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	<title>Portal Cultura PE &#187; La Ursa</title>
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		<title>Tracunhaém vai ganhar escultura carnavalesca em homenagem à La Ursa</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 16:26:22 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122321" aria-labelledby="figcaption_attachment_122321" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Cintia_Viana.jpg"><img class="size-medium wp-image-122321" alt="Foto -- Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Cintia_Viana-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Cabeça da La Ursa Gigante/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Tracunhaém, reconhecida como a Capital do Artesanato em Cerâmica, vai ganhar uma escultura carnavalesca em homenagem à La Ursa. Localizada na Zona da Mata Norte de Pernambuco, a cerca de 60 quilômetros do Recife, a cidade inaugura neste sábado, 20 de dezembro de 2025, o monumento “Cabeça de La Ursa Gigante”, criado pela artista Cíntia Viana. A data marca os 62 anos de emancipação do município. O projeto conta com incentivo do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), por meio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, a PNAB-PE.</p>
<p dir="ltr">A obra está sendo construída em espaço público, diante da população, na Praça Costa Azevedo, no centro da cidade. A escultura mede três metros de altura, quase o dobro da altura de uma pessoa adulta, e dois metros de largura, e levou quase um mês para ficar pronta. O trabalho utiliza papel reutilizado, papelão, arame e outros materiais simples, o que reforça a proposta de arte sustentável e de reaproveitamento.</p>
<p dir="ltr">Além do impacto visual, a obra oferece uma experiência sensorial. Moradores, turistas e visitantes poderão acessar a escultura e entrar na cabeça da La Ursa Gigante. No interior, o público encontrará registros fotográficos que contam a história cultural de Tracunhaém. As imagens mostram festas, tradições e momentos importantes da cidade. A proposta é que a escultura funcione como uma cabeça cheia de lembranças e boas memórias, além de atuar como um pequeno museu popular instalado na praça.</p>
<p dir="ltr">A criação é assinada pela artista plástica Cíntia Viana, que celebra 25 anos de carreira com a instalação artística. Essencialmente artista, ela pinta e produz desde a infância. Artesã desde muito jovem, construiu sua trajetória unindo sensibilidade, trabalho manual e compromisso com a cultura popular. “A ideia é mostrar que a arte pode ser feita com o povo. A praça é o lugar certo para criar, conversar e dividir histórias com quem passa todos os dias por aqui”, afirma a artista.</p>
<p dir="ltr">A obra dialoga com a identidade de Tracunhaém, conhecida pela tradição do barro. Mesmo sendo feita de papel, o modo de produção lembra o trabalho dos artesãos da cerâmica local. O processo acontece em camadas, com paciência e cuidado, respeitando o tempo da matéria, assim como ocorre na arte do barro.</p>
<p dir="ltr">A população também participa do processo criativo. Estão previstos encontros abertos ao público para a colagem das imagens históricas no interior da escultura. Alunos da rede municipal participam de visitas guiadas e oficinas, onde aprendem a técnica da papietagem e vivenciam a arte de forma prática.</p>
<p dir="ltr"><strong>A cultura da La Ursa –</strong> A La Ursa é uma cultura presente há muitos anos em Pernambuco. Ela faz parte do Carnaval de rua e nasceu das brincadeiras populares do povo. Durante décadas, grupos saíram pelas ruas com a figura da La Ursa, acompanhados por música, versos e animação. A escultura resgata essa tradição e transforma a brincadeira em alegoria permanente, acessível ao público durante todo o ano.</p>
