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	<title>Portal Cultura PE &#187; Juliano Holanda</title>
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		<title>Juliano Holanda lança álbum visual A Verdade Não Existe</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Apr 2024 14:52:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A Verdade Não Existe]]></category>
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		<description><![CDATA[Juliano Holanda lança, no dia 30 de abril, o álbum visual A Verdade Não Existe, trabalho no qual apresenta dez canções inéditas e aparece em versão solo, acompanhado apenas do violão &#8211; depois de anos formando duplas, trios e coletivos. A obra, com 35 minutos de duração e produzida com incentivo do Governo de Pernambuco, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_109459" aria-labelledby="figcaption_attachment_109459" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/04/Juliano-Holanda-crédito-divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-109459" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/04/Juliano-Holanda-crédito-divulgação-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">No novo trabalho Juliano Holanda apresenta dez canções inéditas e aparece em versão solo, acompanhado apenas do violão</p></div>
<p style="text-align: left;" align="center">Juliano Holanda lança, no dia 30 de abril, o álbum visual A Verdade Não Existe, trabalho no qual apresenta dez canções inéditas e aparece em versão solo, acompanhado apenas do violão &#8211; depois de anos formando duplas, trios e coletivos. A obra, com 35 minutos de duração e produzida com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, contará com lançamento simultâneo no <strong><a href="https://julianoholanda.com.br/">site</a></strong>, canal do <strong><a href="https://www.youtube.com/c/julianoholandaoficial">Youtube</a> </strong>e <strong><a href="https://www.instagram.com/julianoholanda/">Instagram</a> </strong>do artista. Em maio, será lançado presencialmente com dois shows: O primeiro em Surubim, no dia 11, com a participação do cantor e compositor Neto Sales; E o segundo em Caruaru, no dia 24, com a participação da cantora e compositora Bella Kahun.</p>
<p style="text-align: left;">A Verdade Não Existe foi gravado em novembro de 2023, no Estúdio Muzak, no Recife. As imagens externas acompanham Juliano em um passeio pelas paisagens do seu cotidiano, pela Rua da Aurora, onde mora, e também as pontes, o rio, as pessoas que habitam a área central do Recife. Compõem o cenário vendedores ambulantes, os LPs expostos à venda nas calçadas, tudo embalado pelo som das ruas, junto ao violão e as letras que questionam as realidades aparentes. De Verdade, a décima música, cujo primeiro verso dá nome ao álbum, provoca: A verdade anda triste | Nesse mundo tão artífice | Que espécie de verdade Pode haver?</p>
<div id="attachment_109458" aria-labelledby="figcaption_attachment_109458" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/04/Juliano-Holanda-4-crédito-divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-109458" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/04/Juliano-Holanda-4-crédito-divulgação-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Lançamento do disco será realizado no site, canal do Youtube e Instagram do artista</p></div>
<p>A direção e roteiro do álbum é de Mery Lemos, que inseriu, entre uma canção e outra, falas mais intimistas do artista sobre criação, bem como o tratamento que dá às ideias, a escrita &#8211; que começou a desenvolver ainda na adolescência – ao lado de pensamentos poéticos sobre o Recife e a relação com o seu instrumento de base, o violão.</p>
<p>“Eu componho no violão. Acho que ele estava meio ressentido porque eu nunca tinha gravado uma faixa só voz e violão, embora esta seja a raiz. Essa é uma tentativa de soar ou ser mais natural do que eu tenho sido”, revela em um dos trechos.</p>
<p>O álbum é uma realização da Anilina Produções. Além da voz e violão, Juliano Holanda assina todas as composições. A canção Emaranhada canta em dueto com a cantora Juliana Linhares. A direção de fotografia é de Elisa Mendes. Já a direção de arte é de Priscilla Avelin, que também assina a cenografia, junto a Bárbara Melo. A montagem ficou a cargo de Caio Sales.</p>
<p>TRAJETÓRIA – Natural de Goiana, Zona da Mata Norte de Pernambuco, o cantor, compositor e instrumentista Juliano Holanda produz, arranja, toca, conduz, interpreta e, principalmente, compõe. São quase 800 canções produzidas, e desse total cerca de 300 foram gravadas por vozes consagradas como as de Simone, Fagner, Zélia Duncan, Almério, Chico César, Elba Ramalho, Laila Garin, Filipe Catto, Ceumar, Martins, Zeca Baleiro e Amelinha. Nas letras estão o amor, a existência e a vida cotidiana, acompanhadas de uma melodia com muita personalidade.</p>
<div id="attachment_109456" aria-labelledby="figcaption_attachment_109456" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/04/Juliano-Holanda-2-crédito-divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-109456" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/04/Juliano-Holanda-2-crédito-divulgação-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">A Verdade Não Existe foi gravado em novembro de 2023, no Estúdio Muzak, no Recife</p></div>
<p>Holanda iniciou trajetória artística na década de 90, tocando com artistas como Zeh Rocha, Alessandra Leão, Erasto Vasconcelos e a Orquestra Contemporânea de Olinda. Em 2013, lançou seus primeiros projetos autorais – A arte de ser invisível e Pra saber ser nuvem de cimento quando o céu for de concreto. Em 2015, alcançou visibilidade nacional ao compor a elogiada trilha musical para a série Amorteamo, de Flávia Lacerda, na TV Globo. Após o lançamento do compacto em vinil Espaço Tempo (2016), seu trabalho se voltou a uma intensa agenda de apresentações, festivais, palestras, oficinas e produções.</p>
<p>Dirigiu shows, entre eles uma homenagem a Belchior, em 2017, que reuniu nomes como Ednardo e Ângela Ro Rô. Naquele mesmo ano, orquestrou o nascimento da Mostra Reverbo, uma movimentação que congrega novos artistas e compositores em Pernambuco. Em 2020, Holanda lançou o single Eu, Cata-vento, e logo após o álbum Por Onde as Casas Andam Em Silêncio, no qual apresenta crônicas sobre os contextos sociais, políticos e culturais no Brasil de 2021. São oito canções oriundas das quase 300 que o artista compôs durante a quarentena.</p>
<p>Entre 2021 e 2022, gravou o álbum Tudo é amor, com Almério interpretando músicas de Cazuza. Produziu Pelespírito, de Zélia Duncan (com quinze parcerias de Holanda e Zélia), e Da gente, da cantora Simone.  Compôs a trilha sonora do longa O Debate, de Caio Blat e escreveu a trilha de abertura da edição comemorativa de 25 anos do Festival de Inverno de Garanhuns, além de dirigir e atuar na Mostra Reverbo durante turnê em SP. Também compôs e produziu a trilha sonora original da série Novela, da Amazon.</p>
<p><b>Serviço:<br />
</b>Lançamento virtual do disco visual A Verdade Não Existe<br />
30 de abril<br />
No <strong><a href="https://julianoholanda.com.br/">site</a></strong>, canal do <strong><a href="https://www.youtube.com/c/julianoholandaoficial">Youtube</a> </strong>e <strong><a href="https://www.instagram.com/julianoholanda/">Instagram</a> </strong>do artista</p>
<p><b>Presencial<br />
</b><b>Surubim<br />
</b>11 de maio, às 19h<br />
Reduto Coletivo, com participação de Neto Sales</p>
<p><b>Caruaru<br />
</b>24 de maio, às 21h<br />
Casa Cultural Respira, com participação de<b> </b>Bella Kahun</p>
<p><b>Mais informações: </b>Ana Nogueira (81.99918.4817)</p>
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		<title>Usina de Arte oferece oficinas musicais gratuitas para estudantes</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2022 17:48:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_91812" aria-labelledby="figcaption_attachment_91812" class="wp-caption img-width-590 alignnone" style="width: 590px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/pepejordao.jpg"><img class="size-full wp-image-91812" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/pepejordao.jpg" width="590" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">Entre os oficineiros, constam nomes como Pepe Jordão (foto acima), Juliano Holanda, Renata Rosa e Tarcísio Resende</p></div>
