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	<title>Portal Cultura PE &#187; João Cabral de Melo Neto</title>
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		<title>Livro analisa a obra poética de João Cabral de Melo Neto</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 14:16:46 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114844" aria-labelledby="figcaption_attachment_114844" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/RafaelaAbreuGomes-Divulgação.jpeg"><img class="size-medium wp-image-114844" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/RafaelaAbreuGomes-Divulgação-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A professora e escritora Rafaela de Abreu Gomes</p></div>
<p>A trajetória poética do pernambucano João Cabral de Melo Neto (1920-1999) é analisada pela pesquisadora cearense Rafaela de Abreu Gomes no próximo título da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). No livro, um ensaio com 304 páginas, ela faz a interlocução entre a poesia de João Cabral e a obra de outros escritores promovendo diálogos com a teoria literária e a filosofia. O lançamento ocorre nesta quinta-feira (5), a partir das 19h, na livraria Leitura do Shopping RioMar de Papicu, em Fortaleza.</p>
<p><em>João Cabral de Melo Neto entre as Palavras e a Voz</em> expõe um olhar diferenciado para a produção do poeta. “O diálogo que estabeleci com outros pensadores foi pensado a partir da obra de João Cabral, das referências (diretas e indiretas) que fui encontrando ao longo das leituras que realizei da obra cabralina. Também levei em consideração autores que me ajudassem a pensar o contexto de produção do poeta, mas em primeiro plano vieram as referências que colhi na obra cabralina”, declara Rafaela.</p>
<p>O ensaio é fruto de estudos realizados por Rafaela para o doutorado na Universidade Federal do Ceará (UFC). De acordo com ela, foram analisados todos os livros do poeta para a pesquisa, exceto o texto Joan Miró, por não caber na proposta dessa publicação. Entre os pensadores selecionados pela autora para conduzir as reflexões acerca da obra de João Cabral estão o sociólogo e crítico literário Antonio Candido (1918-2017) e o escritor Graciliano Ramos (1892-1953).</p>
<p>“Há um poema de João Cabral cujo título é <em>Graciliano Ramos</em> e Antonio Candido foi um dos primeiros a escrever uma crítica sobre a escrita cabralina, já observando, ainda na década de 1940, que João Cabral não era exatamente um poeta surrealista, como aparentemente poderia parecer. Quando João Cabral mal surgira, Candido percebeu que o trabalho dele, uma vez que observasse mais os aspectos circunstanciais, poderia se tornar uma contribuição importante para a literatura brasileira &#8211; o que, afinal, se confirmou com os livros seguintes”, diz a autora.</p>
<p>Sobre o resultado da pesquisa, Rafaela de Abreu observa que sempre encontrava “comentários e análises acerca da economia linguística e das palavras arquitetadas e calculadamente escolhidas” ao ler livros a respeito da obra de João Cabral. “Eu quis, desde o início, mergulhar nesse processo que, apesar de racional e bastante calculado, também guarda uma dimensão humana profundamente pensada. Além disso, como se trata, em muitos casos, de metapoesia, me interessou investigar como os poemas cabralinos realizam, ao mesmo tempo, o aspecto metapoético e a investigação existencial. Por isso o título <em>Entre as Palavras e a Voz</em>, isto é: o que as palavras podem significar, no âmbito da poesia cabralina, e o que é possível dizer e construir a partir disso, o que, neste caso, procurei fazer.”</p>
<p>Para o jornalista e editor da Cepe, Diogo Guedes, “<em>João Cabral de Melo Neto entre as Palavras e a Voz</em> traz uma leitura profunda e renovada da obra do poeta pernambucano em um diálogo com a filosofia e a literatura. Além das referências mais constantes dentro dos estudos cabralinos, Rafaela de Abreu Gomes se propõe a ler através de João Cabral, num esforço mais de reler e ampliar as interpretações poéticas da obra do autor do que de decifrá-la ou entendê-la.”</p>
