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	<title>Portal Cultura PE &#187; Janeiro de Grandes Espetáculos</title>
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		<title>Recife celebra a dança de salão com o espetáculo Negrô</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 17:10:34 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115643" aria-labelledby="figcaption_attachment_115643" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rogério Alves/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/41_Negro_Fts-@rogerioalves423.jpg"><img class="size-medium wp-image-115643" alt="Rogério Alves/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/41_Negro_Fts-@rogerioalves423-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo Negrô</p></div>
<p>O espetáculo <em>Negrô</em>, da Uno Companhia de Dança, ganha os palcos de Recife, este mês, trazendo uma fusão vibrante das danças de salão com a rica cultura afro-brasileira. A apresentação, que mergulha em influências, raízes, ritos e danças das matrizes africanas, é encenada, no dia 31 de janeiro, no Teatro de Santa Isabel, no bairro de Santo Antônio. O show faz parte da programação do 31º Festival Janeiro de Grandes Espetáculos. Os ingressos estão disponíveis para compra no Sympla.</p>
<p>O projeto é uma realização da Uno Espaço Criativo de Dança, com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura). Com uma proposta que une ancestralidade e corporeidade negra, <em>Negrô</em> explora a expressividade dos movimentos, das músicas e das danças a dois destacando a importância da herança cultural negra que permanece viva nas manifestações corporais ao longo do tempo. A obra é um verdadeiro tributo à riqueza cultural afro-brasileira.</p>
<p>O elenco, que conta com dez dançarinos-intérpretes pernambucanos, todos com vasta formação em diversas linguagens da dança, tem participações especiais do percussionista Tiago Ferreira, diretor do Balé de Cultura Negra do Recife (Bcnaré), e do bailarino argentino Javier Velázquez. A direção geral é de Felipe Borges e a direção artística fica por conta de Emmanuel Matheus, ator, diretor e dramaturgo. A produção executiva é assinada por Giselly Andrade.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Espetáculo <em>Negrô</em> no 31º Festival Janeiro de Grandes Espetáculos –</strong> <em>dia 31 de janeiro, às 18h (com acessibilidade em libras) e às 20h30, no Teatro de Santa Isabel (Praça da República, bairro de Santo Antônio, Recife-PE). Ingressos: R$ 60 e R$ 30 (meia-entrada), disponíveis para compra no site Sympla</em></p>
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		<title>Espetáculo Obirin-Kunhã: Dança Inflamada chega ao Recife e a Olinda</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jan 2025 15:11:59 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115517" aria-labelledby="figcaption_attachment_115517" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Foto-1-Ricardo-Labastier.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115517" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Foto-1-Ricardo-Labastier-607x397.jpeg" width="607" height="397" /></a><p class="wp-caption-text">A dançarina Marcela Rabelo</p></div>
<p>De 15 a 19 de janeiro, as cidades do Recife e de Olinda recebem o espetáculo <em>Obirin-Kunhã: Dança Inflamada</em>. Concebida pela intérprete-criadora Marcela Rabelo, a apresentação é uma imersão nas mitologias afro-brasileiras e afro-indígenas, por meio da dança e da poesia, sendo também um convite a refletir sobre o estar e o ser mulher a partir de uma perspectiva ancestral. As apresentações fazem parte da programação do 31º Festival Janeiro de Grandes Espetáculos. A entrada é gratuita.</p>
<p>Obirin (mulher, mãe, filha, na cultura Yorubá) e Kunhã (mulher, liderança feminina, do tronco linguístico tupi-guarani) são os conceitos que inspiram o espetáculo, fundamentado na investigação de itans (mitos e contos da tradição oral afro-brasileira) e nas obras do poeta França de Olinda (1955-2007), cuja escrita marginal e afro-centrada serve de referência para essa jornada artística. Composta por movimentos que dialogam com as danças populares de Pernambuco, a dança afro e a dança contemporânea, a performance busca dar voz a outras narrativas sobre o feminino destacando saberes muitas vezes silenciados pelos processos coloniais.</p>
<p>&#8220;<em>Obirin-Kunhã: Dança Inflamada</em> é um espetáculo que transcende a linguagem do corpo, pois também se comunica por meio de vídeos e imagens criando um entrelaçamento visual e sensorial que fortalece a mensagem das poesias de França de Olinda, especialmente da obra <em>Poeminflamado</em> (2011)&#8221;, explica a artista Marcela Rabelo. &#8220;Essa dramaturgia busca reavivar e redescobrir, no corpo da intérprete, as experiências do feminino afro-indígena como formas de resistência e afirmação cultural&#8221;, pontua.</p>
<p>As apresentações ocorrem, em Olinda, nos dias 15 e 18 de janeiro. No dia 15, no Teatro Fernando Santa Cruz, às 20h; e no dia 18, às 19h, na sede do Maracatu Nação Pernambuco. Já no Recife as apresentações são nos dias 17 e 19 de janeiro, no Teatro Arraial Ariano Suassuna, às 20h, no dia 17; e na sede do Daruê Malungo, às 18h, no dia 19. Com duração de 30 minutos, o espetáculo é um convite para questionar e redimensionar o papel da mulher na sociedade ao mesmo tempo em que celebra as cosmovisões de povos originários. Com o apoio da Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), o projeto também vai passar pelas cidades de Bezerros e Garanhuns, no Agreste pernambucano, com apresentação e oficina de dança. Todas as apresentações tem intérprete de libras.</p>
<p>A entrada é gratuita. Para retirar ingressos para as datas de 15 e 17 de janeiro, deve-se realizar a inscrição pelo <a title="31º Janeiro de Grandes Espetáculos" href="https://www.sympla.com.br/produtor/festivaljge" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a> do festival Janeiro de Grandes Espetáculos no mesmo dia da apresentação. Além de retirar o ingresso é necessário levar 1 kg de alimento não perecível para a entrada no evento. Já para as apresentações dos dias 18 e 19 de janeiro, os ingressos devem ser retirados pelo Sympla do projeto Dança Inflamada <a title="Obirin-Kunhã: Dança Inflamada - dia 18" href="https://www.sympla.com.br/evento/obirin-kunha-danca-inflamada/2789756?referrer=l.instagram.com" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> e <a title="Obirin-Kunhã: Dança Inflamada - dia 19" href="https://www.sympla.com.br/evento/obirin-kunha-danca-inflamada/2789759?referrer=l.instagram.com" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p><strong>INTÉRPRETE-CRIADORA -</strong> Natural do Recife, Marcela Rabelo é artista da dança, brincante, produtora cultural, pesquisadora e professora de danças populares há mais de 20 anos. É integrante do corpo de dança do Maracatu Nação Pernambuco, de Olinda, e da Cia. de Dança Artefolia, do Recife. Realizou trabalhos com diversas companhias, espetáculos e grupos de danças populares e dança contemporânea da cena pernambucana. Tem facilitado oficinas de danças populares em Pernambuco, no Brasil e em diferentes países como Cuba, Argentina, Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra e Canadá. É idealizadora e criadora-intérprete do projeto de pesquisa Corpoesia/Dança Inflamada, do espetáculo solo Obirin-Kunhã: Dança Inflamada e da Mostra Obirnin-kunhã de Dança, voltada para mulheres da dança e da cultura popular. Como pesquisadora dedica-se ao estudo das danças populares e o entrelace com diferentes áreas. É designer com foco voltado para videodança (UFPE), especialista em Dança (FAV–RJ/PE) e mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia (UFPE), com ênfase na pesquisa de danças no âmbito da cultura popular e os trânsitos entre espaços de representação.</p>
