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	<title>Portal Cultura PE &#187; Itamaracá</title>
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		<title>Ciranda marca etapa final do ciclo carnavalesco do projeto Brincantes nas Escolas</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 17:58:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Gira para um lado, gira para o outro, movendo-se como as ondas do mar: a ciranda marcou a reta final do ciclo carnavalesco do projeto Brincantes nas Escolas 2026, iniciativa de Educação Patrimonial do Governo de Pernambuco, através da Fundarpe e da Secretaria de Educação, que leva mestres e agremiações da cultura popular para unidades [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123179" aria-labelledby="figcaption_attachment_123179" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Silla Cadengue/ Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/55119267334_f58eb4606e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-123179" alt="Foto: Silla Cadengue/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/55119267334_f58eb4606e_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Dulce Baracho, herdeira e mestra da ciranda</p></div>
<p align="justify">Gira para um lado, gira para o outro, movendo-se como as ondas do mar: a ciranda marcou a reta final do ciclo carnavalesco do projeto Brincantes nas Escolas 2026, iniciativa de Educação Patrimonial do Governo de Pernambuco, através da Fundarpe e da Secretaria de Educação, que leva mestres e agremiações da cultura popular para unidades educacionais em todas as regiões do Estado. Nesta sexta-feira (27), o grupo As Filhas de Baracho colocou alunos e professores para dançar ciranda em uma aula-espetáculo na Ilha de Itamaracá.</p>
<p align="justify"> A EREM Senador Paulo Guerra foi uma das unidades a receberem ícones da cultura popular na reta final deste ciclo do Brincantes nas Escolas. A aula foi a primeira apresentação das Filhas de Baracho após o falecimento de Dona Biu (1953-2025), que há mais de 20 anos se apresentava com a irmã, Dona Dulce, para divulgar a ciranda e preservar o legado do pai, Mestre Baracho (1901-1988), figura central na história dessa expressão cultural.</p>
<p align="justify"> “É importante termos essa iniciativa na escola porque Itamaracá é uma cidade cirandeira”, afirmou o professor João Machado, gestor da EREM Senador Paulo Guerra. “Ciranda é uma brincadeira de roda para todas as idades”, informou Dona Dulce aos alunos. “Mas isso vocês já devem saber, afinal Itamaracá é a terra de Lia”, completou, lembrando a mais conhecida cirandeira do país e Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p> Com músicas intercaladas por histórias, por explicações sobre a forma de dançar e sobre o papel dos instrumentos musicais, a aula-espetáculo contribuiu para o fortalecimento da cultura da ciranda entre os alunos. “Eu já conhecia a ciranda por conta de Lia, mas As Filhas de Baracho estou conhecendo hoje”, afirmou Lowgan Rodrigo, de 13 anos, aluno da EREM Senador Paulo Guerra. “É a nossa cultura, né? Acho importante conhecer melhor”, opinou Pedro Lucas, também de 13 anos e aluno da mesma unidade. Em fala aos estudantes, os músicos do grupo lembraram que a ciranda é uma manifestação cultural plural e solidária, pois nela se dá as mãos para quem está ao lado, independentemente de quem seja.</p>
<p align="justify">Focado no lado carnavalesco da cultura popular, este ciclo do Brincantes nas Escolas 2026 também fecha as iniciativas do Governo do Estado para o Carnaval, que abarcou ainda uma série de iniciativas, como o festival Pernambuco Meu País.</p>
<p align="justify"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/55119326984_d99148dfe8_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123180" alt="Foto: Demison Costa/ Secretaria de Educação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/55119326984_d99148dfe8_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p align="justify"><b>O projeto </b>– Fruto de parceria entre a Secretaria de Educação (Seduc-PE),  a Secretaria de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o ciclo carnavalesco do Brincantes nas Escolas contemplou 150 escolas do estado nos meses de fevereiro e março. Ao colocar estudantes em contato com mestres e grupos da cultura popular pernambucana, o projeto amplia o repertório dos estudantes a partir de vivências que conectam conhecimento, sensibilidade e pertencimento, reafirmando o papel da educação na preservação da memória cultural.</p>
<p align="justify"> “O Brincantes nas Escolas integra o Programa Estadual de Educação Patrimonial, uma instância de implantação e execução de políticas públicas culturais em todo o Estado. Ao levar mestres e agremiações da cultura popular em escolas da rede estadual, a gestão Raquel Lyra reforça seu compromisso com a educação patrimonial, a preservação das tradições e a formação de novas gerações que reconhecem e se orgulham da cultura pernambucana”, ressalta a presidente da Fundarpe, Renata Borba. A educação patrimonial é prevista pela Lei Estadual n. 18.628/2024 e foi consolidada pelo Programa Estadual de Educação Patrimonial, lançado em 2025.</p>
<div id="attachment_123183" aria-labelledby="figcaption_attachment_123183" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Demison Costa/ Secretaria de Educação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/55115966540_68c1aeb079_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-123183" alt="Foto: Demison Costa/ Secretaria de Educação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/55115966540_68c1aeb079_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Clube de Boneco Seu Malaquias</p></div>
