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	<title>Portal Cultura PE &#187; Juliana Lapa</title>
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		<title>Carpina sedia a residência artística Casa Viva, de Juliana Lapa</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 16:55:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105081" aria-labelledby="figcaption_attachment_105081" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Danilo Galvão/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/CASA-VIVA-Juliana-Lapa-obras-2-foto-DANILO-GALVÃO-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-105081" alt="Danilo Galvão/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/CASA-VIVA-Juliana-Lapa-obras-2-foto-DANILO-GALVÃO-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Natural de Carpina, Juliana Lapa foi movida pelos afetos com a cidade e o desejo de compartilhar as memórias que estão impressas na sua obra artística</p></div>
<p>Aos poucos o casarão número 233, na Av. Murilo Silva, no Centro de Carpina, um dos mais antigos da cidade na Zona da Mata Norte, foi ganhando novos ares e chamando a atenção dos moradores da região. Essa transformação fez nascer a CASA VIVA, projeto de residência artística que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, e tem como mote a exposição individual de Juliana Lapa, numa proposta que extrapola o conceito de galeria de arte. A visitação ao espaço segue aberta até o 30 de setembro, de terça a domingo, das 10h às 19h, e é gratuita.</p>
<p>A programação foi pensada para promover a imersão multidisciplinar na arte, com vivências e formações que aprofundam questões sobre patrimônio, desenho, acessibilidade para as artes, arqueologia, associativismo e cultura popular em conexão com a educação e a produção do pensamento.</p>
<div id="attachment_105083" aria-labelledby="figcaption_attachment_105083" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Danilo Galvão/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/CASA-VIVA-Juliana-Lapa-1-foto-DANILO-GALVÃO-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-105083" alt="Danilo Galvão/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/CASA-VIVA-Juliana-Lapa-1-foto-DANILO-GALVÃO-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto da artista também busca abrir um diálogo na cidade sobre arte, preservação do patrimônio histórico, políticas públicas na área cultural e formação de público</p></div>
<p>Natural de Carpina, Juliana Lapa foi movida pelos afetos com a cidade e o desejo de compartilhar as memórias que estão impressas na sua obra artística e, ao mesmo tempo, abrir um diálogo na cidade sobre arte, preservação do patrimônio histórico, políticas públicas na área cultural e formação de público.</p>
<p>“Partimos do desejo de ver acontecer arte em Carpina. A cidade não tem galeria, nem museu”, lamenta a artista, que tem ao seu lado, na equipe principal do projeto, Mery Lemos, também natural de Carpina, que assina a coordenação de produção; e Bruna Rafaella Ferrer, natural de Vitória de Santo Antão, à frente da curadoria e do Educativo. A equipe multidisciplinar é formada também pelo historiador Rodrigo Sávio e o restaurador Walas Fideliz.</p>
<p>O desejo da equipe multidisciplinar que compõe a CASA VIVA é formar um público para a arte e mediar um encontro sensorial entre visitantes e as obras, inéditas em sua maioria, distribuídas em cada cômodo da casa. Na cozinha, devidamente equipada com os utensílios e eletrodomésticos de praxe, funcionará a parte mais importante da exposição, segundo Juliana Lapa, que é o Educativo.</p>
<p>“É o coração da exposição. Ouso dizer que sem o Educativo estaríamos no lugar comum da Arte, que não se abre. O Educativo vem para dizer: vamos dialogar, vamos falar de arte como quem fala de vida. Falar da cidade e das pessoas que nela moram. Arte é o espírito da Educação. Quero que meu trabalho seja compreendido, seja popular”, afirma.</p>
