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	<title>Portal Cultura PE &#187; Iphan</title>
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		<title>Forró pode receber título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade da Unesco</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Dec 2025 14:14:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122185" aria-labelledby="figcaption_attachment_122185" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_3999.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122185" alt="Luiz Gonzaga, rei do baião e grande mestre do forró " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_3999-607x418.jpeg" width="607" height="418" /></a><p class="wp-caption-text">Luiz Gonzaga, rei do baião e grande mestre do forró</p></div>
<p dir="ltr">O Dia Nacional do Forró, comemorado neste sábado (13), reacende a importância de uma expressão cultural reconhecida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Em Pernambuco, a data ganha um sentido especial por ser o aniversário de Luiz Gonzaga, referência maior do gênero musical característico do Nordeste, principalmente durante a maior festa da cultura popular brasileira, o Ciclo Junino (ou São João). A novidade em relação ao Forró é que, para além das terras pernambucanas e do País, existe a possibilidade de ser reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).</p>
<p dir="ltr">No campo mais simbólico e afetivo, celebrar o Dia Nacional do Forró é, antes de tudo, reconhecer a dimensão de um patrimônio que ultrapassa música e dança. O forró — ou forrobodó — é uma manifestação de um povo que envolve modos de viver, festejar, migrar, cozinhar e contar histórias. A decisão do Iphan, em 2021, ao registrá-lo como bem imaterial, deu nome formal ao que todo nordestino já sabia: trata-se de uma matriz viva, enraizada no Brasil inteiro por força das migrações e da potência inventiva de seus fazedores.</p>
<p dir="ltr">13 de dezembro carrega o nascimento de Luiz Gonzaga, em Exu, no Sertão do Araripe — território fundamental para entender o surgimento do forró. Gonzagão não só popularizou ritmos como baião, xote, xaxado e arrasta-pé, como ajudou a moldar o imaginário nacional sobre o Nordeste. Seu legado atravessa gerações e artistas contemporâneos que continuam renovando o super gênero com respeito à tradição, mas sem medo de olhar para o presente e para o futuro.</p>
<div id="attachment_122187" aria-labelledby="figcaption_attachment_122187" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_4003.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122187" alt="Gonzagão e Marinês" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_4003-607x415.jpeg" width="607" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">Gonzagão e Marinês</p></div>
<p dir="ltr">“Pernambuco encerra o ano como um dos principais articuladores das políticas de salvaguarda do Forró no Brasil. O fato mais recente ocorreu em novembro deste ano, quando foi realizada a 111ª Reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Ministério da Cultura/Iphan, fórum do qual a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco faz parte e que debate diretrizes, processos e avanços ligados à preservação das expressões culturais brasileiras”, explica Lana Monteiro, gerente de Preservação do Patrimônio Imaterial da Fundarpe.</p>
<p dir="ltr">O processo de avaliação de uma candidatura a Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO, como foi o caso do frevo, geralmente leva cerca de um ano a partir do momento em que o dossiê é submetido formalmente.</p>
<p dir="ltr"><strong> PATRIMÔNIO IMATERIAL</strong> &#8211; O processo internacional se soma a uma agenda extensa de reconhecimento construído ao longo dos últimos anos. Em 2021, o Iphan registrou as Matrizes Tradicionais do Forró no Livro de Registro das Formas de Expressão, reconhecendo-o como um complexo cultural que envolve música, dança, modos de fazer, redes comunitárias, transmissão de saberes, festas tradicionais e práticas sociais que atravessam gerações.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_4002.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-122186" alt="IMG_4002" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_4002.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">Em Pernambuco, o fortalecimento dessa política ganhou impulso com o Inventário do Forró Tradicional no Interior do Estado, realizado pela Associação Respeita Januário com apoio do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura. A pesquisa percorreu municípios do Agreste e do Sertão, registrando memórias, técnicas, repertórios e espaços simbólicos que sustentam a continuidade da tradição.</p>
<p dir="ltr">O processo também evidencia a relevância dos mestres e guardiões da tradição que mantêm viva a prática do forró pé-de-serra por meio da oralidade, do aprendizado coletivo e da preservação dos repertórios tradicionais. Em Pernambuco, cinco Patrimônios Vivos do Estado seguem firmes neste propósito de manter acesa a chama da fogueira forrozeira. “Em Pernambuco, temos mestres, mestras e grupos culturais que estão diretamente ligados à essa expressão artística: Assisão, Benedito da Macuca, Terezinha do Acordeão e Quadrilha Raio de Sol”, pontua Lana Monteiro.</p>
<p>Cantor, compositor e sanfoneiro nascido em Serra Talhada (PE), Assisão é um dos nomes centrais do forró pernambucano. Com carreira iniciada nos anos 1960, construiu uma obra marcada pela fidelidade às matrizes do baião, xote e xaxado, sem abrir mão de experimentações sonoras. Sua música circula entre o popular e o autoral, dialogando com gerações distintas. É referência na preservação e difusão do forró como linguagem cultural viva.</p>
<p dir="ltr">Músico pernambucano ligado às tradições do forró, Benedito da Macuca construiu sua trajetória a partir da vivência comunitária e do repertório popular nordestino. Seu trabalho está associado à transmissão de saberes musicais que atravessam gerações, mantendo práticas e estilos ligados à sanfona e aos ritmos tradicionais. Atua como referência cultural em seu território, sendo reconhecido pela consistência e continuidade de sua contribuição artística.</p>
<p dir="ltr">Nascida em Salgueiro (PE), Terezinha do Acordeão é sanfoneira, cantora e compositora, com mais de seis décadas de atuação na música nordestina. Reconhecida como pioneira feminina no forró em Pernambuco, iniciou a carreira ainda jovem e consolidou uma discografia marcada pelo diálogo entre tradição e protagonismo autoral. Sua trajetória inclui parcerias, gravações e circulação nacional. É nome fundamental na história da sanfona no estado.</p>
