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	<title>Portal Cultura PE &#187; Jackson do Pandeiro</title>
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		<title>Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro são temas da live Conexão Cais</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2021 22:27:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Faltando menos de um mês para o feriado de São João, o Centro Cultural Cais do Sertão encerra as atividades virtuais de maio exaltando os músicos locais e nacionais. Na live desta semana do quadro Conexão Cais, o músico-educador do museu, Diogo do Monte, debate “A identidade Vocal de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_84967" aria-labelledby="figcaption_attachment_84967" class="wp-caption img-width-512 alignnone" style="width: 512px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/deneil-laranjeira.jpg"><img class="size-full wp-image-84967" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/deneil-laranjeira.jpg" width="512" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O músico Deneil Laranjeira vai falar sobre Jackson do Pandeiro e Luiz Gonzaga</p></div>
<p>Faltando menos de um mês para o feriado de São João, o Centro Cultural Cais do Sertão encerra as atividades virtuais de maio exaltando os músicos locais e nacionais. Na <em>live</em> desta semana do quadro Conexão Cais, o músico-educador do museu, Diogo do Monte, debate “A identidade Vocal de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro em performance&#8221;. O bate-papo conta com a participação do mestre em Etnomusicologia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Deneil Laranjeira, e será transmitido via Instagram <a href="https://www.instagram.com/caisdosertao/" target="_blank"><strong>@caisdosertao</strong></a>, nesta quinta-feira (27), às 20h. Posteriormente, a<em> live</em> ficará disponível para reprodução na rede social do museu.</p>
<p><em>“Em sua trajetória pelos estudos de música no âmbito Nordeste, Deneil tem muito a nos ensinar sobre técnica vocal e performatividade. Por esse viés, será possível analisar com mais afinco o trabalho desempenhado por grandes artistas da nossa música, a exemplo de Gonzagão e Jackson do Pandeiro”</em>, pontua Diogo.</p>
<p><strong>LIVE -</strong> O Conexão Cais é um quadro quinzenal e on-line dedicado ao estudo e reflexão da produção cultural, sociedade e legados artísticos. Ao longo de mais de um ano em atividades no Instagram do Cais do Sertão, o programa já trouxe uma infinidade de artistas, músicos e pensadores. Desta vez, Deneil Laranjeira, na sua vasta experiência como músico instrumentista, arranjador e compositor, apresentará aos internautas os processos interpretativos e as performances de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro. A conversa visa constatar as semelhanças e dessemelhanças dos caminhos estéticos que cada um dos artistas seguiu.</p>
<p>Além das lives, o internauta pode navegar na cultura local por meio das playlists temáticas agregadas ao Spotify do Cais. Há seleções para todos os gostos: desde repertórios dedicadas ao Rei do Baião, como “Luiz Gonzaga”, “Gonzaga em Outras Vozes” e “O Sertão cantado por Gonzaga”, a listas com sucessos de músicos da cena local, a exemplo de Cristina Amaral e Quinteto Violado. Destaque para as homenagens ao Recife, como a lista “Saudade do Recife”, proposta por Johnny Hooker, além de um tributo a Naná Vasconcelos.</p>
<p>O Cais do Sertão é um equipamento administrado pela Empetur e segue fechado para visitação presencial, em respeito às medidas de controle ao novo coronavírus determinadas pelo Governo de Pernambuco.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live Conexão Cais “A identidade Vocal de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro em performance&#8221;, com Deneil Laranjeira<br />
Quando: 27 de maio de 2021 (quinta-feira), às 17h<br />
Transmissão pelo perfil do Instagram <a href="https://www.instagram.com/caisdosertao/" target="_blank"><strong>@caisdosertao</strong></a></p>
