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	<title>Portal Cultura PE &#187; joelson gomes</title>
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		<title>Mostra ‘Vitrocerâmicos’ lança catálogo com bate-papo no Murillo La Greca</title>
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		<pubDate>Thu, 04 May 2017 14:37:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Está marcado para o próximo sábado (6) o lançamento do catálogo da exposição coletiva Vitrocerâmicos: Pesquisa Artística, projeto que contou com a participação de seis artistas pernambucanos. O evento será realizado no Museu Murillo La Greca (Recife), a partir das 18h, e é aberto ao público. Além disso, a exposição segue aberta para visitação até [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_48428" aria-labelledby="figcaption_attachment_48428" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Nando-ZV-Daaniel-Araújo-Chico-Ludermir-Hassan-Santos-e-Joelson-Gomes-divulgação-Hassan-Santos.jpg"><img class="size-medium wp-image-48428" alt="Hassan Santos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Nando-ZV-Daaniel-Araújo-Chico-Ludermir-Hassan-Santos-e-Joelson-Gomes-divulgação-Hassan-Santos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Nando ZV, Daaniel Araújo, Chico Ludermir, Hassan Santos e Joelson Gomes participaram da exposição</p></div>
<p>Está marcado para o próximo sábado (6) o lançamento do catálogo da exposição coletiva <strong>Vitrocerâmicos: Pesquisa Artística</strong>, projeto que contou com a participação de seis artistas pernambucanos. O evento será realizado no Museu Murillo La Greca (Recife), a partir das 18h, e é aberto ao público. Além disso, a exposição segue aberta para visitação até o dia 26 de maio.</p>
<p><em>“Na ocasião, Chico Ludemir, Daaniel Araújo, Hassan Santos, João Lin, Joelson Gomes e Nando ZV &#8211; participarão de um bate-papo, no Museu Murillo La Greca, para compartilhar com o público os processos criativos, os materiais, as técnicas possíveis em vitrocerâmicos e os desafios da pesquisa artística que durou três meses”,</em> comenta Hassan, idealizador do projeto.</p>
<div id="attachment_48427" aria-labelledby="figcaption_attachment_48427" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Abertura-da-exposição.-Crédito-Hassan-Santos-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-48427" alt="Hassan Santos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Abertura-da-exposição.-Crédito-Hassan-Santos-4-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Visitação no Museu Murillo La Greca pode ser feita de terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h, até o dia 26/05</p></div>
<p><strong>Vitrocerâmicos: Pesquisa Artística</strong> conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, e segundo Hassan, a ideia nasceu quando ele trabalhava na Fábrica Lilou, empresa especializada na impressão digital personalizada em materiais cerâmicos e vítreos.  <em>“Eu era designer da fábrica e o responsável pelo desenho de produtos e experimentações. De repente, me vi cercado de maquinários e profissionais de alta qualidade, especializados na mistura de vidro e cerâmica, com corantes, e os donos de lá sempre foram muito abertos à experimentação. Foi quando tive a ideia de iniciar estes estudos”,</em> explica.</p>
<p>Ao longo de três meses, o projeto levou os seis artistas pernambucanos para conhecer os processos industriais de uma fábrica de vitrocerâmicas do estado. A proposta era realizar um estreitamento da indústria com a arte, na busca por um novo suporte artístico e pelo debate sobre essa relação.</p>
<p>Durante os 90 dias de imersão, os artistas se encontraram semanalmente na Fábrica Lilou e aprenderam a misturar o vidro com a cerâmica, além de adicionar corantes ou imprimir imagens no azulejo.  As matérias primas utilizadas nas pesquisas e peças, como pó de vidro, azulejo cru, corantes, forminhas e caixas de queima, também estarão à vista do público. <em>“Nós, como artistas, devemos viver nosso tempo e fazer uso das novas tecnologias e dos novos suportes. E esse projeto apresenta um novo resultado neste sentido”,</em> opina o idealizador.</p>
<p>Hassan apresenta o trabalho <em>Esquemas</em>, em que expõe gráficos feitos em superfícies de vitrocerâmico e outras peças abstratas. <em>“Passamos por um momento político complicado no ano passado, e isso me inspirou a estudar sobre economia e dominação econômica. A partir daí desenvolvi um gráfico que representa nosso PIB, nossa dívida pública e nosso IDH, em peças diferentes. O trabalho conta também com um poema impresso numa placa sobre a relação piramidal que a gente vive, de exploração”.</em></p>
