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	<title>Portal Cultura PE &#187; Janela de cinema</title>
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		<title>Janela promove tour pelo Cinema São Luiz neste sábado (11)</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Nov 2017 14:34:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma ação especial e gratuita do X Janela Internacional de Cinema do Recife acontece neste sábado (11), no Cinema São Luiz. Uma hora antes da exibição do filme 66 CINEMAS (DCP, 2016, 98 min, Alemanha), de Philipp Hartmann, haverá um tour pelo equipamento cultural, acompanhado pelo programador Geraldo Pinho e pelo diretor do Janela Kleber Mendonça [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma ação especial e gratuita do X Janela Internacional de Cinema do Recife acontece neste sábado (11), no Cinema São Luiz. Uma hora antes da exibição do filme 66 CINEMAS (DCP, 2016, 98 min, Alemanha), de Philipp Hartmann, haverá um tour pelo equipamento cultural, acompanhado pelo programador Geraldo Pinho e pelo diretor do Janela Kleber Mendonça Filho.</p>
<div id="attachment_54950" aria-labelledby="figcaption_attachment_54950" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Victor Jucá/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/X_Janela_Cinema_Sao_Luiz_Foto_Victor_Juca_Divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-54950" alt="Victor Jucá" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/X_Janela_Cinema_Sao_Luiz_Foto_Victor_Juca_Divulgacao-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Equipamento cultural na Rua da Aurora é gerenciado pela Secult/PE e Fundarpe</p></div>
<p>O tour está marcado para as 10h; e o filme, às 11h. As trinta primeiras pessoas que chegarem ao hall do Cinema até 10h, com o ingresso de &#8220;66 Cinemas&#8221; em mãos ou no celular, ganham acesso ao tour. Logo após a projeção, haverá debate sobre o filme. Ingressos para a sessão seguem à venda no <a href="http://www.sympla.com.br/xjaneladecinema" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a> e na bilheteria do São Luiz.</p>
<p><b>66 Cinemas</b><br />
No processo de tentar fazer com que seu longa-metragem anterior conseguisse ser exibido ao longo das distintas regiões da Alemanha, de maneira independente, Philipp Hartmann descobriu um universo de pequenas salas e donos de cinema que enfrentam a realidade de uma indústria que cada vez mais preza a uniformização e a automação. Exibindo um filme, ele acabou realizando o seu seguinte.</p>
<div id="attachment_54951" aria-labelledby="figcaption_attachment_54951" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/66-Kinos-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-54951" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/66-Kinos-2-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">66 cinemas será exibido às 11h</p></div>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong>X Janela Internacional de Cinema do Recife</strong><br />
SÁBADO (11/11)<br />
10h | TOUR PELO CINEMA SÃO LUIZ, com o programador Geraldo Pinho e o diretor do Janela Kleber Mendonça Filho (acesso aos 30 primeiros que chegarem com ingresso)<br />
11H | SESSÃO DE 66 CINEMAS, de Philipp Hartmann<br />
Ingressos: R$ 6 (preço único) já à venda na bilheteria ou pelo site www.sympla.com.br/xjaneladecinema<br />
Mais informações: www.janeladecinema.com.br</p>
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		<title>Janela Internacional de Cinema anuncia premiados da 9ª edição</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/janela-internacional-de-cinema-anuncia-premiados-da-9a-edicao/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2016 16:08:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[*Com informações da Assessoria O Janela Internacional de Cinema do Recife finalizou no último domingo (6), sua nona edição. Durante dez dias, o festival abrigou uma intensa programação com sessões de curtas e longas, lançamento de livros, mesas no 1º andar do Cine São Luiz e reuniões do Janela Crítica no Portomídia. Na competição de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_41788" aria-labelledby="figcaption_attachment_41788" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Still/Martírio</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Martrio.jpg"><img class="size-medium wp-image-41788" alt="Still/Martírio " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Martrio-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;Martírio&#8217;, de Vincent Carelli, foi realizado com incentivo do Funcultura</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>*Com informações da Assessoria</em></p>
