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	<title>Portal Cultura PE &#187; Jorge Ben Jor</title>
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		<title>Enceramento do FIG lota Palco Guadalajara</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Jul 2012 19:28:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6174" aria-labelledby="figcaption_attachment_6174" class="wp-caption img-width-597 aligncenter" style="width: 597px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-14.jpg"><img class="size-full wp-image-6174" alt="Público comparece em peso para noite de encerramento do FIG (Foto: Costa Neto / Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-14.jpg" width="597" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Público comparece em peso para noite de encerramento do FIG (Foto: Costa Neto / Secult-PE)</p></div>
<p>O 22º Festival de Inverno de Garanhuns é o que pode se chamar de um sucesso. Seu maior termômetro, o Palco Guadalajara, teve nesta noite de sábado um encerramento à altura da importância do evento. Com Lulu Santos e Jorge Ben Jor, dois hitmakers na linha de frente, o alto astral foi a tônica. Não foi preciso muito esforço para agradar as mais de 30 mil pessoas, que cantaram junto praticamente todas as músicas.</p>
<p>O rock’n&#8217;roll também esteve muito bem representado por Edgard Scandurra, que com técnica e felling passou a limpo sua carreira, dos primeiros anos com o Ira! à carreira solo, em que flerta com a música eletrônica e a MPB. No palco, a clássica formação baixo / guitarra / bateria / teclado se tornou infalível com uma banda sintonizada, da qual faz parte o filho de Scandurra, Daniel. “Flores em você”,  “Mudança de comportamento” e “Núcleo Base” estão entre os pontos altos da apresentação.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_6176" aria-labelledby="figcaption_attachment_6176" class="wp-caption img-width-597 aligncenter" style="width: 597px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-15.jpg"><img class="size-full wp-image-6176" alt="Rock de Edgard Scandurra rendeu um dos melhores momentos da noite (Foto: Costa Neto/ Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-15.jpg" width="597" height="372" /></a><p class="wp-caption-text">Rock de Edgard Scandurra rendeu um dos melhores momentos da noite (Foto: Costa Neto/ Secult-PE)</p></div>
<p dir="ltr">Habilidoso guitarrista, a performance de Scandurra rendeu um dos melhores momentos do FIG. Baladas também não faltaram, uma delas dedicada a todos os casais presentes. No backstage, além de admitir a influência de Jimi Hendrix, ele revelou quais são seus herois da guitarra: Jimmy Page (Led Zeppellin), Pete Townshend (The Who), Andy Summers (Police) e várias bandas do pós-punk.</p>
<p dir="ltr">Durante a conversa, o guitarrista contou que vem por aí um novo álbum, desta vez instrumental, com participação de Fernando Catatau (Cidadão Instigado); e o segundo volume do CD coletivo “Pequeno cidadão”, com Arnaldo Antunes, Taciana Barros e Antonio Pinto. Outro trabalho com Antunes, “Na curva da cintura”, continua em pleno vapor: eles acabam de chegar de quatro shows pela Europa – Londres, Madri, Barcelona e Portugal.</p>
<div id="attachment_6177" aria-labelledby="figcaption_attachment_6177" class="wp-caption img-width-598 aligncenter" style="width: 598px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-16.jpg"><img class="size-full wp-image-6177" alt="Jorge Ben Jor terminou apresentação com homenagem a Tim Maia (Foto: Costa Neto / Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-16.jpg" width="598" height="371" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Ben Jor terminou apresentação com homenagem a Tim Maia (Foto: Costa Neto / Secult-PE)</p></div>
<p>Logo após subiu ao palco Jorge Ben Jor, que emendou suas músicas mais conhecidas, como “Santa Clara”, “Banda do Zé Pretinho” e “País tropical”. Como diz a letra de “W Brasil”, Jorge chamou o síndico e evocou a memória do soulman Tim Maia cantando “Do leme ao pontal”. O público delira.</p>
<p>Lulu Santos não deixou por menos. Elegante e ladeado de uma dançarina no melhor estilo funk carioca, o compositor se mostrou uma fonte inesgotável de sucessos: “Tempos modernos”, “SOS Solidão”, “Como uma onda”, “De repente a Califórnia”…</p>
<p>Não bastasse, após uma sequência de hits como “Toda forma de amor”, “Certo alguém”, Último romântico” e “Satisfação”, Lulu homenageou Luiz Gonzaga ao cantar “Januário” antes de “Tudo azul”, em ritmo de baião e tocando slide guitar (estilo dos bluesman norte-americanos).</p>
<p>Balanço</p>
<p>De acordo com a Polícia Militar, o Palco Guadalajara recebeu uma média de 35 mil pessoas por noite de evento. O auge foi no último sábado (14.7), quando Alcione e Roberta Miranda atraíram 60 mil pessoas.</p>
<p>Ações descentralizadas e com foco na sustentabilidade, acessibilidade e economia criativa fizeram do 22º FIG uma edição especial na história do evento. “É de fato um novo momento para o festival”, diz o coordenador geral do FIG, André Frank. “Nunca os palcos estiveram tão limpos e os backstages tão organizados. Estabelecemos outro foco para as oficinas, a população de Garanhuns está contemplada pois a meta também é ampliar o que pode ser feito pela cidade”.</p>
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		<title>Jeneci, Lenine e Milton: três gerações da MPB no penúltimo dia do FIG</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jul 2012 19:44:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sexta-feira (20/7) na Guadalajara foi marcada pela sintonia entre o público do festival e artistas Por Julya Vasconcelos De sobretudo preto, cachecol e violão em punho, Milton Nascimento entra como espécie de deus no palco Guadalajara nesta sexta-feira (20/7), penúltimo dia do FIG. “Um trem-de-ferro é uma coisa mecânica, mas atravessa a noite, a madrugada, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Sexta-feira (20/7) na Guadalajara foi marcada pela sintonia entre o público do festival e artistas</p>
