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	<title>Portal Cultura PE &#187; Kiara Ribeiro</title>
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		<title>Último fim de semana do 30° FIG é aberto com grandes shows</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jul 2022 06:05:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já se passaram 15 noites de programação no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), na edição que já está consolidada como a maior, melhor e mais intensa de todos os tempos. E nesta sexta-feira (29), os ritmos brasileiros foram destaque na Praça Mestre Dominguinhos, que contou com os shows de Kiara Ribeiro, Pagode do Didi [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Já se passaram 15 noites de programação no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), na edição que já está consolidada como a maior, melhor e mais intensa de todos os tempos. E nesta sexta-feira (29), os ritmos brasileiros foram destaque na Praça Mestre Dominguinhos, que contou com os shows de Kiara Ribeiro, Pagode do Didi (Patrimônio Vivo de Pernambuco), Jorge Riba, Margareth Menezes e Xande de Pilares.</p>
<div id="attachment_95723" aria-labelledby="figcaption_attachment_95723" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-dominguinhos-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-5.jpg"><img class="size-medium wp-image-95723" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-dominguinhos-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-5-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Artista de Garanhuns, Kiara abriu os trabalhos do Palco Mestre Dominguinhos nesta sexta-feira (29)</p></div>
<p>A noite começou ao som de muito samba com a garanhuense, Kiara Ribeiro. Dona de uma voz marcante, a cantora deu início às apresentações na Praça Mestre Dominguinhos. <em>“Eu fui agraciada em poder abrir essa noite de shows. Estava morrendo de saudades. Cantar em casa tem um cheiro especial”</em>, disse.</p>
<p>Em seguida, a segunda atração foi o Pagode do Didi, que reuniu as cantoras Maria Pagodinho, Helena Cristina e Gerlane Gell, em comemoração aos seus 41 anos. A noite continuou com o cantor, compositor e sambista, Jorge Riba; e em seguida subiu ao palco a baiana, Margareth Menezes, que sacudiu o público e comentou sobre a alegria de estar presente no evento. <em>“Esse festival é maravilhoso. Um festival que tem uma dinâmica diferente, que abraça vários ritmos e várias expressões. Estou muito feliz”</em>, disse.</p>
<p>Encerrando as apresentações, o cantor e compositor carioca Xande de Pilares, que faz sucesso desde o Grupo Revelação, subiu ao Palco Mestre Dominguinhos. O carioca fez os presentes tirarem o pé do chão ao som de “Preciso Te Amar”, “Deixar Acontecer”, e outras; além disso, a apresentação também contou com a participação especial da cantora Kiara Ribeiro.</p>
<p>Até o domingo (31), passarão pelo principal polo do evento: Josildo Sá; Joanna; Fafá de Belém; José Augusto; Concerto Virtuosi; Alexandre Revoredo e Gabi da Pele Preta; Cordel do Fogo Encantado e Marcelo Falcão. Para mais informações e detalhes sobre a 30ª edição do FIG, acesse: <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/fig2022/" target="_blank"><strong>www.culturape.gov.br/fig2022</strong></a>. Confira <a href="https://docs.google.com/document/d/1QAqWTLjbHExQYwRNELKWLnRSS1B7bg-i5bUTB9APRHM/edit" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a programação completa. Veja as fotos dessa última noite do Palco Mestre Dominguinhos:</p>
<div id="attachment_95722" aria-labelledby="figcaption_attachment_95722" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-dominguinhos-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-41.jpg"><img class="size-medium wp-image-95722" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-dominguinhos-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-41-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Pagode do Didi</p></div>
<div id="attachment_95721" aria-labelledby="figcaption_attachment_95721" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-dominguinhos-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-31.jpg"><img class="size-medium wp-image-95721" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-dominguinhos-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-31-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Riba</p></div>
