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	<title>Portal Cultura PE &#187; instrumentos</title>
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		<title>Workshop de ritmos encerra programação da 1ª Mostra de Coco e Forró de Rabeca</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2020 21:18:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_79881" aria-labelledby="figcaption_attachment_79881" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/MOSTRA-COCO-FORR-E-RABECA_-59.jpg"><img class="size-medium wp-image-79881" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/MOSTRA-COCO-FORR-E-RABECA_-59-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O evento será transmitido ao vivo neste sábado (5), a partir das 16h</p></div>
<p>A programação da 1ª Mostra de Coco e Forró de Rabeca &#8211; Pernambuco na França, um projeto que visa levar a cultura pernambucana para o país europeu através de apresentações bilíngues em formato virtual, chega ao fim, neste sábado (5). E, para finalizar em grande estilo, contará com um workshop de ritmos que contemplará todos os instrumentos que foram utilizados ao longo das apresentações anteriores pelo “Coco de Seu Mané” e pelo “Forró de Rabeca os Tabajaras”, como o bombo, o banzar, o pandeiro e o tarol, também conhecido como caixa. Já para exemplificar o forró, entram em ação também a zabumba, o triângulo e a rabeca. A ideia da oficina é fazer uma demonstração dos ritmos, destacando, principalmente, o forró e coco. A inciativa conta com incentivo do <strong>Governo do Estado de Pernambuco</strong>, por meio dos recursos do <strong>Funcultura</strong>.</p>
<p>O workshop será ministrado, às 16h (horário local), pelos irmãos e mestres Ulisses e Lua, com transmissão ao vivo direto do Centro de Capoeira Lua de São Jorge, em Olinda. O público poderá acompanhar a oficina, ao vivo, pelo canal da produtora Terno da Mata (<a href="https://www.youtube.com/channel/UCT_LoAZdqfGT4ZDDPKfU9qw" target="_blank"><strong>bit.ly/2J8QLhv</strong></a>), no Youtube.</p>
<p><em>&#8220;Queremos mostrar ao público essa instrumentação, a maneira de tocar, o jeito de levar os instrumentos de acordo com cada ritmo, principalmente dentro do coco e do forró. A ideia é levar cultura, informação e diversão para o público, difundindo também a beleza desses ritmos e instrumentos&#8221;</em>, explica mestre Ulisses.</p>
<p>O evento iniciou suas apresentações no dia 24 de outubro, com shows dos grupos “Coco de Seu Mané”, “Forró de Rabeca os Tabajaras”, “Coco do Mestre Juarez”, “Coco da Mata”, “Ciranda Terno da Mata” e “Mestre Arruda”. Para as transmissões, foi montada toda uma estrutura com cenografia, quatro câmeras, mesa de cortes e equipamento de transmissão.</p>
<p><strong>O PROJETO -</strong> Antes das dificuldades impostas pela pandemia do novo coronavírus, a proposta inicial era realizar apresentações dos grupos pernambucanos em locais de destaque da cena cultural francesa. Infelizmente, os planos precisaram ser adaptados de forma que o projeto fosse cumprido, porém respeitando as normas de segurança. Mas há benefícios também. O produtor cultural Sérgio Melo, da Terno da Mata, reforça que o formato virtual do evento fez com que a rede de apoio de artistas pernambucanos na Europa aumentasse, ganhando força e ainda mais repercussão. Assim, além de ser exibido em instituições francesas, países como Inglaterra, Itália e Portugal também entrarão no circuito.</p>
<p>Entre os parceiros internacionais da mostra, estão os franceses da <em>Jazzbox Radio International</em> e a Capoeira Viola, instituição fundada em 1993, sendo considerada a primeira associação de capoeira em Paris. <em>“A ideia é essa, levar a cultura de Pernambuco, com seu coco de roda e forró de rabeca, para o mundo. Estamos falando de Europa, mas até nos Estados Unidos está havendo um movimento nesse sentido. Isso abre caminhos, valoriza nossas tradições e artistas. Toda a programação da Mostra foi pensada para conectar a ancestralidade e tradições culturais pernambucanas à musicalidade da rabeca, instrumento que ainda ecoa no imaginário musical europeu desde a era medieval”</em>, explica Sérgio Melo, organizador da Mostra.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Encerramento da 1ª Mostra de Coco e Forró de Rabeca &#8211; Pernambuco na França<br />