<div id="attachment_48426" aria-labelledby="figcaption_attachment_48426" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Abertura-da-exposição.-Crédito-Hassan-Santos-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-48426" alt="Hassan Santos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Abertura-da-exposição.-Crédito-Hassan-Santos-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Vitrocerâmicos: Pesquisa Artística conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura</p></div>
<p>Também presente na exposição, o estudo <em>Revestimentos</em>, do fotógrafo e artista Chico Ludermir, dialoga com outras pesquisas realizadas pelo autor nos últimos anos. <em>“Em 2013, por exemplo, também no Murillo La Greca e durante o Spa das Artes, eu já pesquisava essas interferências entre a cidade e o corpo com a pesquisa Entre Prédios e Entre Corpos. Em 2014, desenvolvi o trabalho De Mãos Dadas, na época do Ocupe Estelita, no qual eu também já pensava em como imprimir as texturas do corpo no concreto”,</em> lembra.<em><br />
</em></p>
<p>Ainda de acordo com Chico, <em>Revestimentos</em> foi uma oportunidade de continuar a pesquisa e usar a fotografia como ponto de partida.<em> “Essa relação mútua, entre o corpo e a cidade é algo que me interessa bastante. Para esse estudo, fotografei com uma lente macro as texturas humanas, o que me permitiu chegar muito perto dos detalhes da pele e das nuances que não são vistas a olho nu. Essas texturas foram passadas para o azulejo, que foi o suporte que eu escolhi, numa tentativa de tatuar esse tecido vivo num suporte que comumente é usado para resistir nas paradas e fachadas”,</em> revela.</p>
<div id="attachment_48425" aria-labelledby="figcaption_attachment_48425" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Abertura-da-exposição.-Crédito-Hassan-Santos-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-48425" alt="Hassan Santos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Abertura-da-exposição.-Crédito-Hassan-Santos-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O projeto teve a proposta de realizar um estreitamento da indústria com a arte, na busca de um novo suporte artístico e de uma reflexão sobre essa relação</p></div>
<p>A exposição ainda apresenta trabalhos do ilustrador João Lin, na série <em>Arranhados</em>, que levou ao forno materiais descartados na fábrica por erros de produção, sobrescrevendo, nos pedaços de azulejos quebrados, desenhos de corações feitos à mão livre. Já o artista Joelson Gomes, referência de produção artística em cerâmica, é autor de uma série feita a partir da aplicação da imagem de um pássaro em peças de azulejos revestidas com uma fina camada de vidro.</p>
<p>Daaniel Araújo produziu pinturas de temas cotidianos impressas em azulejos. Uma delas é um grande painel com a imagem de um tubarão e as placas de aviso com a frase <em>“Área sujeita a ataque dos Barão”</em>. Completando a exposição, o ilustrador, grafiteiro e tatuador Nando Zevê apresenta a sua série de tons vivos intitulada <em>Peixe fora d’água</em>, que já foi explorada em adesivos, lambe-lambes e grafites pelo Recife.</p>
<p><strong>SITE</strong><br />
O projeto Vitrocerâmicos ainda conta com um <a href="http://projetovitroceramicos.hotglue.me" target="_blank"><strong>site</strong> </a>no qual estão reunidos todos os processos da pesquisa e os resultados atingidos pelos artistas, com informações sobre o suporte, técnicas e materiais. Através desse espaço, buscam estabelecer contatos com outros artistas que também trabalham com a técnica, com profissionais e com o público interessado em dar novas dimensões ao projeto.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong> </span><br />
<strong> Lançamento do catálogo e bate papo com os artistas participantes do projeto Vitrocerâmicos</strong><br />
Sábado (6) | 18h<br />
Museu Murillo La Greca (R. Leonardo Bezerra Cavalcante, 366 &#8211; Parnamirim, Recife)<br />
Terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h | até o dia 26 de maio de 2017<br />
Gratuito</p>
