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	<title>Portal Cultura PE &#187; jornada</title>
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		<title>Na Jornada, patrimônio alimentar atravessa fronteiras municipais e estaduais</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Aug 2024 21:50:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O segundo dia da 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar, nesta terça-feira (27), realizado na Biblioteca Setorial Manuel Correia de Andrade, no câmpus-sede da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), no bairro de Dois Irmãos (Zona Oeste do Recife), foi dividido entre dois tipos de trocas de experiências. O primeiro, no intercâmbio entre a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG) acerca de Gastronomia e Identidade Territorial; o segundo, sob o tema Gastronomia Pernambucana como Patrimônio, teve como foco os saberes sobre quatro tipos de doces: doce de guabiraba, de Paudalho (Zona da Mata Norte); bolo barra branca, de Bezerros (Agreste); cartola; e bolo de noiva.</p>
<p>Este ano sob o tema Cultura Alimentar e Identidade Territorial, o evento é fruto de uma parceria do Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com os cursos de gastronomia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e da Faculdade Senac (FacSenac). Integra a 17ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, que, apesar do nome, conta com programação desde o início deste mês de agosto.</p>
<p>Pela manhã, a professora Ericka Calabria, coordenadora do curso de Gastronomia da UFRPE, mediou a palestra A Experiência em Minas Gerias: Sistemas Culinários da Cozinha Mineira &#8211; o Milho e a Mandioca &#8211; Candidatura do Queijo Minas à Patrimônio da Humanidade. Para esse colóquio foi convidado Luis Molinari, diretor de Promoção do Iepha-MG, que dividiu a mesa ainda com Marcelo Renan de Souza, gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe.</p>
<p>Um dos reflexos da importância da gastronomia como vetor de identidade cultural, como apontou Marcelo Renan, tem sido o recente boom de pedidos para que vários produtos, e seus processos, tornem-se patrimônio cultural em Pernambuco. O mesmo, de acordo com Luis Monari, ocorre em Minas Gerais. Ambos os gestores falaram um pouco da experiência de construção da política de patrimônio cultural, com respectiva metodologia, para uma plateia formada em sua maioria por alunos de gastronomia da UFRPE.</p>
<p>No debate após as palestras ficou mais evidente o percurso das experiências pernambucana e mineira. Enquanto a primeira geralmente parte do pedido de registro de um produto consolidado (como, por exemplo, o bolo de noiva, o queijo coalho, o doce de guabiraba, a mariscada, a manta de ovinos e caprinos de Petrolina ou o café de Taquaritinga do Norte), a segunda costuma ter início na identificação dos saberes, processos e práticas socioculturais associadas a cada produto.</p>
<p>&#8220;É extremamente importante para os órgãos de preservação manter intercâmbios técnicos com os de outros Estados&#8221;, ressaltou Marcelo Renan. &#8220;Este ano trouxemos a experiência do Iepha-MG, no reconhecimento da cozinha mineira e do queijo minas. É interessante para nós, porque temos o processo de reconhecimento do queijo coalho e de outros bens do patrimônio alimentar pernambucano. Para nós, técnicos, serve como uma troca de conhecimentos técnicos entre instituições; e, para os estudantes, a oportunidade de conhecer mais a fundo esses processos de reconhecimento do patrimônio alimentar&#8221;, compartilhou o gerente.</p>
<p>Já Luis Molinari considera que os profissionais de patrimônio cultural precisam desse tipo de intercâmbio e cada vez mais desses encontros para discutir procedimentos, metodologias, legislação e formas de fazer. &#8220;Existe, obviamente, um entendimento de como fazemos a proteção do patrimônio cultural, mas também o fazer dessa proteção é muito importante&#8221;, afirmou. &#8220;Eventos como esse são muito importantes para que possamos somar esforços, entender procedimentos e criar consensos em relação a formas de abordagens de patrimônios&#8221;, disse o diretor.</p>