<p>Entre os dias 18 e 21 de março, a Escola de Música e a Biblioteca da Usina de Arte serão palco da primeira fase do projeto “O Solo da Arte”, uma série audiovisual de três episódios com oficinas musicais, cujas gravações acontecem de forma real com jovens do entorno da Usina Santa Terezinha. Executadas pelo Festival Arte na Usina, as atividades terão como ponto de culminância performances nas obras do acervo do museu.</p>
<p>Ao longo dos quatro dias, os estudantes poderão vivenciar as oficinas de Iniciação à arte do DJ (com Pepe Jordão); Composição Musical (com Juliano Holanda); Canto – o impulso na voz e no corpo (com Renata Rosa); e Percussão com Material Reciclável (com Tarcísio Resende). As inscrições, gratuitas, ainda podem ser feitas pelo e-mail: <strong>osolodaarte.usina@gmail.com</strong>. A ação formativa está sendo possibilitada por meio do Prêmio Funarte de Festivais de Música 2021 – via Funarte/Governo Federal.</p>
<p><strong>Sobre a Usina de Arte -</strong> Instalado onde funcionou a Usina Santa Terezinha (maior produtora de álcool e açúcar do Brasil nos anos 1950), na cidade de Água Preta, Mata Sul de Pernambuco, projeto Usina de Arte conecta arte, cultura e meio ambiente, criando um museu de arte contemporânea ao ar livre, dentro de um Parque Artístico Botânico. Nele, estão instaladas quase 40 obras de nomes como Geórgia Kyriakakis, Saint Clair Cemin, José Spaniol, Juliana Notari, Denise Milan, José Rufino, Flávio Cerqueira, Bené Fonteles, Hugo França, Paulo Bruscky, Marcelo Silveira, Liliane Dardot, Marcio Almeida, Frida Baranek, Artur Lescher, Carlos Vergara, Júlio Villani, Iole de Freitas e Vanderley Lopes.</p>
<p>Em meio a um trabalho de reflorestamento com cerca de 10 mil plantas de mais de 600 espécies, em uma área de mais de 33 hectares, o Parque Artístico Botânico é eixo central da iniciativa que irriga outras ações de desenvolvimento para a criação de estruturas para geração de renda e valor para a comunidade de 6 mil moradores no entono do projeto. São exemplos a escola de música, biblioteca e centro de conhecimento público com mais de 5 mil títulos, FabLab com terminais de computadores conectados à internet, impressoras em 3D e cortadora a laser para projetos da comunidade, além de parceria com as unidades escolares no apoio de novas práticas pedagógicas.</p>
<p>O objetivo é estimular o turismo, e a consequente atividade econômica na região da Mata Sul de Pernambuco por meio do estímulo ao empreendedorismo na localidade, que viu nascer em seu entorno um total de dez restaurantes, pousada, pesque-e-pague, centro de artesanato, guias para passeios ecoturísticos, camping e a cultura de hospedagens domiciliares.</p>
<p>Recentemente, o parque recebeu as obras “Banquete da Terra” da artista paulista Denise Milan, e “Nadir quase uma ilha” e “Athar”, do brasiliense Tulio Pinto. Nos próximos meses, a Usina de Arte terá como novidade as instalações “Paisagem”, de Regina Silveira e “Campo da Fome” de Matheus Rocha Pitta.</p>
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		<title>Jonatas Onofre, Juliano Holanda, Sam Silva e Una apresentam-se no programa &#8220;À vontade&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/jonatas-onofre-juliano-holanda-sam-silva-e-una-apresentam-se-no-programa-a-vontade/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2021 14:46:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“À vontade” é um programa musical que apresenta um bate papo entre artistas convidados e a interpretação de algumas de suas canções, gravadas ao vivo em estúdio, com arranjos que trazem um clima íntimo e leve, na mesma medida da atmosfera que envolve a conversa. Na primeira edição, que vai ao ar nesta sexta-feira (30), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/unnamed.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-84107" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/unnamed-607x370.png" width="607" height="370" /></a></p>
<p>“À vontade” é um programa musical que apresenta um bate papo entre artistas convidados e a interpretação de algumas de suas canções, gravadas ao vivo em estúdio, com arranjos que trazem um clima íntimo e leve, na mesma medida da atmosfera que envolve a conversa. Na primeira edição, que vai ao ar nesta sexta-feira (30), às 20h, a atração recebe os compositores goianensses Juliano Holanda e Sam Silva, a cantora Una, de Recife e Jonatas Onofre, poeta e compositor de Igarassu. O programa, que foi contemplado com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, pode ser visto gratuitamente pelo link: <a href="http://abre.ai/avontadeespecial" target="_blank"><strong>abre.ai/avontadeespecial</strong></a>.</p>
<p>Várias paisagens e memórias aparecem nas falas e músicas dos quatro artistas. Assim surgem as vivências, os olhares sobre o mundo, pontos de encontro, ancestralidades, e se revela a descoberta da música, o nascimento do compositor, ficam evidentes as conexões que o ofício de intérprete pode gerar. Tudo é revisitado pelas canções e pelos relatos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do programa musical “À Vontade” com Jonatas Onofre, Juliano Holanda, Sam Silva e Una.<br />
Data: 30 de abril (sexta-feira), às 20h<br />
Exibição via plataforma digital: <a href="http://abre.ai/avontadeespecial" target="_blank"><strong>abre.ai/avontadeespecial</strong></a></p>
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		<item>
		<title>Juliano Holanda lança novo disco &#8220;Por onde as casas andam em silêncio&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2021 18:29:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[2020. Ano de pandemia, de quarentena, de polarizações extremas, de catástrofes no Brasil e no mundo. Uma nova década começando em meio a obscuridades e incertezas. A sensação de impotência diante de um momento histórico tão adverso e a força da canção se unem no novo trabalho do cantor, compositor e musicista pernambucano Juliano Holanda. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59080" aria-labelledby="figcaption_attachment_59080" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Beto Figueiroa/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/Juliano-Holanda_fotoBetoFigueiroa.jpg"><img class="size-medium wp-image-59080" alt="Beto Figueiroa/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/Juliano-Holanda_fotoBetoFigueiroa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Juliano Holanda compôs todas as oitos canções do novo disco durante a pandemia</p></div>
<p>2020. Ano de pandemia, de quarentena, de polarizações extremas, de catástrofes no Brasil e no mundo. Uma nova década começando em meio a obscuridades e incertezas. A sensação de impotência diante de um momento histórico tão adverso e a força da canção se unem no novo trabalho do cantor, compositor e musicista pernambucano Juliano Holanda. Lançado recentemente, o disco &#8220;Por onde as casas andam em silêncio&#8221;, obra densa na qual relê o contexto atual sob forte lirismo e experimentalismo.</p>
<p>Em oito canções autorais, o artista narra o revés vivido pelo cidadão brasileiro, o amargor do isolamento social, o inconformismo com as controvérsias políticas, a desilusão das expectativas frustradas. Um repertório que questiona e afaga, pelo qual Holanda canta a aspereza dos dias e, ao mesmo tempo, clama por mais humanidade nas relações sociais. Músicas que lamentam, que ruminam a dor, sem perder o vislumbre da esperança e do afeto como instrumento de sobrevivência.</p>
<p>Com direção musical assinada pelo próprio Juliano e por sua companheira, a produtora Mery Lemos, o disco foi idealizado e produzido durante a quarentena. Seis canções foram compostas durante o isolamento, somando-se a outras duas que já figuravam no repertório do compositor, que já escreveu algo em torno de 600 canções. Nos arranjos, a voz de Holanda dialoga apenas com um instrumento &#8211; o contrabaixo -, em alusão ao início de sua trajetória musical nos anos 1990 e 2000, quando começou a tocar com artistas da cena pernambucana.</p>
<p><em>&#8220;Durante 10 anos da minha vida, eu só toquei baixo. No disco inteiro sou apenas eu, na voz e no instrumento&#8221;, detalha o artista, que viu no duo uma forma de se experimentar no fazer musical, unindo suas origens a sua costumeira e potente inventividade poética. &#8220;É um disco baseado na poesia mesmo. Letras grandes com pouca melodia, algo mais próximo da fala, parecido com a linguagem do contrabaixo mesmo&#8221;</em>, explica Juliano.</p>