<div id="attachment_123182" aria-labelledby="figcaption_attachment_123182" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Silla Cadengue/ Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/55118199925_40b4739ea8_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-123182" alt="Foto: Silla Cadengue/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/55118199925_40b4739ea8_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Boi Sorrizo</p></div>
<p align="justify"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/55118068224_df34a77b39_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123181" alt="Foto: Demison Costa/ Secretaria de Educação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/55118068224_df34a77b39_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
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		<title>Pernambuco Meu País Verão leva edição especial ao Litoral Norte e desembarca em Itamaracá com shows de Lia, Thiaguinho, Raphaela Santos, Natanzinho Lima, Xanddy Harmonia e mais</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 19:44:45 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122681" aria-labelledby="figcaption_attachment_122681" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/54725531300_47c23bcbc8_k-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-122681" alt="Foto: Juana Carvalho/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/54725531300_47c23bcbc8_k-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p></div>
<p>Iniciativa do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), com apoio da Prefeitura de Itamaracá, o Festival Pernambuco Meu País Verão desembarca em Itamaracá com uma edição especial no Litoral Norte, reunindo grandes nomes da música pernambucana e nacional em três dias de programação gratuita à beira-mar – 30 e 31 de janeiro e 1º de fevereiro. Entre os destaques estão Lia de Itamaracá, Thiaguinho, Raphaela Santos, Xanddy Harmonia, Gaby Amarantos, Ara Ketu e É o Tchan, além de expressões da cultura popular e artistas locais, fortalecendo o elo entre tradição e contemporaneidade.</p>
<p>A iniciativa integra a diretriz do Governo do Estado de valorização da cultura como vetor de desenvolvimento regional e inclusão social, impactando cadeias como turismo, comércio e economia criativa. Após passar por Camaragibe, Recife, Jaboatão dos Guararapes e São José da Coroa Grande, a edição de verão chega à Ilha de Itamaracá, consolidando a descentralização das políticas culturais e cravando a sua inserção no calendário contínuo de ocupação no estado.</p>
<p>“Essa edição do Pernambuco Meu País Verão mostra como a gestão da governadora Raquel Lyra chega de verdade às pessoas, com alcance nos territórios e uma adesão que só cresce a cada cidade. Conseguimos ver um retorno concreto na vida cultural, no movimento da economia local e na forma como estamos fortalecendo essa conexão entre cultura, oportunidades e desenvolvimento”, destaca a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p>O presidente da Empetur, Eduardo Loyo, ressalta que o evento segue valorizando destinos turísticos estratégicos para Pernambuco. “A ideia é repetir o sucesso alcançado em São José da Coroa Grande, fortalecendo não só Itamaracá, mas todas as cidades do Litoral Norte, que são lindíssimas, têm enorme importância turística e potencial para receber grandes eventos.”</p>
<div id="attachment_122682" aria-labelledby="figcaption_attachment_122682" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-tela-2026-01-23-164232.png"><img class="size-medium wp-image-122682" alt="Entre os destaques estão Lia de Itamaracá, Thiaguinho, Raphaela Santos, Xanddy Harmonia, Gaby Amarantos, Ara Ketu e É o Tchan, além de expressões da cultura popular e artistas locais, fortalecendo o elo entre tradição e contemporaneidade I Foto: Wadson Henrique/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-tela-2026-01-23-164232-607x358.png" width="607" height="358" /></a><p class="wp-caption-text">Entre os destaques estão Lia de Itamaracá, Thiaguinho, Raphaela Santos, Xanddy Harmonia, Gaby Amarantos, Ara Ketu e É o Tchan, além de expressões da cultura popular e artistas locais, fortalecendo o elo entre tradição e contemporaneidade I Foto: Wadson Henrique/Divulgação</p></div>
<p>Dando início à programação, em frente à Fortaleza de Santa Cruz, também conhecida como Forte Orange, os shows da sexta-feira (30) começam a partir das 18h com Coco Chinelo de Iaiá, seguido por Carlinhos Bala, às 19h, e Douglas Leon, às 20h30. Às 22h30, Caninana sobe ao palco, preparando o público para o show de Natanzinho Lima, à 0h30. O DJ Luan Sobral comanda os intervalos da noite, mantendo a energia do público entre as apresentações.</p>
<p>Já no sábado (31), o festival tem início às 18h com Coco de Mulheres, seguido pela apresentação da homenageada da terra, Lia de Itamaracá, às 19h. Às 20h30, é a vez de Gaby Amarantos, seguida por Raphaela Santos, às 22h30. O encerramento da noite fica por conta de Thiaguinho, à 0h30, com DJ Vibra nos intervalos.</p>
<p>Encerrando a edição, no domingo (1º), a programação começa mais cedo, às 16h30, com o Grêmio Recreativo Cultural e Arte Gigante do Samba. Em seguida, às 17h40, Almir Rouche se apresenta, seguido por Ara Ketu, às 19h40. Às 21h40, É o Tchan anima o público, e o encerramento da edição fica por conta de Xanddy Harmonia, às 23h40, além do DJ Ari Falcão nos intervalos.</p>
<p><strong>SOBRE O FESTIVAL PERNAMBUCO MEU PAÍS</strong></p>
<p>Realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), o Festival Pernambuco Meu País ganhou uma edição de verão. Realizado do Sertão ao Litoral, o projeto impacta diretamente cadeias produtivas como turismo, comércio, serviços, hospedagem e economia criativa, gerando renda, empregos temporários e visibilidade para os territórios.</p>
<p>Reunindo artistas consagrados e novas vozes da cena local e nacional, o evento reforça o papel do Pernambuco Meu País como motor econômico, cultural e social. A edição de inverno, realizada entre julho e setembro, movimentou mais de R$ 200 milhões nas cidades por onde passou, evidenciando que a cultura é também um importante vetor de desenvolvimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Programação Pernambuco Meu País Verão – Itamaracá:</strong></p>
