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	<title>Portal Cultura PE &#187; Jornal do Commercio</title>
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		<title>EDITORIAL &#8211; JORNAL DO COMMERCIO: Literatura em Bienal</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Oct 2021 15:05:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Literatura em Bienal A realização de um evento do porte e da importância cultural da Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, em plena pandemia, representa um marco para a retomada de atividades sociais e econômicas no estado. A montagem da tradicional cidade da literatura no Centro de Convenções requer planejamento, investimento e a mobilização de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Literatura em Bienal</strong></p>
<p>A realização de um evento do porte e da importância cultural da Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, em plena pandemia, representa um marco para a retomada de atividades sociais e econômicas no estado. A montagem da tradicional cidade da literatura no Centro de Convenções requer planejamento, investimento e a mobilização de uma série de profissionais e instituições ligadas não apenas ao setor, mas à cultura como um todo. Um trabalho de fôlego movido à base da paixão pelos livros, que chega à sua décima terceira edição com o desafio de restaurar o ânimo do público leitor, reativar relações de mercado e sinalizar a consolidação da tendência que aponta para a abertura segura de iniciativas dessa natureza.</p>
<p>A escolha do modelo híbrido, com estandes no pavilhão e atividades presenciais, em paralelo a uma intensa programação transmitida online, traz para a conjuntura pandêmica a oportunidade de se testar a interação direta com o público, sob as regras e protocolos estabelecidos pelas autoridades sanitárias. O uso obrigatório de máscaras e a disponibilização de pontos de higienização e descontaminação por toda a área expositiva segue as recomendações do governo do Estado. Desde a entrada, o acesso é controlado por medição de temperatura. O distanciamento entre os estandes e no interior dos espaços com atividades também deve ser respeitado, bem como o limite de pessoas ao mesmo tempo em visitação. Com essas precauções, a redução do risco de contaminação por Covid-19 é um atrativo adicional para quem for à Bienal do Livro, aberta oficialmente na última sexta-feira, com duração até o próximo dia 12.</p>
<p>A oferta de atividades online pela plataforma e-bienal.com, junto a outras que podem ser acompanhadas por telões nos auditórios, é outra novidade que o maior evento literário do Nordeste apresenta este ano. Algo que tem tudo para se firmar como modelo dominante daqui para frente, ampliando a participação de público e de escritores que não se encontram no local, de maneira presencial. Neste sentido, a Bienal de Pernambuco em formato híbrido dá o exemplo para o País, ao seguir o que se faz em outros lugares do mundo, com segurança, sem abdicar da coragem de empreender em nome da produção cultural e das trocas simbólicas indispensáveis que podem ser proporcionadas pela arte.</p>
<p>Lançamentos de livros, palestras, oficinas presenciais e virtuais, além de apresentações culturais que promovem a integração da literatura com outras expressões artísticas, compõem a edição 2021 da Bienal do Livro. Mais de 300 estandes marcam presença em 9 mil metros quadrados do Centro de Convenções, numa demonstração inequívoca da força do evento. As homenagens ao educador Paulo Freire (in memoriam), no ano de seu centenário, e à poeta e vereadora Cida Pedrosa, vencedora do Prêmio Jabuti 2020 nas categorias Livro do Ano e Poesia, ilustram a necessária ligação da literatura com a educação, e com a potência criativa da pernambucanidade.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Editorial publicado nesta segunda-feira (4), no Jornal do Commercio.</em></p>
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		<title>Cepe Editora lança as crônicas de Flávio Brayner</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2021 16:23:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[A arte de se tornar ignorante]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/AWaYc6YVTjU" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Comentários racistas, ameaças ao ensino, ataques à ciência e o desmonte da cultura apregoados pelo governo federal e por cidadãos brasileiros serviram de mote para o professor Flávio Brayner escrever crônicas semanais. Parte desses artigos, publicados na página de Opinião do Jornal do Commercio de 2016 a 2019, com agudeza e ironia fina, estão agora reunidos no livro &#8220;A arte de se tornar ignorante&#8221; que a Cepe Editora lança nesta quinta-feira (1º). A live de divulgação será às 19h30 com a presença do autor e de dois apresentadores da obra, o professor Lourival Holanda e o ex-reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Anísio Brasileiro, no canal da Cepe no Youtube (<a href="https://www.youtube.com/CepeOficial" target="_blank"><strong>www.youtube.com/CepeOficial</strong></a>).</p>