<p>A canção &#8220;Súmula&#8221; abre o disco revelando diferenças entre o eu-lírico e o outro; &#8220;Haja Terapia&#8221; aborda o cotidiano da quarentena em tom confessional e existencialista &#8211; &#8220;não sei em que altura da estrada a gente perdeu a poesia&#8221;, o artista se indaga na canção, para na faixa seguinte constatar &#8211; &#8220;não há queda maior que Cair Em Si&#8221;. E assim segue o repertório. A sonoridade afiada, crua, somada à sutileza e ao acolhimento da poesia, viram tentativa de transformar solidão e decepção em resiliência e renascimento.</p>
<p>Esse é o primeiro lançamento de Juliano Holanda desde o single &#8220;Eu, Cata-Vento&#8221;, lançado em março de 2020, que abriria caminhos para o disco &#8220;Sobre a Futilidade das Coisas&#8221;. O momento histórico, no entanto, pausou o trabalho em curso e inspirou o projeto do novo disco, que ganhou incentivo através da Lei Aldir Blanc em Pernambuco. &#8220;Este é um trabalho urgente, que pede para ser lançado agora. Nasceu pela pandemia e para a pandemia&#8221;, comenta o cantor.</p>
<p>&#8220;Por onde as casas andam em silêncio&#8221; é uma realização da Anilina Produções e chega a todas as plataformas digitais pelo selo Dubas. Um disco de apelo ao sensível que ainda existe na humanidade, uma provocação para manter-se alerta e são, e um alento poético para atravessar a quarentena.</p>
<p><strong>SOBRE O ARTISTA -</strong> Juliano Holanda é natural de Goiana-PE e iniciou na trajetória artística em fins dos anos 1990. Atuou como músico ao lado de artistas como Zeh Rocha, Alessandra Leão, Erasto Vasconcelos e a Orquestra Contemporânea de Olinda, da qual faz parte até hoje. Nos anos 2010, iniciou carreira solo lançando dois discos em 2013 &#8211; “A Arte de Ser Invisível” e “Pra saber ser nuvem de cimento quando o céu for de concreto”. Dois anos depois, Holanda brilhou nacionalmente com a trilha autoral da série “Amorteamo”, levada ao ar pela TV Globo, em 2015. De lá pra cá, atua também em produção musical, tendo produzido mais de 50 discos, entre eles os de Ave Sangria, Bongar, Almério, Isadora Melo, Lucas Torres, Joana Terra e Alexandre Revoredo. Já compôs cerca de 600 canções, tendo algo em torno de 200 gravadas por vozes de todo o Brasil, como Zélia Duncan, Elba Ramalho, Filipe Catto e Raíssa Bittar.</p>
<p>Ouça agora “Por onde as casas andam em silêncio”, de Juliano Holanda: <strong><a href="https://orcd.co/porondeascasas" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable">orcd.co/porondeascasas</a></strong><br />
Disponível em Spotify, Deezer, iTunes, Amazon Music e Tidal</p>
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		<item>
		<title>TV Universitária estreia uma série de programas sobre o Palco Som na Rural do FIG</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jun 2019 14:59:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Para aquecer o clima de quem aguarda a chegada do 29ª Festival de Inverno de Garanhuns &#8211; previsto para acontecer na segunda quinzena de julho -, a TV Universitária (TVU) estrou, na última terça-feira (4), a série &#8220;FIG &#8211; Palco Som na Rural&#8221;. Ao todo, 12 programas com shows e conversas com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_69156" aria-labelledby="figcaption_attachment_69156" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/43682736232_1b7373825c_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-69156 " alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/43682736232_1b7373825c_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Participam da série de programas artistas como Isaar, que se apresentaram no FIG 2018</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Para aquecer o clima de quem aguarda a chegada do 29ª Festival de Inverno de Garanhuns &#8211; previsto para acontecer na segunda quinzena de julho -, a TV Universitária (TVU) estrou, na última terça-feira (4), a série &#8220;FIG &#8211; Palco Som na Rural&#8221;. Ao todo, 12 programas com shows e conversas com os diversos artistas que se apresentaram no Palco Som na Rural do FIG 2018 serão exibidos até a semana que antecede o Festival.</p>
<p>Os programas vão ao ar às terças e quintas de junho e julho, sempre às 19h, na TVU Recife, canal digital 11.1, e também pelo link <strong><a href="http://www.ufpe.br/ntvru/aovivo" target="_blank">www.ufpe.br/ntvru/aovivo</a>.</strong> A série é uma produção em parceria entre as equipes da TVU e Som na Rural, que pelo segundo consecutivo ano atuaram juntas na cobertura do festival.</p>
<div id="attachment_69155" aria-labelledby="figcaption_attachment_69155" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/ Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/43631785801_3a1861f94e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-69155 " alt="Jan Ribeiro/ Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/43631785801_3a1861f94e_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Além de Isaar, ps programas apresentam shows de bandas como Tour Hip Hop Mulher, Tiné, Ceum, Lady Laay, Banda Viruz, Juliano Holanda, Tonfil, Flaira Ferro, Vertin Moura, Helton Moura, Paulo Neto, Madimboo, Alef e o Prato de Flores, Bande Desinée, Vinícius Barros, Daniel Bento e Gilú Amaral.</p></div>
<p style="text-align: left;">&#8220;FIG – Palco Som na Rural&#8221; apresenta shows de bandas como Tour Hip Hop Mulher, Tiné, Ceum, Lady Laay, Banda Viruz, Juliano Holanda, Tonfil, Flaira Ferro, Vertin Moura, Helton Moura, Paulo Neto, Madimboo, Alef e o Prato de Flores, Bande Desinée, Vinícius Barros, Daniel Bento, Gilú Amaral e Isaar.</p>
<p>De acordo com Leonardo Klück, diretor de Produção da TVU Recife, o primeiro ano da parceria entre a TV Universitária e o Som na Rural foi no FIG 2017.  &#8220;Eu já estava com essa ideia de cobertura para o Festival por causa na nossa aproximação com o produtor cultural Roger de Renor. Quando ficamos sabendo da história do palco, propomos essa captação dos shows. Em 2018, a TVU foi com a equipe maior já com a intenção de produzir essa série, e contamos também com o apoio do próprio Som na Rural“, explica Leonardo Klück.</p>
<div id="attachment_69157" aria-labelledby="figcaption_attachment_69157" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/42707241155_15bdd15986_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-69157 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/42707241155_15bdd15986_k-607x426.jpg" width="607" height="426" /></a><p class="wp-caption-text">Na opinião de Roger, o segredo do sucesso do polo é a aproximação com o calor do público</p></div>
<p style="text-align: left;">Além de Leonardo Klück, que também dirigiu os programas, Nilton Pereira e Roger de Renor participaram da produção. Quem fez a operação de câmera foi Caio Cagliani, Leonardo Klück e Nilton Pereira. A captação e masterização de aúdio é assinada por Marco da Lata. Outros profissionais também integraram a equipe.</p>
<p>A relação entre Roger de Renor e a TVU é antiga e vinha sendo trabalhada desde a época que Roger teve um programa na TVU, o Sopa Diária, em 2003. &#8220;O Sopa Diária era um projeto da TV Viva desenvolvido entre a minha produtora e a TVU. Desde então a gente vem fazendo essas parcerias, como nas coberturas do Carnaval e algumas coisas ligadas à TV Brasil“, revela Roger de Renor.</p>
<p>Roger de Renor destaca também a parceria com a Secretaria de Cultura e Fundarpe para a realização do Palco Som na Rural durante o FIG, com o apoio de estrutura e equipe técnica para o o palco. &#8220;Um atração à parte é o Napoleão Assunção, diretor e locutor do palco que comanda uma turma de alto nível profissional. É uma coisa coletiva mesmo“.</p>
<div id="attachment_42421" aria-labelledby="figcaption_attachment_42421" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juarez Ventura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/som-na-rural_fig_juarezventura.jpg"><img class="size-medium wp-image-42421" alt="Juarez Ventura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/som-na-rural_fig_juarezventura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Em 2019, o Palco Som na Rural comemora quatro anos de existência no Festival de Inverno de Garanhuns</p></div>
