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	<title>Portal Cultura PE &#187; Katarina Real</title>
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		<title>Pesquisa em acervo fotográfico revela singularidades da cultura negra</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Sep 2017 12:44:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias Identificar as representações visuais do povo negro,  em suas diversidades e singularidades, para melhor entender a cultura de Pernambuco e do Brasil. Essa foi a proposta da pesquisa científica Fotografia e memória: as representações do negro na cultura Brasileira, desenvolvida pelo professor Emiliano Dantas no acervo fotográfico da Coordenação de Estudos da História [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_53144" aria-labelledby="figcaption_attachment_53144" class="wp-caption img-width-385 aligncenter" style="width: 385px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Katarina Real</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Rei-e-rainha-do-Maracatu-Nação-Elefante.jpg"><img class="size-full wp-image-53144" alt="Reprodução/Katarina Real" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Rei-e-rainha-do-Maracatu-Nação-Elefante.jpg" width="385" height="262" /></a><p class="wp-caption-text">Katarina Real passou vários anos da sua carreira como fotógrafa registrando manifestações culturais do povo negro</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Identificar as representações visuais do povo negro,  em suas diversidades e singularidades, para melhor entender a cultura de Pernambuco e do Brasil. Essa foi a proposta da pesquisa científica <strong>Fotografia e memória: as representações do negro na cultura Brasileira</strong>, desenvolvida pelo professor Emiliano Dantas no acervo fotográfico da Coordenação de Estudos da História Brasileira (CEHIBRA) da Fundação Joaquim Nabuco (FUNDAJ). O projeto, desenvolvido ao longo de dois anos e com a participação de estudantes de Fotografia, resultou num artigo final com detalhes sobre a pesquisa amparada nas fotografias de Katarina Real (1927-2006) e que está <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/artigo-O-OLHAR-DISTRAIDO-DE-KATARINA-REAL.pdf" target="_blank">disponível para consulta no Portal Cultura.PE</a>.</p>
<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, a pesquisa teve início em 2015 quando Emiliano Dantas decidiu analisar na coleção fotográfica de Katarina Real como a comunidade negra aparecia e qual seu papel nas imagens. <em>“Pretendia assim entender a coleção a partir de uma leitura que privilegiasse os espaços de protagonismo do povo negro para além do carnaval, do folclore e de outras leituras comumente feitas. Ou seja, a intenção foi lançar um olhar que focasse outras formas de resistência, as entrelinhas”,</em> explica o pesquisador.</p>
<div id="attachment_53145" aria-labelledby="figcaption_attachment_53145" class="wp-caption img-width-554 aligncenter" style="width: 554px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Sem-título.jpg"><img class="size-full wp-image-53145 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Sem-título.jpg" width="554" height="311" /></a><p class="wp-caption-text">Participaram do grupo de estudos estudantes dos cursos de Fotografia, Jornalismo e Rádio e TV</p></div>
<p>Professor do curso de Fotografia das Faculdades Barros Melo/AESO e antropólogo pela UFPE, Emiliano conta que desde o começo quis integrar estudantes neste processo. Para isso, foi montado o grupo de estudos em parceria com a AESO, que funcionou dentro da FUNDAJ. <em>“Nós começamos a pesquisar a coleção em abril de 2015 e terminamos em novembro do mesmo ano. Os encontros aconteciam uma vez por semana e duravam em torno de quatro horas, com uma oscilação de oito até 10 participantes, entre estudantes dos cursos de Fotografia, Jornalismo e Rádio e TV&#8221;. </em><em></em></p>
<p>Ao longo da pesquisa, o trabalho do grupo de estudos foi focado especificamente na catalogação da coleção fotográfica de Katarina Real. <em>“Foram catalogadas todas as fotografias que apareciam negros e negras, em um exercício que nos colocava a ver imagens, a identificar pessoas e suas atividades, e principalmente a conhecer a coleção. Acredito que conseguimos atingir um primeiro objetivo da pesquisa: incentivar a prática de observação crítica de fotografias em acervos, com imagens antigas, entre jovens estudantes, </em>detalha Emiliano Dantas.</p>
<div id="attachment_53142" aria-labelledby="figcaption_attachment_53142" class="wp-caption img-width-389 aligncenter" style="width: 389px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Katarina Real</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Dona-Clara-D.-Isabel-estandarte-e-calungas-do-Maracatu-Nação-Leão-Coroado.jpg"><img class="size-full wp-image-53142" alt="Reprodução/Katarina Real" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Dona-Clara-D.-Isabel-estandarte-e-calungas-do-Maracatu-Nação-Leão-Coroado.jpg" width="389" height="266" /></a><p class="wp-caption-text">Dona Clara, D. Isabel, estandarte e calungas do Maracatu Nação Leão Coroado</p></div>
<p>O pesquisador explica ainda que a fotografia foi analisada, a partir da ideia de linguagem visual, que articula dois aspectos: a fotografia como documento que preserva a história de uma cultura e a fotografia como fonte de produção de conhecimento intelectual sobre si mesma e sobre as pessoas. Tudo de acordo com a linha do teórico Boris Kossoy, que diz que a fotografia deve ser  ‘um intrigante documento visual cujo conteúdo é a um só tempo revelador de informações e detonador de emoções’ (KOSSOY: 2009, 28).</p>
<p>O artigo desenvolvido ao final da pesquisa, que recebeu o título <strong>O olhar distraído de Katarina Real e a fotografia do/a negro/a em Pernambuco</strong>, contou com a orientação de Allan Monteiro, sociólogo, funcionário da FUNDAJ e pesquisador do Labdidádica. Para Emiliano Dantas, além de estudar a fotografia, o trabalho também servirá como fonte de conhecimento para educadores, pesquisadores e professores que queiram uma pesquisa em que não prevaleça os moldes tradicionais. <em>“Ele traz a possibilidade de analisar as imagens a partir das agências de quem é fotografado, do sujeito que dá a imagem de si. Mostra as pessoas não só como supostas vítimas da exotização de pesquisadores estrangeiros, mas como protagonistas de ações que exemplificam suas resistências em meio a cenários de dificuldades cotidianas. Nesse contexto, desenvolvo uma ideia de uma fotografia como uma máscara que oculta e revela identidades, dentro de uma perspectiva politica que servia para consolidar práticas culturais”, observa.<br />
</em></p>
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