<p>Por Julya Vasconcelos</p>
<div id="attachment_6192" aria-labelledby="figcaption_attachment_6192" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-18.jpg"><img class="size-medium wp-image-6192" alt="Milton Nascimento faz show emocionante na Esplanada Guadalajara (Foto: Eric Gomes/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-18-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Milton Nascimento faz show emocionante na Esplanada Guadalajara (Foto: Eric Gomes/Secult-PE)</p></div>
<p dir="ltr">De sobretudo preto, cachecol e violão em punho, Milton Nascimento entra como espécie de deus no palco Guadalajara nesta sexta-feira (20/7), penúltimo dia do FIG. “Um trem-de-ferro é uma coisa mecânica, mas atravessa a noite, a madrugada, o dia, atravessou minha vida, virou só sentimento”. Os versos de Adélia Prado são citados por Milton para um público de cerca de 60 mil pessoas que lotavam a esplanada no centro de Garanhuns, e introduz a música “Encontros e Despedidas”, um dos grandes sucessos do compositor.</p>
<p>A setlist de Milton foi recheada de clássicos conhecidos do grande público, como “Coração de Estudante”, “Bola de meia, bola de gude”, “Caxangá”, “Fé Cega, Faca Amolada” e “Maria, Maria”. O que, em se tratando de algum outro compositor, poderia se tornar apenas uma solução cômoda, no caso de Milton, não fez com que o seu show fosse menos tocante. No meio dos grandes clássicos, um inusitado cover da banda mineira Jota Quest quebrou um pouco o clima do show, mas sem comprometer.</p>
<p dir="ltr">“Canção da América”, pode-se dizer, foi interpretada por 60 mil pessoas . Milton, sentado numa cadeira, de olhos fechados, apenas guiou o ritmo com uma das mãos, e fez com que toda a Esplanada Guadalajara cantasse em coro o clássico.</p>
<p>O virtuosismo da banda de Milton que, apesar do repertório “óbvio”, não titubeou nas longas introduções, solos e reinterpretações, foi, definitivamente, o ponto alto da apresentação. Era possível ver, perto do palco, muitas pessoas visivelmente emocionadas. “Foi muito especial para mim. Eu só lembrava daquilo que Caetano fala, que Milton é muito espiritual”, diz a publicitária Lellye Lima, com os olhos marejados depois de ouvir “Travessia”.</p>
<p>A cumplicidade do público pernambucano com Lenine e Marcelo Jeneci</p>
<p>“Eu acho que do mesmo jeito que a gente acaba aproximando as pessoas que parecem com a gente quando a gente tá querendo namorar alguém, acontece a mesma coisa com o público daqui. Tem a ver com jogo de sedução. O resultado tem sido bonito”, afirmou Marcelo Jeneci sobre sua presença constante em palcos nordestinos. É a 3ª vez, em menos de um ano, que o músico pisa em solo pernambucano. Com um show descaradamente romântico, ele parece coroar a sua relação de intimidade e cumplicidade com o público da cidade.</p>
<div id="attachment_6193" aria-labelledby="figcaption_attachment_6193" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-19.jpg"><img class="size-medium wp-image-6193" alt="Marcelo Jeneci (Foto: Eric Gomes/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-19-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelo Jeneci (Foto: Eric Gomes/Secult-PE)</p></div>
<p style="text-align: left;"> Jeneci abre o show com “Copo d’água” para um público que já lotava a Esplanada Guadalajara às 22h, depois da abertura da noite com a banda local Lux Time. Mas é quando o músico começa a tocar os primeiros acordes do seu característico acordeon na música “Felicidade”, que a platéia vibra. “Pra Sonhar”, “Dar-te-ei” e “Feito para acabar” geraram conexão instantânea com o público, composto por muito fãs do músico, que se espremiam no gargarejo cantando em coro todas as canções. Cleyton Muniz, de Caruaru, e Maria Luiza, de Recife, vieram ao festival exclusivamente para ver  o show de Marcelo Jeneci.</p>
<div id="attachment_6194" aria-labelledby="figcaption_attachment_6194" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-20.jpg"><img class="size-medium wp-image-6194" alt="Lenine na Guadalajara (Foto: Eric Gomes/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-20-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lenine na Guadalajara (Foto: Eric Gomes/Secult-PE)</p></div>
<p dir="ltr">Lenine fez um show cheio de energia, que também evidenciou sua conexão com a plateia, que cantou em coro praticamente todas as músicas apresentadas pelo cantor, inclusive as do repertório do novo disco. Grandes sucessos como “Paciência”, “Relampiando”e “A Rede” dividiram espaço com as novas canções de “Chão”.</p>
<p dir="ltr">Priscila Garcia e Karina Siqueira vieram em uma excursão com 16 pessoas de Caruaru somente para ver o show do compositor pernambucano: “Foi perfeito. Todos os shows dele até hoje sempre me surpreendem”, conta Karina enquanto espera pela aparição do cantor na porta do backstage.</p>
<p>Fechando a noite, Antúlio Madureira trouxe um show recheado de ritmos dançantes que fez o público se esquentar sob uma garoa fina que caía sobre a cidade por volta das 3h da manhã.</p>
<p>Amanhã, no último dia do FIG, estarão na Guadalajara:</p>
<p>21h – Andréa Amorim</p>
<p dir="ltr">22h – Edgard Scandurra</p>
<p dir="ltr">23h – Jorge Ben-Jor</p>
<p dir="ltr">00h30 – Lulu Santos</p>
<p dir="ltr">02h – N´Zambi, Buguinha Dub e Convidados</p>
<p>&nbsp;</p>
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