<p><em><strong>30/01 &#8211; Sexta-feira</strong></em></p>
<p>18h &#8211; Coco Chinelo de Iaiá</p>
<p>19h &#8211; Carlinhos Bala</p>
<p>20h30 &#8211; Douglas Leon</p>
<p>22h30 &#8211; Caninana</p>
<p>00h30 &#8211; Natanzinho Lima</p>
<p><em>DJ Luan Sobral nos intervalos</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>31/01 &#8211; Sábado</strong></em></p>
<p>18h &#8211; Coco de Mulheres</p>
<p>19h &#8211; Lia de Itamaracá</p>
<p>20h30 &#8211; Gaby Amarantos</p>
<p>22h30 &#8211; Raphaela Santos</p>
<p>00h30 &#8211; Thiaguinho</p>
<p><em>DJ Vibra nos intervalos</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>01/02 &#8211; Domingo</strong></em></p>
<p>16h30 &#8211; Grêmio Recreativo Cultural e Arte Gigante do Samba</p>
<p>17h40 &#8211; Almir Rouche</p>
<p>19h40 &#8211; Ara Ketu</p>
<p>21h40 &#8211; É o Tchan</p>
<p>23h40 &#8211; Xanddy Harmonia</p>
<p><em>DJ Ari Falcão nos intervalos</em></p>
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		<title>Governo de Pernambuco anuncia reconstrução da ponte histórica de Vila Velha, na Ilha de Itamaracá</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/governo-de-pernambuco-anuncia-reconstrucao-da-ponte-historica-de-vila-velha-na-ilha-de-itamaraca/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 18:37:53 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115210" aria-labelledby="figcaption_attachment_115210" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Arthur de Souza/Setur</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Arthur-de-Souza-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-115210" alt="Arthur de Souza/Setur" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Arthur-de-Souza-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Vila Velha, Ilha de Itamaracá</p></div>
<p>O Governo de Pernambuco vai reconstruir a ponte de acesso à Vila Velha, na Ilha de Itamaracá, na Região Metropolitana do Recife. A contratação de empresa responsável pela obra foi publicada na edição desta quinta-feira (19), do Diário Oficial do Estado (DOE). A iniciativa conta com um investimento de R$ 1,3 milhão e acontece por meio da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh).</p>
<p>&#8220;Pernambuco tem riquezas únicas que fortalecem nosso turismo e obras de infraestrutura impulsionam ainda mais essa indústria que tanto cresce. A reconstrução da ponte que dá acesso à Vila Velha já começa em janeiro para melhorar a vida da população de Itamaracá e dos turistas que visitam o Litoral Norte de Pernambuco. Esta é uma obra que soma à recuperação da PE-001, com um investimento de R$ 9 milhões, que dá acesso ao Forte Orange e a PE-035, que chega ao Pilar, e tem aporte de R$ 25 milhões, por meio do PE na Estrada”, ressaltou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p>Com um investimento total de R$ 1,3 milhão, a obra inclui a reconstrução da ponte sobre o Rio Paripe, na Trilha dos Holandeses, além de melhorias no acesso à região. A previsão é de que a obra inicie no próximo mês de janeiro com prazo de conclusão de um ano.</p>
<p>&#8220;Desde o início, o Governo do Estado esteve empenhado em reestruturar o Litoral Norte. Essa obra em Itamaracá, tão importante para o turismo de Pernambuco, é mais uma das significativas entregas para fortalecer o turismo na região&#8221;, destaca Paulo Nery, secretário de Turismo e Lazer de Pernambuco.</p>
<p>Além de favorecer o turismo local, o novo equipamento beneficiará diretamente os moradores de Vila Velha, garantindo maior segurança e mobilidade para a população. “A reconstrução da ponte de acesso à Vila Velha é um importante equipamento para ilha e para a história do Estado, já que faz parte da Trilha dos Holandeses”, comenta o secretário-executivo de Desenvolvimento Urbano, Francisco Sena.</p>
<p>Tombado pelo Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o povoado de Vila Velha engloba os povoados de Fazendas Nossa Senhora da Conceição, Salinas e São Judas Tadeu; e os Sítios Carmelo, Joque e Paripede. Vila Velha está protegida pelo Estado de Pernambuco por meio da Lei de Tombamento nº 17.181, de 19 de março de 2021 e do Decreto nº 50.528, de 12 de abril de 2021, constituindo Sítio Arqueológico e está inserida na Área de Proteção Ambiental de Santa Cruz, regulamentada através do Decreto nº 32.488, de 17 de outubro de 2008.</p>
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		<title>Aquele inverno gostoso chega valendo em Bezerros, com direito a boas surpresas</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Jul 2024 02:18:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O sábado no povoado de Serra Negra, município de Bezerros (Agreste pernambucano) normalmente já é animado. Imagine com evento. Ainda mais se tratando do Festival Pernambuco Meu País. Os moradores locais encerram a semana de trabalho; os turistas e moradores de temporadas vão chegando. Até o clima parece que entendeu. Frio, garoa, chuva, neblina, cerração. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O sábado no povoado de Serra Negra, município de Bezerros (Agreste pernambucano) normalmente já é animado. Imagine com evento. Ainda mais se tratando do Festival Pernambuco Meu País. Os moradores locais encerram a semana de trabalho; os turistas e moradores de temporadas vão chegando. Até o clima parece que entendeu. Frio, garoa, chuva, neblina, cerração. Todo o pacote para quem queria curtir aquele inverno gostoso. Só faltou nevar. E começou logo cedo. O primeiro polo a encarar o inverno de verdade foi o do palco-caminhão, já na abertura, com o País das Culturas Populares.</p>