<p>O Janela Internacional de Cinema do Recife finalizou no último domingo (6), sua nona edição. Durante dez dias, o festival abrigou uma intensa programação com sessões de curtas e longas, lançamento de livros, mesas no 1º andar do Cine São Luiz e reuniões do Janela Crítica no Portomídia.</p>
<p>Na competição de longas, o prêmio principal foi para “Martírio” (Brasil, 2016), do documentarista franco-brasileiro Vincent Carelli. “Por sua habilidade em reconstruir a história de um país que evita uma parte da sua própria história e que tem abusado de uma minoria desde muito tempo, após 25 anos de acúmulo de um material valioso de arquivo dos indígenas Guarani-Kaiowá, é importante para nós reconhecer a perpetuação da resistência e clamar, nos dias de hoje, por desobediência”, diz a justificativa do júri, formado por Fabienne Morris (produtora, curadora), Irandhir Santos (ator) e Paulo de Carvalho (diretor artístico do Festival Cinelatino na Alemanha).</p>
<p>O longa de Carelli também levou na categoria de melhor imagem pelo júri oficial do Janela, dividindo a premiação com “O Auge do Humano” (Argentina/Portugal/Brasil, 2016), de Eduardo Williams. “O júri de longa-metragem decide premiar duas diferentes imagens de dois filmes: jovens nus que se vendem, se tocam, se seduzem e se submetem a uma certa dependência tecnológica no filme ‘O Auge do Humano’. E a outra imagem, o protesto dos índios Guarani-Kaiowá, no Congresso Nacional, captada através da câmera de TV do próprio congresso. Carelli utiliza essa forte imagem preexistente que contém elementos que resumem temas presentes no decorrer do filme, como a casa do poder, a figura do político, a dança, o canto dos índios e o medo de uma suposta ameaça”.</p>
<p>Ainda entre os longas, o filme de Eduardo Williams foi laureado na categoria de melhor montagem. “Por nos guiar e explorar com sensibilidade diferentes países e a juventude de hoje, por sua capacidade de nos transportar num filme orgânico onde os conceitos de tempo e espaço são encarnados”, argumenta o júri sobre “O Auge do Humano”. O melhor som ficou com “O Ornitólogo” (Portugal, França e Brasil, 2016), do cineasta português João Pedro Rodrigues. “Pela utilização primorosa dos sons naturais, humanos e daqueles posteriormente criados que contribuem de forma expressiva na construção do grande mosaico humano, místico e simbólico apresentado no filme”, justifica o júri.</p>
<p>Para o júri especial Janela Crítica, composto por nove jovens críticos, “O Ornitólogo” também foi eleito o melhor longa do festival. O curta franco-sul-africano “The Beast” (2016), de Michael Wahrmann e Samantha Nell, saiu com a premiação de melhor curta internacional pelo júri do Janela Crítica. Pela primeira vez este ano, os textos produzidos e publicados pelo Janela Crítica foram compilados pelo realizador e crítico Felipe André Silva na <a href="https://issuu.com/felipeandresilva/docs/untitled-1_e3668a5b998254" target="_blank"><strong>Revista Barbatana</strong></a>, por meio de uma seleta de críticas de filmes que geraram boas discussões. “A revista é uma criação de Felipe e parte de uma vontade do Janela de valorizar a produção crítica que ocorre todo ano durante o festival”, afirma o coordenador de programação do IX Janela, Luís Fernando Moura.</p>
<p>Instituído pelo Janela em 2014, em homenagem ao amigo e crítico baiano João Sampaio, falecido em 2014, o Prêmio João Sampaio para Filmes Finíssimos que Celebram a Vida foi concedido nesta edição ao longa português “O Cinema, Manoel de Oliveira e Eu”, de João Botelho, aprendiz e amigo do mestre do cinema Manoel Oliveira, com quem conviveu por 40 anos.</p>