<p dir="ltr">Fundada no Recife, a Quadrilha Junina Raio de Sol é um dos grupos mais longevos e estruturados da cultura junina pernambucana. Com mais de três décadas de atuação, desenvolve espetáculos que articulam dança, música, narrativa e pesquisa de tradição popular. O grupo mantém atividades contínuas de formação, memória e criação artística ao longo do ano. Sua atuação ultrapassa o calendário junino e se firma como referência cultural permanente.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Em Olinda, governadora Raquel Lyra assina ordem de serviço para restauração da Igreja de São Pedro Mártir de Verona</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 16:38:31 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120308" aria-labelledby="figcaption_attachment_120308" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/54792785099_4a766d5484_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-120308" alt="Foto: Simon Filmes/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/54792785099_4a766d5484_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Em mais uma iniciativa para preservação do patrimônio histórico de Pernambuco, a governadora Raquel Lyra assinou, nesta terça-feira (16), a ordem de serviço que permite o início da restauração da Igreja de São Pedro Mártir de Verona, no bairro do Carmo, em Olinda, que está fechada desde 2015. O projeto, orçado em R$ 1,2 milhão, será executado pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) com recursos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), por meio do Novo PAC. Com esse investimento, a intervenção proporcionará novos usos para realização de eventos religiosos no monumento. A ação integra obras de restaurações em patrimônios localizados em Olinda, como o Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE) e o Mosteiro de São Bento, vistoriados nesta terça pela gestora e pela vice-governadora Priscila Krause.</p>
<p>“Nós estamos mais uma vez aqui em Olinda, trabalhando pela restauração do nosso patrimônio histórico e cultural. Quando olhamos para Olinda, vemos que é um patrimônio da humanidade e precisa ser cuidado com dignidade. Então, a partir desses investimentos, vamos devolver ao pernambucano, ao olindense, ao Brasil e ao mundo patrimônios que falam sobre a nossa cultura, a nossa história e a nossa religiosidade”, destacou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p>Com os investimentos, a igreja passará por serviços de recuperação das fachadas, pisos, esquadrias e coberta, além da modernização das instalações elétricas, novo sistema de iluminação, implantação de infraestrutura de prevenção e combate a incêndio e adequações de acessibilidade. A intervenção proporcionará a possibilidade de novos usos para realização de eventos (musicais, celebrações eucarísticas, batizados, espaço para reuniões da comunidades).</p>
<div id="attachment_120309" aria-labelledby="figcaption_attachment_120309" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/54792955803_16b19b3b5d_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-120309" alt="A ação integra obras de restaurações em patrimônios localizados em Olinda, como o Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE) e o Mosteiro de São Bento (na imagem) I Foto: Simon Filmes/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/54792955803_16b19b3b5d_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A ação integra obras de restaurações em patrimônios localizados em Olinda, como o Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE) e o Mosteiro de São Bento (na imagem) I Foto: Simon Filmes/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Presente nas agendas, o superintendente do Iphan em Pernambuco, Fred Brennand, destacou a importância dos investimentos do Governo de Pernambuco em parceria com o Governo Federal. “Temos grandes parcerias com a Fundarpe, ligada ao Governo do Estado, o que reforça o compromisso da gestão estadual na preservação do patrimônio e da cultura. O Governo Federal, por meio do Iphan, também demonstra compromisso com a preservação cultural, com os importantes recursos destinados para preservação”, ressaltou.</p>
<p>A irmandade que deu origem à igreja foi instituída em 1711, e a atual construção data da segunda metade do século XVIII. A presidente da Fundarpe, Renata Borba, comentou sobre as ações para preservação histórica de Pernambuco. “O Governo do Estado tem fortalecido a Fundarpe como órgão de preservação do nosso patrimônio. Só aqui em Olinda, já são três obras em andamento. Em todo o estado de Pernambuco, são 12 obras de restauração do nosso patrimônio edificado, indo de Fernando de Noronha ao Sertão. Em todo o estado, já somamos R$ 75 milhões investidos”, afirmou Renata Borba.</p>
<p>O Arcebispo de Olinda e Recife, Dom Paulo Jackson, celebrou as restaurações realizadas no Sítio Histórico de Olinda. “Restaurar patrimônio histórico e cultural como essa Igreja de São Pedro Mártir de Verona é devolver à comunidade esse espaço vital de espiritualidade e de fé”, disse. Para a prefeita de Olinda, Mirella Almeida, o município possui um arcabouço turístico enorme e o turismo religioso é um deles. “Quando observamos investimentos por parte dos governos federal e estadual, voltados especialmente à fé e à religiosidade das pessoas, entendemos que há um cuidado ao próximo”, frisou a prefeita.</p>
<p><strong>VISTORIAS -</strong> Antes de assinar a ordem de serviço, a governadora Raquel Lyra vistoriou o andamento das obras do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE), que recebe um investimento de R$ 3,8 milhões. O projeto contempla serviços de conservação e restauro do edifício histórico, antiga cadeia eclesiástica de Olinda, construída no século XVIII e tombada em âmbito estadual e federal. Também haverá implantação de sistemas modernos de prevenção a incêndios, segurança, climatização e acessibilidade. Fundado em 1966, o MAC-PE é considerado um dos principais museus de arte moderna do país, reunindo mais de quatro mil obras. O acervo inclui trabalhos de Portinari, Cícero Dias, Eliseu Visconti, Di Cavalcanti, João Câmara, Burle Marx e Francisco Brennand.</p>