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		<title>Exposição &#8216;Vitrocerâmicos&#8217; resgata a relação entre a indústria e a arte</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-vitroceramicos-resgata-a-relacao-entre-a-industria-e-a-arte/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2017 16:50:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao longo de três meses, o projeto Vitrocerâmicos: Pesquisa Artística levou seis artistas pernambucanos para conhecer os processos industriais de uma fábrica de vitrocerâmicas do estado. A proposta era realizar um estreitamento da indústria com a arte, na busca de um novo suporte artístico e de uma reflexão sobre essa relação cada vez mais distante. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_45162" aria-labelledby="figcaption_attachment_45162" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Tubarão-de-Garanhuns-peças-de-azulejo-com-impressão-digital-20x20cm-por-Daaniel-Araújo-divulgação-Hassan-Santos1.jpg"><img class="size-medium wp-image-45162" alt="Hassan Santos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Tubarão-de-Garanhuns-peças-de-azulejo-com-impressão-digital-20x20cm-por-Daaniel-Araújo-divulgação-Hassan-Santos1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Tubarão de Garanhuns &#8211; peças de azulejo com impressão digital 20x20cm, por Daaniel Araújo</p></div>
<p>Ao longo de três meses, o projeto <strong>Vitrocerâmicos: Pesquisa Artística</strong> levou seis artistas pernambucanos para conhecer os processos industriais de uma fábrica de vitrocerâmicas do estado. A proposta era realizar um estreitamento da indústria com a arte, na busca de um novo suporte artístico e de uma reflexão sobre essa relação cada vez mais distante. O resultado desta pesquisa será apresentado nesta quarta-feira (15), às 18h, quando acontece a abertura de uma exposição coletiva no Museu Murillo La Greca, envolvendo os trabalhos desenvolvidos ao longo desta imersão. A entrada é gratuita.</p>
<p><strong>Vitrocerâmicos: Pesquisa Artística</strong> conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através do Funcultura. Segundo Hassan Santos, idealizador do projeto, a ideia nasceu quando ele trabalhava na Fábrica Lilou, empresa especializada na impressão digital personalizada em materiais cerâmicos e vítreos.  <em>“Eu era designer da fábrica e o responsável pelo desenho de produtos e experimentações. De repente me vi cercado de maquinários e profissionais de alta qualidade, especializados na mistura de vidro e cerâmica, com corantes, e os donos de lá sempre foram muito abertos à experimentação. Foi quando tive a ideia de iniciar estes estudos”,</em> explica.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/divulgação-Hassan-Santos.jpg"><img class="size-medium wp-image-45159 aligncenter" alt="Hassan Santos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/divulgação-Hassan-Santos-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>Inicialmente, Hassan Santos desenvolveu pesquisas que foram expostas na Casa Cor e no Murillo La Greca, em 2013. “<em>A partir dai outras pessoas se interessaram pelo trabalho e foi isso que determinou a escolha dos outros cinco artistas para participarem do projeto: a aproximação e curiosidade de saber o que eu estava fazendo”.</em> Além do idealizador do projeto, a exposição conta com obras de Chico Ludermir, João Lin, Daaniel Araújo, Nando Zevê e Joelson Gomes.</p>
<p><em>“Nós, como artistas, devemos viver nosso tempo e fazer uso das novas tecnologias e dos novos suportes. E esse projeto apresenta um novo resultado neste sentido”,</em> opina Hasson Santos. Em março, os seis artistas convidados participarão de uma roda de conversa, no Museu Murillo La Greca, sobre os processos criativos, os materiais, as técnicas possíveis e os desafios do processo criativo que durou três meses. No mesmo dia, o catálogo da exposição será lançado e distribuído ao público. Outras informações sobre o projeto estão <a href="www.projetovitroceramicos.hotglue.me." target="_blank">disponíveis na internet</a>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Bangiophyceae-Peça-de-azulejo-com-impressão-digital-e-vitrocerâmico-30x30cm-por-João-Lin-divulgação-Hassan-Santos-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-45158 aligncenter" alt="Bangiophyceae - Peça de azulejo com impressão digital e vitrocerâmico 30x30cm por João Lin - divulgação - Hassan Santos (1)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Bangiophyceae-Peça-de-azulejo-com-impressão-digital-e-vitrocerâmico-30x30cm-por-João-Lin-divulgação-Hassan-Santos-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><br />
