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	<title>Portal Cultura PE &#187; Jurema Sagrada</title>
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		<title>Pesquisa inédita revela cidade pernambucana entre as maiores concentrações de casas de culto afro-indígenas do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 17:07:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A cidade de Paudalho, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, acaba de ganhar visibilidade nacional e internacional, por meio da internet, com a divulgação do “Dossiê Território Ancestral”, levantamento inédito que identificou 19 casas de culto afro-indígena em funcionamento, colocando o município entre as maiores concentrações de terreiros do Brasil. Com incentivo da Política [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121819" aria-labelledby="figcaption_attachment_121819" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Pesquisa-inédita-revela-cidade-pernambucana-entre-as-maiores-concentrações-de-casas-de-culto-afro-indígenas-do-Brasil.png"><img class="size-medium wp-image-121819" alt="Fotos: Território Ancestral/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Pesquisa-inédita-revela-cidade-pernambucana-entre-as-maiores-concentrações-de-casas-de-culto-afro-indígenas-do-Brasil-607x335.png" width="607" height="335" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Território Ancestral/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">A cidade de Paudalho, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, acaba de ganhar visibilidade nacional e internacional, por meio da internet, com a divulgação do <strong>“Dossiê Território Ancestral”</strong>, levantamento inédito que identificou 19 casas de culto afro-indígena em funcionamento, colocando o município entre as maiores concentrações de terreiros do Brasil. Com incentivo da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Ministério da Cultura (MinC) e Governo Federal, a pesquisa – realizada por três jovens praticantes das tradições ancestrais –, reúne textos, fotos, vídeos e geolocalização em plataforma digital de acesso público.</p>
<p dir="ltr">“O projeto foi idealizado e coordenado por Jaifalerì, Babalossayn do Ylê Axé Xangô Ayrá, que nasceu e cresceu em terreiro. Ele lidera a investigação ao lado da produtora cultural Belisa Alves, filha de santo da orixá Oxum, e do fotógrafo Edgar Lira, filho de santo de Ogum. Juntos, os três assinam o estudo, que tem como proposta ser um instrumento e gesto político de afirmação identitária e enfrentamento ao racismo religioso. O trabalho conta com a gestão da Baobá Produção Cultural.</p>
<p dir="ltr">A equipe percorreu bairros urbanos, comunidades rurais e áreas de difícil acesso para registrar, com escuta e respeito, a diversidade das práticas encontradas. A pesquisa identificou terreiros de Jurema Sagrada, Umbanda, Candomblé e casas de matriz afro-indígena, onde ritos, rezas, folhas, encantarias e tradições herdadas de povos africanos e indígenas se cruzam há gerações. Esses espaços atendem moradores locais e de toda a região, formando redes espirituais que atravessam a Zona da Mata e chegam até a Região Metropolitana do Recife.</p>
<p dir="ltr">A metodologia seguiu referências do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e priorizou o protagonismo das próprias lideranças religiosas. “Mapear não é invadir, é proteger”, explica Belisa Alves, responsável pela execução geral. Ela destaca que o projeto só aconteceu porque foi conduzido por pessoas que pertencem à cultura que pesquisam. “Quando praticantes realizam a escuta, há reconhecimento, confiança e troca de saberes que nenhuma pesquisa distante alcança.”</p>
<div id="attachment_121820" aria-labelledby="figcaption_attachment_121820" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/photo_5085066641255017853_y.jpg"><img class="size-medium wp-image-121820" alt="A pesquisa identificou terreiros de Jurema Sagrada, Umbanda, Candomblé e casas de matriz afro-indígena, onde ritos, rezas, folhas, encantarias e tradições herdadas de povos africanos e indígenas se cruzam há gerações." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/photo_5085066641255017853_y-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A pesquisa identificou terreiros de Jurema Sagrada, Umbanda, Candomblé e casas de matriz afro-indígena, onde ritos, rezas, folhas, encantarias e tradições herdadas de povos africanos e indígenas se cruzam há gerações.</p></div>
<p dir="ltr">O fotógrafo Edgar Lira captou mais de 140 imagens oficiais, registrando lideranças, objetos rituais, espaços sagrados e cenas do cotidiano dos terreiros. Seu olhar, como filho de santo do orixá Ogum, reforça a ideia de que tecnologia e ancestralidade não se opõem, mas caminham juntas. O acervo audiovisual também integra o documentário “Território Ancestral”, que amplia o alcance da pesquisa.</p>
