimentos e debater assuntos em pauta do meio cinematográfico.</p>
<p dir="ltr">Cinemas de rua continuam no foco da MPC, que este ano promove um encontro de pesquisadores do sertão do Pajeú com João Luiz Vieira, professor titular do Departamento de Cinema da Universidade Federal Fluminense e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Cinema e Audiovisual da UFF. Doutor em Estudos Cinematográficos pela <em>New York University</em>, Vieira ainda oferecerá uma <em>masterclass</em> no domingo (20) sobre cinemas de rua no local mais apropriado para isso: o histórico Cine S. José, principal espaço da MPC.</p>
<p dir="ltr"><strong>Oficinas -</strong> Este ano a MPC oferece três oficinas gratuitas, todas com inscrições abertas: crítica de cinema com Heitor Augusto (SP), <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/funcultura/projeto-documentando-leva-oficinas-gratuitas-de-cinema-aos-municipios-pernambucanos/" target="_blank"><strong>Documentando com Marlom Meirelles (PE)</strong></a> e formação cineclubista com Yanara Galvão (PE), todas com inscrições abertas. Detalhes e outras informações no site: <strong><a href="http://www.mostrapajeudecinema.com.br/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://www.mostrapajeudecinema.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1525530876485000&amp;usg=AFQjCNGMbiwF-cjwRHJc9vSxork4nMqz7g">www.mostrapajeudecinema.com.br</a></strong><wbr />.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre a MPC -</strong> A 4ª edição da Mostra Pajeú de Cinema é organizada pela Pajeú Filmes, com incentivo do Funcultura / Fundarpe, Secretaria de Cultura do Governo do Estado de Pernambuco e conta com apoio da Rádio Pajeú AM, Gerência Regional de Educação &#8211; Sertão do Alto Pajeú, Secretaria de Educação de Afogados da Ingazeira, Secretaria de Turismo, Cultura e Esportes de Afogados da Ingazeira, Secretaria de Educação de Iguaracy, Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo de Iguaracy, Secretaria de Educação de Ingazeira e Secretaria de Cultura de Ingazeira.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><strong>4ª MOSTRA PAJEÚ DE CINEMA</strong></p>
<p><strong>IGUARACY</strong><br />
<strong>De 7 a 11 de maio</strong><br />
<strong> 13h30 | Oficina Documentando</strong><br />
Com Marlom Meireles (PE)<br />
Local: Escola Judite Bezerra da Silva</p>
<p><strong>Terça-feira (15)</strong><br />
19h30 | Programa 1: Presente (60’ – Livre)<br />
Peripatético (SP, 2017, 15’), de Jessica Queiroz<br />
Nada (MG, 2017, 27’), de Gabriel Martins<br />
Deusa (SP, 2016, 18’), de Bruna Callegari*</p>
<p><strong>20h30 | Programa 2: Fé (49’ – Livre)</strong><br />
Candeias (CE, 2017, 19’), de Ythallo Rodrigues e Reginaldo Farias*<br />
Terremoto santo (PE, 2017, 20’), de Bárbara Wagner e Benjamin De Burca<br />
Sem folhas não tem Orixás (BA, 2016, 10’), Natalia Favre e Fernanda Saenz</p>
<p><strong>Quarta-feira (16)</strong><br />
<strong> 13h | Oficina de Formação Cineclubista</strong><br />
Com Yanara Galvão (PE)<br />
Local: Auditório da Secretaria Municipal de Educação de Iguaracy</p>
<p><strong>19h30 | Programa 3: Viver (50’ – Livre)</strong><br />
Você conhece Derréis? (PB, 2017, 11’), de Veruza Guedes<br />
Praça de guerra (PB, 2015, 19’), de Edmilson Junior<br />
CorpoStyleDanceMachine (AL, 2017, 7’), de Ulisses Arthur<br />
Cancha – antigamente era mais moderno (PB, 2013, 13’), de Luciano Mariz</p>
<p><strong>20h30 | Programa 4: Herança (55’ – Livre)</strong><br />
Casca de baobá (RJ, 2017, 12’), de Mariana Luiza<br />
Furna dos negros (AL, 2017, 30’), de Wladimir Lima*<br />
Black out (PE, 2016, 13’), de Adalmir José da SIlva, Felipe Peres Calheiros, Francisco Mendes, Jocicleide Valdeci de Oliveira, Jocilene Valdeci de Oliveira, Martinho Mendes, Paulo Sano, Sérgio Santos</p>
<p><strong>INGAZEIRA</strong><br />
