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	<title>Portal Cultura PE &#187; Jr. Black</title>
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		<title>Documentário do 1º Festival Sertão a Dentro é lançado no YouTube</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Dec 2023 15:48:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cátia de França, Reinivaldo Pinheiro, Agda, Cantoria Crua e outros artistas estão presentes no documentário do 1º Festival Sertão a Dentro, que acaba de ser lançado no YouTube. O curta-metragem é um recorte do evento realizado em novembro de 2022, no município de Serra Talhada, no Sertão pernambucano, berço da poesia e do cancioneiro popular. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107001" aria-labelledby="figcaption_attachment_107001" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Kaká Bezerra/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/sertao-a-dentro-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-107001" alt="Kaká Bezerra/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/sertao-a-dentro-1-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A equipe do do 1º Festival Sertão a Dentro</p></div>
<p>Cátia de França, Reinivaldo Pinheiro, Agda, Cantoria Crua e outros artistas estão presentes no documentário do 1º Festival Sertão a Dentro, que acaba de ser lançado no YouTube. O curta-metragem é um recorte do evento realizado em novembro de 2022, no município de Serra Talhada, no Sertão pernambucano, berço da poesia e do cancioneiro popular.<br />
O Festival Sertão a Dentro é uma realização da Epahey Produções Culturais, Boi Luzeiro Produções, Retina Digital e Instituto Socioambiental da Serra Grande e recebe incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e Governo de Pernambuco.<br />
Assim como o Festival o documentário também tem como objetivo fortalecer a cultura dos cantadores criando a oportunidade de resgate da ancestralidade dessa manifestação popular e ajudando na preservação da memória cultural do Sertão.<br />
Os 45 minutos do vídeo trazem recortes da programação do festival, como imagens da Vivência, realizada no Instituto Serra Grande; da Cantoria, feita na Concha Acústica; e da oficina Canções do Sertão: Poesia e Memória, executada na Escola Municipal Imaculada Conceição, além de relatos dos músicos e poetas que participaram dos três dias de evento.<br />
De acordo com a cantora, compositora e multi-instrumentista paraibana Cátia de França, estar em Serra Talhada pela primeira vez foi uma experiência inesquecível. “O melhor presente da minha vida foi ter vindo e conhecido, porque eu sempre andei pela região, mas nunca vim por aqui. Acho que de agora em diante o caminho vai ser esse: quando eu quiser me abastecer, me renovar, me fortalecer é em Serra Talhada”, afirma.<br />
Além da paraibana, participam do documentário PC Silva, Marcello Rangel, Agda, Dayane Rocha, Reinivaldo Pinheiro e a trinca de cantadores agrestinos da Cantoria Crua: Neto Sales, Adalberto e João Euzé.<br />
A obra ainda faz uma homenagem a três artistas: o cantor, compositor e ator Jr. Black, o poeta performático Miró da Muribeca e o artista, escritor e produtor cultural indígena da etnia makuxi Jaider Esbell.<br />
Confira o documentário completo no <a title="1º Festival Sertão a Dentro - 2022 [documentário completo]" href="https://www.youtube.com/watch?v=t9GGqYXFzMY&amp;t=13s" target="_blank">YouTube</a>.</p>
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		<title>Gean Ramos, Jr. Black e Vinícius Barros comandam nova edição do Studio Tear</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Oct 2019 16:50:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O espaço cultural Aldeia Tear, localizado em Garanhuns, sedia nesta sexta-feira (1º), às 22h, a 10ª edição do Studio Tear. O projeto idealizado pela produtora cultural Stephany Metódio, com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, contará, dessa vez, com a apresentação de Gean Ramos, Jr. Black e Vinícius [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O espaço cultural Aldeia Tear, localizado em Garanhuns, sedia nesta sexta-feira (1º), às 22h, a 10ª edição do Studio Tear. O projeto idealizado pela produtora cultural Stephany Metódio, com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, contará, dessa vez, com a apresentação de Gean Ramos, Jr. Black e Vinícius Barros.</p>
<div id="attachment_51969" aria-labelledby="figcaption_attachment_51969" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36163479221_2ebdad83ea_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-51969" alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36163479221_2ebdad83ea_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Jr. Black será um dos convidados desta nova edição do Studio Tear</p></div>
