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	<title>Portal Cultura PE &#187; josé rufino</title>
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		<title>Festival Arte na Usina movimenta a Mata Sul do Estado</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2016 15:27:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/usinasantaterezinha_divulgacao.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-41826" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/usinasantaterezinha_divulgacao-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Localizada no município de Água Preta, Zona da Mata Sul de Pernambuco, a Usina Santa Terezinha, desativada há 15 anos, vai ser palco de uma grande ebulição cultural entre os dias 11 e 20 de novembro. É o Festival Arte na Usina que, pelo segundo ano consecutivo, movimenta o local com uma ampla programação composta por shows, performances, mesas de discussão, exibições de filmes, palestras, exposições e 25 oficinas gratuitas de oito modalidades artísticas.</p>
<p>Ao passo em que celebra a própria cultura e sua conexão com a natureza, o festival tem como principal objetivo estimular a criação, o desenvolvimento artístico e a interiorização da cultura nos municípios de Água Preta, Xexéu e entornos, buscando inserir a Usina Santa Terezinha dentro de um roteiro turístico na região. &#8221;<em>A usina tem uma situação complexa, o que a gente tenta fazer  é transformar o local numa usina de ideias</em>&#8220;, conta o artista plástico paraibano José Rufino, curador do evento ao lado de Fábio Delduque (SP).</p>
<p>Ao todo, mais de 15 artistas de todo o Brasil passarão pelo espaço durante os dez dias de programação, entre eles  nomes como Ronaldo Fraga, José Rufino, Alice Ruiz, Siba, Laura Vinci, Hugo França, Silvério Pessoa, Adiel Luna, Sagrama, Helder Vasconcelos, Leda Catunda, Fábio Delduque, entre outros.</p>
<div id="attachment_39147" aria-labelledby="figcaption_attachment_39147" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/28688534546_5bf6dff95c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-39147 " alt=" Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/28688534546_5bf6dff95c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor Siba é um dos destaques da programação musical do evento</p></div>
<p>&#8220;<em>Alguns convidados trabalham com a cultura mais erudita, como Laura Vinci, Marcelo Coutinho, enquanto outros como Helder Vasconcelos ou Leda Catunda, de São Paulo, já têm apropriação do ambiente mais popular como mote do trabalho. Não teve um padrão na escolha dos criadores envolvidos, mas todos eles têm o espírito de acreditar no poder de transformação da arte.</em>&#8220;, explica Rufino. &#8220;<em>Ronaldo Fraga, por exemplo, apesar de ser designer de moda, faz parte da experiência de vários rincões pelo Brasil. Onde ele chega, ele motiva. Ele é um catalisador e não apenas um designer de escritório que pesquisa um tema e faz uma referência a uma época tal numa coleção de roupa, é muito mais que isso</em>.&#8221;</p>
<p>De acordo com o curador, o festival faz parte de um projeto maior, intitulado Arte na Usina, desenvolvido ao longo do ano na região. &#8220;<em>Desde o ano passado, a gente vem buscando trabalhar num equilíbrio entre a arte contemporânea, a botânica e transformação social. Porque a região pede isso. Os municípios da Mata Sul são muito carentes de atividades culturais e têm um índice de desenvolvimento humano muito baixo. Não faria sentido realizar um projeto voltado pra cultura  sem esse mergulho nas comunidades locais, fazendo com que a própria população motivasse o  formato do projeto</em>.&#8221;</p>
