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	<title>Portal Cultura PE &#187; José Vitorino Freire</title>
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		<title>Mestres do mamulengo compartilharam saberes na VIII Semana do Patrimônio</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2015 15:43:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por: Roberto Moraes Filho Promovendo um encontro de gerações em meio à 8ª Semana do Patrimônio, o Sobrado do Imperador, no centro de Igarassu, recebeu na tarde de quinta-feira (20), uma animada roda de conversa com o brincante de mamulengo, Mestre Vitorino. No auge dos seus 92 anos, José Vitorino Freire repassou para crianças, adolescentes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_29545" aria-labelledby="figcaption_attachment_29545" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Mestre-Vitorino-VIII-Semana-dos-Patrimonios-Foto-de-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-29545" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Mestre-Vitorino-VIII-Semana-dos-Patrimonios-Foto-de-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Vitorino, de Igarassu, contou um pouco de sua trajetória ao longo dos 50 anos dedicados a arte do mamulengo.</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por: Roberto Moraes Filho</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Promovendo um encontro de gerações em meio à 8ª Semana do Patrimônio, o Sobrado do Imperador, no centro de Igarassu, recebeu na tarde de quinta-feira (20), uma animada roda de conversa com o brincante de mamulengo, Mestre Vitorino. No auge dos seus 92 anos, José Vitorino Freire repassou para crianças, adolescentes e adultos, a sua experiência com a arte de confecção e interpretação dos tradicionais bonecos, com os quais teve o seu primeiro contato aos 8 anos de idade.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“A primeira lembrança da minha infância, que guardo até hoje, foi uma apresentação do Mamulengo de Mané da Luz, o único atuante na cidade de Paudalho e região naquela época. Os bonecos eram manuseados por dois homens e uma mulher. Lembro que depois daquele contato, sempre passei a acompanhar as apresentações do espetáculo nas feiras, ruas ou festas de final de ano. Aquilo me impressionava especialmente pela sintonia de um personagem com o outro, quando causavam improvisos durante a apresentação”</em>, recordou o mestre, que possui 50 anos dedicados à tradição, quando passou a residir em Igarassu.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“A grande lição que aprendi foi que não é saber a brincadeira, é não ter preguiça para compor novos personagens e novas histórias. Eu tenho uma grande saudade de quando brincava de mamulengo com os meus irmãos. Brincávamos a noite toda e o enredo envolvia a igreja, o cavalo marinho e o bumba meu boi. O boneco e a brincadeira vem de quando minha mãe era rezadeira. Hoje eu não lembro mais os cânticos que ela cantava, mas não esqueci as experiências de criação e interpretação na minha infância”</em>, completou.</p>
<div id="attachment_29547" aria-labelledby="figcaption_attachment_29547" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Roda-de-Conversa-VIII-Semana-do-Patrimonio-Foto-de-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-29547" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Roda-de-Conversa-VIII-Semana-do-Patrimonio-Foto-de-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Crianças, adolescentes e adultos acompanhando os relatos do mestre de mamulengos, no Sobrado do Imperador, em Igarassu.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Durante a roda, que também contou com as presenças do Mestre Zé de Vina, de Glória do Goitá, e do Mestre Tonho, de Pombos, as experiências em espetáculos realizados ao ar livre, como era antigamente, em cima de mesas e não com as conhecidas tendas de atualmente, Mestre Vitorino relatou encenações que fez em feiras de Igarassu, exemplificando mortes, festividades e outras situações relacionadas ao regionalismo que inspira a composição de uma apresentação de mamulengo.<em> “Quem traz a história é o boneco. As situações vividas entre os personagens devem contar especialmente com música e poesia, que geralmente são inspiradas nas vivências de quem domina aquele boneco”</em>, disse o mestre.</p>
<p style="text-align: justify;">E lembrando um pouco das dificuldades iniciais que passou a vivenciar para prosseguir com a tradição pela qual se apaixonou na infância, ele relatou: <em>“Carregava meus mamulengos em duas malas, andando a cavalo. Botava o boneco numa mesa e incorporava aquele personagem criado por mim. Somente bem depois foi que eu adotei o estilo mais teatral, realizado em uma tábua apropriada para a apresentação”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a finalização da realização da roda, os participantes foram contemplados com a apresentação de Wilams, filho do Mestre Vitorino, que interpretou ao som de violão, a composição ‘Homenagem a Vitorino’, falando em poemas e vivências da arte do pai, e definindo em versos o que o mamulengo representa para a sua vida e sua família, conhecida em Igarassu também pela tradição da música.</p>
<div id="attachment_29548" aria-labelledby="figcaption_attachment_29548" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Mamulengo-Riso-do-Povo-VIII-Semana-do-Patrimonio-Foto-de-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-29548" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Mamulengo-Riso-do-Povo-VIII-Semana-do-Patrimonio-Foto-de-Costa-Neto-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação do Mamulnego Riso do Povo.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Encerrando a tarde de atividades no Sobrado do Imperador, o público conferiu a apresentação do Mamulengo Riso do Povo, comandado pelo Mestre Zé de Vina, de 75 anos. Originado na cidade de Glória do Goitá, o grupo possui além de quinze personagens, interpretados por uma equipe de seis integrantes, um espetáculo composto por músicas regionais, ao som de zabumba, sanfona, triângulo e chocalho. <em>“O espetáculo do meu mamulengo acontece segue uma única forma, mas adotamos diversos improvisos no momento que ele acontece”</em>, disse o Mestre Zé de Vina, que iniciou a formação do grupo no ano de 1952.</p>
<div id="attachment_29549" aria-labelledby="figcaption_attachment_29549" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Apresentacao-do-Mamulengo-Riso-do-Povo-VIII-Semana-dos-Patrimonios-Foto-de-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-29549" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Apresentacao-do-Mamulengo-Riso-do-Povo-VIII-Semana-dos-Patrimonios-Foto-de-Costa-Neto-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Público durante a apresentação, no pátio do Sobrado do Imperador.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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