<div id="attachment_120310" aria-labelledby="figcaption_attachment_120310" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/54792542791_5278f1ad61_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-120310" alt="Antes de assinar o ordem de serviço, a governadora Raquel Lyra vistoriou o andamento das obras do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE), que recebe um investimento de R$ 3,8 milhões. O projeto contempla serviços de conservação e restauro do edifício histórico, antiga cadeia eclesiástica de Olinda, construída no século XVIII e tombada em âmbito estadual e federal. I Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/54792542791_5278f1ad61_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Antes de assinar a ordem de serviço, a governadora Raquel Lyra vistoriou o andamento das obras do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE), que recebe um investimento de R$ 3,8 milhões I Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Logo em seguida, a gestora vistoriou as obras do Mosteiro de São Bento, onde foi recebida pelo Arcebispo Dom Paulo Jackson. Atualmente, duas frentes de trabalho estão em andamento. O primeiro é da obra civil de consolidação estrutural e geotecnia, com investimento de R$ 1,08 milhão, que inclui reforço de fundações, estabilização do solo, conservação da coberta e implantação do sistema de combate a incêndio. E o segundo andamento é da restauração dos bens integrados do mosteiro, orçada em R$ 14,2 milhões, que prevê a recuperação da nave, capela-mor, sacristia, coro, capela do Santíssimo, capela abacial e sala capitular. A previsão de reabertura do mosteiro para celebrações e missas é em junho de 2026, após conclusão das ações na nave e capela-mor.</p>
<p>Acompanharam as agendas o prefeito de Moreno, Edmilson Cupertino; o vice-prefeito de Olinda, Chiquinho; vereadores e lideranças locais.</p>
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		<title>Governo de Pernambuco publica licitação para obras de restauro da Igreja de São Pedro Mártir de Verona, em Olinda</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 15:35:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Igreja de São Pedro Mártir de Verona, localizada no Sítio Histórico de Olinda, irá receber intervenções estruturais e de conservação. A licitação para contratação de empresa responsável pela execução da obra foi publicada na edição do Diário Oficial deste sábado (26). A obra de preservação será conduzida Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Fundarpe_Divulgação.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119325" alt="Foto: Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Fundarpe_Divulgação-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></div>
<div></div>
<div>
<p>A Igreja de São Pedro Mártir de Verona, localizada no Sítio Histórico de Olinda, irá receber intervenções estruturais e de conservação. A licitação para contratação de empresa responsável pela execução da obra foi publicada na edição do Diário Oficial deste sábado (26). A obra de preservação será conduzida Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) com recursos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), por meio do Novo PAC, com valor de R$ 1,2 milhão.</p>
<p>“A Igreja de São Pedro Mártir faz parte da identidade histórica do município de Olinda. Através da Fundarpe, o Estado tem restaurado importantes patrimônios que não receberam a devida conservação ao longo do tempo. Agora, estamos cuidando dos nossos bens para preservar a memória, a cultura e a identidade do povo pernambucano”, celebrou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p>A licitação marca um novo capítulo para um dos mais importantes símbolos religiosos e arquitetônicos de Olinda. Fechada desde 2015, a igreja passará por serviços de requalificação para que seja reaberta à população. As intervenções incluem a recuperação das fachadas, pisos, esquadrias e coberta, além da renovação das instalações elétricas, sistema de iluminação, acessibilidade, e infraestrutura de prevenção e combate a incêndio. A previsão é que a obra seja executada em oito meses, a partir da ordem de serviço.</p>
<p>“A requalificação da Igreja de São Pedro Mártir é mais um passo no compromisso da gestão com a valorização do nosso patrimônio histórico. Iremos devolver à população um espaço de fé, de memória e de história. Sua reabertura, após uma década fechada, representará o reencontro de Olinda com parte essencial de seu patrimônio afetivo e simbólico”, afirmou a presidente da Fundarpe, Renata Borba.</p>
<p>A restauração da Igreja de São Pedro Mártir de Verona integra um conjunto de ações que o Governo de Pernambuco tem realizado por meio da Fundarpe para valorizar e preservar o patrimônio histórico e cultural do Estado. Entre os projetos em andamento estão as obras no Mosteiro de São Bento, na Igreja Matriz de Santo Antônio, a requalificação do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco e do Cine Theatro Guarany, o restauro e requalificação do Cinema São Luiz, além dos Fortes de Santo Antônio e São Pedro do Boldró, em Fernando de Noronha.</p>
<p>Sobre a igreja &#8211; A Igreja de São Pedro Mártir de Verona é um dos templos mais emblemáticos de Olinda, localizada no Amparo, próximo à Praça do Carmo. A irmandade de São Pedro Mártir foi instituída em 1711, e a atual construção data da segunda metade do século XVIII, após o desabamento da antiga matriz. De estilo predominantemente barroco, o templo possui nave simples e abriga imagens sacras de valor artístico e devocional. Ao longo do tempo, tem sido palco de celebrações religiosas e manifestações culturais, sendo parte integrante da identidade histórica e espiritual de Olinda.</p>
</div>
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		<title>Maracatu Nação pode se tornar Patrimônio Cultural da Humanidade</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2025 17:08:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Símbolo de resistência, ancestralidade, saber tradicional e pertencimento, o Maracatu Nação é identidade pernambucana há mais de 200 anos. E agora pode se tornar também Patrimônio Cultural da Humanidade já que sua candidatura foi submetida à Unesco pelo Governo Federal através do Ministério da Cultura (MinC) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE). O documento [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_72801" aria-labelledby="figcaption_attachment_72801" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eduardo Queiroga/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/5958345841_430fd78edc_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-72801" alt="Eduardo Queiroga/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/5958345841_430fd78edc_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Maracatu Nação, conhecido também como Maracatu de Baque Virado, é considerado Patrimônio Imaterial do Brasil, segundo o Iphan</p></div>