<p>No início foi só o friozinho, repare, às 13h. Rolou tranquilo para a primeira atração, o Maracatu Nação Encanto do Dendê. Fundado em 1998, na comunidade de Vista Alegre, município de Jaboatão dos Guararapes (Região Metropolitana do Recife), o Encanto do Dendê é de baque virado e não faz parte da tradição ancestral, como mesmo disse. Porém, faz por merecer o reconhecimento.</p>
<p>Para Bezerros trouxe sua corte e grupo percussivo com integrantes de todas as gerações. O repertório musical contemplou os temas do EP <em>Dendê: Mancha que Não Sai</em>, que o grupo lança nesta segunda-feira (22). A plateia dançou ao lado das personagens-chave da agremiação.</p>
<p>No momento em que Zeca Cirandeiro começou a se apresentar a chuva disse: estou aqui. Infelizmente não houve aquela tradicional roda de ciranda. O público se abrigou sob as cobertas próximas, a maioria dos bares e restaurantes, mas não arredou o pé. Ficou vendo de longe e se balançando ao som das rimas de Zeca, que, com seu grupo, manteve a pisada no palco sem titubear.</p>
<p>Na hora do coco de Mestra Totinha, representante da Ilha de Itamaracá, a coquista entrou logo repetindo o verso &#8220;Cadê o povo daqui?&#8221;. Não deu outra. O povo respondeuse reaproximando aos poucos. A garoa persistiu e a mestra a desafiou com os versos de <em>Cacimba de Beber</em>: &#8220;Chove chuva miudinha/ chuva fina não me molha/ se você não me quiser/ outro quer e você olha./ Chove chuva miudinha/ na cacimba de beber/ esse povo tem inveja desse nosso bem querer.&#8221; Olha para isso. E foi além: &#8220;Está chovendo, mas a gente não deixa o coco morrer não. A gente leva para frente. Com chuva e tudo&#8221;. A plateia entendeu e chegou junto.</p>
<p>Na saideira, o Afoxé Elegbará mostrou a força dos grupos que costumam reverenciar os orixás. Com a bênção de Xangô (ou, no sincretismo religioso, de São Pedro, se preferir), a chuva deu uma trégua e voltou a ter dança com integrantes do Elegbará em meio aos espectadores. A essa altura, com o fim de tarde próximo, a maioria das pessoas já chegava mais prevenida, com guardachuvas, sombrinhas e capas de chuva.</p>
<p><strong>ATRAÇÃO SURPRESA -</strong> Parecia tudo terminado quando o palco foi ocupado por um aluno e cinco alunas do terceiro ano do ensino fundamental da Escola Joaquim Claudiano de Oliveira. As crianças, que participam do projeto literário Cultura na Escola, recitaram versos de literatura de cordel contando a origem da história de Bezerros e de Serra Negra deixando o público bestinha de tão emocionado. Foi lindo.</p>
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		<title>Lia de Itamaracá: 80 anos de majestade de mãos dadas com o público</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jan 2024 19:47:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Eu estava na beira da praia/ouvindo as pancadas/das águas do mar&#8230;&#8221; Não tem um pernambucano que não tenha completado os versos dessa música na cabeça. Existem controvérsias sobre a autoria da mais famosa das loas de ciranda, mas não sobre quem ela fala: Maria Madalena Correia do Nascimento, Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107698" aria-labelledby="figcaption_attachment_107698" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ytallo Barreto/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Lia-de-Itamaracá-foto-Ytallo-Barreto-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-107698" alt="Ytallo Barreto/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Lia-de-Itamaracá-foto-Ytallo-Barreto-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A Rainha da Ciranda, Lia de Itamaracá</p></div>
<p>&#8220;Eu estava na beira da praia/ouvindo as pancadas/das águas do mar&#8230;&#8221; Não tem um pernambucano que não tenha completado os versos dessa música na cabeça. Existem controvérsias sobre a autoria da mais famosa das loas de ciranda, mas não sobre quem ela fala: Maria Madalena Correia do Nascimento, Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>Exatamente há oito décadas, no Litoral Norte de Pernambuco, nascia uma majestade. A Rainha da Ciranda completa 80 anos nesta sexta-feira (12) com toda a pompa e circunstância merecida. O festival O Canto da Sereia, que segue até o domingo (14), na Praia de Jaguaribe, na Ilha de Itamaracá (PE), celebra o legado da artista em sua terra natal.</p>
<p>Em sua terceira edição, o festival chega em um formato especial que dialoga com todas as linguagens artísticas que Lia inspira com sua ciranda: música, dança, religiosidade, audiovisual, moda e literatura, além de muita festa. Realeza da mais democrática e diversa das danças, conquistou seu espaço na música brasileira depois de décadas de trabalho.</p>
<p>O Canto da Sereia conta com incentivo do 6º Edital do Programa de Fomento à Produção em Música de Pernambuco do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) 2021/2022 e apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Também conta com apoio da Prefeitura de Itamaracá, por meio da Secretaria Municipal de Turismo, do Sesc Pernambuco, e da Prefeitura de Natal (RN).</p>
<p>“Eu me interessei pela música com 12 anos de idade. Com 19 anos assumi a responsabilidade de cantar, gravar e ganhar o mundo com a música. Na minha família ninguém canta, ninguém dança. Só eu que nasci com esse dom de cantar”, contou a cirandeira.</p>
<p>Filha de um agricultor e de uma empregada doméstica em uma família grande, com 18 irmãos, Lia ainda menina precisou largar os estudos para trabalhar. Aos 11 anos já fazia serviços na casa do patrão de sua mãe, local em que morou por mais de dez anos.</p>
<p>Foi só as 20 anos que a cantora conheceu a ciranda, ritmo que marcou toda sua trajetória e que a fez conquistar o posto de majestade. “Aqui não tinha ciranda. Só coco de roda, cavalo marinho, maracatu. Quando eu queria ver ciranda ia lá para o Pátio de São Pedro (Centro do Recife) ver alguma coisa para poder fazer a minha linha a partir dos mestres da ciranda”, relembrou sentada na varanda da Embaixada da Ciranda, em Itamaracá.</p>