<p><strong>DOCE QUE TE QUERO DOCE -</strong> A tarde da 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar, nesta terça-feira (27), na UFRPE, ficou ainda mais açucarada. Com mediação da antropóloga, Luciana Gama, assessora técnica da Fundarpe, doces pernambucanos com grande potencial de serem reconhecidos como patrimônios imateriais do Estado ilustraram a palestra e debate sob o tema Gastronomia Pernambucana como Patrimônio. A professora da casa Ericka Calabria voltou à mesa para falar sobre a cartola; as doceiras Lucia Maria dos Santos, Isabel Cristina Assis da Silva e Maria do Socorro de Assis defenderam o doce de guabiraba; e a também professora Cristianne Barros, da Faculdade Senac, retomou os assuntos dos bolos de noiva e barra branca, já abordados na segunda-feira (26), na FacSenac.</p>
<p>A emoção tomou conta da mesa formada apenas por mulheres, que compartilharam experiências dessas delícias de patrimônios que atravessam o Estado, do Litoral ao Agreste, passando pela Zona da Mata Norte. No debate suscitaram sugestões como a elaboração de uma cartilha do patrimônio alimentar e a instrumentização para tornar as pessoas doceiras aptas a concorrerem ao título de Patrimônio Vivo de Pernambuco. A tarde, claro, terminou com uma degustação de amostras desses doces tão desejados.</p>
<p>A professora Ericka Calabria, que participa da Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco desde a primeira edição, e há dois anos possui uma ligação ainda mais afetiva com a realização da Jornada do Patrimônio Alimentar, lembrou como o patrimônio imaterial ganhou maior representatividade ao longos dos anos. &#8220;Percebi também que a Semana foi se interiorizando, saiu mais do Recife, e cada vez mais as questões do patrimônio imaterial foram surgindo&#8221;, contou. &#8220;Fico muito feliz que a gastronomia, que já era reconhecida nos editais, vai se inserindo nas políticas culturais como uma linguagem, uma área dentro de patrimônio, e vai sendo valorizada. A UFRPE fica muito feliz por participar e cooperar com essa demanda&#8221;, celebrou.</p>
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		<title>Jornada do Patrimônio Alimentar tem início com delícias de vinhos e bolos pernambucanos</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 21:42:33 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Quem achava que a Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco já havia acabado rasgou a boca. Ou melhor, encheu a boca. E os olhos. Em sua 17ª edição, o evento entrou em sua reta final, esta semana, com a realização da 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar: Cultura Alimentar e Identidade Territorial. O evento é fruto de uma parceria do Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em com os cursos de gastronomia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e a Faculdade Senac (FacSenac). A estreia, nesta segunda-feira (26), na Faculdade Senac, foi dedicada aos vinhos produzidos na região do Vale do São Francisco (Sertão) e ao bolos que são patrimônios culturais pernambucanos.</p>
<p>A 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar: Cultura Alimentar e Identidade Territorial continua até a próxima quinta-feira (29). Confira <a title="3ª Jornada do Patrimônio Alimentar: Cultura Alimentar e Identidade Territorial" href="https://docs.google.com/forms/d/1lpWSRQJcTL49AD5KAj499jIRxeMavJYK5XvuOEskgGA/viewform?pli=1&amp;pli=1&amp;edit_requested=true" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a programação completa.</p>
<p>Pela manhã, no Auditório da FacSenac, foi colocado o tema Indicação Geográfica: Vinhos do Vale do São Francisco. Robson Lustosa, coordenador de gastronomia da faculdade, mediou as palestras com Luciana Arruda, professora do curso de bacharelado em gastronomia e do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos da UFRPE; e Yanne Moreira, economista e assessora de Arranjos Produtivos da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe).</p>
<p>Após uma breve introdução da assessora de Gastronomia da Secult-PE, Dianne Sousa, e do gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Marcelo Renan de Souza, cada expositor explicou, em sua área, como se deu o processo de registro de indicação geográfica (conferido a produtos ou serviços que são característicos de seu local de origem, o que lhes atribui reputação, valor intrínseco e identidade própria, além de os distinguir em relação a seus similares disponíveis no mercado) dos vinhos produzidos no Vale do São Francisco.</p>
