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	<title>Portal Cultura PE &#187; Labirinto de Cabras e o Touro de Mármore</title>
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		<title>Fotografia como afirmação da identidade é destaque no FIG 2018</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jul 2018 18:06:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias As fotografias, como registros da memória e do saber, podem levar conhecimento anos adiante. Mais do que isso, podem servir de instrumento para a afirmação da identidade de um povo, da valorização de culturas tradicionais e da emancipação dos cidadãos através da arte. Alguns destaques da programação de Fotografia do 28º Festival [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_62138" aria-labelledby="figcaption_attachment_62138" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/jonathanlins.jpg"><img class="size-medium wp-image-62138  " alt="Jonathan Lins/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/jonathanlins-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Autoretrato Nordeste, por exemplo, realizou oficinas de fotografia com jovens de quatro comunidades quilombolas e levará uma parte deste resultado para o Festival</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>As fotografias, como registros da memória e do saber, podem levar conhecimento anos adiante. Mais do que isso, podem servir de instrumento para a afirmação da identidade de um povo, da valorização de culturas tradicionais e da emancipação dos cidadãos através da arte. Alguns destaques da programação de Fotografia do <strong>28º Festival de Inverno de Garanhuns</strong> dialogam diretamente com essa questão, trazendo à tona mais uma vez o tema do Festival, a ‘Liberdade’.</p>
<p>Uma das exposições presentes da Galeria Galpão será a <a href="http://retratonordeste.blogspot.com" target="_blank"><strong>Autorretrato Nordeste – Quilombo de Alagoas</strong></a>, um projeto que está em atividade desde 2009 e que, segundo Waldson Costa, organizador da mostra, tem a proposta de democratizar o acesso e a produção da arte visual em pequenas comunidades.</p>
<div id="attachment_62139" aria-labelledby="figcaption_attachment_62139" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Projeto-Autorretrato-Nordeste_acao-Quilombos-de-Alagoas_2014_Premio-Funarte-de-Arte-Negra-2012_Cepin_Foto-site-do-projeto.jpg"><img class="size-medium wp-image-62139 " alt="Projeto-Autorretrato-Nordeste_acao-Quilombos-de-Alagoas_2014_Premio-Funarte-de-Arte-Negra-2012_Cepin_Foto-site-do-projeto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Projeto-Autorretrato-Nordeste_acao-Quilombos-de-Alagoas_2014_Premio-Funarte-de-Arte-Negra-2012_Cepin_Foto-site-do-projeto-607x395.jpg" width="607" height="395" /></a><p class="wp-caption-text">As oficinas foram concentradas em quatro comunidades quilombolas: Bom Despacho (Passo do Camaragibe), Palmeira dos Negros (Igreja Nova), Cajá dos Negros (Batalha) e Sabalangá (Viçosa)</p></div>
<p><em>“Este trabalho tem uma metodologia que envolve a questão da antropologia compartilhada, que permite que as pessoas das comunidades produzam o material que vai falar por elas. Não é alguém de fora que chega, registra e sai. É alguém que vive lá, conhece o território, e fala por eles”,</em> explica Waldson.</p>
<p><em>“Um projeto que permite que as pessoas destes espaços falem por si, e tenham liberdade de articularem essas imagens, torna-se muito atual diante do processo político que vivemos hoje. Quando podemos dialogar com o outro, temos liberdade. E o Autorretrato Nordeste permite isso”,</em> avalia ele.</p>
<p>A iniciativa leva a comunidades pequenas, geralmente através das crianças e adolescentes da região, a produzirem fotografias a partir do olhar dela. Uma espécie de apanhado fotográfico de suas comunidades. <em>“Para isso, realizamos oficinas com esses jovens, e eles mesmos decidem os espaços e personagens que serão fotografados. Num segundo momento, a gente os leva para uma exposição a partir das imagens produzidas”,</em> ressalta o organizador da mostra.</p>
<div id="attachment_62141" aria-labelledby="figcaption_attachment_62141" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Autorretrato-14.jpg"><img class="size-medium wp-image-62141 " alt="Reprodução/Internet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Autorretrato-14-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Segundo o organizador da mostra,ela tem a proposta de democratizar o acesso e a produção da arte visual em pequenas comunidades</p></div>