<p dir="ltr">A tradição da La Ursa tem origem na Europa, onde imigrantes apresentavam ursos treinados para dançar em circos e festas populares. No Brasil, essa prática foi adaptada pelo povo e ganhou novos sentidos. Com o tempo, a La Ursa passou a simbolizar diversão, brincadeira e herança folclórica, além de assumir, em alguns momentos, um sentido mais malicioso ligado às relações amorosas. Hoje, a manifestação é reconhecida e valorizada como patrimônio cultural popular.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre a artista –</strong> Formada em Arquitetura e Urbanismo, Cíntia também atua como diretora de arte, artista gráfica e produtora cultural. Desde a formação, desenvolveu identidades visuais para artistas, grupos culturais e festivais ao longo de mais de duas décadas de atuação. Parte desse trabalho está reunida no perfil profissional @cinvianadesign. Mulher, mãe e artista do mundo, escolheu Tracunhaém para viver e criar. Na cidade, fortaleceu sua atuação na produção cultural, sendo produtora executiva do Tipoia Festival por mais de dez anos. Ao longo da carreira, aprovou projetos em editais como o Funcultura Pernambuco e a Lei Aldir Blanc, além de produzir bandas em circulação pelo estado de Pernambuco e ações realizadas pelo Sesc Pernambuco e pelo Sesc São Paulo.</p>
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		<title>Fundarpe e Secult-PE celebram o Dia das Crianças com ilustrações inéditas para colorir</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Oct 2025 17:21:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em terra de Lia de Itamaracá, Luiz Gonzaga, La Ursas, frevo e muita cultura popular, não poderia haver melhor momento para celebrar o Dia das Crianças do que promovendo uma atividade divertida e educativa valorizando nosso patrimônio cultural. Para comemorar o Dia das Crianças, a Fundarpe e Secult-PE lançam ilustrações inéditas para serem coloridas. Afinal, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/CAPA_ILUSTRA22.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-120720" alt="CAPA_ILUSTRA(2)(2)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/CAPA_ILUSTRA22-409x486.png" width="409" height="486" /></a></p>
<p>Em terra de Lia de Itamaracá, Luiz Gonzaga, La Ursas, frevo e muita cultura popular, não poderia haver melhor momento para celebrar o Dia das Crianças do que promovendo uma atividade divertida e educativa valorizando nosso patrimônio cultural. Para comemorar o Dia das Crianças, a Fundarpe e Secult-PE lançam ilustrações inéditas para serem coloridas. Afinal, Pernambuco é feito de cores, ritmos e histórias únicas. De cada canto do Estado brotam personagens, tradições e símbolos que formam um grande mosaico cultural vivo, diverso e cheio de encantamento.</p>
<p>Ao colorir estas páginas, você também faz parte dessa tradição! Vai conhecer figuras como Lia de Itamaracá, Luiz Gonzaga, os Caretas de Triunfo, os Caiporas de Pesqueira, Caboclos de Lança, La Ursa, do Palácio Campo das Princesas e do Cinema São Luiz. Mais do que um passatempo, este é um convite para celebrar nossas raízes e descobrir, brincando, o orgulho de ser pernambucano em todas as idades.  Essa ação convida crianças e famílias a conhecerem mais  desse universo, mergulhando em expressões que fazem parte do nosso cotidiano. Aqui, cada traço e cada cor ajudam a contar a história de um povo criativo, alegre e cheio de imaginação.</p>
<p>Baixe <a title="aqui" href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/bobbie-cults-compactado-páginas-1-1.pdf" target="_blank">aqui</a>, <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/bobbie-cults-compactado-páginas-2.pdf">aqui</a> e<a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/bobbie-cults-compactado-páginas-3.pdf"> aqui</a> todas as ilustrações para imprimir e colorir do seu jeito.</p>
<p><strong>Caretas de Triunfo</strong><br />
Em Triunfo, Serão do Pajeú, vivem os Caretas, figuras grandiosas que desfilam pelas ladeiras da cidade com suas máscaras e roupas coloridas. A gente sabe que eles estão chegando porque de longe se escuta os chocalhos pendurados nas tabuletas que usam como cinto e dos relhos, nome dado aos chicotes. Tradição única no Estado, os Caretas de Triunfo existem há mais de 100 anos. Em 1917 um home foi excluído de uma festa de Reisado porque tinha bebido demais. Irritado com a situação, ele colocou uma máscara e saiu pelas ruas fazendo barulho e sem ser reconhecido. A moda pegou e outras pessoas começaram a se vestir de forma extravagante saindo pela cidade de forma anônima, criando grupos e transformando ao longo dos anos um fato que poderia ter sido isolado em uma das maiores tradições culturais do Carnaval de Pernambuco.</p>