Durante os 90 dias de imersão, os artistas se encontraram semanalmente na Fábrica Lilou e aprenderam a misturar o vidro com a cerâmica, além de adicionar corantes ou imprimir imagens no azulejo.  As matérias primas utilizadas nas pesquisas e peças, como pó de vidro, azulejo cru, corantes, forminhas e caixas de queima, também estarão à vista do público.</p>
<p>Hassan Santos, por exemplo, apresentará o trabalho <em><strong>Esquemas</strong></em>, em que expõe gráficos feitos em superfícies de vitrocerâmico e outras peças abstratas. <em>“Passamos por um momento político complicado no ano passado, e isso me inspirou a estudar sobre economia e dominação econômica. A partir daí desenvolvi um gráfico que representa nosso PIB, nossa dívida pública e nosso IDH, em peças diferentes. O trabalho conta também com um poema impresso numa placa sobre a relação piramidal que a gente vive, de exploração”.</em></p>
<div id="attachment_45160" aria-labelledby="figcaption_attachment_45160" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Gráfico-em-Trânsito-Peça-em-vitrocerâmico-com-impressão-digital-70x70cm-por-Hassan-Santos-divulgação-Hassan-Santos.jpg"><img class="size-medium wp-image-45160" alt="Hassan Santos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Gráfico-em-Trânsito-Peça-em-vitrocerâmico-com-impressão-digital-70x70cm-por-Hassan-Santos-divulgação-Hassan-Santos-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Gráfico em Trânsito &#8211; Peça em vitrocerâmico com impressão digital 70x70cm por Hassan Santos</p></div>
<p>Também presente na exposição, o estudo <strong><em>Revestimentos</em></strong>, do fotógrafo e artista Chico Ludermir, dialoga com outras pesquisas realizadas pelo autor nos últimos anos. <em>“Em 2013, por exemplo, também no Murillo La Greca e durante o Spa das Artes, eu já pesquisava essas interferências entre a cidade e o corpo com a pesquisa Entre Prédios e Entre Corpos. Em 2014, desenvolvi o trabalho De Mãos Dadas, na época do Ocupe Estelita, no qual eu também já pensava em como imprimir as texturas do corpo no concreto”.</em></p>
<p>De acordo com Chico Ludermir, <em><strong>Revestimentos</strong> </em>foi a possiblidade de continuar a pesquisa e usar a fotografia como ponto de partida. <em>“Essa relação mútua, entre o corpo e a cidade é algo que me interessa bastante. Para esse estudo,<strong> </strong>fotografei com uma lente macro as texturas humanas, o que me permitiu chegar muito perto dos detalhes da pele e das nuances que não são vistas a olho nu. Essas texturas foram passadas para o azulejo, que foi o suporte que eu escolhi, numa tentativa de tatuar esse tecido vivo num suporte que comumente é usado para resistir nas paradas e faixadas”,</em> revela.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Chico-Ludermir-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-45163 aligncenter" alt="Chico Ludemir/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Chico-Ludermir-1-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>A exposição ainda apresenta trabalhos do ilustrador João Lin, na série <em><strong>Arranhados</strong></em>, que levou ao forno materiais descartados na fábrica por erros de produção, sobrescrevendo, nos pedaços de azulejos quebrados, desenhos de corações feitos à mão livre. Já o artista Joelson Gomes, referência de produção artística em cerâmica, é autor de uma série feita a partir da aplicação da imagem de um pássaro em peças de azulejos revestidas com uma fina camada de vidro.</p>
<p>Daaniel Araújo produziu pinturas de temas cotidianos impressas em azulejos. Uma delas é 0075m grande painel com a imagem de um tubarão e as placas de aviso com a frase “Área sujeita a ataque dos Barão”, em que parodia a especulação imobiliária na cidade do Recife. Completando a exposição, o ilustrador, grafiteiro e tatuador Nando Zevê apresenta a sua série de tons vivos intitulada <em><strong>Peixe fora d’água</strong><strong></strong></em>, que já foi explorada em adesivos, lambe-lambes e grafites pelo Recife.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Abertura da exposição Vitrocerâmicos: Pesquisa artística</em><br />
Quarta-feira (15 de fevereiro), às 18h<br />
Museu Murillo La Greca (Rua Leonardo Bezerra Cavalcante, 366, Parnamirim)<br />
Gratuito</p>
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		<item>
