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	<title>Portal Cultura PE &#187; Instituto Arqueológico</title>
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		<title>Em parceria com Instituto Arqueológico, Cepe lança coleção sobre a história de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Mar 2023 20:51:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quatro livros que retratam um período relevante da história de Pernambuco, e que estavam esgotados, acabam de ser publicados pela Companhia Editora de Pernambuco em parceria com o Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano. Os títulos abrem a Coleção IAHGP, com abordagens sobre o clero na revolução republicana de 1817, a escravidão no processo revolucionário [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/livros-cepe.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-99370" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/livros-cepe-340x486.png" width="340" height="486" /></a></p>
<p>Quatro livros que retratam um período relevante da história de Pernambuco, e que estavam esgotados, acabam de ser publicados pela Companhia Editora de Pernambuco em parceria com o Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano. Os títulos abrem a Coleção IAHGP, com abordagens sobre o clero na revolução republicana de 1817, a escravidão no processo revolucionário e os principais personagens de revoltas nos séculos 18 e 19. A coleção chega às livrarias nesta segunda-feira, 6 de março, data que marca os 206 anos da Revolução Pernambucana. O evento de lançamento será no dia 20/3 (segunda-feira), às 19h, na Academia Pernambucana de Letras (APL).</p>
<p>De acordo com o historiador George Cabral, que faz a apresentação das obras, a coleção nasceu inspirada no contexto das comemorações pelo bicentenário da Revolução Pernambucana de 1817. Por essa razão, os primeiros livros mantêm ligação com a época. “Mas a ideia é agregar novos títulos da história de Pernambuco, com a produção clássica, textos mais recentes e documentos históricos”, declara George Cabral, professor na Universidade Federal de Pernambuco e sócio do IAHGP.</p>
<p><em>“O lançamento destas quatro obras iniciais da Coleção IAHGP &#8211; O Brasil Heroico em 1817; Os Mártires pernambucanos; Os padres e a Teologia da Ilustração e Liberdade: Rotinas e Rupturas do Escravismo no Recife &#8211; representa uma importante colaboração da Cepe para os estudos históricos em nosso estado pois estão sendo disponibilizadas duas obras de grandes historiadores sobre um momento crucial de nossa história e também dois documentos históricos que subsidiarão novos trabalhos e novas interpretações sobre o nosso passado”</em>, afirma George Cabral.</p>
<p>Publicado pela primeira vez em 1918, <em>O Brasil Heroico em 1817</em>, de Alípio Bandeira (1873-1939), ganha segunda impressão pela Cepe 105 anos depois de ser lançado. Natural de Mossoró (RN), o autor seguiu a carreira militar e como inspetor do Serviço de Proteção aos Índios (SPI, precursor da Funai), atuou no Norte e Nordeste, trabalhando com o marechal Cândido Rondon (1865-1958). Em livros e artigos, denunciou o genocídio dos povos indígenas impulsionado por governos e expedições militares. Na primeira edição do livro, Alípio Bandeira pediu à Imprensa Nacional que o resultado das vendas fosse revertido em benefício dos indígenas.</p>
<p><em>O Brasil Heroico em 1817</em>, obra com exemplares vendidos em leilões, foi publicado dentro das celebrações do centenário da Revolução de 1817, reunindo artigos dispersos de Alípio Bandeira. O autor relata a história da insurreição de 1817, com capítulos dedicados a heróis e mártires, como Padre José Ignacio Ribeiro de Abreu e Lima (1768 &#8211; 1818), Domingos José Martins (1781 &#8211; 1817) e Domingos Teotônio Jorge (?-1817).</p>
<p>Mártires &#8211; Dicionário biográfico dos revolucionários de 1710 e 1817, o livro <em>Os Mártires Pernambucanos: vítimas da liberdade nas duas revoluções ensaiadas em 1710 e 1817</em> é assinado pelo padre português Joaquim Dias Martins. A primeira edição, de 1853, foi publicada por Felipe Lopes Neto, um dos líderes da Revolução de 1848 (Praieira).</p>
<p>É uma obra considerada por historiadores como manual do pernambucano revolucionário e importante fonte de informação para a história do movimento de 1817, sobretudo pelo fato de o autor ter consultado fontes já desaparecidas. A nova edição traz dados biográficos de 628 personagens da Guerra dos Mascates (1710- 1711) e da Revolução de 1817, em forma de verbetes, agrupados em dois blocos correspondentes aos dois acontecimentos.</p>
