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	<title>Portal Cultura PE &#187; José Szwako</title>
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		<title>Três títulos da Cepe Editora na semifinal da 65º edição do Prêmio Jabuti</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Nov 2023 18:01:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Três títulos da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe Editora) estão entre os semifinalistas da 65º edição do Prêmio Jabuti. A lista com as dez obras selecionadas por categoria (21 categorias distribuídas em quatro eixos) foi anunciada nesta quinta-feira (9) pela Câmara Brasileira do Livro (CBL). Extremo-Oeste, do paranaense Paulo Fehlauer, romance vencedor do 6º Prêmio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106320" aria-labelledby="figcaption_attachment_106320" class="wp-caption img-width-324 alignnone" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leonardo Wen/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Foto-de-Paulo-fehlauer-autor-de-Extremo-Oeste-credLeonardoWen-Romance.jpg"><img class="size-medium wp-image-106320" alt="Leonardo Wen/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Foto-de-Paulo-fehlauer-autor-de-Extremo-Oeste-credLeonardoWen-Romance-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Paulo Fehlauer &#8211; autor de Extremo Oeste</p></div>
<p>Três títulos da <a title="COMPANHIA EDITORA DE PERNAMBUCO - CEPE" href="https://editora.cepe.com.br/" target="_blank">Companhia Editora de Pernambuco (Cepe Editora)</a> estão entre os semifinalistas da 65º edição do <a title="Prêmio Jabuti" href="https://www.premiojabuti.com.br/" target="_blank">Prêmio Jabuti</a>. A lista com as dez obras selecionadas por categoria (21 categorias distribuídas em quatro eixos) foi anunciada nesta quinta-feira (9) pela Câmara Brasileira do Livro (CBL).<br />
<a title="EXTREMO-OESTE" href="https://editora.cepe.com.br/livro/extremo-oeste" target="_blank"><em>Extremo-Oeste</em></a>, do paranaense Paulo Fehlauer, romance vencedor do 6º Prêmio Cepe Nacional de Literatura concorre na categoria Autor Estreante (Eixo Inovação). O livro, escrito ao longo dos últimos dez anos, é ambientado em Guaíra, cidade do extremo-oeste do Paraná, ocupada pelos indígenas, invadida pelos espanhóis e impactada pela hidrelétrica de Itaipu. O autor aborda traumas históricos, memórias e as buscas pessoais empreendidas pelo personagem principal.<br />
<a title="O ENCONTRO DE MÁRIO" href="https://www.cepe.com.br/lojacepe/o-encontro-de-mario" target="_blank"><em>O Encontro de Mário</em></a>, de Marcia Cristina Silva, que na semana passada conquistou o 3º lugar do Prêmio Sylvia Orthof/Prêmio Literário da Biblioteca Nacional 2023, concorre na categoria Literatura Infantil (Eixo Literatura). Ilustrado por Catarina Bessell, o livro narra a história de amizade entre um menino em situação de rua e um homem que conserta relógios para tratar de temas sensíveis como adoção, preconceitos, diferenças, superação, aceitação e pertencimento.<br />
<a title="DICIONÁRIO DOS NEGACIONISMOS NO BRASIL" href="https://www.cepe.com.br/lojacepe/dicionario-dos-negacionismos-no-brasil" target="_blank"><em>Dicionário dos Negacionismos no Brasil</em></a>, título organizado por José Luiz Ratton e José Szwako, está indicado para a categoria Ciências (Eixo Não Ficção). Publicado em 2022, traz 112 verbetes com assuntos levantados pela onda de negacionismo que espalha informações falsas para confundir as pessoas. Os autores exploram temas nas áreas de ciências, história, educação, cultura e meio ambiente.<br />
Ao todo, o Jabuti &#8211; considerado o mais importante prêmio literário do Brasil &#8211; recebeu inscrições de 4.245 obras. A próxima etapa acontece no dia 21 de novembro, quando são anunciados os cinco finalistas por categoria. Os vencedores serão revelados, no dia 5 de dezembro, em cerimônia no Theatro Municipal de São Paulo.</p>
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		<title>José Szwako e José Luiz Ratton lançam &#8220;Dicionário dos Negacionismos do Brasil&#8221; no MEPE</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2022 20:14:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/Dicionado-dos-negacionismos-no-Brasil-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-92883" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/Dicionado-dos-negacionismos-no-Brasil-1-336x486.jpg" width="336" height="486" /></a></p>
<p>Com mais de 100 verbetes assinados por uma centena de pesquisadores das mais diversas áreas científicas, o livro<em> Dicionário dos Negacionismos do Brasil</em> discorre sobre atitudes de negação coletivas em áreas como ciência, história, educação e meio ambiente, e suas consequências devastadoras. Editada pela Cepe, a obra de 336 páginas é organizada pelos pesquisadores José Luiz Ratton e José Szwako, e será lançada na próxima terça-feira (19), às 19h, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), com a presença dos organizadores. E no dia 20 (quarta-feira), também às 19h, haverá uma conversa sobre a obra no canal oficial da Cepe no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/CepeOficial" target="_blank"><strong>www.youtube.com/CepeOficial</strong></a>), com a presença dos organizadores e do antropólogo e cientista político Luiz Eduardo Soares, e da pesquisadora da USP Heloísa Buarque de Almeida.</p>