		<title>Joelson Gomes abre sua casa-ateliê com mostra coletiva</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Aug 2016 17:47:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<description><![CDATA[por Marina Suassuna Uma casa arejada, com muitas plantas, cachorro, oitão e histórias que se confundem com as do próprio bairro. Assim é o ateliê do artista plástico Joelson Gomes, no Poço da Panela, Zona Norte do Recife. Há 20 anos residindo no local, Joelson procura fazer do lugar um espaço alternativo para o circuito [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Marina Suassuna</em></p>
<div id="attachment_39766" aria-labelledby="figcaption_attachment_39766" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/29302046625_91a459dcce_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-39766" alt="Hassan Santos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/29302046625_91a459dcce_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Para a residência artística, Joelson Gomes convidou Mana Bernardes (RJ), Hélio Pellegrino (MG) e Maurício Castro (PE)</p></div>
<p>Uma casa arejada, com muitas plantas, cachorro, oitão e histórias que se confundem com as do próprio bairro. Assim é o ateliê do artista plástico Joelson Gomes, no Poço da Panela, Zona Norte do Recife. Há 20 anos residindo no local, Joelson procura fazer do lugar um espaço alternativo para o circuito das artes visuais no Recife, desenvolvendo experiências artísticas sem pretensão comercial. Neste sentido, surgiu <em>A Casa Simples</em>, projeto financiado pelo Funcultura que consiste em três ações no ateliê: uma residência com três artistas convidados e duas exposições.</p>
<p>A primeira das exposições, intitulada <em>A Casa Simples – Processos Artísticos</em>, será aberta nesta quarta-feira (31), às 19h. Será apresentado um misto de esboço e<em> making of</em> da residência, que contou com os artistas Mana Bernardes (RJ), Hélio Pellegrino (MG) e Maurício Castro (PE). Joelson buscou artistas que dividem com ele o interesse pela mesma poética e matéria-prima: cerâmica e fios de plástico (espaguete) tramados sobre estruturas de ferro, além da mescla do design com a arquitetura, unindo arte aos objetos do cotidiano.</p>
<div id="attachment_39773" aria-labelledby="figcaption_attachment_39773" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/joelson-gomes-15.jpg"><img class="size-medium wp-image-39773 " alt="Hassan Santos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/joelson-gomes-15-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das matérias-primas utilizadas pelos artistas foi a cerâmica</p></div>
<p>Nesta primeira, que fica em cartaz por três meses, serão apresentados registros fotográficos, vídeos e anotações feitos durante a residência. As obras estarão em estágio de protótipo, talvez algumas concluídas, que deverão compor a exposição definitiva <em>A Casa Simples – Arte Cotidiana</em>, com o resultado final do intercâmbio, ainda sem data marcada.</p>
<p>Durante dez dias, Mana Bernardes, Helio Pelegrino e Maurício Castro estiveram imersos num processo criativo junto com Joelson na Casa Simples e também nas cidades de Bezerros, Tracunhaém e Brejo da Guabiraba, onde conheceram artesãos locais e seus métodos de produção. Segundo Joelson, as visitas agregaram bastante às possibilidades de trabalho pensadas em seu ateliê. &#8220;A Casa Simples é a base onde pegamos as informações, idealizamos e desenhamos todas as ideias para serem sintetizadas e executadas nesses outros lugares, junto com os oleiros&#8221;.</p>
<p>Também foram selecionados quatro jovens dessas comunidades para acompanharem os mestres no desenvolvimento das obras criadas pelos artistas. &#8220;Os oleiros e os serralheiros também contribuem para o processo. Trabalhar com eles é uma forma de valorizar esses profissionais, resgatando saberes populares e estabelecendo uma troca desse conhecimento com a nossa arte. Isso também é uma coisa que liga esse artistas. Todos têm, por hábito, estabelecer parcerias sociais, com mestres e aprendizes. A Casa Simples sempre teve essa pegada&#8221;, observa Lucia Padilha, coordenadora do projeto.</p>