<p>Conhecido pela relação com as tradições populares, especialmente o Cavalo Marinho e o Maracatu Rural, o músico, ator e dançarino pernambucano Helder Vasconcelos vai ministrar, durante o festival, a oficina <em>Pulso Presença, </em>além de sair em cortejo com seu grupo, Boi Marinho. &#8220;<em>O diferencial é que eu vou adaptar essas duas atividades à realidade do local. A proposta é integrar as pessoas dos municípios, encontrar esse foco de artistas e atuadores da arte, da música e da dança e estimular a criação deles, dar uma energizada. Existe um interesse em mexer na autoestima do lugar, num sentido profundo, humano. Isso é muito bonito, é encantador</em>&#8220;, acredita Helder.</p>
<div id="attachment_21815" aria-labelledby="figcaption_attachment_21815" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Naty Torres</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Helder-Vasconcelos-foto-de-Naty-Torres-01.jpg"><img class="size-medium wp-image-21815" alt="Naty Torres" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Helder-Vasconcelos-foto-de-Naty-Torres-01-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Além de ministrar uma oficina de formação, Helder Vasconcelos participa do festival com o grupo Boi Marinho</p></div>
<p>Há mais de um ano envolvido com atividades de formação no local, o violeiro, cantador, poeta e cordelista Adiel Luna, vai apresentar o projeto <em>Recantos</em>, junto com o cantor Bruno Lins, fundador da banda Fim de Feira. Com elementos das toadas de gado, da cantoria de viola, do forró, do coco de roda e do samba rural, eles passeiam de forma íntima pelo cancioneiro popular – ora apresentando músicas próprias, ora visitando cantos que revelam um Brasil singelo, encantador e muito rico. Entre uma música e outra, Adiel e Bruno contam causos, recitam versos e brincam com o público, num show harmonioso, carregado de improviso e bastante descontraído.</p>
<p>&#8220;<em>Pra mim, levar meu trabalho pra o festival Arte na Usina, seja de palco ou de formação, é estar fazendo parte de um processo transformador, de algo realmente importante, algo digno. É um ambiente que me deu tudo que eu tenho hoje, em relação à cultura, ao entendimento enquanto artista, enquanto ser político, capaz de fazer arte, de fazer poesia. Acredito que a Mata Sul vai ser transformada a partir dessa história. Não se trata somente de um festival, existe um potencial ali que precisava ser provocado e agora está acontecendo. Onde se moía cana pra açúcar e etanol, agora está se moendo arte, cultura e transformação social. Isso é muito forte. A partir das iniciativas da Usina de Arte, aquele local vai ganhar uma outra cara que vai repercutir daqui a cincos, seis, oito, dez anos</em>.&#8221;</p>
<div id="attachment_28190" aria-labelledby="figcaption_attachment_28190" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/adiel-cuca.jpg"><img class="size-medium wp-image-28190  " alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/adiel-cuca-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor e poeta Adiel Luna vai apresentar o projeto &#8220;Recantos&#8221;, em parceira com Bruno Lins</p></div>
<p style="text-align: left;">Além de uma grade artística ampliada em relação à última edição, a organização do evento traz como novidade, este ano, hospedagens no estilo “pousada domiciliar” oferecida por membros da comunidade que residem na vila da Usina, estimulando a cadeia econômica da região. As opções de leitos e casas poderão ser visualizadas no <a href="http://www.usinadearte.org" target="_blank"><strong>site</strong></a> e o trâmite de reserva se dará por meio de articulação direta entre hóspede e cicerone. Também será disponibilizada uma área para <em>camping</em>, munida de estrutura de banheiros, além de uma Praça de Alimentação mobilizada por empreendedores locais do ramo gastronômico.</p>
<p style="text-align: left;">Confira a programação completa do Festival Arte na Usina:</p>
<p><strong>11/11 – Sexta</strong><br />
Noite | 20h – Show &#8211; Sagrama</p>
<p><strong>12/11 – Sábado</strong><br />