<p>Vale a pena abrir um parêntesis para esclarecer a diferença entre negação e negacionismo.<em> &#8220;O processo de negação é algo ao qual todos estamos sujeitos individualmente. Já o negacionismo é coletivo e costuma se espalhar em tempos de guerra ou de crise, incentivado por indivíduos com alguma influência sobre a coletividade&#8221;</em>, declara Ratton, professor de sociologia da UFPE. É o caso do filósofo Olavo de Carvalho, do presidente Jair Bolsonaro, do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e do seu estrategista, Steve Bannon. Segundo o sociólogo, é através desses gurus do negacionismo que a democracia é posta em xeque, a partir de informações falsas que buscam somente atender aos interesses das indústrias.</p>
<p>O objetivo dos negacionistas, segundo os autores do livro, é gerar medo, insegurança e dúvida cognitiva na comunidade.<em> &#8220;A ampla variedade de negacionismos contemporâneos (científicos, políticos, raciais, de gênero e históricos, por exemplo) é fruto das estratégias de grupos hegemônicos ressentidos com a perda relativa de status e a expansão de direitos de coletividades historicamente oprimidas&#8221;</em>, escrevem Ratton e Szwako &#8211; que é doutor em ciências sociais pela Unicamp &#8211; na introdução do dicionário.</p>
<p>Atualmente não é comum encontrar blogs, sites e grupos das redes sociais compostos por propagadores e seguidores que negam a ditadura civil-militar e a tortura; o impacto climático e ambiental do aquecimento global; a pandemia de covid-19 e a eficácia da vacina; o racismo e o sexismo; o terraplanismo, entre outras negativas. <em>&#8220;Negar fatos difundidos pela ciência retira sua credibilidade e incorre em uma tentativa de revisionismo da história e de apagamento da memória histórica. A tecnologia empregada em redes sociais como Twitter, Youtube e Facebook proporciona um enorme alcance de público das fake news, também chamadas de pós-verdades&#8221;</em>, explica Ratton.</p>
<p>Para o doutor em sociologia pela Universidade de Oxford e colunista da Folha de São Paulo, Celso Rocha de Barros, autor da apresentação do livro, os pesquisadores que assinam os textos <em>&#8220;produziram um documento que atesta a teimosia da democracia, da busca pelos fatos e da paciência do diálogo. Os verbetes aqui elencados não são, de modo nenhum, a palavra final sobre os fatos; mas todos eles aceitam o teste dos dados, da lógica e da argumentação moral. Se o debate público brasileiro tivesse se pautado por estes princípios nos últimos anos, nossas instituições seriam mais sólidas, nossas vidas seriam melhores, e centenas de milhares de brasileiros que se foram durante a pandemia ainda estariam na conversa&#8221;</em>, escreve Celso.</p>
<p>Colocar em dúvida a ciência pode ser sinônimo de aumento da desigualdade social e da qualidade de vida. E não só isso. O pós-negacionismo consiste em um<em> &#8220;ataque violento à ciência e à democracia, como forma de intimidação, para constranger as pessoas e implantar um pós-fascismo&#8221;</em>, alerta o sociólogo.</p>
<p>Alguns verbetes e seus autores:</p>
<p><strong>Academia Brasileira de Ciência (ABC)</strong>, por Dominichi Miranda de Sá, pesquisadora da Fiocruz</p>
<p><strong>Água</strong>, por Eliana Mattos Lacerda, pesquisadora da London School of Hygiene and Tropical Medicine (LJHSTM)</p>
<p><strong>Aids e negacionismo</strong>, por Gustavo Gomes da Costa, professor e pesquisador da UFPE</p>
<p><strong>Artes visuais</strong>, por Júlio Cavani (jornalista, realizador e escritor) e José Luiz Ratton (professor e pesquisador da UFPE)</p>
<p><strong>China</strong>, por Marco Cepik, professor e pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)</p>
<p><strong>Comitê científico da covid-19 &#8211; Nordeste</strong>, por Sérgio M. Rezende, ex- Ministro da Ciência e Tecnologia (2005-2010)</p>
<p><strong>Genocídio à brasileira</strong>, por Paulo César Ramos, professor e pesquisador da Universidade de São Paulo (USP)</p>
<p><strong>Gripe espanhola (Brasil)</strong>, por Lilia Moritz Schwarcz, professora e pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP) e Princeton University</p>
<p><strong>Imprensa negacionista</strong>, por Daniela Pinheiro, jornalista, trabalhou na Folha de São Paulo, foi editora das revistas Veja e Piauí e diretora de redação da Revista Época. Faz mestrado na Universidade de Lisboa.</p>
<p><strong>Música Popular Brasileira</strong>, por Débora Nascimento, jornalista, trabalhou no Jornal do Commercio e no Diario de Pernambuco, atualmente é repórter especial e colunista da revista Continent</p>
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