<p>&#8220;A arte de se tornar ignorante&#8221; tem 288 páginas e 125 crônicas selecionadas de acordo com os eixos que conduzem o livro: &#8220;Os outros&#8221;, &#8220;A arte de se tornar ignorante&#8221;, &#8220;Universitas&#8221;, &#8220;O tempora, o mores!&#8221;, Política &amp; História&#8221; e &#8220;O que fizeram de mim&#8221;. Nos textos, curtos e elegantes, Flávio Brayner registra suas memórias e, principalmente, aquilo que absorve em leituras e conversas. <em>“Um pouco de atenção que dedico à nossa época, seus costumes, sua decadência, aos ditos das pessoas, às declarações de homens públicos, às passagens dos grandes clássicos da cultura, e que me servem de motivo e tema para os artigos”</em>, afirmou o autor.</p>
<p>Frente aos ataques do governo federal à cultura, ele dedicou um artigo ao  sociólogo e crítico literário Antonio Candido (1918-2017) no qual destaca:<em> “A literatura deveria ser encarada como um direito universal e inalienável sem o quê nossa humanidade está em risco”</em>. Flávio Brayner também se manifestou, numa das crônicas, ao ler uma proposta de cassação do título de Patrono da Educação Brasileira dado ao educador Paulo Freire (1921-1997), que usava como argumento avaliações internacionais da educação no País com resultados negativos.</p>
<p><em>“As orientações pedagógicas das instituições públicas e privadas brasileiras não são freireanas. Bem antes de Freire, nossa educação já era um desastre republicano! Ao fim da Primeira Guerra Mundial (1918), apenas 8% da população nordestina era alfabetizada”</em>, ressaltou Flávio Brayner no artigo. Em vários textos, aliás, ele defende a importância da escola para a formação integral de cidadãos com pensamento crítico e a manutenção dos cursos de filosofia no ensino médio, em resposta a projetos do governo federal para acabar com a disciplina.</p>
<p>A escola, diz ele em um dos artigos, não é apenas um lugar onde professores e alunos se encontram. <em>“Nela, nós saímos de um universo (familiar e afetivo) e entramos em outro (regulado por papéis institucionais), saímos de nossa cultura particular e entramos no âmbito do universal (ciência, história)”</em>, escreveu. &#8220;A arte de ser ignorante&#8221; é a terceira coletânea de artigos publicados no JC lançada por Flávio Brayner. A primeira foi &#8220;Nós que amávamos tanto a libertação&#8221; (2011) e a segunda, &#8220;O céu dos oblíquos&#8221; (2017).</p>
<p><em>“Acho que a coletânea prolonga a vida do texto jornalístico, mas ele continua sendo um “texto jornalístico”, circunstancial, opinativo, incidental, datado&#8230; O que eu pretendo é dar a eles – apesar de sua diversidade de temas e assuntos, uma certa organicidade, reunindo-os sob a batuta de um guarda chuva temático. O que era disperso aparece agora cozido por um fio de coerência e unidade”</em>, afirmou, ao comentar a publicação dos artigos em formato de livro.</p>
<p>Com a terceira coletânea, ele chega ao 12º livro publicado.<em> “Diferentemente de Paulo Freire, eu não tenho nada a “anunciar”, talvez algumas coisas a “denunciar”, mas sem nenhuma intenção “profética” ou salvacionista. Quis apenas compreender a época em que vivi e dizer para os outros que o “Horror” não é uma condição necessária da existência. Só isto!”</em>, resumiu. Além de Anísio Brasileiro e de Lourival Holanda (professor da UFPE e integrante da Academia Pernambucana de Letras), o jornalista Laurindo Ferreira (diretor de redação do Jornal do Commercio) assina um texto de apresentação para A Arte de se tornar ignorante.</p>
<p><em>“É interessante ver como parte desses artigos, com a produção de Flávio Brayner como cronista e articulista de 2016 a 2019, ainda são muito atuais. Ele consegue se alternar de forma muito sutil e leve entre temas imediatos, entre propostas políticas e eventos e também sobre questões fundamentais e duradouras, como conceitos de cultura e educação”, declarou o jornalista e editor da Cepe Diogo Guedes. “Com o que está acontecendo no Brasil nos últimos anos, A arte de se tornar ignorante continua bastante atual e de leitura provocativa”</em>, acrescentou.</p>
<p><strong>Sobre o autor -</strong> Paraibano de nascimento, Flávio Henrique Albert Brayner é professor aposentado do Departamento de Fundamentos Sócio-Filosóficos da Educação da Universidade Federal de Pernambuco. Em março de 2021, recebeu o título de Cidadão Pernambucano, concedido pela Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco. É formado em história pela UFPE e autor de vários livros na área de educação.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live de lançamento de &#8220;A arte de se tornar ignorante&#8221;, com Flávio Brayner, Anísio Brasileiro e Lourival Holanda<br />
Quando: 1º de julho de 2021 (quinta-feira), às 19h30<br />
Transmissão pelo Canal da Cepe no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/CepeOficial" target="_blank"><strong>www.youtube.com/CepeOficial</strong></a>)<br />
Preço: R$ 40 (impresso) e R$ 16 (e-book)<br />
Onde comprar: Lojas físicas e site da Cepe (<a href="https://www.cepe.com.br/lojacepe/" target="_blank"><strong>www.cepe.com.br/lojacepe</strong></a>)</p>
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