<p>Além dos shows, haverá uma roda de diálogo com a presença de duas mulheres produtoras do audiovisual, Juliana Lima e Stephany Metódio. Em comum, o olhar apurado para as suas origens e o que elas representam na contemporaneidade.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Gean Ramos, Jr. Black e Vinícius Barros no Studio Tear<br />
Quando: 1º de novembro (sexta-feira), às 22h<br />
Onde: Aldeia Tear (R. Antônio Penante, 480 – Santo Antônio – Garanhuns – PE)<br />
Ingressos: R$ 12,50, pelo <a href=" https://www.sympla.com.br/studio-tear-ed10__696083" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sympla</strong></span></a></p>
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		<title>Jr. Black abre temporada de novembro do Ouvindo e Fazendo Música</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Oct 2017 19:47:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na reta final de 2017, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) recebe seis shows dentro da programação do projeto Ouvindo e Fazendo Música. O cantor e compositor Jr. Black abre a programação, neste sábado (4), com sua música negra americana e referências do samba, a partir das 17h. O grupo Tambor da Terra, formado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na reta final de 2017, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) recebe seis shows dentro da programação do projeto<em> Ouvindo e Fazendo Música</em>. O cantor e compositor Jr. Black abre a programação, neste sábado (4), com sua música negra americana e referências do samba, a partir das 17h. O grupo Tambor da Terra, formado por músicos pernambucanos sobe ao palco dia 11, com influências de matriz africana, afro-brasileira, latina e regional. O Quarteto Variante, composto por alunos do Curso de Música da Universidade Federal de Pernambuco &#8211; UFPE é atração erudita do dia 18. O duo de violões de 8 e 7 cordas de Rubem França e Renan Melo trazem a música instrumental dos grandes mestres da música Brasileira, dia 25. Em dezembro, Bruna Mendez apresenta o seu gingado num show que mescla as influências da MPB, bossa nova, samba, baião e rock, dia 2. O Quarteto de Cordas Eli-Eri encerra agenda do ano, dia 9, com um concerto criado especialmente para ocasião. Vale destacar que o Museu do Estado de Pernambuco oferece acesso gratuito para quem participa do programa musical.</p>
<div id="attachment_20361" aria-labelledby="figcaption_attachment_20361" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Daniela Nader/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/jr-black-daniela-nader.jpg"><img class="size-medium wp-image-20361" alt="Daniela Nader/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/jr-black-daniela-nader-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor e compositor apresentará algumas faixas do seu novo disco &#8220;Vende-se&#8221;</p></div>
<p><strong>JR. BLACK</strong> &#8211; Fã da música negra americana e do samba, Jr. Black, natural da cidade de Garanhuns, é cantor e compositor. Foi vocalista da banda recifense Negroove, de 2001 a 2007, lançou no final de outubro o disco<em> Vende-se</em>, um disco confessional, essencialmente urbano, com letras calcadas em narrativas quase cinematográficas que contam as glórias, epifanias e tragédias de um artista em uma cidade que está em um eterno processo de destruição e reconstrução, guiado por ideais ultrapassados de “progresso” e por relações muitas vezes promíscuas entre o público e o privado &#8211; onde tudo parece estar à venda -, que vão de certa forma moldando as experiências de seus habitantes. Confira um pouco do som do músico:</p>
<p><iframe src="https://open.spotify.com/embed/album/04DxO9o5pUThCFlJWjR1LH" height="380" width="300" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Ouvindo e Fazendo Música no MEPE, com Uptown Blues Band<br />
Quando: 4/11 (sábado), às 17h<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 – Graças, Recife – PE)<br />
Quanto: R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada)</p>
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		<title>Pernambucanos são finalistas do Natura Musical</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2016 14:56:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há 11 anos, o Natura Musical apoia novos talentos da música nacional por meio de seu edital de incentivo. Este ano, mais cinco finalistas foram selecionados por uma comissão de especialistas, entre produtores, jornalistas e críticos musicais de todo o país, para concorrer ao patrocínio da empresa, que inclui a gravação do primeiro ou segundo disco da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_40794" aria-labelledby="figcaption_attachment_40794" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/montagem-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-40794 " alt="montagem 2" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/montagem-2-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Ambos os artistas pretendem gravar o segundo disco de carreira com o patrocínio</p></div>
