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	<title>Portal Cultura PE &#187; Jaboatão dos Guararapes</title>
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		<title>Festival conhece a força do hardcore e do metal do Agreste</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Aug 2024 06:14:36 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O polo País da Música do Festival Pernambuco Meu País, em Caruaru, quinta etapa do evento, comprovou neste sábado (10) a força do chamado rock pesado pernambucano, em especial do Agreste, e sobretudo da Capital do Forró. No caminhão-palco estacionado no pátio da Estação Ferroviária, as experientes bandas Sangue de Barro e Alkymenia ciceronearam a Saga HC, de Jaboatão dos Guararapes (Região Metropolitana do Recife). Os fãs não decepcionaram e compareceram em número expressivo.</p>
<p>O Agreste pernambucano sempre teve uma forte cena de hardcore e de metal. O intercâmbio entre os grupos de cá com os das demais regiões também não é de hoje. O esquente da noite deste sábado ficou a cargo da visitante, cujas letras das músicas, como Vícios e Sem Saída, apresentam-se como crônicas de seu bairro, Prazeres, e de sua cidade. O público entendeu o recado.</p>
<p>Em formato clássico com voz, duas guitarras, baixo e bateria, acabou prestando um belo tributo às anfitriãs convidando para participações especiais os percussionistas Wellington (zabumba) e Leonardo (triângulo), da Forró Iburicando, do bairro do Ibura, do Recife. Ainda prestou um tributo a Chico Science com uma versões personalizadas de Coco Dub (Afrociberdelia) e Banditismo por uma Questão de Classe.</p>
<p>Composta pelos irmãos Lalo (baixo e vocal), Sandro Silva (guitarra) e Dennis Kreimer (bateria), em formato power trio, a Alkymenia atraiu uma legião de fãs para o País da Música. Feliz por estar em casa, apresentou o repertório de seu álbum mais recente, gravado na Dinamarca. O grupo, aliás, é habitué do Velho Continente, onde se apresenta todos os anos.</p>
<p>E para finalizar a segunda noite do palco-caminhão, a veterana Sangue de Barrou comprovou porque é uma das bandas mais experientes do Estado e uma das mais queridas, sobretudo pelo público da região. Não à tôa surgiu em 18 de Maio de 1998, nada mais, nada menos, do que no aniversário da cidade.</p>
<p>Por quase uma hora, diante de centenas de fãs, a Sangue de Barro destilou seu repertório que vem construindo há mais de um quarto de século, com direito a novas canções, que irão integrar o próximo álbum, Quebranto (ainda sem data de lançamento). A mistura de voz, duas guitarras, baixo e bateria com zabumba e pífano denota que o DNA das influências regionais está mesmo no sangue. Com direito a mais algumas faixas bônus e um bis, foi difícil tirar os rapazes do palco. Era muita vontade de tocar e do público de assistir, por quase mais meia hora. Uma noite para marcar a importância do HC e do metal no Pernambuco Meu País.</p>
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		<title>Homenageados do Carnaval de Pernambuco 2024 recebem troféus da governadora Raquel Lyra</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Feb 2024 14:17:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os grandes homenageados do Carnaval de Pernambuco 2024 participaram de um encontro com a governadora Raquel Lyra e a vice, Priscila Krause, nesta quarta-feira (7), no Palácio do Campo das Princesas. Os cantores Alceu Valença, Lia de Itamaracá e Claudionor Germano receberam das mãos das gestoras troféus em reconhecimento ao legado artístico. Os artistas ainda [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os grandes homenageados do Carnaval de Pernambuco 2024 participaram de um encontro com a governadora Raquel Lyra e a vice, Priscila Krause, nesta quarta-feira (7), no Palácio do Campo das Princesas. Os cantores Alceu Valença, Lia de Itamaracá e Claudionor Germano receberam das mãos das gestoras troféus em reconhecimento ao legado artístico. Os artistas ainda cantaram alguns dos sucessos no palco montado no jardim da sede do Governo de Pernambuco. Esta é a primeira vez que o Estado reverencia esses ícones da cultura e da música no ciclo carnavalesco. Este ano, a festividade recebe o dobro do investimento aplicado no ano passado. Serão R$ 20 milhões destinados a contratações de artistas da cultura popular, que farão 820 apresentações em 91 municípios.</p>
<p>“Quando falamos de Claudionor Germano, Lia de Itamaracá e Alceu Valença, nós estamos homenageando quem garantiu que o Carnaval de Pernambuco pudesse ser parte da cultura do Brasil e do mundo. Eles são símbolos do que Pernambuco é, uma cultura popular com identidade forte. Vamos fazer o melhor e maior Carnaval do Estado, com a garantia de segurança pública e a alegria que o nosso povo sabe fazer”, destacou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p>“Fico feliz porque existe esse reconhecimento. O maior pagamento que recebo do meu trabalho é a simpatia e o bem-querer que esse povo tem por mim, e eu por ele”, registrou Claudionor Germano. A cantora Lia de Itamaracá também dividiu o sentimento da noite. “Estou recebendo essa homenagem ainda viva. Isso é que é muito importante para mim. Eu viva, com muita energia, muita força, muita luta, muita garra e muito axé”, falou Lia. Por sua vez, Alceu Valença expressou o que é o Carnaval para ele. “O Carnaval de Pernambuco é tradicional e ao mesmo tempo é atual. Ele se renova. E eu tenho o prazer de participar dessa festa e de levar a cultura de Pernambuco para tudo que é canto”, disse Alceu.</p>
<p>O Carnaval de Pernambuco é realizado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), da Secretaria Estadual de Turismo (Setur-PE) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur). Entre as ações realizadas durante o período carnavalesco estão o apoio ao Homem da Meia-Noite, com o incentivo de R$ 100 mil, e ao Galo da Madrugada, que recebe o investimento na ordem de R$ 700 mil.</p>
