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	<title>Portal Cultura PE &#187; irma brown</title>
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		<title>Irma Brown inaugura exposição virtual &#8220;Hiato&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2022 15:26:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Está no ar, no site da Galeria MauMau, a exposição virtual &#8220;Hiato&#8221; (maumaugaleria.com/hiato/irmabrown), inaugurada recentemente pela artista plástica Irma Brown. Contemplada pela Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a mostra conta com uma instalação &#8211; ocupação da Galeria Maumau, a artista faz um resgate em imagens de arquivo, vídeo e fotografia, onde produz um videoarte e reúne [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/siririca_0.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93310" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/siririca_0-518x486.jpg" width="518" height="486" /></a></p>
<p>Está no ar, no site da Galeria MauMau, a exposição virtual &#8220;Hiato&#8221; (<a href="https://maumaugaleria.com/hiato/irmabrown" target="_blank"><strong>maumaugaleria.com/hiato/irmabrown</strong></a>), inaugurada recentemente pela artista plástica Irma Brown.</p>
<p>Contemplada pela Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a mostra conta com uma instalação &#8211; ocupação da Galeria Maumau, a artista faz um resgate em imagens de arquivo, vídeo e fotografia, onde produz um videoarte e reúne uma serie de trabalhos dispersos, criados ao longo dos anos mas que nunca foram expostos ou foram expostos pontualmente em exposições coletivas. Condensa assim ramificações de diferentes tempos.</p>
<p><em>“Hiato propõe uma extensão entre espaço e corpo. Impulsionada pelo vazio, o tempo parece não ser mais um parâmetro confiável. Durante a pandemia, todas as atividades da Maumau foram suspensas. O espaço, antes frequentado por artistas e público em geral, com eventos semanais, vive uma espécie de pausa. O mundo está suspenso. Apesar das circunstâncias adversas, há um mergulho. ‘em cachoeira, cabeça em pedra. um dilúvio em conta-gotas. tempos diluídos. raízes, pentelhos, universos. um cordão umbilical amarrado dos pés ao pescoço’”</em>, conta Irma.</p>
<p>A artista explica, ainda, que ‘Hiato’ parte de uma investigação desse corpo latente, que se funde à natureza/cidade, imerso a um combate cotidiano ao patriarcado. <em>“A exposição nasce assim, a partir de uma inadequação. Busca possibilidades de existências. Em meio a uma não-sociabilização parte para o prazer como arma ou fuga para sobrevivência. Tem no corpo território de luta e conexão com o mundo. E ainda que o mundo esteja prestes a acabar, convido-te a entrar”</em>, finaliza.</p>
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		<title>Exposição coletiva “Ocupadas” reúne obra de sete artistas mulheres</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Oct 2019 15:51:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_72265" aria-labelledby="figcaption_attachment_72265" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Sofia Lucchesi/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/exposicao-ocupadas-foto-sophia-luchessi.jpg"><img class="size-medium wp-image-72265" alt="Sofia Lucchesi/Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/exposicao-ocupadas-foto-sophia-luchessi-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A mostra será inaugurada no próximo dia 9 de novembro (sábado), no Ateliê das Águas Belas</p></div>
<p>Com um time renovado, agora composto por sete mulheres artistas, o projeto &#8220;Ocupe Chris&#8221;, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, chega à sua segunda edição. Há oito meses, as artistas Alice Vinagre, Ana Flávia Mendonça, Ana Lisboa, Irma Brown, Laura Melo e Lia Letícia se juntaram à Christina Machado para vivenciar coletivamente seus processos de criação no Ateliê das Águas Belas, lar e espaço de trabalho de Chris há mais de 30 anos. Tendo a argila como matéria-prima, as sete mulheres artistas desenvolveram obras que dão vida à exposição coletiva “Ocupadas”, com abertura no dia 9 de novembro (sábado), das 16h20 às 21h, no Ateliê das Águas Belas (Madalena). A mostra segue aberta até 14 de dezembro deste ano, e durante período acontecerão outras ativações no ateliê.</p>
<p>Assim como na primeira edição do projeto, que contou com os artistas José Paulo, Renato Valle, Rinaldo, Maurício Castro, Joelson, Dantas Suassuna e Daniel Santiago, além da própria Christina, as artistas se reuniram semanalmente, sempre às quintas-feiras, para produzir. Ao longo desses oito meses de vivência, elas desenvolveram trabalhos que resultaram não apenas em peças de barro, mas também em instalações e vídeos.</p>
