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	<title>Portal Cultura PE &#187; Juliana Notari</title>
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		<title>Live: Juliana Notari debate sobre a criação de “Diva” e a relação entre arte e liberdade</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 18:20:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-05-at-14.08.27.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-83312" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-05-at-14.08.27-480x486.jpeg" width="480" height="486" /></a></p>
<p>Poucos assuntos ligados à arte tiveram a força de ocupar a mídia desde 2020, quando o assunto cotidiano são as agruras advindas de uma pandemia que já ceifou tantas vidas. “Diva”, criação da pernambucana Juliana Notari, uma vulva de 33 metros aberta no solo da Usina de Arte, galeria de arte à céu aberto em Água Preta, na Mata Sul de Pernambuco, furou essa barreira e suscitou debates por todo o Brasil e pelo mundo. Essa repercussão, às vezes negativa, às vezes positiva, será o tema da conversa “Diva: Arte e Liberdade”, que será transmitida nesta terça-feira (6), às 19h, no canal <a href="http://youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>youtube.com/secultpe</strong></a>.</p>
<p>Juliana Notari vai conversar com Bruna Pessoa de Queiroz, gestora da Usina da Arte, com mediação de Marcio Almeida, coordenador de Artes Visuais da Secult-PE. A apresentação será feita pela jornalista Michelle Assumpção.</p>
<p><em>“A despeito de toda revolução feminista e de avanços nas ciências, a vulva ainda é um tabu em nossa sociedade. Sua representação em espaços públicos &#8211; geralmente a partir de criações de artistas mulheres &#8211; sempre chocou, provocou ofensas e discussões misóginas e bizarras. ‘Diva’, de Juliana Notari, ainda despertou debates a respeito da exploração e invisibilização da mão-de-obra negra na execução da arte contemporânea”</em>, destaca Michelle Assumpção.</p>
<p>A reflexão sobre a repercussão do trabalho, dentro do contexto das artes plásticas produzidas em Pernambuco, deve nortear o diálogo. <em>“Vamos conversar sobre as polêmicas que aconteceram em torno da obra e ouvir de Juliana Notari sobre o processo de produção da ‘Diva’, que é um trabalho de vinte anos de pesquisa. Também queremos tratar da importância da instalação da Usina de Arte na Zona da Mata Sul de Pernambuco, que estimula um turismo que não surge no centro capital de Pernambuco, mas em um espaço de fronteira entre Pernambuco e Alagoas, com fluxo grande de pessoas dos dois estados”</em>, detalha Marcio Almeida.</p>
<p>Aperte o <em>play</em> e confira:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/FN3dcujqnPA" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live &#8220;Diva: Arte e Liberdade&#8221;, com Juliana Notari, Bruna Pessoa de Queiroz, Márcio Almeida e Michelle Assumpção<br />
Quando: 6 de abril de 2021 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão pelo canal <a href="http://youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>youtube.com/secultpe</strong></a></p>
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		<title>Juliana Notari revela seu &#8220;Desterro&#8221; no Museu da Cidade do Recife</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2016 17:21:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[desterro: enquanto eles cresciam]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Estado de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Juliana Notari]]></category>
		<category><![CDATA[Museu da Cidade do Recife]]></category>

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		<description><![CDATA[Após um período de dois anos mergulhada em um processo de investigação do seu corpo, de descontrução de clichês atribuídos à beleza feminina, além da estética e da simbologia em torno dos pelos, a artista plástica pernambucana Juliana Notari abre no Recife a sua nova exposição individual sob o título Destero: enquanto eles cresciam. À mostra, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_43049" aria-labelledby="figcaption_attachment_43049" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/MG_8907.jpg"><img class="size-medium wp-image-43049 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/MG_8907-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Dentre as peças integrantes está a Muda 1, réplica da cabeça da artista feita com cera e pelos de depilação</p></div>
<p>Após um período de dois anos mergulhada em um processo de investigação do seu corpo, de descontrução de clichês atribuídos à beleza feminina, além da estética e da simbologia em torno dos pelos, a artista plástica pernambucana Juliana Notari abre no Recife a sua nova exposição individual sob o título <em><strong>Destero: enquanto eles cresciam</strong></em>. À mostra, estarão fotografias, desenhos, esculturas e vídeos performances realizados pela artista como forma de registrar esse período.</p>
<p>O projeto contou com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, apoio do Museu da Cidade do Recife e poderá ser conhecido gratuitamente a partir do sábado (17) e até o o próximo dia 17 de janeiro. A exposição teve curadoria de Clarissa Diniz, do Museu de Arte do Rio, e possui recursos de audiodescrição, possibilitando o acessso de pessoas com deficiência.</p>
