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	<title>Portal Cultura PE &#187; Joelma</title>
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		<title>&#8220;Joelma&#8221; leva vivência trans ao FIG e é ovacionada</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jul 2016 14:54:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Na música <strong><em>Dom de</em><em> Iludir</em></strong>, Gal Costa canta que &#8220;cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é&#8221;. Não por acaso, esses é um dos trechos preferidos de <em><strong>Joelma</strong></em>, personagem que dá título à peça que o Território Sirius Teatro (BA) apresentou sexta-feira (22), no Teatro Luiz Souto Dourado, dentro da programação de cênicas do 26º Festival de Inverno de Garanhuns. Transexual, negra, nordestina, pobre, ela contrariou todas as expectativas de um Brasil ainda transfóbico, racista e classicista. Joelma sobreviveu. E sua história é poeticamente levada aos palcos pela interpretação vigorosa de Fábio Vidal, que encantou o público do FIG.<strong> </strong></p>
<div id="attachment_38279" aria-labelledby="figcaption_attachment_38279" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Joelma.jpg"><img class="size-medium wp-image-38279" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Joelma-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Fábio Vidal dá vida à Joelma e potencializa, nos palcos, vozes de pessoas socialmente excluídas</p></div>
<p>Projeto nascido de um documentário dirigido por Edson Bastos (também responsável pela adaptação para o teatro), <em><strong>Joelma</strong></em> é um espetáculo construído a partir de metonímias. A personagem principal parece estar sempre em um limiar entre o nosso mundo e um outro, inventado por ela, com suas treze almas e santos protetores. Os santos que a protegeram no difícil trajeto de se tornar aquilo que já era por dentro: mulher. Esse entre-lugar habitado pela personagem, que é baseada em uma figura real, é também um reflexo da condição dos LGBTTIs (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, travestis e intersexuais) no mundo. A desorganização ao binarismo de gênero e sexualidade ainda representa perigo para a sociedade machista e homofóbica.</p>
<p>Por isso as Joelmas incomodam, pois representam essa batalha (de vida) de experienciar o mundo tendo como norte sua própria natureza. Essas questões, que ainda são delicadas no País, são tratadas por Fábio Vidal e Edson Bastos sem simplismo e com muita delicadeza. Circulando há mais de três anos, eles percebem que o momento atual é talvez o mais emblemático em termos de abertura para se falar do assunto.</p>
<p>&#8220;Tenho a sensação de que estamos no momento certo. Tenho 42 anos e só agora percebo essa confluência, esse momento pulsante no teatro, música, cinema, na arte em geral, para brigar pela afirmação das diferenças, o respeito ao direito do outro de viver sua verdade. E <em><strong>Joelma</strong></em> é sobre isso, essa busca por ser quem se é. Não queremos reduzir a personagem à sua transexualidade. Queremos que o público se aproxime da pessoa que ela é e perceba a multiplicidade de cada ser humano&#8221;, afirma Fábio.</p>
<div id="attachment_38282" aria-labelledby="figcaption_attachment_38282" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/público.jpg"><img class="size-medium wp-image-38282" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/público-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Público lotou o Teatro Luiz Souto Dourado e ovacionou a história da transexual baiana</p></div>
<p>Ovacionado pelo público garanhuense, que lotou o Teatro, Fábio diz que até hoje só teve uma experiência de &#8220;rejeição&#8221; do espetáculo, mesmo já tendo se apresentado em muitas cidades do interior. &#8220;A única vez em que tivemos algum tipo de resposta negativa foi em Iguatu (CE), quando mais da metade do público deixou o espetáculo. Porém, acho que isso se deve mais ao fato de a peça mexer com símbolos religiosos do que pela questão de gênero e sexualidade em si. Aqui em Garanhuns a resposta foi linda, fiquei muito feliz&#8221;, acredita.</p>