<div id="attachment_105082" aria-labelledby="figcaption_attachment_105082" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Danilo Galvão/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/CASA-VIVA-frente-foto-DANILO-GALVÃO-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-105082" alt="Danilo Galvão/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/CASA-VIVA-frente-foto-DANILO-GALVÃO-1-607x477.jpg" width="607" height="477" /></a><p class="wp-caption-text">O casario onde está instalada a exposição fica na Av. Murilo Silva, 233, no Centro de Carpina</p></div>
<p>Na sala, a artista instalou um retábulo, onde criou uma obra a partir do título <i>Zona da Saudade da Mata Norte</i>, onde conta a história de Carpina na sua perspectiva. A paisagem da mata, que dá nome à região onde a cidade está localizada, e que tem sido engolida pelos canaviais.</p>
<p>Em outro cômodo, uma obra foi desenhada na parede, onde interage com o passado da casa por meio das várias camadas de tinta de tempos anteriores, que a artista encontra ao decapar (raspar) as camadas com o uso de um bisturi, executando uma prospecção estratigráfica. Já no quarto, a interação é sonora, e o suporte é uma escrivaninha de madeira com gavetas de vários tamanhos.</p>
<p>Neste sábado (16), será realizada a Oficina de Arte | Desenho Expandido, que será itinerante, por vários pontos da cidade. No dia 30 de setembro, tem o encerramento da exposição e o lançamento do fascículo II do catálogo.</p>
<p><b>Serviço:<br />
</b>Exposição individual de Juliana Lapa<br />
CASA VIVA (Av. Murilo Silva, 233. Centro. Carpina – PE)<br />
Visitação de terça a domingo, das 10h às 19h<br />
Sábado (16): Oficina de Arte | Desenho Expandido &#8211; Saída da CASA VIVA, 14h às 18h<br />
30 de setembro: Encerramento da exposição e lançamento do Fascículo II do Catálogo</p>
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		<title>Museu Murillo La Greca inaugura mostra com obras de nove artistas pernambucanos</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2022 18:42:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Museu Murillo La Greca, localizado em Parnamirim, promove nesta quinta-feira (14), às 19h, a exposição Acervo Artístico do BNB em Pernambuco. Os artistas Abrós, Aslan Cabral, Clara Moreira, Elvira Freitas, Fefa Lins, Giovanna Simões, Heitor Dutra, Juliana Lapa e Marcela Dias assinam as obras da mostra (pinturas, esculturas e instalações), que permanece no espaço [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_95215" aria-labelledby="figcaption_attachment_95215" class="wp-caption img-width-494 alignnone" style="width: 494px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/Abros-Barros-O-segundo-rastejo.jpg"><img class="size-medium wp-image-95215" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/Abros-Barros-O-segundo-rastejo-494x486.jpg" width="494" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A obra &#8220;O segundo rastejo&#8221;, de Abròs Barros, será uma das que ficarão em cartaz no Museu Murillo La Greca</p></div>
<p>O Museu Murillo La Greca, localizado em Parnamirim, promove nesta quinta-feira (14), às 19h, a exposição Acervo Artístico do BNB em Pernambuco. Os artistas Abrós, Aslan Cabral, Clara Moreira, Elvira Freitas, Fefa Lins, Giovanna Simões, Heitor Dutra, Juliana Lapa e Marcela Dias assinam as obras da mostra (pinturas, esculturas e instalações), que permanece no espaço até o dia 10 de setembro, com visitação gratuita.</p>
<p>Além dos artistas selecionados para essa mostra, as obras de Amanda Melo, Cristiano Lenhardith, Bruno Vilela, Carlos Melo e Rodrigo Braga compõem o acervo geral da instituição que conta com mais de 1.200 peças de arte, 85% delas de autores regionais. Ao todo, a exposição no Museu Murillo La Greca terá 25 obras.</p>
<p><em>“Interdisciplinaridade e diversidade são as tônicas das afinidades entre as gerações dos artistas pernambucanos apresentados na exposição onde podemos observar os seus modos e práticas artísticas”</em>, explica Beth da Matta, curadora da exposição.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Murais nas agências</strong></span><br />
Para complementar a exposição, oito agências do BNB em Pernambuco receberão painéis de artistas locais. As unidades das cidades Paulista, Goiana, Ouricuri, Cabo de Santo Agostinho, Limoeiro, Garanhuns, Bom Conselho e Surubim começam a receber as pinturas a partir do segundo semestre. O BNB irá realizar um edital para selecionar os artistas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Abertura da Exposição Acervo Artístico do Banco do Nordeste em Pernambuco<br />