<p>As oficinas foram concentradas em quatro comunidades quilombolas: Bom Despacho (Passo do Camaragibe), Palmeira dos Negros (Igreja Nova), Cajá dos Negros (Batalha) e Sabalangá (Viçosa). Teve também o aporte financeiro do Prêmio Artes Negras, da Funarte, para que pudesse ser desenvolvido.</p>
<p>Para o FIG, Waldson Costa revela que está levando um apanhado das quatro comunidades fotografadas em Alagoas. <em>“Serão 20 fotografias expostas e mil postais que vamos distribuir gratuitamente, feitas com algumas dessas imagens, que é outra forma de disseminar essas fotos pelo país”.</em></p>
<p>O lançamento do fotolivro da fotojornalista pernambucana Ana Araujo, o <strong>As Loiceiras de Tacaratu – A arte milenar das mulheres do meu Sertão</strong>, é outra atividade que dialoga com elementos identitários. A obra, feita com incentivo do Funcultura, é resultado de uma pesquisa visual realizada nos últimos 30 anos pela autora, que conta a história da loiça, a cerâmica utilitária de tradição indígena Pankararu, no cotidiano das mulheres dessa região do Sertão de Itaparica de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_61799" aria-labelledby="figcaption_attachment_61799" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ana Araujo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/1-ANA-ARAUJO-1988.jpg"><img class="size-medium wp-image-61799 " alt="Ana Araujo/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/1-ANA-ARAUJO-1988-607x457.jpg" width="607" height="457" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;As Loiceiras de Tacaratu – A arte milenar das mulheres do meu Sertão&#8217; conta a história da loiça, a cerâmica utilitária pelas mulheres da tradição indígena Pankararu</p></div>
<p><em>“O livro tem esse recorte de gênero, de trazer o aspecto das mulheres e demostrar que este é um ofício totalmente feminino. E também a importância da fotografia como documentação do tempo, dentro da revolução tecnológica que houve na história recente. Cada foto tem essa referência, o ano, de que forma foi feita, o equipamento utilizado. É uma documentação tendo como base os meus 30 anos de pesquisa”,</em> conta Ana Araujo.</p>
<p><strong>As Loiceiras de Tacaratu</strong> tem 112 páginas em papel couchê, capa dura e 67 fotografias coloridas e em preto e branco. O texto e a edição de fotos são da jornalista e crítica de Fotografia Simonetta Persichetti e a pesquisa histórica assinada por Bartira Ferraz Barbosa, docente da UFPE – Universidade Federal de Pernambuco.</p>
<p><em>“É a primeira vez que vou apresentar este livro em Garanhuns e considero o momento como um lançamento. De lá, irei no dia 8 de agosto participar da programação do Festival Mês da Fotografia, em Brasília”,</em> conta Ana Araujo, que faz parte do projeto Arca das Letras, responsável por 23 bibliotecas rurais espalhadas em Tacaratu.<em> “Além desses espaços, distribuímos o livro nos Pontos de Cultura da região e, principalmente, nas escolas. Inclusive duas em territórios indígenas, as escolas Carlos Estavam e Ezequiel, no Brejo dos Padres”.</em></p>
<div id="attachment_61800" aria-labelledby="figcaption_attachment_61800" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Capa/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/Foto-da-Capa-do-Livro-por-ANA-ARAUJO.jpg"><img class="size-medium wp-image-61800 " alt="Capa/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/Foto-da-Capa-do-Livro-por-ANA-ARAUJO-607x462.jpg" width="607" height="462" /></a><p class="wp-caption-text">A obra, feita com incentivo do Funcultura, é resultado de uma pesquisa visual realizada por Ana Araujo nos últimos 30 anos</p></div>
<p>O lançamento durante o FIG dialogará com uma programação da gastronomia, promovida por Ana Cláudia Frazão, assessora de Gastronomia da Secult-PE, um debate intitulado Panela de Barro – Cultura no Prato. O encontro terá vários convidados, como, por exemplo, as Loiceiras de Belo Jardim.</p>
<p><em>“Acredito que esse projeto traz a valorização da visibilidade e da afirmação da identidade daquelas mulheres, além da importância de documentar uma preservação que está acontecendo graças à força da tradição Pankararu, através dos rituais. Na ocasião, além de colocar o livro à venda, quero fazer algumas projeções para situar melhor quem estiver assistindo”,</em> revela a autora. Os exemplares serão vendidos por R$ 70, e 20% desta renda será revertida pra as loiceiras de Tacaratu. <em>“Como elas são agricultoras e vivem da renda desse trabalho, é uma ajuda pouca, mas que faz toda uma diferença na vida delas”,</em> comemora Ana.</p>