<p>“É uma noite muito especial para todos nós que fazemos o Governo de Pernambuco, poder homenagear três ícones dos nossos carnavais. Lia de Itamaracá e Claudionor Germano, que são Patrimônios Vivos, e Alceu Valença, juntos, contam a história dos Carnavais pernambucanos”, ressaltou a secretária de Cultura, Cacau de Paula.</p>
<p>Durante o evento, a governadora entregou uma homenagem a Luz Morena, filha de Naná Vasconcelos, pela forte contribuição do seu pai na cultura pernambucana e brasileira. Na ocasião, ainda se apresentaram o Maracatu Estrela de Ouro e o Maracatu Leão Coroado.</p>
<p>Estiveram presentes também o deputado estadual Izaías Régis, os prefeitos Mano Medeiros (Jaboatão dos Guararapes) e Lucielle Laurentino (Bezerros), secretários estaduais, além dos artistas Almir Rouche, Nonô Germano, Novinho da Paraíba, Marron Brasileiro, Ed Carlos, Benil, André Rio e Pecinho Amorim.</p>
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		<title>SECULT-PE de ANDADA visita o Terreiro Ẹgbẹ́ Ọmọ L&#8217;Omi, em Jaboatão dos Guararapes</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 14:29:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O sétimo SECULT-PE de ANDADA foi realizado no Terreiro Ẹgbẹ́ Ọmọ L&#8217;Omi, no município de Jaboatão dos Guararapes. O encontro manteve a pegada crescente, de agregar cada vez mais manifestações culturais e comunidades numa única edição. O momento foi uma roda de escutas em conjunto, de artistas e lideranças religiosas dos bairros Zumbi do Pacheco, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O sétimo SECULT-PE de ANDADA foi realizado no Terreiro Ẹgbẹ́ Ọmọ L&#8217;Omi, no município de Jaboatão dos Guararapes. O encontro manteve a pegada crescente, de agregar cada vez mais manifestações culturais e comunidades numa única edição. O momento foi uma roda de escutas em conjunto, de artistas e lideranças religiosas dos bairros Zumbi do Pacheco, Ibura e Três Carneiros Baixo com o secretário de Cultura de Pernambuco, Silvério Pessoa, e o secretário executivo de Turismo, Cultura e Lazer de Jaboatão, Pedro Henrique Carvalho, representando a prefeitura. Aperte o <em>play</em> acima e confira tudo o que rolou por lá.</p>
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		<title>Após dez anos, espetáculo &#8220;Batalha dos Guararapes &#8211; Assim Nasceu a Pátria&#8221; volta a ser encenado</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2022 14:18:03 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/batalha-dos-guararapes.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97182" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/batalha-dos-guararapes-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>O espetáculo &#8220;Batalha dos Guararapes &#8211; Assim Nasceu a Pátria&#8221;, que resgata um dos mais importantes fatos históricos do Brasil, está de volta ao Parque Histórico Nacional dos Guararapes, em Jaboatão dos Guararapes, para quatro apresentações gratuitas, entre os dias 12 e 15 de novembro, a partir das 20h. A encenação mostra os bastidores das batalhas que culminaram com a expulsão dos holandeses do Brasil, entre 1630 e 1649.</p>
<p>Apesar de escrito com base em fatos históricos, cujas encenações tiveram início em 1984, o público pode esperar novidades nesta volta das encenações ao ar livre, após um hiato de dez anos. Em sua 8ª edição, a montagem anhou novo formato, totalmente inédito, com texto e direção do dramaturgo, diretor teatral, ator e produtor cultural Ruy Aguiar. Nessa versão, a encenação abordará a saga da invasão holandesa a partir do ano de 1630, com o início do domínio da Companhia das Índias, até o momento mais representativo desse período, que foram as duas Batalhas dos Guararapes. Todas as apresentações têm intérprete de Libras.</p>
<p>Além do elenco principal, formado por atrizes e atores pernambucanos, dando vida às personagens históricas da corte holandesa e da resistência formada por indígenas, negros e portugueses, as batalhas serão encenadas com danças executadas pelo Corpo de Balé do projeto Ária Social e a participação do Grupo de Bacamarteiros do Cabo de Santo Agostinho. Na apresentação, com 1h30, o público irá acompanhar episódios marcantes que culminaram na Batalha dos Guararapes, como as batalhas do Monte Tabocas, do Engenho de Casa Forte e de Tejucupapo, e também a vida da corte, com suas festas e intrigas. A tradição da quadrilha, dança de origem francesa, o Lundu, música de origem africana, entre outras manifestações artísticas da época, darão o clima festivo ao espetáculo, com cenas ambientadas nos salões do Palácio de Friburgo, sede do governo holandês, representado pelo Conde Maurício de Nassau.</p>
<p>A trilha sonora original do espetáculo foi composta pelo compositor e cantor Demétrio Rangel, com arranjos de Mangoth, arranjador e pianista, entre setembro e outubro de 2022. São 4 faixas criadas sob encomenda, de acordo com o texto de Ruy Aguiar. &#8220;A Emboscada&#8221;, uma suíte brasileira com quatro movimentos de dança: marcha, perré, guerra e maculelê; &#8220;Tabocas&#8221;, uma música que tem 3 movimentos de dança, toré, maculelê e a marcha com refrão do hino de Recife; &#8220;Tejucupapo&#8221;, que tem base rítmica na música indígena do toré e do caboclinho; e a apoteose, &#8220;A Batalha&#8221;, que é uma música instrumental com muitos efeitos e orquestra com textura musical de marcha cívica e música afro, que traz, em clarim, citação ao hino de Jaboatão dos Guararapes. Os originais foram gravados de forma digital a base de Sampler, no Fábrica Estúdio.</p>
<p><strong>MULHERES -</strong> Apesar do protagonismo do Conde Nassau, das suas investidas expansionistas rumo às vizinhas, Alagoas e Bahia, seus acordos com Portugal e as traições, e da participação de coadjuvantes masculinos de peso, entre os quais o senhor de engenho João Fernandes Vieira; o brasileiro de origem portuguesa, André Vidal de Negreiros; o indígena, Filipe Camarão e o filho de escravos, Henrique Dias, a encenação deste ano irá enfocar a participação feminina nos conflitos. <em>“Tentamos resgatar a história de mulheres que foram apagadas ao longo dos anos, como Clara Camarão, esposa de Filipe Camarão, as guerreiras de Tejucupapo, entre outras mulheres, que foram usadas como escudo na batalha de Casa Forte”</em>, destaca o diretor, Ruy Aguiar.</p>
