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	<title>Portal Cultura PE &#187; inovação</title>
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		<title>Feira Terra Pernambuco reúne no Mepe produtores artesanais de destaque no Estado</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 14:42:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pernambuco é um Estado que pulsa cultura e sua rica tradição atrai a atenção de todo o Brasil. Com uma vasta diversidade de manifestações artísticas que celebram sua história e suas raízes, a produção artesanal ocupa um lugar de destaque nesse cenário. Aqui há um grande número de pessoas talentosas, capazes de criar e inovar, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115067" aria-labelledby="figcaption_attachment_115067" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Rodrigo-Morcego.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115067" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Rodrigo-Morcego-607x395.jpeg" width="607" height="395" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor e guitarrista Rodrigo Morcego</p></div>
<p>Pernambuco é um Estado que pulsa cultura e sua rica tradição atrai a atenção de todo o Brasil. Com uma vasta diversidade de manifestações artísticas que celebram sua história e suas raízes, a produção artesanal ocupa um lugar de destaque nesse cenário. Aqui há um grande número de pessoas talentosas, capazes de criar e inovar, mas que frequentemente precisam de uma vitrine para mostrar seu trabalho. Pensando nisso, nasce a Feira Terra Pernambuco: Feira de Inovação, Arte e Gastronomia.</p>
<p>A abertura do evento ocorre nesta sexta-feira (13) com oficinas de capacitação no Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). No sábado (14) e no domingo (15) a feira é realizada nos jardins do Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), localizado no bairro das Graças, na Zona Norte do Recife. Essa primeira edição é marcada por uma homenagem ao ceramista Zezinho Muriçoca, um dos grandes ícones da arte pernambucana.</p>
<p>A inscrição para expositores ainda está aberta, podendo ser realizada por meio do perfil da feira no <a title="@feiraterrape" href="https://www.instagram.com/feiraterrape/" target="_blank"><strong>Instagram</strong></a>. A entrada para o público é gratuita nos três dias de evento.</p>
<p><strong>OPORTUNIDADES –</strong> Durante os três dias de evento o público e os expositores têm a chance de participar de rodas de conversa com produtores locais das mais diversas áreas: artesanato, artes visuais, moda e gastronomia. É uma imersão na cultura e no empreendedorismo local com foco na divulgação da produção artesanal e na valorização do trabalho manual. Além disso, a feira oferece palestras, atividades sensoriais e apresentações musicais criando um ambiente interativo e enriquecedor.</p>
<p>A Feira Terra Pernambuco surge como mais um impulsionador da arte e do empreendedorismo no Estado promovendo não apenas a comercialização dos trabalhos, mas também a troca de experiências entre os produtores e a conexão direta com o público consumidor. Segundo a gestora cultural Luciana Ourique, que idealizou o evento, a feira é uma oportunidade para dar visibilidade a quem não para de criar. “A Terra Pernambuco vem para ser mais uma vitrine para essas pessoas que fortalecem nossa cultura”, afirma.</p>
<p><strong>OFICINAS E GASTRÔ –</strong> O primeiro dia é dedicado às oficinas de capacitação oferecidas pelo Sebrae, que acontecem na sede da entidade. A programação começa, às 9h, com a palestra Planeje e Conquiste Construindo seu Negócio do Zero, ministrada por Jáuvaro Carneiro Leão, e segue com a palestra Transformando Negócios com Marketing Digital, com Silva Souza, às 15h30.</p>
<p>Nos dias seguintes, a Feira Terra Pernambuco abre as portas para um mix de exposições e atividades gastronômicas. São apresentados produtos artesanais como cerâmicas, argilas e joias feitas à mão, além de deliciosos pratos típicos da gastronomia local, como embutidos, geleias, doces, queijos e cachaças, com destaque para a Associação Pernambucana de Produtores de Aguardente de Cana e Rapadura (Apar), que realiza uma palestra sobre a cachaça e a rapadura como patrimônios culturais de Pernambuco, comandada pelo especialista Gilberto Freyre Neto.</p>
<p>O universo dos cafés também tem seu espaço, com a presença dos baristas Lidiane Santos e Eudes Santana, da Kaffe Café, que fazem uma atividade de harmonização de café com comidas regionais. Outra atração é o Instituto Ceres de Educação e Consultoria Cervejeira, que proporciona a experiência sensorial Volta ao Mundo em 4 Copos, guiada por especialistas em cerveja, cachaça, vinho e café.</p>