<strong>De 14 a 18 de maio</strong><br />
<strong> 07h30 | Oficina Documentando</strong><br />
Com Marlom Meireles (PE)<br />
Local: Centro de Atividades Econômicas (CAE) de Ingazeira</p>
<p><strong>Quinta-feira (17)</strong><br />
<strong> 19h30 | Programa 1: Diversidade (55’ – Livre)</strong><br />
Cor de pele (PE, 2018, 15’), de Lívia Perini<br />
Cabelo Bom (RJ, 2017, 15’), de Swahili Vidal<br />
Onda traz o vento leva (PE, 2012, 25’), de Gabriel Mascaro</p>
<p><strong>20h30 | Programa 2: Força (59’ – Livre)</strong><br />
Entremarés (PE, 2018, 20’), de Anna Andrade**<br />
Simbiose (PE, 2017, 19’), de Julia Morim<br />
Close (CE, 2016, 20’), de Rosane Gurgel</p>
<p><strong>Sexta-feira (18)</strong><br />
<strong> 13h | Oficina de Formação Cineclubista</strong><br />
Com Yanara Galvão (PE)<br />
Local: Centro de Atividades Econômicas (CAE) de Ingazeira</p>
<p><strong>19h30 | Programa 3: Tradição (54’ – Livre)</strong><br />
Dos antigos aos filhos do amanhã (RJ, 2018, 30’), de Leonardo A. Gelio*<br />
Do corpo da terra (RJ, 2017, 24’), de Julia Mariano*</p>
<p><strong>20h30 | Programa 4: Imersos (46’ – Livre)</strong><br />
Nanã (PE, 2017, 25’), de Rafael Amorim<br />
De profundis (PE, 2014, 21’), de Isabela Cribari</p>
<p><strong>AFOGADOS DA INGAZEIRA</strong><br />
<strong>Quinta-feira (17)</strong><br />
<strong> 8h | Oficina de Formação Cineclubista</strong><br />
Com Yanara Galvão (PE)<br />
Local: Auditório da EREM Professora Ione de Góes Barros (antigo CNE)</p>
<p><strong>14h | Encontro com pesquisadores de cinemas de rua</strong><br />
Com João Luiz Vieira (RJ)<br />
Local: Auditório da Secretaria de Assistência Social de Afogados da Ingazeira</p>
<p><strong>Sexta-feira (18) e sábado (19)</strong><br />
<strong>9h | Oficina de Crítica Cinematográfica</strong><br />
Com Heitor Augusto (SP)<br />
Local: Auditório da Secretaria de Assistência Social de Afogados da Ingazeira</p>
<p><strong>Domingo (20)</strong><br />
<strong> 19h30 | Sessão Especial (60’ – Livre)</strong><br />
Cine S. José (PE, 2017, 11’30’’), de William Tenório<br />
Seguido de masterclass com o professor João Luiz Vieira (UFF-RJ).</p>
<p><strong>20h30 | Mostra de Longas (Livre)</strong><br />
O Processo (RJ, 2018, 119’), de Maria Augusta Ramos</p>
<p><strong>Segunda-feira (21)</strong><br />
<strong> 9h | Matinê 1 (55’ – Livre)</strong><br />
Nana &amp; Nilo e o Tempo Brincar (RJ, 2016, 14’), de Sandro Lopes*<br />
As aventuras do menino pontilhado (PE, 2016, 14’), de Leo Tabosa<br />
Caminho dos gigantes (SP, 2016, 11’), de Alois di Leo<br />
A Formidável Fabriqueta de Sonhos Menina Betina (PA, 2017, 7’), de Tiago Ribeiro<br />
O anão que virou gigante (RJ, 2008, 9’), de Marcelo Marão</p>
<p><strong>Programa 1: Travessia</strong><br />
<strong> 19h30 | Mostra de Curtas (58’ &#8211; 16 anos)</strong><br />
Superpina (PE, 2017, 25’), de Jean Santos<br />
Inri Cristo (SC, 2018, 25’), de Cláudia Cárdenas e Rafael Schlichting**<br />
Festejo muito pessoal (SP, 2017, 8’), de Carlos Adriano*</p>
<p><strong>20h30 | Mostra de Longas (14 anos)</strong><br />
Rebento (PB, 2018, 97’), de André Morais*</p>
<p><strong>Terça-feira (22)</strong><br />
<strong> 9h | Mesa 1: O olhar cinematográfico</strong><br />
Alexandre Taquary &#8211; produtor (PE)<br />
Claudia Oliveira – cineclubista (PE)<br />
Heitor Augusto &#8211; crítico de cinema (SP)</p>
<p><strong>9h | Projeto Toda Palavra: Sessão Acessível (103’ – 12 anos)</strong><br />
Nº 27 (PE, 2008, 20’), de Marcelo Lordello<br />
João Heleno dos Brito (PE, 2016, 20’), de Neco Tabosa<br />
Au revoir (PE, 2013, 20’), de Milena Times<br />
A onda traz, o vento leva (PE, 2012, 25’), de Gabriel Mascaro<br />
Sexta série (PE, 2013, 18’), de Cecília da Fonte</p>
<p><strong>Programa 2: Só mais um esforço</strong><br />