<div id="attachment_95720" aria-labelledby="figcaption_attachment_95720" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-dominguinhos-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-21.jpg"><img class="size-medium wp-image-95720" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-dominguinhos-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-21-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Xande de Pilares</p></div>
<div id="attachment_95719" aria-labelledby="figcaption_attachment_95719" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-dominguinhos-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-11.jpg"><img class="size-medium wp-image-95719" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-dominguinhos-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-11-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Margareth Menezes</p></div>
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		<title>O doce desafio de levar Outras Palavras, cultura e arte, ao ambiente escolar</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jun 2018 14:56:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Pra quem gosta de falar sobre cultura e arte, por mais tímida que essa pessoa seja (como é o meu caso), parece até simples a missão de mediar um debate entre estudantes de uma escola pública de Garanhuns, e dois artistas que têm uma forte conexão com a Terra da Garoa pernambucana: [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61430" aria-labelledby="figcaption_attachment_61430" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42722504642_f225493b5f_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61430" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42722504642_f225493b5f_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Vencedor no V Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro de contos &#8216;Nem tudo cabe na paisagem&#8217;, o escritor Amâncio Siqueira foi um dos convidados dessa edição</p></div>
<p align="right"><b>Por Marcus Iglesias</b></p>
<p>Pra quem gosta de falar sobre cultura e arte, por mais tímida que essa pessoa seja (como é o meu caso), parece até simples a missão de mediar um debate entre estudantes de uma escola pública de Garanhuns, e dois artistas que têm uma forte conexão com a Terra da Garoa pernambucana: A cantora Kiara Ribeiro, que segue em divulgação do seu CD <b>Disco Velho</b>; e um dos premiados no V Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro de contos <b>Nem tudo cabe na paisagem,</b> o escritor Amâncio Siqueira – que apesar de ter nascido em Afogados da Ingazeira, mora na cidade do nosso maior Festival de Inverno (FIG) e a tem como um dos seus lares.</p>
<p>Mas quando você se vê diante dos olhos curiosos – e também tímidos – daquela garotada, uma doce responsabilidade cai sobre o colo de quem está ali na frente, como um aviso que serve pra lembrar que com educação não se brinca – por mais divertida que a proposta seja.</p>
<p>Cerca de cinquenta alunas e alunos da Escola de Referência em Ensino Médio Professora Elvira Viana participaram desse debate, mais uma edição do <strong>Outras Palavras</strong>, neste caso realizada na última terça-feira (12) em Garanhuns, véspera de Santo Antônio, o padroeiro da cidade. O projeto da Secult-PE e Fundarpe já percorreu mais de 500 escolas, levando escritores e escritoras, mestres e mestras da cultura popular, e dezenas de artistas que fazem parte da atual cena cultural pernambucana. Sem falar na revolução social que isso representa, é uma iniciativa que forma público, que o informa, e que faz circular a atual produção artística do estado pelas escolas.</p>
<div id="attachment_61426" aria-labelledby="figcaption_attachment_61426" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054708904_ae47f1ccb5_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61426" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054708904_ae47f1ccb5_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">“Vou começar aqui a conversa com os artistas, mas eu preciso que vocês entrem no papo também e se libertem da timidez pra fazer suas perguntas, até porque preciso da ajuda de todo mundo pra fazer minha matéria sobre esse encontro”, brinquei na ocasião</p></div>