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		<title>Teatros Arraial Ariano Suassuna e Fernando Santa Cruz recebem oficina Dança Palavra-Movimento</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jan 2025 19:15:33 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115447" aria-labelledby="figcaption_attachment_115447" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Oficina-‘Dança-Palavra-Movimento’-explora-a-expressão-artística-das-manifestações-populares-no-31º-Janeiro-de-Grandes-Espetáculos-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115447" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Oficina-‘Dança-Palavra-Movimento’-explora-a-expressão-artística-das-manifestações-populares-no-31º-Janeiro-de-Grandes-Espetáculos-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Oficina Dança Palavra-Movimento: Recontando Histórias</p></div>
<p>Nestas terça (14) e quinta-feira (16), acontece, em Olinda e no Recife, a oficina Dança Palavra-Movimento: Recontando Histórias. A iniciativa propõe estimular à criação e à expressão artística em dança por meio do encontro entre palavra e movimento e dos passos encontrados nas manifestações populares do frevo, cavalo marinho, caboclinho e maracatu de baque virado. Ministrada pela dançarina Marcela Rabelo, a atividade faz parte da programação do 31º Festival Janeiro de Grandes Espetáculos.</p>
<p>Na terça, a oficina é realizada, das 10h às 13h30, no Teatro Fernando Santa Cruz, em Olinda. Na quinta, no mesmo horário, a atividade ocorre no Teatro Arraial Ariano Suassuna, na Boa Vista. Durante a atividade os participantes são provocados a investigar possibilidades de mover para construir uma narrativa própria, recontando sua própria história por meio da dança, com elementos trazidos do espetáculo de dança da artista, que também está no festival com o espetáculo Obirin-Kunhã: Dança Inflamada.</p>
<p>Clique para acessar o <a title="FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO: Dança Palavra-Movimento: Recontando Histórias do 31º JGE, edição 2025" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd6bqBUfOf_wyeR4qV_oufAcv9tKuidGSTLGKPy3eKlH3i80w/viewform?pli=1" target="_blank"><strong>formulário de inscrição</strong></a> on-line.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Oficina Dança Palavra-Movimento: Recontando Histórias -</strong> <em>terça-feira (14), das 10h às 13h30, no Teatro Fernando Santa Cruz (Varadouro, Olinda-PE); e na quinta-feira (16), no mesmo horário, no Teatro Arraial (Boa Vista, Recife-PE). Inscrições por meio de <a title="FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO: Dança Palavra-Movimento: Recontando Histórias do 31º JGE, edição 2025" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd6bqBUfOf_wyeR4qV_oufAcv9tKuidGSTLGKPy3eKlH3i80w/viewform?pli=1" target="_blank">formulário</a> on-line</em></p>
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		<title>Grupo Grial tem sua história armorial registrada em livro da Cepe</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 13:35:15 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106510" aria-labelledby="figcaption_attachment_106510" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Grupo-Grial-2-reduzida.jpg"><img class="size-medium wp-image-106510" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Grupo-Grial-2-reduzida-607x411.jpg" width="607" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Grial</p></div>
<p>Em 1997, o escritor Ariano Suassuna (1927-2014) e a bailarina e coreógrafa Maria Paula Costa Rêgo criaram um grupo de dança contemporânea com base nas tradições populares nordestinas. O Grupo Grial, representação em baile do movimento armorial idealizado por Ariano, completou 25 anos de existência em 2022 e agora celebra a data com a publicação de um livro para registrar sua história.<br />
<em>Poeira, Sagrado e Festa: 25 Anos do Grupo Grial</em> (R$ 150) é lançado pela Cepe Editora, neste sábado (25), às 17h, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe – Avenida Rui Barbosa, Nº 960, bairro das Graças, Recife). Em seguida há a apresentação do cavalo marinho Estrela de Ouro, do município de Condado (PE). Às 16h, Maria Paula, organizadora do livro, conversa com o brincante Pedro Salustiano sobre a dança armorial na programação Diálogos Petrobras da Mostra Movimento Armorial 50 Anos, em cartaz no Mepe.<br />
No título da Companhia Editora de Pernambuco a trajetória do Grial é resgatada em textos do professor Carlos Newton Júnior, da crítica em dança Helena Katz, do intérprete e coreógrafo Kleber Lourenço, do jornalista Mateus Araújo e de Maria Paula. Também é contada por fotos dos 13 espetáculos de dança encenados pelo grupo em um quarto de século.<br />
“O Grial aprofundou o mergulho no universo da dança e dos espetáculos populares conseguindo promover finalmente a fusão do erudito com o popular com a qual Suassuna tanto sonhava”, escreve Carlos Newton Júnior. Para Helena Katz, “o Grial se tornou uma escola não formal de experimentações preciosas passando a alfabetizar o Brasil de viés colonial – que se entendia como ‘de formação erudita’ e não reconhecia a força nefasta do colonialismo interno que fortalecia o peso do Sudeste e enfraquecia o das outras regiões.”<br />
Maria Paula costuma dizer que o Grial teve três fases e é assim que ela apresenta o grupo no livro. A primeira reuniu seis dançarinos intérpretes, de 19 de março de 1997 – com o espetáculo de estreia, <em>A Demanda do Graal Dançado</em>, roteirizado por Ariano – até 2004. A segunda, com 11 dançarinos e brincantes, vai de 2004 a 2010 (<em>Brincadeira de Mulato</em> é um dos espetáculos dessa etapa). E a terceira, de 2010 a 2014, trouxe solo, duo e equipes de oito integrantes em apresentações como <em>Castanho sua Cor e Terra</em>.<br />
O livro, de acordo com Maria Paula, é um importante registro da dança armorial. “Memória é algo tão precioso para um povo. Devemos ter consciência dessa riqueza e importância sempre. Toda peça cultural, material ou imaterial, nos traz indícios de caminhos feitos e de mundos existentes no passado longínquo ou não. Para além de representar pontos de partidas representam também continuidades.”</p>
<p><strong>PRÊMIOS –</strong> O Grial recebeu indicações de Melhor Espetáculo, pela Folha de S.Paulo, por <em>Castanho sua Cor e Travessia</em>; o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) de Intérprete Criadora, com <em>Terra</em>; e o prêmio de Melhor Espetáculo, Melhor Espetáculo pelo Júri Popular, Melhor Figurino, Melhor Cenário, Melhor Iluminação e Melhor Bailarina pelo festival Janeiro de Grandes Espetáculos.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Entrevista com Maria Paula Costa Rêgo:</span></strong></p>