Local: Museu Murillo La Greca (R. Leonardo Bezerra Cavalcante, 366 &#8211; Parnamirim, Recife)<br />
Data: 14 de julho de 2022<br />
Horário: 19h<br />
Duração da exposição: 15 julho a 10 de setembro de 2022<br />
Dias e horário de visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 17h, e sábados, das 15h às 18h<br />
Entrada franca<br />
Curadoria: Beth da Matta e Jacqueline Medeiros</p>
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		<title>Juliana Lapa expõe tensões femininas na Torre Malakoff</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/juliana-lapa-expoe-as-tensoes-femininas-na-torre-malakoff/</link>
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		<pubDate>Fri, 31 Aug 2018 22:07:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania A artista visual Juliana Lapa até pensou em criar alguns de seus desenhos a partir de um contexto pré-concebido, mas não obteve muito êxito na empreitada. O quadro “Giganta”, que traz uma mulher enorme dentro de uma cidade cheia de tensões sociais, é fruto dessa experiência que, por fim, serviu também para [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_62773" aria-labelledby="figcaption_attachment_62773" class="wp-caption img-width-595 alignnone" style="width: 595px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/corpo-presente-juliana-lapa-84-x-68-cm-_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-62773" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/corpo-presente-juliana-lapa-84-x-68-cm-_Easy-Resize.com_-595x486.jpg" width="595" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A natureza e suas semelhanças com as expressão feminina são um dos focos de Juliana Lapa.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Camila Estephania</strong></em></p>
<p>A artista visual Juliana Lapa até pensou em criar alguns de seus desenhos a partir de um contexto pré-concebido, mas não obteve muito êxito na empreitada. O quadro “Giganta”, que traz uma mulher enorme dentro de uma cidade cheia de tensões sociais, é fruto dessa experiência que, por fim, serviu também para reafirmar que os desenhos, na verdade, é quem impõe seus temas espontaneamente no processo criativo da recifense. A obra integra a primeira exposição individual da artista, intitulada “Eu não estou louca”, que abre neste sábado (1º), a partir das 16h, na Torre Malakoff, ao lado de mais 21 peças, que revelam a força desse parto visceral e natural que é a criação de Lapa.</p>
<p>“<em>É como o fluxo de água correndo e de barragem que quer estourar e a gente não controla mesmo. O que sai no desenho é o que eu não controlo</em>”, observa Juliana, que selecionou trabalhos em grafite, pastel a óleo e fotografias elaborados entre 2015 e 2018 para compor a mostra. A maioria dos trabalhos em grafite, evidencia a preferência pela técnica. &#8220;<em>Tenho uma pesquisa de exauria técnica com o material para tentar descobrir possibilidades novas. Acho que o grafite imprime uma emoção muito legal para o desenho e tem uma profundidade e um brilho muito especiais</em>&#8220;, justifica. Apesar de não terem sido criadas propositalmente com algum sentido específico, as peças se complementam ao apresentar um fio narrativo sobre questões que atravessam a existência feminina na sociedade.</p>
<div id="attachment_62774" aria-labelledby="figcaption_attachment_62774" class="wp-caption img-width-347 alignnone" style="width: 347px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/sem-titulo-juliana-lapa-100x70.jpg"><img class="size-medium wp-image-62774" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/sem-titulo-juliana-lapa-100x70-347x486.jpg" width="347" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Eu não estou louca&#8221; expõe questões que atravessam a mulher na sociedade.</p></div>