Quando: sábado, 5 de dezembro, às 16h<br />
Transmissão ao vivo pelo Canal Terno da Mata no Youtube (<strong><a href="https://www.youtube.com/channel/UCT_LoAZdqfGT4ZDDPKfU9qw" target="_blank">bit.ly/2J8QLhv</a>)</strong></p>
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		<title>Das mãos no barro ao som de Mestre Nado</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2015 14:42:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[O som do barro]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; por Leonardo Vila Nova Ele mistura a terra, a água, o fogo ao sopro de inspiração que Deus lhe deu. Dessa alquimia se traduz o som criado por Mestre Nado. Homem de múltiplos talentos – ceramista, poeta e músico – o olindense é um habilidoso artista que tem na argila sua matéria-prima. Dela, cria [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_24116" aria-labelledby="figcaption_attachment_24116" class="wp-caption img-width-320 alignleft" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/DSC02411.jpg"><img class="size-medium wp-image-24116 " title="Mestre Nado" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/DSC02411-273x486.jpg" width="273" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Nado cria instrumentos a partir da cerâmica</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Ele mistura a terra, a água, o fogo ao sopro de inspiração que Deus lhe deu. Dessa alquimia se traduz o som criado por <strong>Mestre Nado</strong>. Homem de múltiplos talentos – ceramista, poeta e músico – o olindense é um habilidoso artista que tem na argila sua matéria-prima. Dela, cria instrumentos e dá vida à música. Música que se materializa em <em>Mestre Nado e o Som do Barro</em>, nome do disco que lança, nesta quarta (29), às 16h30, no Museu do Homem do Nordeste (Casa Forte), no Recife. O CD tem incentivo do <strong>Governo de Pernambuco</strong>, através do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/funcultura/" target="_blank"><strong>Funcultura</strong></a>, e traz seis faixas, frutos da vivência de Nado com o manuseio desses elementos que se transformam em arte.</p>
<p>Aos 69 anos, Mestre Nado (cujo nome de batismo é Aguinaldo da Silva) começou produzindo quartinhas de barro, mas, despretensiosamente, viu que daquelas produções era possível chegar a um outro resultado: a ocarina. O instrumento de sopro tornou-se sua principal marca, o que lhe tornou conhecido no universo da cultura popular e da música. &#8220;<em>Fui trabalhar com Francisco Brennand, com Thiago Amorim, mas ainda não tinha a minha marca. Até que lembrei das bolinhas ocas de barro que eu já fazia quando pequeno. Fui fazendo os furos, coloquei o &#8216;dó-ré-mi&#8217;, e fui, com o tempo, aperfeiçoando a prática. Ainda continuo me aperfeiçoando até hoje</em>&#8220;, conta. Já chegou a ter criações suas utilizadas nas bandas de artistas como Milton Nascimento, Ney Matogroso, Antonio Nóbrega, Lula Queiroga e Alceu Valença. Mas outros instrumentos vieram. Os de sopro e de percussão: moringas, flautas “Nado”, maracas, raco-raco e o bum d’água.</p>
<p>Ele já perdeu as contas de quantos instrumentos já fez. &#8220;<em>Só de encomenda, para a França, foram umas 1.200 ocarinas, de uma vez só. O resto, não consigo contabilizar, não. Sai muita coisa!</em>&#8220;. O resultado dessas criações fez de Mestre Nado uma referência na arte do instrumentos de cerâmica, ofício que repassou para os filhos Sara, Micael e Júnior. É esta arte que está presente no CD <em>Mestre Nado e o Som do Barro</em>. &#8220;<em>Eu digo que isso é uma pequena grande conquista. Veja como não é bonito você ouvir todos aqueles instrumentos que você criou, com as suas músicas, suas letras, tudo junto, no disco</em>&#8220;. Na apresentação desta tarde, a família completa fará o barro ressoar. Serão distribuídas, gratuitamente, 200 cópias do disco ao público, que poderá conhecer um pouco dos instrumentos criados pelo Mestre.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Lançamento do CD </em>Mestre Nado e o Som do Barro<br />
Quarta (29), à 16h30<br />
Museu do Homem do Nordeste | Av. 17 de Agosto, 2187, Casa Forte, Recife/PE</p>
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