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	<title>Portal Cultura PE &#187; lançamento</title>
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		<title>Professora lança livro público infantil que ajuda as crianças a reconhecer o racismo nas brincadeiras</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 13:59:49 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121376" aria-labelledby="figcaption_attachment_121376" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Professora-de-escola-pública-lança-livro-infantil-que-ajuda-crianças-a-reconhecer-o-racismo-nas-brincadeiras-6.jpg"><img class="size-medium wp-image-121376" alt="Fotos: Salatiel Cícero/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Professora-de-escola-pública-lança-livro-infantil-que-ajuda-crianças-a-reconhecer-o-racismo-nas-brincadeiras-6-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Erlandia Nascimento/Divulgação</p></div>
<p>Professora lança livro público infantil que ajuda as crianças a reconhecer o racismo nas brincadeiras A professora da rede pública de ensino de Olinda, Fabiana Maria, lançará, neste sábado (29),  às 15h, no Centro Cultural Grupo Bongar, no Xambá, o livro infantil Tóin-tóin, que utiliza a história de uma menina negra para discutir identidade e representatividade na infância. Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura – Funcultura, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o projeto contará com distribuição gratuita de 3 mil exemplares para escolas públicas, bibliotecas comunitárias e projetos sociais da Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata Norte e Sertão do São Francisco. O lançamento marca o encerramento das atividades do Mês da Consciência Negra.</p>
<p>Na narrativa, Tóin-tóin percebe que as bonecas usadas nas brincadeiras de sua aldeia não têm seus traços — nem no tom de pele, nem na textura dos cabelos. A partir desse estranhamento, um personagem inicia uma jornada de autoconhecimento ligada à história familiar, à oralidade e à memória coletiva da comunidade. O livro é voltado para crianças de 8 a 10 anos e poderá ser utilizado em projetos pedagógicos que tratem de diversidade e construção de identidade.</p>
<p>Com 44 páginas e formato 18 x 24 cm, a publicação conta com obras da artista visual Sil Karla, autodidata, filha de baiana e pernambucana, residente em Olinda há mais de 20 anos. Premiada na Cow Parade Recife (2017) e na mostra internacional Art Freedom (Paris, 2019), Sil utiliza tinta acrílica e giz pastel em telas e suportes variados, tendo como foco a representação da estética afro-brasileira, especialmente no cabelo crespo enquanto forma e volume.</p>
<div id="attachment_121377" aria-labelledby="figcaption_attachment_121377" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Professora-de-escola-pública-lança-livro-infantil-que-ajuda-crianças-a-reconhecer-o-racismo-nas-brincadeiras-7.jpg"><img class="size-medium wp-image-121377" alt="A publicação conta com obras da artista visual Sil Karla, autodidata, filha de baiana e pernambucana, residente em Olinda há mais de 20 anos. Premiada na Cow Parade Recife (2017) e na mostra internacional Art Freedom (Paris, 2019), Sil utiliza tinta acrílica e giz pastel em telas e suportes variados. " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Professora-de-escola-pública-lança-livro-infantil-que-ajuda-crianças-a-reconhecer-o-racismo-nas-brincadeiras-7-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A publicação conta com obras da premiada artista visual Sil Karla, autodidata, filha de baiana e pernambucana, que utiliza tinta acrílica e giz pastel em telas e suportes variados, tendo como foco a representação da estética afro-brasileira, especialmente no cabelo crespo enquanto forma e volume.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A obra ainda terá audiolivro gratuito, ampliando o acesso para diferentes perfis de leitores. Além da edição impressa, haverá audiolivro gratuito e o evento contará com intérprete de Libras.</p>
<p><strong>Sobre a autora </strong></p>
<p>Fabiana Maria é pedagoga formada pela Universidade de Pernambuco (UPE), com especialização em Educação das Relações Étnico-Raciais (IFMG). É cofundadora do Cineclube Bamako (2012), primeiro cineclube pernambucano dedicado à exibição de filmes africanos e da diáspora negra. Fabiana também realizou os documentários Cabelos de Redemoinhos (2018), Joab Jó Malungo Jundiá – Mestre de Capoeira Angola (2022) e  Do Mukumbuko ao Mikoko (2025), além de autora do livro infantil Cabelos de Redemoinhos  (2022).</p>