<p>Questionada sobre o ritmo que ajudou a levar para o mundo, a cantora é taxativa: “Ciranda é uma dança de roda muito importante. Ela não nenhum preconceito. Dança todo o mundo. Começa com as crianças e vai até os adultos. É uma confraternização maravilhosa em que todos dão as mãos”.</p>
<p>Não é para qualquer um chegar aos 80 anos vivendo o pleno auge da carreira, com homenagens por diversos setores de nossa cultura. “As homenagens são maravilhosas e o mais importante é que estão vindo enquanto estou viva. Isso é o que mais me deixa feliz”, garantiu.</p>
<p>Além de ser a homenageada do Carnaval de Pernambuco, a mestra cirandeira é enredo de escolas de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo e já foi tema de inúmeras exposições pelo País.</p>
<p>“O que eu sinto quando estou no palco cantando ciranda é felicidade e tranquilidade. É a melhor coisa do mundo para mim”, afirmou. Cantando, Lia já foi para França, Holanda, Portugal, Alemanha, Inglaterra e muitos outros países sempre levantando a bandeira da cultura popular de Pernambuco.</p>
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		<title>Itamaracá promove Encontro de Institutos Históricos da RMR e Regiões Circunvizinhas</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2022 21:02:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Câmara Municipal de Itamaracá (Av. João Pessoa Guerra, 10, Pilar, Iha de Itamaracá &#8211; PE) abriga neste sábado (9), a partir das 13h, a programação do Encontro de Institutos Históricos da Região Metropolitana do Recife (RMR) e Regiões Circunvizinhas. Organizado pelo Instituto Histórico e Geográfico da Ilha de Itamaracá, o eventocontará com a participação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_78809" aria-labelledby="figcaption_attachment_78809" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/marcelo-renan-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-78809" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/marcelo-renan-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Coordenador do Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Marcelo Renan Oliveira representará a Fundarpe no encontro</p></div>
<p>A Câmara Municipal de Itamaracá (Av. João Pessoa Guerra, 10, Pilar, Iha de Itamaracá &#8211; PE) abriga neste sábado (9), a partir das 13h, a programação do Encontro de Institutos Históricos da Região Metropolitana do Recife (RMR) e Regiões Circunvizinhas. Organizado pelo Instituto Histórico e Geográfico da Ilha de Itamaracá, o eventocontará com a participação de representantes da RMR, Zonas da Mata Norte e Sul.</p>
<p>A abertura contará com a participação de Marcelo Renan (coordenador de Patrimônio Imaterial da Fundarpe), Eduardo Freitas (Empetur) e Edygar Santos (presidente da Associação das Secretarias de Turismo de Pernambuco &#8211; ASTUR).</p>
<p>A ideia do encontro é promover um debate sobre como o patrimônio cultural pode ser utilizado como vetor de desenvolvimento do turismo da região.<em> &#8220;Promover esse debate em um encontro de Institutos Históricos, além de contribuir para a construção de estratégias de desenvolvimento territorial, é uma grande oportunidade para promoção do fortalecimento de uma rede de organizações que visam proteger e valorizar a história, a cultura e os patrimônios culturais de Pernambuco&#8221;</em>, ressalta Edvaldo Júnior, que preside o Instituto Histórico e Geográfico da Ilha de Itamaracá.</p>
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		<title>Projeto Livros Livres leva mais literatura para as ruas da Ilha de Itamaracá</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Apr 2019 20:45:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco comemora a Semana do Livro com uma conquista especial para a ação Livros Livres, que chega ao município da Ilha de Itamaracá nesta quinta-feira (25), às 7h. Com a realização na ilha, o projeto cumpre a meta de alcançar todas as macrorregiões do Estado e todas as cidades da Região Metropolitana do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68285" aria-labelledby="figcaption_attachment_68285" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/8148046098_6b4e1e02af_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-68285" alt="Ricardo Moura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/8148046098_6b4e1e02af_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A ação disponibiliza livros gratuitamente em espaços públicos</p></div>
<p>O Governo de Pernambuco comemora a Semana do Livro com uma conquista especial para a ação<strong> Livros Livres, que chega ao município da Ilha de Itamaracá nesta quinta-feira (25), às 7h.</strong> Com a realização na ilha, o projeto cumpre a meta de alcançar todas as macrorregiões do Estado e todas as cidades da Região Metropolitana do Recife. Criado pela coordenadoria de Literatura da Secult/Fudarpe durante o Festival de Inverno de Garanhuns, em 2012, a ação disponibiliza livros de literatura gratuitamente em espaços públicos.</p>
<p>Tendo como ponto de partida a Praça do Pilar, a ação acontece em parceria com a Prefeitura de Itamaracá e também deve chegar ao Centro do município e em Vila Velha, somando 100 livros distribuídos no local. O projeto reúne livros doados, títulos vencedores do Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura e publicações incentivadas pelo Funcultura colaborando com a difusão da literatura e de novos autores pernambucanos.</p>
<p>“O livro, no Brasil, é considerado um artigo muito caro. Existe uma estatística mundial que diz que um livro só alcança cinco pessoas. Com esse projeto, queremos que o livro circule e atinja mais do que cinco pessoas”, explica a coordenadora de Literatura, Mariane Bigio, ao adiantar que o plano é de que a ação passe a acontecer mensalmente em diferentes endereços.</p>