<p>&#8220;A indicação geográfica do vinho é nossa primeira de alimentação no Estado&#8221;, lembrou Dianne Sousa. &#8220;Temos muitos outros produtos em potencial. Inclusive, temos um processo em andamento, que é o do queijo coalho do Agreste, que se encontra em fase de pesquisa e delimitação&#8221;, contou. &#8220;O caso de sucesso do vinho, sua implementação e desenvolvimento, desperta para outros mercados o interesse de buscar o selo de indicação geográfica, como nos casos do mel e do café de Taquaritinga do Norte&#8221;, exemplificou.</p>
<p>O debate que se seguiu com a plateia contou ainda com a participação da sommelière Mariana Dubeux, que ministrou, no fim da manhã, no salão de eventos da FacSenac, a oficina Degustando o Vale do São Francisco. Na workshop, fez uma breve apresentação sobre os rótulos locais e sua projeção comercial e pôde proporcionar uma experienciação de alguns tipos de vinhos produzidos no Estado.</p>
<p>A tarde foi dedicada a quatro concorridas oficinas gastronômicas sob o título Os Doces Patrimônio de Pernambuco, ministrada por professoras da FacSenac: Bolo de Rolo, com Juliana Costa; Bolo Barra Branca, com Tânia Bastos; Bolo de Noiva Pernambucano, com Cristianne Barros; e Bolo Souza Leão, com Renata Oliveira.</p>
<p>&#8220;A academia tem que inserir naquilo que está sendo desenvolvido no âmbito externo&#8221;, comentou Robson Lustosa. &#8220;Em nossas práticas educacionais consideramos também a discussão da gastronomia quanto aos aspectos culturais focando no conteúdo de desenvolvimento econômico regional&#8221;, disse. &#8220;Temos uma disciplina de confeitaria em que discutimos também o patrimônio. Na discplina de enogastronomia tratamos das indicações de procedência sempre trazendo à tona os vinhos que são produzidos na região do Vale do São Francisco. Na educação não faz sentido falar, tratar de alguns assuntos sem um olhar para o desenvolvimento local, na promoção do desenvolvimento regional&#8221;, explicou o professor.</p>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe promovem 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Aug 2024 20:31:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Card-1-Alimentar-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-112459" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Card-1-Alimentar-1-427x486.jpg" width="427" height="486" /></a></p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em parceria com os cursos de gastronomia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e a Faculdade Senac (FacSenac), anunciam a 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar: Cultura Alimentar e Identidade Territorial. O evento acontece de segunda (26) a quinta-feira (29).</p>
<p>A ação integra a programação da 17ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco e tem como objetivo fortalecer o debate acerca das políticas públicas culturais voltadas ao contexto do patrimônio alimentar em Pernambuco; e promover trocas acadêmicas e divulgação de iniciativas da sociedade civil que contribuem com a preservação e a promoção dos patrimônios alimentares.</p>
<p>O evento é aberto ao público e acontece na Biblioteca Setorial Manuel Correia de Andrade da Universidade Federal Rural de Pernambuco, (Câmpus-Sede &#8211; Rua Dom Manuel de Medeiros, s/nº, bairro Dois Irmãos); e na Faculdade Senac Pernambuco (Rua do Pombal, nº 57, 22º andar, bairro Santo Amaro), no Recife. É necessária a inscrição prévia para garantia de vagas, sujeita à lotação dos dois locais.</p>
<p>Com foco no debate relacionado à cultura alimentar e às identidades territoriais, a programação está organizada em temáticas que envolvem: Indicação Geográfica e Alimentos; Gastronomia e Identidade Territorial; Gastronomia Pernambucana como Patrimônio; e Os Doces Patrimônio de Pernambuco. Além disso, em parceria com a FacSenac e a UFRPE, ocorre a vivência com mestras marisqueiras da comunidade de Vila Velha, na Ilha de Itamaracá, na Região Metropolitana do Recife, Litoral Norte do Estadio. Há emissão de certificado para os presentes.</p>
<p>As inscrições, devem ser feitas exclusivamente <a title="3ª Jornada do Patrimônio Alimentar: Cultura Alimentar e Identidade Territorial" href="https://docs.google.com/forms/d/1lpWSRQJcTL49AD5KAj499jIRxeMavJYK5XvuOEskgGA/viewform?pli=1&amp;pli=1&amp;edit_requested=true" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>A programação da 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar: Cultura Alimentar e Identidade Territorial também inclui o painel virtual Estratégias de Agregação de Valor de Produtos Agroalimentares. O objetivo é promover uma formação on-line voltada para gestores, professores e pesquisadores de todo o Estado ligados à gastronomia, turismo, economia criativa e cultura, entre outros.</p>