<p><strong>A AUTORA -</strong> Rafaela de Abreu Gomes nasceu em Maranguape (CE). É professora de literatura no ensino médio e no ensino superior, tem graduação, mestrado e doutorado em letras pela Universidade Federal do Ceará e estuda a obra de João Cabral de Melo Neto há mais de dez anos. Seu primeiro livro publicado foi <em>Um Vislumbre a Caminho: A Humana Poesia de João Cabral</em> (2019), com tiragem reduzida.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro <em>João Cabral de Melo Neto entre as Palavras e a Voz</em>, com bate-papo entre Rafaela de Abreu Gomes e Odalice de Castro Silva, professora na Universidade Federal do Ceará -</strong> <em>quinta-feira (5), das 19h às 22h, na Livraria Leitura do Shopping RioMar (Rua Desembargador Lauro Nogueira, nº 1.500, Papicu, Fortaleza-CE). Preço do livro impresso: R$ 65</em></p>
<div id="attachment_114845" aria-labelledby="figcaption_attachment_114845" class="wp-caption img-width-353 alignnone" style="width: 353px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Joao-Cabral-de-Melo-Neto-entre-as-palavras-e-a-voz.jpg"><img class="size-medium wp-image-114845" alt="Cepe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Joao-Cabral-de-Melo-Neto-entre-as-palavras-e-a-voz-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro João Cabral de Melo Neto entre as Palavras e a Voz</p></div>
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		<title>Live: Chico Science, Josué de Castro e João Cabral de Melo Neto na pauta do Pasárgada</title>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2022 12:33:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-25-at-09.20.47.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-94065" alt="Quintal do Bandeira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-25-at-09.20.47-607x340.jpeg" width="607" height="340" /></a></p>
<p>O que seria a poética do mangue? E onde encontrar elementos dela nas obras de Josué de Castro, João Cabral de Melo Neto e Chico Science? É com esses questionamentos em mente que a Secult-PE/Fundarpe, por meio do Espaço Pasárgada, promovem a edição de maio do projeto Quintal do Bandeira. Com o título &#8220;Antenas no Mangue do meu Quintal: Chico, Josué e Cabral&#8221;, o encontro virtual será transmitido nesta quinta (26), às 19h, no canal <a href="youtube.com/secultpe" target="_blank">youtube.com/secultp</a>e e ficará disponível para consulta posterior.</p>
<p>A conversa vai reunir o poeta e ensaísta Francisco K. e o designer h.d. Mabuse &#8211; uma das cabeças pensantes por trás da formulação do manguebit. O coordenador de Literatura da Secult-PE, Roberto Azoubel, participa como mediador.</p>
<p>Responsável pela apresentação, Marília Mendes, gestora do Espaço Pasárgada, diz que trazer a poética do mangue para o Quintal do Bandeira era um sonho antigo. O desejo surgiu quando, há dois anos, ela conheceu o livro &#8220;Mangue-mundo&#8221;, de Francisco K. A obra seria lançada no centro cultural, mas surgiu a pandemia e &#8220;a ideia foi deixada dormindo como um poema que se faz aos poucos&#8221;, explicou ela.</p>
<p>&#8220;Agora, com os 30 anos do Movimento Mangue, os 25 anos de encantamento de Chico, a chegada de Azoubel, que é especialista no assunto, e parceiro no projeto, e com a presença luxuosa dos dois convidados, parece que tudo se encaixa e vem no tempo certo. Há um rio na Aurora e um mangue no nosso Quintal&#8221;, diz Marília.</p>
<p><strong>Sobre os convidados</strong></p>
<p><strong>Francisco K</strong></p>
<p>Poeta e crítico, nascido no Recife em 1961 e, desde a infância, morador de Brasília. Fez graduação em letras e mestrado em comunicação na UnB, com dissertação sobre o filme &#8220;Limite&#8221;, de Mário Peixoto. Realizou criações multimídia com o Grupo Heleura, de 1982 a 1987, e em outros projetos e eventos. Publicou, entre seus oito livros, &#8220;Aresta/Hagoromo&#8221;, &#8220;Eu Versus&#8221;, &#8220;Poesia e Outras Perguntas &#8211; textos críticos&#8221;, &#8220;Error&#8221; e &#8220;Mangue-Mundo &#8211; poéticas do mangue em Josué de Castro, João Cabral de Melo Neto e Chico Science&#8221;. Seu último trabalho criativo, O Rei Revém dos Infernos, foi lançado em 2021 no site <a href="https://franciscok.com.br" target="_blank">https://franciscok.com.br</a>.</p>