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		<title>Cepe lança livro &#8216;Lázaro&#8217;, romance sobre a miséria do racismo e da violência no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 14:41:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“Dorme, meu filho, dorme e sonha. Sonha, que qualquer coisa é melhor do que aqui&#8230;” A frase tocante, pronunciada por uma mãe dilacerada ao se despedir do filho, dá o tom de Lázaro, o próximo lançamento da Companhia Editora de Pernambuco. O romance é ambientado na Maré, uma favela no Rio de Janeiro, e Lázaro, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119076" aria-labelledby="figcaption_attachment_119076" class="wp-caption img-width-587 alignnone" style="width: 587px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Mel-Gomes2-Foto-Meriely-Juliana-de-Amorim-Gomes.jpg"><img class="size-medium wp-image-119076" alt="Mel Gomes estreia em romance com 'Lázaro'. Foto: Meriely Juliana de Amorim Gomes" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Mel-Gomes2-Foto-Meriely-Juliana-de-Amorim-Gomes-587x486.jpg" width="587" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mel Gomes estreia em romance com &#8216;Lázaro&#8217;. Foto: Meriely Juliana de Amorim Gomes</p></div>
<p dir="ltr">“Dorme, meu filho, dorme e sonha. Sonha, que qualquer coisa é melhor do que aqui&#8230;” A frase tocante, pronunciada por uma mãe dilacerada ao se despedir do filho, dá o tom de Lázaro, o próximo lançamento da Companhia Editora de Pernambuco. O romance é ambientado na Maré, uma favela no Rio de Janeiro, e Lázaro, preto e pobre, é o personagem que amarra todas as linhas que tecem a história. Racismo, violência, as diversas fases do luto e as políticas de segurança pública, com seus impactos sobre os moradores dos morros, são esmiuçadas pelo escritor pernambucano Mel Gomes em seu livro de estreia na literatura.</p>
<p>A Cepe Editora lança a obra na próxima sexta-feira (18/07), às 19h, no Muafro, no Centro do Recife. “A escolha de Lázaro para personagem e título do livro, veio da sua presença, mesmo em sua ausência. É o personagem com menos espaço no livro, ao mesmo tempo, sua presença permeia toda a narrativa. Seu nome lembra essa conotação religiosa que o livro também traz, mas sem abordar diretamente a religião, e mais suas referências de redenção, fé e milagre. Lázaro é um nome ambíguo de certa forma, uma ambiguidade que penso que o livro aponta mais do que a determina, assim como o personagem”, declara Mel Gomes.</p>
<p>Filho de pais separados, Lázaro é um jovem de 20 anos que mora com a mãe e o irmão mais velho, Luiz. O pai reside na Cidade de Deus e contribui financeiramente para o sustento dos filhos, mas mantém com eles uma relação de encontros esporádicos. A vida do rapaz, da sua família e dos demais ocupantes do Complexo da Maré é afetada por um apagão elétrico, que desencadeia uma ação policial infeliz e acaba numa tragédia: a morte de Lázaro. Cada personagem tem sua história entrecruzada com a catástrofe nos cinco capítulos do livro (164 páginas).</p>
<p>“Não posso estar onde não estive nem ser o que poderia ter sido, então, que culpa eu tenho se não sou o que não fui…”, medita o pai de Lázaro, ao acompanhar o velório. O sofrimento da mãe, desde o apagão &#8211; que também tirou a vida de outros jovens negros da favela &#8211; até os dias depois do enterro, é acompanhado de perto por Marta, que se empenha em ajudar a amiga, quase uma irmã, a tentar superar a perda do filho, na novela criada por Mel Gomes. Nascido na cidade de Limoeiro (Agreste), em 1996, o autor vive no município de Vicência, na Zona da Mata Norte.</p>
<p>Mãe e pai não têm nome. “Ao não nomeá-los, penso que eles podem se tornar mais genéricos e universais na mesma medida. São personagens muito singulares, têm suas histórias e pontos de vistas, mas, se em alguma medida entendidos como representações também, essa singularidade se transforma em algo um pouco mais social e moral, para além da individualidade que seus nomes poderiam lhes conferir enquanto personagens. Um abre o livro, o outro fecha, e penso que assim se tem uma imagem sobre a história que também se encerra”, diz Mel Gomes.</p>
<p>A morte do personagem é narrada por ele mesmo no quarto capítulo do livro: “O sangue se misturava na lama, ainda corriam e gritavam, talvez ainda estivessem caindo e talvez houvesse balas e abelhas por todas as partes, vindo de todos os lados; pelo breve momento em que morria, talvez ainda não conseguisse entender o que havia acontecido, ainda pensava em correr e voltar e se esconder e virar-se&#8230; Seu corpo foi remexido, mãos puxaram suas roupas. Mas nada, o nada em que as palavras não chegam&#8230; Os olhos contrariavam e viam um abismo. Ele caiu vendo outros caírem e gritarem como ele gritava, qualquer coisa que os fizessem continuar correndo. Lázaros.”</p>