<p dir="ltr">Os dados foram apresentados na <em>Mostra Território Ancestral</em>, que reuniu mães e pais de santo, pesquisadores e moradores. O encontro exibiu o documentário, lançou o dossiê e projetou em telão as informações levantadas, garantindo devolutiva pública. Apesar dos convites, instituições municipais e estaduais pouco compareceram. Para a coordenação, a ausência evidencia desafios estruturais, entre eles a falta de apoio institucional e o avanço da intolerância religiosa.</p>
<p dir="ltr">Ainda assim, o projeto aponta caminhos: fortalecimento de redes, visibilidade das tradições, protagonismo dos povos de terreiro e produção de conhecimento acadêmico a partir de dentro das comunidades. “Este trabalho é continuidade”, diz Jaifalerì. “É a certeza de que as próximas gerações terão acesso à história que sempre existiu, mas que muitas vezes foi silenciada. A ancestralidade não é passado: é presente e futuro.”</p>
<p dir="ltr">Para conhecer mais detalhes sobre o território, ver os rostos das lideranças, entender as histórias, caminhar pelos espaços sagrados e mergulhar nas tradições que moldam a cidade, o dossiê completo está disponível para acesso livre no site <a href="http://territorioancestral.com.br">territorioancestral.com.br</a>.</p>
<p dir="ltr">Outra forma de acessar a pesquisa é pelo perfil do projeto no <a href="instagram.com/mapeamentoancestral">@mapeamentoancestral</a>, onde são compartilhados bastidores, registros e depoimentos das casas visitadas. E, para quem prefere o audiovisual, o documentário “Território Ancestral” pode ser assistido <a href="https://www.youtube.com/@Territ%C3%B3rioAncestral">no canal do projeto no YouTube</a>, gratuitamente.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre Paudalho</strong> &#8211; Município com cerca de 56 mil habitantes, está localizado a pouco mais de 40 quilômetros do Recife, em uma área histórica que se formou entre o rio Capibaribe, antigos aldeamentos indígenas e a expansão dos engenhos de cana-de-açúcar entre os séculos XVII e XIX. O nome da cidade vem do pau-de-alho, árvore nativa que exalava cheiro forte e marcava o território onde o povoado se consolidou. Antes disso, a região foi conhecida como Miritiba, aldeamento indígena administrado pelos franciscanos, mesmo local associado às origens de Felipe Camarão, liderança indígena fundamental na resistência contra os holandeses no século XVII.</p>
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		<title>Raquel Santana lança novo clipe nesta quinta-feira (22)</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Apr 2021 17:04:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Elementos da cultura indígena, ritmos conectados à sacralidade ancestral da Jurema Sagrada e também às músicas e brincadeiras populares são algumas das referências trazidas pela artista radicada em Caruaru Raquel Santana em seu novo clipe da canção &#8220;Imbé da Mata&#8221;. O lançamento da produção acontece dia 22 de abril, no canal da artista no YouTube [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_83858" aria-labelledby="figcaption_attachment_83858" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ythalla Mara/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/Imbé-da-Matalula-FT.-Ythalla.Mara_2.png"><img class="size-medium wp-image-83858" alt="Ythalla Mara/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/Imbé-da-Matalula-FT.-Ythalla.Mara_2-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Além do YouTube, a música também estará disponível nas plataformas Deezer e Spotify</p></div>
<p>Elementos da cultura indígena, ritmos conectados à sacralidade ancestral da Jurema Sagrada e também às músicas e brincadeiras populares são algumas das referências trazidas pela artista radicada em Caruaru Raquel Santana em seu novo clipe da canção &#8220;Imbé da Mata&#8221;. O lançamento da produção acontece dia 22 de abril, no canal da artista no YouTube às 18h. A música também estará disponível nas plataformas Deezer e Spotify. O clipe foi contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco.</p>
<p>A canção popular, de autoria indeterminada, ganhou uma versão na voz de Raquel, com arranjos percussivos de Petrúcio Cruz, melodias de pífano dos artistas caruaruenses Vitória do Pife e Rennan Torres, e caracaxás e flecha por Jadielson Sassá. O clipe foi dirigido por Cauê Rocha, que também assina a Fotografia, Direção de Arte, Montagem e coautoria do roteiro, em parceria com Raquel Santana.</p>
<p><em>&#8220;Conheci Imbé da Mata através do Mestre Zé Borba, de Condado, com quem toquei por um breve período, fazendo coro. Fiquei maravilhada com a música, sua força espiritual e a interpretação do mestre&#8221;</em>, conta Raquel, que afirma ter uma relação pessoal com a canção. <em>&#8220;Eu cantei diversas vezes com as Casas Populares da BR-232 e dancei ao seu som em sambadas de coco no Recife e região metropolitana&#8221;</em>, relembra. A canção também traz a narrativa de comunhão com a natureza, com os espíritos da mata e o território.</p>