<p><strong>h.d. Mabuse</strong></p>
<p>Consultor em design no CESAR e professor de Filosofia do Design no mestrado do programa MPD da CESAR School. Mestre em Design pelo PPGDesign da UFPE, onde cursa o doutorado. Tem trabalhado desde 1990 com colaboração, comportamentos emergentes e remix de várias linguagens nas áreas das artes visuais, design, música e filosofia. Nos últimos anos tem mergulhado nas transformações nas pessoas humanas e não-humanas que se dão por meio do design, bem como no entendimento do seu potencial emancipador, do vivo e do não-vivo.</p>
<p><strong>Sobre o Quintal da Bandeira</strong></p>
<p>O Quintal do Bandeira é um encontro virtual, transmitido sempre nas últimas quintas-feiras do mês. Nas conversas, convidados e convidadas trocam ideias a respeito de temas literários, realizando interlocuções com outras áreas artísticas, com foco no universo cultural de Pernambuco.</p>
<p>Escrita pelo poeta pernambucano Manuel Bandeira (1886-1968), a crônica “O quintal” (1965) inspirou o nome do projeto. Na obra, o autor descreve sua vivência infantil no quintal da casa dos seus avós maternos – local onde hoje funciona o Espaço Pasárgada, na rua da União, centro do Recife.</p>
<p>(…) “As horas que eu passava no quintal eram de treino para a poesia. Na rua, com os meninos da minha idade eu brincava ginasticamente, turbulentamente; no quintal sonhava na intimidade de mim mesmo. Aquele quintal era o meu pequeno mundo dentro do grande mundo da vida”.</p>
<p>O projeto Quintal do Bandeira é uma realização do Espaço Pasárgada (Fundarpe) em parceria com a Coordenadoria de Literatura (Secretaria de Cultura de Pernambuco).</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>Quintal do Bandeira – &#8220;Antenas no Mangue do meu Quintal: Chico, Josué e Cabral&#8221;<br />
Quando: 26 de maio de 2022 (quinta-feira), às 19h<br />
Transmissão pelo canal da Secult-PE/Fundarpe no YouTube: <a href="youtube.com/SecultPE" target="_blank">youtube.com/SecultPE</a></p>
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		<title>Centenário de João Cabral de Melo Neto é tema do Saraus em Pasárgada nesta sexta-feira (11)</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2020 18:49:01 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_78526" aria-labelledby="figcaption_attachment_78526" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/JoaoCabralMeloNeto-1200x640.jpg"><img class="size-medium wp-image-78526" alt="Saraus em Pasárgada homenageia João Cabral de Melo Neto nesta sexta-feira (11)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/JoaoCabralMeloNeto-1200x640-607x323.jpg" width="607" height="323" /></a><p class="wp-caption-text">Saraus em Pasárgada homenageia João Cabral de Melo Neto nesta sexta-feira (11)</p></div>
<p>“Versos Cabralinos: Homenagem aos 100 Anos de João Cabral de Melo Neto” é o tema deste mês no Saraus em Pasárgada, que acontece on-line nesta sexta-feira (11). O evento mensal, que desde março é realizado on-line por causa da pandemia do coronavírus, reúne poetas e amigos do Espaço Pasárgada, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe. A exibição acontece a partir das 18h, no Instagram  (<a href="https://www.instagram.com/culturape/" target="_blank"><strong>@culturape</strong></a>).</p>
<p>O formato será o mesmo usado desde que o encontro mensal passou a ser virtual. A participação de poetas, amantes da poesia, admiradores de João Cabral e curiosos, mantendo a tradição de microfone aberto a todos, se dará por vídeos. Os interessados devem publicar seus conteúdos no Instagram e marcar os perfis <a href="https://www.instagram.com/culturape/" target="_blank"><strong>@culturape</strong></a> e <a href="https://www.instagram.com/manuelbandeira.pasargada/" target="_blank"><strong>@manuelbandeira.pasargada</strong></a>. Serão compartilhadas gravações contendo poemas do próprio homenageado ou que tenham relação com ele.</p>