<p>Em 2019, o Palco Som na Rural comemora quatro anos de existência no Festival de Inverno de Garanhuns. Na opinião de Roger, o segredo do sucesso do polo é a aproximação com o calor do público. &#8220;A gente vive num tempo que as pessoas estão procurando uma interação com o artista, uma coisa mais humana e horizontal. E o Som na Rural oferece isso, numa condição técnica de palco e luz muito bons e com uma equipe de palco de primeira, no mesmo nível do Palco Dominguinhos, mas sem aquela distância“, avalia Roger.</p>
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		<title>Ave Sangria ressurge com novas canções no palco da música psicodélica</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Feb 2019 14:21:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Quarenta e cinco anos depois de ter lançado o intrigante disco homônimo, a Ave Sangria ressurgiu no palco da música psicodélica apresentando canções do novo disco batizado de ‘Vendavais’ . No último sábado (9), durante o Festival Guaiamum Treloso Rural, em Camaragibe, o grupo &#8211; atualmente formado por Marco Polo (vocal), Paulo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66844" aria-labelledby="figcaption_attachment_66844" class="wp-caption img-width-536 aligncenter" style="width: 536px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Internet</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/marcopolo1.jpg"><img class="size-full wp-image-66844 " alt="Reprodução/Internet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/marcopolo1.jpg" width="536" height="362" /></a><p class="wp-caption-text">‘O poeta’, ‘Sete minutos’, ‘Ser’, ‘Vendavais’ e o single ‘Dia a dia’ foram as músicas inéditas tocadas no palco do GTR</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Marcus Iglesias</em></p>
<p>Quarenta e cinco anos depois de ter lançado o intrigante disco homônimo, a Ave Sangria ressurgiu no palco da música psicodélica apresentando canções do novo disco batizado de ‘Vendavais’ . No último sábado (9), durante o Festival Guaiamum Treloso Rural, em Camaragibe, o grupo &#8211; atualmente formado por Marco Polo (vocal), Paulo Rafael (guitarra), Almir Oliveira (violão), Juliano Holanda (baixo), Júnior do Jarro (bateria) e Gilú Amaral (percussão) – cantou e tocou para seus fãs cinco das onze músicas inéditas que estarão no álbum a ser lançado em abril deste ano.</p>
<p>‘O poeta’, ‘Sete minutos’, ‘Ser’, ‘Vendavais’ e o single ‘Dia a dia’, segundo Almir, foram as músicas inéditas apresentadas no palco do GTR. Sobre o novo single, que conta com um lyric vídeo disponível na internet, o violonista do Ave Sangria explica que é a primeira vez que a música foi gravada em estúdio, “mas em 1974 tocamos ela no Perfumes y Baratchos, no Teatro de Santa Isabel, e o registro daquele show ficou gravado numa fita k-7, transformado posteriormente em LP e CD, que foi até o Marco da Lata e o pessoal do Anjo Gabriel quem organizou pra gente”. A ilustração do single e da capa é assinada por Neilton Carvalho, ilustrador e guitarrista do Devotos.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/RxNSEBVT1l4" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>“Naquela época, em 1974, nos éramos jovens e os mais velhos encarceraram nossa obra musical. Agora, em 2019, nós somos os mais velhos e os jovens nos libertaram desse cárcere. Foram eles que trouxeram a gente de volta. Então o que estamos fazendo é retribuir o que fizeram pela gente. Não houve mídia, empresário, nada disso. Foi a juventude, através da internet, que, fez isso aqui acontecer: um segundo disco, 45 anos depois de lançado o primeiro”, comemora o violonista do Ave.</p>
<p>Depois de anos sem tocar tantas músicas inéditas, havia uma expectativa por parte do público &#8211; e da própria banda &#8211; em relação à aceitação deste novo disco. “Você sempre fica, né? Eu acho que a reação foi muito boa. Lembro que quando a gente cantava uma música nova, as pessoas ficavam paradas, prestando atenção. E aos poucos elas iam começando a repetir vocalmente o que era um refrão de volta. Acho que o Ave Sangria cria um instrumento de conexão entre o público e o palco. Não é uma coisa solta, isolada. É conectada. E isso é muito bom, porque é uma das poucas bandas que quando canta alguma coisa todo mundo canta junto”, opina Marco Polo.</p>
<div id="attachment_66829" aria-labelledby="figcaption_attachment_66829" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marlon Diego/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Guaiamum2019-231.jpg"><img class="size-medium wp-image-66829 " alt="Marlon Diego/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Guaiamum2019-231-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Depois de anos sem tocar com frequência músicas inéditas, havia uma expectativa por parte do público &#8211; e da própria banda &#8211; em relação às músicas desse novo disco</p></div>
<p>“Ave Sangria é isso, uma banda que interage com as pessoas ao mesmo tempo em que brinca e critica tudo. A gente está num mundo extremamente reacionário, e a primeira vez que lançamos um disco foi em plena ditadura militar. Agora voltamos com um novo CD em pleno empoderamento da extrema-direita. Parece uma sina, uma necessidade da gente de quebrar o pau e dizer que a gente merece coisa melhor. É isso que o Ave Sangria faz”, filosofa o vocalista da banda, fazendo uma comparação entre os momentos políticos e sociais dos dois discos.</p>
<p>O convite para realizar a produção musical deste novo trabalho, conta Juliano Holanda, surgiu por conta da relação íntima que ele que tem com a banda enquanto músico e pessoa. “Sou amigo deles. Meu pai dividiu casa com Almir e Ana, que é filha de Almir, e minha amiga de infância. Brinco que Almir me cevou durante esse tempo, porque sempre convivi com a música do Ave Sangria. E quando houve convite, a princípio, era pra que eu me apresentasse apenas em um show no Teatro de Santa Isabel pra tocar baixo. Aquilo foi tomando um caminho natural de seguir fazendo as apresentações, mas não era a ideia do início”.</p>
<div id="attachment_66842" aria-labelledby="figcaption_attachment_66842" class="wp-caption img-width-460 aligncenter" style="width: 460px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Instagram</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Almir.jpg"><img class="size-medium wp-image-66842 " alt="Reprodução/Instagram" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Almir-460x486.jpg" width="460" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Há uma identificação musical e pessoal. Assim as coisas fluem de uma maneira muito singular, porque todo mundo participa das ideias que surgem&#8221;, explica Almir, sobre a atual formação da banda</p></div>
<p>A formação atual, com três músicos da expoente cena pernambucana (Juliano Holanda, Júnior do Jarro e Gilú Amaral) também foi se constituindo de forma natural. “(Júnior) Do Jarro já tocava bateria com eles, quando o Anjo Gabriel se apresentava antes do Paulinho voltar para a banda. Na verdade, era uma formação com o Anjo Gabriel, Almir e Marco Polo. E foi natural manter Júnior do Jarro na história. Gilú tem uma história bem diversa e conhecia bem o som deles. No final são três fãs que dão o sangue em cima do palco”.</p>
<p>Hoje, além de ter produzido o novo álbum, Juliano Holanda conta que, assim como Jarro e Gilú, também se sente parte da banda. ”Não é aquela coisa de músicos contratados. Todo mundo interage, e há uma cumplicidade e respeito e admiração mútua. Acho que esse show e o disco são muito fruto disso”. A mesma opinião é compartilhada pelo músico Almir. “Somos a mesma banda. O entrosamento é fundamental, tanto fora do palco com dentro. Há uma sintonia e felicidade muito grande. É na cozinha que está o tempero e a sustância”.</p>
<div id="attachment_66830" aria-labelledby="figcaption_attachment_66830" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marlon Diego/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Guaiamum2019-283.jpg"><img class="size-medium wp-image-66830" alt="Marlon Diego/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Guaiamum2019-283-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Acho que o Ave Sangria cria um instrumento de conexão entre o público e o palco. Não é uma coisa solta, isolada. É conectada&#8221;, opina Marco Polo, vocalista do Ave</p></div>