<p>Como jornalista que acompanha o Outras Palavras, já escrevi dezenas de matérias sobre o assunto, mas nunca estive no papel de mediador do debate. Antes apenas observava o cenário para depois narrar por escrito a história que vi. Ali, na mediação, no entanto, tive uma perspectiva bem diferente e deixo aqui o reconhecimento a quem cumpre esse papel. É desafiador sentir a curiosidade de um público jovem e criar meios para que eles interajam com a ação – que só fará real sentido com esta dinâmica. <i>“Vou começar aqui a conversa com os artistas, mas eu preciso que vocês entrem no papo também e se libertem da timidez pra fazer suas perguntas, até porque preciso da ajuda de todo mundo pra fazer minha matéria sobre esse encontro”,</i> brinquei, tentando quebrar o gelo. Acho que consegui.</p>
<p>A diretora da Gerência Regional de Educação, Adelma Elias, fez uma fala legal neste sentido, do papel da educação e da proposta de aula que estava ali sendo apresentada. <i>“O que a gente vai vivenciar aqui hoje é fruto de uma articulação entre duas secretarias do estado, a de Cultura e a de Educação. Precisamos refletir que a educação é uma tarefa que precisa ser feita com várias mãos. A escola tem esse papel formalmente, mas ela não é possível sem parcerias como essa, que partem pelo viés das artes. Outras Palavras, seja na literatura ou na música, mas que elas venham para dentro do ambiente escolar”.</i></p>
<div id="attachment_61428" aria-labelledby="figcaption_attachment_61428" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054711154_91901bf635_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61428" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054711154_91901bf635_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Precisamos refletir que a educação é uma tarefa que precisa ser feita com várias mãos. A escola tem esse papel formalmente, mas ela não é possível sem parcerias como essa, que partem pelo viés das artes&#8221;, refletiu a diretora Adelma Elias</p></div>
<p>Quando fomos, eu e o Amâncio, convidados a compor a mesa, eu já sabia que teria ali uma conversa muito gostosa sobre literatura. Li <b>Nem tudo cabe na paisagem</b> e fiquei bastante encantado com aqueles contos e aquelas palavras construídas pelo autor. Alguns em especial, como <b>Bastardo</b> (que narra a vingança de um índio que teve seu pai assassinado por um homem branco) e <b>Atirei no que vi, acertei no que não vi</b> (mais tarde confessado pelo próprio autor, sob os olhares de sua mãe que assistia emocionada a participação do filho, como uma espécie de confissão que desejaria ter feito ao pai, falecido em 2014). Além disso, por coincidência, descobri nas pesquisas que fiz que nascemos eu e ele no mesmo dia, 13 de janeiro. Eu estava à vontade, mas queria levar mesmo essa sensação era para o público de jovens.</p>
<p>Amâncio também queria isso. Era sua primeira vez no Outras Palavras (assim como a minha primeira como mediador), e com seu tom professoral e didático falou de como foi simples o surgimento da paixão pela literatura na sua vida. Espontaneamente, ele diria. <i>“Eu gostava muito de ler gibis e tive dentro de casa uma mãe que me estimulava bastante a ler livros, sempre tinha uma sugestão de algo pra mim. E lembro que tinha um amigo que era assinante da Revista Superinteressante. Na época, eu não tinha nenhum projeto literário, mas já gostava de pesquisar sobre as coisas que eu gostava. A palavra sempre foi fascinante pra mim”.</i></p>
<div id="attachment_61427" aria-labelledby="figcaption_attachment_61427" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054709194_4c786737a8_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61427" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054709194_4c786737a8_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Estudantes e autor puderam conversar sobre vários assuntos, como o mercado editorial brasileiro, o processo criativo de uma escritor e os projetos futuros de Amâncio</p></div>
<p><b>Nem tudo cabe na paisagem</b> é o segundo livro lançado por Amâncio (que estreou na literatura com o romance <b>Quebra-Cabeça</b> &#8211; 2015), e que foi lançado graças ao V Prêmio Pernambuco de Literatura. Sobre ele, Amâncio reforçou que <i>“esse Prêmio é importante por várias razões. Uma delas é porque ele passa pela avaliação de duas comissões, primeiro por região e depois dentro das categorias. Há também o pagamento de um valor em dinheiro, o que ajuda o escritor a se sentir profissional. E há uma organização que não é comum dentro do mercado editorial brasileiro, com o envolvimento de várias outras pessoas que fortalecem o trabalho final”.</i></p>