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		<title>Jackson do Pandeiro será o homenageado do 29º Festival de Inverno de Garanhuns</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jun 2019 17:38:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Respeitando a tradição de sempre celebrar figuras expressivas da arte e cultura brasileiras, o 29º Festival de Inverno de Garanhuns anuncia o homenageado de sua edição 2019: o paraibano Jackson do Pandeiro que, nascido em 31 de agosto de 1919, tem seu centenário festejado este ano, em todo país. Honrar a memória e a arte [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_69243" aria-labelledby="figcaption_attachment_69243" class="wp-caption img-width-600 alignnone" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/JACKSON_DO_PANDEIRO-Memorial-Jackson-do-PandeiroDivulgação.jpg"><img class="size-full wp-image-69243" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/JACKSON_DO_PANDEIRO-Memorial-Jackson-do-PandeiroDivulgação.jpg" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">O 29º FIG prestará uma homenagem aos 100 anos do nascimento do artista</p></div>
<p dir="ltr">Respeitando a tradição de sempre celebrar figuras expressivas da arte e cultura brasileiras, o 29º Festival de Inverno de Garanhuns anuncia o homenageado de sua edição 2019: o paraibano Jackson do Pandeiro que, nascido em 31 de agosto de 1919, tem seu centenário festejado este ano, em todo país. Honrar a memória e a arte de Jackson é reconhecer sua definitiva influência para a identidade de uma genuína música que nasce nas batidas do cancioneiro nordestino, mas com tal capilaridade que vai chegar em modos de cantar e tocar de artistas de seguidas gerações, movimentos musicais e territórios. A alcunha de Rei do Ritmo não foi uma mera estratégia mercadológica: o suingue, as batidas e as divisões vocais de Jackson foram tão decisivas quanto as impressas  por outros grandes do ritmo, como Simonal, Toni Tornado ou Jorge Ben.</p>
<p dir="ltr"> O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundarpe confirma que um grande concerto está sendo montado para ser apresentado ao público do 29º FIG, que este ano acontece de 18 a 27 de julho, em cerca de vinte polos, distribuídos pelo município de Garanhuns.</p>
<p dir="ltr"><em>“Jackson foi um gênio da nossa música e a escola de ritmos que criou influenciou e continua a influenciar gerações de artistas. As divisões rítmicas que criou com a voz, somado às batidas do seu pandeiro, ao mesmo tempo a uma poética diversificada, lhe conferem uma sofisticação e um lugar de destaque no hall dos maiores nomes da MPB. É uma honra realizar o FIG 2019 tendo Jackson como homenageado, no ano do seu centenário”</em>, destaca o secretário de Cultura de Pernambuco, Gilberto Freyre Neto.</p>
<p dir="ltr">O presidente da Fundarpe Marcelo Canuto destaca que a maestria de Jackson do Pandeiro na música brasileira alcançou artistas das mais variadas vertentes e não apenas os da chamada &#8220;música nordestina&#8221;. &#8220;De Luiz Gonzaga, a Alceu Valença, Elba e Geraldo Azevedo, passando por Gil, Lenine, pernambucanos como Silvério Pessoa e diversos forrozeiros nossos. Artistas do samba e até do rock brasileiros têm em Jackson uma inflluência, um formação. O que estamos fazendo, trazendo essa homenagem pro FIG, é também um movimento de reativar a memória e a obra deste artista ímpar da nossa música, sobretudo para o público mais jovem. Jackson do Pandeiro vai dar a tônica do FIG 2019&#8243;, diz Marcelo Canuto.</p>
<p dir="ltr">Marcelo Canuto fez o comunicado oficial à família de Jackson, através de seu sobrinho, José Gomes, percussionista que também toca pandeiro, numa influência incontestável da obra do tio em sua vida. O único da família, aliás que deu seguimento ao lado artístico da família.&#8221;Meu contato vem de berço, nasci no berço do forró, no berço do ritmo, e Jackson é uma grande influência nacional, é imenso para vários segmentos de artistas, até gente do rock, do samba, do pagode vem me dizer o quanto o admiram&#8221;, relata o sobrinho de Jackson.</p>
<p dir="ltr"><strong>HISTÓRIA -</strong> Além do centenário, Pernambuco tem outro motivo bem especial para render homenagem a Jackson. Foi aqui no estado que o artista consagrou seu nome e estourou para todo país. Nascido José Gomes Filho, apesar da infância dura, brincava de ser artista desde pequeno. Criou um personagem de filme de faroeste, o bandido Jack Perry. Depois que o pai, o oleiro José Gomes faleceu, ele mudou-se com a mãe, a artista popular, cantadora de cocos Flora Mourão, para Campina Grande. Em Alagoa Grande, onde nasceu, já acompanhava Dona Flora em suas apresentações, tocando zabumba. Mas foi em Campina que começou a tocar pandeiro e o nome do Jack, seu personagem de infância, serviu bem para codinome artístico: virou Jack do Pandeiro.</p>