<p><strong>Curtas</strong> &#8211; Formado pela jornalista e crítica de cinema Carol Almeida, pelo produtor e curador Pedro Marum (integrante do coletivo português Rabbit Hole) e pelo jornalista Nathan Reneaud (programador do Festival International du Film Indépendant de Bordeaux, na França), o júri de curtas nacionais elegeu o mineiro “Estado Itinerante” (MG), de Ana Carolina Soares, o melhor curta nacional. O júri especial do Janela Crítica também escolheu o trabalho de Ana Carolina como o melhor curta brasileiro. Além disso, o curta foi o preferido pela Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas de Pernambuco (ABD/PE), totalizando três prêmios no festival.</p>
<div id="attachment_41789" aria-labelledby="figcaption_attachment_41789" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Still/Estado itinerante</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/estadoitinerante.jpg"><img class="size-medium wp-image-41789" alt="Still/Estado itinerante" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/estadoitinerante-607x235.jpg" width="607" height="235" /></a><p class="wp-caption-text">O curta mineiro &#8216;Estado Itinerante&#8217;</p></div>
<p>“Numa história cujo tema central é a violência doméstica contra as mulheres, esse filme trabalha com uma mise-en-scène que nos conta sobre como essa violência é algo que pode ser sentido no espaço público, seja ele a rua, um ônibus ou um bar. Ao escolher representar a presença masculina ora fora do quadro ora sem rosto – presença oculta mas manifesta na forma de uma voz ou inscrita nos sons, e ao usar a própria câmera como um corpo que, gradual e afetivamente se aproxima da personagem, a libertando em um memorável plano-sequência, ‘Estado Itinerante’ consegue lidar com um assunto delicado e poderoso, usando muitas vezes o que não é visto em cena para desvelar um tipo de violência que é, historicamente, inviabilizado”, diz o comunicado do júri de curtas nacionais do Janela.</p>
<p>Também foram concedidos prêmios, ainda de acordo com o júri de curtas nacionais, para “Quando os dias eram eternos” (São Paulo, 2016), de Marcus Vinicius Vasconcelos (melhor som); “Na Missão, com Kadu” (Pernambuco/Minas Gerais, 2016), de Aiano Bemfica, Kadu Freitas e Pedro Maia de Brito (melhor imagem), “Se por Acaso” (Rio de Janeiro, 2016), de Pedro Freire (melhor montagem), e “A Moça Que Dançou com o Diabo” (São Paulo, 2016), de João Paulo Miranda (menção honrosa/especial). O curta “Na Missão, com Kadu” foi agraciado, ainda, com o Prêmio Fepec (Federação Pernambucana de Cineclubes).</p>
<p>Na competição internacional de curtas, o júri formado por Marisa Merlo (idealizadora, diretora, programadora e produtora da Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba), pelo crítico Victor Guimarães e pela documentarista Mariana Lacerda premiou o colombiano “Cilaos” (2016), de Camilo Restrepo, como o melhor do festival. Ano passado, Restrepo já havia ganho o prêmio de melhor imagem com o curta “La impresión de una Guerra”.</p>
<p>Na justifica sobre “Cilaos”, o júri menciona: “por forjar um território imaginativo instigante que está na frontalidade dos olhares, na espessura dos cantos e vozes, e na materialidade das imagens”. A melhor imagem foi para “Yolo” (África do Sul/EUA, 2015), de Ben Russell; o melhor som para o grego “Manodopera” (2016), de Loukianos Moshonas; a melhor montagem para o estadunidense “Scales in the Spectrum of Space”, de Fern Silva; e, ainda, menção especial para “The Beast” (África do Sul/França), de Michael Wahrmann e Samantha Nell.</p>
<p>Escolhido pelo júri da ABD-PE, o prêmio oferecido pelo Portomídia, que concede 120h de estúdio para finalização de imagem e/ou som ao melhor filme pernambucano do festival, dentro ou fora de competição, foi este ano para o diretor Fábio Leal e o seu curta “O Porteiro do Dia”.</p>
<p>A nona edição do festival Janela Internacional de Cinema do Recife é organizada pela CinemaScópio Produções Cinematográficas e Artísticas, tem patrocínio da Petrobras e incentivo do Funcultura / Fundarpe, Secretaria de Cultura do Governo do Estado de Pernambuco.</p>
<p><strong> Lista completa dos premiados do IX Janela Internacional de Cinema do Recife</strong></p>
<p>MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS:<br />