<p><em>“São inquietudes da mulher. Desse trânsito tenso que temos na rua, na escola, no trabalho. Os desenhos se impõem e depois se comunicam comigo para dizer o que é aquilo</em>”, explica a artista, que deu o título da exposição somente neste ano buscando desmistificar práticas machistas, como o <i>gaslighting</i>. “<em>O título não está diretamente nas obras, mas vem como um manto que jogo por cima desse trabalho. Ele vem do enfrentamento para dizer que nós somos sãs e temos nossa própria natureza. O ‘louca’ é uma afirmação dessa sanidade diante da loucura do mundo, na verdade. Vejo muitas práticas machistas de violência emocional e o quanto se deslegitima as mulheres em qualquer área de atuação na sociedade as chamando de loucas. Então, vem como uma provocação mesmo</em>”, revela ela.</p>
<p>Também integra a exposição, a série “Breu”, que teve como referência a frase “no meio da nossa vida me encontrei numa selva escura e sombria”, de Dante, na Divina Comédia. O trabalho é um mergulho em um ambiente interno, denso e escuro, que seria um lugar sem filtros, o “campo das verdades”. A volta constante à mata, local onde a mãe natureza reina absoluta, é um dos focos da artista. Essa jornada interna também se completa com a exposição dos “Diários de Breu”, que trazem um extrato do período de criação da série.</p>
<div id="attachment_62775" aria-labelledby="figcaption_attachment_62775" class="wp-caption img-width-343 alignnone" style="width: 343px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/cobre-juliana-lapa-100-x-70_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-62775" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/cobre-juliana-lapa-100-x-70_Easy-Resize.com_-343x486.jpg" width="343" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A artista busca dialogar com o público através das peças.</p></div>
<p><strong>ARTE E EDUCAÇÃO</strong></p>
<p>Além desses escritos, outros diários da artista também estarão na Torre Malakoff. “<em>Ele vêm como uma ode ao ato de escrever e se escavar. Na produção recente e nessa que vem de 2015, tento fazer um discurso de autorrevolução e auto-enfrentamento e o diário é essencial nisso. Ele vem como um dispositivo de arqueologia de si. Não é biográfico, porque poderia ser sobre qualquer pessoa o que tem lá</em>”, comenta Lapa, que, embora produza pautada principalmente em investigações pessoais, tem como objetivo principal, enquanto artista, dialogar com o público através do seu trabalho.</p>
<p>“<em>Sinto muita necessidade de me afirmar como uma artista que trabalha para as pessoas, não para mim. Claro que é o meu olhar, mas que seja um condutor para outras pessoas. A arte pela arte está dentro do meu trabalho na concepção, mas na exposição eu não trabalho isso, porque este é o momento de formar o público criticamente”, avalia a artista, cuja exposição contará com visita de alunos da escola pública, recurso de audiodescrição e catálogo. “Não é um didatismo, mas uma preocupação com o outro. Isso me ajuda a construir e a aceitar a artista que eu sou e quero ser, de me sentir um agente social com poder político para conceder força pro indivíduo no processo de autodescoberta. Muitas vezes o indivíduo trabalha dez horas por dia e quando chega em casa não tem cabeça para mais nada. A arte vem não como fuga, mas como afirmação de poder, porque constrói o olhar crítico</em>”, continua ela.</p>
<p>Localizada na Praça do Arsenal, no Bairro do Recife, a Torre Malafoff também não foi escolhida por acaso. “<em>Adoraria expor em outros lugares também, mas acho que a Malakoff tem esse apelo de um público que geralmente não vai em exposições que acontecem em lugares não tão abertos. A ideia é furar essa bolha mesmo. Nesses tempos de crise emocional, política financeira, a gente precisa muito da arte para lançar novos olhares e virar a chave na cabeça das pessoas. Acredito nesse poder de educação profunda que a arte oferece</em>”, conclui Lapa.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO</span></b><br />
<i>Eu não estou louca,</i> de Juliana Lapa<br />
Quando: Abre neste sábado (1º), às 16h, e fica em cartaz até 11 de outubro.<br />
Onde: Torre Malakoff (Praça do Arsenal, s/n – Recife-PE)<br />
Terça a sexta, das 10h às 17h.<br />
Sábado, das15h às 18h. Domingo, das 15h às 19h</p>
