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	<title>Portal Cultura PE &#187; Karen Aguiar</title>
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		<title>Série Griôs do Leão resgata a memória de personagens históricos do Maracatu Nação em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Feb 2025 20:05:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estreia na próxima terça-feira (25) a websérie Griôs do Leão: Os Nomes da Nossa Tradição, que resgata o legado de personagens históricos do Maracatu Nação Leão Coroado, um dos mais antigos ainda em atividade no Brasil. Os dez episódios da série são lançados ao longo deste semestre e ficam disponíveis on-line no canal do YouTube [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116323" aria-labelledby="figcaption_attachment_116323" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Karen-Aguiar-na-gravação-da-websérie-Griôs.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116323" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Karen-Aguiar-na-gravação-da-websérie-Griôs-607x433.jpeg" width="607" height="433" /></a><p class="wp-caption-text">A diretora, roteirista e apresentadora Karen Aguiar</p></div>
<p>Estreia na próxima terça-feira (25) a websérie Griôs do Leão: Os Nomes da Nossa Tradição, que resgata o legado de personagens históricos do Maracatu Nação Leão Coroado, um dos mais antigos ainda em atividade no Brasil. Os dez episódios da série são lançados ao longo deste semestre e ficam disponíveis on-line no canal do <a title="Maracatu Leão Coroado" href="https://www.youtube.com/MaracatuLeaoCoroado" target="_blank"><strong>YouTube</strong></a> do Maracatu Leão Coroado.</p>
<p>Griôs do Leão: Os Nomes da Nossa Tradição faz parte do projeto de salvaguarda da memória do Maracatu Nação Leão Coroado, fundado em 1863, antes mesmo da abolição da escravatura no Brasil, e que é hoje Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco. A websérie tem incentivo do Funcultura Audiovisual, da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e do Governo de Pernambuco.</p>
<p>O primeiro episódio de Griôs &#8211; denominação de sociedades africanas ocidentais para aqueles que compartilham histórias e saberes &#8211; tem como protagonista Dona Santa, a histórica rainha do maracatu. Nascida em 1877, no Recife, Dona Santa passou pelas Nações Leão Coroado e Elefante e colocou em prática estratégias para garantir a continuidade do maracatu e das atividades de terreiro numa época em que maracatu na rua era caso de polícia.</p>
<p>Karen Aguiar, diretora, roteirista e apresentadora da websérie, conta que a escolha de Dona Santa como personagem do primeiro episódio não foi por acaso. &#8220;Sempre a primeira coisa de maracatu que se fala é sobre homens. E eu queria que fosse com Dona Santa, porque ela detinha esse lugar de ser uma liderança política e comunitária, além de ser sacerdotisa da espiritualidade”, explica.</p>
<p>A partir de uma rica pesquisa de acervo de imagens e registros históricos, Griôs conta a vida de outros nomes já falecidos, como Luiz de França, Afonso e Janete Aguiar, mas também de atuais integrantes do Leão Coroado em diversas posições &#8211; presidenta, regente, batuqueiras, baianas. O último episódio é dedicado aos planos futuros da Nação, com os Griôs em formação: as crianças integrantes do Leão Coroado.</p>
<p><strong>SALVAGUARDA E TRADIÇÃO -</strong> A inquietação que deu origem a mais uma produção audiovisual dirigida por Karen Aguiar veio quando duas pessoas fundamentais para a manutenção do Maracatu Leão Coroado morreram de repente levando consigo seus saberes: Afonso, mestre do maracatu, e Janete Aguiar, Dama do Paço. “Griôs é mais uma iniciativa para resguardar a tradição do Leão Coroado e repassá-la da forma que sempre foi repassada: pela oralidade. Isso é muito importante para garantir a sobrevivência e longevidade do maracatu”, afirma Karen, que é neta de Afonso e Janete e a primeira mulher a reger o baque da Nação.</p>
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		<title>Em primeiro disco, Grupo Batadoní traz parcerias com artistas da cultura popular pernambucana</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2021 14:02:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_83778" aria-labelledby="figcaption_attachment_83778" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/Gravações-em-estúdio-Foto-Batadoní-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-83778" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/Gravações-em-estúdio-Foto-Batadoní-1-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O disco conta com participações de Dona Cila do Coco, Jorge Riba, Karen Aguiar, Mestre Ulisses Cangaia, Dinda Salú, Jordanna, Mestre Lua e Fabiano Santos</p></div>
<p>No próximo domingo (25), o Batadoní, grupo percussivo olindense, coloca no mundo um trabalho que foi produzido nos quatro primeiros meses de 2021, mas que é resultado de um acúmulo de 16 anos: o seu primeiro álbum gravado em estúdio. Com participações que vão de Dona Cila do Coco a Jorge Riba, o disco vai estar disponível para ser ouvido a partir das 15h, no canal do grupo no Youtube.</p>
<p><em>“Quando começamos a discutir a produção do disco musicalmente falando, a gente não poderia perder a identidade do grupo, que era de percussão. Mas a gente queria chamar as pessoas que fazem parte do nosso convívio e que são de alguma maneira fonte de inspiração para o Batadoní”</em>, conta Sérgio Lyra, regente do Batadoní e um dos produtores do álbum. O álbum carrega alguns dos princípios orgânicos do grupo desde a sua fundação: a construção colaborativa, a confraternização da música e a valorização das tradições.</p>
<p>O disco reflete a diversidade do repertório sonoro do Batadoní, um grupo percussivo contemporâneo, mas que tem como referência principal a cultura popular pernambucana, nunca abrindo mão da ligação com as suas raízes. A faixa <i>Luanda</i> é um maracatu e traz como convidada Karen Aguiar, atual regente do Maracatu Nação Leão Coroado. Já outro maracatu, o <i>Martelo Pesado</i>, traz voz e poesia de Roger de Renor numa pegada forte do manguebeat. Na <i>Coco Baião</i>, Mestre Ulisses Cangaia e Dinda Salú fazem uma embolada e n’<i>As Cirandas</i>, Jordanna dá voz a várias letras já conhecidas. Além das parcerias instrumentais de Mestre Lua e Fabiano Santos, do Afoxé Alafin Oyó.</p>
<p>A realização desse sonho antigo de ter registrados para a eternidade os baques que há anos já ecoam pelas ladeiras de Olinda foi possível graças à Lei Aldir Blanc. O projeto de gravação do primeiro álbum do Batadoní foi um dos contemplados do edital lançado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE).</p>
<p><b>Trajetória do Batadoní</b> - Além dos desfiles nos dias de Carnaval, como ficou conhecido, durante 7 meses por ano em tempos não-pandêmicos, o Batadoní realiza para iniciantes e veteranos oficinas de instrumentos, na Praça do Carmo, realizando ensaios abertos ao público todos os domingos. Ao longo dos anos, participou de eventos culturais como convidado na Casa da Rabeca, na Sambada de Coco da Tabajara, no Festival de Inverno da Várzea, entre outros. Em dezembro de 2021, o grupo completa 17 anos de história.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Serviço:</span></b><br />
Lançamento do álbum Batadoní<br />
Quando: 25 de abril de 2021 (domingo), às 15h<br />
Onde: <strong><a href="http://youtube.com/batadoni" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://youtube.com/batadoni&amp;source=gmail&amp;ust=1619012353318000&amp;usg=AFQjCNG9Y2oM-tt7t2_DPHsGqNB1xPu4tw">youtube.com/batadoni</a></strong></p>
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