<p><em>“Vale destacar que a pronuncia ‘loiceira’ está correta. Vem do português colonial, e ainda é utilizado na nossa região. E porque não falar como a gente fala mesmo? Acho bacana do ponto de vista da identidade”,</em> afirma a pesquisadora.</p>
<div id="attachment_57419" aria-labelledby="figcaption_attachment_57419" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/01/labirinto-cabras.jpg"><img class="size-medium wp-image-57419 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/01/labirinto-cabras-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição &#8216;Labirinto de Cabras e o Touro de Mármore&#8217;, de Iezu Kaeru, também faz parte da programação do FIG 2018</p></div>
<p>Outras mostras compõem a programação de Fotografia do FIG deste ano: <strong>Labirinto de Cabras e o Touro de Mármore</strong>, de Iezu Kaeru (produzido com incentivo do Funcultura);  <strong>Warao – O Povo da Canoa</strong>, de Luiz Netto; <strong>Carnaval em foco – Imaginário</strong>, do Coletivo Diálogos; e <strong>Ares de Pernambuco – Mostra e Intervenção Fotográfica Urban</strong>a, de Luciana Ourique.  Intervenções e outras ações especiais também estão programadas. Conheça um pouco de cada.</p>
<div id="attachment_62164" aria-labelledby="figcaption_attachment_62164" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Vinícius-Rodrigues1.jpg"><img class="size-medium wp-image-62164 " alt="Vinícius Rodrigues/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Vinícius-Rodrigues1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Carnaval em foco – Imaginário, do Coletivo Diálogos, também integra a programação do FIG</p></div>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO DE FOTOGRAFIA DO 28º FESTIVAL DE INVERNO DE GARANHUNS</strong></p>
<p>Galeria Galpão | Av. Dantas Barreto, 120<br />
De 22 a 28 de julho</p>
<p><strong> EXPOSIÇÕES</strong><br />
<strong>Labirinto de Cabras e o Touro de Mármore</strong><br />
<em>Iezu Kaeru</em><br />
O projeto propõe a união de imagens na construção de jogos fotográficos, buscando incorporar no discurso a relação simbiótica existente entre os seres humanos e a natureza. Haverá lançamento do catálogo da exposição. Mostra</p>
<p><strong>Autorretrato Nordeste – Quilombo de Alagoas</strong><br />
<em>Autorretrato Nordeste</em><br />
A mostra consiste em uma exposição fotográfica coletiva, com as imagens produzidas por crianças e adolescentes que vivem em quatro comunidades quilombolas de Alagoas.</p>
<p><strong>Warao – O Povo da Canoa</strong><br />
<em>Luiz Netto</em><br />
Retrato destes que são um dos últimos povos nômades da América do Sul, a etnia Warao. Provavelmente o grupo étnico mais antigo da Venezuela. Registrados naquele país a mais de 8 mil anos, são donos de rica cultura, religião milenar e idioma próprio.</p>
<p><strong>Carnaval em foco – Imaginário</strong><br />
<em>Coletivo Diálogos</em><br />
A mostra proporciona um cenário do nosso Carnaval, com toda a sua plasticidade, retratando, divulgando e preservando a memória dessa importante manifestação cultural.</p>
<p><strong>INTERVENÇÃO</strong><br />
<em>Ruas e avenidas de Garanhuns</em><br />
Ares de Pernambuco – Mostra e Intervenção Fotográfica Urbana<br />
Luciana Ourique<br />
A mostra consiste em uma intervenção urbana (street art) com fotos aéreas obtidas durante um período de 8 anos. A exposição vai revelar Pernambuco visto de cima, enaltecendo a beleza e as singularidades do estado.</p>
<p><strong>INSTITUTO HISTÓRICO, GEOGRÁFICO E CULTURAL DE GARANHUNS</strong> De 21/7 | 17h30 às 20h IHGC – Praça Dom Moura, 44 &#8211; Centro (ao lado do antigo Fórum)<br />
As Loiceiras de Tacaratu – A arte milenar das mulheres do meu sertão<br />
Relançamento de livro Ana Araújo Recorte etnográfico do cotidiano do povo Pankararu, sua cultura e sua manifestação artística, aliadas à grande luta pela sobrevivência no semiárido. Com o olhar de dentro, de quem é da terra, a realizadora apresenta a beleza das loiças – a cerâmica utilitária de tradição indígena – e o valor de sua preservação enquanto patrimônio cultural e imaterial dos moradores dessa região do Sertão de Itaparica.</p>
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		<title>Mostra que aborda relação da humanidade com a natureza chega a Triunfo</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 14:30:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Governo de Pernanbuco]]></category>