<p>“O autor Mel Gomes estreia na literatura com um romance que experimenta a combinação de vozes de diferentes narradores para contar uma mesma tragédia. Lázaro é uma costura de pontos de vista sobre uma morte que representa uma das maiores feridas da sociedade brasileira: o genocídio contra a juventude negra. Cada capítulo se ancora na percepção de um personagem, e o escritor também optou por uma espécie de variação estilística nessas diferentes partes da narrativa. O projeto gráfico e a capa de Janio Santos tornam o livro ainda mais interessante”, destaca Gianni Gianni, editora assistente da Cepe.</p>
<p>Sobre o autor &#8211; Mel Gomes é assistente social, formado pela Universidade Federal de Pernambuco, e atua na profissão. Começou a escrever em 2017, principalmente contos para resgatar histórias do lugar onde cresceu, “motivado pelo desejo de memória e encantamento que a literatura proporciona.” Publicou um conto na revista Aboio, com o título Recomeços e Raízes, em 2024.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p dir="ltr">O quê: Lançamento de Lázaro, com bate-papo entre Mel Gomes e o professor de Serviço Social na UFPE Adilson Silveira Júnior</p>
<p dir="ltr">Quando: 18 de julho (sexta-feira), às 19h</p>
<p dir="ltr">Onde: Museu de Artes Afro-Brasil Rolando Toro (Muafro) &#8211; Rua Mariz e Barros, 328, Bairro do Recife</p>
<p dir="ltr">Preço do livro: R$ 55 (impresso)</p>
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		<title>Livro da Cepe ganha edição em polonês</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 13:57:07 +0000</pubDate>
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<div id="attachment_119065" aria-labelledby="figcaption_attachment_119065" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-11-at-10.53.56.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119065" alt="Da esquerda para a direita:  Bruno Miranda, a cônsul Marta Olkowska e Lucia Xavier. Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-11-at-10.53.56-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Da esquerda para a direita: Bruno Miranda, a cônsul Marta Olkowska e Lucia Xavier. Foto: Divulgação</p></div>
<p>O livro As memórias de Krzysztof Arciszewski (1630-1637): um polonês a serviço da Companhia das Índias Ocidentais no Brasil, lançado pela Cepe Editora, ganhará uma edição polonesa. O lançamento acontecerá no dia 3 de setembro, em Posnânia, cidade natal do militar Arciszewski, que assim como o conde Maurício de Nassau foi um importante personagem histórico do período da ocupação holandesa no Brasil, no século 17.</p>
<p>Por sua erudição e conhecimento, Krzysztof Arciszewski foi requisitado pela Companhia das Índias Ocidentais para ser o comandante das tropas que, em 1630, conquistaram a Vila de Olinda e o Recife. Sua atuação foi fundamental para a consolidação da colônia neerlandesa no Brasil antes mesmo da chegada de Maurício de Nassau &#8211; apontado por alguns historiadores como rival do nobre polonês.</p>
<p>Organizada pelos especialistas em história do Brasil holandês Bruno Miranda e Lucia Xavier, o livro é resultado de uma pesquisa financiada pelo Consulado Geral da República da Polônia em Curitiba e pelo Arquivo Nacional da Haia, nos Países Baixos. A obra, que reúne documentos inéditos, está dividida em duas partes , trazendo a análise crítica dos autores, o processo de produção do livro, e a reprodução do memorial escrito por Krzysztof &#8211; material de grande valor histórico.</p>
<p>A edição polonesa do livro era desejada desde que a edição brasileira foi lançada (2022) e contou com a participação direta da cônsul geral da República da Polônia em Curitiba (hoje atuando no México), Marta Olkowska e da Prefeitura da cidade de Poznań para ser viabilizada. A Cepe Editora autorizou o uso do projeto gráfico da edição nacional.</p>
<p>A tradução para o polonês foi feita por Sylwia Mikołajczak, professora do Instituto de Línguas Românicas da Universidade Adam Mickiewicz. Para que os moradores conheçam a história do conterrâneo histórico, o livro (digital e impresso) será distribuído gratuitamente.</p>