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		<title>Mostra &#8216;Delas&#8217; ressalta o talento de artistas visuais pernambucanas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mostra-delas-ressalta-o-talento-de-artistas-visuais-pernambucanas/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Mar 2017 19:05:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na sua quarta edição, a mostra Delas retorna para A Casa do Cachorro Preto, em Olinda, com o trabalho de vinte artistas pernambucanas e uma homenagem à artista olindense Tereza Costa Rêgo. No mês em que se intensificam as mobilizações por igualdade de gênero, a exposição coletiva se coloca como um espaço dedicado a mostrar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_46043" aria-labelledby="figcaption_attachment_46043" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/pecado-original-teresa-costa-rego.jpg"><img class="size-medium wp-image-46043" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/pecado-original-teresa-costa-rego-607x416.jpg" width="607" height="416" /></a><p class="wp-caption-text">A peça &#8216;Pecado Original&#8217;, de Tereza Costa Rêgo, estará na exposição Delas</p></div>
<p>Na sua quarta edição, a mostra<strong> Delas</strong> retorna para A Casa do Cachorro Preto, em Olinda, com o trabalho de vinte artistas pernambucanas e uma homenagem à artista olindense Tereza Costa Rêgo. No mês em que se intensificam as mobilizações por igualdade de gênero, a exposição coletiva se coloca como um espaço dedicado a mostrar o talento de artistas mulheres da cena local, que ainda hoje esbarram na desigualdade gerada pelo machismo em todas as esferas da sociedade. A mostra abre ao público nesta quinta (9), às 19h, e fica em cartaz até 27 de março.</p>
<p>A visitação pode ser feita de quinta a domingo, das 16h às 22h, e as obras estão disponíveis para aquisição. Participam da mostra artistas pernambucanas ou residentes no estado das mais variadas técnicas e diversos estilos, como Amelia Couto, Barbara Collier, Bia Melo, Carol Huang, Clara Moreira, Clara Nogueira, Clarissa Machado, Conchita, Dani Acioli, Fefa Lins, Gio Simões, Joana Liberal, Juliana Lapa, Kátia Fugita, Laura Costa Rêgo, Luciene Torres, Nathalia Queiroz, Simone Mendes, Tatiana Móes e Valéria Rey Soto.</p>
<p>De acordo com Sheila Oliveira, organizadora da exposição, a ideia surgiu como forma de aproveitar o potencial d’A Casa do Cachorro Preto para falar sobre temas fundamentais para a transformação da sociedade, neste caso a igualdade de gênero.<em> “A gente tem um público e um núcleo de artistas muito jovem, e com o mês de março consideramos que era importante fazer uma mobilização para mostrar que temos muitas mulheres artistas de alta qualidade técnica. A ideia foi dar espaço para que elas pudessem se expressar sobre o tema do feminismo através da sua técnica artística”</em>, explica.</p>
<p>Na primeira edição de <strong>Delas</strong>, em 2014, foram dez participantes. <em>“No segundo esse número subiu para 15. Ano passado tivemos 17 e nesta edição contamos com 20 artistas. Isso mostra que a questão não é inexistência de mulheres talentosas, e sim de espaço para que elas possam expor suas obras”</em>, ressalta Sheila, que há anos namorava a ideia de convidar Tereza Costa Rêgo para ser a homenageada da mostra. <em>“Decidimos escolhê-la este ano, em primeiro lugar, porque Tereza Costa Rêgo é uma mulher que inspira pela trajetória e pela obra. Em segundo, por conta do simbolismo da sua obra, que tem muito a ver com a questão do feminino. E em terceiro porque ela é nossa vizinha, olindense, e sempre foi um sonho nosso fazer algo com essa grande artista. Pra nós d’A Casa do Cachorro Preto este é um importante momento”</em>.</p>
<div id="attachment_46044" aria-labelledby="figcaption_attachment_46044" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/obra-clara-moreiraa.jpg"><img class="size-medium wp-image-46044 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/obra-clara-moreiraa-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Peça &#8216;sem título&#8217; de Clara Moreira, desenho 35x51cm, feito em lápis de cor em papel-algodão</p></div>
<p>A mostra vai contar com uma instalação que retrata o bordel imaginário de Tereza Costa Rêgo e outro ambiente com a obra Pecado Original, que resumem bem a concepção da exposição coletiva. “<em>Neste ano, especialmente, a gente terá algumas referencias de pessoas que têm trabalhos junto a Tereza, como Laura Costa Rêgo, sua filha, e Conchita, cunhada dela”</em>, revela a organizadora da mostra.</p>