<p><strong>ARTES VISUAIS E DESIGN –</strong> A feira também é vitrine para as artes visuais, com destaque para pinturas, esculturas, gravuras, fotografia, design gráfico e artesanato contemporâneo. O evento busca proporcionar aos artistas uma divulgação direta de seus trabalhos para o público consumidor, com preços diferenciados, o que fortalece a valorização dos produtos artesanais e exclusivos.</p>
<p>Entre os expositores destacam-se nomes como a ceramista Guida Marques, as artistas plásticas Jane Lima e Ana Santiago, o artesão Marcos de Sertânia e a designer Luciana Mafra, além de representantes da gastronomia, como Kaffe Café e Chocolates Massapê. “É uma felicidade imensa estar presente na primeira edição da Terra Pernambuco&#8221;, celebra Marcos de Sertânia. &#8220;Estamos fazendo história, pois é importante ter mais um espaço para os artistas da terra.”</p>
<p><strong>CENÁRIO PERFEITO –</strong> O Museu do Estado de Pernambuco é o cenário que dá ainda mais charme ao evento. Durante o período da Feira Terra Pernambuco, o público pode conferir também as exposições de longa duração Pernambuco, Território e Patrimônio de um Povo e O Casarão e a Cidade: Uso e Costumes, além das exposições temporárias Histórias para os Reis e Pintura para Rainhas, de J. Moura, e O Retábulo de Lins.</p>
<p>Rinaldo Carvalho, diretor do Museu, destaca que a Feira Terra Pernambuco é uma oportunidade para fortalecer a cultura local: “É excelente que o Mepe esteja tão envolvido, pois a troca de experiências e o incentivo à inovação são essenciais para o crescimento cultural e econômico de nosso Estado”, afirma.</p>
<p><strong>ATRAÇÕES E HOMENAGEADO –</strong> A primeira edição da Feira Terra Pernambuco presta uma homenagem ao ceramista José Lima Gomes, conhecido como Zezinho Muriçoca. Natural de Caruaru, Zezinho é um mestre do barro e tem seu trabalho reconhecido mundialmente. Sua produção inclui panelas, bules e esculturas de personagens do cotidiano nordestino, como Lampião e Maria Bonita. Para ele, o barro é sua vida e felicidade e seu trabalho autoral é uma das maiores expressões culturais de Pernambuco.</p>
<p>A Feira Terra Pernambuco também conta com uma trilha sonora especial. No sábado (14), a Orquestra Giral se apresenta às 16h, seguida por Rodrigo Morcego, que toca standards do blues e rock, às 17h30. No domingo (15), a programação é encerrada com o melhor do choro, com o grupo Roda Infinito, às 17h30.</p>
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		<title>Oficina de inovação em dança contempla diversidade de estéticas</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2016 23:31:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<description><![CDATA[Com o intuito de estimular maior respeito às diferenças estéticas, o bailarino e professor André Aguiar está oferecendo oficina de inovação em dança. As aulas acontecem nas segundas e quartas, no espaço do Marco Pernambucano da Moda, na Rua da Moeda,  das 18:30 às 19:30h, até o dia 7 de dezembro. Dançantes, iniciantes e iniciados [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_40283" aria-labelledby="figcaption_attachment_40283" class="wp-caption img-width-600 alignnone" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Amanda Duarte</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/andré-aguiar_foto_vanessa-alcantara-3.jpg"><img class="size-full wp-image-40283 " alt="Amanda Duarte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/andré-aguiar_foto_vanessa-alcantara-3.jpg" width="600" height="448" /></a><p class="wp-caption-text">Método autoral de André Aguiar propõe intercâmbio de diferentes danças, técnicas corporais e inovações tecnológicas</p></div>
<p>Com o intuito de estimular maior respeito às diferenças estéticas, o bailarino e professor André Aguiar está oferecendo oficina de inovação em dança. As aulas acontecem nas segundas e quartas, no espaço do Marco Pernambucano da Moda, na Rua da Moeda,  das 18:30 às 19:30h, até o dia 7 de dezembro.</p>
<p>Dançantes, iniciantes e iniciados poderão vivenciar técnicas de linguagem autoral e massiva, improvisação, composição coreográfica e intervenção urbana, assim como a utilização de tecnologias para investigar as relações de estímulos do prazer corporal através da dança. As atividades também contam com debates coletivos, informando e discutindo questões emergentes sobre formação cultural, estética e cinesiológica.</p>
<p>Entre os diferenciais está a utilização de tecnologias como o celular para gravar videodanças e fazer intervenções urbanas com transmissões ao vivo. Além disso, a oficina propõe a diluição da imposição de gênero para que as pessoas tenham maior liberdade de expressão e possam escolher a forma como desejam dançar.</p>