<p>Para essa ação as inscrições devem ser feitas exclusivamente <a title="3ª Jornada do Patrimônio Alimentar: Cultura Alimentar e Identidade Territorial - Painel para Gestores" href="https://docs.google.com/forms/d/11YJTy-AEMY6WchEYT7NQMcDfK_pqewV8p1mfNDHglMQ/viewform?edit_requested=true" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>. Uma vez inscrito, o link do evento será enviado para o e-mail de cada participante cadastrado.</p>
<p>“A realização desse evento reforça a importância da discussão dos temas do patrimônio cultural sob diferentes perspectivas acadêmicas e traz ao debate como as características regionais podem fornecer elementos identitários para o que chamamos de gastronomia regional&#8221;, explica Marcelo Renan, gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe. &#8220;O foco deste ano é mostrar a importância da vinculação de pratos e produtos a suas características históricas, conceituais e técnicas, por exemplo, como aparece nas indicações geográficas e na patrimonialização de saberes gastronômicos ligados às identidades locais”, completa.</p>
<p>Para Ericka Rocha, professora e coordenadora do curso de bacharelado em gastronomia da UFRPE, e uma das organizadoras do evento, “a Jornada do Patrimônio Alimentar é um momento da Semana do Patrimônio de Pernambuco que está tomando fôlego e crescendo a cada ano, sinalizando a importância da temática para a sociedade&#8221;.</p>
<p>&#8220;Para a comunidade acadêmica ligada aos cursos de gastronomia, ilumina e faz refletir sobre o legado presente nas práticas cotidianas ligadas à alimentação e seus rituais&#8221;, afirma ainda a docente. &#8220;É com muita alegria que a UFRPE participa desse evento trazendo excelentes discussões para os alunos do curso de gastronomia e a todos na área.&#8221;</p>
<p>Dianne Sousa, pesquisadora, produtora cultural e atual gestora da Assessoria de Gastronomia da Secult-PE, lembra que a cultura alimentar se revela por meio de práticas e saberes históricos, culturais, ambientais e territoriais e compreende todo o processo, do cultivo à forma de partilha dos alimentos. &#8220;A 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar proporcionará importantes reflexões e experiências acerca da identidade alimentar e das relações territoriais”, almeja.</p>
<p>A 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar: Cultura Alimentar e Identidade Territorial traz à tona o debate acerca da gastronomia enquanto reflexo dos costumes e das tradições de uma sociedade para fortalecimento dos territórios, bem como possibilita, por meio da preservação de práticas e saberes, o enaltecimento contínuo da identidade cultural e dos laços comunitários. &#8220;Para além do empreendedorismo em negócios do segmento gastronômico, a gastronomia é expressão das potencialidades culturais, ambientais, sociais e econômicas de cada região em que seja promovida e destacada, incitando o locavorismo e a valorização das comunidades por meio de seus laços culturais, criando um legado duradouro para as futuras gerações em uma conexão imbricada que alinha tradição e inovação”, comenta Robson Lustosa, coordenador de Gastronomia da Faculdade Senac Pernambuco.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira a programação completa:</strong></span></p>
<p><strong>Segunda-feira, 26</strong></p>
<p>9h às 11h, Auditório da Faculdade Senac Pernambuco<br />
Tema: Indicação Geográfica: Vinhos do Vale do São Francisco<br />
Palestrantes: Luciana Arruda, professora do curso de bacharelado em gastronomia e do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos da UFRPE; Yanne Moreira, bacharela em economia (UFPE) e assessora de Arranjos Produtivos (Adepe)<br />
Mediação: Robson Lustosa, coordenador de gastronomia da Faculdade Senac</p>
<p>11h às 12h, Salão de Eventos da Faculdade Senac Pernambuco<br />
Tema: Oficina Degustando o Vale do São Francisco (20 vagas, inscrição presencial)<br />
Palestrante: Mariana Dubeux, a sommelière da ViniBrasil/Rio Sol</p>
<p>13h às 17h, 7º andar da Faculdade Senac<br />
Tema: Os Doces Patrimônios de Pernambuco (40 vagas)<br />
