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	<title>Portal Cultura PE &#187; Ivan do Espírito Santo</title>
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		<title>Orquestra Contemporânea de Olinda em grande estilo no Santa Isabel</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2015 14:06:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova “O bom filho à casa torna!”, já diz a velha – mas sempre certeira – máxima. No caso da Orquestra Contemporânea de Olinda (OCO), essa frase cai como uma luva. Numa parceria com a Petrobras, a big band olindense vem percorrendo todo o país, mas, vez por outra, vem matar as [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/OCO_PraFicar_foto_TiagoCalazans_3-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19056" alt="Tiago Calazans/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/OCO_PraFicar_foto_TiagoCalazans_3-1-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p style="text-align: left;">“<em>O bom filho à casa torna!</em>”, já diz a velha – mas sempre certeira – máxima. No caso da <a href="http://www.orquestraolinda.com.br/" target="_blank"><strong>Orquestra Contemporânea de Olinda</strong></a> (OCO), essa frase cai como uma luva. Numa parceria com a Petrobras, a big band olindense vem percorrendo todo o país, mas, vez por outra, vem matar as saudades da terrinha, como nesta semana. Na próxima sexta (9), o grupo abre o ano de 2015 em grande estilo, se apresentando no Teatro de Santa Isabel (Santo Antônio), no Recife, a partir das 20h30. Eles trazem o último show da turnê “Pra ficar” na capital pernambucana, pois já se preparam para o lançamento do terceiro CD, em março.</p>
<p>Esta será o <em>debut</em> da OCO no histórico e secular Teatro de Santa Isabel, um dos mais imponentes e cultuados do estado. “<em>Estamos bem na vibe, super animados em tocar num teatro lindo como esse, e pela primeira vez. É legal encerrar um ciclo num lugar como o Santa Isabel. O empenho da gente está grande pra fazer um belo show</em>”, conta um dos fundadores da OCO, o percussionista Gilú Amaral. O repertório trará músicas dos discos “Orquestra Contemporânea de Olinda” (2008) e “Pra ficar” (2012), além da música “Rua do Bonfim”, composição do maestro Ivan do Espírito Santo, que já faz parte dos shows da OCO e estará no próximo disco da banda. Para celebrar este momento, dois convidados especiais: a cantora Isadora Melo e o percussionista Lucas dos Prazeres também sobem ao palco.</p>
<p>O show desta sexta também faz parte do circuito nacional que tem feito a OCO excursionar pelo Brasil, com o aporte da Petrobras. Em 2014, eles já passaram por Fortaleza (CE), Belém (PA), Salvador (BA), Brasília (DF), Florianópolis (SC), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). “<em>Esses shows têm sido bem bacanas porque, com isso, a Orquestra tem ampliado e renovado o seu público, que é o foco desse patrocínio da Petrobras. Estamos indo pra lugares que a gente nunca tinha ido, como Belém, por exemplo. Da segunda vez que fomos lá, já tinha a galera cantando nossas músicas. Estamos conquistando um público que não tínhamos antes</em>”, comemora Gilú.</p>
<p>Mais outros 14 shows pelo Brasil estão previstos dentro desse circuito. Os três próximos – Vitória (ES), Belo Horizonte (MG) e Curitiba (PR) – encerram a turnê “Pra ficar”. A partir de março, eles já entram na estrada com o terceiro CD, que também foi patrocinado pela Petrobras. O circuito se encerra no fim de 2015, com um show e gravação de DVD, no Recife. Este é o único, até então, previsto para a capital pernambucana. Mas, como bem nos lembra aquela máxima que abre esta matéria, a OCO deve voltar a tocar por aqui bem antes do fim do ano, prevê Gilú. “<em>Com certeza, vão surgir convites pra gente se apresentar por aqui, com esse disco novo. É o que a gente espera</em>”. Nós também.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Show da Orquestra Contemporânea de Olinda</em><br />
Sexta (9), às 20h30<br />
Teatro de Santa Isabel &#8211; Praça da República, s/n &#8211; Santo Antônio, Recife/PE<br />
R$ 30 (inteira) / R$ 15 (meia entrada), com ingressos à venda no <a href="http://www.eventick.com.br/oconosantaisabel" target="_blank">Eventick</a>  ou na bilheteria do teatro.</p>
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		<title>O lado B de Capiba é revisitado</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Oct 2014 20:46:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Dono de uma obra digna de reverências, contabilizando mais de 200 composições, Lourenço da Fonseca Barbosa inscreveu sua história na música brasileira sob o nome Capiba, se tornando o mais conhecido compositor de frevos do país. No entanto, ele foi bem mais além do frenético ritmo carnavalesco pernambucano. Capiba também compôs [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Dono de uma obra digna de reverências, contabilizando mais de 200 composições, Lourenço da Fonseca Barbosa inscreveu sua história na música brasileira sob o nome Capiba, se tornando o mais conhecido compositor de frevos do país. No entanto, ele foi bem mais além do frenético ritmo carnavalesco pernambucano. Capiba também compôs valsas, choros, baiões, toadas e inúmeras outras canções que retratam um outro lado do inconteste talento musical do artista, natural de Surubim. Parte desse legado ganha nova roupagem, no disco <em>Capiba, Elas e Outras Canções</em>, que será lançado neste sábado (25), com um show no Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu), a partir das 20h. O projeto é uma realização da Sambada Comunicação e Cultura e tem incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Capa-do-Disco.