<div id="attachment_40287" aria-labelledby="figcaption_attachment_40287" class="wp-caption img-width-581 alignnone" style="width: 581px"><p class="wp-image-credit alignleft">Natália Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/andré-aguiar_foto_vanessa-alcantara-2.jpg"><img class="size-full wp-image-40287" alt="Natália Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/andré-aguiar_foto_vanessa-alcantara-2.jpg" width="581" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Além da prática, aulas contam com debates e reflexões críticas sobre formação cultural, estética e cinesiológica</p></div>
<p>&#8220;A cultura do binarismo de gênero vem coibindo a forma das pessoas dançarem. Nas aulas convencionais, o órgão reprodutor define a forma como o ser deve se mover. Nas minhas aulas, quando abordamos as danças praticadas em pares, como o forró, o homem pode se deixar comandar e, a mulher, a conduzir&#8221;, explica André. &#8220;O homem não deve ser sempre masculino e a mulher feminina, eles podem se expressar da maneira que desejarem. Mulher pode dançar com mulher, homem  também com homem. Com o tempo as pessoas percebem que isso não muda a sexualidade de ninguém.&#8221;</p>
<p>Nesse sentido, André está oferecendo 5% de desconto para pessoas trans. &#8220;Vivemos num país que mais mata pessoas trans no mundo e a falta do debate de gênero e sexualidade na mídia massiva, na escola e em casa, faz com que transexuais e travestis sejam oprimidos. Divulgar esse aporte é oferecer visibilidade e debate a esta temática, o que ajuda a minimizar fobias. É, também, estimular trans a cada vez mais conviver em ambientes que lhes oportunize qualificação,  emprego, aceitação, socialização e empoderamento suficiente para conquistarem qualidade de vida&#8221;, defende o professor.</p>
<p>Formado na primeira turma de Licenciatura em Dança da UFPE, André Aguiar tem uma concepção de dança que busca estimular a criatividade artística também em danças massivas como o brega e pop, desmistificando a ideia de que o balé clássico é a base para se dançar. Suas aulas não se reduzem a gêneros específicos de dança, mas ao intercâmbio dos gêneros autoral, massivo, regional e tradicional.</p>
<div id="attachment_40295" aria-labelledby="figcaption_attachment_40295" class="wp-caption img-width-486 alignright" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Amanda Duarte</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/Foto-Amanda-Duarte.jpg"><img class="size-medium wp-image-40295   " alt="Amanda Duarte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/Foto-Amanda-Duarte-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">André Aguiar busca romper a fronteira entre dança da periferia e da elite</p></div>
<p>&#8220;Proponho a diluição da ideia de que existe uma cultura superior à outra. Quem gosta de dançar Pink Floyd ou um clássico como Chopin, não é melhor de quem gosta de dançar Hip Hop, Funk ou Brega. Nas aulas, há intercâmbio das estéticas consumidas e empreendidas tanto pela periferia como pela elite.&#8221;</p>
<p>Mais do que ensinar passos pré-concebidos de gêneros já conhecidos, o bailarino se dispõe a ensinar princípios de movimento e também explorar músicas e movimentos sugeridos pelos alunos, desde músicas clássicas, passando por eletrônicas como os temas de videogame. &#8220;Não me interessa uma pedagogia autoritária em que somente o educador escolhe as músicas que vão tocar nas aulas e os passos que os alunos devem executar. As pessoas podem se sentir mais empoderadas para escolher a forma mais prazerosa de se mover.&#8221;</p>
<p>André Aguiar já participou  de diferentes ambientes artísticos, entre eles o Grupo de Dança Contato, Espaço Experimental, a Compassos Cia de Danças e a Guerreiros do Passo, além de projetos de pesquisa como <em>Dramaturgia da Dança Contemporânea: os Artistas Independentes no Recife de 2000 a 2010</em> e <em>Corpo Memória: Processos de subjetivação em Dança</em>.</p>
<div id="attachment_40288" aria-labelledby="figcaption_attachment_40288" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Vanessa Alcântara</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/andré-aguiar_foto_vanessa-alcantara.jpg"><img class="size-medium wp-image-40288 " alt="Vanessa Alcântara" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/andré-aguiar_foto_vanessa-alcantara-607x446.jpg" width="607" height="446" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das principais contribuições da oficina é diluição da imposição de gênero</p></div>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>Oficina de Inovação em Dança com André Aguiar</p>