<p><strong>PROMOÇÃO -</strong> O espetáculo é realizado pela Métron Produções e conta com patrocínio da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Atacadão, Copergás e Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes, além do apoio cultural da Parlare Marketing Cultural, Fundação Cultural Guararapes e do Exército Brasileiro. Em cena, a montagem conta com 83 artistas, entre atores, bacamarteiros e bailarinos, 100 figurantes, 100 profissionais da área técnica, uma média de 300 empregos temporários.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Espetáculo &#8220;Batalha dos Guararapes &#8211; Assim Nasceu a Pátria&#8221;<br />
Quando: 12, 13, 14 e 15 de novembro de 2022 (sábado, domingo, segunda e terça-feira), às 20h<br />
Local: Parque Histórico Nacional dos Guararapes (Terreno da Festa da Pitomba)<br />
Acesso gratuito</p>
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		<title>Cartilha reúne bens tombados de Jaboatão dos Guararapes</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cartilha-reune-bens-tombados-de-jaboatao-dos-guararapes/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2022 21:49:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ADCE Produções Culturais lança a Cartilha de Educação Patrimonial dos Bens Edificados Tombados de Jaboatão dos Guararapes, desenvolvida a partir de um projeto contemplado pela Lei Aldir Blanc em Pernambuco. A publicação foi desenvolvida pela produtora cultural Dora Dimenstein sobre o patrimônio da cidade, com apoio da Prefeitura do Jaboatão, para trazer luz a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/9w-xrbs2AwM" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A ADCE Produções Culturais lança a Cartilha de Educação Patrimonial dos Bens Edificados Tombados de Jaboatão dos Guararapes, desenvolvida a partir de um projeto contemplado pela Lei Aldir Blanc em Pernambuco. A publicação foi desenvolvida pela produtora cultural Dora Dimenstein sobre o patrimônio da cidade, com apoio da Prefeitura do Jaboatão, para trazer luz a uma riqueza que a tornaram local de residência de vários personagens importantes para a história pernambucana como Frei Jaboatão, Gervásio Pires, Barão de Lucena, Padre Chromácio Leão, Paulo Freire, Amélia Brandão, Benedito da Cunha Melo e muitos outros.</p>
<p><em>“Esta é uma contribuição que visa proporcionar um panorama de importantes edificações existentes em Jaboatão dos Guararapes que são tombadas e, desta forma, estão protegidas por leis para serem preservados, conservados e utilizados. Entretanto, não são de conhecimento geral”</em>, destaca a produtora cultural. A cartilha visa assim ajudar a tornar conhecidos diversos patrimônios da cidade, protegidos por leis federais, estaduais e municipais entre os quais estão a Ruínas da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos (tombada pelo Decreto Estadual n° 6239), que, segundo registros, tem sua construção referenciada em 1774, apesar de não se ter a data exata. O local e seu entorno representam um marco de fatos históricos memoráveis por ter sido construída por escravos que eram membros das irmandades do Rosário, que trabalhavam arduamente produzindo objetos para serem comercializados com renda revertida para sua obra na regional de Muribeca.</p>
<p>Apesar das restrições financeiras e de liberdade, os escravos construíam suas próprias igrejas, se possível, tão ricas e ornamentadas como as construídas pela elite branca. E a devoção era tanta que, na época, realizavam os cânticos todos os dias às 17h e às 19h, o terço e ainda aos sábados missas. Nos dias de hoje, sua condição de ruínas é um dos aspectos mais característicos e peculiares da localidade e, por isso, toda esta área representa muito não só para o município como para o Estado de Pernambuco. E, desta forma, poder se melhor conhecida através da Cartilha de Educação Patrimonial que está disponibilizada pela plataforma online Mirada Janela Cultural (<strong><a href="https://www.miradajanela.com/2022/04/cartilha-de-educacao-patrimonial-dora.html" target="_blank">www.miradajanela.com/2022/04/cartilha-de-educacao-patrimonial-dora.html</a></strong>) e ainda conferir uma aula dinâmica sobre os bens edificados tombados na cidade do Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco, acessível em Canal do Youtube (<strong><a href="https://youtu.be/9w-xrbs2AwM" target="_blank">youtu.be/9w-xrbs2AwM</a></strong>) com tradução em libras, que pode ainda ser transformada em uma atividade a ser vista e levada para salas de aula de qualquer localidade.</p>
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		<item>
		<title>Festival Viaduto Prazeres Hip Hop começa nesta segunda-feira (28)</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2022 17:28:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Jaboatão dos Guararapes sedia, nesta segunda e terça-feira (28 e e 29 de março), a 12ª edição do Festival Viaduto Prazeres Hip Hop. Criado há 11 anos, o evento tem como objetivo mudar a identidade cultural do município e a vida de crianças, jovens e adolescentes da periferia. O festival, que costuma acontecer no espaço [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/Viaduto-Prazeres-Hip-Hop-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-92257" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/Viaduto-Prazeres-Hip-Hop-1-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>Jaboatão dos Guararapes sedia, nesta segunda e terça-feira (28 e e 29 de março), a 12ª edição do Festival Viaduto Prazeres Hip Hop. Criado há 11 anos, o evento tem como objetivo mudar a identidade cultural do município e a vida de crianças, jovens e adolescentes da periferia. O festival, que costuma acontecer no espaço de convivência do Viaduto Geraldo Melo, em Prazeres, por conta da pandemia, será realizado nesta edição de forma on-line. Na programação, diversos shows, entrevistas e oficinas culturais. A transmissão acontece de forma gratuita através do canal do projeto no Youtube Viaduto Prazeres Hip Hop/PE (<a href="https://www.youtube.com/channel/UC837W5HQSzYWtA3mCYBXFvg" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UC837W5HQSzYWtA3mCYBXFvg</strong></a>). A iniciativa conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco.</p>