<p><em>“Nossa homenagem ao poeta já seria certa em nossa agenda, pela importância de João Cabral de Melo Neto para a poesia. Mas o Espaço Pasárgada, como um local de preservação da obra de Manuel Bandeira, que era primo e amigo de João Cabral, ganha um motivo a mais para a escolha do tema”</em>, afirmou a gestora do equipamento, Marília Mendes.</p>
<p>João Cabral de Melo Neto nasceu no Recife, em 9 de janeiro de 1920. Como um dos poetas mais importantes do País, foi um dos que mais perto chegou de um Nobel de Literatura, devido exercício do cargo de diplomata e o contato com outros poetas internacionais. Além de Manuel Bandeira, também era primo do sociólogo Gilberto Freyre. Foi membro das Academias Pernambucana e Brasileira de Letras. Morreu aos 79 anos, no Rio de Janeiro.</p>
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		<title>Antonio Carlos Secchin lança &#8220;João Cabral de ponta a ponta&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2020 20:25:13 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_78128" aria-labelledby="figcaption_attachment_78128" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/livro-cepe-joão-cabral-de-ponta-a-ponta-antônio-carlos-secchin.jpg"><img class="size-medium wp-image-78128" alt="Cepe/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/livro-cepe-joão-cabral-de-ponta-a-ponta-antônio-carlos-secchin-607x242.jpg" width="607" height="242" /></a><p class="wp-caption-text">Em comemoração aos 100 anos do poeta pernambucano, Cepe lança edição revisada e acrescida de textos inéditos de João Cabral de ponta a ponta, de Antonio Carlos Secchin</p></div>
<p>Neste ano do centenário do poeta pernambucano João Cabral de Melo Neto, a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) lança <em>João Cabral de ponta a ponta</em>. Trata-se de uma edição revisada e enriquecida com material inédito, onde estão reunidos estudos dedicados a toda a obra publicada pelo poeta pernambucano, realizados pelo escritor, professor de Literatura Brasileira da Faculdade de Letras da UFRJ e membro da Academia Brasileira de Letras, Antonio Carlos Secchin. O autor passou mais de 35 anos debruçado sobre as escritas cabralinas. No título de 598 páginas, o leitor descobre um ensaio sobre Cabral e Carlos Drummond de Andrade; uma importante entrevista de Cabral concedida a Secchin em 1980; a última palestra do poeta em ambiente acadêmico (na Faculdade de Letras da UFRJ, em 1993); e valiosas imagens com reprodução de dedicatórias importantes e de capas raríssimas de obras do autor.</p>
<p>O livro conta ainda com todo o material analítico dos 20 títulos de João Cabral, expostos cronologicamente de acordo com as datas das publicações. Sem falar nos cinco ensaios sobre temas transversais da poesia do autor e de suas relações com outros escritores. Esse último material de pesquisa foi publicado em 2014, pela extinta Cosac Naify, sob o título <em>João Cabral: uma faca só lâmina</em>. <strong>A obra será lançada no próximo dia 26 de agosto (quarta-feira), às 17h30, em uma live no canal da Cepe no  YouTube, com a participação de Secchin mediada pelo editor do Suplemento Pernambuco (Cepe), Schneider Carpeggiani</strong>. Na ocasião o autor pretende falar da concepção do livro, desde as versões iniciais, publicadas em 1985 e 1999, passando pela de 2014, até chegar à forma definitiva, pela Cepe. Inicialmente os livros estarão disponíveis apenas em formato e-book. A impressão está condicionada ao retorno das atividades presenciais da gráfica da empresa pública.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/tHCBSwwWfkk" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><em>“É um orgulho publicar, dentro da programação do centenário de João Cabral de Melo Neto, uma obra que se dedica aos meandros da sua poesia, do primeiro ao último livro. João Cabral de ponta a ponta é a versão ampliada e consolidada das pesquisas de Secchin sobre o poeta; parte do trabalho de uma vida dedicada à literatura. É uma edição para conhecer a poesia cabralina em profundidade, pois o autor traz leituras essenciais da produção tardia de João Cabral, pouco lembrada pela crítica. Na edição da Cepe Editora, temos ainda material inédito, com um novo ensaio, uma entrevista, um depoimento e imagens de exemplares raros colecionados por Secchin. Além de tudo isso, o ensaísta consegue mostrar como ninguém, ao longo do volume, a vitalidade e novidade do poeta pernambucano para os leitores atuais”</em>, resume o editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<div id="attachment_78139" aria-labelledby="figcaption_attachment_78139" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Rabelo/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/Antonio-Carlos-Secchin.