<p><strong>CEPE – <em>Levando em consideração o conceito armorial do grupo, como é/era feita a seleção dos integrantes?</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>A primeira equipe do Grupo Grial foi escolhida pelo próprio Ariano Suassuna, quando fui convidada para criar o Grial com o espetáculo </em>A Demanda do Graal Dançado<em>, em 1997. Depois desse espetáculo criamos o </em>Auto do Estudante que se Vendeu ao Diabo<em> e com o tempo saíram alguns dançarinos. Tive algumas indicações de pessoas próximas que conheciam nosso trabalho e com essa equipe eu segui por sete anos. Quando o Grupo Grial resolveu aprofundar sua pesquisa junto ao cavalo marinho e maracatu rural eu me aproximei da família de Mestre Biu (</em>in memoriam<em>). Todos os participantes dessa época (até hoje) eram escolhidos por convite, porque eu os via se mover durante as sambadas. Mesmo não sendo brincantes (no espetáculo Travessia havia dançarinos que não eram brincantes) eu sempre os convidava por tê-los visto atuar em algum lugar.</em></p>
<p><strong>CEPE – <em>O Grial apresentou 13 espetáculos coreográficos em 25 anos. Tem alguma criação nova sendo preparada? Se sim, há previsão de estreia?</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>O Grupo Grial teve um intervalo de cinco anos devido a minha escolha de vivenciar a gestão pública. Diante dos fatos políticos daquele momento era evidente que o setor cultural iria ser cancelado e foi exatamente nesse momento que fui convidada a participar da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) como responsável pelo setor da Dança. Aceitei o convite. Me retirei da gestão pública em julho de 2022 e desde então venho construindo o retorno do Grupo Grial. No momento o que me interessa é a retomada com releituras de algumas peças antigas, como por exemplo </em>Uma Mulher Vestida de Sol<em>, que acaba de receber o Prêmio do Banco do Nordeste para remontá-la e circular por cidades pernambucanas. Acho a possibilidade de releitura de peças antigas uma oportunidade maravilhosa até porque eu acredito na movência das minhas obras. Os intérpretes do Grial estão mais maduros, dançando melhor, mais intensamente. Temos novos intérpretes, inclusive Bruna, uma dançarina/cantora artista PCD visual. Estou muito feliz com essa nova fase do Grupo Grial. Quanto a nossa nova criação coreográfica ainda é um segredo (risos). Mas estou absolutamente sem pressa. Acredito ter amadurecido e o livro é mais uma constatação do trabalho do tanto de feito. Agora é continuar reverberando novos mundos, com novos intérpretes e apontando novos coreógrafos.</em></p>
<p><strong>CEPE – <em>Queria que você falasse sobre a importância da publicação do livro para a arte/dança armorial pernambucana/brasileira.</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>Memória é algo tão precioso para um povo. Devemos ter consciência dessa riqueza e importância sempre. Toda peça cultural, material ou imaterial, nos traz indícios de caminhos feitos e de mundos existentes no passado longínquo ou não. Para além de representar pontos de partidas representam também continuidades. Continuar algo é adentrar no âmago da história, refletir, criticar e propor algo que avance. Acredito que deve ser assim a construção de sociedades incríveis. Eu poderia usar o termo civilizada no lugar de incríveis, mas diante dos fatos atuais no mundo o que é ser uma sociedade civilizada, não é mesmo?</em></p>
<p><strong>CEPE – <em>Como avalia os 25 anos de vida do grupo Grial? Os maiores desafios, as dificuldades, os momentos de alegria, as recompensas.</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>Quando olho para o livro vejo o tanto que construímos. O tamanho do que construímos. As tantas conquistas. Inclusive o livro é a própria recompensa. Mas é sempre surpreendente toda essa estrada feita sem apoio de uma empresa patrocinadora. Porque a ausência de patrocínio significa sacrifícios para além dos esforços dos intérpretes, mas de todas as famílias envolvidas. É sempre muito difícil defender uma entrega total em algo que não traz retorno financeiro e esse foi sempre nosso desafio maior. Agradecemos aos prêmios e apoios de todas as instâncias públicas, mas agora necessitamos de apoio estruturante por períodos longos (de quatro a seis anos) e fazer avançar e reverberar essa experiência de resultados concretos aos quatro cantos do mundo. Os momentos de alegrias foram muitos. Aliás, quase todos. Não sei se foi a minha formação em improvisação, em que todo o percalço é apenas um novo traçado, ou se foi minha mãe, que nunca titubeou diante de situações difíceis. Ou até mesmo meu compromisso com Ariano em relação à defesa de uma dança armorial. Mas o fato é que tive sim tristezas e muitos desafios durante estes quase 30 anos do Grial. Mas tudo confirma a razão da caminhada e me impulsiona para a frente.</em></p>
<div id="attachment_106511" aria-labelledby="figcaption_attachment_106511" class="wp-caption img-width-410 alignnone" style="width: 410px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Capa-Poeira-sagrado-e-festa.jpg"><img class="size-medium wp-image-106511" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Capa-Poeira-sagrado-e-festa-410x486.jpg" width="410" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Poeira, Sagrado e Festa: 25 Anos do Grupo Grial</p></div>
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		<item>
		<title>Espetáculo &#8220;A Mulher Monstro&#8221; retorna aos palcos do Recife</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2022 15:28:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Recife]]></category>
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		<description><![CDATA[Para celebrar os 10 anos da S.E.M Cia de Teatro, a cidade do Recife vai receber, nos dias 13 e 14 de janeiro, a aclamada peça &#8220;A Mulher Monstro&#8221;, monólogo encenado pelo ator José Neto Barbosa. Além da peça, a companhia estreará, com exclusividade no dia 13, o documentário &#8220;Além dos Basti[dores]&#8220;. As apresentações acontecerão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/WhatsApp-Image-2022-01-10-at-18.27.50-2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-90458" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/WhatsApp-Image-2022-01-10-at-18.27.50-2-432x486.jpeg" width="432" height="486" /></a></p>
<p>Para celebrar os 10 anos da S.E.M Cia de Teatro, a cidade do Recife vai receber, nos dias 13 e 14 de janeiro, a aclamada peça &#8220;A Mulher Monstro&#8221;, monólogo encenado pelo ator José Neto Barbosa. Além da peça, a companhia estreará, com exclusividade no dia 13, o documentário &#8220;Além dos Basti[dores]&#8220;. As apresentações acontecerão no dia 13, às 18h30, e dia 14, às 20h, no Teatro Hermilo Borba Filho, dentro da programação do Festival Janeiro de Grandes Espetáculos. As entradas custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia). Os ingressos podem ser comprados antecipadamente pela internet (Sympla).</p>
<p>&#8220;Será histórico para nós. A S.E.M Cia completa sua primeira década com a apresentação de número 100 desse espetáculo. Por isso, depois da sessão da quinta-feira, iremos exibir gratuitamente nosso documentário. Foram muitas dificuldades superadas para hoje se comemorar. Enfrentamos censuras, agressões e perseguições por abordarmos política e teatro. O filme revela tudo isso com imagens nunca exibidas&#8221;, detalha Barbosa.</p>
<p>Premiado como melhor monólogo nacional, a tragicomédia já foi vista por mais de 16 mil pessoas. &#8220;A Mulher Monstro&#8221; é baseado em declarações lamentáveis, polêmicas e verídicas de figuras públicas, como políticos e celebridades, além de expressões ditas no cotidiano e nas redes sociais. Prosseguindo da linguagem <em>drag queen</em>, trata a atualidade brasileira expondo uma personagem burguesa cis, falsa religiosa, perseguida pela própria visão intolerante da sociedade. Presa numa jaula, há a transformação de um verdadeiro monstro.</p>