<p dir="ltr">Cinema e música eram o que dava alegria a Jackson. A feira da cidade era o endereço para se encontrar com os emboladores de coco e repentistas. Aos 17 anos, a arte falou mais alto e Jack finalmente foi tocar como percussionista do conjunto musical do Clube Ipiranga, em Campina Grande. Começou a fazer sucesso na cidade quando, já se assumindo como um artista solo, Jack do Pandeiro, começa a fazer dupla com José Lacerda, irmão mais velho de Genival Lacerda.</p>
<p dir="ltr">Antes de vir morar no Recife, passou um tempo em João Pessoa, onde tocou em cabarés e depois foi contratado pela Rádio Tabajara, atuando com o nome artístico de Zé Jack. A fama só crescia e, quando chegou ao Recife, em 1948, foi para trabalhar na Rádio Jornal do Commercio. Jack foi convencido finalmente a mudar o nome para Jackson do Pandeiro, que lhe conferia uma  maior força sonora.</p>
<p>Foi em Pernambuco, em 1953, que Jackson, formando dupla com o já famoso Rosil Cavalcanti, gravou seu primeiro disco. O compacto 78 rpm, lançado pelo selo Copacabana, continha as músicas que lançariam seu nome para todo país: Sebastiana, de autoria de Rosil; e Forró em Limoeiro, de Edgar Ferreira. Foram muitos os feitos, os marcos, os discos, os sucessos. O que Jackson criou foi tão único e grandioso que permanece vivo, pulsante, irresistível. Salve Jackson do Pandeiro!</p>
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		<title>Silvério faz a cabeça ao som de Jackson</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2015 19:19:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova “O bom filho à casa torna!”. No caso do cantor Silvério Pessoa, significa tornar aos cocos, rojões, forrós, sambas e um sem fim de referências musicais que estão incrustradas no seu DNA&#8230; significa tornar ao seu ouvido de menino quando escutou, pela primeira vez, a voz de Jackson de Pandeiro na [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/Silverio-P-.-4-foto-Ivanildo-Machado.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-23743" alt="Ivanildo Machado" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/Silverio-P-.-4-foto-Ivanildo-Machado-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>por Leonardo Vila Nova</em></strong></p>
<p>“<em>O bom filho à casa torna!</em>”. No caso do cantor <a href="www.silveriopessoa.com.br" target="_blank"><strong>Silvério Pessoa</strong></a>, significa tornar aos cocos, rojões, forrós, sambas e um sem fim de referências musicais que estão incrustradas no seu DNA&#8230; significa tornar ao seu ouvido de menino quando escutou, pela primeira vez, a voz de Jackson de Pandeiro na Rádio Planalto, de Carpina. Este retorno de Silvério à gênese de suas primeiras percepções e compreensões artísticas está presente no seu oitavo álbum,<em> Cabeça feita –Silvério Pessoa canta Jackson do Pandeiro</em>, onde revisita a obra do “Rei do Ritmo”, uma das referências fundamentais na construção da sua persona artística. O disco é um sonho acalentado há cerca de dois anos e chega agora, personificando o paraibano de Alagoa Grande na voz de um de seus mais fieis admiradores.</p>
<p><em>Cabeça feita</em> traz 15 faixas – três delas são pot-pourris, o que desdobra o disco em 22 canções –, num apanhado generoso que prima por enfatizar a versatilidade rítmica de Jackson, um artista que não se restringiu a apenas uma vertente musical. Lá estão os forrós, cocos, xotes, sambas e rojões. O sincopado e o balanço característico também. No entanto, o repertório selecionado passa ao largo do lugar comum que é, geralmente, explorado na obra do paraibano. “<em>Procurei me afastar, ao máximo, do óbvio que pode sugerir a obra de Jackson. O critério principal que norteou a escolha das músicas foi o seu lirismo e uma busca por diversificar ao máximo a questão rítmica de sua obra</em>”. Canções “lado B” de Jackson ganham espaço no trabalho, como <em>Penerou Gavião</em>, <em>Secretária do Diabo</em>, <em>Xote de Copacabana</em>, <em>Quadro negro</em>, entre outras.</p>
<p><strong>Ouça <em>A ordem é samba</em>, uma das faixas d o novo disco de Silvério Pessoa</strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/196648284&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Em tempos de exaltação da pós-modernidade, hibridismos, fusões, onde as referências musicais tradicionais são recombinadas e reprocessadas a partir de linguagens modernas e recursos tecnológicos, Silvério ousou ir na contramão. Não usou uma guitarra sequer, nem teclados ou samplers. Um disco cru, arregimentado à moda do que se fazia à época. Ele perseguiu, com afinco, a sonoridade mais próxima da que Jackson explorou, à época. “<em>É um disco que tem toda uma reminiscência à estrutura básica que Jackson trabalhava em seus discos. Eu quis tentar reproduzir a mesma estrutura melódica e timbrística das décadas de 1950 e 1960</em>”, explica Silvério. “<em>Nada de guitarras, teclados ou samplers. E sim, uma rusticidade básica como matriz</em>”, complementa.</p>