<p>Na plateia do espetáculo, algumas transexuais. Poucas, no entanto. Fábio reconhece que este ainda é um problema decorrente da transfobia que faz do Brasil a nação que mais mata LGBTTIs no mundo. &#8220;As transexuais e travestis ainda são obrigadas a viver em guetos. Seja em uma grande metrópole ou em uma cidade do interior, ainda somos muito provincianos. As pessoas param, olham, comentam, excluem. Conquistamos muito, mas ainda há bastante a ser feito em relação à afirmação desses espaços&#8221;, completa.</p>
<div id="attachment_38284" aria-labelledby="figcaption_attachment_38284" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Joelma2.jpg"><img class="size-medium wp-image-38284" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Joelma2-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Peça aborda a partir de uma leitura poética o difícil universo da personagem</p></div>
<p>A garanhuense Apolo (que ainda se reconhece pelo nome masculino por ser &#8220;o que todo mundo conhece&#8221;) foi uma das transexuais que prestigiaram a apresentação. Com visual exuberante que contrastava com a sobriedade dos que a cercavam, ela afirmou ter se identificado muito com as questões levadas à cena, principalmente com o sentimento de não pertencimento em uma sociedade que insiste em negar sua existência.</p>
<p>&#8220;Sou estudante de Letras e trabalho em uma escola. Lá, não posso ser eu, não posso me vestir como gosto ou me identifico. Isso é muito doloroso, uma pequena morte. Mas, em todas as oportunidades que tenho, seja para ir à padaria ou, como agora, em um momento de festa, de cultura, faço questão de me impor, de não me cercear. Porém o medo existe. Tenho medo constantemente. Estou com medo agora, mas não vou deixar de ser quem eu sou. A gente tem que persistir, ocupar os espaços públicos e privados&#8221;, reforça a estudante.</p>
<p>Por Joelmas, Apolos, Elzas e tantas outras que se reinventam diariamente, o espetáculo levanta a bandeira de que não se pode viver por parcelas, a partir de concessões, quando o que se está em jogo é a sua própria natureza. Viver é um ato de coragem. À luta.</p>
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		<title>&#8216;Joelma&#8217; conta no Recife a história de uma das primeiras transexuais do Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2016 15:21:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[caixa cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Cultural Recife]]></category>
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		<description><![CDATA[A CAIXA Cultural Recife apresenta o espetáculo Joelma, em temporada de 30 de junho a 2 de julho e de 7 a 9 de julho de 2016. A montagem conta a emocionante história de uma das primeiras transexuais do Brasil, encarnada pelo ator, performer, autor e diretor Fabio Vidal, do Território Sirius Teatro de Salvador [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A CAIXA Cultural Recife apresenta o espetáculo <b>Joelma</b>, em temporada de 30 de junho a 2 de julho e de 7 a 9 de julho de 2016. A montagem conta a emocionante história de uma das primeiras transexuais do Brasil, encarnada pelo ator,<i> performer</i>, autor e diretor <b>Fabio Vidal</b>, do Território Sirius Teatro de Salvador (BA). O espetáculo, que tem co-autoria e co-direção de Edson Bastos, já passou por Brasília, Fortaleza e Goiânia e se prepara para uma turnê europeia, a partir de agosto. As sessões serão realizadas às 20h nas quintas e sextas-feiras (30/06 e 1, 7 e 8/07) e às 17h30 e 20h nos sábados 2 e 9/07. Os ingressos custam R$ 10 e R$ 5 (meia) e estarão à venda um dia antes do primeiro dia de apresentação da semana, respectivamente 29 de junho e 6 de julho. Todas as sessões serão acessíveis a pessoas com deficiência auditiva, a partir de legendas em português e interpretação em Libras.</p>