<p><strong>COMPANHIA -</strong> A S.E.M. Cia de Teatro (Sentimento, Estéticas e Movimento) é um coletivo artístico itinerante, que iniciou suas atividades em 2012, contando com membros recifenses e potiguares.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Espetáculo A Mulher Monstro<br />
Dia 13 de janeiro, 18h30<br />
Dia 14 de janeiro, 20h<br />
Local: Teatro Hermilo Borba Filho &#8211; Cais de Apoio, 142 &#8211; Recife/PE<br />
Compra de ingressos antecipados pelo site Sympla</p>
<p>Documentário Além dos Basti[dores]<br />
Dia 13 de janeiro, 20h30<br />
Local: Teatro Hermilo Borba Filho &#8211; Cais de Apoio, 142 &#8211; Recife/PE<br />
Exibição gratuita</p>
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		<title>26º Janeiro de Grandes Espetáculos anuncia os vencedores desta edição</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/26o-janeiro-de-grandes-espetaculos-anuncia-os-vencedores-desta-edicao/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Feb 2020 18:09:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[26º janeiro de grandes espetáculos]]></category>
		<category><![CDATA[governo de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Janeiro de Grandes Espetáculos]]></category>

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		<description><![CDATA[O 26º Janeiro de Grandes Espetáculos promoveu nesta segunda-feira (3), no Teatro RioMar, uma cerimônia para premiar os artistas que participaram desta edição. Os vencedores receberam troféus e os melhores espetáculos de cada categoria levaram ainda R$ 4 mil. O festival é uma realização da Apacepe (Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco), com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_75054" aria-labelledby="figcaption_attachment_75054" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Proscenium.jpg"><img class="size-medium wp-image-75054" alt="Morgana Narjara/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Proscenium-607x332.jpg" width="607" height="332" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Proscenium! Teatro Jogo 2.0&#8243; venceu seis estatuetas em Teatro para Infância e Juventude</p></div>
<p>O 26º Janeiro de Grandes Espetáculos promoveu nesta segunda-feira (3), no Teatro RioMar, uma cerimônia para premiar os artistas que participaram desta edição. Os vencedores receberam troféus e os melhores espetáculos de cada categoria levaram ainda R$ 4 mil. O festival é uma realização da Apacepe (Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco), com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura.</p>
<p>Na categoria Teatro Adulto, o grande vencedor foi o solo &#8220;Próxima&#8221;, com Cira Ramos. &#8220;Proscenium! Teatro Jogo 2.0&#8243; venceu seis estatuetas em Teatro para Infância e Juventude. O Melhor Espetáculo de Dança foi “Banquete de Amor e Falta” e, na categoria Música, Igor de Carvalho foi o vencedor.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira a lista dos premiados:</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>TEATRO ADULTO</strong></span><br />
1 – TÉCNICO<br />
Iluminação de Dado Sodi por PRÓXIMA, da Companhia Cira Ramos<br />
Sonoplastia de Fernando Lobo por PRÓXIMA, da Companhia Cira Ramos<br />
2 – TÉCNICO<br />
Figurino de Thiago Freitas por O PERU DO CÃO COXO, do Centro de Criação Galpão das Artes<br />
3 – REVELAÇÃO<br />
Jeferson Nascimento por DEUSAS DA NOITE, da Real Companhia de Teatro Albemar Araújo<br />
4 – MELHOR ATRIZ<br />
Cira Ramos por PRÓXIMA, da Companhia Cira Ramos<br />
5 – MELHOR ATOR<br />
Cleuson Vieira por BERÇO ESPLÊNDIDO, da Pedro Portugal Produções<br />
6 – MELHOR DIRETOR<br />
Pedro Vilela por TERRORISMO, da Cênica Cia de Repertório<br />
7 – MELHOR PRODUÇÃO<br />
AS BRUXAS DE SALÉM, do Célula de Teatro<br />
8 – MELHOR ESPETÁCULO<br />
PRÓXIMA, da Companhia Cira Ramos</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>TEATRO PARA INFÂNCIA E JUVENTUDE</strong></span><br />
1 – TÉCNICO<br />
Iluminação de Quiercles Santana, Analice Croccia e Célio Pontes por PROSCENIUM! TEATRO JOGO 2.0, da Pontes Produções<br />
2 – TÉCNICO<br />
Contrarregragem de Douglas Duan e Daniel Barros por PROSCENIUM! TEATRO JOGO 2.0, da Pontes Produções<br />
3 – PRÊMIO ESPECIAL<br />
A poética do espetáculo CÉU ESTRELADO, do Grupo Teatral Pedra Polida<br />
4 – REVELAÇÃO<br />
Marcos Zé por O SEGREDO DA ARCA DE TRANCOSO, da Cênicas Cia de Repertório<br />
5 – MELHOR ATRIZ<br />
Luciana Pontual por DOUTORES DA ALEGRIA EM CENAS CURTAS, do Doutores da Alegria<br />
6 – MELHOR ATOR<br />
Alexandre Sampaio por PROSCENIUM! TEATRO JOGO 2.0, da Pontes Produções<br />
7 – MELHOR DIRETOR<br />
Célio Pontes e Quiercles Santana por PROSCENIUM! TEATRO JOGO 2.0, da Pontes Produções<br />
8 – MELHOR PRODUÇÃO<br />
Pontes Produções pelo espetáculo PROSCENIUM! TEATRO JOGO 2.0<br />
9 – MELHOR ESPETÁCULO<br />
PROSCENIUM! TEATRO JOGO 2.0, da Pontes Produções</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">DANÇA</span></strong><br />
1 – TÉCNICO<br />
Mika Silva e Balé Deveras pelo figurino de DEVERAS! UMA DANÇA POPULAR, do Balé Deveras<br />
2 – REVELAÇÃO<br />
Yuri Silva, por DESENCAIXE, do Coletivo Mosaico de Artes Integradas<br />
3 – MELHOR COREÓGRAFO(A)<br />
Mika Silva e Grupo Deveras pelo espetáculo DEVERAS! UMA DANÇA POPULAR, do Balé Deveras<br />
4 – MELHOR BAILARINA<br />
Gabriela Holanda por SOPRO D`ÁGUA, de Gabriela Holanda<br />
5 – MELHOR BAILARINO<br />
Silas Sumarky por BANQUETE DE AMOR E FALTA, do Acupe Grupo de Dança<br />
6 – MELHOR PRODUÇÃO<br />
Cristiane Galdino por MAGNA, da Companhia Mestiça<br />
7 – MELHOR ESPETÁCULO<br />
BANQUETE DE AMOR E FALTA, do Acupe Grupo de Dança</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>MÚSICA</strong></span><br />
1 – MELHOR DIREÇÃO<br />
Jads Sales pelo show LA ROSE<br />
2 – MELHOR CANTOR<br />
Geraldo Maia pelo show NOITES SEM FIM<br />
3 – MELHOR CANTORA<br />
Amanda Cabral pelo show DEIXEI UM POEMA LÁ FORA<br />
4 – MELHOR ARRANJO<br />
Gilú Amaral pelo show DEIXEI UM POEMA LÁ FORA<br />
5 – MELHOR ESPETÁCULO<br />
Igor de Carvalho</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Com mais 90 atrações, Janeiro de Grandes Espetáculos dá início à sua 26ª edição</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jan 2020 14:11:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Há 26 anos, o mês de janeiro é sinônimo de arte, cultura e grandes espetáculos em Pernambuco. Em 2020, o maior festival de artes cênicas e música do Estado, o Janeiro de Grandes Espetáculos (JGE) ocupa os principais teatros do Recife, de 8 de janeiro a 3 de fevereiro, com mais de 90 atrações de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_74357" aria-labelledby="figcaption_attachment_74357" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberta Guimarães/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/xico-de-assis-foto-roberta-guimaraes-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-74357" alt="Roberta Guimarães/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/xico-de-assis-foto-roberta-guimaraes-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor Xico de Assis apresenta seu novo show no palco do Teatro Arraial Ariano Suassuna, no dia 1º de fevereiro, a partir das 20h</p></div>