<p>Desde a sua criação, em 2012, até hoje,<strong> o projeto já “libertou” mais de cinco mil publicações baseado no conceito de ‘bookcrossing’</strong>, ou seja, o ato de &#8216;esquecer&#8217; livros em lugares públicos para que as pessoas que os encontrem possam lê-los e, eventualmente, deixá-los em outro lugar para que mais pessoas o levem. O material é devidamente etiquetado com um selo explicativo, a proposta é incentivar as pessoas a deixar livros em lugares públicos e transformar a cidade em uma grande biblioteca.</p>
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		<title>Música popular e Literatura chegam com o Outras Palavras à Itamaracá</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Aug 2017 12:55:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O projeto Outras Palavras, realizado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco e Fundarpe segue levando a cultura pernambucana ao cotidiano de escolas do estado. Escritores premiados e referências da cultura popular pernambucana, inclusive Patrimônios Vivos, batem papo com alunos e estimulam vivências culturais. A ação já atingiu diversos municípios do estado, do litoral ao sertão, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto Outras Palavras, realizado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco e Fundarpe segue levando a cultura pernambucana ao cotidiano de escolas do estado. Escritores premiados e referências da cultura popular pernambucana, inclusive Patrimônios Vivos, batem papo com alunos e estimulam vivências culturais.</p>
<p>A ação já atingiu diversos municípios do estado, do litoral ao sertão, atingindo cerca <strong>350 escolas</strong>,<strong> quase 8 mil alunos</strong> e doando<strong> 4.478 livros</strong>.</p>
<p>Na última terça-feira (22), o projeto chegou à Itamaracá. A escola EREM Alberto Augusto de Moraes Pradines abriu as portas para receber o escritor Rômulo César para falar de literatura e da sua obra premiada “Dois Nós na Gravata”, com mediação do jornalista Marcos Enrique Lopes. Além do irreverente Maestro Forró que contagiou a todos com sua alegria e amor pela música local.</p>
<p>Antes de dar inicio as atividades a vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade chamou à frente o professor e gestor do Escola, Caludivan Claudiano da Silva, para receber o Kit de literatura e aproveitou o momento para falar sobre o projeto: <em>“Nós do Outras Palavras temos o imenso prazer de garantir a juventude de hoje acesso à cultura regional, sabemos que geralmente esse tema é assunto ainda raro nas escolas publicas. A equipe que toca este programa acredita que é uma realidade que pode ser mudada através de atividades como esta. É por isso que trouxemos para vocês um escritor premiado no Prêmio Pernambuco de Literatura, além do Maestro Forró, que é referência da música popular pernambucana&#8221;. </em></p>
<div id="attachment_52710" aria-labelledby="figcaption_attachment_52710" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36570754442_7ab07c9408_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-52710" alt="Antonieta Trindade entregando o kit literário " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36570754442_7ab07c9408_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Antonieta Trindade entregando o kit literário</p></div>
<p>Dando início à programação, foi exibido o curta “A Hora da Saída”. O filme foi produzido por alunos da Escola Estadual Santa Paula Frassineti, durante o curso de iniciação ao audiovisual do projeto Cine Cabeça, com direção de Cynara Santos e Gabriela Freitas e roteiro de Lucas Cintra e Vitor Vinícius.</p>
<p>Durante o momento de bate papo literário, o escritor Rômulo César contou que, incentivado pelos pais, ainda muito pequeno costumava escrever contos infantis. Mas acabou cursando Direito na UFPE, o que lhe permitiu ser Procurador Federal, embora nunca tenha deixado a literatura de lado. Aos 39 anos, integrou oficinas literárias de Raimundo Carrero e Paulo Caldas, onde aperfeiçoou técnicas para enriquecer sua escrita.</p>
<p>Sua obra “Dois Nós na Gravata”  foi premiada na categoria contos no Prêmio Pernambuco de Literatura em 2015. O livro foi editado pela CEPE Editora. <em>“É um prazer estar aqui, em especial porque Itamaracá faz parte da minha adolescência. Nos anos 90 passei muito tempo aqui, tenho muita identificação e fico feliz em estar voltando à Ilha para falar sobre literatura, passar um pouco da minha experiência e também da minha arte&#8221;, comentou. </em></p>
<div id="attachment_52711" aria-labelledby="figcaption_attachment_52711" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36344514000_5592583ca3_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-52711" alt="Escritor Rômulo César bate papo mediado por Marcos Enrique Lopes com alunos do EREM Alberto Augusto " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36344514000_5592583ca3_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Escritor Rômulo César bate papo mediado por Marcos Enrique Lopes com alunos do EREM Alberto Augusto</p></div>
<p>Apesar de ter sido premiado na categoria de contos, o escritor revelou que não tem preferência por gênero: “Não é que eu tenha escolhido contos para escrever. Eu trafego por todas as áreas da literatura, mas o que aconteceu foi uma oportunidade para escrever este livro de contos, e tive a honra de ser premiado neste gênero, o que me faz parecer um contista, mas a verdade é que eu quero ser bem mais do que isso.”</p>
<p>Rômulo aproveitou o assunto para falar de sua obra “Dois Nós na Gravata”: <em>“Este é o meu segundo livro, o primeiro foi Minimalidades. Minimalidades é um livro temático que conta a história de pequenos animais chamando para si os sentimentos humanos. Este segundo livro, acho que tem mais a minha cara. Não é um livro temático, é um livro que abrange vários tipos de histórias e situações que fazem o leitor rir ou chorar, um turbilhão de emoções. Essa foi a minha pegada, queria buscar emoções no livro e acho que esse foi o ponto para o sucesso.”</em></p>