Oficinas Gastronômicas:<br />
Bolo de Noiva Pernambucano, com Cris Barros, professora de gastronomia da FacSenac-PE;<br />
Bolo de Rolo, com Juliana Costa, professora da Senac-PE;<br />
Bolo Souza Leão, com Renata Oliveira, professora da FacSenac-PE;<br />
Bolo Barra Branca, com Tânia Bastos, professora da Senac-PE</p>
<p>14h às 16h<br />
Painel Virtual &#8211; dia 1: Estratégias de Agregação de Valor de Produtos Agroalimentares</p>
<p><strong>Terça-feira, 27</strong></p>
<p>9h30 às 12h30<br />
Biblioteca Setorial Manuel Correia de Andrade, UFRPE<br />
Tema: Gastronomia e identidade Territorial<br />
A Experiência em Minas Gerias: Sistemas Culinários da Cozinha Mineira: O Milho e a Mandioca &#8211; Candidatura do Queijo Minas a Patrimônio da Humanidade<br />
Palestrantes: Luis Molinari, diretor de Promoção do Iepha-MG; e Marcelo Renan Oliveira de Souza, gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe.<br />
Mediação: Ericka Maria de Melo Rocha Calabria, coordenadora do curso de bacharelado em gastronomia da UFRPE</p>
<p>14h às 17h<br />
Tema: Gastronomia Pernambucana como Patrimônio<br />
Palestrantes: Doce de Guabiraba, com as doceiras Lucia Maria dos Santos e Isabel Cristina Assis da Silva;<br />
Bolo de Noiva e Bolo Branca, com Cris Barros, professora da FacSenac-PE<br />
Cartola, com Ericka Maria de Melo Rocha Calabria, coordenadora do curso de bacharelado em gastronomia da UFRPE<br />
Mediação: Luciana Gama, antropóloga e assessora técnica da Fundarpe</p>
<p><strong>Quarta-feira, 28</strong></p>
<p>Vivência para alunos de gastronomia com mestras marisqueiras de Vila Velha, Itamaracá (PE)</p>
<p><strong>Quinta-feira, 29</strong></p>
<p>14h às 16h<br />
Painel Virtual &#8211; dia 2: Estratégias de Agregação de Valor de Produtos Agroalimentares</p>
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		<title>Jornada VerOuvindo prorroga prazo de inscrições até esta sexta-feira (10)</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Nov 2023 14:05:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em paralelo ao VerOuvindo, festival de filmes com acessibilidade comunicacional do Recife, a Jornada VerOuvindo reúne especialistas em acessibilidade e audiovisual e oferece formação bilíngue &#8211; em libras e português &#8211; durante dez dias de evento. Nesta edição a Jornada oferece cursos com duração de até 10 horas. As inscrições são gratuitas e seguem até [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em paralelo ao VerOuvindo, festival de filmes com acessibilidade comunicacional do Recife, a Jornada VerOuvindo reúne especialistas em acessibilidade e audiovisual e oferece formação bilíngue &#8211; em libras e português &#8211; durante dez dias de evento. Nesta edição a Jornada oferece cursos com duração de até 10 horas. As inscrições são gratuitas e seguem até o dia 10 no <a title="Jornada VerOuvindo" href="https://www.verouvindo.com.br/jornada" target="_blank">site oficial</a>.<br />
O evento é realizado pela Com Acessibilidade Comunicacional e recebe o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) do Governo de Pernambuco. São cinco cursos/oficinas presenciais ministrados por especialistas nas três áreas de acessibilidade comunicacional e audiovisual. Todos os encontros ocorrem na Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) do Derby (Rua Henrique Dias, nº 609, Recife).<br />
A Jornada VerOuvindo também conta com um seminário, espaço de discussão composto por painéis que visam estimular a troca de ideias e experiências sobre os conceitos e práticas envolvendo discussões sobre produção da técnica e da estética das acessibilidades no audiovisual com apresentação de trabalhos de especialistas de Estados como Bahia, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo, além do Distrito Federal. O seminário é aberto ao público de forma gratuita sem necessidade de inscrição.<br />
A programação reúne trabalhos que abordam as três principais áreas de acessibilidade no audiovisual: audiodescrição (AD), língua brasileira de sinais (libras) e legenda para surdos e ensurdecidos (LSE) com participantes de vários Estados. O seminário acontece de forma híbrida &#8211; presencial e online.<br />