<p><strong>DOCUMENTÁRIO -</strong> Como realizadora de audiovisual, Raquel Santana se prepara para o lançamento do documentário &#8220;Entre a Serra e a Malhada: vivências agroecológicas no Agreste&#8221;, no próximo dia 30 de abril. O curta-metragem aborda a agricultura familiar de base agroecológica nas comunidades Malhada de Pedra, Serra dos Pintos e Serra Velha, situadas na zona rural de Caruaru, no Agreste pernambucano. O filme também foi realizado com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco.</p>
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		<title>Tradição do Coco do Mestre Aroeira anima Olinda neste sábado (17)</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jun 2017 14:40:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais uma edição do tradicional Coco do Mestre Aroeira acontecerá neste sábado (17), na casa da Mestra Ana Lúcia, no bairro do Amaro Branco, em Olinda. Realizado na comunidade desde 1985, a festividade é aberta ao público e reúne, a partir das 20h, mestres e grupos de coco de roda originados no próprio bairro, além [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_49912" aria-labelledby="figcaption_attachment_49912" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Soares/Secult-PE.</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/7601339044_cf63295575_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-49912" alt="Marcelo Soares/Secult-PE." src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/7601339044_cf63295575_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">O grupo Coco dos Pretos é uma das atrações do tradicional Coco do Mestre Aroeira</p></div>
<p>Mais uma edição do tradicional<a href="https://www.facebook.com/events/461713694168851/" target="_blank"> Coco do Mestre Aroeira</a> acontecerá neste sábado (17), na casa da Mestra Ana Lúcia, no bairro do Amaro Branco, em Olinda. Realizado na comunidade desde 1985, a festividade é aberta ao público e reúne, a partir das 20h, mestres e grupos de coco de roda originados no próprio bairro, além do Mestre Galo Preto, numa verdadeira noite de festa popular.</p>
<p>Antes de iniciar as apresentações culturais o Mestre Aroeira, que também é mestre em Jurema Sagrada, promove o ritual da gira, a partir das 18h, no qual Stênio, filho da Mestra Ana Lúcia, incorpora entidades africanas. A festividade, que faz parte das celebrações juninas da comunidade, antecede a novena do mês de junho, também realizada no local.</p>
<div id="attachment_49911" aria-labelledby="figcaption_attachment_49911" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/19748712989_dc93c0a498_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-49911" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/19748712989_dc93c0a498_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A festa é aberta ao público e reúne mestres e grupos de coco de roda originados no próprio bairro</p></div>
<p><em>“A programação cultural vai ter a presença dos grupos Batuque das Morenas, Estrelinhas do Coco, Coco dos Pretos, Coco da Resistência, Coco do Manuel e outros mestres de Olinda, como a Mestre Ana Lúcia e o Mestre Galo Preto, Patrimônio Vivo de Pernambuco. Por se tratar de uma sambada, não existe uma programação específica, é por ordem de chegada. O mestre ou o grupo chega e fica na fila esperando sua vez. Já a brincadeira vai até quando a galera aguentar, mas normalmente seguimos até umas 3h ou 4h da madrugada”</em>, explica Don Marcos, discípulo de Ana Lúcia.</p>
<p>Em sua casa, além da Sambada do Mestre Aroeira, a Mestra Ana Lúcia mantém as tradições da trezena de Santo Antônio, do Acorda Povo e do Coco da Comunidade. Ela também é coordenadora do Pastoril Estrela de Belém e do grupo Estrelinhas do Coco, ambos constituídos por crianças e adolescentes do Amaro Branco.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em>Coco do Mestre Aroeira</em><br />
Sábado (17) | 20h<br />
Casa da Mestra Ana Lúcia (Rua Alto do Sarapião, nº 195, Amaro Branco, Olinda<br />
Gratuito</p>
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		<title>Cabo de Santo Agostinho recebe a 1ª Caminhada dos Terreiros do município</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2016 19:35:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o objetivo de combater a intolerância religiosa no Cabo de Santo Agostinho, representantes de expressões de matrizes africanas e indígenas promovem nesta quarta-feira (28) a 1ª Caminhada dos Terreiros do município. A partir das 14h, um cortejo vai sair da Praça Theo Silva e seguirá pelas principais vias do bairro até o Pátio da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de combater a intolerância religiosa no Cabo de Santo Agostinho, representantes de expressões de matrizes africanas e indígenas promovem nesta quarta-feira (28) a 1ª Caminhada dos Terreiros do município. A partir das 14h, um cortejo vai sair da Praça Theo Silva e seguirá pelas principais vias do bairro até o Pátio da Estação Ferroviária, com a participação de adeptos do candomblé, umbanda e da jurema sagrada.</p>
