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	<title>Portal Cultura PE &#187; Johnny Hooker</title>
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		<title>Johnny Hooker e um carpe diem coletivo no Palco Pop</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Jul 2015 20:08:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Se há alguém que, pode-se dizer sem titubear, está na crista da onda, esse alguém se chama Johnny Hooker. O mais novo furacão da música brasileira chegou neste Festival de Inverno de Garanhuns bafejado pela magia do sucesso estrondoso que vem colhendo com o seu disco Eu vou fazer uma macumba [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19844663089_55043e8b67_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-28232" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19844663089_55043e8b67_z-607x386.jpg" width="607" height="386" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>por Leonardo Vila Nova</em></strong></p>
<p>Se há alguém que, pode-se dizer sem titubear, está na crista da onda, esse alguém se chama <strong>Johnny Hooke</strong>r. O mais novo furacão da música brasileira chegou neste Festival de Inverno de Garanhuns bafejado pela magia do sucesso estrondoso que vem colhendo com o seu disco <em>Eu vou fazer uma macumba pra te amarrar, maldito!</em> O Palco Pop estava em polvorosa, em sua última noite, neste sábado (25), para receber o jovem – que, entre outras, foi agraciado como Melhor Cantor de Música Popular, no 26º Prêmio da Música Brasileira. Não tinha pra onde: a noite era toda dele!</p>
<p>Minutos antes de entrar no palco, Johnny dava os últimos retoques no figurino, e, do camarim, podia ouvir os gritos do público, chamando seu nome. O sucesso superlativo que se intensificou de forma absurda nos últimos dois meses tanto assusta quanto dá orgulho. “<em>É o fruto de um trabalho pelo qual lutei durante muitos anos e significa muito pra mim. Eu </em><em id="__mceDel">acho que estou no lugar onde eu mereço estar!”</em>, confessou. Era chegada a hora de assumir a persona artística e se jogar no palco, onde tudo é possível.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19842894068_14bcc4fd39_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-28234" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19842894068_14bcc4fd39_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A música que dá título ao disco é quem abre o show. E no primeiro insinuar de sua aparição, os berros e histeria são ensurdecedores. O público se rasga, se descabela e se desespera. É impressionante o fascínio que Johny excerce sobre sua plateia. Em palco, a sensualidade do cantor aflora, como se seduzisse as pessoas <em>full time</em>. E é bem assim que funciona. “<em>Vocês pensam que eu tô aqui cantando. Eu tô beijando vocês na boca, o tempo todo</em>”, diz ele, em determinado momento do show. A resposta, claro, são os gritos do público, que, fecha os olhos, canta TODAS as músicas, estica os braços em direção ao palco, tentando pegá-lo, tocá-lo, de alguma forma que seja, nem que seja comendo-o com os olhos.</p>
<p>Essa catarse que acontece durante o show de Johnny se deve um tanto à persona que ele encarna em suas canções e em cima do palco, e que gera uma identificação instantânea do público. Cada pessoa se reconhece ali. No show de Johnny, é como se estivéssemos em um cabaré, em um inferninho desses de hoje, com paredes pichadas e cheiro de suor, cigarro e sexo exalando por todos os lados. Esse lugar onde todos gostam de estar pra exorcizar as dores de um “amor marginal” e se jogar em outra aventura, sem medo. Essa figura altiva, cheia de libido, e que dá a volta por cima, é Johnny Hooker, diva e símbolo inconteste desse carpe diem coletivo. “<em>Eu estou aqui desde as 16h, esperando o show dele. Não comi ainda, não fiz nada hoje, só esperando Johnny! E eu curto muito o som dele, porque as músicas dele falam da minha vida!</em>”, disse Camila Maria, 18 anos, de Garanhuns, que estava enlouquecida, na frente do palco.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19408541344_3e694be38f_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-28233" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19408541344_3e694be38f_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Na radiola que toca no inferninho, surgem bregas, salsas, mas com aquela boa e farta pitada de rebeldia rock. Por entre as canções do disco, como <em>Alma sebosa</em>, <em>Boyzinho</em>, <em>Boato</em>, ele manda uma de Jorge Mautner, <em>Vampiro</em>. Sentado, com uma taça de vinho em mãos, apenas acompanhado pelo violão, Johnny canta que “<em>bebe o sangue do meninos e meninas que vê</em>”. Vê-se, então, na plateia, muitos ofertando a nuca, prontos para serem degustados pelo cantor. Ao (quase) encerrar, Johnny deixa o palco já tendo de retornar, a pedidos da plateia. Ainda era pouco pra eles. Ao som de <em>Volta</em>, canção que está na trilha do filme <em>Tatuagem</em>, Johnny atende ao público. Não cosneguiria sair dali sem esses bis.</p>
<p>“<em>E a gente se pega, se borra e se morde</em>”, eis o chamamento de <em>Desbunde geral</em>, frevo que encerra o show, onde Johnny Hooker prova ser, de fato, desses artistas que chegou pra causar um sacolejo de liberdade e libertinagem no palco e no público, fazê-lo pegar fogo!</p>
<p>Johnny, sem dúvida, lacrou!</p>
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