&#8220;A Jornada é uma oportunidade para capacitar profissionais da área de acessibilidade e do audiovisual. É também o momento de reunir especialistas para aprofundar conhecimento, além de proporcionar rodadas importantes de diálogo com os participantes e impactando diretamente na construção de saberes&#8221;, destaca Liliana Tavares, idealizadora do Festival VerOuvindo. &#8220;Realizar a Jornada VerOuvindo em paralelo ao Festival que leva o mesmo nome é uma forma de vivenciar a prática com o público, o que está sendo discutido nas aulas&#8221;, complementa.<br />
A Jornada possibilita o encontro entre profissionais e estudantes da área da acessibilidade e do audiovisual para aprofundar as práticas e conceitos relacionados às tecnologias assistivas que atendem às pessoas com deficiências visuais, auditivas e sensoriais, além de pessoas do espectro autista, com TDAH e com trissomia 21 (T21), consideradas neurodivergentes.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação de cursos e oficinas:</strong></span></p>
<p>Introdução à Linguagem do Cinema, de 21 a 23 de novembro, das 14h às 17h &#8211; ministrado por Rodrigo Carreiro (PE), professor e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e do Bacharelado em Cinema e Audiovisual da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).</p>
<p>Oficina de Produção Textual para Audiodescrição, de 21 a 23 de novembro, das 18h às 21h &#8211; ministrada por Luís Reis (PE), jornalista, dramaturgo, professor, pesquisador da UFPE e autor de diversos livros, incluindo <em>Teatro Popular do Nordeste: O Palco e o Mundo de Hermilo Borba Filho</em>.</p>
<p>Curso de Produção de Janela de Libras para o Cinema, nos dias 25 de novembro, das 9h às 12h e das 14h às 18h; e 26 de novembro, das 15h às 18h &#8211; ministrado por Mirella Cavalcanti (PE), mestre em direito pela Unicap, especialista em libras, pessoa surda e que atua como consultora para o audiovisual.</p>
<p>Oficina de Introdução à Legendagem para Surdos e Ensurdecidos (LSE), nos dias 25 e 26 de novembro, das 15h às 20h &#8211; ministrada por Deise Medina (BA), doutora em educação pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), audiodescritora e legendista, especialista em LSE.</p>
<p>Oficina de Desenho Universal e Acessibilidade Audiovisual, no dia 28 de novembro, das 15h às 20h &#8211; ministrada por Flávia Mayer (MG/PB), doutora em linguística pela PUC Minas, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e professora adjunta do Departamento de Comunicação da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação do seminário:</strong></span></p>
<p><strong>Painel remoto | Dia 27/11, às 19h</strong><br />
- Acessibilidade e Processos Visuais Icônicos na Tradução de Cipriano (Douglas Machado) para a Língua Brasileira de Sinais &#8211; Anderson Almeida e Douglas Machado;<br />
- A Surdez Encenada na Ficção Seriada: A Participação de Consultores Surdos e TILs nos Processos Criativos &#8211; Amanda Azevedo;<br />
- Cine AD: Um Cineclube Acessível para Pessoa com Deficiência Visual &#8211; Keilla Salvador da Silva e Guilherme Machado de Oliveira;<br />
- Produção Audiovisual Acessível no Ensino Superior &#8211; Kelly Scoralick.</p>
<p><strong>Painel presencial | Dia 30/11, das 9h às 12h</strong><br />
- A Audiodescrição Batendo no Ritmo de Coração &#8211; Brisa Teixeira de Oliveira e Felipe Vieira Monteiro;<br />
- Coautoria no Roteiro de Audiodescrição de Documentário Musical &#8211; Rafael Braz;<br />
- O Audiodescritor Narrador com Deficiência Visual &#8211; Rafael Braz;<br />
- O Gênero Cinematográfico como Mobilizador de Sentidos na Audiodescrição &#8211; Samuel Marinho Rodrigues de Pontes e Flávia Affonso Mayer;<br />
- O Som Fílmico na Pré-Produção Audiovisual: A Busca por Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Visual na Lógica do Desenho Universal &#8211; Marcos Antonio Fernandes Veloso e Flávia Affonso Mayer;<br />
- Todos os Sons de Mergulhão &#8211; Deise Mônica Medina Silveira e Felipe Vieira Monteiro.</p>
<p><strong>Painel presencial | Dia 1º/12, das 10h às 12h</strong><br />
- LSE e Libras em Tela de Smartphone: Uma Crítica à Individualização da Experiência do Cinema Acessível &#8211; Mariana Marques da Hora e Caio Mattos Baeta Neves;<br />
- Sincronização entre Motion Graphic de Videoclipes e Tons Graves: Um Estudo Exploratório de Design Direcionado para o Público Surdo &#8211; Leonardo Rodrigues Cabral;<br />
- Surdos e o Cinema: Uma Proposta de Oficina Cineclubista &#8211; Aroma Bandeira e Ana Beatriz Gomes Carvalho.</p>
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