Melhor Longa: “Martírio” (Brasil), de Vincent Carelli<br />
Melhor Montagem: “O Auge do Humano” (Argentina/Portugal/Brasil), de Eduardo Williams<br />
Melhor Som: “O Ornitólogo” (Portugal/França/Brasil), de João Pedro Rodrigues<br />
Melhor Imagem: prêmio dividido entre “O Auge do Humano” (Argentina/Portugal/Brasil), de Eduardo Williams e “Martírio” (Brasil), de Vincent Carelli</p>
<p>MOSTRA COMPETITIVA DE CURTA-METRAGEM INTERNACIONAL:</p>
<p>Melhor curta internacional: “Cilaos” (Colômbia), de Camilo Restrepo<br />
Melhor Imagem: “Yolo” (África do Sul/EUA), de Ben Russell<br />
Melhor Som: “Manodopera” (Grécia), de Loukianos Moshonas<br />
Melhor Montagem: “Scales in the Spectrum of Space” (EUA), de Fern Silva<br />
Menção especial: “The Beast” (África do Sul/França), de Michael Wahrmann e Samantha Nell</p>
<p>MOSTRA COMPETITIVA DE CURTA-METRAGEM NACIONAL:</p>
<p>Melhor curta nacional: “Estado Itinerante” (MG), de Ana Carolina Soares<br />
Melhor imagem: “Na Missão, com Kadu” (PE/MG), de Aiano Bemfica, Kadu Freitas e Pedro Maia de Brito<br />
Melhor montagem: “Se por Acaso” (RJ), de Pedro Freire<br />
Melhor Som: “Quando os dias eram eternos” (SP), de Marcus Vinicius Vasconcelos<br />
Menção Honrosa/Especial do Júri: “A Moça Que Dançou com o Diabo” (SP), de João Paulo Miranda</p>
<p>PRÊMIO JANELA CRÍTICA:</p>
<p>Melhor curta nacional: “Estado Itinerante” (MG), de Ana Carolina Soares<br />
Melhor curta internacional: “The Beast” (África do Sul/França), de Michael Wahrmann e Samantha Nell<br />
Melhor Longa: “O Ornitólogo” (Portugal/França/Brasil), de João Pedro Rodrigues</p>
<p>PRÊMIO ABD (Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas de Pernambuco &#8211; ABD/PE):<br />
“Estado Itinerante” (MG), de Ana Carolina Soares</p>
<p>PRÊMIO OFERECIDO PELO PORTOMÍDIA (120h de estúdio para finalização de imagem e/ou som concedido para o melhor filme pernambucano do festival):<br />
“O Porteiro do Dia” (PE), de Fábio Leal</p>
<p>PRÊMIO FEPEC (Federação Pernambucana de Cineclubes)<br />
Curta “Na Missão, com Kadu” (PE/MG), de Aiano Bemfica, Kadu Freitas e Pedro Maia de Brito</p>
<p>PRÊMIO JOÃO SAMPAIO PARA FILMES FINÍSSIMOS QUE CELEBRAM A VIDA<br />
“O Cinema, Manoel de Oliveira e eu” (Portugal), de João Botelho</p>
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		<title>Janela de Cinema abre inscrições para oficinas do festival</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2015 20:11:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Até o próximo dia 2 de novembro, realizadores audiovisuais interessados nas áreas de efeitos especiais e filmagem em Super 8, podem inscrever-se nas oficinas da oitava edição do festival Janela Internacional de Cinema do Recife. O evento é uma realização da CinemaScópio Produções Cinematográficas e Artísticas, tem patrocínio da Petrobras e incentivo do Governo de Pernambuco, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Até o próximo dia 2 de novembro, realizadores audiovisuais interessados nas áreas de efeitos especiais e filmagem em Super 8, podem inscrever-se nas oficinas da oitava edição do festival Janela Internacional de Cinema do Recife. O evento é uma realização da CinemaScópio Produções Cinematográficas e Artísticas, tem patrocínio da Petrobras e incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<div id="attachment_31228" aria-labelledby="figcaption_attachment_31228" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Victor Jucá</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/oficina-janela.jpg"><img class="size-medium wp-image-31228" alt="Victor Jucá" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/oficina-janela-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Participantes serão selecionados através da análise de currículos</p></div>
<p>Este ano, o festival inaugura a programação “Petrobras Apresenta: Aulas de Cinema do Janela”. Com apoio do British Council, a “Oficina de efeitos visuais (VFX) para filmes de baixo orçamento” traz Caroline Pires, artista conceituada internacionalmente (participou de “A Invenção de Hugo Cabret”, de Martin Scorsesse, ganhador do Oscar de efeitos especiais) dias 12 a 13 de novembro. E de 13 a 15 de novembro, com apoio da Kodak, os 50 anos do Super 8 serão lembrados em oficina com Ivan Cordeiro,Phil e Rhonda Vigeant, de Los Angeles (EUA). As atividades acontecem no Portomídia, Bairro do Recife.</p>