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		<category><![CDATA[Labirinto de Cabras e o Touro de Mármore]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_52248" aria-labelledby="figcaption_attachment_52248" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Iezu Kaeru/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/91570023-copy.jpg"><img class="size-medium wp-image-52248 " alt="Iezu Kaeru/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/91570023-copy-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Em Triunfo, a visitação pode ser feita a partir desta sexta (11) e até o dia 15 de outubro, de segunda a sábado, das 8h às 12h, e das 13h às 21h</p></div>
<p>A exposição inédita <strong>Labirinto de Cabras e o Touro de Mármor</strong>e, do fotógrafo pernambucano Iezu Kaeru, chega ao sertão pernambucano nesta quinta (10), na galeria de arte (Fábrica de Criação Popular) do Sesc Triunfo. Numa parceria com o curador Eder Chiodetto, a mostra busca incorporar a relação simbólica existente entre os seres humanos e a natureza.</p>
<p>As fotografias nunca publicadas, produzidas de 2007 a 2015, apresentam paisagens e pessoas fotografadas no dia a dia e em viagens do fotógrafo, que utilizou diversos tipos de câmeras digitais e analógicas para captar os registros. <em>“Trata-se de um mergulho na minha relação com a linguagem fotográfica. Recortes de uma metrópole inventada, com suas gaiolas de pedra, sua luz exagerada, seus labirintos: o círculo não é redondo. Busquei por imagens que atravessassem a epiderme dos sentidos, num desejo de transcendência”,</em> resume o artista.</p>
<div id="attachment_52249" aria-labelledby="figcaption_attachment_52249" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Iezu Kaeru/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/DSC_0010-3-15x225-copy-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-52249 " alt="Iezu Kaeru/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/DSC_0010-3-15x225-copy-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A inédita exposição multimídia ten incentivo do Funcultura para realização em três regiões do estado: Sertão, Zona da Mata e Agreste</p></div>
<p>Impressas em fine art, as imagens podem durar 150 anos mantendo fielmente as tonalidades e cores presentes das localidades fotografadas. Ao todo, 22 obras estarão expostas em grandes formatos na Fábricas de Criação Popular. Em Triunfo, a visitação pode ser feita a partir desta sexta (11) e até o dia 15 de outubro, de segunda a sábado, das 8h às 12h, e das 13h às 21h.</p>
<p>De acordo com Eder Chiodetto, a Iezu Kaeru convida o expectador a desabrochar os sentidos e reordenar as pulsões da percepção fatigada por símbolos óbvios. &#8220;Aqui o que parece ser já aconteceu e ficou soterrado no cemitério das insignificâncias ou está em plena ebulição na busca de novas aporias. Viver é bicho indomesticado que desperta com olhos renovados a cada novo sol que a órbita da Terra descreve em misteriosas elipses. Tudo o que você vê é o espelho de ti&#8221;.</p>
<div id="attachment_52250" aria-labelledby="figcaption_attachment_52250" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Iezu Kaeru/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/luzir-e-traduzir-16-15x225-copy-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-52250 " alt="Iezu Kaeru/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/luzir-e-traduzir-16-15x225-copy-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Imagens inédias apresentam paisagens e pessoas fotografadas em viagens do fotógrafo, que utilizou diversos tipos de câmeras digitais e analógicas para captar as fotos</p></div>
<p>A inédita exposição multimídia ten incentivo do Funcultura para realização em três regiões do estado: Sertão, Zona da Mata e Agreste, nas galerias do Sesc Triunfo, Sesc Goiana e Sesc Garanhuns, além da publicação de mil exemplares do catálogo. O projeto conta ainda com ações educativas voltadas para jovens de escolas públicas e moradores das comunidades, além de projeções das imagens em lençóis estendidos em quintais de casas populares.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong> </span><br />
<em>Exposição Labirinto de Cabras e o Touro de Mármore, de Iezu Kaeru</em><br />
Abertura: Quinta (10)<br />
Visitação: Sexta (11) a 15 de outubro, de segunda a sábado, 8h às 12h; 13h às 21h<br />
Fábrica de Criação Popular &#8211; SESC Triunfo (Praça De. Arthur Viana Ribeiro, 59, Alto da Boa Vista, Triunfo)<br />
Gratuito</p>
<p><strong>Sesc Goiana</strong><br />
Abertura: 26 de outubro<br />
Visitação: 27 de outubro a 31 de dezembro</p>
<p><strong>Sesc Garanhuns</strong><br />
Abertura: 18 de janeiro de 2018<br />
Visitação: 19 de janeiro a 25 de março</p>
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