<p><strong>Lia de Itamaracá</strong><br />
Na Ilha de Itamaracá, Lia canta e o mar responde. Seu nome verdadeiro é Maria Madalena Correia do Nascimento, mas o mundo a conhece como Lia, uma artista cirandeira que fez da beira da praia um palco e da ciranda um símbolo da cultura pernambucana. Desde os anos 1960, sua voz único ecoa entre o som das ondas e o batuque dos tambores, convidando todos a darem as mãos e girarem juntos. Patrimônio Vivo de Pernambuco desde 2005, Lia de Itamaracá viaja o Brasil e o mundo, sendo uma embaixadora da cultura popular pernambucana. Dona de uma força ancestral, ela já atua há mais de seis décadas na música e transformou a ciranda em símbolo da identidade pernambucana, levando sua arte dos terreiros de areia à cena internacional, sem nunca deixar de ser filha da ilha e guardiã de sua cultura.</p>
<p><strong>Cinema São Luiz</strong><br />
Inaugurado em 1952, o Cinema São Luiz é um dos maiores ícones arquitetônicos e culturais do Recife. Localizado no coração da cidade, às margens do Rio Capibaribe, é um dos equipamento culturais geridos pelo Governo de Pernambuco através da Fundarpe. O Cinema São Luiz é um dos últimos cinemas de rua em atividade no Brasil e um dos mais emblemáticos por preservar, até hoje, o seu projeto original em estilo cine-teatro. Contando com uma rica concepção artística e arquitetônica, elerepresenta um marco na história cultural de Pernambuco e segue em melhorias para continuar sendo um espaço de referência.</p>
<p><strong>Luiz Gonzaga</strong><br />
Do sertão de Exu para o mundo, Luiz Gonzaga levou o som da sanfona e o coração do Nordeste. De chapéu de couro e sorriso aberto, cantou o amor, a seca, o baião e a vida do povo sertanejo com uma verdade que atravessa gerações e continua influenciando todos nós até hoje, mais de 30 anos após sua morte. Conhecido como Mestre Lua e Rei do Baião, Gonzaga fez o Brasil dançar ao som de “Asa Branca”, &#8220;O Xote Das Meninas&#8221; e &#8220;Numa Sala de Reboco&#8221;, só para citar algumas de suas músicas mais mais conhecidas Ele foi, e continua sendo, umas das mais poderosas vozes do Nordeste e mostrou que nossa Região é resistência, poesia e música.</p>
<p><strong>A La Ursa</strong><br />
&#8220;A La ursa quer dinheiro, quem não dá é pirangueiro&#8221;. Quem nunca ouviu essa musiquinha, sendo cantada por crianças e adultos fantasiados de ursos? Personagem brincalhão que sai às ruas do Recife e Região Metropolitana na época do Carnaval, a La Ursa é um dos símbolos da cultura pernambucana. A tradição vem das antigas, com origem nas folias de reis, da cultura cigana e nas festas populares do interior. Fantasiado com roupa peluda e máscara de urso, o personagem mistura medo e riso. No meio da multidão, a La Ursa é o lembrete de que o Carnaval de Pernambuco é, acima de tudo, invenção e liberdade.</p>
<p><strong>Caboclo de Lança</strong><br />
Brilho, força e ancestralidade. O Caboclo de Lança é um dos personagens mais marcantes do Maracatu Rural. Com sua lança adornada de fitas, a gola colorida e o rosto coberto por uma máscara, ele desfila com imponência, guardando os segredos e a mística de sua tradição nascida no início do século 20 na Zona da Mata de Pernambuco, entre os trabalhadores das plantações de cana-de-açúcar. Cada passo é ritual, cada gesto tem peso e beleza. O som dos metais e o canto do mestres abrem caminho para esses guerreiros do campo, que dançam e enfrentam o cansaço com o mesmo orgulho de quem carrega séculos de história e resistência. Muito presentes na época do Carnaval, os Caboclos de Lança são um dos maiores símbolos culturais do Estado.</p>
<p><strong>Torre Malakoff</strong><br />