Manhã | 9h às 13h – Oficina Ampliação do Olhar com Camila Leão<br />
Noite | 18h – Curta Amigos na Diferença, produzido na Safra 2015 (entrega dos DVDs)<br />
19h – Filme Expedição Serrinha na UST de Beto Brant<br />
20h – Show &#8211; Adiel Luna e Bruno Lins</p>
<p><strong>13/11 – Domingo</strong><br />
Manhã | 9h às 13h – Oficina Ampliação do Olhar com Camila Leão<br />
Tarde | 15h às 17h – Oficina Ressignificação de Resíduos Vegetais com Hugo França<br />
Noite | 19h – Curta Ô de Marcelo Coutinho<br />
19h30 – Filme Som Ao Redor de Kleber Mendonça</p>
<p><strong>14/11 – Segunda</strong><br />
Manhã | 9h às 13h – Oficina Ampliação do Olhar com Camila Leão<br />
9h às 12h – Oficina Pintura Expandida com Leda Catunda<br />
9h às 12h – Oficina Pulso Presença com Helder Vasconcelos<br />
Tarde | 14h às 17h – Oficina Haikai com Alice Ruiz<br />
14h às 17h – Oficina Ressignificação de Resíduos Vegetais com Hugo França</p>
<p><strong>15/11 – Terça</strong><br />
Manhã | 9h às 13h – Oficina Ampliação do Olhar com Camila Leão<br />
9h às 12h – Oficina Pintura Expandida com Leda Catunda<br />
9h às 12h – Oficina Pulso Presença com Helder Vasconcelos<br />
Tarde | 14h às 17h – Oficina Haikai com Alice Ruiz<br />
Noite | 19h – Mesa Mediação na Arte com Fábio Delduque, Diógenes Moura e Joana D’Arc<br />
22h – Monólogo Não Danifique os Sinais com Diógenes Moura</p>
<p><strong>16/11 – Quarta</strong><br />
Manhã | 9h às 13h – Oficina Ampliação do Olhar com Camila Leão<br />
9h às 12h – Oficina Pintura Expandida com Leda Catunda<br />
9h às 12h – Oficina Pulso Presença com Helder Vasconcelos<br />
Tarde | 14h às 17h – Oficina Haikai com Alice Ruiz<br />
14h às 18h – Oficina Pequenas Construções Tridimensionais com Laura Vinci<br />
14h às 18h – Oficina Dance Yoga com Lu Brites<br />
Noite | 19h – Mesa Arte como Transformação com José Rufino, Bitu Cassunde e Zé Luiz Passos<br />
21h – Cine Performance Brasil S/A com trilha sonora ao vivo de Benjamim Taubkin</p>
<p><strong>17/11 – Quinta</strong><br />
Manhã | 9h às 13h – Oficina Ampliação do Olhar com Camila Leão<br />
9h às 12h – Oficina Pintura Expandida com Leda Catunda<br />
9h às 12h – Oficina Pulso Presença com Helder Vasconcelos<br />
Tarde | 14h às 18h – Oficina Pequenas Construções Tridimensionais com Laura Vinci<br />
14h às 18h – Oficina Dance Yoga com Lu Brites<br />
14h às 17h – Oficina Croquis e Memória Gráfica com Ronaldo Fraga<br />
Noite | 19h – Mesa Popular e Erudito com Marcelo Coutinho, Leda Catunda e Helder Vasconcelos<br />
21h – Show – Siba</p>
<p><strong>18/11 – Sexta</strong><br />
Manhã | 9h às 13h – Oficina Ampliação do Olhar com Camila Leão<br />
9h às 12h – Oficina Pintura Expandida com Leda Catunda<br />
9h às 12h – Oficina Pulso Presença com Helder Vasconcelos<br />
Tarde | 14h às 18h – Oficina Pequenas Construções Tridimensionais com Laura Vinci<br />
14h às 18h – Oficina Dance Yoga com Lu Brites<br />
14h às 17h – Oficina Croquis e Memória Gráfica com Ronaldo Fraga<br />
Noite | 19h – Palestra com Ronaldo Fraga<br />
21h – Show – Bandavoou</p>
<p><strong>19/11 – Sábado</strong><br />
Manhã | 9h às 13h – Montagem da Exposição<br />
Tarde | 14h às 18h – Oficina Pequenas Construções Tridimensionais com Laura Vinci<br />
15h – Concentração do Boi Marinho<br />
17h – Desfile do Boi Marinho com Helder Vasconcelos<br />
Noite | 20h – Performance Alunos com Lu Brites<br />
22h – Show – Silvério Pessoa</p>
<p><strong>20/11 – Domingo</strong><br />
Manhã | 10h – Abertura da Exposição Arte na Usina Safra 2016</p>
<p>Saiba mais sobre os artistas convidados do Festival Arte na Usina:</p>
<p><strong>Alice Ruiz:</strong> Poeta e compositora. Ministra palestras e oficinas de haikai no Brasil desde 1990. Mais de 20 livros publicados de poesia, traduções e livros para crianças. Dois prêmios Jabuti de poesia e cinco livros incluídos no PNBE.</p>