<p>Idealizado pelo rapper e produtor cultural Claudio Ferreira, o Sr. Kbça, o festival já é reconhecido nacionalmente como um dos maiores palcos independentes da cultura <em>hip hop</em> de Pernambuco, atraindo crianças e jovens para a prática da dança, da música, das artes plásticas e da discotecagem.<em> “Nosso objetivo é transformar o Viaduto Geraldo Melo em um verdadeiro celeiro cultural e de aprendizado, apontando caminhos e dando oportunidades para jovens e adolescentes saírem da ociosidade ao entrar na cultura hip hop. Conhecimento é uma das maiores armas da nossa cultura”</em>, explica Sr. Kbça.</p>
<p>Assim, no dia 28 (segunda-feira), a programação traz shows de Mano Legal (CGC), Gudang Mob, Erupção Rap e DJ Baloo. Ainda estão previstas uma oficina de<em> breaking</em>, com Levi Costa, e uma oficina de grafite, com Larva. Finalizando o dia, uma palestra sobre cidadania e cultura de paz ministrada pelo sociólogo da favela.</p>
<p>No dia seguinte, 29 (terça-feira), quem abre a programação é o grupo de danças urbanas Step Evolution. Logo depois, está previsto o lançamento do livro “Pedagogia Hip Hop”, de Bgirl Cris, uma obra que fala sobre a consciência, a resistência e os saberes da cultura <em>hip hop</em>, destacando toda a importância do movimento para a população negra e periférica.</p>
<p>Depois o festival recebe apresentações de Mari Periférica e Formiga, Lord KLV e Anderson MC, DJ Nuno e o grupo de rap Soulssegado Polho. Finalizando a programação, uma oficina de mídias digitais, com Francisco Fabiano e uma oficina sobre cidadania e cultura de paz.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre o festival</strong></span><br />
Com foco na disseminação da cultura hip hop, o festival ganhou fama e conquistou seu espaço tendo como principal atrativo a realização de oficinas ligadas ao hip hop, cyphers, batalhas de MCs e shows de música rap nos fins de semana, das 13h às 22h.</p>
<p>Para prestigiar os artistas locais, 90% da grade de atrações do festival é composta por artistas da terra. Mas artistas de alcance nacional também já passaram pelos palcos do festival, se apresentando sob o viaduto, como, por exemplo, Rapadura (CE), Ariele Oliveira (AL) e Conexão Lamarão (SE), entre outros.</p>
<p>Mais informações: 81. 9 8546.0661 / @claudioferreirsouza.</p>
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		<title>Peça &#8220;Jeremias e as Caraminholas&#8221; ganha apresentação gratuita em Jaboatão dos Guararapes</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2022 09:50:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Cine Teatro Samuel Campelo, localizado no centro de Jaboatão dos Guararapes, recebe neste sábado (19), a partir das 16h, a encenação do espetáculo &#8220;Jeremias e as Caraminholas&#8221; e o lançamento do livro &#8220;Igor &#38; Lia e os monstro do mundo sem fim&#8221;. Para ter acesso ao equipamento cultural, será necessário apresentar o comprovante de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/TEATRANDO-1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-91899" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/TEATRANDO-1-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p>O Cine Teatro Samuel Campelo, localizado no centro de Jaboatão dos Guararapes, recebe neste sábado (19), a partir das 16h, a encenação do espetáculo &#8220;Jeremias e as Caraminholas&#8221; e o lançamento do livro &#8220;Igor &amp; Lia e os monstro do mundo sem fim&#8221;. Para ter acesso ao equipamento cultural, será necessário apresentar o comprovante de vacinação. A entrada é gratuita.</p>
<p>A iniciativa, contemplada pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, integra o projeto Teatrando &#8211; Teatro para crianças em Jaboatão, capitaneado pelo grupo jaboatonense Teatro do Amanhã. Após a exibição da peça, haverá o lançamento do livro &#8220;Igor &amp; Lia e os monstro do mundo sem fim&#8221;, um texto teatral para crianças, escrito pelo ator e diretor Rodrigo Hermínio, que aborda as temáticas da depressão e ansiedade na infância.</p>
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		<title>Espetáculo “Histórias de um Pano de Roda” encerra circulação por cidades da RMR</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Dec 2021 11:27:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Cia. Brincantes de Circo encerra nesta sexta-feira (17), às 16h, no Teatro Souci &#8211; Aria Social Espaço de Dança e Arte, em Jaboatão dos Guararapes; e sábado (18), às 19h, no Coletivo Caverna, em Olinda, o projeto de circulação do espetáculo “Histórias de um Pano de Roda”. Incentivada pelo Governo do Estado de Pernambuco, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/Histórias-Hermilo-2019-F.-Rogério-Alves-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-89620" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/Histórias-Hermilo-2019-F.-Rogério-Alves-2-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a></p>
<p>A Cia. Brincantes de Circo encerra nesta sexta-feira (17), às 16h, no Teatro Souci &#8211; Aria Social Espaço de Dança e Arte, em Jaboatão dos Guararapes; e sábado (18), às 19h, no Coletivo Caverna, em Olinda, o projeto de circulação do espetáculo “Histórias de um Pano de Roda”. Incentivada pelo Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a montagem já teve apresentações no Recife e em Igarassu.</p>