A Torre Malakoff é um importante monumento localizado no Bairro do Recife. Ele foi construído no século 19 (com materiais provenientes da demolição do Forte do Bom Jesus) para servir como observatório astronômico e portão monumental do Arsenal da Marinha. O caráter militar da obra está presente em sua fachada e na simetria de sua planta lembrando também mesquitas do Oriente. No ano 2000, a Torre foi transformada em espaço cultural com destaque para a música e a fotografia. São cinco salas de exposição, além de espaços educativas e administrativos. Na área externa, um anfiteatro serve como espaço para diversos eventos. A Torre Malakoff é um monumento tombado e um dos equipamentos culturais geridos pelo Governo de Pernambuco através da Fundarpe.</p>
<p><strong>Caiporas de Pesqueira</strong><br />
Os Caiporas de Pesqueira também são uma manifestação cultural popular do carnaval. Brincalhões e dançantes, eles são conhecidos por andarem vestidos de paletós coloridos, cabeças grandes feitas com estopa e um visual divertido e misterioso, que brinca com as proporções do corpo. Fazendo alusão às caiporas, figuras indígenas protetoras das matas, esse personagem nasceu nos anos 1960 em Pesqueira, na entrada do Sertão pernambucano, se tornou um símbolo de irreverência e resistência cultural no agreste do estado.</p>
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		<title>Representantes da nata da cultura popular deram aula no primeiro fim de semana do Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Feb 2025 19:04:20 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116331" aria-labelledby="figcaption_attachment_116331" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/1.-Palco-Pernambuco-Meu-País-no-Carnaval-Recife-1-Foto-Morgana-Narjara_Secult-PE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-116331" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/1.-Palco-Pernambuco-Meu-País-no-Carnaval-Recife-1-Foto-Morgana-Narjara_Secult-PE_Fundarpe-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Palco Pernambuco Meu País no Carnaval &#8211; Recife</p></div>
<p>Coco, samba, afoxé, la ursa, frevo, ciranda, maracatu e cavalo marinho, tanto na versão tradicional, de raiz, quanto na releitura pop que sintetiza todas as manifestações da cultura popular pernambucanas. Essa foi a tônica do palco Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife, montado no Bairro do Recife, no jardim do centro cultural Cais do Sertão, no último fim de semana, de sexta-feira (21) a domingo (23). O público entendeu a proposta e compareceu em peso para prestigiar artistas e ritmos que se confundem com a própria história de Pernambuco.<br />
A experiência Pernambuco Meu País, iniciativa do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), foi um sucesso em 2024, quando percorreu oito municípios do Agreste e do Sertão e aportou no Recife, durante o festival Rec&#8217;n'Play, no mesmo formato que agora ganha a folia de Momo, desde as semanas pré-carnavalescas. No Pernambuco Meu País a prioridade é dar a cultura popular e seu palco é a grande vitrine dos artistas desse segmento.<br />
Na sexta-feira (21), a programação começou às 17h30 com o cortejo dos Bonecos Gigantes de Olinda saindo da Avenida Rio Branco em direção ao palco Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife. A ação espalhou alegria entre os foliões que passavam pelo local, contagiados pelo som vibrante do frevo e pela magia dos bonecos gigantes tornando impossível ficar indiferente à festa.<br />
Já no palco, às 20h, Almir Rouche, um dos homenageados do Carnaval de Pernambuco de 2025, fez o público vibrar com clássicos do frevo, como <em>Galo Eu Te Amo</em>, <em>Hino do Elefante de Olinda</em> e <em>De Chapéu de Sol Aberto</em>. Em seguida, a icônica cirandeira Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco, encantou a plateia com suas canções envolventes transportando os foliões para o ritmo das ondas do mar.<br />
No intervalo das apresentações, o casal carioca de mestre-sala e porta-bandeira da Escola de Samba Unidos da Viradouro, Julinho e Rute, estrelas do Carnaval do Rio de Janeiro há mais de 20 anos, fizeram uma participação especial na festa proporcionando um intercâmbio cultural entre os ritmos pernambucanos e o samba carioca.<br />