-Crédito-Fernando-Rabelo.jpg"><img class="size-medium wp-image-78139" alt="Fernando Rabelo/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/Antonio-Carlos-Secchin.-Crédito-Fernando-Rabelo-607x415.jpg" width="607" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">Antônio Carlos Secchin é o responsável pela obra que revisita os textos de João Cabral de Melo Neto</p></div>
<p><em>&#8220;Uma vez que Cabral dizia apreciar meu trabalho crítico sobre sua poesia, gostaria de que quem gosta da obra cabralina pudesse conhecer o que sobre ela escrevi, o que agora será possível graças à publicação da Cepe. Mas antes, ou paralelamente a isso, o fundamental é ler a própria obra dele&#8221;</em>, sugere Secchin.</p>
<p>Nos detalhados estudos críticos, há espaço também para comentários de outros críticos sobre os livros de João Cabral. Tanto sobre o que os críticos mais falam quanto sobre o que eles preferem ignorar. Poucos críticos destacavam, por exemplo, o caráter de humor de suas poesias, como o próprio João Cabral observava, segundo Secchin. <em>“Um humor cortante, quase agressivo, eu acrescentaria, bem típico de quem maneja uma faca só lâmina”</em>. Título de um dos livros de João Cabral, <em>Uma faca só lâmina</em> (1955) é obra de mais de 300 versos hexassílabos. Outros livros ignorados pela crítica são <em>A escola das facas</em> (1980) , <em>O Auto do frade</em> (1984) e <em>Agrestes</em> (1985).<em> &#8220;Considero que muitos se dão satisfeitos com a digamos, fase um de Cabral, que se encerra em 1968: ele entra na Academia Brasileira de Letras e publica, com grande sucesso de público e de crítica, sua Poesias completas . Quando retorna ao verso, em 1975, o contexto cultural já é outro, o da &#8216;poesia marginal&#8217;, e ele fica numa espécie de limbo, um poeta-&#8217;monumento&#8217; que pouco teria de novo a dizer. Mas não foi o que ocorreu”</em>, conta o autor.</p>
<p>Averso ao poema lírico, Cabral se autodenominava antilirista. <em>&#8220;Minha poesia é intelectual, em alguns livros, é uma poesia de crítica social à situação nordestina, é uma poesia, como dizem os críticos atuais, metapoesia, uma poesia sobre a poesia, mas não é uma poesia lírica. Eu tenho a impressão de que a verdadeira poesia lírica hoje está sendo feita pelos compositores de música. Os grandes líricos do Brasil hoje chamam-se Caetano Veloso, Chico Buarque de Holanda&#8221;</em>, diz João Cabral a Secchin. Para ele, o trabalho poético era como um trabalho manual. <em>&#8220;Ele recorre a comparações com atividades manuais &#8211; as do ferreiro, do toureiro, do pescador &#8211; exatamente para retirar da poesia a aura do sublime, como efeito de inspiração reservada aos poucos eleitos ou iluminados. Cabral não é um iluminado, é um iluminador&#8221;</em>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro <em>João Cabral de ponta a ponta</em>, com bate-papo entre <strong>Antonio Carlos Secchin</strong> e<strong> Schneider Carpeggiani</strong><br />
Quando: 26 de agosto (quarta-feira), às 17h30<br />
Onde: Canal da Cepe no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/channel/UCI9qcytTbfViq_vr7igY6VQ" target="_blank"><strong>www.youtube.com/watch?v=tHCBSwwWfkk</strong></a>)<br />
Preço do livro: R$ 18 (e-book); R$ 60 (livro físico)</p>