<p><i>“O título do livro, por exemplo, surgiu a partir de uma ideia do meu colega Carlos Caldas, que percebeu que há nos contos, com muita força, a presença de paisagens. Cada viagem, na verdade, traz uma revelação pros personagens em questão”,</i> detalhou o autor para os estudantes. Num dos contos que citei, o <b>Atirei no que vi, acertei no que não vi</b>, há um trecho que diz: <i>“Tem um livro de Saramago que ele começa dizendo que a única coisa que não tem fim é a paisagem. Quem viaja sabe que é verdade. A viagem acaba, a vida acaba, e a paisagem ali, desafiando.”.</i><i> </i></p>
<div id="attachment_61429" aria-labelledby="figcaption_attachment_61429" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42722502682_eab27cc1e6_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61429" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42722502682_eab27cc1e6_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;Nem tudo cabe na paisagem&#8217; é o segundo livro lançado por Amâncio (que estrou na literatura com o romance Quebra-Cabeça &#8211; 2015)</p></div>
<p>Nesse ponto da conversa, o papo entre ele e os estudantes já havia se estendido sobre vários assuntos, como o mercado editorial brasileiro, o seu processo criativo e projetos futuros. Mas questionado por um aluno sobre que conselho ele poderia dar a alguém daquele auditório que tivesse um sonho com a arte, Amâncio respondeu com firmeza: <i>“O conselho é que a vida é curta e os sonhos não acontecem sozinhos. Não vai descer um anjo dos céus pra realizá-los. O ser humano ele é feito de vontade, de desejo, de projetos, então toda vez que você realiza um, aquele deixa de ter aquela importância e você projeta um novo. Eu busco agora conquistar algum prêmio nacional, quero ser o melhor dos melhores. Não me contento em ser considerado um bom escritor. Quero ser o melhor que puder”</i>, explicou.</p>
<div id="attachment_61425" aria-labelledby="figcaption_attachment_61425" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054708174_ec94de52a8_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61425" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054708174_ec94de52a8_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><br />“A inexistência é a regra básica do universo. Eu inexisti durante 15 bilhões de anos, existirei por no máximo cem e inexistirei por mais muito tempo. Então não percam tempo e corram atrás do que vocês gostam de fazer&#8221;, sugeriu o escritor</p></div>
<p><i>“A inexistência é a regra básica do universo. Eu inexisti durante 15 bilhões de anos, existirei por no máximo cem e inexistirei por mais muito tempo. Então não percam tempo e corram atrás do que vocês gostam de fazer. Escrever é como respirar. Eu posso prender a respiração durante algum tempo, mas terei que voltar a fazê-lo para me sentir vivo. A escrita é uma necessidade, e se eu não exercitasse isso eu não me sentiria um ser humano completo”,</i> refletiu na sequência.</p>
<p>Em seguida foi a vez da cantoria Kiara Ribeiro conversar com os adolescentes, recebida com muitos aplausos. Talvez Kiara não lembrasse – e eu nem comentei – mas cheguei a entrevistá-la algumas vezes durante o Festival de Inverno de Garanhuns, então de certa forma também já me sentia à vontade com a artista. <i>“Eu acho que esse encontro vai frutificar e vai eternizar, e é isso que importa. Passar e fazer valer. Estar aqui hoje é mais do que uma realização profissional, é pessoal mesmo”,</i> disse ela.</p>
<div id="attachment_61424" aria-labelledby="figcaption_attachment_61424" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054706404_2d3c4530a6_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61424" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054706404_2d3c4530a6_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;“Desde criança eu vislumbrei o palco como um espaço de realização plena e transformação. Eu não sabia se eu queria dançar, cantar, o que eu queria era o palco. Queria ser artista&#8221;, disse Kiara Ribeiro</p></div>
<p><i>“Desde criança eu vislumbrei o palco como um espaço de realização plena e transformação. Eu não sabia se eu queria dançar, cantar, o que eu queria era o palco. Queria ser artista. Mas também estudei, tenho formação acadêmica, e deixo esse conselho a vocês. Que independente do que você deseje, o estudo é sua maior segurança e o maior investimento que você pode fazer”,</i> aconselhou a cantora, que atualmente tem divulgado o seu novo trabalho autoral chamado <b>Disco Velho</b>, uma homenagem ao samba brasileiro.</p>