<p>Até 7 de dezembro</p>
<p>Segundas e quartas, das 18h30 às 19h30</p>
<p>Marco Pernambucano da Moda (Rua da Moeda, 46, Recife Antigo)</p>
<p>PROMOÇÃO DE INAUGURAÇÃO</p>
<p>* Valor 8 aulas por mês = R$ 150<br />
* Trans tem 5%<br />
* As 2 primeiras pessoas têm 10% de desconto<br />
* Matricule-se com + 2 amigs e ganhem 10%<br />
* Primeira aula é gratuita<br />
válida até o dia 21.09</p>
<p>Mais informações: 98692.3329 | www.andre-aguiar.com</p>
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		<title>LabCEUs lança nova chamada pública para ocupação de territórios</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2015 21:06:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O LabCEUs – Laboratórios de Cidades Sensitivas lançou uma nova chamada pública para selecionar propostas de ocupação de territórios com atividades de experimentação de métodos e processos criativos. Os interessados devem propor atividades que estimulem a inovação nas áreas de ensino, pesquisa e produção colaborativa, dialogando com pelo menos uma das quatro temáticas descritas na chamada pública. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/segundachamada_inscrevase.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-24690" alt="segundachamada_inscrevase" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/segundachamada_inscrevase-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p>O LabCEUs – Laboratórios de Cidades Sensitivas lançou uma nova chamada pública para selecionar propostas de ocupação de territórios com atividades de experimentação de métodos e processos criativos. Os interessados devem propor atividades que estimulem a inovação nas áreas de ensino, pesquisa e produção colaborativa, dialogando com pelo menos uma das quatro temáticas descritas na chamada pública. São elas: Comunicação, Interatividade, Espaços e Território, e Raízes e Tradições.</p>
<p>O programa, realizado pelo Ministério da Cultura (MinC), através da Secretaria de Políticas Públicas e em parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), através do InCiti &#8211; Pesquisa e Inovação para as Cidades premiará 15 projetos. São dez ocupações de dois meses e cinco ocupações de quatro meses. As inscrições devem ser feitas até o próximo dia 19 de junho através do formulário disponibilizado no site do LabCEUs:<strong> <a href="http://culturadigital.br/labceus" target="_blank">http://culturadigital.br/labceus</a></strong>.  Podem participar da chamada pública brasileiros, com mais de 18 anos, residentes em todo o território nacional.</p>
<p>As iniciativas contempladas deverão ser realizadas entre os meses de agosto e outubro de 2015, em Laboratórios Multimídia dos Centros de Artes e Esportes Unificados (CEUs), nas cidades de Petrolina (PE), Águas Lindas de Goiás (GO), Campo Largo (PR), Colatina (ES), Erechim (RS), Horizonte (CE), Luís Eduardo Magalhães (BA), São Félix do Xingu (PA), Sertãozinho (SP) e Sete Lagoas (MG). Ao todo, serão distribuídos R$ 160 mil. Os projetos com dois meses de duração receberão R$ 8 mil reais, cada, e os de quatro meses terão apoio de R$ 16 mil.</p>
<p>As propostas serão analisadas por uma Comissão de Avaliação e Seleção, formada por gestores do programa LabCEUs, do Ministério da Cultura e das Prefeituras das cidades contempladas pelo programa. Os critérios de análise serão, entre outros, relevância social e conceitual; criatividade da proposta; aplicabilidade no município selecionado e viabilidade de execução, e comprovação de articulação e parcerias com organizações sócio-culturais para o desenvolvimento das ideias e ações propostas. O regulamento completo e seus anexos estão disponíveis no site do LabCEUs: <strong><a href="http://culturadigital.br/labceus" target="_blank">http://culturadigital.br/labceus</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>LabCEUS</strong> – Em dezembro de 2014 o Ministério da Cultura (MinC), em parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) lançou a primeira chamada pública do programa Laboratório de Cidades Sensitivas. Das 260 propostas recebidas de todo o Brasil, foram selecionadas quinze ocupações, que estão sendo realizadas nos CEUS das 10 cidades envolvidas no programa. Os projetos trabalham de forma transversal com linguagens, expressões, dimensões culturais e artísticas. Há combinações de instrumentos musicais com metareciclagem, jogos digitais com tecnologia GPS, rádio livre e intercâmbios, além de projetos de cartografia, audiovisual e fabricação digital.</p>
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