<p>&#8220;A Petrobras abraçou a ação de Aulas de Cinema proposta pelo festival, com o intuito de incentivar o diálogo com os espectadores por meio de debates, conversas e oficinas&#8221;, explica diretora e produtora do Janela, Emilie Lesclaux. Ambas as oficinas irão acontecer no Portomídia, Bairro do Recife, e disponibilizam 35 vagas, ao todo. A primeira oficina, “Oficina de efeitos visuais (VFX) para filmes de baixo orçamento&#8221;, é gratuita e faz parte da parceria entre o festival e o programa de artes do British Council, o Transform.</p>
<p>Pela primeira vez ao Recife, a mestre em efeitos visuais Caroline Pires, radicada em Londres, ministra a atividade sobre efeitos visuais, entre os dias 12 e 13 de novembro, cujo foco é trazer informações sobre ferramentas atuais para, de maneira inteligente, propor soluções no processo de criação de um filme, sem um grande orçamento. No ramo da indústria cinematográfica há sete anos, Caroline fez parte da equipe de filmes como <em>A Invenção de Hugo Cabret</em>, de Martin Scorsese, ganhador do Oscar de efeitos especiais, além de <em>127 horas</em>,<em> 007 – Quantum of Solace</em> e o recente <em>Tower Block.</em> Serão disponibilizadas 15 vagas.</p>
<p>Com a oficina “Super 8”, o Janela Internacional de Recife realiza uma atividade educativa, em parceria com a Kodak, para celebrar os 50 anos de existência deste formato e modelo estético que batiza um dos movimentos do cinema pernambucano. Um dos profissionais que irá trazer a luz sobre o tema é o realizador e produtor radicado em Los Angeles (EUA) Ivan Cordeiro, autor do curta-metragem “Censura Livre” (1979) e um dos clássicos do Super 8 recifense – restaurado e reexibido pelo Janela em 2013.</p>
<p>A seleção dos participantes será feita com análise do currículo dos candidatos. A oficina de efeitos visuais é gratuita, já a atividade de Super 8 requer investimento no valor de R$ 120. Para se candidatar a uma das vagas, é preciso preencher um formulário no <a href="http://www.janeladecinema.com.br" target="_blank"><strong>site oficial</strong> </a>do festival, onde também estão disponíveis mais informações.</p>
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		<title>Janela de Cinema anuncia premiados e comemora recorde de público</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/janela-de-cinema-anuncia-premiados-e-comemora-recorde-de-publico/</link>
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		<pubDate>Sun, 02 Nov 2014 19:17:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Informações da assessoria do evento O Janela Internacional de Cinema do Recife chega ao fim de sua sétima edição. Após dez dias de intensa programação, o festival comemora recorde de público: mais de 17 mil pessoas frequentaram sessões no Cinema São Luiz, Cinema da Fundação e Museu Cais do Sertão. A cerimônia de premiação foi [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_16252" aria-labelledby="figcaption_attachment_16252" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Victor Jucá</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/sao-luiz2.jpg"><img class="size-medium wp-image-16252 " alt="Victor Jucá" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/sao-luiz2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mais de 10 mil pessoas conferiram a programação no Cinema São Luiz</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Informações da assessoria do evento</em></p>
<p style="text-align: left;">O Janela Internacional de Cinema do Recife chega ao fim de sua sétima edição. Após dez dias de intensa programação, o festival comemora recorde de público: mais de 17 mil pessoas frequentaram sessões no Cinema São Luiz, Cinema da Fundação e Museu Cais do Sertão. A cerimônia de premiação foi realizada neste domingo (2) às 13h, no Espaço Risoflora (Cabanga).</p>