<div id="attachment_43051" aria-labelledby="figcaption_attachment_43051" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/frame-3_Muda_videodepilação.jpg"><img class="size-medium wp-image-43051 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/frame-3_Muda_videodepilação-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição retrata os dois anos em que a artista ficou sem se depilar, assim como a depilação que concluiu a o processo</p></div>
<p>O processo teve início em 2014, quando a artista foi para o Rio de Janeiro estudar um mestrado que duraria dois anos.<em> “A ideia dessa exposição surgiu como proposta para ocupar esse tempo e realizar algo que mexesse com meu corpo. Eu diria que a questão da morte e da sexualidade é o que fecha todo o conceito das peças. Essas duas forças são duas coisas bem fortes na humanidade. A consciência da morte e o sexo sem ser para reprodução são algumas das características que nos separam dos outros animais”</em>, comenta Juliana Notari.</p>
<p>Para ela, a questão do pelo também é repleta de significações. <em>“O cabelo só é vivo na raiz. Ele persiste e tem pulsão e instinto, é algo que você não tem controle sobre. Em nenhum momento a exposição teve uma questão diretamente voltada ao feminismo. Começou tendo muito mais relação com a experiência de perceber o corpo, porém isso reverbera nessa questão, porque os pelos são uma parte do corpo das mulheres que é muito soterrada e reprimida”.</em></p>
<div id="attachment_43050" aria-labelledby="figcaption_attachment_43050" class="wp-caption img-width-525 aligncenter" style="width: 525px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/MG_8924.jpg"><img class="size-medium wp-image-43050 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/MG_8924-525x486.jpg" width="525" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A escultura é acompanhada da também inédita Muda 2, um vídeo que registrou todo processo da depilação da artista em detalhes</p></div>
<p>Pela primeira vez, Juliana Notari exibirá alguns resultados dessa experiência, como a realização da obra Muda 1, uma escultura da sua cabeça composta pelo resíduo da sua depilação com cera. <em>“A depilação foi feita em Belém do Pará, onde passei um tempo fazendo intercâmbio dentro do mestrado. A ideia era fazer o molde no Rio de Janeiro, mas acabei trazendo para Pernambuco as duas caixas de cera com meus pelos. Foi feito então um molde com a minha cabeça, com silicone, e depois preencheram com a cera. Esta peça tem uma relação muito forte com a morte e com a sexualidade, lembra até uma múmia”,</em> explica.</p>
<p>A escultura é acompanhada da também inédita Muda 2, um vídeo que registrou todo processo da depilação da artista em detalhes e aproximações que expressam a violência e a plasticidade da ação. <em>“Estes registros fazem parte do fechamento da exposição, quando eu já estava com os pelos grandes, e decidi filmar a depilação. Tirei todos os pelos do corpo, da cabeça pra baixo, foram quatro horas de depilação, saiu muito sangue. Tudo muito intenso e doloroso”.</em></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/frame-1_Muda_videodepilação.jpg"><img class="size-medium wp-image-43052 aligncenter" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/frame-1_Muda_videodepilação-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>A mostra traz ainda fotografias da série <em>Sorterro</em> e as vídeos performances <em>Mimoso e Soledad,</em> realizadas também ao longo dos dois anos. <em>“Depois que decidi passar os dois anos sem me depilar, comecei a fotografar o processo e fiz séries de desenhos e imagens sobre o assunto. Inclusive tem uma parte desse registro que faz parte da exposição. Estou também finalizando três desenhos inéditos e neles eu uso a estética da histeria, muito debatida por psicanalistas como Freud”,</em> revela a artista sobre a série <em>Ar-Dor.</em> Durante a abertura da exposição, às 18h, Juliana Notari participará de um bate papo com o público sobre os trabalhos em exibição e seu processo de criação.</p>
<p>Juliana Notari é doutoranda em Artes Visuais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Já realizou várias exposições individuais, participou de diversas mostras e recebeu prêmios onde se destacam os Prêmio do Salão Arte Pará 2014; Prêmio Funarte – Mulheres nas Artes Visuais 2013; Prêmio Bolsa de pesquisa no Salão de Arte Contemporânea de Pernambuco, 2004. Em colaboração com a crítica e curadora de arte Clarissa Diniz, Lançou o livro Dez Dedos, em 2011, o qual reúne fotos de trabalhos da sua primeira década de carreira com textos críticos de diversos, curadores e críticos de arte.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>Exposição Desterro: enquanto eles cresciam, de Juliana Notari</strong><br />
Sábado (17) | 17h<br />
Visitação de 17 de dezembro de 2016 a 17 de janeiro de 2017<br />
Terça a domingo, das 9h às 7h<br />
Museu da Cidade do Recife (Praça das Cinco Pontas, s/n – São José, Recife)<br />
Gratuito | 18 anos</p>
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		<title>Três exposições simultâneas movimentam o Mamam</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Dec 2014 18:25:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[O trabalho gira em torno]]></category>
		<category><![CDATA[Sorterro – cap. 05]]></category>