Para encerrar a primeira noite com chave de ouro, Siba e a Fuloresta subiu ao palco trazendo a força e a ancestralidade do maracatu da Zona da Mata. Com um repertório vibrante, levantou a plateia ao som de <em>Toda Vez que Eu Dou um Passo o Mundo Sai do Lugar</em>, <em>A Bagaceira</em> e <em>O Inimigo Dorme</em> fazendo com que ninguém ficasse parado. O espetáculo encerrou a noite em grande estilo deixando nos foliões a certeza de que o Carnaval de Pernambuco é o maior em linha reta do mundo.<br />
No sábado (22), a história das manifestações populares foi revisitada em espetáculos com muita riqueza de conteúdo. A começar, por volta das 16h30, pela apresentação do Urso Branco de Cangaçá, do bairro de Água Fria (Recife), agremiação 13 vezes campeã do Carnaval e presidida pela mestra Maria Cristina de Andrade, também Patrimônio Vivo do Estado.<br />
Em seguida, o projeto Aria Social apresentou o musical Capiba: Pelas Ruas Eu Vou, emocionante tributo ao compositor, também um dos homenageados do Carnaval de Pernambuco de 2025, e à própria folia de Momo, com dança, música, poesia, memória iconográfica e rico figurino. Na mesma linha, o grupo Guerreiros do Passo reviveu os antigos Carnavais de rua contando a história do frevo com direito a um aulão de dança desse ritmo no final. E a tradição da Zona da Mata também esteve representada, no sábado, por Mestre Anderson e a Ciranda Raiz da Mata Norte, com participação do Maracatu de Baque Solto Cambinda Brasileira de Nazaré.<br />
Já à noite, o veterano grupo Quinteto Violado revisitou os temas mais populares do Carnaval interpretados em seu estilo único e inconfundível. O mesmo ocorreu com o cantor Silvério Pessoa, cujo show teve como base seu projeto Micróbio do Frevo, com inserções de releituras de J. Michiles, Lula Queiroga, Otto e Chico Science, entre outros.<br />
No domingo (23), o coco, o samba, o afoxé, a la ursa e o frevo, quatro dos ritmos musicais e uma das expressões mais pernambucanas e carnavalescas, foram os protagonistas do palco Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife. O Urso Branco de Cangaçá voltou a dar a sua graça, seguido de mestra Ana Lúcia, Gigantes do Samba, Afoxé Omin Sabá e Claudionor Germano não deixaram ninguém parado.<br />
Com direito à presença do menino Davi Henrique, 3 anos de idade, que viralizou na internet se apresentando de la ursa, o Urso Branco de Cangaçá abriu os trabalhos com o pulsar dos tambores da tradição pernambucana.<br />
Diretamente do bairro do Amaro Branco, em Olinda, mestra Ana Lúcia, também homenageada do Carnaval de Pernambuco de 2025, trouxe todo o gingado de seu coco de roda para o palco do Pernambuco Meu País no Carnaval &#8211; Recife. Uma das principais mestras de coco de roda vivas, Patrimônio Vivo do Estado, Ana Lúcia cantou rodeada de mulheres.<br />
Já a Gigantes do Samba transformou o palco em uma verdadeira Sapucaí demonstrando toda a pluralidade e diversidade do Carnaval pernambucano. Bateria, mestre-sala e porta-bandeira desfilaram ao som de sambas-enredos famosos e alguns clássicos do samba nacional.<br />
Trazendo todo o encanto da ancestralidade africana, o afoxé Omim Sabá representou a beleza a religiosidade da matriz africana ao palco. Iemanjá é o orixá que rege o afoxé. Ela é representada na indumentária, na música e nos movimentos executados pelo grupo.<br />
Fechando a noite com chave de ouro e alto astral, a voz do frevo, Claudionor Germano, do alto de seus 92 anos, animou o público com um desfile de hits de sua carreira e canções, especialmente canções de mestres como Capiba e Nelson Ferreira. “Estou muito feliz em ver o tratamento do povo comigo, essa simpatia e carinho do povo é o meu maior pagamento”, disse o também Patrimônio Vivo de Pernambuco.<br />
“São três dias de uma programação extensa, com muita cultura popular, muitos shows, com o Estado abraçando o Carnaval de Pernambuco. É apenas o começo e uma amostra do que vem por aí”, afirmou a secretária estadual de Cultura, Cacau de Paula.<br />
“Pernambuco Meu País chegou ao Recife para trazer a diversidade e riqueza da cultura popular, nossos Patrimônios Vivos. Desde o primeiro dia encheu o Bairro do Recife de alegria. Está lindo o Carnaval de Pernambuco. E vamos levar essa beleza e alegria do Litoral ao Sertão do Estado”, disse a presidente da Fundarpe, Renata Borba.</p>