<p>Logo os alunos  demonstraram curiosidade no assunto e começaram a abordar o escritor. Perguntado se ser escritor era um sonho de infância, Rômulo respondeu: <em>“Na verdade eu não tinha ideia que seria escritor, apesar de escrever meu primeiro livro com 8 anos. Ali começava a fluir minha veia com ficção. Na minha adolescência eu também gostava muito de ler e isso estimulou a escrita, mas ainda assim não tinha ideia&#8221;.</em></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36344508540_65446cbd11_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-52712" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36344508540_65446cbd11_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /><br />
</a><br />
Rômulo falou também de seus objetivos: “<em>Minha carreira artística ainda está no começo, tenho estudado muito, tentando aprender o máximo possível. É natural que tenha pretensão de publicar muita coisa. Eu diria que hoje o meu objetivo imediato é publicar um livro de poemas, meu segundo e principal objetivo é publicar um romance, mas não qualquer romance. Acho que este gênero exige mais do escritor, não pode ser qualquer romance, você tem que envolver o leitor, emocioná-lo e isso exige uma dedicação. Espero também participar de mais prêmios literários porque isso abre portas, é por isso que estou aqui hoje.”</em></p>
<p>Finalizando o papo, o escritor passou um recado para quem sonha em escrever um dia: <em>“Coragem, você precisa ter coragem para escrever suas impressões do mundo. A leitura é fundamental, ler muitos livros, poesias, buscar por escritores premiados no cenário da literatura e escrever, sentar e escrever, exercitar a escrita, a partir disso as coisas vão fluindo e você vai melhorando cada vez mais e pegando as manhas da literatura.”<br />
</em></p>
<div id="attachment_52713" aria-labelledby="figcaption_attachment_52713" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36570732642_0720377dc6_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-52713" alt="Alunos da Escola EREM Alberto Augusto de Moraes Pradines participaram ativamente do bate papo " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36570732642_0720377dc6_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Alunos da Escola EREM Alberto Augusto de Moraes Pradines participaram ativamente do bate papo</p></div>
<p>Trazendo cultura popular para a escola, o projeto Outras Palavras apresentou, Francisco Amâncio da Silva, conhecido como Maestro Forró. É músico, compositor e arranjador. Ele fundou a Orquestra Popular da Bomba do Hemetério e já foi agraciado com importantes honrarias culturais do estado e do país. No fim dos anos 80, ingressou no Centro Profissionalizante de Criatividade Musical do Recife e depois na Universidade Federal da Paraíba, onde se especializou em Trompete.</p>
<p>Maestro Forró conversou sobre sua trajetória na música e deu uma pequena demonstração do seu trabalho: <em>&#8220;Meu pai foi um cantor de música popular, meu irmão estudou música e se formou pianista. Foi nesse momento que fiquei inquieto, entrei na Academia de Música, mas eu queria mesmo misturar a cultura do meu pai com a partitura do meu irmão. Foi assim que surgiu a Orquestra Popular da Bomba do Hemetério. Fui muito criticado no começo, muitos maestros não me entendiam naquele momento, mas graças a Deus todos me entendem hoje em dia, os próprios incentivam o meu trabalho.”</em></p>
<div id="attachment_52714" aria-labelledby="figcaption_attachment_52714" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36344465630_e09108cbd4_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-52714" alt="Maestro Forró interage com os alunos " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36344465630_e09108cbd4_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Maestro Forró interage com os alunos</p></div>
<p><em>“A parte que mais gosto é interagir com o publico, expressar várias formas de arte. Quando eu soube que viria participar deste projeto fui surpreendido de forma positiva. Mostrar um pouco do meu trabalho para vocês que estão aqui em grande número, de forma muito educada e atenciosa. Eu só tenho a agradecer esta oportunidade.  Quero aproveitar o momento para aconselhar vocês a aproveitarem e extraírem o máximo dessa visita hoje, todo o papo com o escritor Rômulo foi muito importante. Chegamos na era digital e hoje todos estão com o celular na mão, tablets e terminam esquecendo a leitura, principalmente esse público mais jovem como vocês, e é muito satisfatório ver vocês prestando atenção e se interessando por este tema. Ler é um hábito que lhe faz adquirir muitas informações e crescer como pessoa, por isso leiam o máximo que puder.”</em></p>
<div id="attachment_52715" aria-labelledby="figcaption_attachment_52715" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36570742762_21825ac9e1_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-52715" alt="Outras Palavras em Itamaracá " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36570742762_21825ac9e1_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Outras Palavras em Itamaracá</p></div>
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		<title>Centro Cultural Estrela de Lia a um passo da reconstrução</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Aug 2016 16:32:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
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		<category><![CDATA[Centro Cultural Estrela de Lia]]></category>
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		<category><![CDATA[Itamaracá]]></category>