<p>Símbolo de resistência, ancestralidade, saber tradicional e pertencimento, o Maracatu Nação é identidade pernambucana há mais de 200 anos. E agora pode se tornar também Patrimônio Cultural da Humanidade já que sua candidatura foi submetida à Unesco pelo Governo Federal através do Ministério da Cultura (MinC) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE). O documento foi construído pela equipe de Patrimônio Imaterial da Fundarpe junto às comunidades detentoras do saber do Maracatu Nação e ao Iphan. Um processo coletivo e que ressalta o aspecto comunitário e agregador da tradição cultural popular. Com a candidatura, o Maracatu Nação entra para a seleta lista de oitos bens imateriais do Brasil a serem reconhecidos internacionalmente.</p>
<p>Para a presidente da Fundarpe, Renata Borba, o Maracatu Nação é principais bens culturais que preserva as histórias das populações negras do Brasil. &#8220;De grande repercussão nacional, é em Pernambuco que essa tradição encontra sua essência, territorialidade e singularidades. Os grupos de Maracatu Nação desempenham um papel significativo na prevenção social e na perpetuação de uma tradição secular, além do imensurável valor artístico de suas práticas. O título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade permitiria a ampliação do alcance do trabalho desses coletivos”, ressalta a gestora.</p>
<p>A importância da busca pelo reconhecimento internacional do Maracatu Nação é destacada pela secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula. &#8220;Esse saber tradicional tão central para nosso povo pernambucano já recebeu o alcance nacional de forma institucionalizada em 2014, quando foi reconhecido Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Iphan. O Maracatu Nação é uma das manifestações culturais mais antigas do nosso Estado. Através de sua sonoridade, de suas cores e danças a história de Pernambuco é contada a partir do protagonismo do povo negro. Ter o título da Unesco vai permitir com que mais ações de salvaguarda possam ser realizadas, trazendo visibilidade internacional para o Maracatu Nação&#8221;, afirma Cacau de Paula.</p>
<p><strong>Processo de candidatura</strong></p>
<p>A documentação entregue à Unesco tem como principal objetivo garantir o reconhecimento internacional do Maracatu Nação, assegurando que a comunidade de detentores possam ter acesso a oportunidades além dos limites de seus territórios. A formalização da entrega do dossiê ao Iphan e à Unesco atende a uma demanda antiga dos detentores, que foi sinalizada desde a elaboração do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) do Maracatu Nação.</p>
<p>Em 2021, mestres detentores da forma de expressão representados pela Associação dos Maracatus Nação de Pernambuco (Amanpe) e pela Associação dos Maracatus de Olinda (AMO) solicitaram apoio do Governo do Estado de Pernambuco para a formalização do pedido ao Iphan. Para entrar na Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade da Unesco, a candidatura deve seguir alguns critérios, como o bem cultural ser registrado como patrimônio imaterial pelo Iphan; ter um plano de salvaguarda elaborado; e garantir o envolvimento dos detentores do bem cultural no processo.</p>
<p>O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, órgão colegiado de decisão máxima do Iphan para registros e tombamentos de bens culturais, no segundo semestre de 2024, aprovou a indicação da candidatura do Maracatu Nação à Lista Representativa da Unesco. Agora, com a documentação entregue, a expectativa é que a organização aprecie a candidatura do bem cultural até o final de 2026.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/16328782389_61970af2ff_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-23446" alt="Costa Neto" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/16328782389_61970af2ff_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Para a Fundarpe e a Secult-PE, este é um importante reconhecimento da relevância cultural e social dos maracatus,sobretudo considerando que há grupos com mais de 200 anos de história. Dentro desses Maracatus há uma transmissão constante de saberes culturais, religiosos e artísticos, com destaque para a formação de percussionistas, aderecistas, dançarinos e produtores culturais.</p>
<p>Além disso, as Nações desempenham um papel significativo na prevenção social, retirando jovens da vulnerabilidade e acolhendo a diversidade, formando e encaminhando pessoas em todas as áreas da vida. Assim, a inscrição do Maracatu Nação na Lista Representativa do Patrimônio Cultural da Humanidade é fundamental para ampliar o alcance do trabalho dessas comunidades e garantir os recursos necessários para a salvaguarda dessa importante expressão cultural.</p>
<p><strong>Sobre o Maracatu Nação</strong> &#8211; Também conhecido como maracatu de baque virado, é uma manifestação artística da cultura popular e carnavalesca em que um cortejo real desfila pelas ruas, acompanhado de um conjunto musical percussivo. Os maracatus nação podem ser remontados às antigas coroações de reis e rainhas congo. Passaram por transformações e mudanças ao longo do século XX, demonstrando sua capacidade de adaptação e permanência.</p>
<p>Trata-se, portanto, de uma forma de expressão da cultura negra, que tem sido considerada primordial na definição das identidades culturais pernambucanas, herança e resistência de negros e negras do passado. É uma manifestação performática que engloba dança e música, considerada como uma forma de expressão, assim compreendida pelo fato de cortejo e percussão serem indissociáveis.</p>