<p><strong>CARNAVAL PE 2025</strong> – Uma das principais referências culturais do Brasil, o Carnaval de Pernambuco está preparado para receber foliões do Brasil e de fora do País e oferecer a maior riqueza da nação pernambucana: uma cultura viva e pulsante, presente nas mais diversas manifestações populares e de artistas reconhecidos pela dedicação e valorização do ciclo carnavalesco. Para garantir a realização de uma grande festa momesca, o Governo de Pernambuco está investindo R$ 54,4 milhões na contratação artística e no planejamento operacional e integrado entre as secretarias estaduais.<br />
Do valor total, R$ 35 milhões são destinados para as ações por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Secretaria de Turismo e Lazer (Setur), o que representa um incremento de 66% em relação a 2024, que foi de R$ 21 milhões. Nas iniciativas das duas pastas, cerca de 90% dos artistas contratados são pernambucanos, selecionados via Convocatória do Ciclo Carnavalesco. Aproximadamente 80% das contratações são de cultura popular, orquestras, dança e música da tradição carnavalesca. Em 2025 os homenageados do Carnaval Pernambuco são Capiba (<em>in memoriam</em>), Almir Rouche, Dona Nira e Mestra Ana Lúcia.<br />
Inovando na programação, o projeto cultural pioneiro Pernambuco Meu País é uma das iniciativas de destaque na grade, com duas grandes estruturas, em Olinda e no Recife, com espaço para a promoção da cultura popular do Estado e para o intercâmbio artístico com artistas de diversas regiões do País.<br />
No Recife, a estrutura está montada no jardim do centro cultural Cais do Sertão, no Bairro do Recife. Destacando as manifestações culturais populares de Pernambuco, o polo conta com programação entre os dias 21 e 23 de fevereiro e de 28 de fevereiro a 4 de março. Em Olinda, o palco está montado na Praça do Carmo. Com grade de shows no período de 27 de fevereiro a 5 de março.<br />
Reforçando sua presença junto aos pernambucanos e intensificando o incentivo às mais diversas programações, o Governo deo Estado, por meio da a Secult-PE e da Fundarpe, também realiza sete edições do Cortejo Brincantes de Pernambuco nas ruas das cidades de Olinda, Recife, Caruaru, Ipojuca, Arcoverde, Triunfo e Bezerros. Além disso, o Governo também confirma apoio a eventos em diversos municípios. Entre as iniciativas com aporte do Estado estão: festivais, encontros tradicionais de cultura popular e programações musicais carnavalescas nas quatro macrorregiões.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Palco Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife (Jardim do Cais do Sertão)</span>:</strong></p>
<p><strong>28 FEV (sexta-feira)</strong><br />
15h | Mestre do Galo Preto<br />
16h | Família Salustiano<br />
17h | Nailson Vieira com participação do Maracatu de Baque Solto Estrela Brilhante de Nazaré da Mata<br />
18h | Grêmio Recreativo Escola de Samba D’Breck com participação de Gabi do Carmo</p>
<p><strong>1º MAR (sábado)</strong><br />
15h | Mãe Beth de Oxum &#8211; Coco de Umbigada<br />
16h | Orquestra Iorubás de Pernambuco<br />
17h | Orquestra de Frevo Zezé Corrêa com participação de Laís Senna<br />
18h | Maciel Salú com participação de Mano de Baé</p>
<p><strong>2 MAR (domingo)</strong><br />
15h | Maracatu Estrela de Ouro de Aliança<br />
16h | Maracatu Nação Pernambuco com participação de Charles Theone<br />
17h | As Sambadeiras com participação de Natascha Falcão<br />
18h | Mestre Ambrósio</p>
<p><strong>3 MAR (segunda-feira)</strong><br />
15h | Orquestra 100% Mulher<br />
16h | Afoxé Ogbon Obá<br />
17h | Grupo Bongar<br />
18h | Karynna Spinelli com participação de Helena Cristina</p>
<p><strong>4 MAR (terça-feira)</strong><br />
15h | Mestre João Limoeiro<br />
16h | Juninho do Coco<br />
17h | Larissa Lisboa<br />
18h30 | Maestro Forró e Orquestra Popular da Bomba do Hemetério com participações de Ed Carlos, Gabi da Pele Preta e Ylana Queiroga</p>