<p>Na competição de longas, o prêmio principal foi para “A Professora do Jardim de Infância” (Haganenet , Israel /França, 2014), de Nadav Lapid. “Por sua narrativa segura e ao mesmo tempo escorregadia e imprevisível. E por nos apresentar a dificuldade e necessidade de poesia no mundo contemporâneo”, diz a justificativa do júri, formado pelo curador do Wexner Center for the Arts (Ohio) Chris Stults (que vem ao festival com o apoio da Associação Brasil América &#8211; ABA), o produtor pernambucano João Vieira Jr (REC Produtores Associados), o crítico paulista José Geraldo Couto.</p>
<p>Ainda na competição de longas, o pernambucano Gabriel Mascaro foi eleito o melhor diretor por “Ventos de Agosto”; a melhor imagem foi para “Jauja” (Argentina/França, 2014), de Lisandro Alonso; o melhor som para Maurício d´Orey, por “Ventos de Agosto”; e a melhor montagem para Nina Galanternick e Karen Sztajnberg, por “Casa Grande”, de Fellipe Barbosa.</p>
<p>Instituído pelo Janela em homenagem ao amigo e crítico baiano falecido em 2014, foi concedido ao longa cearense “A misteriosa morte de Pérola”, de Guto Parente e Ticiana Augusto Lima, o Prêmio João Sampaio para Filmes Finíssimos que Celebram a Vida. “É um filme muito pessoal, verdadeiro e criativo. Gostaria que João tivesse visto, acho que ele o defenderia bastante”, disse Kleber Mendonça Filho, diretor do festival.</p>
<p>Antes do anúncio do Prêmio ABD/APECI, Pedro Severien (presidente da associação), lançou uma carta pela digitalização do Cinema São Luiz, assinada pelos realizadores presentes e público do festival para ser entregue ao Governo do Estado já nesta segunda-feira.</p>
<p><strong>Curtas</strong> &#8211; Formado por Barbie Heussinger (German Films), Rafael Ciccarini (curador, professor e pesquisador) e Nara Normande (diretora e curadora), o júri de curtas nacionais elegeu o mineiro “Quinze”, de Maurílio Martins, também indicado pelo júri ABD/APECI como o melhor do festival. O júri oficial também concedeu prêmios para “Nua por Dentro do Couro” (MA), de Lucas Sá (melhor imagem); “O Bom Comportamento” (RJ), de Eva Randolph (melhor som); “A Era de Ouro” (CE), de Leonardo Mouramateus (melhor montagem) e “O Lugar Mais Frio do Rio”, de Madiano Marcheti (menção honrosa).</p>
<p>Na Competição Internacional de Curtas, o júri formado por Michael Gibbons ((Lincoln Center/Nova York), Karen Black (Cachaça Cinema Clube/RJ) e Roberta Veiga (Revista Devires/MG) premiou o alemão “A Galinha” (The Chicken), de Una Gunjak, como o melhor do festival. A melhor montagem foi para “Redenção” (Redemption, Portugal, França, Alemanha e Itália, 2013), de Miguel Gomes; o melhor som para “A rainha” (La Reina, Argentina, 2013), de Manuel Abramovich; e a melhor imagem para “Bens Abandonados” (Abandoned goods, Reino Unido, 2014), de Pia Borg e Edwar Lawrenson.</p>
<p>A sétima edição do festival Janela Internacional de Cinema do Recife é organizada pela CinemaScópio Produções Cinematográficas e Artísticas, tem patrocínio da Petrobras e incentivo do Funcultura / Fundarpe, Secretaria de Cultura do Governo do Estado de Pernambuco.</p>
<p>Confira lista dos premiados:</p>
<p><strong>Competição de longas</strong><br />
Júri: Chris Stults, João Vieira Jr e José Geraldo Couto</p>
<p>Melhor longa: “A Professora do Jardim de Infância” (Haganenet , Israel /França, 2014), de Nadav Lapid<br />
Melhor Direção: Gabriel Mascaro, por “Ventos de Agosto” (PE, 2014)<br />
Melhor Imagem: “Jauja” (Argentina/França, 2014), de Lisandro Alonso<br />
Melhor Som: Maurício d´Orey, por “Ventos de Agosto” (PE, 2014), de Gabriel Mascaro<br />
Melhor Montagem: Nina Galanternick e Karen Sztajnberg, por “Casa Grande” (RJ, 2014), de Fellipe Barbosa</p>
<p><strong>Competição Nacional de Curtas</strong><br />
Júri: Barbie Heussinger, Rafael Ciccarini e Nara Normande</p>
<p>Melhor curta: “Quinze” (MG, 2014), de Maurílio Martins<br />
Melhor imagem: “Nua por Dentro do Couro” (MA, 2014), de Lucas Sá<br />
Melhor som: “O Bom Comportamento” (RJ, 2014), de Eva Randolph<br />
Melhor montagem: “A Era de Ouro” (CE, 2014), de Leonardo Mouramateus<br />
Menção honrosa: “O Lugar Mais Frio do Rio”, de Madiano Marcheti</p>
<p><strong>Competição Internacional de Curtas</strong><br />
Júri: Michael Gibbons, Karen Black e Roberta Veiga</p>
<p>Melhor Filme: “A Galinha” (The Chicken, Alemanha, 2014), de Una Gunjak<br />