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-15982" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Capa-do-Disco-542x486.jpg" width="542" height="486" /></a></p>
<p>São 10 canções, quase todas “lados B” da obra de Capiba, que ganharam novos arranjos e as vozes de 10 cantoras da atualidade para interpretá-las. No show deste sábado, cinco delas sobem ao palco: as pernambucanas Cláudia Beija, Ylana Queiroga, Rogéria, Karynna Spinelli e Solis. No disco, além delas, mais duas pernambucanas, Vanessa Oliveira e Alessandra Leão, além de Juçara Marçal (SP), Nana (BA) e Fernanda Cabral (DF). Cada faixa contou com um arranjador diferente, vestindo sua canção com uma identidade bem particular. Fazem parte do time de arranjadores nomes como Juliano Holanda, Yuri Queiroga, Caçapa, Hugo Linns, Ivan do Espírito Santo, o grupo Metá Metá, entre outros. Isso conferiu ao trabalho uma diversidade de ritmos, que vão da bossa nova ao samba e maracatu, até mesmo ska, num passeio de timbres, entre o orgânico/acústico e o eletrônico. Essa miscelânea sonora ganhou unidade pelas mãos do experiente Missionário José, produtor musical do disco.</p>
<p>A escolha do repertório teve a consultoria do pesquisador Renato Phaelante, especialista nas discografias de Capiba e de nomes como Nelson Ferreira, Antonio Maria e outros. O foco, segundo Paloma Granjeiro, da Sambada Comunicação, era dar visibilidade às canções menos conhecidas de Capiba. <em>Resto de saudade</em> e <em>Serenata Suburbana</em> são as exceções, consagrados clássicos do compositor. As demais são do repertório de Capiba ainda pouco explorado, mas muito tocante da sua obra. “<em>Nossa intenção era justamente mostrar ao público esse lado de Capiba, que tinha uma infinidade de belas canções, que dão pano pra manga. E para dar essa cara mais original, resolvemos convidar cantoras que tem um trabalho consistente, mas ainda novo, fora do </em>mainstream”, explica Paloma.</p>
<div id="attachment_15983" aria-labelledby="figcaption_attachment_15983" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/collage.jpg"><img class="size-medium wp-image-15983" alt="A pernambucanas Ylana Queiroga (dir.) e Rogéria (esq.) estão no projeto e se apresentam neste sábado" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/collage-607x303.jpg" width="607" height="303" /></a><p class="wp-caption-text">A pernambucanas Ylana Queiroga (esq.) e Rogéria (dir.) estão no projeto e se apresentam neste sábado</p></div>
<p>Escolhido o repertório, chega a hora de vestir as músicas. Cada arranjador escolhido imprimiu sua marca à canção escolhida. <em>Sem pressa de chegar</em>, com arranjo de Yuri Queiroga e cantada pela irmã Ylana, ganha uma surpreendente versão em ska. A baiana Nana foi a única das cantoras que também arranjou a música que interpretou. <em>Ai de mim</em> conta apenas com ela e Missionário José, numa levada com programações eletrônicas. Já o maestro Ivan do Espírito Santo deu um dos arranjos mais clássicos do disco, em <em>Resto de saudade</em>, interpretada por Solis, assim como <em>Campina, Cidade Rainha</em>, interpretada por Fernanda Cabral, com arranjos de Marcos FM. Juliano Holanda, arranjador de <em>Eh! Uá calunga</em>, na voz de Karynna Spinelli, resgata a ligação de Capiba com a tradição do maracatus. O grupo Metá Metá conferiu autoralidade ao arranjo criado para <em>Serenata Suburbana</em>, na voz de Juçara Marçal.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/v6EQz4u17Uk" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O show deste sábado é uma adaptação do disco <em>Capiba, Elas e Outras Canções</em> e traz mais duas músicas: <em>Frevo Ciranda</em> e <em>Não quero mais</em>. Com direção musical de Juliano Holanda, a banda que acompanha as cantoras é composta por Guga Fonseca (teclado, samplers e sintetizadores, Rogério Victor (baixo elétrico e acústico), Gilú (percussão) e o próprio Juliano (viola, violão e guitarra). O show terá, ainda, a participação de Fernando Rangel (baixo acústico) e Roberta Belo (oboé).</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Lançamento do CD <em>Capiba, Ela e Outras Canções</em><br />
Show com Cláudia Beija, Ylana Queiroga, Rogéria, Karynna Spinelli e Solis<br />
Sábado (25), às 20h<br />
Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu)<br />
Entrada franca</p>
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