<p>Uma das artistas participantes, Clara Moreira, de 33 anos, é autora de uma peça <em>sem título</em>, um desenho 35x51cm, feito em lápis de cor em papel-algodão. A obra ilustra uma espécie de intervenção na paisagem do Parque das Esculturas do Recife, no qual o corpo de uma mulher se sobrepõe ao objeto fálico batizado por Francisco Brennnand de Torre de Cristal.</p>
<p><em>“No momento eu não quero dar palavras sobre o desenho. Eu como artista tenho mais interesse em saber o que as pessoas estão formulando sobre ele e quero curtir esse momento dos retornos. Por isso que não tem título. Qualquer um que eu colocasse iria delimitar o campo das interpretações. Acho que o eco a ser ouvido é mais importante que só o meu. O significado quem dá é quem viu. E como artista estou muito nesse lugar. Foram muitas reações, e a principio até pensei que pudesse haver controvérsias. Mas incrível que as pessoas estão enxergando como uma intervenção na paisagem”,</em> explica Clara Moreira, que vê muita importância na realização da mostra.<em> “Não tem como negar que a gente vive essa desigualdade estrutural. Acho que essas ações afirmativas que dão voz aos grupos abafados são bem vindas. Espero que as pessoas aproveitem pra conhecer um pouco do trabalho de todas essas artistas mulheres”,</em> opina.</p>
<div id="attachment_46042" aria-labelledby="figcaption_attachment_46042" class="wp-caption img-width-390 aligncenter" style="width: 390px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/nathalia-belicas1-40x70-1.jpg"><img class=" wp-image-46042 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/nathalia-belicas1-40x70-1-487x486.jpg" width="390" height="389" /></a><p class="wp-caption-text">Ilustração &#8216;Bélicas&#8217;, feita com nanquim em papel, da artista Nathalia Queiroz</p></div>
<p>Já a ilustradora Nathalia Queiroz, de 31 anos, participa pela terceira vez da mostra <strong>Delas</strong>, desta vez, com a peça &#8216;Bélica&#8217;, um desenho feito com nanquim sobre papel, produzida por ela no ano passado. <em>“Essa ilustração mostra duas mulheres abraçadas, como se fossem um casal, mas que seguram armas. O que me inspirou a criar este desenho foi uma situação recorrente que acontecia quando eu namorava uma menina e a gente se abraçava publicamente como um casal normal. Era comum alguém soltar uma gracinha, como se as duas juntas fossem um combo e não um casal que quisesse estar junto, e aquilo muito me irritava. Mulheres que se amam, mas que precisam andar armadas o tempo todo”.</em></p>
<p>Nathalia Queiroz também comemora as conquistas que a exposição trouxe às participantes nos últimos anos. <em>“É uma mostra que está cada dia mais madura. Eu mesma quando faço um comparativo com os outros anos reconheço um amadurecimento de todas as artistas que já passaram por lá, e as que estão chegando agora trazem trabalhos muito fortes em termos de conteúdo e posicionamento político”</em>.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong><em>Abertura da exposição Delas &#8211; A Mostra das Mulheres</em></strong><br />
Quinta (9) | 19h<br />
A Casa do Cachorro Preto (Rua Treze de Maio, 99, Cidade Alta – Olinda)<br />
Gratuito</p>
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		<title>Juliana Lapa e Mayra Melo inauguram exposições na Casa do Cachorro Preto</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2016 15:39:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>As primeiras exposições das artistas pernambucanas Juliana Lapa e Mayra Melo serão, como quiseram definir: &#8220;um reencontro com suas paisagens do inconsciente&#8221;.</p>
<p>Na mostra CURAMATA, Juliana apresenta 19 obras em grafite, pastel seco, pastel à óleo e lápis de cor. Desenhos resultados de um processo artístico que mergulhou entre o &#8216;mundo natural&#8217; e aspectos que caracterizam a identidade, a vocação, a sina das pessoas. &#8220;É uma ode ao estado de alerta e fluidez em que nos colocamos quando nos despimos de valores e dogmas sociais que são ausentes num contexto selvagem. Num mergulho dentro de si, uma sereia da mata viaja pelos infernos e limbos internos, até se encontrar numa selva sombria e calma, a consciência de si&#8221;, apresenta o texto curatorial.</p>
