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	<title>Portal Cultura PE &#187; INRC</title>
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		<title>Pernambuco recebe inventário dos afoxés do Estado</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Nov 2023 14:25:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na semana que antecede o Dia da Consciência Negra, a cultura pernambucana vive mais um dia histórico. Nesta sexta-feira (17), a União dos Afoxés de Pernambuco fez a entrega oficial do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) dessa manifestação no Estado, na sede da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), no bairro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana que antecede o Dia da Consciência Negra, a cultura pernambucana vive mais um dia histórico. Nesta sexta-feira (17), a União dos Afoxés de Pernambuco fez a entrega oficial do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) dessa manifestação no Estado, na sede da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), no bairro da Boa Vista, no Recife. Nesse momento simbólico, que contou com um ato com representações de vários grupos associados, também foi protocolada a solicitação de registro do afoxé como Patrimônio Imaterial do Estado.<br />
O inventário foi recebido pela secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, e pela presidente da Fundarpe, Renata Borba, junto com a coordenadora de Apoio à Gestão do Funcultura, Clarice de Melo Andrade, e o coordenador de Patrimônio Imaterial da Fundação, Marcelo Renan de Souza.<br />
&#8220;Afoxé é o candomblé na rua. É a louvação aos nossos antepassados ressignificando, a partir das músicas, do dançar, do se expressar, a luta do combate ao racismo. Não só visual, mas intelectual e politicamente&#8221;, definiu o presidente da União dos Afoxés de Pernambuco, Fabiano Santos. &#8220;A importância de conseguirmos inventariar essa manifestação negra em Pernambuco, exclusivamente, é desrotular a relação de folclorizar, regionalizar as relações da diáspora africana. Afoxé pode acontecer em todo lugar onde houver a população negra&#8221;, explicou. &#8220;E, para o Brasil, é de estimular inclusive a ampliação desse reconhecimento de diversidades de nações, cores, formas de se expressar dentro de uma mesma linguagem que é o afoxé.&#8221;<br />
A União dos Afoxés de Pernambuco, que representa um coletivo de afoxés do Estado, aprovou o Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) no Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) 2019/2020. Durante a pandemia começou a fazer a pesquisa para esse inventário, que é um procedimento no campo de patrimônio de catalogação, visita aos grupos e entrevistas com pessoas, que gera um produto dentro da metodologia denominada inventário.<br />
&#8220;Hoje (17 de novembro) é o dia de entrega do resultado final desse material. Estamos aqui com os exemplares físicos de todo o material do inventário, que compreende todos os dossiês, os relatórios analíticos. Catálogo de pessoas, lugares visitados, fontes sobre o tema. O dossiê é um livro, a síntese de toda a pesquisa, material que subsidia o pedido de registro dos afoxés como Patrimônio Cultural Imaterial no Estado de Pernambuco&#8221;, comemorou Marcelo Renan.<br />
A pesquisa começou em Pernambuco e agora que existe esse produto a intenção da União é solicitar também o registro nacional dos afoxés. Para isso vai solicitar, com base na pesquisa de Pernambuco, a ampliação nos outros Estados em que há afoxés.<br />
&#8220;Há a política estadual de registro de patrimônio imaterial. Com base nessa legislação estadual faremos a análise do requerimento. Para o registro nacional o material deve ser enviado ao Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e ao Ministério da Cultura (MinC)&#8221;, detalha Marcelo Renan. &#8220;Agora vamos ter o processo de análise desse material para subsidiar o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPC-PE). Como o inventário já chega pronto o processo é muito mais rápido, porque normalmente damos início à pesquisa após a solicitação. Nesse caso está sendo entregue o material de pesquisa junto com a solicitação.&#8221;<br />
O coordenador lembra ainda que o Funcultura, na área de patrimônio, contempla a produção dos inventários. &#8220;Temos recebido materiais com muita qualidade e que se somam aos que já temos produzido na própria Fundarpe&#8221;, revela. &#8220;Hoje é um dia simbólico e sobretudo um dia histórico, porque a existência de uma pesquisa sobre o universo do afoxé é falar de heranças e tradições afro-brasileiras aqui em Pernambuco. Estamos falando de grupos que têm seus 40 anos, os mais antigos, mas que estão inseridos em comunidades de terreiro muito mais antigas. Os afoxés não existem dissociados da relação religiosa. Estamos falando não só de uma tradição carnavalesca, mas de uma tradição afrorreligiosa que também está presente no Carnaval. O afoxé é o camdomblé na rua e não de rua. Não há uma separação entre o que é de rua ou de terreiro. É o candomblé que vai à rua, num rito celebrativo, com cortejo. Por isso que esse dia é tão importante&#8221;, afirmou.</p>