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		<title>Projeto “Outras Palavras” leva Kátia Mesel e DJ Big para Exu e São José do Belmonte</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Nov 2019 20:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Projeto de integração entre cultura e educação promovido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico (Fundarpe), em parceria com a Secretaria de Educação do Estado, o “Outras Palavras” chega nesta semana aos municípios de Exu e São José do Belmonte, ambos no Sertão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_73377" aria-labelledby="figcaption_attachment_73377" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/20409873641_7999eab23d_3k.jpg"><img class="size-medium wp-image-73377" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/20409873641_7999eab23d_3k-607x329.jpg" width="607" height="329" /></a><p class="wp-caption-text">Katia Mesel vai apresentar seu filme “Recife de Dentro da Fora”</p></div>
<p>Projeto de integração entre cultura e educação promovido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico (Fundarpe), em parceria com a Secretaria de Educação do Estado, o “Outras Palavras” chega nesta semana aos municípios de Exu e São José do Belmonte, ambos no Sertão pernambucano. Alunos de duas escolas públicas estaduais dessas duas cidades participarão de exibição de filme da cineasta pernambucana Kátia Mesel, com presença da diretora, e vivência com o DJ Big e seu projeto Grupo Pé no Chão.</p>
<p>Os encontros acontecerão sempre pela manhã, das 9h às 12h. Em Exu, o “Outras Palavras” ocorrerá na quarta-feira (27), na EREM Barão de Exu. Em São José do Belmonte, o evento acontece na sexta-feira (29), na ETE Pedro Leão Leal.</p>
<p>Os dois encontros começam com a exibição do filme “Recife de Dentro da Fora”, de Kátia Mesel, baseado no poema “O Cão Sem Plumas”, de João Cabral de Melo Neto. A cineasta vai apresentar o filme e chamar a atenção para o início das comemorações dos 100 anos de nascimento do poeta, autor do poema que deu origem ao filme, nascido em 9 de janeiro de 1920. Depois, haverá roda de conversa sobre o filme e sobre a interação entre literatura e o audiovisual.</p>
<p>Katia Mesel é a primeira cineasta mulher de Pernambuco e está comemorando 50 anos de atividades audiovisuais. Vem expandindo seu olhar para o Agreste e o Sertão em exibições, oficinas, conversas, debates, participação em juris e outras atividades. Eventos como o Curta Taquary (Taquaritinga do Norte), Poesia na Tela (Amaraji), Feira Literária do Sertão (Arcoverde) e Festival de Cinema de Triunfo estão entre os que integram o portfólio de atuação da diretora.</p>
<div id="attachment_71013" aria-labelledby="figcaption_attachment_71013" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/DJ-Big_Foto-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-71013" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/DJ-Big_Foto-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">DJ Big comandará vivência com alunos das escolas visitadas pelo &#8220;Outras Palavras&#8221;</p></div>
<p>Segunda atração do “Outras Palavras” em Exu e São José do Belmonte, o DJ Big, educador social e ícone do movimento Hip Hop pernambucano, proporcionará aos estudantes uma vivência a partir do <b>Grupo Pé no Chão, entidade</b> sociedade civil criada em 1994 com o objetivo de realizar atividades educativas, artísticas e culturais para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social no município do Recife.</p>
<p>Com atuação inserida nas comunidades de Santo Amaro e Arruda há mais de 20 anos, o DJ consegue manter ampla rede de articulação com as famílias dos jovens, com as escolas públicas, postos de saúde, distritos sanitários, associações de moradores e conselhos tutelares dessas localidades. Desde 2004, a ação integra o <b>Ponto de Cultura Eco da Periferia – Grupo de Apoio Mútuo Pé no Chão</b>, que proporciona atividades de cultura e educação a crianças e adolescentes da periferia recifense, sempre levando as suas ações à ocupação de espaços como ruas, escolas e praças.</p>
<p>Voltado para estudantes da rede pública estadual de ensino e com quatro anos de existência o programa já atingiu mais de 600 escolas pernambucanas, beneficiou cerca de 20 mil estudantes e distribuiu mais de seis mil livros nas bibliotecas por onde passou.</p>
<p><b>Serviço</b><br />
“Outras Palavras” em Exu<br />
Quarta-feira (27), das 9h às 12h<br />
EREM Barão de Exu</p>
<p>Outras Palavras em São José do Belmonte<br />
Sexta-feira (29), das 9h às 12h<br />
ETE Pedro Leão Leal</p>