<p>Há 11 anos, o Natura Musical apoia novos talentos da música nacional por meio de seu edital de incentivo. Este ano, mais cinco finalistas foram selecionados por uma comissão de especialistas, entre produtores, jornalistas e críticos musicais de todo o país, para concorrer ao patrocínio da empresa, que inclui a gravação do primeiro ou segundo disco da carreira e shows de lançamento. Entre os finalistas, estão os pernambucanos <a href="https://www.facebook.com/freiresofiafreire" target="_blank"><strong>Sofia Freire</strong></a> e <strong><a href="https://www.facebook.com/vendesejrblack" target="_blank">Jr. Black</a>,</strong> indicados juntamente com Angela Carneosso e a Peste (SP), Luiza Lian (SP) e Rubel (RJ).</p>
<p>Os finalistas foram selecionados entre mais de 200 inscritos na categoria Voto Popular. A votação online está disponível na <strong><a href="http://www.naturamusical.com.br/editais/natura-musical-2016" target="_blank">página do Natura Musical</a></strong>, onde o público tem até o dia 21 de outubro pra definir dois artistas que serão patrocinados. Uma das principais características do “pleito” neste ano é a diversidade de personalidades artísticas e cenas representadas: vai do samba e funk a uma rica combinação de erudita com eletrônica, além de fartas doses de pós-tropicalismo, vanguardismos paulistas e folk.</p>
<p>Fã da música negra americana e do samba, o cantor e compositor Jr. Black, 40 anos, é de Garanhuns, no agreste pernambucano. Cantor de versos afiados e voz potente, com timbre inconfundível, ele imprime seu estilo em qualquer música que interprete, seja samba, soul, funk ou trip hop. Começou a carreira em 2001, como vocalista da banda recifense Negroove, onde permaneceu até 2007. Possui parcerias artísticas com China, Mombojó, DJ Dolores, Bande Dessinée, entre outros. Ele concorre ao Natura Musical com o projeto de seu segundo disco, intitulado<em> Vende-se, </em>que tem produção de Juliano Holanda e Yuri Queiroga.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4A3IhSScanA" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Pensado desde 2012, o álbum tem caráter confessional e revela a veia de cronista urbano do cantor e compositor. &#8220;O título é uma ironia com esses tempos em que tudo  é descartável, fugaz, etéreo. Eu digo que estou vendendo histórias e não contando. É um tempo muito ruim pra sonhadores. Por outro lado, estou num momento auspicioso, pois sempre colaborei muito com os projetos dos amigos e agora chegou a minha hora. É importante aparecer quando se tem algo a dizer&#8221;, reflete. &#8221;Esse disco tem uma pegada mais orgânica, mais de banda. Ele vem pra libertar essa minha verve sem tantos aparatos. A minha volta ao violão foi uma forma de eu me redescobrir compondo. Enquanto tá todo mundo indo mais pro<em> beat</em>, estou preferindo ficar sem muitos apetrechos. Voltar pras canções de refrão, pouco ornamentadas&#8221; completa Black.</p>
<p>Para ele, concorrer ao Natura Musical se trata da &#8220;maior campanha eleitoral da música brasileira&#8221;. &#8220;Pernambuco está jogando com dois. Sofia Freire é uma pessoa talentosíssima, ela grava, imprime, compõe, tem uma verve ancestral de poesia muito forte pelo fato de ser filha de Wilson Freire. Pernambuco faz uma música eterna, etérea. Ceder à tentação do &#8216;eixo&#8217; e continuar fazendo a nossa arte sem sair da terra é um ato político. O melhor lugar pra trabalhar tem que ser perto de casa mesmo. É uma questão de qualidade de vida&#8221;, aponta.</p>
<p>Sofia Freire, por sua vez, tem 19 anos, é cantora, pianista e compositora do Recife. Sua concepção de música vai da erudita à eletrônica, com beats marcantes e um passeio pela psicodelia e camadas de voz. Influenciada por Bjork e Debussy, ela lançou seu primeiro disco, <em>Garimpo</em>, ano passado, após ter passado na seletiva para o elenco da Joinha Records, do Mombojó, China e Tibério Azul. Já se apresentou em festivais importantes da cidade como Coquetel Molotov e o Rec-Beat.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/VrwDNp77m8U" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A ideia de seu segundo trabalho, com o qual concorre no Natura Musical, é mergulhar ainda mais profundo no rico universo melódico e poético que a envolve. Ela mantém suas duas características principais, que são as camadas de voz e a música eletrônica, mas utilizando, desta vez, menos instrumentos e explorando também elementos da música regional, como a ciranda. &#8220;Nesse segundo trabalho, estou experimentando novos temas, tanto nas letras quanto na sonoridade. Mas a proposta continua sendo musicar poemas. Só que, dessa vez, estou focando em poemas escritos por mulheres. Então o discurso dele tá bem diferente. Tenho músicas que são poemas da Micheliny Verunshk e Piera Schnaider&#8221;, adiantou a cantora ao Portal Cultura PE.</p>