<p>Almir detalha que não foram realizados tantos ensaios antes do show no Guaiamum Treloso Rural porque reunir a banda é uma verdadeira engenharia. E que o entrosamento visto entre os seis músicos no palco se dá simplesmente por conta da sintonia entre eles. “Há uma identificação musical e pessoal. Assim as coisas fluem de uma maneira muito singular, porque todo mundo participa das ideias que surgem. Uns tem mais experiência, outros estão vindo como novo gás e novas ideias. A mola propulsora está mais vibrante”, ressalta Almir.</p>
<p>Sobre o disco, Juliano explica que ele surgiu a partir de dois caminhos espontâneos: uma necessidade criativa dos artistas e também uma demanda do mercado fonográfico. “Quando a gente começou a se apresentar havia sempre o interesse de tocar músicas novas. E depois que estabelecemos uma parceria com a Sunset Produções, tivemos que ter um disco novo para justificar uma nova turnê”. Ainda segundo ele, o selo de lançamento está em negociação, mas a produção do novo CD foi feita de forma independente.</p>
<p>Na pré-produção, o Ave Sangria não sabia por onde começar. Havia em mãos um material de composições dos anos 80 e 90, e em paralelo o problema dos universos pós Ave Sangria: os antigos integrantes evoluíram para lugares muito distintos. “Ficamos um mês tentando harmonizar os três artistas até chegar numa opção. Depois de feito, parece que foi fácil, mas não foi. Descobrimos que eles tinham musicas inéditas não gravadas da época que eram uma banda e ensaiavam juntos na década de 70. Principalmente umas composições conjuntas de Almir e Marco Polo. Fomos atrás delas, e Marco tinha várias gravadas em k-7”, lembra Juliano Holanda.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ddDmEKE8ADU" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Depois de um tempo discutindo sobre quais trilhas percorrer, a banda entendeu que seria interessante que o novo disco tivesse uma estrutura parecida com a do primeiro. “Criei então um processo que chamamos de Leis e Diretrizes, e a diretriz básica era que só teria no segundo disco o que tivesse no primeiro. Como se estivéssemos em 1974. E quando a gente viu o material era muito bom. Podia ter gravado um disco com 30 músicas, se quisesse”, brinca Holanda.</p>
<p>O disco foi gravado no Rio de Janeiro, no estúdio de Carlos Trilha, para criar uma situação que fosse semelhante a do primeiro. As músicas foram gravadas e mixadas de forma analógica, usando uma mesa SSL, no estúdio que foi do Legião Urbana. Todos os músicos gravaram as músicas juntos, cada um numa sala, e em dez dias o álbum estava pronto. “Acho que tem uma tônica muito forte em relação à produção do primeiro para esse, porque o anterior não teve muito tempo pra ser produzido, nem tanto cuidado e carinho como esse”, avalia o produtor musical. “Gravamos, na verdade, 13 músicas, e duas serão lançadas posteriormente como outros singles”, conclui Juliano Holanda.</p>
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		<title>Passa Disco celebra 15 anos e lança coletânea da nova cena pernambucana</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Nov 2018 18:39:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um verdadeiro oásis para os colecionadores de álbuns físicos do Estado, a loja Passa Disco é o lugar certo para quem busca CDs e LPs nacionais, principalmente pernambucanos. Para comemorar seus 15 de existência (e resistência ao mercado digital), o espaço contará com uma festa nesta quarta-feira (28), a partir das 20h, quando lançará o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_64838" aria-labelledby="figcaption_attachment_64838" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/42989469064_324a1b6e33_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-64838" alt="Felipe Souto Maior" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/42989469064_324a1b6e33_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Isadora Melo, Almério e Martins estão entre os artistas que integram a coletânea &#8220;ARRISQUE!&#8221;.</p></div>
<p>Um verdadeiro oásis para os colecionadores de álbuns físicos do Estado, a loja Passa Disco é o lugar certo para quem busca CDs e LPs nacionais, principalmente pernambucanos. Para comemorar seus 15 de existência (e resistência ao mercado digital), o espaço contará com uma festa <strong>nesta quarta-feira (28), a partir das 20h, quando lançará o disco “ARRISQUE!”</strong>. O material é a oitava coletânea preparada pela própria Passa Disco e apresenta 18 artistas pernambucanos que surgiram na nova cena local desde a criação da loja, em 2003. Estão entre as faixas “O filósofo no trapézio”, interpretada por Aninha Martins, “Coisa Mais Bonita”, de Flaira Ferro, e “Máquinas”, da banda instrumental Kalouv.</p>
<p><strong>A festa de comemoração contará com pocket shows de nomes como André Macambira, Martins, Romero Ferro, Sofia Freire e Tonfil, entre outros cantores que também integram coletânea, além das participações especiais de Juliano Holanda e Lucas dos Prazeres</strong>. A entrada para o evento é gratuita, mas quem desejar adquirir uma cópia da “ARRISQUE!”, poderá comprar por R$ 19,90. Na ocasião, João Datz, mais conhecido entre os pernambucanos como “Irmão Evento”, também ganhará um lugar na Academia Passa Disco da Música Nordestina, tendo como patrono o maestro Nelson Ferreira. A personalidade passara a compor a Academia, criada em 2008, ao lado de ilustres como Lenine, Elba Ramalho, Silvério Pessoa, Maciel Melo e Lula Queiroga.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/46479392_2099630786760385_7910616442473545728_n.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-64834" alt="46479392_2099630786760385_7910616442473545728_n" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/46479392_2099630786760385_7910616442473545728_n-343x486.png" width="343" height="486" /></a></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO:<br />
</span></b>15 anos da loja Passa Disco e lançamento da coletânea “ARRISQUE!”<br />
Quando: Nesta quarta-feira, às 20h<br />
Onde: Loja Passa Disco (Rua da Hora, 345 – Espinheiro/ Recife)<br />
Entrada Gratuita<br />
Preço do disco “ARRISQUE!”: R$ 19,90</p>
]]></content:encoded>
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		<title>5ª edição do Studio Tear apresenta Almério, Juliano Holanda e Álefe</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/5a-edicao-do-studio-tear-apresenta-almerio-juliano-holanda-e-alefe/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Oct 2018 14:44:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Juliano Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[Studio Tear]]></category>

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		<description><![CDATA[A noite de sexta-feira (19) em Garanhuns terá a força musical de três nomes da nova cena pernambucana. Almério, Juliano Holanda e Álefe são as atrações da 5ª edição do Studio Tear, projeto idealizado pela produtora cultural Stephany Metódio, e que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura. Realizado em parceria [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A noite de sexta-feira (19) em Garanhuns terá a força musical de três nomes da nova cena pernambucana. Almério, Juliano Holanda e Álefe são as atrações da 5ª edição do Studio Tear, projeto idealizado pela produtora cultural Stephany Metódio, e que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura.</p>
<div id="attachment_63777" aria-labelledby="figcaption_attachment_63777" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/colagem-tear.jpg"><img class="size-medium wp-image-63777" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/colagem-tear-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Álefe, Juliano Holanda e o cantor Almério são as atrações deste mês</p></div>
<p>Realizado em parceria com o Aldeia Tear, o projeto apresenta nesta edição o cantor Almério, nascido em Altinho/PE e vencedor da 29ª edição do Prêmio da Música Brasileira (PMB) na categoria Cantor Revelação. Ao seu lado, estará uma das maiores referências da música contemporânea, Juliano Holanda, requisitado produtor, diretor musical, instrumentista e compositor, com mais de 100 canções gravadas por diversos artistas, incluindo a assinatura da trilha sonora original para a minissérie Amorteamo, produzida e exibida pela Rede Globo. Mantendo o costume do projeto, um artista da região do Agreste Meridional, Álefe, assume o papel de anfitrião, recebendo e compartilhando a sua arte com os convidados e o público.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>Data: Sexta-feira, 19 de outubro<br />
Local: Aldeia Tear &#8211; Rua Antônio Penante, 480, Garanhuns/PE<br />