<p>Há 26 anos, o mês de janeiro é sinônimo de arte, cultura e grandes espetáculos em Pernambuco. Em 2020, o maior festival de artes cênicas e música do Estado, o Janeiro de Grandes Espetáculos (JGE) ocupa os principais teatros do Recife, de 8 de janeiro a 3 de fevereiro, com mais de 90 atrações de teatro, dança e música. A efervescente produção artística pernambucana responde pela maioria da programação. Ultrapassando as divisas do Estado, companhias/artistas da Bahia, Paraíba, São Paulo e Rio Grande do Sul foram escalados. Da China, Eslováquia e de Portugal, virão quatro espetáculos. Oito teatros da capital vão virar palco para o JGE: <strong>Arraial Ariano Suassuna</strong>, gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, <strong>Santa Isabel</strong>, <strong>Apolo</strong>, <strong>Barreto Júnior</strong>, <strong>Boa Vista</strong>, <strong>Hermilo Borba Filho</strong>, <strong>Luiz Mendonça</strong>, <strong>Marco Camarotti</strong>. O evento conta com incentivo do <strong>Governo do Estado de Pernambuco</strong>, por meio dos recursos do <strong>Funcultura</strong>.</p>
<p>Algumas montagens serão apresentadas nos espaços alternativos Casa Maravilhas, Manhattan Café Teatro, Sesc Casa Amarela e Espaço Fiandeiros, que também recebem oficina, exibição de documentário e palestra. Além da capital, seis cidades integram o Janeiro. Em parceria com o Sesc, os municípios de Caruaru (Teatro Rui Limeira Rosal), Garanhuns (Teatro Reinaldo de Oliveira), Goiana (Igreja Matriz de Nossa Sra. do Rosário) e Jaboatão dos Guararapes (Teatro Samuel Campelo). Camaragibe (Casarão de Maria Amazonas) e Serra Talhada (Espaço Cabras de Lampião) também abrem as cortinas para o festival.</p>
<p>A programação do Janeiro de Grandes Espetáculos, realizado pela Apacepe (Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco), está disponível no <strong><a href="http://www.janeirodegrandesespetaculos.com/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.janeirodegrandesespetaculos.com&amp;source=gmail&amp;ust=1578144436864000&amp;usg=AFQjCNEo_EDdodDH0Q1sCZmypzZmMzlV1Q" data-saferedirectreason="2">www.<wbr />janeirodegrandesespetaculos.<wbr />com</a></strong>. Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente através do site <a href="https://www.sympla.com.br/eventos?s=26%C2%B0%20Janeiro%20de%20Grandes%20Espet%C3%A1culos%202020" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a> e quiosques da Ticket Folia nos shoppings Recife, RioMar e Tacaruna – alguns eventos têm entrada franca ou bilhetes trocados por 1 kg de alimento.</p>
<p>Cinco serão os homenageados da 26ª edição. Na categoria Teatro, o ator e diretor<strong> Zé Manoel</strong>. No quesito Técnica, que retorna, será reverenciado<strong> Joca</strong>, há mais de 40 anos trabalhando no Teatro de Santa Isabel. O maestro <strong>Edson Rodrigues</strong>, Mestre-Vivo do Frevo, é o homenageado na categoria Música; a bailarina e coreógrafa <strong>Cecília Brennand</strong>, em Dança; e a <strong>Família Marinho</strong>, em Poesia.</p>
<p><b> NOVIDADES –</b> Pela primeira vez, abriu-se um edital para formar uma comissão de avaliação dos espetáculos de teatro e dança de Pernambuco. A curadoria deixou de ser feita exclusivamente pela Apacepe e foi compartilhada com o grupo formado pela produtora Danielle Valentim, atriz e arte-educadora Milena Marques, estudante de Licenciatura em Teatro Natália Gomes e pelos jornalistas Renato Contente e Talles Colatino. Também pela primeira vez, um conselho consultivo foi criado. André Filho (ator e diretor), Fátima Aguiar (atriz e produtora), Paulo de Pontes (ator) e Toni Rodrigues (produtor e diretor) juntaram-se ao presidente da Associação, Paulo de Castro, para debater temas estratégicos do JGE ao longo dos últimos meses.</p>
<p>Tem mais novidades: em 2020, o festival volta a premiar os melhores espetáculos pernambucanos que estiveram em cena. Após um hiato de dois anos, a premiação ganha nome e sobrenome: <strong>Prêmio Copergás de Teatro, Dança e Música de Pernambuco</strong>.</p>
<p><b>OS ESPETÁCULOS –</b> O Janeiro dá oportunidade ao público de assistir a estreias e montagens de sucesso. Entre as obras que serão encenadas pela primeira vez, estão “Berço Esplêndido – Uma Comédia Necropolítica” (Pedro Portugal) e “Deusas da Noite” (Real Cia de Teatro). “Duelo” ganha remontagem, 25 anos após sua estreia, com o elenco original: Pedro Henrique, Júlio Rocha, Mario Miranda, Carlos Lira, Ana Medeiros e Paulo de Castro. “As Bruxas de Salém” (Célula de Teatro), que estreou em 2019 e fez excelente temporada, e “Auto da Compadecida” (Cênicas Cia de Repertório) são destaques ao lado do projeto Trilogia Vermelha, do Coletivo Grão Comum, com três produções sobre Dom Helder Câmara, Glauber Rocha e Paulo Freire. De Portugal, desembarcam “A Estrada”, monólogo com a atriz Elsa Pinho, e “Beatriz e o Peixe-Palhaço”, uma reflexão acerca de relações sociais. Para a criançada, clássicos como “Os Três Porquinhos” e “Chapeuzinho Vermelho” e produções locais – entre elas “Haru – A Primavera do Aprendiz”, com Rapha Santacruz, “Canções, Cancionetas e Caçarolas”, da Cia 2 Em Cena, “A Batalha da Vírgula contra o Ponto Final”, da Cia Omoiós de Teatro, “O Segredo da Arca de Trancoso”, do Cênicas Cia de Repertório.</p>
<p>Música vem ganhando cada vez mais espaço, com importantes estreias, como o show dos pernambucanos Almério e Martins, e homenagens, a exemplo do lançamento do CD “Natureza Sonhadora”, tributo ao forrozeiro Accioly Neto. De fora do Estado, estarão cá a baiana Belô Velloso, o trio As Bahias e a Cozinha Mineira (SP) após apresentação no Rock In Rio, e Edu Falaschi, que virá com show acústico, revivendo a época em que integrou a banda de metal Angra. Tem ainda “Festa Eslovaco-Pernambucana”, um show de cordas com músicos da Eslováquia e do nosso Estado. Montagens de dança compõem a grade, entre elas o incrível “Ano Novo Chinês &#8211; Festa da Primavera”, cuja entrada é 1 kg de alimento. Direto da China, mistura acrobacia, artes marciais e dança. E mais: “Às Vezes eu Kahlo”, do Rio Grande do Sul, e Planta do Pé, de São Paulo.</p>
<p><strong>TEATRO ARRAIAL ARIANO SUASSUNA -</strong> Às margens do Rio Capibaribe, o equipamento cultural recebe, nesta 26ª edição, os espetáculos: <a href="https://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2020/espetaculo/66" target="_blank"><strong>Mãeee&#8230; O Que É Sexo?</strong></a>, no dia 12/1 (domingo), às 18h30; <a href="https://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2020/espetaculo/67" target="_blank"><strong>Sonia Sinimbu Canta Mercedes Sosa</strong></a>, no dia 18/1 (sábado), às 20h; <a href="https://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2020/espetaculo/68" target="_blank"><strong>Breu</strong></a>, no dia 19/1 (domingo), às 17h; <a href="https://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2020/espetaculo/70" target="_blank"><strong>Cássio Sette &amp; Betto do Bandolim</strong></a>, no dia 25/1, às 19h; <a href="https://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2020/espetaculo/71" target="_blank"><strong>Retratos de Chumbo &#8211; As Rosas Que Enfrentaram Os Canhões</strong></a>, no dia 26/1 (domingo), às 18h; <a href="https://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2020/espetaculo/80" target="_blank"><strong>Xico de Assis em Mistérios: Encanteria e Resistência</strong></a>, no dia 1º de fevereiro (sábado), às 20h.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