Melhor Montagem: “Redenção” (Redemption, Portugal, França, Alemanha e Itália, 2013), de Miguel Gomes<br />
Melhor Som: “A rainha” (La Reina, Argentina, 2013), de Manuel Abramovich<br />
Melhor imagem: “Bens Abandonados” (Abandoned goods, Reino Unido, 2014), de Pia Borg e Edwar Lawrenson</p>
<p><strong>Prêmio João Sampaio para Filmes Finíssimos que Celebram a Vida</strong><br />
“A misteriosa morte de Pérola” (CE), de Guto Parente e Ticiana Augusto Lima</p>
<p><strong>Prêmio Aquisição Canal Curta! (R$ 5 mil)</strong><br />
“A Era de Ouro” (CE), de Leonardo Mouramateus</p>
<p><strong>Prêmio Janela Crítica</strong><br />
Curta nacional: “La llamada” (SP), de Gustavo Vinagre<br />
Curta estrangeiro: “Oh Lucy” (Japão), de Atsuko Hirayagi<br />
Longa: “A misteriosa morte de Pérola” (CE), de Guto Parente e Ticiana Augusto Lima</p>
<p><strong>Júri ABD/APECI (curtas nacionais)</strong><br />
Júri: Gabi Saegesser, Mauricio Correia e Roberto Azoubel</p>
<p>1º lugar: “Quinze” (MG, 2014), de Maurílio Martins<br />
2º lugar: “Noites traiçoeiras” (PE, 2014) de João Lucas</p>
<p><strong>Prêmio FEPEC &#8211; Federação Pernambucana de Cineclubes</strong><br />
Júri: Pietro Félix, Gabriela Saldanha e Fabiana Maria</p>
<p>Melhor Filme Para Reflexão: &#8220;Si no se puede bailar, esta no es mi revolución&#8221; (SP/Cuba, 2014), de Lillah Hallah</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>&#8220;Tatuagem&#8221; deixa sua marca de afeto no Recife</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Oct 2013 03:23:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_46344" aria-labelledby="figcaption_attachment_46344" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/10227579146_3b523f50d8_z2.jpg"><img class="size-medium wp-image-46344" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/10227579146_3b523f50d8_z2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Hilton Lacerda (dir), acompanhado da equipe de &#8220;Tatuagem&#8221;, fala sobre a estreia do filme</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Uma noite para acarinhar a alma e o coração. Há tempos que o público recifense se preparava para o que aconteceu na última sexta (11): a tão aguardada estreia do filme <em>Tatuagem</em>, de Hilton Lacerda, na capital pernambucana. Depois de festejadas exibições no Festival de Gramado e do Rio (nesses dois, conquistou um total de nove prêmios), o primeiro longa de ficção do diretor encheu a tela do São Luiz, na abertura do 6ª edição do festival Janela Internacional de Cinema do Recife, e arrebatou um público gigante, que enfrentou fila e chuvisco para garantir seu lugar em mais um momento histórico da nossa produção audiovisual.</p>
<p>E o que levou tantas pessoas a enfrentarem uma fila que deu voltas no quarteirão e a esperar por horas para conseguir o melhor lugar no cinema? O estudante de publicidade Thomaz Jefferson respondeu com um sorriso no rosto: &#8220;<em>É a paixão pelo cinema! O prazer de ver um lindo trabalho, como imagino que deva ser</em> Tatuagem&#8221;. Jefferson veio de Paudalho  especialmente para a abertura do Janela (além do Recife, Olinda e Bonito, o município na Zona da Mata Norte serviu de cenário para algumas passagens do filme). O jovem chegou no São Luiz por volta das 14h. Ao saber que os ingressos só seriam vendidos a partir das 19h, deu um tempo e depois, em torno das 16h, estava de volta à fila, onde já haviam 10 pessoas à sua frente. Para passar o tempo, valeu banquinho para esperar sentado e até tabuleiro de xadrez como distração. Mesmo com a fila já abraçando o São Luiz, quem ainda tinha uma ponta de esperança de conseguir um ingresso não desistiu.</p>
<p>Amor pelo cinema e prestígio da produção pernambucana. Tamanha expectativa não se limitava somente ao público. Momentos antes da exibição, o diretor Hilton Lacerda já recebia abraços carinhosos e desejos de boa sorte enquanto circulava entre os convidados. E ele não fez a menor questão de esconder a ansiedade pela recepção que o filme teria em sua terra. &#8220;<em>É a primeira vez que estou nervoso. Já passei por várias estreias em minha trajetória, mas sempre muito tranquilamente. Só que mostrar o filme em casa é outra coisa e esse está sendo um momento muito feliz, é uma expectativa e uma responsabilidade muito grandes</em>&#8220;, declarou.</p>