<p>Em 2015, a campanha online do Natura Musical teve 252 inscritos e em 26 dias de votação recebeu mais de 750 mil votos e gerou inúmeros vídeos, memes, gifs e campanhas de artistas consagrados para seus favoritos. Os vencedores foram o cantor Almério (PE) e a Coutto Orchestra (SE) que se preparam para lançar seus álbuns nos próximos meses.</p>
<p>Vote em <a href="http://www.naturamusical.com.br/editais/video/jr-black" target="_blank"><strong>Jr. Black</strong></a>.<br />
Vote em <strong><a href="http://www.naturamusical.com.br/editais/video/sofia-freire" target="_blank">Sofia Freire</a></strong>.</p>
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		<title>Jr. Black: “‘Festa de Terreiro’ é artigo de luxo, uma preciosidade”</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/jr-black-festa-de-terreiro-e-artigo-de-luxo-uma-preciosidade/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2015 15:46:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O convidado desta semana do “Eu Indico” é dono de uma das vozes mais versáteis da música pernambucana. O cantor e compositor Jr. Black tem um currículo artístico extenso, marcando presença em vários projetos, como Negroove, A Roda e, eventualmente, colaborando nos discos e produções de DJ Dolores, além de ter demarcado terreno em carreira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/jr-black-daniela-nader.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-20361" alt="Daniela Nader/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/jr-black-daniela-nader-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O convidado desta semana do “Eu Indico” é dono de uma das vozes mais versáteis da música pernambucana. O cantor e compositor <strong>Jr. Black</strong> tem um currículo artístico extenso, marcando presença em vários projetos, como Negroove, A Roda e, eventualmente, colaborando nos discos e produções de DJ Dolores, além de ter demarcado terreno em carreira solo, com o disco “RGB” (2010), que dá conta de uma sonoridade plural, bem ao estilo de suas incursões artísticas. Neste ano, ele se prepara para entrar em estúdio e gravar o seu segundo álbum.</p>
<p>Ao Cultura.PE e aos internautas, Jr. Black indica o DVD “Festa de Terreiro”, do grupo Bongar, que traz, em corpo, alma e coração, a ancestralidade do Terreiro Xambá, que ganhou o mundo através de sua musicalidade singular. O DVD tem incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/grupo-bongar-eduardo-queiroga.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-20362" alt="Eduardo Queiroga/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/grupo-bongar-eduardo-queiroga-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“<i>O DVD ‘Festa de Terreiro’, do grupo Bongar, é peça obrigatória em qualquer estante ou hack de quem aprecia a música brasileira e pernambucana em sua mais pura essência, carregada de ancestralidade, envolta no mosaico da religiosidade e do profano, como bem é este coco feito por pessoas amigas, apaixonadas, devotadas e ligadas uterinamente à Nação Xambá, um centro de resistência, fé e cultura ancestral, com uma linda história de mais de 80 anos. </i></p>
<p><i>Ademais, pelo naipe da produção, cheia de capricho, e com convidados tão especiais quanto os coquistas Zé de Teté e Adiel Luna, a flautista Cecília Pires, o pianista Benjamim Taubkin e Juliano Holanda, não só os amantes da música (realmente) popular brasileira serão tocados por este DVD. Até os mais ‘moderninhos’ poderão soltar a trava do corpo ao som de ‘Ogum’, ‘Convidei dois cantadô’, ‘Malunguinho’ e ‘29 de Junho’ &#8211; esta última, minha preferida!</i></p>
<p><i>O DVD foi produzido com recursos do Funcultura e foi gravado no Nascedouro, em Peixinhos, numa noite de muita alegria e festa, irradiada de axé e energia, que o vivente poderá saborear através das belíssimas imagens captadas. Trabalho realmente digno de nota, artigo de luxo, uma preciosidade, como também o é o Bongar na nossa comunidade artística, e a Nação Xambá na sócio esfera de qualquer cidade!</i></p>
<p><i>Bom divertimento a todos!</i>”</p>
<p><b>Conheça um pouco de “Festa de Terreiro”, DVD do Grupo Bongar.</b></p>