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		<title>Caboclinhos de Pernambuco podem ganhar o título de Patrimônio Cultural do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2016 17:25:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais um bem cultural inventariado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco e pela Fundarpe poderá receber o título de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Os Caboclinhos, cuja presença predomina na Região Metropolitana, no Agreste Setentrional e na Mata Norte do estado, serão avaliados pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, em reunião marcada para o próximo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_41479" aria-labelledby="figcaption_attachment_41479" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juarez Ventura</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/Caboclinho-7-Flexas-Foto-Juarez-Ventura-03.jpg"><img class="size-medium wp-image-41479" alt="Foto: Juarez Ventura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/Caboclinho-7-Flexas-Foto-Juarez-Ventura-03-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Caboclinhos 7 Flexas do Recife, uma das agremiações que serão representadas na reunião em Brasília</p></div>
<p style="text-align: justify;">Mais um bem cultural inventariado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco e pela Fundarpe poderá receber o título de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Os Caboclinhos, cuja presença predomina na Região Metropolitana, no Agreste Setentrional e na Mata Norte do estado, serão avaliados pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, em reunião marcada para o próximo dia 24 de novembro, na sede do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em Brasília, nos termos do <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/d3551.htm" target="_blank"><strong>Decreto nº 3.551/2000</strong></a>.</p>
<p style="text-align: justify;">A análise possui como base o material constante do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) dos Caboclinhos, elaborado entre dezembro de 2011 e novembro de 2012; e também na visita técnica do Conselheiro Relator designado para alisar o processo de registro dos Caboclinhos, que virá à Pernambuco no início do mês de novembro. <em>&#8220;O Governo do Estado está empenhado em apresentar e defender da melhor forma esta nossa tradição e contribuir para a conquista de mais este importante reconhecimento à cultura pernambucana&#8221;</em>, comenta Márcia Souto, presidente da Fundarpe.</p>
<p style="text-align: justify;">Evidenciando traços da cultura indígena em Pernambuco, os Caboclinhos apresentam múltiplos sentidos e significados por meio da dança, musicalidade, espiritualidade e organização comunitária, que colaboram para o reconhecimento dessa forma de expressão como Patrimônio Cultural do Brasil. <i>“Para nós, caso o título seja concedido, estará evidenciando uma luta de 10 anos que visa especialmente celebrar a cultura popular pernambucana através de uma tradição já reconhecida por mestres como Ariano Suassuna e Antônio Carlos Nóbrega, além de diversas homenagens que são prestadas às agremiações atuantes, não apenas em Pernambuco, como em outros estados brasileiros”</i>, destacou Paulo Sérgio dos Santos Pereira, o Paulinho 7 Flexas, presidente da agremiação Caboclinhos 7 Flexas do Recife, que em 2008 conquistou o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Amaury Rodrigues de Amorim, presidente do Clube Carnavalesco Tribo Indígena Tupã, o título de Patrimônio Cultural do Brasil para os Caboclinhos necessita ser concedido com urgência. <i>“Participo ativamente das reuniões que vem sendo realizadas com representantes de várias agremiações e este é o momento mais oportuno para que o título seja conquistado,”</i>, explicou Amaury.</p>
<p style="text-align: justify;">Comparecerão à reunião em Brasília, representando o Governo do Estado na condição de Proponente do Pedido de Registro, o Secretário de Cultura, Marcelino Granja, acompanhado da Presidente da Fundarpe, Márcia Souto, do presidente da Associação Carnavalesca dos Caboclinhos e Índios de Pernambuco – ACCIPE, Erivaldo de Oliveira (Peu), e mais dois representantes de diferentes grupos de caboclinhos.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>“Comunicação para efeito de registro do bem cultural de natureza imaterial denominado ‘caboclinho’ como patrimônio cultural do Brasil”</strong> foi divulgada no Diário Oficial da União no último dia 24 de outubro e marca o prazo legal de trinta dias corridos para divulgação e contestação ao processo de registro desse bem cultural.</p>