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		<title>Julião mantém tradição das máscaras em Olinda</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Feb 2015 17:01:46 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/juliao-das-mascaras-1024x768.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-21187" alt="Costa Neto / Secult PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/juliao-das-mascaras-1024x768-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>O nome dele é João Dias Vilela Filho, mas pode chamar de Julião das Máscaras ou João de Julião, que ele atende. O nome Julião é do avô, de quem herdou o ofício de criar máscaras para os foliões. No bairro Guadalupe, em Olinda, Julião continua a tradição que começou aprender aos 12 anos com o pai. “Eu não lembro do meu avô, eu era muito pequeno. Eu aprendi com meu pai. Eu levava muito cascudo, muito &#8216;carão&#8217; do meu pai para aprender, mas eu agradeço por ter aprendido uma arte. As pessoas dizem que eu faço melhor que ele, mas eu digo que não, eu sou filho do mestre.” A tradição iniciada com seu avô continua sendo transmitida de pai para o filho. Atualmente, com 54 anos, João de Julião já conta com a ajuda dos filhos Joana Vitória, de 10 anos, e Mateus Filho, de 17 anos.</p>
<p>Quando criança, o artista popular morou nas comunidades de Sapucaia e Ilha do Maruim, antes de chegar ao Guadalupe, e relembra do pai como exemplo de trabalhador e brincante. “Meu pai era um guerreiro, ele vendia cachorro quente, consertava móveis, além de fazer as máscaras. Ele foi pastora de pastoril, ele era muito divertido, fazia passo, se vestia de mulher”, relembra com orgulho e emenda “a mesma coisa sou eu. Eu trabalho na Prefeitura, aparece um trabalho para consertar uma encanação, eu vou e faço, aparece trabalho para envernizar uma cadeira, eu corro atrás do meu objetivo”.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/mascaras_juliao-1024x683-1024x683.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-21184" alt="Costa Neto / Secult PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/mascaras_juliao-1024x683-1024x683-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Há dois meses, Julião está com um ponto alugado, já que a casa da sua família onde morava e comercializava as peças foi vendida. Para não perder a clientela, alugou um local ao lado da antiga casa, na avenida Joaquim Nabuco. Lá, o movimento é intenso. Tanto de vizinhos como gente que vem de longe para comprar suas máscaras. Enquanto a reportagem do Cultura PE estava lá, o artista e bonequeiro Fernando Augusto, conhecido por ter feito muitas decorações do Carnaval de Olinda, estava comprando duas cabeças de boi. Julião diz “todo ano ele compra máscaras, já deve ter mais de 200 peças minhas, ele faz coleção”. Em outro momento, chega um folião querendo encomendar uma máscara da presidenta Dilma. Mas Julião não aceita a proposta, porque não tem tempo hábil para a criação. Na verdade, as peças do artista popular são mais voltadas para figuras mais lúdicas, principalmente de animais. Ele conta que recebeu uma encomenda de uma cabeça de bode e prontamente atendeu o pedido.</p>
<p>A máscara mais famosa da família Julião é a de Urso, mas a variedade de modelos é grande. Ele faz três tipos de cabeça de Urso, um deles é igual a que o pai fazia. A pedido de um casal, ele criou uma Ursa com laço na cabeça. Ainda tem abutre, elefante, rato, galo, boi, onça, linguarudo, palhaço. Além dos modelos para se fantasiar, tem também opções para a decoração de paredes, como os caboclos de lança e Homem da Meia-Noite, procurados por arquitetos e proprietários de hotéis, bares e restaurantes. As máscaras e “cabeções”, como Julião chama, são confeccionadas com papel <em>marché</em> e goma de araruta, pintadas com tinta óleo. As peças custam de R$ 15 a R$ 70, a depender do modelo e tamanho. O “Bazar Artístico Julião das Máscaras” funciona durante todo o Carnaval para atender aos foliões que procuram se fantasiar de última hora.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/mascaras_juliao2-1024x683.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-21185" alt="Costa Neto / Secult PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/mascaras_juliao2-1024x683-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Julião tem convicção da importância do seu trabalho para o clima carnavalesco. “O objetivo do Carnaval é a pessoa se esconder atrás da máscara. Tem gente que é tímido, mas com a máscara a pessoa pode se soltar. Tem gente que engana até a mulher como um amigo meu que ia brincar com a máscara e dizia a mulher que tava trabalhando. No outro dia ele chega em casa suado, dizendo que deu um duro danado, mas na verdade tá de ressaca”, conta com entusiasmo.</p>