<div id="attachment_37507" aria-labelledby="figcaption_attachment_37507" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Alessandra Nohvais</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Joelma-2-Crédito-Alessandra-Nohvais.jpg"><img class="size-medium wp-image-37507" alt="Alessandra Nohvais" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Joelma-2-Crédito-Alessandra-Nohvais-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O ator baiano Fábio Vidal encena Joelma no Recife</p></div>
<p>Além das apresentações, haverá uma intensa programação paralela durante a temporada: uma performance pública da personagem Joelma pelas ruas da cidade e três workshops gratuitos &#8211; <i>Teatro Físico</i>, <i>Técnicas de Produção Audiovisual</i> e <i>Formatação e Gestão de Projetos Culturais</i>, além de um Projeto de Mediação com escolas e um debate sobre a Cultura Queer e reflexões trazidas pela celebração do Dia do Orgulho LGBT.</p>
<p>O texto da peça traz à tona a inadequação de uma mulher nascida num corpo de homem. Natural da cidade de Ipiaú, no interior da Bahia, o ainda então garoto Joel parte para São Paulo, onde passa 30 anos, faz a cirurgia de resignação (troca de sexo), se casa e volta à cidade natal com sua verdadeira cara e alma, acompanhada do seu marido. Como se não bastasse toda a trajetória sofrida, um assassinato traz à narrativa do espetáculo um tom de drama policial.</p>
<p>&#8220;É gratificante ter a oportunidade de aproximar o público da experiência de vida de Joelma, e por conta dessa ‘aproximação’, desse processo de tornar íntimo, gerar uma nova ótica sobre as ‘questões de gênero’, no intuito de dissolver preconceitos e estimular afetos&#8221;, afirma Vidal.</p>
<p>A encenação Joelma é derivante do curta-metragem homônimo e inspiração para o trabalho dirigido pelo autor e diretor Edson Bastos, com quem Fabio Vidal divide a direção e autoria, agora no teatro. A versão para os palcos aprofunda inúmeras referências estabelecidas no filme, gerando uma nova obra experimental de confluência do teatro com o cinema e a dança. Acrescentam-se diálogos, histórias, personagens, questionamentos e informações que redimensionam o caráter mítico, religioso, filosófico e conceitual da obra cinematográfica. Joelma, atualmente com 71 anos de idade, representa afirmação e reinvenção, mesmo em frente a preconceitos e injustiças, que resguarda elementos relativos a questões de gênero e de religiosidade.</p>
<div id="attachment_37510" aria-labelledby="figcaption_attachment_37510" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Alessandra Nohvais</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Joelma-Crédito-Alessandra-Nohvais.jpg"><img class="size-medium wp-image-37510" alt="Alessandra Nohvais" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Joelma-Crédito-Alessandra-Nohvais-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Performance &#8220;Joelma Circula&#8221; vai percorrer ruas do Centro na quarta (29)</p></div>
<p><b>Atividades paralelas:</p>
<p></b><b>Performance Joelma Circula -</b><i> </i>será realizada no dia 29 de junho, quando a personagem Joelma fará m passeio de bicicleta pelas ruas do centro da cidade, convidando o público para assistir ao espetáculo, e gerando conteúdos audiovisuais que são posteriormente compartilhados pela Internet. A ação acontece entre 16h e 18h.</p>
<p><b>Workshops &#8211; </b>Serão três workshops realizados na CAIXA Cultural para o público interessado, com idade mínima de 14 anos. As inscrições dos três são gratuitas e feitas pelo e-mail <a href="mailto:gentearteirape@gmail.com">gentearteirape@gmail.com</a>, que deve ter como título a identificação do workshop desejado:</p>