<div id="attachment_39849" aria-labelledby="figcaption_attachment_39849" class="wp-caption img-width-553 alignnone" style="width: 553px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/obra1Juliana-Lapa-.jpg"><img class="size-medium wp-image-39849" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/obra1Juliana-Lapa--553x486.jpg" width="553" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Obra de Juliana Lapa integrante da mostra CURAMATA</p></div>
<p>Já em PARTO, Mayra Melo apresenta o resultado de uma alegoria construída para revelar a poética da artista. Por meio de uma série de 10 fotografias, o público é apresentado a um ser fantástico, em pleno esforço para se desprender daquilo que lhe é supérfluo, em uma interessante busca por sua natureza mais profunda. &#8220;Esse é o registro de uma performance primeiríssima na minha vida, fruto de um processo que já vinha amadurecendo há um certo tempo, sobre retirar essas máscaras que ainda precisamos usar, sobre como é possível irmos nos desfazendo dessas personas até chegarmos ao que realmente importa, ao que faz sentido pra gente&#8221;, comenta Mayra.</p>
<p>A performance foi registrada pelo fotógrafo Marcelo Vidal e teve impressão fine art, em tiragem única. &#8220;Conheci Marcelo por causa da exposição e a sintonia foi imensa, ele esteve sempre disponível e fez um trabalho muito delicado, fez o registro de algo que seria impossível registrar sozinha, que são as coisas que nascem quando a gente resolve se reconstruir&#8221;, complementa a artista. Mayra utilizou pó metálico e argila medicinal para revestir seu corpo. A série revela a retirada da argila do corpo, &#8220;até atingir essa pele interna, o significado mais profundo, a natureza mais profunda, então, há um sentido grande de libertação e espero tocar as pessoas da mesma forma que fui tocada pelo processo&#8221;, convida.</p>
<div id="attachment_39851" aria-labelledby="figcaption_attachment_39851" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Vidal</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/Mayra-Melo-Série-Parto-divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-39851" alt="Marcelo Vidal" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/Mayra-Melo-Série-Parto-divulgação-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">PARTO, de Mayra Melo, fica em cartaz até 25 de setembro</p></div>
<p>As duas mostras abrem nesta quinta-feira, 1º de setembro, na Casa do Cachorro Preto, em Olinda, às 19h.</p>
<p><strong>ARTISTAS<br />
</strong></p>
<div id="attachment_39852" aria-labelledby="figcaption_attachment_39852" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Vidal</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/fotoMayra-Melo-E-e-Juliana-Lapa-D-online-foto-Marcelo-Vidal.jpg"><img class="size-medium wp-image-39852" alt="Marcelo Vidal" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/fotoMayra-Melo-E-e-Juliana-Lapa-D-online-foto-Marcelo-Vidal-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mayra Melo e Juliana Lapa</p></div>
<p><strong></strong><strong>Juliana Lapa</strong> é natural de Carpina, tem 31 anos e é artista autodidata. Trabalhou como produtora audiovisual, fundou ao lado de Leo Sette a Lucinda Produções, ajudou a produzir filmes como Porcos Raivosos. Desde 2015 se dedica integralmente às artes visuais. Participou da feira ArteRua em 2015.</p>
<p><strong>Mayra Melo,</strong> 37, designer gráfica, artista visual, editora e produtora. Atualmente pesquisa para uma série fotográfica, onde plantas e flores serão montadas como se crescessem a partir de diversas áreas do corpo da artista.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Exposição CURAMATA, de Juliana Lapa + PARTO, de Mayra Melo</strong><br />
Abertura: 1º de setembro, quinta, 19h<br />
Local: A Casa do Cachorro Preto (Rua Treze de Maio, 99, Carmo &#8211; Olinda)</p>
<p>No quintal: QuintaLExperimental com Aishá Lourenço e convidados, R$ 5<br />
Visitação: de 2 a 25 de setembro (qui-dom), das 16h às 21h</p>
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