<p style="text-align: justify;">- <strong><a href="http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=3&amp;pagina=10&amp;data=24/10/2016" target="_blank">Diário Oficial da União, 24-10-2016 Seção 3, p. 10</a></strong><br />
- <strong><a title="Diário Oficial da União, 24-10-2016 Seção 3, p. 11" href="http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=3&amp;pagina=11&amp;data=24/10/2016" target="_blank">Diário Oficial da União, 24-10-2016 Seção 3, p. 11</a><br />
</strong><b><br />
Sobre o pedido de Registro &#8211; </b>O pedido de registro dos Caboclinhos foi pronunciado pelo então governador Eduardo Campos, juntamente ao pedido de registro do Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto e Cavalo Marinho, que obtiveram o reconhecimento como bem cultural imaterial do Brasil, em dezembro de 2014. A oficialização das candidaturas e entrega ao Iphan dos respectivos dossiês produzidos com base na metodologia do Inventário Nacional de Referência Cultural (INRC), aconteceu em 13 de agosto de 2013, numa solenidade na sede provisória do Governo (Centro de Convenções – Olinda), e contou com a presença do então governador Eduardo Campos e de diversos brincantes representantes desses quatro bens culturais. A realização dos INRC culmina na ampliação das estratégias para a salvaguarda de cada um desses bens culturais, o que se acentua com o seu reconhecimento nacional a partir do Registro como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural &#8211; </b>Responsável por avaliar os processos de tombamento e registro, o conselho é formado por especialistas de diversas áreas, como cultura, turismo, arquitetura e arqueologia. Ao todo, são 23 conselheiros que representam instituições como o Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), o Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (Icomos), a Sociedade de Arqueologia Brasileira (SAB), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o Ministério da Educação, o Ministério das Cidades, o Ministério do Turismo, o Instituto Brasileiro dos Museus (Ibram), a Associação Brasileira de Antropologia (ABA) e mais 13 representantes da sociedade civil, com conhecimento nos campos de atuação do Iphan. Saiba mais detalhes sobre o conselho <a href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/220 " target="_blank"><strong>AQUI</strong></a></p>
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		<title>Filme ‘Maracatu de Baque Solto’</title>
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		<pubDate>Fri, 27 May 2016 19:21:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Inserido nas produções audiovisuais realizadas com base nas pesquisas do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC), o filme ‘Maracatu de Baque Solto’ remonta o real significado do folguedo, cujas origens remontam das festas de negros nas antigas senzalas dos engenhos de cana de açúcar na transição do século XIX para o Século XX, na Zona [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Inserido nas produções audiovisuais realizadas com base nas pesquisas do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC), o filme ‘Maracatu de Baque Solto’ remonta o real significado do folguedo, cujas origens remontam das festas de negros nas antigas senzalas dos engenhos de cana de açúcar na transição do século XIX para o Século XX, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. As filmagens feitas entre 2011 e 2013, demonstram através de depoimentos de historiadores, pesquisadores, mestres e mestras da cultura popular, todo o fascínio envolvendo a manifestação, em festividades como o carnaval, as sambadas de maracatus rurais e tradicionais encontros que anualmente acontecem no Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Com predominância em Nazaré da Mata, Aliança e Araçoiaba, na Zona da Mata Norte, além de mais 20 localidades da região e também nas cidades do Recife e de Olinda, os maracatus de baque solto são símbolo da resistência cultural. No filme são explorados em seus cortejos elementos de formação da cultura brasileira, como as danças, poesias, galopes, marchas, sambas e coco de roda, registrando também elementos importantes que constituem as cortes de baque solto, como brincantes, damas de passo, baianas e mestres.</p>