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		<title>&#8220;A.M.A.R.T.E&#8221; marca estreia de Cláudia Beija em disco solo</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Sep 2014 21:58:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Após cerca de três décadas emprestando sua voz a trabalhos dos mais diversos artistas &#8211; entre eles, Alceu Valença, Wilson Simonal, Elba Ramalho, Geraldo Maia, Nena Queiroga, Claudionor Germano, China, entre outros &#8211; , eis que a cantora pernambucana Cláudia Beija alça voo solo. Em &#8220;A.M.A.R.T.E&#8221;, primeiro álbum que traz seu nome estampando a capa, ela reúne toda a experiência adquirida ao longo dessa trajetória e, o melhor de tudo: grandes amigos de vida e de música. Cláudia lança o CD, nesta quarta (17), com um pocket-show, a partir das 19h, na loja Passa Disco, que fica no Shopping Sítio da Trindade.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/claudia-beija-pedro-dzelme.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-14141" alt="Pedro Dzelme/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/claudia-beija-pedro-dzelme.jpg" width="470" height="230" /></a></p>
<p>&#8220;<em>Uma colcha de retalhos</em>&#8220;. É assim que Cláudia Beija define &#8220;A.M.A.R.T.E&#8221;. também pudera: ao longo de tantos anos de carreira artística &#8211; iniciada nos anos 1980, quando cantou, pela primeira vez, no lendário bar Som das Águas -, a cantora utilizou da versatilidade para fazer da sua voz canto para os mais diversos estilos, o que a fez desaguar nesse imenso mar chamado MPB, como ela acredita. &#8220;<em>Não quis seguir nenhum movimento ou tendência musical. Minha única vontade era cantar</em>&#8220;, conta ela sobre o repertório do disco. Em A.MA.R.T.E, estão presentes pitadas de samba, bossa, pop, bolero, música rural, reggae, etc.</p>
<p>E para dar corpo a essa pluralidade musical, um hall de compositores também dos mais diversos. Autores consagrados, como Noel Rosa (&#8220;Último desejo&#8221;), João Donato (&#8220;Flor de Maracujá&#8221;, com Lysias Enio) e Lula Queiroga (&#8220;O habitat da felicidade&#8221;), estão presentes no disco. Jovens compositores também foram trazidos para o repertório de Cláudia: China, Jr. Black, Zé Manoel, Yuri Queiroga, Ylana Queiroga, Julio Morais estão entre os nomes que presentearam a cantora. &#8220;<em>Eu não segui um roteiro ou conceito que amarrasse as músicas dos disco. meu critério de escolha foi a emoção que cada uma dessas músicas me causa</em>&#8220;, explica. É o exemplo da faixa que abre o CD, &#8220;Vamos a Marte&#8221;, de Henrique Macêdo e Paulo Marcondes, e que inspirou o título do disco. Foi paixão à &#8220;primeira audição&#8221;. &#8220;<em>Ela foi gravada no disco &#8216;Minha praia&#8217;, de Henrique, em que eu fiz backing vocal. Quando ouvi pela primeira vez, pensei &#8216;um dia, vou gravar essa música!</em>&#8216;&#8221;. Daí, ela já teria a primeira música do disco.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/10408508_10202336312160259_5643465493078223364_n.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-13847" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/10408508_10202336312160259_5643465493078223364_n-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>O processo de amadurecimento para resolver protagonizar seu próprio trabalho veio com o tempo. &#8220;<em>Eu já tinha feito tanta coisa, trabalhado com tanta gente. Achei que tinha chegado minha hora</em>&#8220;, conta Cláudia. A feitura do disco levou quatro anos. Com produção do baixista Caca Barreto, que toca com Cláudia, ela conseguiu trazer ao disco um tanto do que aprendeu durante a carreira, seu gosto pessoal e sua afinidade com a música. &#8220;F<em>oi um processo bem artesanal. Caca tinha horas disponíveis no seu estúdio e, fomos aos poucos, gravando</em>&#8220;. Cláudia se cercou de diversos amigos cativos para dar vida ao disco. Nomes como Spok, Juliano Holanda Lucas dos Prazeres, Thiago Hoover (que canta com Cláudia em &#8220;Nossa&#8221;), Publius, Walter Areia, Spok e Elba Ramalho (que divide os vocais em &#8220;Flor de Maracujá&#8221;) reforçam o time que está em &#8220;A.M.A.R.T.E&#8221;. &#8220;<em>É um trabalho que me deixou muito feliz, pois consegui reunir amigos e música</em>&#8220;, conclui.</p>
<p>No pocket-show que Cláudia Beija apresenta nesta quarta (17), às 19h, participam Thiago Hoover, Publius e Quarteto Encore. &#8220;A.M.A.R.T.E&#8221; já está sendo vendido na loja Passadisco.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Lançamento do CD &#8220;A.M.A.R.T.E&#8221;, de Cláudia Beija</strong><br />
Quarta (17), às 19h<br />
Loja Passadisco, no Shopping Sítio da Trindade (Estrada do Encanamento, 480, loja 07, Parnamirim &#8211; Recife/PE)<br />
Aberto ao público</p>
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