Hora: 21h &#8211; abertura do espaço | 22h &#8211; início das apresentações<br />
Ingressos: R$ 12 pelo <a href=" https://www.sympla.com.br/studio-tear---ed-5__379847" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Olhos e ouvidos do RIO2C atentos à cultura de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2018 19:28:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Amaro Freitas]]></category>
		<category><![CDATA[Aninha Martins]]></category>
		<category><![CDATA[Flaira Ferro]]></category>
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		<category><![CDATA[Isadora Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Juliano Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[martins]]></category>
		<category><![CDATA[Romero Ferro]]></category>

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		<description><![CDATA[Tiago Montenegro  Sob o calor de um fim de tarde carioca, centenas de pessoas, de diversos cantos do País, se aglomeraram em frente ao palco montado na Cidade das Artes (Rio de Janeiro) no sábado, 07 de abril, para sentir um pouco da força e da beleza que marcam mais um momento da música produzida [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59422" aria-labelledby="figcaption_attachment_59422" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rogério Resende</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/show-geral.jpg"><img class="size-medium wp-image-59422" alt="Rogério Resende" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/show-geral-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Primeira edição do Festivália reuniu artistas e bandas brasileiras, promovendo a integração entre os maiores festivais de música do País</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Tiago Montenegro </strong></p>
<p>Sob o calor de um fim de tarde carioca, centenas de pessoas, de diversos cantos do País, se aglomeraram em frente ao palco montado na Cidade das Artes (Rio de Janeiro) no sábado, 07 de abril, para sentir um pouco da força e da beleza que marcam mais um momento da música produzida em Pernambuco. O show “Nova Cena Pernambucana”, representou o Festival de Inverno de Garanhuns na programação do Festivália, o “Festival dos Festivais” inserido na programação do Rio Creative Conference (Rio2C 2018), o maior encontro de criatividade e inovação da América Latina.</p>
<p>Com direção musical de Juliano Holanda, o show apresentou a um público formado especialmente por entusiastas da nova música brasileira, jornalistas, produtores e curadores musicais os cantores <a href=" https://www.facebook.com/almerioficial" target="_blank"><strong>Almério</strong></a>, <a href="https://www.facebook.com/RomeroFerroOficial/" target="_blank"><strong>Romero Ferro</strong></a> e <a href="https://www.facebook.com/Martins-1753409401572127/" target="_blank"><strong>Martins</strong></a>; as cantoras<a href="https://www.facebook.com/isaar.divulgacao/" target="_blank"><strong> Isaar</strong></a>, <a href="https://www.facebook.com/iisadora/" target="_blank"><strong>Isadora Melo</strong></a>, <a href="https://www.facebook.com/aninhamartinsesquartejada/" target="_blank"><strong>Aninha Martins</strong> </a>e <a href="https://www.facebook.com/flairaoficial/" target="_blank"><strong>Flaira Ferro</strong></a>; e ainda os instrumentistas <a href="https://www.facebook.com/AmaroFreitaspiano/" target="_blank"><strong>Amaro Freitas</strong></a>, <a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=1647713004" target="_blank"><strong>Philipe Moreira Sales</strong></a>, Rafa B e <a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=100008318871334" target="_blank"><strong>Rogê Victor</strong></a>.</p>
<div id="attachment_59424" aria-labelledby="figcaption_attachment_59424" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rogério Resende</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/show-todos.jpg"><img class="size-medium wp-image-59424" alt="Rogério Resende" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/show-todos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Amaro Freitas, Almério, Flaira Ferro, Martins, Isaar, Romero Ferro, Aninha Martins, Isadora Melo e Juliano Holanda</p></div>
<p>“A nova cena pernambucana me encantou porque mostrou um show consistente, onde todos os artistas cantaram entre si, interpretaram canções uns dos outros. Mostraram não apenas seu trabalho, sua força individual, mas a força do conjunto. Existe uma nova cena pernambucana muito transformadora que a gente precisa dar eco, fazer com que ela ande cada vez mais”, destacou Zé Ricardo, cantor, compositor e curador do Festivália.</p>
<div id="attachment_59419" aria-labelledby="figcaption_attachment_59419" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcos Hermes</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/show3.jpeg"><img class="size-medium wp-image-59419" alt="Marcos Hermes" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/show3-324x486.jpeg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Cumplicidade e colaboração marcaram o show</p></div>
<p>Do fazer coletivo de novos arranjos para as músicas, da generosidade e do cuidado de cada artista com as composições do outro, passando pelo clima de amizade e colaboração com figurino e maquiagem, unidade e representação definem bem o que se viu por lá. A cantora Flaira Ferro, pouco antes de interpretar – junto às outras mulheres no palco – sua composição “Coisa Mais Bonita”, fez questão de ressaltar “que cada artista presente traz consigo milhares de outros artistas que não puderam estar aqui hoje, mas que compõem a cena da música pernambucana”. Para Juliano Holanda, um dos elementos que dão unidade a esta geração de artistas é o fato de “praticamente todos terem sido formados no FIG, tanto no palco, como no público do Festival”. “Subimos com essa noção muito clara de estar representando tantos outros artistas e apresentar um recorte deste momento atual da música pernambucana”, continuou o diretor musical.</p>
<div id="attachment_59423" aria-labelledby="figcaption_attachment_59423" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rogério Resende</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/show-meninas.jpg"><img class="size-medium wp-image-59423" alt="Rogério Resende" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/show-meninas-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Empoderamento e representatividade feminina também foram tônicas do show</p></div>
<p>Em meio às treze músicas apresentadas, couberam ainda homenagens a pernambucanos consagrados cujas composições dialogam com o trabalho dos artistas no palco: “Sol e Chuva”, de Alceu Valença, “Desterro”, de Reginaldo Rossi, “Pense N’eu”, de Luiz Gonzaga, e “Preta “Cirandeira”, de Lia de Itamaracá. Iluminado por <strong>Natalie Revorêdo</strong>, o show contou ainda com projeções de <strong>Gabriel Furtado</strong> desenvolvidas a partir de um mergulho nos filmes em Super8 de Jommard Muniz de Brito. “Foi a forma que encontramos de aliar a potência da nossa música à força inventiva, à busca pela liberdade e por uma linguagem própria que marca historicamente o audiovisual pernambucano”, explicou André Brasileiro, diretor artístico do show.</p>
<div id="attachment_59426" aria-labelledby="figcaption_attachment_59426" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Bruno de Lima</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/andré_.jpg"><img class="size-medium wp-image-59426" alt="Bruno de Lima" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/andré_-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O diretor artístico do FIG, André Brasileiro, teve a oportunidade de apresentar o Festival, ao lado de realizadores de outros eventos importantes, como o MIMO Festival e o NOAR Coquetel Molotov</p></div>
<p>“Representando o Governo de Pernambuco, realizador do FIG, tenho certeza de que nosso objetivo foi alcançado, que era o de apresentar este novo ambiente da música pernambucana, perceber este encontro como uma grande oportunidade para divulgar nacionalmente o Festival e, especialmente, esses maravilhosos artistas que se dedicaram intensamente, que emprestaram seus talentos e suas almas para apresentar um espetáculo lindo como o que vimos”, comemorou Márcia Souto, Presidente da Fundarpe. A gestora destacou ainda que o show “refletiu a política cultural em curso no Estado, como a política de editais para ciclos festivos e do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) que, desde 2017, disponibiliza um edital específico para a Música, destinando cerca de R$ 4,7 milhões para projetos de circulação, gravação, manutenção de bandas, entre outras categorias”.</p>