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		<title>Marcus Accioly rememora a obra do poeta João Cabral de Melo Neto</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2016 03:21:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Falar sobre João Cabral de Melo Neto é, mais que celebrar a obra deste pernambucano que é um dos maiores poetas brasileiros, também reviver uma amizade e ter a oportunidade de reafirmar a grandeza deste homem. Será este o sentimento de outro importante escritor pernambucano, o acadêmico Marcus Accioly, que irá proferir palestra nesta quinta-feira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Falar sobre João Cabral de Melo Neto é, mais que celebrar a obra deste pernambucano que é um dos maiores poetas brasileiros, também reviver uma amizade e ter a oportunidade de reafirmar a grandeza deste homem. Será este o sentimento de outro importante escritor pernambucano, o acadêmico Marcus Accioly, que irá proferir palestra nesta quinta-feira (11), às 10h, no Teatro Arraial Ariano Suassuna, para falar sobre João Cabral, que neste 2016 tem sido lembrado em diversos cantos do todo país, pelas seis décadas completadas de seu texto mais famoso: <em>Morte e Vida Severina</em>.</p>
<div id="attachment_41890" aria-labelledby="figcaption_attachment_41890" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/marcusaccioly.jpg"><img class="size-medium wp-image-41890" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/marcusaccioly-607x454.jpg" width="607" height="454" /></a><p class="wp-caption-text">A palestra terá como mote o livro &#8220;Morte e Vida Severina&#8221;, uma das principais obras de João Cabral</p></div>
<p>Marcus, que integrou a chamada <em>Geração de 65</em>, e também o movimento Armorial, atualmente membro do Conselho estadual de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco, foi num grande amigo de João Cabral. “Eu convivi e viajei com ele, pelo Rio e em cidades do Nordeste. Ele foi um mestre de toda geração 65, e de todos que vieram depois dele. Porque ele fazia uma poesia diferente daquela poesia lamuriosa, de dor de cotovelo. Ele foi um poeta que começou com uma linguagem surrealista, e logo depois voltou-se para o sol do Nordeste, com tal força e vigor, a poesia dele é uma poesia acesa. De muito sol, de muita clareza, de muita lógica”, define Marcus.</p>
<p>Os 60 anos de <em>Morte e Vida Severina</em> serão o mote da palestra, mas não seu único tema. Marcus fará uma conferência mais ampla, pois além de acreditar que a obra de João Cabral precise ser mais difundida, ela recorda que nem mesmo o poeta achava que <em>Morte e Vida Severina</em> era sua melhor criação, como a fama que o texto alcançou fazia concluir. “Ele brincava com isso, porque todo mundo só falava desse livro, teve enorme repercussão pela música colocada por Chico Buarque, pela estreia no teatro da França, é uma obra de fato genial, mas ele achava que tinha outras obras mais merecedoras”, conta Marcus.</p>
<p>Memórias que marcaram a amizade entre os dois, também devem constar da fala do acadêmico. “Ele bebia, já eu tenho esse defeito, não bebo. Então, certa vez, ele me disse, eu o levando para casa à noite. ‘Marcos, sabe de uma coisa, eu nunca conquistei nenhuma mulher com a minha poesia’. Pois João, nessa matéria somos distintos, pois eu sempre conquistei com a minha poesia e, às vezes, com a sua. Ele riu muito”, relata.</p>
<p>João Cabral dizia a Accioly que este conhecia mais sua obra do que ele próprio. O último contato entre os dois aconteceu pouco antes de João Cabral falecer, em 1999. “O escritor português Arnaldo Saraiva tinha estado com ele no Rio de Janeiro e, vindo para Pernambuco, perguntou o que ele queria da sua terra. Ao me encontrar, Arnaldo disse que ele respondeu que queria que ele desse um abraço no seu grande amigo. Recebi esse abraço dele através de Arnaldo”, conta Accioly. No ano de 2000, a cadeira19 da Academia Pernambucana de Letras, que ficou vaga com a morte de João Cabral, foi ocupada pelo amigo e maior conhecedor de sua obra, Marcus Accioly.</p>
