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	<title>Portal Cultura PE &#187; &#8220;Isto é um roçar de mãos?&#8221;</title>
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		<title>Mamam abre a mostra coletiva &#8220;Isto é um roçar de mãos?&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2022 15:37:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/Sumaya-Espelho-dágua-2022-Técnica-mista.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-94791" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/Sumaya-Espelho-dágua-2022-Técnica-mista-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>&#8220;Isto é um roçar de mãos?&#8221; é a nova exposição coletiva no Aquário Oiticica, sediado no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam). Prevista para o dia 2 de julho, das 12h às 17h, a inauguração da mostra reúne os trabalhos dos artistas Kaísa Lorena, Mitsy Queiroz e Sumaya Nascimento que, a partir de reuniões iniciadas em janeiro deste ano, apresentam 23 obras-híbridas, nas quais a mistura de linguagens, processos criativos, afetos, materiais, técnicas, suportes e conceitos serviram enquanto mote expositivo. Após a inauguração, a mostra colaborativa fica aberta para visitação até 30 de julho, de terça-feira a sábado, das 12h às 17h. Ao todo, somam-se 23 obras, entre elas, 12 fotografias, uma instalação, 4 esculturas e 2 livros-objetos.</p>
<p>A exposição contou com a curadoria de Guilherme Moraes, editor da Revista Propágulo e pesquisador no Programa Associado de pós-graduação em Artes Visuais da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e Ana Gabriella Aires, professora, escritora e pesquisadora associada ao Programa de Pós-Graduação em Literatura Comparada da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). Em conjunto, a dupla de co-curadores atuou enquanto testemunhas, ouvintes e conversadores dentro dos encontros, contribuindo com interrogações e observações que se transformavam, gradativamente, em debates metalinguísticos sobre os processos de curadoria, socialização e criação coletiva desenvolvidos ao longo dos últimos seis meses.</p>
<p>“Isto é um roçar de mãos?&#8221; foi incentivado pela Prefeitura do Recife, por meio do edital de fomento à cultura Recife Virado, e é um desdobramento da pesquisa de Mestrado de Kaísa, intitulada <em>“O entretecer estético-político para criação poética de imagens híbridas: um estudo teórico e prático de criar em rede tecendo junto a corpos dissidentes”. Dentro da pesquisa, a artista-proponente da mostra pretende investigar processos criativos dentro de dinâmicas de criação em rede, herança de uma auto-observação: “comecei a pensar sobre como era mais estimulada a criar quando estava com outras pessoas”</em>, explica em uma das reuniões.</p>
<p>Partindo da observação da bricolagem como forma de produção, isto é, um trabalho manual feito de improviso e que aproveita materiais diferentes, o ponto de partida para a reunião dos três artistas foi o ato de entretecer, que significa vamos tecer juntos. Por isso, durante o período de imersão, os artistas compartilharam uma espécie de diário de campo coletivo, em que foram estimulados a incorporar o imprevisível dos percursos de produção artística ao diálogo e dinâmicas de produção construídas entre eles em cada encontro.</p>
<p><em>“Pudemos ver Mitsy Queiroz, artista e arte-educador, desafiar suas colegas a partir de produções suas, solicitando, para o encontro seguinte, a realização de imagens fotográficas arranjadas em frase. Em um encontro seguinte, após a socialização e conversa sobre o exercício posto por Mitsy, a artista Sumaya Nascimento foi propositora de uma nova partida que se sucederia: cada um dos outros dois artistas deveria, em uma semana, apresentar-lhe uma produção tridimensional. Desses entrecruzamentos foi-se criando um processo de socialização de inquietações e vontades relativas a cada investigação individual em curso, como também sendo propostos, paulatinamente, pontos de contato e contaminação entre poéticas dispostas a se parearem no espaço-tempo desta ação”</em>, explicou Guilherme Moraes no comentário curatorial da exposição.</p>
<p>A exposição “Isto é um roçar de mãos?&#8221;, pergunta retirada do poema de Carlito Azevedo, crítico e poeta brasileiro, não deve ser pensada enquanto produto final, mas enquanto processo de constante construção. <em>“As reuniões foram momentos de andanças em direção aos outros”, escreve Euana, autora do texto curatorial. “Entretecidos entre si e entre as obras – que em dado momento têm a autoria contaminada – ficamos todos. Como não ficar, no aqui e no agora? [...] Eis, pois, a mostra de diálogos, afetos, a mostra do contato que para acontecer sempre tiveram e continuam tendo os próprios afetos enquanto guia, um roteiro errante”</em>, pontua em outro trecho.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre os artistas</strong></span></p>
