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	<title>Portal Cultura PE &#187; IV Seminário de Educação Patrimonial</title>
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		<title>IV Seminário de Educação Patrimonial discute alternativas para o ambiente escolar</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Aug 2019 15:08:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_70914" aria-labelledby="figcaption_attachment_70914" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Seminário-Educação-Patrimonial_JanRibeiro-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-70914 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Seminário-Educação-Patrimonial_JanRibeiro-3-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A Capoeira, Patrimônio Imaterial do Brasil (IPHAN) e Patrimônio da Humanidade (UNESCO), foi um dos patrimônios imateriais tratados durante o Seminário</p></div>
<p>Numa parceria com a Secretaria Estadual de Educação (SEE), a 12ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, promovida pela Secretaria de Cultura e Fundarpe, realizou nesta última quarta-feira (14), no Memorial da Medicina (Recife), o IV Seminário de Educação Patrimonial &#8211; que este ano teve como tema “Práticas Educativas e Patrimônio Imaterial: saberes e diálogos”. A conferência de abertura foi feita pelo professor Dr. Hugo Menezes Neto (UFPE), na presença de 70 professores da rede pública, com a proposta de levantar questões sobre como abordar a educação patrimonial em sala de aula.</p>
<p>“O Seminário de Educação Patrimonial é a culminância de todo um trabalho que a Unidade de Educação Patrimonial da Fundarpe faz ao longo do ano. A ideia é estimular os professores para que esse trabalho não seja algo pontual, mas contínuo”, explica Amanda Paraíso, coordenadora de Educação Patrimonial da  Fundarpe.</p>
<div id="attachment_70913" aria-labelledby="figcaption_attachment_70913" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Seminário-Educação-Patrimonial_JanRibeiro-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-70913 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Seminário-Educação-Patrimonial_JanRibeiro-2-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Hugo Menezes é vice-chefe do Departamento em Antropologia e Museologia, e do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFPE</p></div>
<p style="text-align: left;">Hugo Menezes é vice-chefe do Departamento em Antropologia e Museologia (DAM), e do Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). É também Doutor em Antropologia pela UFRJ e dedica-se a pesquisas nas áreas de Cultura Popular, Patrimônio Imaterial, Antropologia Urbana e Antropologia Visual, entre outros assuntos.</p>
<p>Na ocasião, Hugo Menezes apresentou uma conferência intitulada “O Patrimônio e a desobediência epistêmica”. “Minha proposta é partir de uma lógica que seja desobediente a uma visão eurocêntrica. A ideia de valor patrimônio foi desenvolvida ao longo do século XX e em determinado momento houve uma escolha feita pelos governantes, ligados à elite brasileira”.</p>
<div id="attachment_70916" aria-labelledby="figcaption_attachment_70916" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Seminário-Educação-Patrimonial_JanRibeiro-5.jpg"><img class="size-medium wp-image-70916 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Seminário-Educação-Patrimonial_JanRibeiro-5-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Conversa com os professores teve a proposta de levantar questões sobre como abordar a educação patrimonial em sala de aula</p></div>
<p style="text-align: left;">Dentre alguns exemplos de concepção do que é patrimônio, o professor citou a cultura ianomâmi, na qual todos os bens de um ente falecido são destruídos. “O que é guardado são as narrativas sobre aquela pessoa, repassadas de geração em geração”.</p>
<p>“A educação patrimonial é uma garantia de direitos, deve ser emancipadora e desobedecer a essa lógica, ainda mais num no nosso país onde existem patrimônios dos mais diversos, de origem indígena e africana”, concluiu o professor, que depois conversou com os professores sobre o tema.</p>
<div id="attachment_70912" aria-labelledby="figcaption_attachment_70912" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Seminário-Educação-Patrimonial_JanRibeiro-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-70912 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Seminário-Educação-Patrimonial_JanRibeiro-1-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Durante o Eixo 1, que tratou da capoeira, a apresentação trouxe um dos aspectos mais importantes deste patrimônio imaterial, que é a música</p></div>
<p>Após a conferência, o grupo foi dividido em duas turmas, que discutiram dois eixos temáticos: (1) Educação e ações de salvaguarda; (2) Racismo, antirracismo e as manifestações culturais. O Eixo 1 contou com a participação da professora Drª Izabel Cordeiro, mais conhecida como Mestra Bel, e Ricardo Pires, o Mestre Mago, ambos do Centro de Capoeira São Salomão.</p>
<p>A apresentação trouxe um dos aspectos mais importantes da capoeira, que é a música. “É nesse ambiente que contamos histórias antigas, de luta e de dor, e levamos essa poesia para vários lugares. Quando falamos da capoeira falamos da herança de povos que vieram escravizados para o Brasil”, disse Mestra Bel. A Capoeira é Patrimônio Imaterial do Brasil pelo IPHAN e Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.</p>
<div id="attachment_70917" aria-labelledby="figcaption_attachment_70917" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Seminário-Educação-Patrimonial_JanRibeiro-6.jpg"><img class="size-medium wp-image-70917 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Seminário-Educação-Patrimonial_JanRibeiro-6-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Quem também participou do Seminário foi o babalorixá Pai Ivo Xambá, representante da Nação Xambá, Patrimônio Vivo de Pernambuco</p></div>
<p style="text-align: left;">Já o eixo 2 teve a presença do mestrando do Programa de Pós graduação em Educação da UFPE, Emerson Nascimento e o babalorixá Ivo de Xambá. Para Pai Ivo da Xambá, representante da Nação Xambá, Patrimônio Vivo de Pernambuco, é importante que se discuta com profundidade em sala de aula a história e a cultura do povo negro brasileiro. “Mandela já dizia: ninguém nasce racista, é a sociedade quem constrói isso. Se dentro do ambiente escolar a gente quebrar essa ideia, vamos conseguir mudar esse quadro”.</p>
<p>O IV Seminário de Educação Patrimonial contou ainda com uma exposição de banners da EREM José Vilela, coordenado pelo professor Anselmo Cabral com o tema “Patrimônio Imaterial de Pernambuco: pesquisas históricas e afetivas em torno dos nossos saberes e fazeres”.</p>
<div id="attachment_70915" aria-labelledby="figcaption_attachment_70915" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Seminário-Educação-Patrimonial_JanRibeiro-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-70915" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Seminário-Educação-Patrimonial_JanRibeiro-4-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O Seminário também contou com a mostra &#8220;Patrimônio Imaterial de Pernambuco: pesquisas históricas e afetivas em torno dos nossos saberes e fazeres&#8221;, elaborada por estudantes da rede pública do estado</p></div>
<p><strong>Rede de Educadores Patrimoniais de Pernambuco –</strong> De acordo com Amanda Paraíso, em maio deste ano foi criada a Rede de Educadores Patrimoniais de Pernambuco, numa parceria entre a Secult-PE/Fundarpe, SEE e Iphan. Na ocasião, professores representantes de cada Gerência Regional de Pernambuco participaram de uma formação para estimular um trabalho contínuo sobre o tema em sala de aula. Alguns educadores envolvidos nesta Rede participaram do Seminário e vão realizar, ao longo deste segundo semestre, uma série de atividades com seus alunos.</p>
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