<p><i>“Há sete anos eu coloquei o samba dentro do meu repertório por intuição. Eu nunca tinha cantado esse gênero. E aconteceu que o samba engoliu o show de uma maneira que se tornou uma constante. Ali é minha casa e onde me realizo. E não achem que o samba só existe no Rio de Janeiro. Ele tem forte força lá, mas o samba é de raiz negra, e existe em vários estados, como aqui em Pernambuco. Mas sem dúvidas minha maior referência é a cantora Clara Nunes.”</i></p>
<div id="attachment_61423" aria-labelledby="figcaption_attachment_61423" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/27903052887_ef4b678684_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61423" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/27903052887_ef4b678684_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foram também várias perguntas direcionadas a Kiara, sobre como é estar em turnê, o apoio dos fãs e parcerias que deseja fazer na vida artística</p></div>
<p>Na hora que Kiara falou isso, alguma estudante perguntou em voz alta pra si mesma <i>“Quem é Clara Nunes?”.</i> Ao ouvir a pergunta, um professor provocou a cantora a explicar ao público quem é a tão famosa cantora – aparentemente não tão famosa nas novas gerações. Mas ao cantar a música <b>Iansã,</b> houve uma identificação por parte de boa parte daqueles jovens, como se a música estivesse numa espécie de memória celular. “<i>Ah, então quer dizer que essa música é de Clara Nunes? Que legal”</i>, conversou consigo a mesma estudante, com aquele olhar de quem percebeu alguma coisa no ar.</p>
<div id="attachment_61422" aria-labelledby="figcaption_attachment_61422" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/27903048997_930a39964c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61422" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/27903048997_930a39964c_k-607x434.jpg" width="607" height="434" /></a><p class="wp-caption-text">Kiara se surpreendeu quando uma das alunas pediu para cantar com microfone uma música de Dominguinhos ao seu lado</p></div>
<p>Foram também várias perguntas direcionadas a Kiara, sobre como é estar em turnê, o apoio dos fãs e parcerias que deseja fazer na vida artística (“<i>Cantar com Roberta Sá, sem dúvidas, seria um grande sonho”, </i>disse ela na ocasião). Para finalizar sua apresentação, a cantora fez uma homenagem ao seu grande incentivador musical, o mestre Dominguinhos, e pediu a ajuda do público pra fechar com chave de ouro. <i>“Vamos todo mundo ficar de pé e cantar comigo?”,</i> convocou a cantora, para depois se surpreender quando uma das alunas, corajosa e determinada, pediu para cantar com microfone ao lado dela<i>. “Eu só quero um amor, que acabe o meu sofrer, um xodó pra mim, do meu jeito assim, que alegre o meu viver” </i>foi um refrão que ecoou naquele auditório, com vários sorrisos nos rostos, e provou que quando a arte se aproxima da educação, coisas incríveis podem acontecer. Eu, pessoalmente, só tenho a agradecer pelo convite e pela experiência de ter mediado um encontro tão sincero e bonito.</p>
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		<title>Guadalajara faz um passeio pelo Nordeste</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jul 2013 15:58:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Ana Elisa Freire Os shows desta sexta-feira (26), no Palco Guadalajara, foram um verdadeiro passeio pela música nordestina. Quem esteve por Garanhuns, pode acompanhar o som do cearense Fagner, da banda olindense Eddie e da baiana Daniela Mercury, que fechou a noite. Foi uma diversidade de ritmos, percepções e sucessos, mas, com certeza, um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3917" aria-labelledby="figcaption_attachment_3917" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-18.jpg"><img class="size-medium wp-image-3917" alt="Fagner cantou sucessos no seu show (Foto: Eric Gomes)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-18-607x386.jpg" width="607" height="386" /></a><p class="wp-caption-text">Fagner cantou sucessos no seu show (Foto: Eric Gomes)</p></div>
<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-86375585-2062-9829-6b16-4d28066867fb">Por Ana Elisa Freire</p>
<p dir="ltr">Os shows desta sexta-feira (26), no Palco Guadalajara, foram um verdadeiro passeio pela música nordestina. Quem esteve por Garanhuns, pode acompanhar o som do cearense Fagner, da banda olindense Eddie e da baiana Daniela Mercury, que fechou a noite. Foi uma diversidade de ritmos, percepções e sucessos, mas, com certeza, um mix dos melhores sons que o FIG 2013 poderia trazer para a cidade.</p>