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		<title>NOTA DE PESAR &#8211; Gilberto Sobral</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 14:49:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#160; É com profundo pesar que a Secult-PE e a Fundarpe lamentam o falecimento do superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Gilberto Sobral. Sua partida precoce, aos 57 anos, representa uma grande perda para a cultura pernambucana. Amante da arte e do patrimônio, Gilberto era pedagogo de formação e teve uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Card-Pesar_Giba-Sobral-1-2.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-115206" alt="Card-Pesar_Giba-Sobral (1) (2)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Card-Pesar_Giba-Sobral-1-2-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É com profundo pesar que a Secult-PE e a Fundarpe lamentam o falecimento do superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Gilberto Sobral. Sua partida precoce, aos 57 anos, representa uma grande perda para a cultura pernambucana.</p>
<p>Amante da arte e do patrimônio, Gilberto era pedagogo de formação e teve uma longa trajetória profissional nas áreas da educação e da cultural na gestão pública. Foi coordenador de Integração Institucional da Fundaj, secretário de Patrimônio e Cultura de Olinda e secretário-executivo de Articulação da Secretaria de Cultura do Recife, entre outros cargos. Enquanto esteve como secretário em Olinda implementou o projeto Pinte o Seu Patrimônio, vencedor do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, e promoveu a reabertura do Clube Atlântico.</p>
<p>&#8220;Hoje, Pernambuco perde uma de suas grandes referências na defesa da cultura e do patrimônio histórico. Gilberto Sobral Magalhães, o querido Giba, dedicou sua vida à preservação da nossa história e à valorização das nossas tradições. Sua trajetória, marcada por integridade e inovação, deixa um legado que inspira todos nós. Manifestamos nossos sentimentos à família e amigos, com o compromisso de honrar sua memória e dar continuidade ao seu trabalho em prol da cultura pernambucana&#8221;, declarou a secretária de Cultura, Cacau de Paula.</p>
<p>&#8220;Foi com muita tristeza que recebi a notícia do falecimento de Gilberto Sobral. Parceiro em diversas ações de salvaguarda do patrimônio cultural de nosso Estado, enquanto esteve na Prefeitura de Olinda e, recentemente, na Superintendência do Iphan em Pernambuco. Grande figura humana, deixa um legado de dedicação à cultura. Sob sua gestão no Iphan, iniciamos em conjunto as restaurações da Matriz de Santo Antônio do Recife e no Mosteiro de São Bento de Olinda, pelo qual tinha um carinho especial&#8221;, ressaltou a presidente da Fundarpe, Renata Borba.</p>
<p>Gilberto Sobral era um apaixonado pela cultura e acreditava no seu poder emancipador. Ele deixa um legado de referência em ações de preservação de patrimônio. A Secult-PE e a Fundarpe prestam suas sinceras condolências a todos os familiares e amigos de Gilberto.</p>
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		<title>Hotel Central do Recife passará por requalificação em sua cobertura</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 17:43:36 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114512" aria-labelledby="figcaption_attachment_114512" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Bersato Produções Culturais/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Hotel-Central-Bersato-Produções-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-114512" alt="Bersato Produções Culturais/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Hotel-Central-Bersato-Produções-3-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Hotel Central</p></div>
<p>Perto de seu centenário, o Hotel Central, o mais antigo hotel em funcionamento do Recife e um ícone da arquitetura histórica da cidade e o primeiro arranha-céu da capital pernambucana, está prestes a passar por uma requalificação em sua cobertura, marquise de apoio e casa de máquinas do elevador. Situado no coração do bairro da Boa Vista, na Avenida Manoel Borba, nº 209, o prédio será submetido a uma série de intervenções que buscam estancar o desgaste de sua estrutura e recuperar características originais que remontam aos anos 1920, década de sua construção. Durante quase um século de existência, o edifício recebeu hóspedes ilustres como Getúlio Vargas, João Dantas, Carmem Miranda, Luz Del Fuego, Luiz Gonzaga e os passageiros e tripulantes do Zeppelin, em 1930, quando o dirigível alemão aportou na capital pernambucana. Atualmente o hotel vem agregando artistas, fortalecendo a cultura e o turismo sob a batuta da proprietária Rosa Maria onde também dirige o Tempero da Rosa no local.</p>
<p>De acordo o proponente do projeto, Saturnino de Araújo, da Bersato Produções Culturais (produtora executiva do projeto cultural), em parceria com a Construtora Menelau de Almeida, a restauração é o primeiro passo para garantir a longevidade do edifício, que já possui o título de Imóvel Especial de Preservação (IEP), foi tombado pela Fundarpe em dezembro de 2018, conforme publicação no Diário Oficial, assegurando suas prerrogativas de proteção conforme a Lei nº 7970/79. Antes disso, o edifício havia recebido status de semitombamento em 2010, o que conferiu ao Hotel Central um grau de preservação excepcional, com levantamento técnico em 2012 e reforçado pelo incentivo do Funcultura em 2016-2017, quando a fachada do prédio foi restaurada com sucesso. A execução da requalificação também conta com o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), e da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo de Pernambuco.</p>
<p>Atualmente em fase de pré-produção, o projeto prevê início no primeiro semestre de 2025, após a obtenção das licenças da Prefeitura do Recife, e será liderado pela arquiteta Marina Russel, coordenadora técnica e arquiteta do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional de Pernambuco (Iphan-PE), Mestra em Preservação do Patrimônio Cultural e Especialista em Restauração do Patrimônio Cultural Edificado. A obra, estimada para durar entre três e quatro meses, foi elaborada segundo a metodologia do mapa de danos e projeto de intervenção no patrimônio edificado, seguindo à risca as recomendações do Manual de Elaboração de Projetos de Preservação do Patrimônio Cultural — Caderno Técnico e do Caderno de Encargos — Caderno Técnico 2, do Ministério da Cultura, Instituto do Programa Monumenta.</p>
<p>A intervenção será concentrada na recuperação estrutural da cobertura principal do corpo principal do edifício, localizado no 8º andar, incluindo a marquise de apoio dos reservatórios e a casa de máquinas do elevador. Entre os serviços planejados estão o reparo de lajes e paredes danificadas por infiltrações de águas pluviais, lavagem e higienização das telhas francesas antigas, com substituições das que se encontram deterioradas, além da higienização, desinfestação e imunização do madeiramento do telhado e impermeabilização da laje do elevador, danificado por óleo proveniente de casas de máquinas. “Essas medidas são essenciais para preservar o prédio, que continua recebendo olhares de turistas e recifenses, sempre admirados por sua arquitetura única e história vibrante”, destaca Russel.</p>