<p>Para os organizadores, a nova edição é um fato a ser comemorado. “Para mim é um passo importante na carreira, pois é meu primeiro livro publicado em língua estrangeira”, assegurou Bruno Miranda. Para Lúcia, uma oportunidade de destacar um personagem quase menosprezado. “A edição polonesa representa, para mim, o reconhecimento de um trabalho de muitos anos feito a quatro mãos e, ao mesmo tempo, a oportunidade de devolver a Arciszewski sua voz &#8211; uma voz que permaneceu esquecida nas estantes de arquivos holandeses e que agora pode ser ouvida novamente em sua terra natal” , destacou.</p>
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		<title>Fotolivro retrata universo do trabalho informal na indústria têxtil do Agreste de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 21:12:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A versão impressa do fotolivro Ciano, Cidade propõe uma nova leitura sobre as relações de trabalho na cadeia têxtil do Agreste de Pernambuco. A obra, que tem apoio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), retrata toda a dinâmica de produção do jeans, desde a feitura, até a comercialização das peças, nas cidades de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-13-180839.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-118425" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-13-180839-607x392.png" width="607" height="392" /></a></p>
<p dir="ltr">A versão impressa do fotolivro Ciano, Cidade propõe uma nova leitura sobre as relações de trabalho na cadeia têxtil do Agreste de Pernambuco. A obra, que tem apoio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), retrata toda a dinâmica de produção do jeans, desde a feitura, até a comercialização das peças, nas cidades de Caruaru e Toritama, integrantes do Polo de Confecções do Agreste Pernambucano. O lançamento aconteceu no último dia 10 de junho, durante a programação do Salão de Fotografia de Pernambuco, no Fotolab-UFPE, o laboratório de fotografia dos cursos de Design e Comunicação Social da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Centro Acadêmico do Agreste (CAA).</p>
<p dir="ltr">A publicação mergulha no universo da confecção, transformando o território imagético da indústria têxtil em debate sobre trabalho e moda. Apresenta os processos de corte, costura, lavagem e comercialização do jeans. Tem como pano de fundo os cenários quase ficcionais das facções e lavanderias de Toritama e propõe uma discussão direcionada às relações de trabalho na cadeia responsável pela produção do artigo de moda. Com narrativa equilibrada entre os discursos acadêmico e artístico, as imagens retratam as condições de trabalho dos profissionais envolvidos na fabricação do jeans, lançando um olhar para questões intrínsecas ao trabalho informal, como o acesso à direitos trabalhistas e a responsabilidade ambiental envolvida nesse tipo de indústria.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-13-181147.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-118427" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-13-181147-607x401.png" width="607" height="401" /></a></p>
<p dir="ltr">O livro é de autoria do coletivo homônimo, “Ciano, Cidade”, formado por 5 profissionais das áreas de fotografia, geografia, comunicação e design. Possui um caráter experimental e explora uma narrativa para além da documental, ao passo que transporta o leitor para um mundo, ao mesmo tempo, real e imaginário. Para isso, conta com fotografias de técnicas mistas: digitais, analógicas e impressas em cianotipia. A curadoria é de Daniela Bracchi, professora e pesquisadora do Núcleo de Design e Comunicação da UFPE &#8211; Centro Acadêmico do Agreste, também coordenadora Fotolab-UFPE, Laboratório de Fotografia, que estuda e desenvolve narrativas visuais.</p>
<p dir="ltr">A equipe é composta por Gabriella Ambrósio, comunicóloga de formação e fotógrafa com experiência em fotografia documental de Caruaru; Williams Pereira, Geógrafo e fotógrafo de Recife; Palloma Mendes, designer e fotógrafa de Garanhuns; Ythalla Maraysa, fotógrafa e designer de Caruaru e Dênis Torres, fotógrafo nascido em Toritama. Conta com produção executiva de Ythalla Maraysa, textos e comunicação por Daniela Bracchi e Williams Pereira e projeto gráfico da Oficina Embuá. O acesso ao livro, informações e novidades sobre o projeto podem ser encontradas no perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/cianocidade/">@cianocidade</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Torre Malakoff oferece programação com ações educativas para as próximas semanas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/torre-malakoff-oferece-programacao-com-acoes-educativas-para-as-proximas-semanas/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Apr 2025 18:26:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Do fim deste mês até a terceira semana de maio, o Espaço Observatório Cultural Torre Malakoff, equipamento cultural gerido pelo Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco &#8211; SECULT e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco &#8211; FUNDARPE, oferecerá uma programação diversa de ações educativas dedicada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/52887156694_653af4f243_k.