<p>As apresentações são gratuitas e ainda garantirá o acesso às pessoas com deficiência auditiva, disponibilizando a tradução em Libras em suas sessões. Os ingressos serão distribuídos na bilheteria de cada espaço, no dia da apresentação. Mais informações pelo perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/ciabrincantesdecirco/" target="_blank"><strong>@ciabrincantesdecirco</strong></a>.</p>
<p>“Histórias de um Pano de Roda” é um espetáculo documental que convida o público a conhecer a paixão que mantém esses artistas em estado de resistência. Costurado com depoimentos de circenses, o espetáculo expõe os bastidores da luta de artistas invisibilizados pelo preconceito, o descaso e a exploração. Tudo atravessado de ternura e gratidão entre os protagonistas que evocam nomes que encantaram, e ainda encantam, gerações, como Picolino, Cascudo, Carequinha, entre outros.</p>
<p>A dramaturgia, assinada por Ceronha Pontes, gira em torno de um velho palhaço que entrega paciente e generosamente seus conhecimentos e seu acervo a um jovem que lhe acompanha desde criança. Passando a história adiante ele afirma: “Preste atenção. A corda bamba da vida vai te derrubar muitas vezes. Na queda pegue impulso”. E diz mais: “Palhaço não morre. O circo também não há de morrer”. Mestre e aprendiz, uma metáfora do movimento da vida, que se refaz à revelia da ação destruidora do capital.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></span></p>
<p>- JABOATÃO DOS GUARARAPES &#8211; 17/12, às 16h<br />
TEATRO SOUCI &#8211; Aria Social Espaço de Dança e Arte<br />
Avenida Canal Setúbal, 766, Jaboatão dos Guararapes</p>
<p>- OLINDA &#8211; 18/12, às 19h<br />
COLETIVO CAVERNA<br />
Rua Ouriço do Mar, quadra D-14, Nº 32, Ouro Preto &#8211; Olinda</p>
<p>Mais informação: <strong>ciabrincantesdecirco@gmail.com</strong> / <a href="https://www.instagram.com/ciabrincantesdecirco/" target="_blank"><strong>@ciabrincantesdecirco</strong></a></p>
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		<title>&#8220;Outras Palavras&#8221; anuncia programação para o mês de junho</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/em-junho-outras-palavras-estimula-interacao-de-estudantes-com-cinema-teatro-e-cultura-popular/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Jun 2018 21:35:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Durante o mês de junho, o Outras Palavras vai circular pela Região Metropolitana do Recife com outras cinco edições, desta vez promovendo uma interação entre estudantes de escolas públicas e outras linguagens artísticas além da literatura, como cinema, teatro, música e cultura popular. A maratona inicia já na próxima quinta-feira (7), às [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_55719" aria-labelledby="figcaption_attachment_55719" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38725486092_70cfc00c5e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55719 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38725486092_70cfc00c5e_k-607x382.jpg" width="607" height="382" /></a><p class="wp-caption-text">A coquista Dona Glorinha do Coco, um dos símbolos da cultura popular pernambucana, é uma das atrações do Outras Palavras neste mês</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Marcus Iglesias</strong></em></p>
<p>Durante o mês de junho, o <strong>Outras Palavras</strong> vai circular pela Região Metropolitana do Recife com outras cinco edições, desta vez promovendo uma interação entre estudantes de escolas públicas e outras linguagens artísticas além da literatura, como cinema, teatro, música e cultura popular. A maratona inicia já na próxima quinta-feira (7), às 14h, com uma sessão do Cine Estação, no Museu do Trem, e segue até o dia 19, com outros artistas previstos na programação, como a coquista Dona Glorinha do Coco.</p>
<p><em>“Nós podemos afirmar, sem medo de errar, que o Outras Palavras está consolidado enquanto política pública de integração entre a cultura e a educação. O retorno que recebemos dos gestores e professores revela um enorme impacto do projeto entre os estudantes que participaram das várias edições realizadas, tanto por iniciativa da Secult-PE e Fundarpe, em articulação com as Gerências Regionais de Educação e a Secretaria de Educação, como por solicitações de escolas e municípios”,</em> opina Antonieta Trindade, vice-presidente da Fundarpe e gestora do projeto.</p>
<div id="attachment_53781" aria-labelledby="figcaption_attachment_53781" class="wp-caption img-width-566 aligncenter" style="width: 566px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/37380297075_8b5900afac_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-53781 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/37380297075_8b5900afac_k-566x486.jpg" width="566" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Nós podemos afirmar, sem medo de errar, que o Outras Palavras está consolidado enquanto política pública de integração entre a cultura e a educação&#8221;, ressalta Antonieta Trindade, gestora do projeto</p></div>
<p>Na quinta (7), quarenta jovens da Escola Eurídice Cadaval, do Recife, vão conhecer de perto o Museu do Trem, um dos museus mais visitados de Pernambuco. Os jovens vão conferir também uma sessão do filme<em> Janela Molhada  </em>e, em seguida, conversar com Marcos Enrique Lopes, diretor do longa. <em>“Recebemos com frequência a visita de grupos, e isso é essencial para a formação de novos públicos. E o Museu do Trem, na minha opinião, tem uma característica interessante porque mexe com a memória celular da sociedade. Crianças que nunca andaram de trem se empolgaram bastante vendo os carros e trilhos. Tem gente que chega aqui e chora de emoção. Não é à toa que em quatro anos recebemos mais de 100 mil visitas”,</em> opina Márcio Almeida, gestor do equipamento cultural.</p>
<p>A segunda edição prevista está marcada para o Dia dos Namorados, no dia 12 de junho, às 8h, na EREM Prof. Benedito da Cunha Melo, em Jaboatão dos Guararapes. Na ocasião, a conversa com os estudantes será feita pelo escritor Marcelo Mário Melo e o cantor Lucas Oliveira, que também é professor e pesquisador da cultura popular e da música de cantadeiras e cantadores do Brasil.</p>