<p><strong>SOCIAL -</strong> Como contrapartida social do projeto, será realizada a Oficina de Preservação Patrimonial Cultural, voltada ao treinamento e à sensibilização de técnicos, estudantes e moradores da região sobre práticas de preservação de bens culturais. Essa ação, que faz parte das exigências para aprovação do projeto cultural, promoverá aulas aos sábados a partir de novembro, abordando a preservação material e imaterial do patrimônio cultural. A oficina será gratuita e possui vagas limitadas, com inscrições abertas para a comunidade e profissionais da área.</p>
<p>Para os organizadores do projeto de reestruturação, preservar o Hotel Central é uma maneira de garantir que a história cultural e arquitetônica do Recife seja apreciada por gerações futuras. “Nossa missão é manter viva a essência e a estrutura do edifício para que continue a ser um ponto de referência histórica e turística, além de um elemento ativo na identidade de Pernambuco e do Brasil”, conclui Saturnino de Araujo.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Oficina de Preservação Patrimonial Cultural: Material e Imaterial</strong><br />
Data: sábados — 23 e 30 de novembro; 7, 14 e 21 de dezembro de 2024<br />
Local: bairro da Boa Vista, Recife<br />
Inscrições: gratuitas, limitadas a 25 vagas<br />
Contato: (81) 99872-1978 (horário comercial)<br />
E-mail para informações e inscrições: oficinapreservacaopatrimonial@gmail.com</p>
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		<title>Com investimento de mais de R$ 15 milhões, governadora Raquel Lyra anuncia restauração do Mosteiro de São Bento, em Olinda</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Oct 2024 18:26:57 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo de Pernambuco vai restaurar os bens integrados que correspondem ao recheio artístico do Mosteiro de São Bento, em Olinda, na Região Metropolitana do Recife. Em visita à igreja, nesta terça-feira (23), a governadora Raquel Lyra assinou as ordens de serviço que permitem o início da conservação, assim como a obra de consolidação e estabilização de suas fundações. Com investimentos de R$ 15,3 milhões, as ações serão realizadas pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com recursos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), por meio do Novo PAC.</p>
<p>“Esse é mais um passo importante na recuperação do patrimônio histórico, cultural e religioso do nosso Estado. Estamos trabalhando de maneira muito intensa para devolver a Pernambuco o que representa a sua identidade, buscando fortalecer o nosso turismo, mas também podendo garantir a perpetuação da sua história. Essa ação se soma a tantas outras que já demos início nos últimos dias”, destacou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p>Serão realizados os serviços de restauração e conservação de todos os bens artísticos decorativos que integram a nave, a sacristia, o coro, a capela-mor, a capela do santíssimo, a capela abacial e a sala capitular da Igreja do Mosteiro de São Bento. Orçado em R$ 14,2 milhões, esses trabalhos serão iniciados no mês de novembro pela empresa Grifo Diagnóstico e Preservação de Bens Culturais Ltda, tendo prazo de execução de 30 meses.</p>
<p>Também foi autorizado o início da obra civil, com a contratação da empresa Multiset Engenharia, que realizará os serviços de drenagem e consolidação das fundações, implantação de subcobertura, proteção e implantação do sistema de prevenção e combate a incêndio da Igreja do Mosteiro. O investimento é de mais de R$ 1 milhão.</p>
<p>“Essa era uma obra desejada há muito tempo e agora vamos devolvê-la para todos os pernambucanos, brasileiros e turistas que visitam a igreja”, disse a secretária de Cultura do Estado, Cacau de Paula, que esteve acompanhada da presidente da Fundarpe, Renata Borba, que reforçou: “O Governo de Pernambuco vem se comprometendo com a preservação do patrimônio cultural do Estado de forma transversal, como deve ser, à medida que executa a restauração de um monumento, resolve questões de educação, moradia, dinamização de centros históricos e fomento ao turismo”, complementou.</p>
<p>Também estão sendo recuperados o Cinema São Luiz, a Igreja Matriz de Santo Antônio, o antigo prédio do Diário de Pernambuco — que abrigará sede da Secretaria de Cultura —, a Fábrica Tacaruna e o prédio do Liceu de Artes e Ofícios. Estes últimos sediarão escolas técnicas estaduais. Além deles, o Edifício Frei Caneca, que foi sede da Vice-governadoria, e o Edifício Segadas Viana, antigo prédio do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), serão transformados em moradia popular.</p>
<p>O Mosteiro de São Bento é um dos primeiros mosteiros brasileiros, que abrigou a primeira faculdade de direito no Brasil. Localizado em um terreno com quase 38 mil m², na Rua de São Bento, configura-se entre os principais conjuntos arquitetônicos barrocos do País, formado por igreja, mosteiro, pátios e edificações anexas.</p>
<p>Presente na solenidade, a senadora Teresa Leitão destacou a importância da recuperação dos patrimônios históricos. “Olinda não seria uma cidade patrimônio sem esse legado tão rico de tantas igrejas centenárias”, comentou.</p>
<p>Para o arcebispo emérito de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido, esse é um momento histórico. “Quero agradecer, em nome da comunidade, por essas obras. É um privilégio estar testemunhando esse fato que já havia sido pensado há tanto tempo e agora vai se consolidar no meio de nós”, comemorou.</p>
<p>Por fim, o superintendente do Iphan em Pernambuco, Gilberto Sobral, evidenciou a boa parceria com o Governo de Pernambuco. “O Estado tem se mostrado um parceiro muito correto em tudo o que faz, acreditamos que a obra será concluída no tempo certo, e tudo vai transcorrer na mais perfeita tranquilidade”, finalizou.</p>
<p>Também estiveram presentes na solenidade a secretária interina da Mulher, Juliana Gouveia; e o abade do Mosteiro de São Bento, Dom Luiz Pedro Soares.</p>