<p>De acordo com Mãe Valda, do templo Ylê Asé Sango Ayrá Ibona, que fica no bairro de Pirapama, a proposta da caminhada surgiu após alguns vândalos queimarem o seu terreiro e a ameaçarem de morte. “É uma forma de protesto e para pedir respeito às pessoas. Que o poder público veja também que existimos e que não é mais possível sermos considerados invisíveis nesta cidade”, comenta ela. No primeiro semestre de 2016, outro terreiro situado no bairro Garapu também foi incendiado.</p>
<div id="attachment_40536" aria-labelledby="figcaption_attachment_40536" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/capoeira-bem-te-vi.jpg"><img class="size-medium wp-image-40536" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/capoeira-bem-te-vi-607x364.jpg" width="607" height="364" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo de Capoeira Bem Te Vi é uma das atrações</p></div>
<p>A Praça Theo Silva foi escolhida como ponto de partida por ser um marco histórico para a cultura negra no município. No local, foi demolida a única igreja que permitia o acesso dos negros após a abolição, para que a praça fosse construída. Durante a celebração, os participantes irão oferecer cânticos aos orixás e à jurema sagrada, seguidos de apresentações dos grupos de capoeira Bem-te-vi e Acarbo.</p>
<p>Ao término da caminhada, haverá a entrega de um documento às autoridades locais propondo uma data no calendário oficial do município voltada para o combate ao preconceito e à promoção da cultura africana e ameríndia. A ação conta com o apoio da Prefeitura Municipal, Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social e Fundação de Educação e Cultura do Cabo (Fundecc).</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>1ª Caminhada dos Terreiros do Cabo de Santo Agostinho</strong><br />
Quarta (28) | 14h<br />
Saída da Praça Theo Silva, no centro da cidade<br />
Gratuito</p>
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		<title>Coco do Mestre Aroeira anima final de semana em Olinda</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2016 13:53:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_37332" aria-labelledby="figcaption_attachment_37332" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Letícia Rodrigues/divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Mestra-Ana-Lucia-Foto-Leticia-Rodrigues.jpg"><img class="size-medium wp-image-37332" alt="Foto: Letícia Rodrigues/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Mestra-Ana-Lucia-Foto-Leticia-Rodrigues-607x414.jpg" width="607" height="414" /></a><p class="wp-caption-text">Na festividade do Amaro Branco, a Mestra Ana Lucia abre sua residência para que os festejos juninos sejam celebrados no ritmo do coco de roda.</p></div>
<p style="text-align: justify;">A casa da Mestra Ana Lúcia, localizada no bairro do Amaro Branco, em Olinda, será cenário neste sábado (18), de mais um tradicional Coco do Mestre Aroeira. Promovido na comunidade desde o ano de 1985, a festividade aberta ao público estará reunindo, a partir das 22h, mestres e grupos de coco de roda originados no próprio bairro, proporcionando uma movimentada noite de festa popular.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de iniciar as apresentações culturais, que contará com os grupos Batuque das Morenas, Estrelinhas do Coco, entre outras atrações convidadas, o Mestre Aroeira, que também é mestre em Jurema Sagrada, promove o ritual da gira, no qual Stênio, filho da Mestra Ana Lúcia, incorpora entidades africanas. A festividade, que faz parte das celebrações juninas da comunidade, antecede a novena do mês de junho, também realizada no local.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Em sua casa, além da Sambada do Mestre Aroeira, a Mestra Ana Lúcia mantém as tradições da trezena de Santo Antônio, do Acorda Povo e do Coco da Comunidade. Ela também é coordenadora do Pastoril Estrela de Belém e do grupo Estrelinhas do Coco, ambos constituídos por crianças e adolescentes do Amaro Branco”</em>, destaca Mirela Cavalcanti, uma das organizadoras do evento e discípula da mestra desde criança.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>Coco do Mestre Aroeira</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> sábado, 18 de junho<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 22h<br />
<strong>Local:</strong> Casa da Mestra Ana Lúcia (Rua Alto do Sarapião, nº 195, Amaro Branco – Olinda)<br />
<em>Acesso gratuito</em></p>
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