<p>Padres em 1817 &#8211; Primeiro movimento anticolonial que rompeu com a dominação portuguesa, instaurando no Brasil uma república independente por 74 dias, a Revolução Pernambucana entrou para a história também conhecida como a Revolução dos Padres em razão do engajamento de religiosos das mais diversas ordens eclesiásticas e níveis hierárquicos.</p>
<p>Fruto da tese de doutorado em História Social defendida em 1981 pelo historiador e professor Antônio Jorge Siqueira, <em>Os Padres e a Teologia da Ilustração</em> é um dos mais robustos estudos sobre a participação do clero no movimento revolucionário. Fundamentado por vasta pesquisa documental em acervos portugueses e brasileiros, foi lançado há 14 anos pela Editora Universitária da UFPE, ganhando segunda edição pela Cepe.</p>
<p>Com 223 páginas, o livro dedica capítulos à atuação do clero em Pernambuco e ao envolvimento de sacerdotes na luta armada. Cerca de 70 religiosos, segundo o autor, atuaram como soldados, comandantes de tropas e emissários, além de compor o governo provisório. “O desenrolar do movimento de 1817 mostra que os padres agem movidos por um sentimento genuinamente religioso de fraternidade com o povo interiorano e entendem política como procura do bem comum e da justiça entre todos”, garante o autor.</p>
<p><em>Liberdade: Rotinas e Rupturas do Escravismo no Recife (1822-1850)</em> foi lançado originalmente pela Editora Universitária da UFPE, em 1998. O livro, de autoria do professor de história na Universidade Federal de Pernambuco Marcus Carvalho, tem 248 páginas, está dividido em três partes e traz uma análise profunda sobre a escravidão na primeira metade do século 19. O historiador apresenta o Recife da época, identifica os grandes traficantes de escravos que atuavam no comércio entre a África e Pernambuco e relata as formas de resistência dos escravizados.</p>
<p>Para Marcus Carvalho, uma das grandes contribuições do livro é destacar o conceito de liberdade como sinônimo de pertencimento. “No mundo contemporâneo, liberdade é interpretada como autonomia e nem sempre foi assim. Quanto mais você recua no tempo, vai perceber que liberdade significa pertencimento, é viver numa comunidade que te acolhe, é sentir que você faz parte do grupo, é compartilhar de direitos”, afirma.</p>
<p>“Os livros da Coleção IAHGP são resultado de uma pesquisa aprofundada e meticulosa realizada por especialistas em suas respectivas áreas. Oferecem aos leitores uma oportunidade única de mergulhar na história de Pernambuco e de compreender melhor as raízes e o contexto da Revolução Pernambucana”, destaca o jornalista e diretor de Produção e Edição da Cepe, Ricardo Melo.</p>
<p>A presidente do IAHGP, Margarida Cantarelli, também destaca a iniciativa. “A coleção é um importante registro histórico feito através de livros que certamente apoiarão futuros pesquisadores. Dos quatro títulos lançados agora, dois são de autoria de membros do IAHGP e isso nos orgulha, além de fazer parte de nosso propósito enquanto instituição&#8221;.</p>
<p><strong>Preço individual dos livros:</strong><br />
R$ 50 (impresso) e R$ 20 (e-book)</p>
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		<title>Entidades históricas de Pernambuco receberão verba por meio de subvenção social</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2022 12:32:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
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		<category><![CDATA[Província Franciscana de Santo Antônio do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[subvenção social]]></category>

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		<description><![CDATA[O governador Paulo Câmara sancionou, nesta terça-feira (27), leis que concedem subvenção social a entidades históricas e culturais do Estado. A verba, oriunda de emenda parlamentar do deputado federal Tadeu Alencar, será utilizada para manutenção de estrutura, conservação de acervo, além de reformas. O total repassado será de R$ 1,3 milhão. Durante a sanção, o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/HRM1030.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-98155 aligncenter" alt="Heudes Régis/SEI" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/HRM1030-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O governador Paulo Câmara sancionou, nesta terça-feira (27), leis que concedem subvenção social a entidades históricas e culturais do Estado. A verba, oriunda de emenda parlamentar do deputado federal Tadeu Alencar, será utilizada para manutenção de estrutura, conservação de acervo, além de reformas. O total repassado será de R$ 1,3 milhão.</p>