<p>Para criar essa atmosfera, Silvério recorreu a uma configuração típica do corpo musical que participou das gravações e que o acompanhará em palco. Estão com Silvério em <em>Cabeça feita</em> Raminho (zabumba), Luiz Carlos (percussões), Renato Bandeira (viola de 10 cordas e violão), Dudu do Acordeom (sanfona), Israel Silva (baixo), Pepê (violão de 7 cordas, cavaquinho e banjo) e Vanessa Oliveira (coro). Esta formação remete à estrutura básica dos chamados “regionais”, conjuntos musicais que acompanhavam os cantores das décadas de 1950 e 60. O “Regional da Borborema” era quem acompanhava Jackson. Já a única participação no disco está na faixa <em>Coco Social</em>, com Maestro Spok no sax.</p>
<p>No entanto, Silvério ressalta que o disco não se baseia em estereótipos recorrentemente associados a essa sonoridade chamada “regional”. “<em>Não é um disco caricaturado!</em>”, avisa, contando que procurou fugir dos clichês que rondam figuras como Jackson, Luiz Gonzaga e outros nomes da música nordestina. A começar pela capa, que não faz referência ao universo forrozeiro ao qual Jackson é comumente associado. “<em>Até porque Jackson não fez apenas forrós</em>”, explica. As fotos que encartam o disco trazem Silvério trajado a rigor, em ruas do Bairro Recife. “<em>A capa não sugere o som que tem o disco</em>”, assevera.</p>
<p>Firme e seguro no contrafluxo que segue, Silvério aposta na genialidade de Jackson e na diversidade de sua obra como um verdadeiro manancial a ser explorado por aqueles que ainda o desconhecem. “<em>Eu vejo Jackson no mesmo patamar de Frank Zappa, Jimi Hendrix, Miles Davis. Uma pluralidade musical e uma genialidade impressionantes. A garotada que quer descobrir, no passado, uma nova sonoridade, não tem nada mais oportuno do que ouvir Jackson do Pandeiro</em>”, endossa.</p>
<p><strong>Lançamento</strong><br />
A partir da próxima segunda (20), Cabeça feita – Silvério Pessoa canta Jackson do Pandeiro já estará nas lojas. O primeiro contato do público com o álbum será na <strong>Terça do Vinil</strong>, que acontece na próxima terça (17). Lá, o disco será rodado na íntegra, e Silvério irá discotecar junto ao DJ 440 e Bruno Lins (Fim de Feira). O acesso é gratuito.</p>
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		<title>Silvério Pessoa disponibiliza duas faixas do seu novo disco</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2015 15:03:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O cantor Silvério Pessoa deu ao seu público, nesta quinta (19), um aperitivo do que será o seu próximo trabalho. Ele disponibilizou ontem duas faixas do seu oitavo álbum solo, Cabeça feita – Silvério Pessoa canta Jackson do Pandeiro. A canção-título, Cabeça feita, e A ordem é samba estarão no disco, que deverá ser lançado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_22579" aria-labelledby="figcaption_attachment_22579" class="wp-caption img-width-477 alignnone" style="width: 477px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/10981438_10204077031063029_2243407786183082027_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-22579" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/10981438_10204077031063029_2243407786183082027_n-477x486.jpg" width="477" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Foto da capa do novo disco de Silvério Pessoa foi feita no Bairro do Recife</p></div>
<p>O cantor <a href="http://www.silveriopessoa.com.br/" target="_blank"><strong>Silvério Pessoa</strong></a> deu ao seu público, nesta quinta (19), um aperitivo do que será o seu próximo trabalho. Ele disponibilizou ontem duas faixas do seu oitavo álbum solo, <em>Cabeça feita – Silvério Pessoa canta Jackson do Pandeiro</em>. A canção-título, <em>Cabeça feita</em>, e <em>A ordem é samba</em> estarão no disco, que deverá ser lançado em abril.</p>
<p>O CD trará 20 músicas do cantor, compositor e músico paraibano Jackson do Pandeiro, uma das mais presentes referências no trabalho de Silvério. O repertório passeia pela amplitude rítmica que Jackson imprimiu ao seu estilo musical: sambas, cocos, forrós, entre outras vertentes estão presentes no disco.</p>
<p>Além das músicas, Silvério também já adiantou a capa do novo álbum, com fotografias feitas no Bairro do Recife.</p>