<p style="text-align: justify;">Participaram do documentário Ariano Suassuna (escritor e dramaturgo), Leonardo Dantas (historiador), Manoelzinho Salustiano, (presidente da Associação dos Maracatus de Baque Solto), Leda Alves (Secretária de Cultura do Recife), Aparecida Nogueira (antropóloga), Rinaldo (artista plástico), Helder Vasconcelos (músico), Afonso Oliveira (produtor cultural), Adiel Luna (músico e mestre de maracatu), Joanita Maria da Silva (presidente do Cambinda Nova), José Manoel da Silva – Zé do Carro (presidente do Cambinda Brasileira), Mestra Gil (Maracatu Feminino Coração Nazareno), João Flor (Maracatu Leão Dourado), Fernando Luis (Maracatu Cambinda Dourada), Mestre Dedinha (poeta do Cambindinha), Zé Pequeno (caboclo de lança), Mestre Barachinha (poeta do Leão Mimoso), Biu de Carro (madrinha do Cambinda Brasileira), Manoel Vicente – Barata (mestre de cabocaria do Leão de Ouro de Nazaré da Mata), Mestre João Paulo (poeta do Leão Misterioso), entre vários outros representantes da manifestação.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) dos Maracatus de Baque Solto de Pernambuco, compreende o programa de identificação, reconhecimento e salvaguarda da diversidade cultural de Pernambuco, mantido pela Secult e Fundarpe, iniciado em 2011, e que já inventariou mais cinco bens culturais: Maracatu de Baque Solto, Cavalo Marinho, Caboclinhos, Ciranda e Reisado. Entre os desdobramentos, os respectivos INRC compuseram os pedidos, ao Iphan, da candidatura desses bens culturais para o título de Patrimônio Imaterial Cultural Brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como o Maracatu Nação e o Cavalo-Marinho, o Maracatu de Baque Solto foi reconhecido com o título em dezembro de 2014. As candidaturas dos demais bens culturais ao referido título segue em análise pelo Iphan. O documentário foi produzido com incentivo do Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe.</p>
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		<title>Filme ‘Maracatu Nação’</title>
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		<pubDate>Fri, 20 May 2016 14:59:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O filme ‘Maracatu Nação’, produzido com base nas pesquisas do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) dos Maracatus Nação de Pernambuco entre 2011 e 2013, apresenta referências históricas do surgimento dessa manifestação cultural no Estado, e ainda apresenta registros contemporâneos da forma de organização dos grupos de Maracatus Nação na Região Metropolitana do Recife. Com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O filme ‘Maracatu Nação’, produzido com base nas pesquisas do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) dos Maracatus Nação de Pernambuco entre 2011 e 2013, apresenta referências históricas do surgimento dessa manifestação cultural no Estado, e ainda apresenta registros contemporâneos da forma de organização dos grupos de Maracatus Nação na Região Metropolitana do Recife.</p>
<p style="text-align: justify;">Com base em depoimentos de pesquisadores, mestres e mestras de nações de maracatu participantes da pesquisa, o documentário explora os principais registros documentais referentes às origens dessa expressão cultural desde as coroações dos Reis do Congo no século XVIII e XIX, até a participação dos maracatus nas novas configurações do carnaval do Recife, a exemplo da Noite dos Tambores Religiosos, que acontece no Pátio do Terço, sempre na segunda-feira de carnaval.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto relevante é a evidenciação das dificuldades e desafios para manutenção das tradições, que os Maracatus Nação de Pernambuco enfrentam mesmo nos seus bairros de origem, no enfrentamento à intolerância e preconceito religiosos.</p>
<p style="text-align: justify;">O documentário conta com a participação de Ivaldo Marciano (pesquisador), Itaiguara (fundador do Maracatu Nação Raízes de Pai Adão), Clovis Cosme (presidente do Maracatu Nação Encanto da Alegria), Elizabete Sabrina (rainha do Maracatu Nação Encanto do Dendê), Vilma Moura (diretora da ONG Daruê Malungo), Adriano Carlos (mestre da Nação Cambinda Estrela), Marivalda Maria dos Santos (rainha da Nação Estrela Brilhante), Antônio Roberto (mestre da Nação de Luanda), Júnior Afro (produtor cultural), Anna Beatriz (pesquisadora), Chacon Viana (mestre da Nação Porto Rico), Fábio Sotero (diretor da Nação Aurora Africana), entre vários personagens atuantes na manutenção da tradição, também conhecida no Estado como Maracatu de Baque Virado.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) dos Maracatus Nação de Pernambuco faz parte do programa de identificação, reconhecimento e salvaguarda da diversidade cultural de Pernambuco, mantido pela Secult e Fundarpe, iniciado em 2011, e que já inventariou mais cinco bens culturais: Maracatu de Baque Solto, Cavalo Marinho, Caboclinhos, Ciranda e Reisado. Ente os desdobramentos, os respectivos INRC compuseram os pedidos, ao Iphan, da candidatura desses bens culturais para o título de Patrimônio Imaterial Cultural Brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">O Maracatu Nação, assim como o Maracatu de Baque Solto e Cavalo Marinho foram reconhecidos com o título em dezembro de 2014. As candidaturas dos demais bens culturais ao referido título segue em análise pelo Iphan.</p>
<p style="text-align: justify;">O documentário ‘Maracatu Nação’,foi produzido com incentivo do Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe, foi realizado pelo Centro Técnico de Assessoria e Planejamento Comunitário (Cetap) e a Primeiro Plano Produções Audiovisuais.</p>
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