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-117443" alt="Foto: Morgana Narjara - SECULT/FUNDARPE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/52887156694_653af4f243_k-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p dir="ltr">Do fim deste mês até a terceira semana de maio, o Espaço Observatório Cultural Torre Malakoff, equipamento cultural gerido pelo Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco &#8211; SECULT e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco &#8211; FUNDARPE, oferecerá uma programação diversa de ações educativas dedicada a todos os públicos. Entre as atividades, estão exposições, feira, lançamento de fotolivro, oficina e roda de conversa. Todo o acesso é gratuito.</p>
<p dir="ltr">O novo cronograma cultural já inicia na próxima sexta-feira (25), às 10h, com uma visita guiada com audiodescrição pela exposição Ilha Mistério, do artista Carlos Lima, que conta com 15 fotografias feitas em película, reveladas e impressas em cianotipia &#8211; técnica de impressão fotográfica artesanal em tons azuis &#8211; inspiradas na Ilha de Itamaracá. A mostra estará aberta na sala dedicada ao mestre pernambucano da fotografia, Alcir Lacerda, no térreo. Aos interessados, um <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSc_xOdYYE-aK6-bxtElwzajQrntJn0LJLA44a5FRP9kaWS_qQ/viewform">formulário de inscrição</a> já está disponível.</p>
<p dir="ltr">Começando as atividades do mês de maio, no dia 04 (domingo), será a vez do anfiteatro da Torre Malakoff receber um circuito criativo com diferentes expositores. Intitulada Feira Órbita, a ação, que acontecerá das 14h às 18h, visa ser um espaço de troca, conexão e valorização da arte independente para artistas, designers e artesãos mostrarem e venderem seus trabalhos com peças autorais e acessíveis para todo o público. Destaque para o lançamento do fotolivro de Priscila Buhr, Não Reagente &#8211; obra que retrata maternidade, escolha e identidade feminina -, marcado para às 14h30 e destinado, principalmente, a mulheres, mães e crianças.</p>
<p dir="ltr">No dia 09 de maio (quinta-feira), o espaço educativo do equipamento recebe a oficina Leitura da Imagem, com André Aquino. A atividade é voltada para educadores museais e conta com 15 vagas. Aos interessados, as inscrições devem ser feitas previamente via formulário. O link para acesso pode ser encontrado através da <a href="https://www.instagram.com/torremalakoff/">página da Torre Malakoff no Instagram</a>.</p>
<p dir="ltr">Encerrando a programação, no dia 16 de maio (sexta-feira), o anfiteatro volta a receber atividades com a roda de conversa mediada por Danilo Lúcio que, junto à um músico convidado, convida o público a dialogar sobre memória musical e curadoria, tendo como referência a exposição Rock Pernambucano em 50 Capas de Discos, que já está aberta para visitação na Torre. A ação, que será aberta para todos, terá início às 16h.</p>
<p dir="ltr">A gestora da Torre Malakoff, Carol Chaves Madureira, ressalta a importância da participação de todos nas atividades educativas propostas pelo equipamento nas próximas semanas. “Nós sempre buscamos diversificar a grade de programação no intuito de trazermos um olhar propositivo, apostando na força da educação e da cultura, ambas tendo um papel importante na construção do olhar e da sensibilização das pessoas. Contando com um fluxo de público espontâneo, é imprescindível termos ações que contemplem a todos. Por isso, considero importante que mais e mais pessoas visitem o equipamento e participem das atividades”, convida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>Confira a programação completa:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>25 de abril (sexta-feira)</strong></p>
<p dir="ltr"><em>Visita Guiada pela Exposição Ilha Mistério, do artista Carlos Lima</em></p>
<p dir="ltr">Horário: 10h</p>
<p dir="ltr">Local: Sala Alcir Lacerda (térreo)</p>
<p dir="ltr"><i>Inscrições através do <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSc_xOdYYE-aK6-bxtElwzajQrntJn0LJLA44a5FRP9kaWS_qQ/viewform">link</a></i></p>
<p dir="ltr"><strong>04 de maio (domingo)</strong></p>
<p dir="ltr"><em>Feira Órbita – Arte, Cultura e Interações</em></p>
