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	<title>Portal Cultura PE &#187; Israel &#8211; Ontem Hoje e Amanhã &#8211; as marcas e contribuições deixadas em Pernambuco e no Recife</title>
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		<title>Mostra “Israel &#8211; Ontem, Hoje e Amanhã&#8221; entra em cartaz no Cais do Sertão</title>
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		<pubDate>Thu, 11 May 2023 16:25:46 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/quadro-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-101255" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/quadro-1-444x486.jpg" width="444" height="486" /></a></p>
<p>O Bairro do Recife, conhecido como o coração da capital pernambucana, que já teve recentemente inaugurado o “Memorial Judaico – Portal de Honra ao Povo Judeu”, na Praça Tiradentes, será palco agora para a exposição “Israel &#8211; Ontem, Hoje e Amanhã &#8211; as marcas e contribuições deixadas em Pernambuco e no Recife”. O local escolhido para receber a mostra foi o Museu Cais do Sertão, na Sala São Francisco. O público poderá conferir a partir deste domingo (14), às 14h. A mostra seguirá até o dia 30 de junho (sexta-feira).</p>
<p>Idealizada pelo escritor e artista Charrier Bernardes, que vive no Reino Unido, a mostra reúne mais de 30 peças entre pinturas, esculturas, painéis luminosos, objetos e vídeos. A exposição coletiva é uma realização da Organização Glória em Vez de Cinza, fundada há 15 anos em Auschwitz, na Polônia, com sede também no Brasil, com patrocínio da Câmara de Comércio Pernambuco-Israel e apoio do Governo do Estado, por meio da Empetur e do Cais do Sertão. São apoiadores ainda a FE Fundações Especiais, FlyBr, Fenasp Pernambuco, igrejas Rhema, Apascentar, Família 61 e Guimarães Thomas Advogados. Na ocasião da abertura, o Grupo de Dança Judaica Família 61 fará uma apresentação.</p>
<p>Em 2020, o Instituto Glória em Vez de Cinza em parceria com o Instituto Portal do Avivamento Recife doou à capital pernambucana o monumento de uma tonelada e cinco metros de altura instalado no Cais do Apolo, idealizado por Graça Lacerda e seu filho Thiago Lacerda. A obra integra uma série de ações, incluindo a exposição no Cais do Sertão, em prol do resgate da memória e do legado do povo judeu que viveu em Pernambuco durante a ocupação holandesa e foi expulso pelos portugueses no século XVII.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/quadro2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-101256" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/quadro2-443x486.jpg" width="443" height="486" /></a></p>
<p>A mostra conta com painéis cedidos pelo maior museu do Holocausto em Jerusalém, o Yad Vashem. Intitulados “Como foi humanamente possível?”, os painéis recontam em fotos e informações a história da Guerra. Aliás, a exposição é dividida em quatro atos: Nascimento da Nação Israel e Os Benefícios Entregues ao Mundo; Destruição, Diáspora, Perseguições e Massacre; Holocausto; Retorno e Renascimento de Israel.</p>
<p>Esculturas em pedra dos Dez Mandamentos serão expostas em tamanho 50 X 80 cm. Uma Estrela de Davi, hexagrama símbolo de proteção, e um Menorá, o candelabro de sete pontas que igualmente representa a essência de Israel, também integram a exposição e estarão dispostos próximos também a um oratório, que remeterá ao romance “O Segredo do Oratório”, da escritora Luize Valente, descendente de cristãos-novos, que reconta as influências judaicas no Sertão nordestino.</p>
<p>O livro foi uma das fontes de inspiração para a exposição assim como histórias contadas por sertanejos, gente simples e até famosas como o cantador Santanna. O músico não esconde suas origens e relata com orgulho influências presentes na cultura e identidade local até hoje. Como exemplo, o famoso chapéu de cangaceiro, que traz a Estrela de Davi, assim como o quipá, peça de vestuário usada na cabeça dos judeus como forma de proteção. O chapéu ainda é chamado por muitos no interior pernambucano de kipper.</p>
<p>“A ideia da exposição nasceu a partir do Memorial Judaico instalado na Praça Tiradentes. Pernambuco foi o portal onde tudo isso começou, vê-se por aqui uma forte herança e marcas deixadas pelo povo judeu como legado cultural, urbanístico, econômico e uma história riquíssima que sentimos necessidade de reavivar. Hoje a comunidade atual, proveniente do Leste Europeu, está em sua segunda e terceira geração, mas as marcas ainda são muito evidentes”, afirma Charrier.</p>
<p>Uma das telas que chamam atenção na exposição é a representação de um antigo mapa-múndi, criado por um alemão, que coloca Jerusalém no centro, em conexão com a Europa, a África e a Ásia. Outra tela traz a representação sobre como a Nação de Israel nasceu da abertura do Mar Vermelho com Moisés.</p>
<p>Igualmente marcante é uma obra em acrílico, que ao ser iluminada, acende as estrelas e remete à história de Abraão na Bíblia em que Deus o mostra o quanto o número de descendentes seria imenso, “O Patriarca de Israel”. Já o Painel do Arco de Titus relembra a comemoração dos romanos na destruição de Jerusalém. Além disso, em uma releitura a fotos históricas do tempo do Holocausto, telas que já foram expostas em conferências na Polônia foram trazidas especialmente para a mostra. Haverá ainda projeção de vídeos, retratando temas como “O mistério dos Judeus”, Holocausto e o Renascimento de Israel.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Mostra “Israel &#8211; Ontem, Hoje e Amanhã &#8211; as marcas e contribuições deixadas em Pernambuco e no Recife&#8221;<br />
Período: 14 de maio a 30 junho de 2023<br />
Local: Sala São Francisco, do Centro Cultural Cais do Sertão. Av. Alfredo Lisboa, s/n, Bairro do Recife, Recife<br />
Horários: terça a sexta-feira, das 10h às 16h; e sábados e domingos, das 11h às 16h30. Entrada franca.</p>
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