<p>Joalheira, poeta, designer, entre outras habilidades, Mana Bernardes começou a fazer joias com materiais reciclados aos 7 anos de idade. Escreve desde a adolescência e em 2011 lançou o livro <em>Mana e Manuscritos</em>. Seus escritos têm se transformado em estampa para guardanapos, toalhas de mesa, vasos, entre outros objetos. Já Hélio Pellegrino, artista plástico e designer de Minas Gerais, foi convidado por Joelson pela sua relação com a arquitetura e por considerar o reuso de materiais como contribuição para o futuro e valorização do planeta. Desde a década de 1980 realizando exposições individuais e coletivas no Brasil, o pernambucano Maurício Castro traz para o projeto toda a sua experiência com esculturas de ferro que desenvolveu durante 10 anos. Suas atividades pedagógicas voltadas à pintura, reciclagem e ao desenho no Ateliê Peligro e na Gráfica Lenta também contribuem com a proposta d&#8217;A Casa Simples.</p>
<div id="attachment_39767" aria-labelledby="figcaption_attachment_39767" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/joelson-gomes-28.jpg"><img class="size-medium wp-image-39767" alt="Hassan Santos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/joelson-gomes-28-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Durante dez dias, o quarteto esteve imerso num processo criativo que resultou na exposição</p></div>
<p>Confira <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/funcultura/a-casa-simplesfuncultura/" target="_blank"><strong>Galeria de Imagens</strong> </a>do projeto.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>Abertura da exposição &#8216;A Casa Simples – Processos Artísticos&#8217;</strong><br />
Quarta-feira, 31 de agosto de 2016 | 19h<br />
A Casa Simples &#8211; Rua dos Arcos, 260 &#8211; Poço da Panela/Recife<br />
Gratuito</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Joelson Gomes expõe no Engenho Massangana</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2015 19:21:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25142" aria-labelledby="figcaption_attachment_25142" class="wp-caption img-width-486 aligncenter" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/11078255_967957123257128_1023952935478169529_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-25142" alt="t" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/11078255_967957123257128_1023952935478169529_n-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Trabalho do artista reflete as relações das pessoas com os espaços públicos da cidade</p></div>
<p>Dentro da programação da <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/museus-geridos-pela-fundarpe-participam-da-13a-semana-nacional-dos-museus/" target="_blank"><strong>Semana Nacional de Museu</strong></a>, o Museu do Homem do Nordeste inaugura, no Engenho Massangana, a exposição <em>Infinitamente</em>, de Joelson Gomes. A mostra, que terá abertura neste sábado (23), a partir das 11 horas, integra um conjunto de ações, planejadas pela equipe do espaço cultural.</p>
<p>Convidado a refletir sobre essas questões, Joelson, artista cuja poética se debruça sobre questões do acelerado ritmo de vida das cidades e da ausência de espaços públicos de lazer e de contato com a natureza, propôs, para o Engenho Massangana, a exposição <em>Infinitamente</em> onde o artista faz, segundo Simone Luizines, coordenadora de Exposições e Ações Culturais do Museu, &#8220;uma espécie de recorte da paisagem que compõe o jardim do Engenho. Ele selecionou a parte da paisagem que lhe interessava e irá transferi-la para dentro da casa grande, compondo assim uma nova paisagem, construída a partir do olhar do artista&#8221;.</p>
<p>A exposição permanece em cartaz, no Engenho Massangana, até o dia 26 de setembro, e a Fundação Joaquim Nabuco irá disponibilizar, gratuitamente, transporte para levar os interessados em participar da inauguração da Mostra, no dia 23 de maio. O local de encontro é a sede do Museu do Homem do Nordeste (Avenida 17 de agosto, nº 2187, Casa Forte) e a previsão de partida em direção ao Cabo de Santo Agostinho, local onde o Engenho Massangana está instalado, é às 10 horas. O retorno a Recife está previsto para as 16 horas e os interessados em usar o serviço devem ligar para o Museu e reservar sua vaga.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Exposição<em> Infinitamente</em>, de Joelson Gomes<br />
Abertura: 23 de maio de 2015, das 11h às 16h<br />
Visitação: de 26 de maio a 26 de setembro de 2015<br />
de terça a sábado, das 9 às 16h30<br />
Local: Engenho Massangana (PE 60 Km 10, Cabo de Santo Agostinho)<br />
Informações e agendamentos: <strong>agendamento.engenho@fundaj.gov.br</strong> / (81) 3527-4025<br />
*Reserva para o Transporte no dia da inauguração pelo telefone (81) 3073-6356. (Vagas limitadas)</p>
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