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		<title>Comunidade do coco legitima processo de registro como patrimônio imaterial nacional</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Oct 2024 19:09:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Expressão afro-indígena, o coco do Nordeste vive, com sua comunidade, a retomada de seu processo de registro, abrangendo suas variações nos nove Estados da região. Neste sábado (19), Pernambuco foi o primeiro a sediar uma reunião de mobilização dos detentores dos cocos. O evento faz parte da instrução técnica para registro dos cocos do Nordeste [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Expressão afro-indígena, o coco do Nordeste vive, com sua comunidade, a retomada de seu processo de registro, abrangendo suas variações nos nove Estados da região. Neste sábado (19), Pernambuco foi o primeiro a sediar uma reunião de mobilização dos detentores dos cocos. O evento faz parte da instrução técnica para registro dos cocos do Nordeste como patrimônio imaterial do Brasil (Processo Iphan/SEI: 01408.000146/2023-30).</p>
<p>A inscrição do coco no Livro de Registro das Formas de Expressão tem sido uma demanda de mestres e grupos detentores. O evento tem como objetivos tornar público o processo de registro, bem como promover a discussão e a participação dos detentores desse bem cultural sobre o tema. Por meio de um Termo de Colaboração, o Coletivo Jaraguá, da Paraíba, está à frente da instrução técnica do processo de registro após seleção em chamamento público em 2023.</p>
<p>Em Pernambuco, o encontro aconteceu na Escola Técnica Estadual Porto Digital, no Bairro do Recife, na manhã e tarde deste sábado (19), com produção do Coletivo Jaraguá e realização do governo federal, por meio do Ministério da Cultura (MinC) e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), e com apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>A reunião foi conduzida pela coordenadora geral do Coletivo Jaraguá, Marcela de Oliveira Muccillo e pela antropóloga Nina Vincent Lannes, técnica do Iphan na Superintendência da Paraíba. Também participaram Laetitia Valadares Jourdan, consultora técnica do Coletivo Jaraguá; o antropólogo Thiago Santos, responsável pela pesquisa em Pernambuco; a historiadora Thamires Neves, do Iphan-PE; Wanessa Santos, gerente de Política Cultural da Secult-PE; e Marcelo Renan, gerente de Patrimônio Imaterial da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe.</p>
<p>Com recursos do Iphan, a pesquisa para a elaboração do dossiê dos cocos do Nordeste inclui coleta de material fotográfico e audiovisual para realização de um documentário. O estudo faz um levantamento histórico sobre o coco na região, além de pesquisa de campo para mapeamento de grupos e comunidades, nos nove Estados, com a mobilização de uma equipe interdisciplinar de áreas como antropologia, etnomusicologia e história e a participação fundamental de mestres e mestras, músicos, dançarinos e outros membros de comunidades que realizam rodas de coco.</p>
<p>Após a finalização, prevista para junho de 2025, o dossiê e o documentário serão apresentados ao Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural (CCPC), que avaliará a possibilidade de efetuar o registro dos cocos do Nordeste como patrimônio imaterial do Brasil. O CCPC é o órgão colegiado de decisão máxima do Iphan para as questões relativas ao patrimônio brasileiro, material e imaterial, criado pela Lei nº 378, de 13 de janeiro de 1937, a mesma que instituiu o então Serviço de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Sphan), atual Iphan.</p>
<p>Os cocos do Nordeste compreendem encontros e grupos tradicionais, constituídos de elementos como música tocada e cantada, instrumentos de percussão, dança, improviso, corporalidade, sendo incluído na família do samba, ao lado do samba-de-roda, do caxambu, da umbigada e da embolada, entre outros. A manifestação é uma forma de expressão de ludicidade e religiosidade, com muitos de seus cantos sendo entoados como pontos na jurema, religião de origem indígena com forte presença no Nordeste e que se aproximou da umbanda.</p>
<p>&#8220;Estamos falando de uma questão burocrática, mas com objetivo prático, de manter uma prática cultural viva&#8221;, lembrou Marcela Muccillo. &#8220;Quando começamos a pesquisa parecia que alguns Estados não tinham a brincadeira. Hoje podemos afirmar que o coco está presente em todos os Estados do Nordeste&#8221;, confirmou. Ainda segundo a coordenadora, mais importante do que a elaboração do dossiê é conseguir do Estado uma política nacional que se coloque responsável pela salvaguarda do coco; e, dos fazedores dessa expressão, manter a mobilização.</p>
<p>&#8220;As pessoas já sabem que o coco é patrimônio&#8221;, contou Nina Lannes. &#8220;Mas, com o registro, passa a ser dever do Estado proteger, difundir e incentivar a transmissão dessa prática. Permite que as pessoas que trabalham com essa prática sejam respeitadas&#8221;, projetou. A antropóloga explicou ainda que o registro abre caminho para a criação do plano de salvaguarda do coco e desenvolvimento de ações como difusão em escolas, projetos de memória, acervos e criação de um centro de referência, sempre com os fazedores dizendo quais são suas demandas para manter o brinquedo vivo.</p>
<p>Após a rodada de apresentação do processo de registro, foi aberta a rodada de interação com o público na qual mestres e mestras, músicos, dançarinos, produtores e outros membros de comunidades que realizam rodas de coco apresentaram suas demandas. E, como não poderia ser diferente, em se tratando da cultura popular, à tarde, além de discutir questões peculiares de suas comunidades, os fazedores deram diversas demonstrações de sua expressão, com muita música e dança.</p>
<p>&#8220;Conseguimos, num mesmo momento, unir tantos saberes de detentores de vários territórios do Estado de Pernambuco&#8221;, comemorou Wanessa Santos. &#8220;Mestres e mestras, brincantes, coquistas, da Zona da Mata, do Agreste, da Região Metropolitana, em sua grande diversidade de cocos de roda, mestre de Alagoas que também veio presenciar esse importante momento, pontuando em cada fala suas diversidades e singularidades e trazendo os desafios desse segmento para que possa ser levantado, junto ao registro de salvaguarda, e, posteriormente, a construção de um plano para o coco de roda&#8221;, sintetizou a gerente.</p>
