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	<title>Portal Cultura PE &#187; lambe-lambe</title>
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		<title>Teatro lambe-lambe Igbá Itan percorre cinco municípios</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Oct 2024 18:37:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Trupe Circuluz estreia, neste fim de semana, o espetáculo em teatro lambe-lambe Igbá Itan. Trata-se de um espetáculo para todas as idades, mas principalmente para despertar os olhares curiosos de crianças e adolescentes para o contato com a cultura de matriz africana. Nesta sexta-Feira (11) há a primeira sessão, gratuita, no Ilê Axé Orixalá [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113887" aria-labelledby="figcaption_attachment_113887" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/IMG_8592.jpg"><img class="size-medium wp-image-113887" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/IMG_8592-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo em teatro lambe-lambe Igbá Itan</p></div>
<p>A Trupe Circuluz estreia, neste fim de semana, o espetáculo em teatro lambe-lambe Igbá Itan. Trata-se de um espetáculo para todas as idades, mas principalmente para despertar os olhares curiosos de crianças e adolescentes para o contato com a cultura de matriz africana. Nesta sexta-Feira (11) há a primeira sessão, gratuita, no Ilê Axé Orixalá Talabi, no município de Paulista (Região Metropolitana do Recife). O projeto tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>Na montagem, a atriz manipuladora Raquel Franco converge teatro de animação com cultura de matriz africana, a partir da estética e dramaturgia que brota das cosmopercepções contidas na oralidade dos itans &#8211; histórias, narrativas acerca das cosmologias iorubanas e que se mantiveram vivas a partir dos saberes de mestres e mestras das comunidades tradicionais de terreiro.</p>
<p>Na narrativa, os olhos mergulham dentro da cabaça para revelar os awon itan de Nanã, Iemanjá, Oxum e Oyá, quatro de nossas grandes mães primordiais (iabás), histórias, bonecas, cenários em miniatura e em contato íntimo com o espectador, entre olhares, cabaça e histórias.</p>
<p>O teatro de animação em lambe-lambe dialoga com a tradição das bonecas abayomi, traz a narrativa da criação do homem com o barro de Nanã, Iemanjá como a senhora das cabeças (Ori), Oya transmuta-se para a senhora do fogo e Oxum e suas habilidades de restaurar a manutenção da vida humana.</p>
<p>São histórias da tradição oral aprendidas partir das vivências da yawó Adefalá (Raquel Franco) junto a Iyalorixá Lu de Yemanja, Bàbá Jr de Odé e todos os mais velhos e mais velhas do ​​Ilé Àṣẹ Ọ̀rìṣànlá Tàlàbí.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ficha técnica:</strong></span></p>
<p>Manipulação: Raquel Franco<br />
Criação dos bonecos: Raquel Franco e Rômulo Ramos<br />
Criação da cabaça/caixa: Raquel Franco<br />
Dramaturgia: Tradição Oral da Cultura de Matriz Africana &#8211; Candomblé<br />
Assessoria dramatúrgica: Bàbá Jr de Odé<br />
Narrativas: Ilé Àṣẹ Ọ̀rìṣànlá Tàlàbí.<br />
Produção executiva: Alexandre Menezes<br />
Realização: Trupe Circuluz e Casa de Jurema Encanto das Águas<br />
Designer gráfico: Iandara Franco<br />
Registros: Angola Filmes</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação:</strong></span></p>
<p>Dia 11, 19h &#8211; estreia no Ilê Axé Orixalá Talabi, Rua Orobó, nº 257, Paratibe, Paulista (PE)<br />
Dia 12, 10h &#8211; Museu do Mamulengo, Glória do Goitá (PE)<br />
Dia 12, 17h &#8211; Praça do Carmo, Olinda (PE)<br />
Dia 13, 16h &#8211; Conselho de Moradores do Alto Dois Carneiros, Jaboatão (PE)<br />
Dia 14 &#8211; Várzea, Recife (com acessibilidade em libras)</p>
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		<title>Artistas visuais criam cartilha sobre o uso pedagógico do lambe-lambe</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2021 14:07:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design e moda]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cartilha pedagógica]]></category>