<div id="attachment_59941" aria-labelledby="figcaption_attachment_59941" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40784415615_fbdda2fa34_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-59941 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40784415615_fbdda2fa34_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Na próxima quinta-feira (7), quarentas alunos da Escola Eurídice Cadaval, do Recife, vão conhecer de perto o Museu do Trem e ainda terão uma sessão do filme &#8216;Janela Molhada&#8217;, dirigido por Marcos Enrique Lopes</p></div>
<p>Na sequência, o Outras Palavras vai levar jovens de escolas articuladas pela Gerência de Educação Profissional e pela GRE Metronorte para uma vivência com as artes cênicas, através de um bate-papo com o ator José Jorge Vicente de Paula e a diretora Cira Ramos. As ações acontecem, respectivamente, no dia 13, no Teatro Hermilo Borba Filho e no dia 14 de junho, no Teatro Arraial Ariano Suassuna.</p>
<p>A programação de junho encerra no dia 19 de junho, com uma edição pela manhã na Escola Técnica Estadual Prof. Lucilo Ávila Pessoa, e a presença do autor Adalberto Monteiro e da mestra Dona Glorinha do Coco, que já participou de uma outra edição do projeto e é um símbolo da cultura popular do Amaro Branco, em Olinda. <em>“Como eu costumo dizer, esse é um projeto de resistência, cujo objetivo é possibilitar o acesso da nossa juventude das escolas públicas ao que há de melhor nas artes e na cultura pernambucana. É a oportunidade de ouvir Outras Palavras, que os provoque a ocupar o protagonismo na vida social”,</em> destaca Antonieta Trindade.</p>
<div id="attachment_53777" aria-labelledby="figcaption_attachment_53777" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/37380273995_0794b1cff6_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-53777 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/37380273995_0794b1cff6_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">De 2015 pra cá, o Outras Palavras já distribuiu mais de 5.100 livros para a rede pública estadual de ensino</p></div>
<p><strong>Números do Outras Palavras -</strong> Em quase três anos, o projeto da Secult-PE e Fundarpe mudou a realidade do ambiente escolar para melhor e revolucionou a vida de muita gente. O projeto já atingiu mais de 510 escolas de várias regiões do estado (RMR, Sertão do Moxotó, Sertão do São Francisco, Agreste Meridional, Agreste Central, Agreste Setentrional, Mata Norte e Mata Sul), envolvendo cerca de 12 mil alunos e distribuindo nas instituições de ensino mais de 5.100 livros – boa parte deles são publicações vencedoras do Prêmio Pernambuco de Literatura ou produzidas com incentivo do Funcultura.</p>
<p><strong>Confira a programação do mês de junho do Outras Palavras:</strong></p>
<p><strong>7 de junho | 14h    </strong><br />
Museu do Trem<br />
Exibição de Filme Janela Molhada<br />
Participação: Marcos Enrique Lopes (diretor do filme)<br />
Grupo de alunos da Escola Eurídice Cadaval</p>
<p><strong>12 de junho | 8h</strong><br />
EREM Prof. Benedito da Cunha Melo (Conj. Residencial Praia do Sol, s/n, Barra de Jangada, Jaboatão dos Guararapes)<br />
Autor: Marcelo Mário Melo<br />
Cultura: Lucas Oliveira (cantor, compositor, violonista, professor e pesquisador da cultura popular e da música de cantadeiras e cantadores do Brasil)</p>
<p><strong>13 de junho</strong><br />
Teatro Hermilo Borba Filho<br />
Vivência em teatro com escolas articuladas pela Gerência de Educação Profissional<br />
Ator: José Jorge Vicente de Paula<br />
Diretora: Cira Ramos</p>
<p><strong>14 de junho</strong><br />
Teatro    Teatro Arraial Ariano Suassuna<br />
Vivência em teatro com escolas articuladas pela GRE Metronorte<br />
Ator: José Jorge Vicente de Paula<br />
Diretora: Cira Ramos</p>
<p><strong>19 de junho | 8h</strong><br />
Escola Técnica Estadual Prof. Lucilo Ávila Pessoa (Av. Caxangá, 3345 – Iputinga, Recife)<br />
Autor: Adalberto Monteiro<br />
Cultura: Dona Glorinha do Coco</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Sidney Rocha conversa com estudantes da rede pública sobre a importância da leitura</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/sidney-rocha-conversa-com-estudantes-da-rede-publica-sobre-a-importancia-da-leitura/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Dec 2017 01:05:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Patrimônio Vivo de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Sidney Rocha]]></category>

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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias Mesmo no final do ano letivo, a Escola de Referência em Ensino Médio Senador Aderbal Jurema, em Jaboatão dos Guararapes, arrumou um tempinho entre uma prova e outra para receber o Outras Palavras, que finaliza o ano de 2017 alcançando a marca de 400 escolas e mais de nove mil estudantes impactados pelo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_56289" aria-labelledby="figcaption_attachment_56289" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Patrícia Ferreira/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38151082725_9d901c2a8a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56289 " alt="Patrícia Ferreira/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38151082725_9d901c2a8a_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Escritor escolheu alguns livros da biblioteca da própria escola para discutir literatura com os alunos</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Mesmo no final do ano letivo, a Escola de Referência em Ensino Médio Senador Aderbal Jurema, em Jaboatão dos Guararapes, arrumou um tempinho entre uma prova e outra para receber o <b>Outras Palavras</b>, que finaliza o ano de 2017 alcançando a marca de 400 escolas e mais de nove mil estudantes impactados pelo projeto. Nesta edição, realizada na última quarta-feira (13), os alunos da escola e de outras instituições convidadas da região tiveram a oportunidade de conversar de perto com dois importantes artistas pernambucanos, o premiado escritor Sidney Rocha e a cirandeira Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>Como costuma dizer Antonieta Trindade, gestora do <b>Outras Palavras</b> e vice-presidente da Fundarpe, a iniciativa tem a marca da resistência. <i>“Principalmente diante dos tempos atuais, nos quais há uma ofensiva enorme para mudar tudo que foi construído na educação pública. Trazemos aqui pra vocês um escritor como Sidney Rocha, que é autor de obras premiadas, como a que recebeu o Prêmio Jabuti de Literatura, e Lia de Itamaracá, um Patrimônio Vivo da cultura pernambucana. A ideia é que seja um expediente de aula diferente, que a gente possa, como o próprio projeto diz, ouvir outras palavras”,</i> ressaltou a gestora.</p>