<p>Durante a sanção, o governador agradeceu às entidades pela parceria e contribuição em seus oito anos de gestão. <em>“Este ato foi de agradecimento ao apoio das instituições, que estão cada vez mais presentes na vida da nossa população, principalmente dos nossos jovens”</em>, ressaltou.</p>
<p>O repasse será feito à Academia Pernambucana de Letras (APL), Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP), Instituto Histórico, Arqueológico e Geográfico de Goiana (IHAGGO), Província Franciscana de Santo Antônio do Brasil e Fundação Terra dos Servos de Deus.</p>
<p><em>“Essas leis se somam a ações culturais grandiosas que o Estado vem realizando desde o então governador Eduardo Campos e que se seguiram pelos últimos oito anos, a exemplo do Ciclo Junino, Ciclo Carnavalesco, prêmios, a preservação do patrimônio histórico e também do investimento de mais de R$ 12 milhões para melhorias em equipamentos”</em>, destacou o presidente da Fundarpe, Severino Pessoa.</p>
<p>Estiveram presentes à solenidade a presidente do IAHGP, Margarida Cantarelli; o diretor presidente do IHAGGO, Harlan Gadelha; o presidente da APL, Lourival Holanda; o frei Roberto, da Província Franciscana de Santo Antônio do Brasil; além de integrantes das entidades beneficiadas.</p>
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		<title>VOTO DE APLAUSO &#8211;  Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2022 18:46:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conselho de Preservação]]></category>
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		<category><![CDATA[CEPPC]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural]]></category>
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		<description><![CDATA[O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC), na reunião do dia 3 de fevereiro de 2022, aprovou, à unanimidade, voto de aplauso ao Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, no ensejo dos seus 160 anos de existência e de defesa do acervo histórico e cultural de Pernambuco. O Arqueológico está entre os que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC), na reunião do dia 3 de fevereiro de 2022, aprovou, à unanimidade, voto de aplauso ao Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, no ensejo dos seus 160 anos de existência e de defesa do acervo histórico e cultural de Pernambuco.</p>
<p>O Arqueológico está entre os que mais têm defendido, no presente e no passado, a grande página nacional, que é a História de Pernambuco. Página nacional pelo que significa a expulsão dos holandeses de Pernambuco: a magistral lição da unidade brasileira, que tem nos Guararapes o seu cenário maior.</p>
<p>Na reunião supracitada, em uníssono, os conselheiros do CEPPC exaltaram o intenso trabalho daquele Instituto, na defesa inarredável dos fatos e feitos de Pernambuco, além do fomento e difusão da pesquisa e preservação histórico-geográfica, cultural e de análise social do Estado brasileiro de Pernambuco.</p>
<p>O Instituto, ao preservar o passado varonil de Pernambuco, não costuma se sentar no sofá da história. Ao contrário, tem por ditame estatutário manter acesa a chama dos estudos e das pesquisas, para maior aprofundamento da verdade histórica e da difusão do seu passado diante do público em geral, em especial perante a juventude escolar.</p>
<p>O seu projeto “Histórias nas Paredes” é um exemplo de que o IAHGP vai às ruas, às esquinas, levando o conhecimento dos heróis e mártires pernambucanos, além de narrar os feitos daqueles vultos que dão nomes às vias públicas.</p>
<p>Nesta pandemia, o IAHGP mostrou o seu vigor, quando levou, em suas lives, palestras e debates no ensejo do seu projeto Ciclo Bicentenário da Independência, dando ênfase aos duzentos anos da Junta Governativa de Goiana e da Convenção de Beberibe, quando Pernambuco e suas capitanias anexas, ao expulsar as tropas e o governador lusitano, ficou totalmente independente de Portugal, onze meses antes da Independência nacional.</p>
<p>No Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, a Casa de Pernambuco, a lâmpada votiva que se acende ao passado, na solidão dos seus arquivos e na cultuação de suas lembranças, é sempre a melhor lição de amor a Pernambuco.</p>
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