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		<description><![CDATA[Nesta terça-feira (23) será formalizada a assinatura do convênio entre a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – Fundarpe, e o Centro Cultural Estrela de Lia (CCEL) para o repasse de R$ 100 mil referente à Emenda Parlamentar Estadual (260/2014), do deputado Guilherme Uchôa, que visa a execução do projeto de requalificação do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta terça-feira (23) será formalizada a assinatura do convênio entre a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – Fundarpe, e o Centro Cultural Estrela de Lia (CCEL) para o repasse de R$ 100 mil referente à Emenda Parlamentar Estadual (260/2014), do deputado Guilherme Uchôa, que visa a execução do projeto de requalificação do espaço. Desde 2014, o Centro onde a rainha da ciranda e Patrimônio Vivo de Pernambuco, Lia de Itamaracá, difundia a sua arte, na Praia de Jaguaribe, está inativo devido a um desabamento ocorrido por fortes chuvas. Além da assinatura do convênio, será assinada a ordem de serviço para o início das obras.</p>
<p>O momento simbólico acontece em clima de festa, a partir das 17h, no local onde funcionará o Centro Cultural Estrela de Lia, no bairro de Jaguaribe, em Itamaracá. Além de realizar um cortejo pelas ruas do bairro, ao lado de sua boneca gigante, Lia receberá o grupo de percussão e dividirá o palco com As Comadres, projeto do Sesc que reúne as coquistas Aurinha, Dona Glorinha, As Filhas de Baracho e o Coco de Selma. &#8220;É papel do Estado promover seus Patrimônios Vivos e é com este entendimento que o Governo de Pernambuco, através desta emenda parlamentar, está dando todo apoio para reconstrução do espaço de Lia, que reunirá todas as condições para difundir seu trabalho artístico musical, formando novas plateias e construindo um legado para as próximas gerações&#8221;, afirma a presidente da Fundarpe, Márcia Souto.</p>
<p>Segundo Beto Hees, produtor de Lia, as atividades do novo espaço começam ainda enquanto as obras estiverem sendo executadas, quando será oferecido um curso de fotografia, ministrado pelo fotógrafo Ytallo Barreto. &#8220;Já temos dez pessoas interessada no curso. Vai ser interessante acompanhar a reforma e ter o registro desse processo. Precisamos desse material&#8221;, conta Beto.</p>
<div id="attachment_1084" aria-labelledby="figcaption_attachment_1084" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Priscilla Buhr/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/10/4990376674_612e6e12cb_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-1084" alt="Priscilla Buhr/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/10/4990376674_612e6e12cb_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lia de Itamaracá é um dos trinta e nove patrimônios vivos de Pernambuco</p></div>
<p>O projeto de requalificação do centro cultural de Lia de Itamaracá foi elaborado pela Gerência de Preservação Cultural da Fundarpe. Será composto por três ambientes: salão, palco e camarim, destinados às atividades da ciranda de Lia e outros eventos. O palco passará por uma ampliação com construção de duas rampas de acessibilidade, uma de ligação com o salão e outra de ligação direta com o camarim. Outra rampa será reconstruída no acesso principal do centro. Será criado um acesso de serviço com depósito de lixo. Além do valor destinado pela emenda parlamentar, Lia pretende complementar o orçamento com uma nova campanha de arrecadação, cuja meta é atingir cerca de R$ 540 mil.</p>
<p><strong>CENTRO CULTURAL ESTRELA DE LIA</strong> &#8211; Construído em 2005, o Centro Cultural Estrela de Lia é responsável por difundir a arte de Lia de Itamaracá através de rodas de cirandas semanais, sempre aos sábados. Além disso, visa o uso recreacional, educativo e social, projetando o espaço como atração turística e cultural para a comunidade e visitantes da Ilha. A realização da ciranda de Lia envolve a presença de músicos convidados e participação de grande número de pessoas, em maioria da população local. O espaço também propõe a realização de outros eventos e temporadas de apresentação artística: recitais, poéticas, duplas de violeiros, cirandas (Filhas de Baracho), entre outros.</p>
<p>Dentre as oficinas já oferecidas, destacam-se as de arte, cerâmica, percussão, fotografia, malabares, rabeca, teatro, cavalo-marinho e ciranda. As atividades sociais do centro se enquadram em temas como a violência física e verbal no ambiente escolar; sexualidade; Itamaracá e o meio-ambiente; técnicas da pesca não predatória em Itamaracá; resgate das práticas religiosas afro-descendentes na Ilha de Itamaracá e a história do local. Toda a programação cultural realizada no equipamento é gratuita e conta com o envolvimento da comunidade local.</p>
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		<title>Cortejo de cultura popular em Itamaracá</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Feb 2015 14:28:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria de Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Caboclinho Oxóssi Pena Branca]]></category>
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		<category><![CDATA[cultura popular]]></category>
		<category><![CDATA[Itamaracá]]></category>
		<category><![CDATA[Maracatu Nação Pernambuco]]></category>
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		<description><![CDATA[A Ilha de Itamaracá já entrou no clima do carnaval e, neste sábado (14), o cortejo de cultura popular tomou conta das ruas da cidade. Passaram por lá o Maracatu Nação Pernambuco, Caboclinho Oxóssi Pena Branca, a Troça Carnavalesca Mista O Bagaço é Meu, entre outros. Confira o registro do fotógrafo Otávio de Souza.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Ilha de Itamaracá já entrou no clima do carnaval e, neste sábado (14), o cortejo de cultura popular tomou conta das ruas da cidade. Passaram por lá o Maracatu Nação Pernambuco, Caboclinho Oxóssi Pena Branca, a Troça Carnavalesca Mista O Bagaço é Meu, entre outros. Confira o registro do fotógrafo Otávio de Souza.</p>
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