<p>Natural da escola pública e de Juazeiro, Sidney Rocha começou sua fala contando que ele e os seus amigos da escola se sentiam melhor lá do que na própria casa por duas razões muito simples.<i> “Havia duas portas muito importantes, uma que era a do refeitório e a outra a da biblioteca. Eu tive uma merendeira incrível, chamada Marlene, que era tão importante quanto qualquer professora, porque nos ensinou a respeitar a fila, a vez do outro”,</i> refletiu o escritor.</p>
<div id="attachment_56291" aria-labelledby="figcaption_attachment_56291" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Patrícia Ferreira/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38320683204_6944d7b3de_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56291" alt="Patrícia Ferreira/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38320683204_6944d7b3de_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Assim como em todas as outras edições, o Outras Palavras deixou na biblioteca da escola e para os estudantes kits com livros dos últimos vencedores no Prêmio Pernambuco de Literatura</p></div>
<p><i>“Mas era a partir da biblioteca que o mundo se transformava. E eu tive a alegria de conhecer e entrar na de vocês e trouxe aqui alguns exemplares que encontrei lá dentro pra que a gente possa conversar a respeito e mostrar que aqui vocês têm vários tesouros. Não quero falar hoje de mim e das minhas obras, mas de como estamos nos relacionando com a literatura. Eu contei 142 passos daqui deste auditório até a biblioteca de vocês, é essa a distância que os separa do conhecimento”, </i>instigou, direcionado aos alunos, levantando com as mãos livros como <b>Brasil Nunca Mais</b>, de Paulo Evaristo Arms, e de outros autores como Ariano Suassuna, Fernando Pessoa, Raimundo Carrero e Leon Tolstoi.</p>
<div id="attachment_56293" aria-labelledby="figcaption_attachment_56293" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcus Iglesias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/WhatsApp-Image-2017-12-14-at-22.58.09.jpeg"><img class="size-medium wp-image-56293 " alt="Marcus Iglesias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/WhatsApp-Image-2017-12-14-at-22.58.09-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Alguns dos exemplares disponíveis na biblioteca da escola em Jaboatão dos Guararapes</p></div>
<p>O estudante Ronaldo Lucas, da Escola Frei Romão Pereira, foi um dos que fez perguntas ao escritor. Disse que ouve de todo mundo que ele deve ler bastante e mais um pouco. <i>“Mas eu me pergunto: com tanto conteúdo audiovisual sendo produzido, será que não seria natural que a literatura perdesse um pouco espaço pra essa produção?”, </i>questionou o aluno.</p>
<p><i>“Para que vocês possam compreender a questão da escrita, é necessário entender antes a da leitura. O grande problema do Brasil não está na literatura nem nenhuma manifestação cultural. A grande questão é a falta de leitura. Não há como formar escritores se as pessoas não lerem, assim como não há como formar bons políticos, professores, advogados e por ai em diante. E a literatura está em tudo. Se você por ler as legendas do filme <b>Senhor dos Anéis</b>, por exemplo, que tem mais de duas horas de duração, seria o equivalente a ler um livro de 600 páginas”,</i> disse Sidney Rocha.</p>
<div id="attachment_56288" aria-labelledby="figcaption_attachment_56288" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Patrícia Ferreira/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24171468597_0d47a83307_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56288 " alt="Patrícia Ferreira/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24171468597_0d47a83307_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Eu contei 142 passos daqui deste auditório até a biblioteca de vocês, é essa a distância que os separa do conhecimento”, disse Sidney Rocha, instigando os alunos</p></div>
<p>Quem também fez uma perguntas ao escritor foi o professor Geraldo Souza, que reforçou haver na EREM Senador Aderbal Lucena <i>“uma das melhores bibliotecas aqui do bairro, com mais de quatro mil exemplares”.</i> Em seguida, comentou que no livro <b>Matiuska</b>, lançado em 2009, há um conto chamado Barbie, que trata da questão da violência<i>. “Nesse conto você fala de uma garota que sofre um assédio dentro do próprio seio do lar. Eu gostaria de saber do senhor se a gente perdeu, como ser humano, a sensibilidade de se comover com essas coisas ruins&#8221;, </i>perguntou o professor.</p>