<p>Hoje, aos 73 anos, o escritor acredita que mais atos em Pernambuco deveriam ser feitos no intuito de salvaguardar a memória de João Cabral. “Um poeta da importância dele fica esquecido. É lembrado pela universidade, mas a sua obra precisava ser estudada sistematicamente nos colégios e nas universidades”, conclui.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Palestra sobre a obra de João Cabral de Melo Neto, por Marcus Accioly<br />
Onde: Teatro Arraial Ariano Suassuna (R. da Aurora, 457 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE)<br />
Quando: quinta (10), às 10h<br />
Entrada livre</p>
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		<title>Catálogo &#8220;Pernambuco Experimental&#8221; tem duplo lançamento no Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2015 14:10:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A diversidade da arte produzida no estado no período entre 1920 e 1980 é explorada no catálogo “Pernambuco Experimental”, que será lançado nesta sexta-feira (25/09) no Recife, com bate-papo com os autores. O lançamento acontece com dois momentos: às 15h, na Galeria Capibaribe, no hall do Centro de Artes e Comunicação (CAC) da Universidade Federal [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/Pe_experimental.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-30520" alt="Pe_experimental" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/Pe_experimental-607x224.png" width="607" height="224" /></a></p>
<p>A diversidade da arte produzida no estado no período entre 1920 e 1980 é explorada no catálogo “Pernambuco Experimental”, que será lançado nesta sexta-feira (25/09) no Recife, com bate-papo com os autores. O lançamento acontece com dois momentos: às 15h, na Galeria Capibaribe, no hall do Centro de Artes e Comunicação (CAC) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e às 19h, no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM). Nos dois lugares, os livros serão distribuídos gratuitamente. A publicação é relativa à exposição realizada homônima realizada de dezembro de 2013 a março de 2014, no Museu de Arte do Rio (MAR), no Rio de Janeiro, com incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco.</p>
<p>O catálogo reúne ilustrações, ensaio inédito da curadora da exposição Clarissa Diniz e textos de críticos convidados, Zanna Gilbert, Adolfo Montejo Navas, Jomard Muniz de Brito e José Claudio. A edição é bilíngue, com textos em português e inglês. Com projeto gráfico do pernambucano Raul Luna, o livro é uma evidência do caráter experimental das artes gráficas do estado, que se estende à contemporaneidade por meio de um design arrojado e de notável consciência espacial.</p>
<p>O livro se constitui um documento fundamental acerca da história da arte de Pernambuco. Com a atuação de artistas como Vicente do Rego Monteiro, Cícero Dias, Joaquim Cardozo, João Cabral de Melo Neto, Aloísio Magalhães, O Gráfico Amador, José Cláudio, Jomard Muniz de Britto, Paulo Bruscky, Daniel Santiago, Montez Magno, grupo Vivencial Diversiones, grupo Ave Sangria, Lula Cortes, dentre tantos outros, é possível vislumbrar a riqueza experimental dessa história que, sobretudo nas décadas de 50, 60 e 70 encontra um momento de profícua radicalidade.</p>
<p>Foi durante essas décadas que novos meios são experimentados (impressões, vídeo, fotografia, intervenção) e o corpo surge como protagonista, levando a criticidade da arte a consequências políticas significativas por meio da experimentação. A exposição, que ocupou 900m2 do MAR, apresentou trabalhos e documentos desse período, reunindo diversas obras (pinturas, desenhos, fotografias, vídeos, performances), uma programação de filmes e um ciclo de debates.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong> Lançamento do livro “Pernambuco Experimental”</strong><br />
Dia 25 de Setembro de 2015<br />
Bate-papo com os autores. Os livros serão distribuídos gratuitamente.<strong><br />
</strong>15h &#8211; Universidade Federal de Pernambuco &#8211; Hall do Centro de Artes e Comunicação:<br />
Av. Prof. Moraes,1235, Cidade Universitária<br />
19H &#8211; Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM) &#8211; Rua da Aurora, 265, Boa Vista.</p>
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