26º Janeiro de Grandes Espetáculos<br />
Quando: de 8 de janeiro a 3 de fevereiro de 2020<br />
Programação completa: <a href="https://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2020/programacao" target="_blank"><strong>www.janeirodegrandesespetaculos.com</strong></a><br />
+ Ingressos antecipados: <a href="https://www.sympla.com.br/eventos?s=26%C2%B0%20Janeiro%20de%20Grandes%20Espet%C3%A1culos%202020" target="_blank"><strong>www.sympla.com.br</strong></a> e quiosques da Ticket Folia nos shoppings Recife, RioMar e Tacaruna. Nas bilheterias dos teatros/espaços, à venda duas horas antes de cada sessão.</p>
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		<item>
		<title>Coletânea resgata a obra do dramaturgo Luiz Marinho</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jan 2019 20:30:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Anco Márcio]]></category>
		<category><![CDATA[cepe editora]]></category>
		<category><![CDATA[Janeiro de Grandes Espetáculos]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Marinho]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro de Luiz Marinho - Obras Correlatas]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Teatro de Luiz Marinho – Obras correlatas&#8221; é o título da coletânea de um dos dramaturgos mais encenados e premiados do Brasil, organizada pelo professor do Departamento de Literatura da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Anco Márcio Tenório Vieira. A obra, que reúne quatro volumes, tem selo da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), e será lançada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66610" aria-labelledby="figcaption_attachment_66610" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/imagem-site-1000x666.png"><img class="size-medium wp-image-66610" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/imagem-site-1000x666-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Material conta com quatro volumes divididos por estilos</p></div>
<p>&#8220;Teatro de Luiz Marinho – Obras correlatas&#8221; é o título da coletânea de um dos dramaturgos mais encenados e premiados do Brasil, organizada pelo professor do Departamento de Literatura da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Anco Márcio Tenório Vieira. A obra, que reúne quatro volumes, tem selo da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), e será lançada no próximo dia 1º, às 19h, no Teatro Hermilo Borba Filho, durante a realização da temporada 2019 de Janeiro de Grandes Espetáculos. Na sequência, às 20h, será encenada a peça <i>O capataz de Salema</i>, de Joaquim Cardozo.</p>
<p>De acordo com o presidente da Cepe, Ricardo Leitão, ao reunir a obra completa do dramaturgo, a empresa mostra o ineditismo da iniciativa: <em>“Livros sobre autores teatrais e suas criações não são comuns nos catálogos das editoras brasileiras, raros ainda mais nas editoras nordestinas. A empresa não pensa assim</em>”.</p>
<p>“<em>O título vem na sequência de &#8216;Teatro de Joaquim Cardozo – Obra completa e Don Juan – Don Giovani – Peça em 10 jornadas&#8217;, de Marcus Accioly. Em planejamento, textos teatrais de Hermilo Borba Filho. Com tal priorização busca a Cepe dar aos seus leitores a oportunidade de reler e ler – em edições de alto nível gráfico – uma das expressões mais ricas da cultura pernambucana: o seu teatro”</em>, enfatiza Leitão.</p>
<p>Os quatro volumes foram divididos por estilo. No primeiro estão reunidas as peças regionalistas, tais como: &#8220;Um sábado em 30&#8243; (a obra mais conhecida de Luiz Marinho), &#8220;A derradeira ceia&#8221;, &#8220;A afilhada de Nossa Senhora da Conceição&#8221;, &#8220;A incelença&#8221; e &#8220;A valsa do diabo&#8221;. As peças regionais se encerram no segundo volume com &#8220;Viva o cordão encarnado&#8221;, &#8220;A promessa&#8221; e &#8220;A estrada&#8221;.</p>
<p>No terceiro volume Anco Márcio usou a denominação de peças psicoexistenciais e protosurrealistas para <i>O último trem para os igarapés</i>, <i>Corpo corpóreo</i> e <i>As três graças</i>. No quarto e último volume estão reunidas as peças infantis, que misturam o universo das fábulas com aventuras fantásticas, tais como: <i>Foi um dia</i>, <i>Aventura do Capitão Flúor no reinado do Dente Cariado </i>e <i>A família Ratoplan.</i></p>
<div id="attachment_66607" aria-labelledby="figcaption_attachment_66607" class="wp-caption img-width-320 alignnone" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/DSC01066.jpg"><img class="size-medium wp-image-66607" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/DSC01066-273x486.jpg" width="273" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Anco Márcio reuniu textos inéditos e raridades resgatadas de sebos literários, publicadas em livros e revistas, fragmentos e peças com versões diversas.</p></div>
<p>Anco Márcio reuniu textos inéditos e raridades resgatadas de sebos literários, publicadas em livros e revistas, fragmentos e peças com versões diversas. Ele adotou as últimas alterações feitas pelo dramaturgo como critério para publicação. <em>“A exceção foi &#8216;Um sábado em 30&#8242;, pois a primeira versão era a única completa”</em>, explica. Aliás, essa peça, estreada em julho de 1963, permaneceu em cartaz por aproximadamente 30 anos. No Recife e em outras capitais como São Paulo e Rio de Janeiro, a peça dirigida por Valdemar de Oliveira e encenada pelo Teatro de Amadores de Pernambuco (TAP) fazia sucesso. Chegou a ser comparada pela revista Veja, ao sucesso de &#8220;A ratoeira&#8221;, de Agatha Christie, que teve mais de 13 mil encenações.</p>
<p>O trabalho de pesquisa, iniciado em 2009, foi gigantesco. O organizador contratou seis dos seus alunos de Literatura da UFPE para digitalizar o material, enquanto se debruçava para fazer a organização, introdução e notas. Em 2012, quando o livro já estava praticamente concluído, um curto-circuito colocou três anos de trabalho a perder, destruindo inclusive o backup. Todo o processo teve de ser refeito.</p>
<p>Sobre a obra do dramaturgo, o professor avalia o teatro de Luiz Marinho como uma construção criada a partir de memórias ficcionalizadas, ou seja, utilizou-as para criar as situações em que os personagens estavam envolvidos. Anco Márcio compara o processo criativo do dramaturgo com o do romancista francês Marcel Proust, cujo resgate de memória involuntária marcou sua obra e o tornou conhecido como o escritor que mais se apropriou da temática do tempo.</p>
<p><strong>Sobre Luiz Marinho</strong></p>
<p>O dramaturgo pernambucano nasceu no dia 8 de maio de 1926, no município de Timbaúba. Escreveu 14 obras teatrais, com as quais ganhou vários prêmios, incluindo o Molière, o da Academia Brasileira de Letras, o da Academia Pernambucana de Letras e o Estadual de Teatro (do então Estado da Guanabara). No seu trabalho procurava mostrar o universo social e cultural do Nordeste, retratando em livros e peças de teatro suas vivências da infância e adolescência no interior de Pernambuco. Luiz Marinho morreu no Recife em 3 de fevereiro de 2002.</p>
<p><b>SERVIÇO:</b><br />
Lançamento: “Teatro de Luiz Marinho – Obras correlatas”<i><br />
</i>Quando: Nesta sexta-feira (1), às 19h<i><br />
</i>Onde: Teatro Hermilo Borba Filho (Cais do Apolo, 142, Bairro do Recife)<br />
Gratuito<i></i></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Preços dos livros:</span><br />
<i>Teatro de Luiz Marinho</i> - Volume 1<br />
Livro impresso: R$ 60,00<br />