<p>Para aumentar a renda, o artesão também vende outros artigos para o Carnaval como tiaras, feitas por sua filha, máscaras industrializadas de super-heróis, roupas de <em>pierrot</em>, pistolas d´água, confete. Apesar disso, Julião gosta de defender a tradição das máscaras artesanais. &#8220;É um prazer fazer as máscaras e ver o olindense feliz. Carnaval sem máscaras e sem bonecos, não é Carnaval. O brilho do Carnaval são as máscaras e os bonecos. Eu sempre falo da diferença do industrial e do artesanal. Teve colega meu que me disse: porque tu não faz máscara de fibras? Eu digo que a maioria dos meus fregueses são filhos da cultura, ele não quer algo industrial, gosta de máscara feita a mão, não quer máscara de fibra que é feita na máquina e sai mil iguais&#8221;, explica.</p>
<p>Julião é um defensor das brincadeiras nas ruas no sítio histórico de Olinda. “O Carnaval é uma festa sadia, você pode brincar, pode se vestir do que for. Em Olinda, a gente não gasta dinheiro, não paga camarote. Temos que dar valor ao nosso Carnaval&#8221;, diz.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Bazar Artístico Julião das Máscaras &#8211; Avenida Joaquim Nabuco, Guadalupe, Olinda.<br />
Contatos: 81 3439-5439  8636-2268</p>
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		<title>Exposição sobre a &#8216;La Ursa&#8217; em cartaz no Centro de Artesanato de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Feb 2015 18:17:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cacau Arcoverde]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Artesanato de Pernambuco]]></category>
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		<description><![CDATA[“A La Ursa quer dinheiro! Quem não dá é pirangueiro!” Folião pernambucano que se preze conhece bem os versos dessa tradicional brincadeira do nosso Carnaval. Desde a última terça-feira (3), a ‘La Ursa’ é tema de uma exposição do artista Cacau Arcoverde, na Galeria do Centro de Artesanato de Pernambuco, localizado no Bairro do Recife. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_20834" aria-labelledby="figcaption_attachment_20834" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/IMG_9826.jpg"><img class="size-medium wp-image-20834" alt="Costa Neto/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/IMG_9826-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">‘La Ursa’ é tema de uma exposição do artista Cacau Arcoverde, na<br />Galeria do Centro de Artesanato de Pernambuco</p></div>
<p>“A La Ursa quer dinheiro! Quem não dá é pirangueiro!” Folião pernambucano que se preze conhece bem os versos dessa tradicional brincadeira do nosso Carnaval. Desde a última terça-feira (3), a ‘La Ursa’ é tema de uma exposição do artista Cacau Arcoverde, na Galeria do Centro de Artesanato de Pernambuco, localizado no Bairro do Recife. A entrada é gratuita.</p>
<p>Na mostra, que segue até o dia 12 de fevereiro, estarão expostos estandartes e xilogravuras que exploram o universo do imaginário desse e de outros ícones da Folia de Momo tão presentes nos festejos carnavalescos de Pernambuco. O público pode visitar a exposição de terça a domingo, das 14h às 19h. A entrada é gratuita.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Exposição La Ursa</em><br />
Até 12 de fevereiro de 2015<br />
Galeria do Centro de Artesanato de Pernambuco (Av. Alfredo Lisboa, S/N, Armazém 11, Bairro do Recife)<br />
Visitação: Terça a Domingo, das 14h às 19h<br />
Gratuito</p>
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