<div id="attachment_59417" aria-labelledby="figcaption_attachment_59417" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcos Hermes</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/show.jpeg"><img class="size-medium wp-image-59417" alt="Marcos Hermes" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/show-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Minutos antes de subirem ao palco, uma roda de boas energias</p></div>
<p>A positiva repercussão do FIG foi sentida ainda nos comentários do público, produtores musicais de reconhecimento internacional e outros artistas convidados do evento. “Convidei o FIG para fazer parte da programação porque o FIG é mais do que um festival de música, é uma experiência imperdível, por toda a pluralidade artística que ele apresenta. O Brasil precisa conhecer mais o FIG, precisa ter mais proximidade com esse importante festival que já fez tanto pela música brasileira, que revela tantos nomes e dá espaço para artistas de todos os tamanhos mostrarem sua arte”, convidou Zé Ricardo, curador do Festivália.</p>
<div id="attachment_59421" aria-labelledby="figcaption_attachment_59421" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tiago Montenegro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/show-manifesto.jpg"><img class="size-medium wp-image-59421" alt="Tiago Montenegro " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/show-manifesto-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Artistas fizeram manifesto sobre os eventos políticos recentes do País</p></div>
<p><strong>Confira abaixo um trecho do show  &#8220;Nova Cena Pernambucana&#8221;, apresentado pela primeira vez no dia 07/04/2018:</strong></p>
<div style="position: relative; height: 0; padding-bottom: 56.25%;"><iframe style="position: absolute; width: 100%; height: 100%; left: 0;" src="https://www.youtube.com/embed/qpAGMafJOBM?ecver=2" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></div>
<p>Ouça as canções do repertório apresentado:</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=xXXtdihsQUE" target="_blank"><strong>1- Altas Madrugadas</strong> </a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=cj0_ds7O7sQ" target="_blank"><strong>2 – De Leve</strong> </a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=4W8Jo-4IqcQ" target="_blank"><strong>3 &#8211; Coisa Mais Bonita</strong> </a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=cSbZj2MfWkM" target="_blank"><strong>4 &#8211; Queria ter pra te dar</strong> </a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=Wng_HNlDNAo" target="_blank"><strong>5 – O Medo em Movimento</strong></a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=cCa37VC_dtw" target="_blank"><strong>6 – Braseiro</strong> </a><br />
7 – Trupé<br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=Q1n9aV79690&amp;list=PL3mEAglhaQ-6Tde2GMdijCrV9VtK8sMc4" target="_blank"><strong>8 &#8211; Faz ideia</strong> </a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=RPtTVb0Ce18" target="_blank"><strong>9 &#8211; Desterro</strong></a><br />
10 – Me dê<br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=Srl2DaTrnsQ" target="_blank"><strong>11 &#8211; Preta cirandeira</strong> </a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=Q9n7oz0-yW0" target="_blank"><strong>12 – Pense n’eu</strong> </a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=mmUMf7DJRws" target="_blank"><strong>13 &#8211; Sol e Chuva</strong></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong><br />
AUDIOVISUAL TAMBÉM MARCOU PRESENÇA</strong></span></p>
<p>Vinte e seis empresas produtoras audiovisuais do estado também foram escaladas para promover a cultura pernambucana e articular novos negócios no RioContentMarket 2018. Uma parceria entre o Governo de Pernambuco (Secult/Fundarpe), o Sebrae/PE e a Brasil Audiovisual Independente (Bravi) viabilizou a participação de uma das maiores delegações brasileiras no encontro, que reuniu executivos de mídias digitais, broadcasting e mobile, programadores, publicitários, distribuidores, criadores, produtores e compradores de conteúdo de mais de 36 países.</p>
<div id="attachment_59414" aria-labelledby="figcaption_attachment_59414" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/AUDIOVISUAL.jpg"><img class="size-medium wp-image-59414" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/AUDIOVISUAL-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Parte da delegação do audiovisual pernambucana</p></div>
<p>De acordo com a Gerente de Formação e Projetos Especiais da Secult-PE, Tarciana Portella, “mais de 40 representantes do audiovisual pernambucano participaram do encontro, que este ano trouxe como novidade a incorporação dos segmentos de inovação, jogos e música. Esse encontro é de fundamental importância para consolidarmos a política para o audiovisual, que prevê a atuação regionalizada, mas também o desenvolvimento de coproduções com parceiros até internacionais”.</p>
<p>O produtor Chico Ribeiro (Rec Produções), que também é membro do Conselho da Bravi, avaliou como “super importante essa parceria que começou no ano passado, quando realizamos no Recife o RioContent Lab, que é um laboratório pra esse evento”. Chico destaca que, nesta edição, “além das produtoras, representantes de veículos de comunicação públicos e privados, como a Empresa Pernambuco de Comunicação, a TV Clube e a TV Jornal, também participaram, o que reforça a necessidade de reunir os mais diversos atores da cadeia”.</p>
<div id="attachment_59427" aria-labelledby="figcaption_attachment_59427" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rogerio Resende</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/arena-de-conteudo.jpg"><img class="size-medium wp-image-59427" alt="Rogerio Resende" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/arena-de-conteudo-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Participantes tiveram acesso a espaços como a Arena de Conteúdos, voltada à apresentação de projetos audiovisuais bem sucedidos</p></div>
<p>Ao final do encontro, Rodrigo Homem (Na Lata Filmes), um dos realizadores integrantes da caravana pernambucana, comemorou “a boa aceitação de um projeto desenvolvido a partir da consultoria de roteiros ofertada no Recife, foi uma oportunidade única de estar num mesmo local com todos os elos da cadeia do audiovisual”.</p>
<p>Para Milena Evangelista, coordenadora do Audiovisual da Secult-PE, o sucesso da recepção aos projetos de Pernambuco reflete ainda “a consolidação de uma política forte e inovadora para o audiovisual no Estado, que só de 2011 até hoje já aportou mais de R$ 115 milhões em 530 curtas, longas e produtos para a televisão, e estabeleceu cotas no edital do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) para mulheres realizadoras, populações negras, indígenas e trabalhadores do audiovisual atuantes no interior”.</p>
<p>Confira <a href="https://www.flickr.com/photos/rio2c/albums" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a> mais imagens do <strong>RIO2C 2018 </strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Capibaribe de La Plata promove encontro musical entre Pernambuco e Buenos Aires</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/capibaribe-de-la-plata-promove-encontro-musical-entre-pernambuco-e-buenos-aires/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Sep 2017 18:05:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Capibaribne de la plata]]></category>
		<category><![CDATA[Ensamble Chancho a Cuerda]]></category>
		<category><![CDATA[governo de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Isadora Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Juliano Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Marques]]></category>
		<category><![CDATA[Zé Manoe]]></category>