<p>&#8220;Momentos como este são importantes para publicizar o papel do Estado na identificação, pesquisa e documentação sobre as tradições culturais&#8221;, avaliou Marcelo Renan. &#8220;E para explicar, tornar público, para os detentores do patrimônio cultural, quais são os efeitos de uma política de registro, que repercute no apoio financeiro, no acompanhamento dos grupos e das comunidades e no fortalecimento daquilo que já é feito pelos próprios detentores tendo o Estado como parceiro&#8221; considerou.</p>
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		<title>Mobilização pelo registro dos cocos do Nordeste como patrimônio nacional tem reunião</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 18:36:38 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-113982" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/1-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Neste sábado (19), das 9h às 16h, é realizada a reunião de mobilização dos detentores dos cocos do Estado de Pernambuco. O evento faz parte da instrução técnica para registro dos cocos do Nordeste como patrimônio imaterial do Brasil (Processo Iphan/SEI: 01408.000146/2023-30).</p>
<p>O encontro, que acontece na Escola Técnica Estadual Porto Digital (Avenida Rio Branco, nº 193, Bairro do Recife), é produzido pelo Coletivo Jaraguá, em uma realização do governo federal, por meio do Ministério da Cultura (MinC) e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), e com apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>O evento tem como objetivos tornar público o processo de registro, bem como promover a discussão e a participação dos detentores desse bem cultural sobre o tema.</p>
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		<title>Castainho vivencia processo de preservação participativo da Cruz das Almas</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Oct 2024 20:19:56 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A comunidade quilombola Castainho, no município de Garanhuns, no Agreste pernambucano, deu mais um importante passo, esta semana, para a preservação de seu patrimônio cultural. Moradoras e moradores da localidade receberam, nesta segunda (7) e terça-feira (8), equipes técnicas do Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), e do governo federal, via Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), para a apresentação de um exame técnico de tombamento da Cruz das Almas, casa de orações e importante marco histórico-cultural da região. Na ocasião foi realizada uma escuta pública com a população local.</p>
<p>A Fundarpe esteve representada pela arqueóloga e historiadora Pollyana Calado e pelo técnico em restauração Roberto Carneiro, da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (DPPC). Pelo Iphan compareceram a arqueóloga Mônica Nogueira e a historiadora Thamires Neves. O encontro aconteceu durante assembleia da Associação Quilombola Castainho, tendo à frente seu presidente, José Carlos Lopes da Silva, e seu vice, José Lopes.</p>
<p>Antes da apresentação do exame técnico, o público presente teve acesso a uma retrospectiva sobre os levantamentos das referências históricas e culturais da comunidade e seu processo de tombamento, além de uma atualização de status da área de cemitério conhecida como Cruz das Almas. No local há uma casa de oração que guarda uma cruz instalada em um terreno onde eram sepultados os antigos quilombolas do Castainho, até os anos 1950.</p>
<p>Embora integre a comunidade, seja importante e deva ser protegido, o espaço ficou fora da demarcação territorial inicial do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e é alvo constante de ameaças de invasão e apropriação. A Cruz das Almas, contudo, está incluída no polígono de preservação. Seu tombamento, no ambito estadual, está formalizado no Processo Administrativo Secult-PE nº 010/2020.</p>
<p>A iniciativa de realizar a escuta com a comunidade deriva do fato de que são pessoas quilombolas que detêm o conhecimento sobre o cuidado com o bem material e são elas que devem decidir o destino da Cruz das Almas, a partir da análise técnica desenvolvida em parceria com a Fundarpe. Após as considerações das moradoras e dos moradores será elaborado o parecer conclusivo e só então será formalizado o documento sobre o tombamento a ser encaminhado para o Conselho Estadual de Preservação e Patrimônio Cultural de Pernambuco (CEPPC-PE).</p>
<p>As diretrizes do exame técnico preveem que as decisões sobre a Cruz das Almas ficam a cargo da comunidade quilombola do Castainho, que também é responsável pela manutenção do bem, tendo a Fundarpe como mediadora.</p>
<p>O processo de conservação estipula ainda a elaboração de um plano de gestão e de um inventário das referências culturais do Castainho; a sinalização, no local, da Cruz das Almas como patrimônio cultural; o reconhecimento e fortalecimento de práticas educativas e socioculturais; o incentivo à criação de um museu de referência; a realocação do acesso ao loteamento Novo Castainho (Cohab); a garantia de menor impacto sobre o bem nas intervenções previstas pela gestão municipal para a Avenida Deolinda Silvestre Valença, que passa à frente da casa de orações; e uma gestão compartilhada com o município.</p>
<p>&#8220;O ponto positivo da execução de todo esse trabalho é que cada vez mais a equipe técnica da Fundarpe, pensando a estrutura do Estado, tem se aproximado das comunidades, sobretudo das tradicionais, como as quilombolas, para que os exames técnicos e estudos sobre os bens culturais estejam alinhados com as comunidades que os detêm&#8221;, analisou Pollyana Calado. &#8220;O objetivo é que o processo de preservação seja alinhado e que no futuro não se distancie da comunidade&#8221;, explicou a técnica da Fundarpe.</p>
<p>Thamires Neves também enfatizou a política do Iphan para os quilombolos, que prevê a participação mais efetiva das comunidades na elaboração das normativas. &#8220;É importante que as comunidades nos digam quais são suas referências e como elas devem ser preservadas&#8221;, disse a historiadora. &#8220;Na nossa avaliação a assembleia foi bastante positiva, pois a Fundarpe conseguiu pactuar as diretrizes com a comunidade.&#8221;</p>
<p>No âmbito local, José Carlos Lopes da Silva se mostrou bastante satisfeito com a participação das moradoras e dos moradores exercendo seu direito de voz. &#8220;Traz mais conhecimento e valoriza esse trabalho&#8221;, considerou. &#8220;Com o tombamento, a Cruz das Almas terá mais segurança do bem estar social do patrimônio&#8221;, avaliou.</p>
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