<p><strong>Hélder Vasconcelos:</strong> Músico, ator e dançarino, formado nas tradições do Cavalo Marinho e do Maracatu Rural de Pernambuco. É um dos fundadores do grupo musical Mestre Ambrósio, que surgiu em 1992.</p>
<p><strong>Benjamim Taubkin:</strong> A música brasileira e seu diálogo com as outras culturas vêm sendo o campo de atividade deste pianista, arranjador, compositor e produtor. Iniciou o estudo do piano aos 18 anos e logo passou a se dedicar integralmente a esta atividade.</p>
<p><strong>Joana D’Arc:</strong> Doutora em História pela UFPE e Mestre em Sociologia, na Universidade Estadual Paulista &#8211; Júlio de Mesquita Filho, Campus Araraquara/SP, tem experiência na área de História do Brasil, Historiografia e Contemporânea com ênfase em História da Arte e da cultura, atuando principalmente nos seguintes temas: cultura, arte e contemporaneidade, história da arte brasileira, mediação cultural.</p>
<p><strong>Laura Vinci:</strong> Escultora, artista intermídia, pintora, desenhista e gravadora. Formou-se em Artes Plásticas na Fundação Armando Álvares Penteado e fez seu mestrado na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. A artista tem participado de várias exposições no Brasil e no exterior.</p>
<p><strong>Diógenes Moura:</strong> Escritor, curador de fotografia e editor independente. Atualmente trabalha na edição dos livros A Placa Mãe (autorretrato físico) e O Livro dos Monólogos – Recuperação para Ouvir Objetos (textos em formato de leituras dramáticas). Premiado no Brasil e exterior foi Curador de Fotografia do Brasil pelo Sixpix/Fotosite, em 2009.</p>
<p><strong>Fábio Delduque:</strong> Artista plástico multidisciplinar tem em seu currículo exposições, instalações, pinturas mural, cenários, performances, direção de arte de shows e cinema, além de uma intensa atividade como produtora cultural e curador. Desde a década de 1980, vem realizando exposições e instalações em diversas galerias e museus no Brasil e exterior. É curador e diretor do Festival de Arte Serrinha desde a sua criação em 2002.</p>
<p><strong>Siba:</strong> Um dos criadores do grupo Mestre Ambrósio, iniciou uma longa história de aprendizado e colaboração, exercitando ao longo dos anos os fundamentos da arte da poesia rimada, tornando-se um dos principais mestres da nova geração da ciranda e do maracatu na atualidade. Assim como os arranjos, chamam atenção os versos criados por Siba. Extremamente poéticos e bem-humorados, a força da música nordestina está no canto que vem da garganta deste também bom cantor.</p>
<p><strong>Adiel Luna:</strong> Poeta, violeiro, cantador, cordelista e mestre de maracatu de baque solto, Adiel Luna é considerado um dos mais importantes artistas de sua geração que insiste em valorizar as tradições nordestinas em seu trabalho autoral.</p>
<p><strong>Hugo França:</strong> Nasceu em Porto Alegre, em 1954. Em busca de uma vida mais próxima da natureza, mudou-se para Trancoso, na Bahia, no início da década de 80, onde viveu por 15 anos. Lá, percebeu o grau de desperdício na extração e uso da madeira, vivência que pautou seu trabalho. Desde o final dos anos 1980, desenvolve &#8220;esculturas mobiliárias&#8221;, expressão usada primeiramente pela crítica Ethel Leon e adotada pelo designer por sua precisão em descrever a produção que ele executa a partir de resíduos florestais e urbanos &#8211; árvores condenadas naturalmente, por ação das intempéries ou pela ação do homem. As peças criadas pelo designer nascem de um diálogo criativo com a matéria-prima: tudo começa e termina na árvore. Ela é a sua inspiração; suas formas, buracos, rachaduras, marcas de queimada e da ação do tempo provocam sua sensibilidade e o conduzem a um desenho cuidadosamente escolhido, uma intervenção mínima que gera peças únicas.</p>