<strong> 19h30 | Mostra de Curtas (63’ – 12 anos)</strong><br />
Peito vazio (PE, 2017, 17’), de Leon Sampaio e Yuri Lins*<br />
Mamata (BA, 2017, 30’), de Marcus Curvelo<br />
Vento frio (PE, 2018, 16’), de Taciano Valério**</p>
<p><strong>20h30 | Mostra de Longas (12 anos)</strong><br />
Prelúdio da fúria (PE, 2017, 60’), de Gilvan Barreto<br />
Seguido de debate com os professores Aécio Amaral (UFPB) e José Rogério Oliveira (FASP)</p>
<p><strong>Quarta-feira (23)</strong><br />
<strong> 9h | Mesa 2: Cinema manifesto</strong><br />
Carol Vergolino, produtora (PE)<br />
Carol Almeida, crítica de cinema e curadora (PE)</p>
<p><strong>9h | Matinê 2 (65’ – Livre)</strong><br />
Nana &amp; Nilo e os Animais (RJ, 2016, 21’), de Sandro Lopes*<br />
A Formidável Fabriqueta de Sonhos Menina Betina (PA, 2017, 7’), de Tiago Ribeiro<br />
BUG (PE, 2017, 2’), de Gleyse Alcântara e Bruna Tabosa<br />
Caminho dos gigantes (SP, 2016, 11’), de Alois di Leo<br />
Cor de pele (PE, 2018, 15’), de Lívia Perini<br />
O anão que virou gigante (RJ, 2008, 9’), de Marcelo Marão</p>
<p><strong>Programa 3: Filmar o real</strong><br />
<strong> 19h30 | Mostra de Curtas (61’ – Livre)</strong><br />
O conto do burro amarelo (MG, 2017, 30’), de Daiana Mendes*<br />
Torre (SP, 2017, 18’), de Nádia Mangolini<br />
Sem Título #3: E para que Poetas em Tempo de Pobreza? (SP, 2016, 13’), de Carlos Adriano*</p>
<p><strong>20h30 | Mostra de Longas (Livre)</strong><br />
Em nome da América (PE, 2017, 95’), de Fernando Weller<br />
Seguido de debate com o professor Genildo Santana (FASP)</p>
<p><strong>Quinta-feira (24)</strong><br />
<strong> 9h | Mesa 3: Documentário como reflexo do seu tempo</strong><br />
Cynthia Falcão &#8211; produtora e realizadora (PE)<br />
Marcelo Pedroso – realizador (PE)<br />
Maria Cardozo &#8211; realizadora e curadora (PE)</p>
<p><strong>Programa 4: Pais e Filhos</strong><br />
<strong> 19h30 | Mostra de Curtas (80’ – Livre)</strong><br />
Não tema (PB, 2018, 10’), de Odécio Antonio*<br />
Fantasia de índio (PE, 2017, 20’), de Manuela Andrade<br />
A menina banda (PE, 2018, 25’), de Breno César<br />
Nome de Batismo – Alice (PE, 2018, 25’), Tila Chitunda*</p>
<p><strong>20h30 | Mostra de Longas (Livre)</strong><br />
Parquelândia (PE, 2018, 75’), de Cecília da Fonte**</p>
<p><strong>Sexta-feira (25)</strong><br />
<strong> 9h | Matinê 3 (64’ – Livre)</strong><br />
Nana &amp; Nilo e os Animais (RJ, 2016, 21’), de Sandro Lopes*<br />
A bailarina (RS, 2017, 3’), de Lucas Argenta*<br />
Cor de pele (PE, 2018, 15’), de Lívia Perini<br />
A menina banda (PE, 2018, 25’), de Breno César</p>
<p><strong>Programa 5: Universo Paralelo</strong><br />
<strong> 19h30 | Mostra de Curtas (16’ – Livre)</strong><br />
Eu o declaro meu inimigo (PE, 2017, 2’), de Marcos Buccini e Tiago Delácio<br />
A retirada para um coração bruto (MG, 2017, 14’), de Marco Antônio Pereira</p>
<p><strong>20h | Mostra de Longas (Livre)</strong><br />
PEsado (PE, 2017, 100’), de Leo Crivellare e Wilfred Gadelha<br />
Seguido de debate com o diretor Wilfred Gadelha</p>
<p><strong>Sábado (26)</strong><br />
<strong>9h | Seminário sobre produção e difusão de cinema do interior</strong><br />
Com Felipe Peres Calheiros (EPC/TVPE)<br />
Local: Auditório da Secretaria Municipal de Educação de Afogados da Ingazeira</p>
<p><strong>Programa 6: O que virá?</strong><br />
<strong> 19h30 | Mostra de Curtas (65’ – Livre)</strong><br />
Terremoto Santo (PE, 2017, 20’), de Bárbara Wagner e Benjamin De Burca<br />
Peripatético (SP, 2017, 15’), de Jéssica Queiroz<br />
Nada (MG, 2017, 27’), de Gabriel Martins</p>
<p><strong>20h30 | Mostra de Longas (16 anos)</strong><br />
Arábia (MG, 2017, 97’), de Affonso Uchôa e João Dumans</p>
<p>* inédito em Pernambuco<br />
** inédito no Brasil</p>
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