<p>Há um importante componente nesse processo: a espontaneidade própria à experimentação com a argila, popularmente conhecida como barro. Desde o contato com a água, com o ar e o calor das mãos, passando pela adição de outros materiais como óxidos e pigmentos, até a queima da peça no forno, existe uma incerteza quanto ao que realmente acontecerá com o barro, que é conhecido também como a técnica que une o equilíbrio entre os quatro elementos. Assim, a partir de um processo de criação potencializado pela coletividade, entre conversas, afetos e acolhimentos, cada artista desenvolveu suas poéticas individuais, que são atravessadas pelas mais diversas pulsões criativas e discursivas, como questões políticas sobre direitos individuais e coletivos das mulheres e dos seres humanos como um todo.</p>
<p>Já o nome escolhido para a mostra, “Ocupadas”, tem relação com a própria condição de ser mulher: “O nome veio de Laura Melo, que é mãe e artista, assim como muitas de nós. Vem dessa ideia de que nós, mulheres, estamos constantemente ocupadas, seja trabalhando, estudando, cuidando dos filhos. É uma jornada de trabalho dupla, tripla. Estamos sempre nos desdobrando para fazer tudo”, diz Christina.</p>
<p><strong>ALICE VINAGRE</strong><br />
Alice Vinagre (João Pessoa, 1950) vem construindo sua trajetória artística desde 1980. Durante o Ocupe Chris, bastante levada pelo processo intuitivo da argila, Alice desenvolveu uma série de peças de cerâmica similares à cavernas, que lembram tempos pré-históricos.</p>
<p><strong>ANA FLÁVIA MENDONÇA</strong><br />
Ana Flávia nasceu em 1988, no Recife, e trabalha como Artista Visual desde 2016. A artista desenvolveu uma cobra de cerâmica, que, para ela, representa uma relação com a energia vital presente em todos os seres humanos, como se o animal estivesse dentro de todos nós. O embate entre essas forças representado pelo animal abre múltiplas possibilidades de interpretação e relação com a obra, que possui cerca de dois metros.</p>
<p><strong>ANA LISBOA</strong><br />
Ana Lisboa (Recife, 1960) é artista desde os anos 1980. É também professora do curso de Artes Visuais da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Além de uma instalação com peças de barro, Ana trouxe para o Ocupe Chris um vídeo, o registro da performance “Celebração”, realizada durante a vivência no Ocupe Chris, onde a artista serviu um jantar com pratos de barro feitos por ela, reativando gestos cotidianos num ritual de partilha e afeto, em que a arte é a própria vida.</p>
<p><strong>CHRISTINA MACHADO</strong><br />
Christina Machado nasceu em Belém (PA), em 1950, mas é radicada no Recife desde 1961. Trabalha como artista desde os anos 1980, quando começou a cultivar sua relação com o barro, técnica que até hoje é a base de seu trabalho, gerando fotografias, performances, vídeos, instalações, além de objetos. Para “Ocupadas”, Christina criou a instalação “Afeto”. A partir de 30 falos construídos com argila para uma performance apresentada no Sesc 24 de Maio (São Paulo-SP) no começo deste ano, em que faz menção ao caso de estupro coletivo praticado por 30 homens no Rio de Janeiro em 2016, a artista deu vida ao objeto que remete a um feto humano. O vídeo da performance realizada em São Paulo, onde Christina caminha em cima dos 30 falos, também estará na exposição.</p>
<p><strong>IRMA BROWN</strong><br />
Irma Brown (Recife, 1980) é artista visual e atriz. Está à frente da Maumau Galeria, no bairro do Espinheiro (Recife), espaço cultural independente que há mais de 10 anos realiza exposições, festas, oficinas, shows e outras atividades culturais. No Ocupe Chris, a artista construiu diversas peças que se assemelham a bocas e línguas, e evocam o constante processo de “devorar” e regurgitar, a fala, o “nó na garganta”, e tantas outros processos que passam pela boca.</p>
<p><strong>LAURA MELO</strong><br />
Laura Melo (Recife, 1986) atua como artista desde 2006, quando participou do antigo SPA das Artes. Durante o Ocupe Chris, Laura desenvolveu um “registro constante” dos feminicídios ocorridos no país, construindo 27 peças de barro (quantidade de estados do Brasil, contando com o Distrito Federal) durante todos os oito meses de vivência, registrando pelo menos um feminicídio ocorrido em cada estado em um objetos de cerâmica, em que escreve o número do estado e o mês</p>