		<category><![CDATA[lambe-lambe]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc em Pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[A arte que toma as ruas da cidade é muito potente, inclusive para a relação de ensino e aprendizagem dentro das escolas. É o que defendem Tácio Russo e Milla Serejo, que desde 2020 vem assinando juntos intervenções urbanas pelo Recife. Eles utilizam cartazes que são colados nos muros, também conhecidos como lambe-lambe, e com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/lambe-lambe.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-84104" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/lambe-lambe-607x427.jpg" width="607" height="427" /></a></p>
<p>A arte que toma as ruas da cidade é muito potente, inclusive para a relação de ensino e aprendizagem dentro das escolas. É o que defendem Tácio Russo e Milla Serejo, que desde 2020 vem assinando juntos intervenções urbanas pelo Recife. Eles utilizam cartazes que são colados nos muros, também conhecidos como lambe-lambe, e com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, esses artistas que também são professores por formação, desenvolveram uma cartilha virtual intitulada de “Lambe-lambe como dispositivo pedagógico”. Exemplares físicos da publicação serão distribuídos em escolas e bibliotecas públicas e comunitárias. A cartilha está disponível gratuitamente para download <a href="https://af517181-18e6-42f0-93db-2661ecb9552b.filesusr.com/ugd/e93dc4_d234392d81864d48a3412aa7b79280a9.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>O material entrelaça a ciência da arte urbana e da pedagogia e instrui o passo a passo para execução do lambe-lambe para os educadores poderem utilizar essa prática em sala de aula, online ou presencialmente. A cartilha foi construída com a consultoria de Ariana Nuala, educadora e curadora; Patrícia Naia, professora, escritora e produtora cultural; Luana Félix, atriz, professora de teatro e produtora cultural; Altino Francisco, arte educador, e Alberto Pereira, artista visual e criador da plataforma Lambes Brasil. Profissionais da arte e da educação que acreditam que iniciativas que inserem elementos da arte urbana em sala de aula são essenciais, mesmo que as diretorias e coordenações escolares tenham muita resistência à ideia. <em>“Quando a gente começou a desenvolver esse projeto, a gente considerou o lambe como qualquer papel que esteja colado na parede. E, a partir disso, a gente entendeu que a escola já é cheia de lambe e que é uma ferramenta efetiva. Mas o que é que a escola escolhe colocar na parede? E o que ela não permite?”</em>, diz Milla.</p>
<p>As reflexões sobre o espaço urbano é o fio condutor da parceria entre Milla Serejo e Tácio Russo. Russo, nascido e criado em periferias da zona norte do Recife, sempre teve que fazer o trajeto até o centro da cidade para estudar e, também por estímulos do ambiente escolar, se desenvolve enquanto artista urbano em diferentes linguagens. Primeiramente enquanto artista do improviso, frequentando batalhas de rima, promovendo e participando de saraus e, posteriormente, colando seus poemas e outras intervenções pela cidade em lambe-lambes. Milla é natalense do Rio Grande do Norte e veio a Recife, dentre outras coisas, também na expectativa de poder se reencontrar com a arte e as intersecções com a cidade. Ela conta que a cena artística de Natal não oferece tantas possibilidades e que lá passou a trabalhar bem mais com design do que com as artes visuais.</p>
<p>Juntos, Milla e Russo criaram o Laboratório Labirinto, que pretende promover ainda mais projetos e experimentações de reflexão sobre arte contemporânea e ambiente urbano. A iniciativa partiu da necessidade de transbordar e interligar essas linguagens.<em> “A gente acha importante continuar pensando novas formas de diálogo entre o fazer artístico e o espaço público&#8221;</em>, defende Russo. Para saber mais sobre o trabalho dos artistas, acesse o perfil no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/lambesbrasil/" target="_blank"><strong>@lambesbrasil</strong></a>.</p>
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