<p dir="ltr">Horário: 14h às 18h</p>
<p dir="ltr">Local: Anfiteatro Torre Malakoff</p>
<p dir="ltr"><em>Para todos os públicos</em></p>
<p dir="ltr"><em>Lançamento do Fotolivro de Priscila Buhr &#8211; Não Reagente</em></p>
<p dir="ltr">Horário: 14h30</p>
<p dir="ltr">Local: <em>Durante a Feira Órbita</em></p>
<p dir="ltr"><em>Direcionado para crianças, mulheres e mães</em></p>
<p dir="ltr"><strong>09 de maio (quinta-feira)</strong></p>
<p dir="ltr"><em>Oficina Leitura da Imagem, com André Aquino</em></p>
<p dir="ltr">Horário: 9h às 12h</p>
<p dir="ltr">Local: Espaço educativo da Torre Malakoff</p>
<p dir="ltr"><em>Voltada para educadores museais (15 vagas)</em></p>
<p dir="ltr"><em>Inscrições pelo<a href="https://www.instagram.com/torremalakoff/"> link </a></em></p>
<p dir="ltr"><strong>16 de maio (sexta-feira)</strong></p>
<p dir="ltr"><em>Roda de Conversa com Danilo Lúcio + Músico Convidado I Memória musical e curadoria</em></p>
<p dir="ltr">Horário: 16h</p>
<p dir="ltr">Local: Anfiteatro da Torre Malakoff</p>
<p dir="ltr"><em> Aberto ao público</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Lei Paulo Gustavo: cantora pernambucana lança EP de estreia exaltando ancestralidade e diversidade sonora</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 18:35:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lei Paulo Gustavo]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[lei paulo gustavo]]></category>

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		<description><![CDATA[Com incentivo da Lei Paulo Gustavo Pernambuco, a artista Poli lança seu primeiro EP solo: “Da Raiz ao Canto”, já disponível nas plataformas de streaming. O trabalho reúne seis faixas autorais, que transitam por ritmos como capoeira, coco, choro e ijexá, e reafirma a força da ancestralidade afroindígena e a conexão entre espiritualidade, arte e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_117186" aria-labelledby="figcaption_attachment_117186" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Sandrine-Neves-foto-crédito-Também-intérprete-percussionista-e-produtora-cultural-Poli-tem-raízes-afroindígenas-e-inspiradas-na-sua-ancestralidade-africana-e-nordestina.jpg"><img class="size-medium wp-image-117186" alt="Também intérprete, percussionista e produtora cultural, Poli tem raízes afroindígenas e inspiradas na sua ancestralidade africana e nordestina. Imagem: Sandrine Neves." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Sandrine-Neves-foto-crédito-Também-intérprete-percussionista-e-produtora-cultural-Poli-tem-raízes-afroindígenas-e-inspiradas-na-sua-ancestralidade-africana-e-nordestina-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Também intérprete, percussionista e produtora cultural, Poli tem raízes afroindígenas e inspiradas na sua ancestralidade africana e nordestina. Imagem: Sandrine Neves.</p></div>
<p>Com incentivo da Lei Paulo Gustavo Pernambuco, a artista Poli lança seu primeiro EP solo: “Da Raiz ao Canto”, já disponível nas plataformas de streaming. O trabalho reúne seis faixas autorais, que transitam por ritmos como capoeira, coco, choro e ijexá, e reafirma a força da ancestralidade afroindígena e a conexão entre espiritualidade, arte e território.</p>
<p>O lançamento foi viabilizado com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio de edital de chamamento público realizado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e pela Fundarpe, com repasse do Ministério da Cultura – Governo Federal.</p>
<p><strong>Ancestralidade que vira canto<br />
</strong><br />
Mais do que um conjunto de músicas, o EP é um manifesto poético. “Esse trabalho fala de movimento, circularidades. É um ebó para o orí. Fala de espiritualidade, de fé, da jurema sagrada, da capoeira, de encontros e desencontros. É um trabalho de cura e comemoração. Uma continuidade do saber ancestral eternizada no canto e nos arranjos musicais dançantes”, afirma Poli.</p>
<p>A artista também assina a identidade visual, a concepção do figurino e a produção musical do EP, que foi gravado no estúdio Carranca (Recife) e dirigido por Zé Freire, responsável por três das composições e pelos arranjos. A produção musical é de Vinícius de Farias.</p>
<p>Entre os destaques do EP estão as participações da filha da artista, Leona, na música Licença, e da cantora Alessandra Leão, na faixa Fumaça. A lista de colaboradores reúne ainda nomes como Fábio Soares, Daniel Menezes, Rodrigo Felix e a musicista Tina.</p>
<p><strong>Fé, corpo e som</strong></p>