<p>Ouça as duas faixas disponibilizadas por Silvério no soundcloud:</p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/196648284&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/196648272&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Mestres da música regional se encontram no Palco Guadalajara</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jul 2012 13:14:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Renato Teixeira, Xangai e Maciel Melo são as principais atrações desta terça (17/7) Um encontro especial para a música brasileira acontece na noite desta terça no 22º Festival de Inverno de Garanhuns. No Palco Guadalajara, se apresentam Herbert Lucena, Lula Queiroga, Maciel Salu e Rogério e os Cabra. Encerrando a noite, Renato Teixeira, Xangai e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Renato Teixeira, Xangai e Maciel Melo são as principais atrações desta terça (17/7)</p>
<div id="attachment_7208" aria-labelledby="figcaption_attachment_7208" class="wp-caption img-width-358 aligncenter" style="width: 358px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/07/FIG-71.jpg"><img class="size-full wp-image-7208" alt="O violeiro e cantador Renato Teixeira se apresenta com Xangai e Maciel Melo (Foto: Divulgação)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/07/FIG-71.jpg" width="358" height="395" /></a><p class="wp-caption-text">O violeiro e cantador Renato Teixeira se apresenta com Xangai e Maciel Melo (Foto: Divulgação)</p></div>
<p dir="ltr">Um encontro especial para a música brasileira acontece na noite desta terça no 22º Festival de Inverno de Garanhuns. No Palco Guadalajara, se apresentam Herbert Lucena, Lula Queiroga, Maciel Salu e Rogério e os Cabra. Encerrando a noite, Renato Teixeira, Xangai e Maciel Melo dividem o mesmo palco. Será uma grande celebração da cultura regional, com três mestres e representantes da riqueza deste gênero musical.</p>
<p>A noite começa com Rogério e os Cabra. Criado em 2004 pelo cantor e compositor Rogério Diniz, o projeto destaca-se por apresentar em suas canções elementos da cultura regional do agreste e sertão pernambucano, com influências do reisado, coco, xaxado, baião, afoxé e maracatu. Nascido no interior de Pernambuco, filho de ferreiro e de família de agricultores, Rogério costuma dizer que “a beleza está nas coisas mais simples, desde um espulinhar de pardais em um pé de castanhola, a um bafo de candeeiro numa casa de matuto”.</p>
<p>Logo depois se apresenta Maciel Salú, em show baseado em seu terceiro álbum, “Mundo”. Sua arte concilia ritmos pernambucanos de origem, como o frevo, coco e maracatu, com o afrobeat nigeriano, o eletrônico, a negritude do jazz e o swing e batidas dos ritmos latino-americanos. Maciel Salú iniciou sua carreira em palco com a banda Chão e Chinelo (1997-2001), de onde partiu pelo caminho da world music, e mergulhou pelos beats da música eletrônica junto à Orquestra Santa Massa com o DJ Dolores (2000-2004). A partir de 2003 o artista iniciou carreira solo.</p>
<div id="attachment_7210" aria-labelledby="figcaption_attachment_7210" class="wp-caption img-width-598 aligncenter" style="width: 598px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/07/FIG-72.jpg"><img class="size-full wp-image-7210" alt="Destacado nacionalmente pelo Prêmio da Música Brasileira, Herbert Lucena se apresenta no Palco Guadalajara (Foto: Divulgação)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/07/FIG-72.jpg" width="598" height="397" /></a><p class="wp-caption-text">Destacado nacionalmente pelo Prêmio da Música Brasileira, Herbert Lucena se apresenta no Palco Guadalajara (Foto: Divulgação)</p></div>
<p style="text-align: left;">Nascido em Recife, Herbert Lucena passou toda sua infância e adolescência em Caruaru, no Agreste pernambucano. Isso explica sua escolha pelo coco, ritmo de estrofes variáveis, cantado em improvisos e em estrofes prefixadas. Jacinto Silva, Jackson do Pandeiro e Azulão também foram decisivos na sua formação. O cantor também é grande admirador da parte rítmica das bandas de pífanos, o que o levou a introduzir esta formação percussiva em seu trabalho. Na Guadalajara, Herbert apresenta músicas de seu novo álbum, “Não me peçam jamais de graça a única coisa que eu tenho para vender”, que recebeu o maior número de indicações para o 23° Prêmio da Música Brasileira.</p>
<p style="text-align: left;">Palco Guadalajara (terça – 17/7):</p>
<p style="text-align: left;">21h – Rogério e Os Cabra<br />
22h – Maciel Salu<br />
23h – Herbert Lucena<br />
0h – Lula Queiroga<br />
1h – Renato Teixeira, Xangai e Maciel Melo</p>
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