<p>Com toda experiência de mais de 40 anos de carreira, Fagner subiu ao palco da Esplanada Guadalajara para relembrar seus maiores sucessos e fazer todo mundo cantar para aquele amor perdido ou conquistado. O seu show foi marcado pela vontade de colocar a plateia pra cima. “Você sabe quando um show foi bom quando olha para o público e vê os rostos felizes”. Fagner também homenageou seu amigo e companheiro Dominguinhos, cantando música composta em parceria com o sanfoneiro e gravada em 1979, “Quem me levará sou eu”. “Dominguinhos esteve comigo no meu primeiro disco, em 1972, e naquela época já era um grande sanfoneiro. Eu não lamento a sua morte, pois sei que ele estava sofrendo muito e ninguém deve sofrer, mas sei que Gonzaga está fazendo a maior festa, recebendo ele no céu”, contou Fagner.</p>
<div id="attachment_3921" aria-labelledby="figcaption_attachment_3921" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-20.jpg"><img class="size-medium wp-image-3921" alt="Eddie faz bailar ao som do Original Olinda Style (Foto: Eric Gomes)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-20-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Eddie faz bailar ao som do Original Olinda Style (Foto: Eric Gomes)</p></div>
<p>Pra quem já estava satisfeito com romantismo de Fagner, não imaginou que a banda Eddie iria fazer um show tão animado na Guadalajara. A banda fez uma apresentação histórica, com participações de Isaar e Karina Buhr cantando sucessos da banda, além de parcerias antigas. E o que se viu foi uma verdadeira festa em comemoração ao tão idolatrado Original Olinda Style, termo criado pela própria banda para definir o seu som e o som da nova geração musical que surgiu em Olinda. Até hoje, quem conhece a banda Eddie não pode deixar de associá-la a esse estilo único de tocar e reverenciar Olinda com seu carnaval eletrônico moderno.</p>
<div id="attachment_3918" aria-labelledby="figcaption_attachment_3918" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-19.jpg"><img class="size-medium wp-image-3918" alt="Daniela Mercury encerrou a noite com muito axé (Foto: Eric Gomes)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-19-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Daniela Mercury encerrou a noite com muito axé (Foto: Eric Gomes)</p></div>
<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-86375585-2064-cede-bbbc-5deb822b0ec7">Fechando a noite, um dos shows mais aguardados do festival levou axé e fez todo mundo dançar o ilê. Daniela Mercury subiu ao palco já na madrugada do sábado (27), e quase comemorou seu aniversário (ela completa 48 anos neste domingo, 28) com o público que, lógico, cantou parabéns adiantado para a cantora. O show apresentado no FIG 2013, “Canibália, ritmos do Brasil”, trouxe os maiores sucessos da cantora e músicas de cantores consagrados, como Chico César, Lenine, Renato Russo e Geraldo Azevedo. “Dia branco” composição de Geraldo, foi interpretada, inclusive, em duo, com a cantora garanhuense Kiara Ribeiro, que também se apresentou nesta mesma noite, no FIG.</p>
<p dir="ltr">Daniela dedicou o show inteiro a Dominguinhos e contou que não tem como homenagear o sanfoneiro com uma só canção. “Me sinto responsável por dar continuidade ao seu legado, levando adiante o que foi esse ser de muita luz”. Ela também parabenizou o FIG e outros eventos culturais do estado. “O Festival de Inverno de Garanhuns é uma riqueza cultural. Estou encantada com esses festivais que vocês fazem aqui em Pernambuco”.</p>
<p>Também se apresentaram, na mesma noite, o maestro João Carlos Martins com a Orquestra Jovem de Pernambuco e a cantora Kiara Ribeiro. Os shows do FIG na Guadalajara continuam até este sábado (27), com atrações nacionais e internacionais.</p>
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		<title>Projeto B, Tribo de Jah e Dudu do Acordeon &#8211; FIG 2011</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jul 2011 13:25:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enviado em 23/07/2011. Trechos nos shows do Palco Instrumental (Projeto B), Palco Pop (Tribo de Jah) e Palco Forró (Kiara Ribeiro e Dudu do Acordeon) &#8211; Festival de Inverno de Garanhuns 2011.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Enviado em 23/07/2011. Trechos nos shows do Palco Instrumental (Projeto B), Palco Pop (Tribo de Jah) e Palco Forró (Kiara Ribeiro e Dudu do Acordeon) &#8211; Festival de Inverno de Garanhuns 2011.</p>
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