<p>Poli também é percussionista, intérprete e produtora cultural, com uma trajetória construída a partir da fé e da vivência nos terreiros de candomblé e da jurema sagrada. Sua musicalidade se alimenta de referências afroindígenas, da cultura popular nordestina e do samba, passando por ritmos como ijexá, coco de roda e baião.</p>
<p>“A música é um rezo, um desabafo, uma forma de falar da vida com o corpo, com a dança e com o canto. O EP é um presente cantado para o povo afroindígena, um retorno às raízes, às encruzilhadas, aos guias e aos mestres da jurema”, afirma.</p>
<p>Além das composições e arranjos, o disco se destaca pela instrumentação coletiva. Mais de 25 instrumentos foram utilizados, entre sopros, cordas, percussões e palmas, com atuação de músicos e musicistas pernambucanos. A ficha técnica completa inclui ainda nomes como Thúlio Xambá, Yko Brasil, Amanda Ganimo, Rodrigo Felix, entre outros.</p>
<div id="attachment_117188" aria-labelledby="figcaption_attachment_117188" class="wp-caption img-width-388 alignnone" style="width: 388px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Contracapa-do-EP-Da-Raiz-ao-Canto.jpg"><img class="size-medium wp-image-117188" alt="Contracapa do EP 'Da Raiz ao Canto'. Imagem: Divulgação." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Contracapa-do-EP-Da-Raiz-ao-Canto-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Contracapa do EP &#8216;Da Raiz ao Canto&#8217;. Imagem: Divulgação.</p></div>
<p><strong>Caminho já em movimento</strong></p>
<p>A estreia de Poli no universo digital aconteceu em 2023 com o lançamento da faixa &#8220;Pra Você&#8221;, seguida de &#8220;Pras Mestras&#8221;. Desde então, ela se apresentou em palcos do São João do Recife (2023 e 2024) e do Carnaval do Recife, passando por polos como Várzea, Cordeiro e Novo Cais/Armazém do Campo.</p>
<p>A artista também participou de projetos como o grupo Raízes do Capibaribe, a banda Fuzuê, e ações como SambaCoco, Samba na Casa de Salomão e Samba da Sardinha, reafirmando seu compromisso com a valorização da cultura popular e com o fortalecimento da presença feminina e negra na cena musical pernambucana.</p>
<p>O EP “Da Raiz ao Canto” pode ser ouvido nas principais <strong><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/1LVXw8xZgItXArshRj7KY9#login" target="_blank">plataformas digitais</a></strong>. Mais informações sobre o trabalho da artista: <a href="https://www.instagram.com/umapolii/" target="_blank"><strong>@umapolii</strong></a></p>
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		<item>
		<title>Primeira lista de habilitados para o credenciamento de intérpretes de libras está no ar</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/primeira-lista-de-habilitados-para-o-credenciamento-de-interpretes-de-libras-esta-no-ar/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Feb 2025 17:49:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), divulgou nesta sexta-feira (7), o resultado preliminar da 1ª análise periódica do Edital de Credenciamento para Intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) &#8211; Edital de Credenciamento nº 001/2025. A convocatória tem como objetivo o credenciamento de pessoas físicas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Card_Lancamento-LIBRAS_FEED.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-115971" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Card_Lancamento-LIBRAS_FEED-388x486.png" width="388" height="486" /></a></p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), divulgou nesta sexta-feira (7), o resultado preliminar da 1ª análise periódica do Edital de Credenciamento para Intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) &#8211; Edital de Credenciamento nº 001/2025. A convocatória tem como objetivo o credenciamento de pessoas físicas visando à prestação de serviços de intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras) para atender os eventos realizados e/ou apoiados pela Fundarpe. As inscrições estão abertas, de forma contínua, até as 16h59 do dia 30 de janeiro de 2026, exclusivamente pela plataforma Mapa Cultural de Pernambuco.</p>
<p>Confira <a title="Resultado preliminar da 1ª análise periódica" href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Resultado_Preliminar_da_1__Analise___Libras_TESTE.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o resultado preliminar da 1ª análise periódica.</p>
<p>Confira <a title="Edital de Credenciamento para Intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) - Edital de Credenciamento nº 001/2025" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/edital-de-credenciamento-para-interpretes-da-lingua-brasileira-de-sinais-libras-edital-de-credenciamento-no-0012025/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o Edital de Credenciamento para Intérpretes de Libras e todos seus anexos.</p>