E-book: R$ 18,00</p>
<p>Teatro de Luiz Marinho &#8211; Volume 2<br />
Livro impresso: R$ 45,00<br />
E-book: R$ 12,00</p>
<p>Teatro de Luiz Marinho &#8211; Volume 3<br />
Livro impresso: R$ 40,00<br />
E-book: R$ 10,00</p>
<p>Teatro de Luiz Marinho &#8211; Volume 4:<br />
Livro impresso: R$ 30,00<br />
E-book: R$ 8,00</p>
<p>Combo com os 4 volumes:<br />
Livro impresso: R$ 160,00</p>
<p>&nbsp;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Bruno Lins traz novas referências musicais em &#8220;Vereda Caminho&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/bruno-lins/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Jan 2019 15:02:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Lins]]></category>
		<category><![CDATA[Fim de Feira]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Janeiro de Grandes Espetáculos]]></category>
		<category><![CDATA[Vereda Caminho]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Aficionado por contar histórias, Bruno Lins já cantava causos nordestinos como vocalista e compositor da banda Fim de Feira há dez anos, quando, a partir de 2014, passou a investir também em relatos mais pessoais. Embora sempre tenha explorado as referências culturais da Serra do Texeira, no sertão da Paraíba (de onde [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66366" aria-labelledby="figcaption_attachment_66366" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">José de Holanda</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Click-José-de-Holanda.jpeg"><img class="size-medium wp-image-66366" alt="José de Holanda" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Click-José-de-Holanda-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Bruno Lins flerta com várias referências musicais urbanas no seu primeiro disco solo.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Camila Estephania</strong></em></p>
<p>Aficionado por contar histórias, Bruno Lins já cantava causos nordestinos como vocalista e compositor da banda Fim de Feira há dez anos, quando, a partir de 2014, passou a investir também em relatos mais pessoais. Embora sempre tenha explorado as referências culturais da Serra do Texeira, no sertão da Paraíba (de onde veio sua família), o músico recifense agora dá vazão às influências urbanas para concretizar a nova safra de canções, mais confessionais, que deram origem ao seu primeiro disco solo, intitulado “Vereda Caminho”. O show de lançamento do trabalho será nesta quarta-feira (23) e nesta quinta-feira (24), às 20h, no Teatro Hermilo Borba Filho, dentro da programação do Janeiro de Grandes Espetáculos.</p>
<p>“<em>Esse trabalho foi feito em paralelo a Fim de Feira, por isso, ainda traz muito a questão da música do nordeste, mas eu não quis colocar ele na banda, porque eram canções que traziam outras temáticas, outras vivências</em>”, esclarece Bruno, que associa as referências regionais a uma roupagem mais pop. Realizado com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, o álbum reafirma a sua pluralidade estética quando conta com as participações de pernambucanos de outras escolas musicais.</p>
<p>É o caso de Henrique Albino, que assina os metais do frevo triste “Derradeiro Show” e da elétrica “Noiva da Noite”, que lembra a produção do conterrâneo Lenine. Em “Muro”, o guitarrista Rodrigo Morcego, que já trabalhou com o mítico Lula Côrtes quando tocava com a banda Má Companhia, endossa o clima progressivo que caracterizou o Udigrudi, como ficou conhecida a geração dos anos de 1970 da música do Estado. Essa referência ainda pode ser notada em outras faixas, como “Peleja do Fim do Mundo”, que aproxima Bruno das primeiros discos de Alceu Valença.</p>
<div id="attachment_66367" aria-labelledby="figcaption_attachment_66367" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">José de Holanda</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Bruno-Lins-por-José-de-Holanda-.jpeg"><img class="size-medium wp-image-66367" alt="José de Holanda" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Bruno-Lins-por-José-de-Holanda--607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Trabalho fala sobre movimentos naturais da vida, como chegadas e partidas e desencontros e reencontros.</p></div>
<p>O violeiro Hugo Linns acentua a delicadeza de “Violão Adesivado”, enquanto o pianista Amaro Freitas, conhecido por colocar a música popular no mesmo patamar da música erudita, traz requinte para o xote de “Passo Preto”, por exemplo. Essa última faixa ainda conta com os vocais de Isaar, que integra o time de cantoras convidadas ao lado de Larissa Lisboa, que reforça o dub de “Afeto Desfeito”. As duas participarão das apresentações desta semana no Hermilo Borba Filho, assim como Rodrigo Morcego e Henrique Albino. O banda que gravou todas as músicas também faz parte do show e é composta por velhos parceiros da Fim de Feira, sendo eles Lucivan Max<b> </b>(percussão), Luccas Maia<b> </b>(baixo), Thiago Rad (guitarras e violas), Marcio Silva (bateria) e Guga Fonseca<b> </b>(teclados).</p>
<p><em>“Acho que os convidados é parte de uma geração de instrumentistas importantíssima, da qual sempre me abasteci pela curiosidade mesmo, porque meu processo de composição ainda é muito solitário</em>”, justifica ele, que compôs todas as letras sozinho, com exceção de “Por onde quer que eu vá”, feita em parceria com Juliano Holanda. “<em>Esse disco acaba sendo um mosaico de referências que foram sendo absorvidas, mas acho que eu estava sendo bem verdadeiro. Cada música já nasce com um caminho, não adianta impor um estilo. O que amarra o álbum é a verdade dele</em>”, continua o artista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_66369" aria-labelledby="figcaption_attachment_66369" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Vereda-Caminho-.jpeg"><img class="size-medium wp-image-66369" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Vereda-Caminho--486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do álbum, que já está disponível para audição nas plataformas de streaming.</p></div>
<p>Essa autenticidade é evidenciada pelo uso da primeira pessoa que empodera Bruno até de narrativas que não foram vivenciadas originalmente por ele, como acontece em “Olinda 2006”. “<em>Um amigo me contou essa história de que tinha ido pra Olinda pela primeira vez em 2006 e o primeiro contato dele com a cidade foi no Carnaval, aquele cenário meio ficcional. É mais uma metáfora de alguém que sai do interior e começa a conviver com outros tipos de experiências. O disco mostra muito esse fluxo de se perder e se achar, que acontece muito no Carnaval, e reflete um momento meu muito particular de entender esse caminho</em>”, explica Bruno, que ainda aborda esses movimentos da vida quando fala de imigração em “Passo Preto” e no carimbó confessional  “Aquele Céu Acolá”.</p>
<p>“<em>Continua sendo eu contando história com esse sotaque, mas com outra linguagem. Acho que me aproxima mais dessa tradição até, porque antes eu falava mais como espectador e agora estou falando dos meus sentimentos, me colocando em um lugar de empatia</em>”, observa Bruno, que trata de experiências individuais que ganharam camadas coletivas no contexto político atual. “<em>A ‘Peleja do Fim do Mundo’ fala de um mundo apocalíptico e propõe que a música e a arte podem surgir como uma tábua de salvação em tempos tão sombrios. Nossa arma está nas diretrizes da tolerância e da liberdade. Melhor coisa é poder estar no palco e dividir esse trabalho com outras pessoas</em>”, finaliza ele.</p>