<p><strong> Kaísa</strong> é artista visual e pesquisadora. Nascida em Aracaju, vive e trabalha em Recife. Sua pesquisa artística atualmente investiga processos de criação em rede, a partir de práticas colaborativas, utilizando o caderno de artista compartilhado como dispositivo para registro e socialização desses processos criativos coletivos. Mestranda (2021) em Artes Visuais pelo PPGAV UFPE/UFPB. Especialista (2019) em Fotografia e Audiovisual pela UNICAP. Graduada (2018) em Publicidade e Propaganda pela UFPE. Atuou como arte-educadora no Museu Paço do Frevo (2019-2020). Realizou a Exposição Individual Mulheres: Corpo Afora (Centro Cultural Correios Recife, Recife, 2018) e participou de diversas exposições coletivas, dentre elas: Confluências (Hotel Globo, João Pessoa e Museu Murillo La Greca, Recife, 2022); Tramações (Galpón Gráfico, Argentina, 2020); Quarentena Projetada (Instituto Moreira Salles e Mídia Ninja em 5 estados do Brasil, 2020); Propágulo 3 (Galeria Capibaribe e Museu Murillo La Greca, Recife, 2019).</p>
<p><strong>Mitsy Queiroz</strong> é artista-pesquisador Mestre em Artes Visuais e pedagogo, interessado no corpo a corpo com a fotografia e no mergulho das epistemologias e ontologias que negam o projeto de modernidade baseado no espaço-tempo linear, no binarismo entre mente/corpo e no controle dos corpos nas questões de raça e gênero. Reflete em sua dissertação o sobre o atravessamento do tempo em programações fotográficas que encarnem a experiência do corpo trans no mundo. E desde a condução metodológica do seu gesto fotográfico, tem pensado as temporalidades curvas, a percepção de corporalidades em transformação e os encantamentos de uma cosmovisão afro-indígena. Suas participações mais recentes são no projeto de residências artísticas SESC Confluências 2018-2019; nas feiras SP-Arte e SP-Foto 2020; o filme “Primeiras Contrações” na plataforma Práticas Desviantes; texto e vídeo arte “Domingo de packer e calcinha” no projeto Salivas; artista convidado para Revista Propágulo edição 7 impressa e a participação no programa “Atos Modernos” de comissionamento de obra pela Coleção Ivani e Jorge Yunes com a Pinacoteca de São Paulo desenvolvendo a pesquisa “As Ilhas do Pina”.</p>
<p><strong>Sumaya Nascimento</strong>, nasceu em 1994, na cidade do Conde, no estado da Paraíba. Vive e trabalha em Recife. A artista transdisciplinar é formada pelo Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) no curso técnico de Artes Visuais. Também cursou publicidade e propaganda na AESO, mas não concluiu. Começou a produzir em 2014. Seus primeiros trabalhos foram em pinturas e esculturas. Ao longo dos anos seguintes, fez de tudo um pouco: Gravura (pelo coletivo GRAVOSs), modelagem em argila, livro de artista, instalação (O peso dos afetos &#8211; 2019); Videoarte (Ensaio sobre a permanência e o tempo &#8211; 2021); Assistência de criação de adereço (para campanha ao combate à dengue, da prefeitura do recife em 2022); Idealização, organização e colaboração do projeto Além-Mar.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre os co-curadores</strong></span></p>
<p><strong> Guilherme Moraes</strong> é curador, educador e editor da revista-espaço Propágulo, licenciado em artes visuais pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). É pesquisador da curadoria enquanto práxis educativa e do curatorial enquanto metodologia de aprendizado. Foi curador das mostras Desculpas Pelas Quais, na Garrido Galeria, e Disfarce ou Dissimulação, na Galeria Esporo, em 2021. Neste ano, foi curador da mostra A Beleza da Lagoa É Sempre Alguém, na Galeria Janete Costa. É pesquisador pelo Programa de Pós-graduação em Artes Visuais UFPE/UFPB na linha de processos educativos.</p>
<p><strong>Ana Gabriella Aires</strong> (1997) é poeta e pesquisadora-educadora. Publica e recita poesias de maneira autônoma desde 2016. Graduou-se em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco (2019), onde aprofundou-se nas questões estéticas e políticas do poema. Em 2021 iniciou pesquisa no Programa de Pós-Graduação em Literatura Comparada da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, quando vai caminhando às questões dos trânsitos, das errâncias, das translínguas, das transfronteiras, das transculturações. Coidealizou o Selo Além-Mar, que tem por principal desdobramento a Zine ALÉM-MAR, da qual é autora do editoriais e outros textos (poesias). Tem se descoberto curadora e produtora cultural a partir do exercício de tais funções (desde 2019), principalmente em espaços autônomos, que se articulam ao (ou partem do) trabalho feito junto às palavras.</p>
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