<p><b>1</b>. <i>Técnicas de Produção Audiovisual</i>:  trata de conteúdos introdutórios do processo de produção audiovisual e mercado de trabalho, ministrado pelo também autor e diretor da peça, Edson Bastos. Acontece dias 01 e 02 de julho, das 10h às 14h. São 30 vagas, com inscrições de 27 a 30 de junho.</p>
<p><b>2.</b> <i>Teatro Físico: </i>ministrado por Fábio Vidal, o curso abordará diversas práticas físicas para desenvolvimento e aprimoramento de princípios, técnicas e qualidades expressivas que orientam o participante para a apresentação pública. Aulas dias 2 e 3 de julho, também das 10h às 14h. São 20 vagas e as inscrições vão de 27 a 30 de junho.</p>
<p><b>3</b>. <i>Formatação e Gestão de Projetos Culturais: </i>ministrado por Junior Cecon, pretende proporcionar informação, discussão e reflexão sobre a importância de uma gestão estratégica de projetos culturais, fornecendo noções sobre elaboração e formatação de projetos de natureza cultural para as Leis de Incentivo à Cultura. Encontros nos dias 08 e 09 de julho, das 10 às 14h. São 30 vagas e as inscrições vão de 4 a 7 de julho.</p>
<p><b>Mediação Joelma &#8211; </b> promoverá ações educativas, informativas e artísticas desenvolvidas por um arte-educador com alunos de escolas públicas, com o intuito de gerar aproximação com a linguagem teatral, com o espetáculo Joelma e com as temáticas envoltas a ele (como questões de gênero, sexualidade, transexualidade, homossexualidade, homofobia, alteridade, aceitação às diferenças, ética e justiça).</p>
<p><b>Debate Cultura Queer – </b>no domingo(3/07), às 16h, haverá um debate para celebrar o Dia do Orgulho LGBT (comemorado no dia 28 de junho), que vai abordar o crescimento da Cultura Queer na sociedade. Os<b> </b>pesquisadores Alice Mendes, Envy Hoax, Marlon Parente e Maria Clara Araújo dos Passos vão debater a transparência, o progresso dessa corrente e o potencial que ela tem de modificar as relações sociais. A classificação indicativa é 14 anos e a entrada é gratuita, com distribuição de senhas a partir das 15h.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Ficha Técnica</span></b><b>:<br />
</b>Fábio Vidal (Autoria, direção e atuação) / Edson Bastos (Autoria e direção) / Caíca Alves (Assistência de direção) / Luís Parras (Cenário) / Daiane Sarno (Assistente de cenografia) / Pedro Dultra (Iluminação) / Tuca Gomes (Operação de luz) / Maurício Martins (Figurino) /  Francisca Duarte (Costureira) / Marie Thauront (Maquiagem) / Alê Estrela (Cabelos) / Luciano Simas e Ronei Jorge (Trilha sonora) /Davi Cavalcanti (Consultoria de projeção) /Henrique Filho (Prod. de VTs) / Mel Andrade (Redes sociais) / Kaula Cordier (Designer) / Thiago Rocha (Site) / Alessandra Novhais (Arte-educadora e Fotografa) / Júnior Cecon (Produção executiva e Operação de legendagem) / Tadeu Gondim – Atos Produções (Produção local) / André Brasileiro – Moinho Conteúdos Criativos (Assessoria de Imprensa) / Território Sirius e Voo Audiovisual (Realização)</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span></b><b>:<br />
</b><b>Espetáculo Joelma<br />
</b><b>Local:</b> CAIXA Cultural Recife <b>- </b>Av. Alfredo Lisboa, 505 &#8211; Recife, PE, 50030-150.<br />
<b>Data:</b> 30 de junho a 09 de julho de 2016 (quinta-feira a sábado)<br />
<b>Hora: </b>quinta e sexta<b> </b>às<b> </b>20h, sábado às 17h30 e 20h<br />
<b>Informações: </b>(81) 3425-1915<br />
<b>Duração: </b>75 minutos<br />
<b>Ingresso: </b>R$10,00 e R$ 5,00(meia) &#8211; vendas no dia anterior à primeira apresentação na semana, respectivamente dias 29 de junho e 06 de julho, a partir das 10h e exclusivamente na bilheteria da CAIXA Cultural Recife.<br />
<b>Legendas em Português e interpretação em Libras em todas as apresentações<br />
</b><b>Acesso para pessoas com deficiência<br />
</b><b>Patrocínio:</b> CAIXA</p>
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