<p>A sessão começou exibindo o curta <em>Censura livre</em> (1979), registro do diretor Ivan Cordeiro, em Super 8, da demolição de algumas salas de cinema no Recife, sendo substituídas por estabelecimentos comercias. Imagens que falam por si, apontando a desolação e o ostracismo a que verdadeiros templos da cultura e lazer foram destinados pelo poder predatório do capital. Na sequência, sem intervalo, o clima de desbunde total invade a tela do São Luiz e enche os olhos dos espectadores. <em>Tatuagem</em> estava começando!</p>
<p>É &#8220;amor da cabeça aos pés&#8221;, como cantaram os Novos Baianos. Do primeiro ao último minuto, <em>Tatuagem</em> faz reverberar em quem o assiste um brado de liberdade, que chacoalha, emociona e faz apaixonar. Com extrema sensibilidade, o filme é uma verdadeira catarse, uma entrega sem medidas do diretor, de sua equipe e, inclusive, do próprio público. Em cena, Clécio Wanderley (interpretado por Irandhir Santos) comanda a trupe teatral Chão de Estrelas, que, de modo libertário, faz do deboche e da anarquia suas principais armas de transgressão, indo de encontro à repressão e ao autoritarismo que marcaram os “anos de chumbo”.</p>
<p>Desbundados, provocativos, ousados e, acima de tudo, livres, os atores do grupo se travestem de múltiplas cores e de incontáveis sonhos e desejos de amor para contestar o conservadorismo da época. É neste cenário que surge o recruta Fininha (Jesuíta Barbosa), que, de cara, é fisgado por Clécio. A paixão entre os dois desabrocha instantaneamente, e Fininha – em contraponto ao ambiente autoritário e disciplinador  de um quartel &#8211; começa a se entregar ao amor por Clécio e ao novo mundo que se descortina diante dele.</p>
<p>O grupo Chão de Estrelas é uma verdadeira comunidade, onde todos vivem a mais absoluta experiência de se despir de pudores, fazendo uso da linguagem teatral como meio de expressão disso. Sexualidade, nudez, contracultura estão nas assertivas do grupo, que questiona padrões sociais e culturais a partir dos seus happenings alegres, envolventes, críticos e repletos de afeto, palavra que é fio-condutor do filme. Inspiração que vem do grupo de teatro Vivencial Diversiones, que agitou a Olinda setentista, e de forma apaixonante e apaixonada, <em>Tatuagem</em> representa o questionamento mais contundente &#8211; e mais delicado &#8211; sobre os valores humanos e os padrões que nos moldam, freando o desejo infinito de amar o mundo ao nosso redor. &#8220;<em>Apesar de aparentar,</em> Tatuagem <em>está longe de ser um filme saudosista ou de época, mas é, sim, um filme contemporâneo, que quer discutir o que somos hoje, de uma construção do futuro delineada a partir do passado, sobre o que é que a gente fez e onde foram parar os nossos sonhos</em>&#8220;, disse Hilton Lacerda, ao explicar essa identificação do público com o filme.</p>
<p>Uma das personagens mais magnéticas do filme é Paulete, interpretada por Rodrigo García, que, um dia antes da abertura do Janela, ganhou o prêmio de melhor ator coadjuvante no Festival do Rio, por sua atuação em <em>Tatuagem</em>. O sucesso do filme e o destaque que Paulete tem na história foram celebrados por García. &#8220;<em>Foi um dos presentes mais lindos da minha vida ser convidado para esse filme e, ainda mais, fazer esse personagem. Esse reconhecimento que </em>Tatuagem<em> está tendo só vem confirmar que tudo o que vivemos valeu a pena e que nós estamos no caminho certo. A nossa convivência juntos, como uma verdadeira família, numa comunidade que foi criada especialmente para o filme, foi decisiva para esse sentimento de carinho que ele revela. Esse filme nos deu a chance de viver momentos intensos que, pra todos nós, com certeza, foram maravilhosos e se revelam igualmente incríveis para o público!</em>&#8220;, destacou.</p>
<p>Para quem ainda não viu o filme, vai ter a chance de assistir a mais uma sessão, nesta terça (15/10), no Cinema da Fundação, a partir das 18h, com a presença do diretor Hilton Lacerda.</p>
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