<p><strong>Silvério Pessoa:</strong> É cantor, violonista e pianista. Ganhou projeção nacional com o Cascabulho, em 1994, com a qual fez turnês por Canadá, Estados Unidos e Alemanha. Fez de seus trabalhos uma referência à linguagem, aos modos e costumes da gente pernambucana, e inspirações não lhe faltam nunca pra misturar ciranda com baião, forró com maracatu, com referências e reverências a grandes artistas. É essencialmente contemporâneo, dialoga com rock, pop, punk e intervenções eletrônicas. Um verdadeiro sincretismo musical de tudo o que ele vê e ouve por aí, acompanhando os oito discos gravados desde o início da carreira solo.</p>
<p><strong>Ronaldo Fraga:</strong> Estilista mineiro, cenógrafo e autor brasileiro. É formado em design de moda pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pós-graduado pela Parsons School of Design de Nova York. É conhecido por valorizar as raízes e a cultura brasileira em suas peças, por fugir de tendências e por sua versatilidade artística. Utiliza suas criações para levantar discussões políticas e culturais.</p>
<p><strong>Lu Brites:</strong> Gaúcha, educadora e artista do corpo, com mais de 20 anos de experiência e forte pesquisa autora, une a experiência como diretora de movimento aos conhecimentos de Yoga e formação como bailarina. Desenvolveu o Dance Yoga e o método de Coaching Corporal, que tem no corpo o canal de entrada para a busca da saúde física, emocional, energética e expressiva. Aplica seus conceitos de movimento em diferentes áreas como: arte, saúde e bem estar.</p>
<p><strong>Leda Catunda:</strong> Pintora, escultora, artista gráfica e visual e professora brasileira, é considerada um dos maiores talentos surgidos na década de 1980, explorando os limites entre a pintura e o objeto.</p>
<p><strong>Bule-bule:</strong> Repentista, cordelista, sambador, tiraneiro, forrozeiro, brincante, Antônio Ribeiro da Conceição, nome artístico Bule-Bule, é conhecido como o maior repentista da Bahia, também é um excelente cordelista, com mais de 100 títulos publicados. Em 2008 foi condecorado com a maior premiação brasileira para a Cultura, a Ordem do Mérito Cultural, do Ministério da Cultura.</p>
<p><strong>Sagrama:</strong> Com uma formação instrumental acústica, o grupo, criado pelo professor, compositor e flautista Sérgio Campelo, em 1995, no Conservatório Pernambucano de Música, recebe influência do Movimento Armorial e dos ritmos tradicionais do Nordeste como frevo, baião, caboclinho, etc. Compôs as trilhas sonoras dos espetáculos A Ver Estrelas, direção de João Falcão e Adriana Falcão; Fernando e Isaura, direção de Carlos Carvalho; Quem Tem, Tem Medo, direção de Junior Sampaio, entre outras. Para o cinema, criou a trilha do filme O Auto da Compadecida, do diretor Guel Arraes. Em 2013, o grupo realizou apresentações em cidades da França e da Bélgica. O SaGrama está entre os principais grupos instrumentais do Nordeste.</p>
<p><strong>Bandavoou:</strong> Grupo de música brasileira formado no Recife em 2011. Misturando composições a fotografia em movimento, o grupo pernambucano, ganhou público através de vídeos postados na internet. Com composições que flertam com a linguagem popular e vídeos com rico teor fotográfico, segue como uma boa aposta na nova música popular do Brasil.</p>
<p><strong>Benjamim Taubkin:</strong> A música brasileira e seu diálogo com as outras culturas vêm sendo o campo de atividade deste pianista, arranjador, compositor e produtor. Iniciou o estudo do piano aos 18 anos e logo passou a se dedicar integralmente a esta atividade.</p>
<p><strong>Bitu Cassunde:</strong> Carlos Eduardo Bitu Cassundé é curador do Museu de Arte Contemporânea do Ceará e coordenador do Laboratório de Artes Visuais do Porto Iracema das Artes. Foi curador assistente e coordenador de pesquisa no Museu de Arte Contemporânea do Ceará.</p>
<p>&nbsp;</p>
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