<p><b>SERVIÇO</b><br />
Shows de lançamento de “Vereda Caminho”, de Bruno Lins, no Janeiro de Grandes Espetáculos<br />
Quando: Nesta quarta (23) e nesta quinta (24), sempre às 20h<br />
Onde: Teatro Hermilo Borba Filho (Cais do Apolo, 142 – Recife/PE)<br />
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)</p>
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		<item>
		<title>Geraldo Maia clareia o Santa Isabel com sua &#8216;Noite Cheia de Estrela&#8217;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/geraldo-maia-clareia-o-santa-isabel-com-sua-noite-cheia-de-estrela/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jan 2019 17:25:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Geraldo Maia]]></category>
		<category><![CDATA[Janeiro de Grandes Espetáculos]]></category>
		<category><![CDATA[Noite Cheia de Estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro de Santa Isabel]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias A música do violonista Cândido das Neves (1899-1934), intitulada Noite Cheia de Estrelas, dá título e revela o tom escolhido para o novo show do artista pernambucano Geraldo Maia &#8211; que leva o espetáculo neste próximo domingo (20), ao Teatro de Santa Isabel, às 18h, dentro da programação do 25ª Janeiro de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17318" aria-labelledby="figcaption_attachment_17318" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/geraldo-maia-1-costa-neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-17318 " alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/geraldo-maia-1-costa-neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O show ainda é inédito e será apresentado pela primeira vez nesta sexta-feira (18), no Teatro Sesi Rio Vermelho, em Salvador</p></div>
<p style="text-align: right;">Por Marcus Iglesias</p>
<p>A música do violonista Cândido das Neves (1899-1934), intitulada <strong>Noite Cheia de Estrelas</strong>, dá título e revela o tom escolhido para o novo show do artista pernambucano Geraldo Maia &#8211; que leva o espetáculo neste próximo domingo (20), ao Teatro de Santa Isabel, às 18h, dentro da programação do 25ª Janeiro de Grandes Espetáculos.</p>
<p>O show ainda é inédito e será apresentado pela primeira vez nesta sexta-feira (18), no Teatro Sesi Rio Vermelho, em Salvador. “Aqui na capital baiana será um pouco menor, basicamente comigo e o Renato Bandeira. Mas quem apareceu de última hora pra dar uma canja foi Sérgio Cassiano, do Mestre Ambrósio”, comemora Geraldo.</p>
<p>No Teatro de Santa Isabel, no próximo domingo (20), a apresentação terá dois convidados especiais: o cantor Cannibal (Devotos e Café Preto), e a pianista Eliana Caldas. “Vou cantar músicas do Capiba com a Eliana, porque ela é uma mestra nesse sentido e eu não podia deixar essa oportunidade. Já o Cannibal vai fazer uma coisa surpreendente que eu não vou contar muito para não estragar a surpresa. Será uma canção do Ave Sangria e outra do Nelson Cavaquinho, e ficou muito legal o Cannibal cantando essas músicas”, revela Geraldo Maia. Os ingressos custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia).</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/tUPBJWzpxf0" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Sobre a parceria com Renato Bandeira e a concepção de Noite Cheia de Estrelas (ele é diretor e roteirista do show), Geraldo Maia detalha que tudo aconteceu a partir de uma aproximação natural e com base na sua bagagem musical. “A gente começou essa parceria há uns meses e fomos desenvolvendo um repertório. Dentro dessa lógica segui uma ideia, que culminou nesse show, uma mistura do que canto a vida toda e minhas canções autorais. Moldando-se a uma formação, eu na voz e violão, e o Renato me acompanhando na viola de seis, de doze cordas e de aço”, pontua o músico recifense.</p>
<p>Canções autorais e parcerias com João Falcão, Marco Polo, Everardo Norões, Adriana Falcão e Publius fazem parte do espetáculo. Outras como Agalopado (Alceu Valença), Pai e mãe (Gilberto Gil), O mais-que-perfeito (Jards Macalé-Vinícius de Moraes) e Flora (Ednardo) também compõem o show.</p>
<p>No bloco reservado para as raízes lusitanas, Geraldo pincelou músicas como Saudades do Brasil em Portugal (Vinícius de Moraes), Maldição (Alfredo Duarte – Armando V.Pinto), Fado da lua (Geraldo Maia – Vinícius Sarmento – Moncho Rodriguez), Sem vergonha (João Falcão – Adriana Falcão) e Estranha forma de vida (Amália Rodrigues – A.Duarte).</p>
<div id="attachment_66287" aria-labelledby="figcaption_attachment_66287" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/15047300150_2311977ed9_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-66287 " alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/15047300150_2311977ed9_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Tudo foi construído dentro dessa lógica com um viés bem nordestino, meio lusitano, mouro, que são frentes que marcam muito minha trajetória&#8221;, revela o músico sobre a concepção do seu novo show</p></div>
<p>“Renatinho é um músico muito versátil e dinâmico, e tudo foi construído dentro dessa lógica com um viés bem nordestino, meio lusitano, mouro, que são frentes que marcam muito minha trajetória. Ouvi todas essas coisas que definem a música nordestina, mas também tenho família em Portugal, e toda minha discografia carrega esses dois traços”, explica Geraldo, que define seu show como “algo nordestinamente lusitano”.</p>
<p>Com o show montado, Geraldo Maia projeta andar com ele pelo País. “As participações especiais são coisas pontuais. Na verdade, eu estou montando um núcleo com Renato Bandeira para que a gente possa desenvolver uma perspectiva mais fácil de rodar pelo Brasil, por ser mais prático dentro de um olhar de mercado”, ressalta.</p>
<p>“Ele se presta muito bem para  o teatro por conta das curvas do intimismo, mas também se encaixa em qualquer ambientação. O Renato é muito vigoroso com o seu instrumento, e este é um show que tem muita força rítmica, poética e dramática”, finaliza Geraldo Maia.</p>
<p><strong>Sobre o JGE:</strong> Ao todo, cerca de 100 espetáculos serão exibidos na programação que vai de 8 de janeiro a 14 de fevereiro, com importantes produções nacionais e da cena local – não só companhias do Recife, mas de Limoeiro, Petrolina e Caruaru. O festival conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura. Para mais informações, acesse o <strong><a href="http://www.janeirodegrandesespetaculos.com/" target="_blank">site do Janeiro de Grandes Espetáculos</a></strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
Noite cheia de lua, show de Geraldo Maia<br />
Domingo (20) | 18h<br />
Teatro de Santa Isabel (Praça da República, 233 &#8211; Santo Antônio, Recife)<br />
R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)<br />
Mais informações: 81 9.9689 6091 | 81 3355 3322</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong><br />
Concepção, roteiro e direção: Geraldo Maia<br />
Convidados especiais: Eliana Caldas, Renato Bandeira e Cannibal<br />
Direção de arte: Jorge Féo<br />
Iluminação: Cleison Ramos<br />
Sonorização: Estúdio Carranca<br />
Técnico de som: Jr Evangelista<br />
Design Gráfico: Patrícia Breda<br />
Assistência de produção: Ana Paula Martins<br />
Produção executiva: Jorge Féo<br />
Realização: Paó Produção &amp; Comunicação</p>
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