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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias A música pernambucana tem um encontro marcado com a sonoridade argentina durante o projeto Capibaribe de La Plata, que acontecerá da próxima terça (26) até o sábado (30), numa semana intensa de atividades com os hermanos. O grupo argentino convidado para essa experiência foi o Ensamble Chancho a Cuerda, de Buenos Aires, que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_53708" aria-labelledby="figcaption_attachment_53708" class="wp-caption img-width-600 aligncenter" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Internet</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/isadora-ze-juliano-site.jpg"><img class="size-full wp-image-53708" alt="Reprodução/Internet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/isadora-ze-juliano-site.jpg" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Os músicos pernambucanos Juliano Holanda, Isadora Melo e Zé Manoel, além de Rafael Marques, participam do intercâmbio cultural com a banda argentina</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>A música pernambucana tem um encontro marcado com a sonoridade argentina durante o projeto <strong>Capibaribe de La Plata</strong>, que acontecerá da próxima terça (26) até o sábado (30), numa semana intensa de atividades com os <em>hermanos</em>. O grupo argentino convidado para essa experiência foi o<strong> <a href="https://chanchoacuerda.bandcamp.com/" target="_blank">Ensamble Chancho a Cuerda</a></strong>, de Buenos Aires, que fará uma troca – entre debates, intercâmbios culturais e apresentações musicais em diversos espaços do Recife e Olinda &#8211; com destaques da atual cena independente de Pernambuco, nomes como <a href="https://soundcloud.com/cadeisadora" target="_blank">Isadora Melo</a>, <a href="www.julianoholanda.com.br" target="_blank">Juliano Holanda</a>, <a href="https://soundcloud.com/saracotiaofficial" target="_blank">Rafael Marques</a> e <a href="www.zemanoel.com.br" target="_blank">Zé Manoel</a>.</p>
<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, o projeto é idealizado e realizado pelas produtoras Mery Lemos, Laura Proto e Renata Gamelo, com apoio do Paço do Frevo, Estúdio Oráculo e a Embaixada do Brasil em Buenos Aires. <em>“Tudo começou quando a Renata passou uma temporada em 2012 numa residência artística na área do design em Buenos Aires. Durante esse período, ela considerou as várias conexões que existiam entre a capital argentina e Pernambuco, e trouxe pra cá essa bagagem. Como já desenvolvíamos juntas alguns projetos na área da música, calhou da gente realizar um intercâmbio com uma abordagem, desta vez, musical”,</em> explica Mery Lemos, que adianta que o grupo já discute a possibilidade de edições com outras linguagens, como o cinema, por exemplo.</p>
<div id="attachment_51097" aria-labelledby="figcaption_attachment_51097" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_8750.jpg"><img class="size-medium wp-image-51097" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_8750-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Durante o FIG deste ano, Isadora Melo esteve no palco ao lado dos músicos Rafael Marques (bandolim), e Juliano Holanda (guitarra), além de outros artistas</p></div>
<p><em>“A ideia é fazer com que o grupo Ensamble Chancho a Cuerda, que é uma banda bem legal e articulada na Argentina, troque experiências com os artistas pernambucanos. Queremos mesmo é misturar os sons, mas o evento prevê também uma mesa de debates pra falar um pouco sobre como funciona o mercado na Argentina e no Recife”,</em> adianta a produtora. O encontro será na terça (26), às 18h, no Coletivo Sexto Andar, e terá a presença dos músicos Juliano Holanda e Nahuel Carfi, com mediação de Carlos Gomes (revista Outros Críticos). Na sequência, haverá um pocket show da Ensamble Chancho a Cuerda, às 20h.</p>
<p>Septeto iniciado em 2006, a Ensamble Chancho a Cuerda tem a proposta de realizar um trabalho colaborativo, que vai das composições próprias, arranjos canções e improvisações livres, criando uma musica popular contemporânea sem gênero. O grupo é formado pelos músicos Manuel Rodríguez Riva (clarinete, clarón e harmônica), Lautaro Matute (violão, guitarra, bandurría e voz), Nicolás Rallis (guitarras, ronroco e voz), Joaquín Chibán (violin e viola), Julián Galay (contrabaixos), Nahuel Carfi (pianos, sintetizador e voz) e Agustín Lumerman (bateria e percussão).</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/JVm1gDCAEjc" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A banda já lançou três albuns: <strong>Contrastes</strong> (2010), <strong>Subversiones</strong> (2012) e <strong>Deconstrucción</strong> (2014) – este último indicado ao Prêmio Gardel de Melhor Engenharia de Gravação, em 2015. Além disso, Integram curadorias de festivais de musica e ações colaborativas de promoção de carreria, como o coletivo <a href="https://elefanteenlahabitacion.bandcamp.com/" target="_blank">Elefante en la Habitación</a>, onde conseguem gravar, editar e distribuir seus discos. Atualmente, estão em processo de gravação do seu quarto albúm, ainda sem título.</p>
<p>Durante a semana, a programação segue com a residência artística e troca de experiências sonoras e de estratégias de gestão de carreira no campo da música, no Pequeno Latifúndio, projeto da jornalista Aline Feitosa, e no Casbah, em Olinda. O encerramento será no Paço do Frevo, no sábado (30), às 16h, com a apresentação do repertório nascido desse intercâmbio cultural entre os músicos recifenses e argentinos. Na ocasião, o Capibaribe de La Plata (formado por Isadora Melo, Juliano Holanda, Rafael Marques e Zé Manoel) e o Ensamble Chancho a Cuerda visitarão as obras dos pernambucanos que, de sua parte, farão um passeio pelos três discos da banda argentina. A culminância será com frevo, seja por meio de revisitas aos clássicos ou apresentação de novas composições dos músicos. Para este momento, algumas participações especiais estão confirmadas, entre elas, os músicos Henrique Albino e Gilú Amaral – que participam ainda de uma jam do projeto na sexta, 28, no Casbah.</p>
<div id="attachment_14294" aria-labelledby="figcaption_attachment_14294" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/juliano-holanda1.jpg"><img class="size-medium wp-image-14294" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/juliano-holanda1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">De acordo com Juliano Holanda, montagem do espetáculo começou há um mês, via internet</p></div>
<p><em>“Faz um mês que a gente está nessa conversa do formato do show pela internet, discutindo os pontos e partindo de uma lógica que é fazer com que o repertório tenha um diálogo musical. É importante antes se reconhecer pra depois criar algo junto, e percebemos que há coisas nossas que parecem com as deles, e deles com coisas nossas. Combinamos que, no Paço do Frevo, vamos tocar umas seis músicas nossas e eles seis deles. A proposta é que seja um espetáculo construído em conjunto, que haja um diálogo, e estamos bem abertos para isso”,</em> explica Juliano Holanda, que assina a direção musical do espetáculo.</p>
<p>De acordo com Mery Lemos, a segunda etapa do projeto será realizada em novembro, quando o Capibaribe de La Plata viaja para Buenos Aires. <em>“O objetivo basicamente é esse: Que Recife possa conhecer a música argentina e vice-versa. Quando formos pra lá, a articulação dos shows e debates será toda feita pelo pessoal da Ensamble Chancho a Cuerda, que já está produzindo e fechando os locais. Vai ser uma troca interesante”.</em></p>
<p><strong>CAPIBARIBE DE LA PLATA | Etapa Recife</strong><br />
<strong>PROGRAMAÇÃO:</strong></p>
<p><strong>Terça-feira (26) | 18h </strong><br />
Coletivo Sexto Andar (Edf. Pernambuco – Av. Dantas Barreto 324, 6o andar)<br />
Roda de Conversa sobre empreendedorismo musical com Juliano Holanda, Nahuel Carfi e demais integrantes do projeto com mediação Carlos Gomes (revista Outros Críticos)  + Pocket Show da Ensamble Chancho a Cuerda, 20h<br />
Entrada Gratuita e sujeita a lotação do espaço</p>
<p><strong>Quarta-feira  (27) | 20h</strong><br />
Pequeno Latifúndio (Rua Gomes Pacheco, 426, Espinheiro, Recife) &#8211; Pocket Show de Nahuel Carfi (lider) e Juliano Holanda.</p>
<p><strong>Sexta-feira (29) | 20h</strong><br />
Casbah (Rua 27 de Janeiro, Carmo, Olinda)<br />
Jam session do Ensamble Chancho a Cuerda + Capibaribe de La Plata (os quatro) e músicos convidados<br />
Entrada Gratuita e sujeita a lotação do espaço</p>
<p><strong>Sábado(30) | 16h</strong><br />
Paço do Frevo<br />
Show do Ensamble Chancho a Cuerda + Capibaribe de La Plata.<br />
Ingressos: Acesso comum ao Museu R$ 8 (inteira) e R$ 4(meia entrada)</p>
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