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		<description><![CDATA[O Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães &#8211; Mamam inaugura nesta quarta-feira (17) três exposições individuais simultâneas. A partir das 19h, o público vai poder conferir Sorterro – cap. 05, de Juliana Notari (PE), Brainstorming, de Sophie Whettnall (Bélgica), e O trabalho gira em torno, de Lourival Cuquinha (PE). As mostras vão ocupar vários espaços do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães &#8211; Mamam inaugura nesta quarta-feira (17) três exposições individuais simultâneas. A partir das 19h, o público vai poder conferir <em>Sorterro – cap. 05</em>, de Juliana Notari (PE), <em>Brainstorming</em>, de Sophie Whettnall (Bélgica), e <em>O trabalho gira em torno</em>, de Lourival Cuquinha (PE). As mostras vão ocupar vários espaços do Mamam, e ficam em cartaz até o dia 15 de fevereiro de 2015.</p>
<div id="attachment_18405" aria-labelledby="figcaption_attachment_18405" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/20120912203501191879e.jpg"><img class="size-medium wp-image-18405" alt="(Foto: ArtRio/Divulgação)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/20120912203501191879e-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Louviral Cuquinha reapresenta na cidade sua instalação O trabalho gira em torno (Foto: ArtRio/Divulgação)</p></div>
<p>Logo no térreo do museu, o visitante vai se deparar com o trabalho realizado por Lourival Cuquinha ainda no ano de 2009, onde ele rememora o tempo em que atuou como motorista de <em>rickshaw</em>, um transporte turístico de Londres/Inglaterra, movido por uma bicicleta com capacidade para até três passageiros. Na obra que abre a mostra, três desses veículos são conectados entre si, perfilados em um círculo fechado e chumbados no chão. O público é convidado a pedalar para ativar essa engrenagem. Se o faz num primeiro carrinho, aciona a projeção de imagens feitas pelo artista em seu rickshaw pelas ruas de Londres. O movimento do segundo veículo faz soar o áudio desse registro; o terceiro provoca a rotação das imagens pelas paredes da sala, a partir de um eixo central. Este trabalho de Lourival Cuquinha integra o acervo do Mamam e foi adquirido em 2012, através do edital Prêmio Marcantônio Vilaça.</p>
<div id="attachment_18408" aria-labelledby="figcaption_attachment_18408" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/63953l1.jpg"><img class="size-medium wp-image-18408" alt="(Foto: Divulgação)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/63953l1-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Sophie Whetnall marcará presença no vernissage da sua exposição, com uma performance (Foto: Divulgação)</p></div>
<p>A artista belga Sophie Whettnall vem pela primeira vez ao Brasil e traz na bagagem uma série de autorretratos em oito vídeos, intitulada Brainstorming. Seu trabalho faz uma reflexão sobre como materializar e registrar as forças que definem a nossa relação com o mundo que nos rodeia, uma viagem existencial como metáfora de uma experiência vital e emocional. A relação com a luz embasa as suas criações. No primeiro andar do Mamam o público vai conferir também um site specific feito especialmente para essa exposição, numa das paredes do espaço. No dia da abertura da mostra, Sophie Whettnall ainda apresenta uma performance exclusiva para a ocasião.</p>
<div id="attachment_18409" aria-labelledby="figcaption_attachment_18409" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/A-artista-Juliana-Notari-e-sua-obra.jpg"><img class="size-medium wp-image-18409" alt="Projeto da pernambucana Juliana Notari foi contemplada com o Prêmio Funarte Mulheres nas Artes Visuais 2013 (Foto: Divulgação)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/A-artista-Juliana-Notari-e-sua-obra-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto da pernambucana Juliana Notari foi contemplada com o Prêmio Funarte Mulheres nas Artes Visuais 2013 (Foto: Divulgação)</p></div>
<p>É no segundo andar do museu que o visitante vai se deparar com dois momentos da artista visual Juliana Notari, dentro da exposição intitulada <em>Sorterro Cap. 5: o vídeoperformance Soledad</em> e a <em>videoinstalação Mimoso</em>, ambos gravados na cidade de Belém do Pará. Segundo o crítico de arte Paulo Herkenhoff, a obra faz relação de confronto ou conciliação com a morte e relembra um período da história não vivido pela artista. “A limpeza do jazigo recebe avivamento. No processo, ela o deixa limpo e a sua roupa, que era branca, vai se impregnar desse limo, os signos da morte. A obra trata a arte como algo que permeia tanto a nossa existência quanto a morte, dimensão da vida”, explica. Já na videoinstalação <em>Mimoso</em>, gravada na Ilha de Marajó, a artista é amarrada e arrastada pela areia da praia pelo búfalo Mimoso, que seria castrado em seguida. Após a castração do búfalo, ela come seu testículo cru. A prática cotidiana local é, portanto, transformada em ritual através da ação artística. Os vídeos foram realizados na cidade de Belém do Pará (PA). No dia da abertura da mostra, Juliana Notaro fará uma conversa aberta com o público, a partir das 20h.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Abertura de Exposições Individuais no MAMAM<br />
- Sorterro – cap. 05, de Juliana Notari (PE),<br />
- Brainstorming, de Sophie Whettnall (Bélgica),<br />
- O trabalho gira em torno, de Lourival Cuquinha (PE)<br />
Quando: quarta-feira, 17 de dezembro<br />
Horário: 19h<br />
Local: Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães – MAMAM, Rua da Aurora, 265, Boa Vista, Recife.<br />
Visitação: Até 15 de fevereiro de 2015<br />
Horário: terça a sexta-feira, das 12h às 18h<br />
sábados e domingos, das 13h às 17h.<br />
Entrada gratuita.</p>
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