<p>O autor respondeu lendo um trecho do conto, que diz: “zulmira sabia que era uma boneca porque o pai com os olhos de lobo sempre dizia Zuzinha, você é minha bonequinha. e porque, longe dos outros olhares que não entendem nada de brincar, ele brincava com ela, geralmente quando caía a escuridão e o vento deixava de visitar o lugar onde ele guardava zulmira, zuzinha, para o dia seguinte. boneca como zulmira não fala, Faz pssiuu, boneca!, pior isso, de lá pra cá, ela não sabia mais a hora de sorrir ou chorar, principalmente quando ele lhe punha em posição de boneca que cai. zulmira era daquele modelo que ardia em febre às vezes e, se sangrava um pouco, acreditava ser assim mesmo isso, pruma boneca de dez anos. foi só depois que a boneca notou o seu corpinho de rã, oferecendo outras formas, e se esticando por não se conter em si mesmo, elástico feito de carne que compõe o plástico da carne das bonecas como zulmira. foi o tempo em que não acreditou mais em histórias de lobos, porque agora a floresta cercou a bonequinha, os milhões de rostos de susies ainda nas embalagens, a tevê a chamá-la de criança, logo a palavra que lhe dá mais medo, medo e terror&#8230; e quando se referem à boneca zulmira como um pinóquio sem as mentiras, então? então já tinha o corpo de sapa quando descobriu não haver loja nenhuma no mundo que vendesse bonecas com aquele nome de zulmira-zuzinha, e ela estranhou também o dia em que a dor rompeu o casulo, para brincarem de médico de verdade com ela. (&#8230;)”.</p>
<p style="text-align: left;"><i>“Esse conto fala da violência e de alguma forma da naturalização desse fenômeno. O que acontece é que quando nós falamos em números, a gente fala como se não fosse conosco. 86% da violência contra mulheres e crianças acontece dentro de casa. 76% das mortes das mulheres acontecem dentro de casa e são altos violentos cometidos pelos seus companheiros”,</i> pontuou Sidney Rocha.</p>
<div id="attachment_56304" aria-labelledby="figcaption_attachment_56304" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Patrícia Ferreira/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24171467157_d6a449d4c7_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56304" alt="Patrícia Ferreira/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24171467157_d6a449d4c7_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Alunos e professores conversaram com Sidney Rocha, que respondeu a todas as perguntas</p></div>
<p><i>“Parece que nós não estamos mais nos tocando do que está acontecendo, porque não estamos nos colocando mais no lugar do próximo. Estamos perdendo essa capacidade. Parece que o outro é uma espécie de imagem que não nos tocam mais. As pessoas conseguem assistir na televisão aos programas policiais enquanto almoçavam, e elas não sentem nada. Isso é um absurdo. Contudo, à noite, na novela, o casal se digladia um com o outro e as pessoas choram. O que é que estamos promovendo? A gente não está nos tocando no grau que deveria quando ofendemos o próximo”,</i> opinou o autor.</p>
<p>Como sugestão de mudança, Sidney Rocha acredita que simplesmente as pessoas precisam dialogar mais. <i>“Uma vez me perguntaram qual era o meu grande projeto intelectual. Eu respondi que era conhecer meu vizinho, o padeiro do meu bairro, o porteiro do meu prédio, porque o que está acontecendo nesse modelo totalitário que a gente começa a viver é que as pessoas querem que nós desconfiemos uns dos outros. Nós estamos vivendo dentro do <b>Admirável Mundo Novo</b>, onde todo mundo é vilão, onde todo mundo se vigia e se persegue. Por isso precisamos conversar, não de modo radical, mas trazendo a humanidade como princípio, meio e fim”.</i></p>
<div id="attachment_56290" aria-labelledby="figcaption_attachment_56290" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Patrícia Ferreira/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38320681314_6b7b5ecd68_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56290 " alt="Patrícia Ferreira/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38320681314_6b7b5ecd68_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Na sua apresentação, Lia de Itamaracá cantou clássicos da ciranda pernambucana como &#8216;Essa Ciranda é Minha&#8217;, &#8216;Mamãe Oxum&#8217;, &#8216;Ciranda de Lia&#8217; e &#8216;Quem me deu foi Lia&#8217;</p></div>
<p>O auditório lotado também aguardava com ansiedade a apresentação de Lia de Itamaracá, mestra cirandeira de 73 anos e uma das realezas da cultura popular pernambucana. “<i>Na minha casa ninguém canta e ninguém dança, só eu nasci com esse dom. Em 77 eu gravei um LP, Eu sou Lia, a Rainha de Itamaracá e da Ciranda. Depois, de 2000 pra cá, gravei dois discos (<b>Eu Sou Lia</b> e <b>Ciranda de Ritmos</b>)”,</i> contou aos estudantes.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/RlPjeRx3_GU" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><i>“Uma coisa que me orgulha é que eu trabalhei durante muito tempo numa escola pública como merendeira. Eram mais de 270 crianças pra cuidar, numa instituição que ficava em Jaguaribe, e eu era responsável por tudo, do preparo da comida até a limpeza. O carinho dos meninos era tanto que eles fizeram uma homenagem pra mim com uma música minha. Toda vez que era a hora de comer, eles cantavam ‘essa merenda quem me deu foi Lia, que mora na Ilha de Itamaracá’. Bonito, né?”,</i> relembrou emocionada a cirandeira.</p>
<div id="attachment_56292" aria-labelledby="figcaption_attachment_56292" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Patrícia Ferreira/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39036361941_53775b6ded_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56292" alt="Patrícia Ferreira/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39036361941_53775b6ded_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Como de praxe, Lia de Itamaracá colocou todo mundo pra dançar sua ciranda</p></div>
<p>Perguntada sobre como foi receber o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, Lia abriu o sorriso de sempre, mas sem perder a sagacidade daqueles que fazem a cultura popular se manter viva com muito suor e luta. “<i>O título caiu na horinha certinha, só que eu me pergunto: Tombaram Lia, mas e a ciranda? Cadê o povo, que não se arreta com isso? Vamos se arretar, gente, pra podermos conseguir levar cada vez mais nossa música para os outros lugares do mundo”,</i> pediu a mestra, incentivando que a Ciranda seja reconhecida como Patrimônio Imaterial, para em seguida puxar várias de suas canções, como <b>Essa Ciranda é Minha</b>, <b>Mamãe Oxum</b>, <b>Ciranda de Lia</b> e <b>Quem me deu foi Lia</b>.</p>
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