<p><strong>LIA LETÍCIA</strong><br />
Lia Letícia nasceu em Porto Alegre, em 1975, mas tem Recife como morada e local de trabalho há mais de 20 anos, flertando com as artes visuais e o cinema desde que integrou o coletivo Molusco Lama, no final dos anos 1990. Para a exposição, Lia preparou uma instalação com obras feitas de barro e alumínio em que questiona os desastres ecológicos e sociais causados pela interferência da empresa Vale do Rio Doce nas cidades de Mariana e Brumadinho (MG).</p>
<p><strong>MÚSICA</strong><br />
A convite do Ocupe Chris, os músicos Vicente Machado e Chiquinho Moreira, ambos integrantes da banda Mombojó (PE), acompanharam o processo de criação das artistas e compuseram peças musicais inspiradas pela paisagem sonora do ateliê, misturando tanto o som de objetos comuns utilizados na produção das artistas, quanto outros sons de instrumentos musicais tradicionais. Como parte de uma das ativações da mostra, os dois artistas também farão uma apresentação ao vivo, com data a ser divulgada.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Abertura da exposição “Ocupadas”<br />
Artistas: Alice Vinagre, Ana Flávia Mendonça, Ana Lisboa, Christina Machado, Irma Brown, Laura Melo e Lia Letícia<br />
Data: 9/11 (sábado), das 16h20 às 21h<br />
Local: Ateliê das Águas Belas (R. Águas Belas, 53 &#8211; Madalena, Recife &#8211; PE)<br />
Visitação: até 14 de Dezembro | Quintas-feiras: 10h às 17h e Sábados: 14h às 19h<br />
Agendamento/informações: ocupechris@gmail.com ou através de mensagem nas páginas do <a href="https://www.facebook.com/ocupechris/" target="_blank"><strong>Facebook</strong></a> ou <a href="https://www.instagram.com/ocupechris/" target="_blank"><strong>Instagram</strong></a></p>
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		<title>Exposição &#8216;Nave Tropical&#8217; aporta no Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2015 17:47:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O universo fantástico do carnaval pernambucano foi a inspiração para diversas criações artísticas que estarão em exposição a partir deste sábado, 7/11, na Galeria maumau. Após passagem por Berlim, a &#8220;Nave Tropical&#8221; aporta no Recife com intervenções urbanas, performances e instalações de arte contemporânea produzidas por Irma Brown, Renata Faccenda, Fernando Peres, Isabela Stampanoni, Lia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_31373" aria-labelledby="figcaption_attachment_31373" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/nave-tropical.jpg"><img class="size-medium wp-image-31373" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/nave-tropical-607x165.jpg" width="607" height="165" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição gratuita fica em cartaz até 5 de dezembro</p></div>
<p>O universo fantástico do carnaval pernambucano foi a inspiração para diversas criações artísticas que estarão em exposição a partir deste sábado, 7/11, na Galeria maumau. Após passagem por Berlim, a &#8220;Nave Tropical&#8221; aporta no Recife com intervenções urbanas, performances e instalações de arte contemporânea produzidas por Irma Brown, Renata Faccenda, Fernando Peres, Isabela Stampanoni, Lia Letícia, Gustavo Melo (Grilo) e Daniela Brilhante. O projeto contou com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<div id="attachment_31374" aria-labelledby="figcaption_attachment_31374" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Peres</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/fernandaperes_.jpg"><img class="size-full wp-image-31374" alt="Fernando Peres" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/fernandaperes_.jpg" width="292" height="287" /></a><p class="wp-caption-text">Desenhos e máscaras do artista Fernando Peres integram a mostra</p></div>
<p>Ao longo da exposição, que ficará em cartaz até 5/12, os &#8220;artistas-tripulantes&#8221; vão apresentar as obras e desdobramentos de seus processos criativos, promover bate-papos e o lançamento do catálogo Nave Tropical, marcado para o último dia de visitação.</p>
<p>Para saber mais sobre a exposição, acesse o<a href="http://navetropical.hotglue.me/" target="_blank"><strong> site do projeto</strong></a></p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>Exposição Nave Tropical</strong><br />
Abertura: Sábado, 7/11 | 19h<br />
Visitação: Terça a Sábado, 15h às 19h<br />
Lançamento do Catálogo: Sábado, 5/12 | 19h<br />
Galeria maumau (Rua Nicarágua, 173 &#8211; Espinheiro, Recife)<br />
Entrada Gratuita</p>
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