<p>De 31 de janeiro a 5 de fevereiro foram recebidas 18 inscrições. Desse total, 11 foram habilitadas, seis inabilitadas e uma foi considerada inválida. Os inabilitados podem entrar com recursos, de 10 a 12 de fevereiro, por meio do Formulário de Recurso disponível no Mapa Cultural. O recurso deve ser enviado em um único documento, em formato PDF, contendo as razões e justificativas referentes às etapas de Análises Documental ou Técnica, limitando-se a informações que deveriam constar originalmente no ato da inscrição. Os recursos enviados são analisados pelas devidas comissões e o resultado é publicado no dia 17 de fevereiro, no Mapa Cultural e portal Cultura PE. Os deferidos, assim como os já habilitadas, estão aptos para participar do sorteio, que é realizado no dia seguinte (18), no canal do YouTube do Cultura PE.</p>
<p>O Edital de Credenciamento para Intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) é voltado para pessoas físicas, com mais de 18 anos de idade, que residam em território nacional e possuam formação, habilitação, atuação profissional e/ou conhecimento técnico comprovados em libras. O credenciamento não gera direito à contratação estando esta condicionada à definição da programação dos eventos, bem como de previsão orçamentária, ficando a critério da Fundarpe a definição da conveniência e da oportunidade em fazê-lo.</p>
<p><strong>PROFISSIONAL ESSENCIAL -</strong> O intérprete de libras atua de forma a garantir a acessibilidade comunicacional adaptando-se às diversas modalidades de comunicação, sejam elas simultâneas, consecutivas ou relacionadas a contextos específicos, como educacionais, culturais, sociais ou profissionais, sendo um profissional essencial para a promoção da inclusão e da interação plena de pessoas surdas ou com deficiência auditiva na sociedade.</p>
<p>O valor pago pela prestação do serviço é de R$ 240 por hora para atuação em espetáculos, shows, cinemas e similares, e de R$ 192 por hora para palestras, oficinas, seminários, congressos, fóruns, conferências, audiências públicas, assembleias de classes, encontros e similares, com carga horária máxima de seis horas por dia.</p>
<p>Em caso de dúvida ou problemas técnicos na plataforma de inscrição Mapa Cultural de Pernambuco, os candidatos podem entrar em contato com o suporte por meio do atendimento via WhatsApp (81) 3184-3018 ou pelo e-mail contato.mapacultural@secult.pe.gov.br, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.</p>
<p>Para informações, dúvidas e outros esclarecimentos sobre a documentação exigida no edital, o contato deve ser feito pelo e-mail contactacaofundarpe@gmail.com ou pelo telefone/WhatsApp (81) 3184-3015, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.</p>
<p>Resultados periódicos da convocatória ocorrem a cada 90 dias contados da data do primeiro resultado periódico, no Diário Oficial do Estado (DOE), no Mapa Cultural de Pernambuco e no Portal Cultura PE.</p>
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		<title>Premiado em festivais, Frevo Michiles entra em cartaz nos cinemas brasileiros</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/premiado-em-festivais-frevo-michiles-entra-em-cartaz-nos-cinemas-brasileiros/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Feb 2025 14:05:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[J. Michiles]]></category>
		<category><![CDATA[Jota Michiles]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônio vivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Após ser exibido em diversos festivais de cinema e acumular prêmios, o longa-metragem Frevo Michiles, dirigido por Helder Lopes, estreia nos cinemas este mês. Vencedor dos prêmios de melhor trilha sonora e premiado pela crítica da Abraccine como melhor longa-metragem no Cine PE 2023, o documentário celebra a vida e a obra do compositor pernambucano [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Frevo-Michiles_Frame-Créditos_-Marcelo-Lacerda-min.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116105" alt="Marcelo Lacerda/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Frevo-Michiles_Frame-Créditos_-Marcelo-Lacerda-min-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>Após ser exibido em diversos festivais de cinema e acumular prêmios, o longa-metragem <em>Frevo Michiles</em>, dirigido por Helder Lopes, estreia nos cinemas este mês. Vencedor dos prêmios de melhor trilha sonora e premiado pela crítica da Abraccine como melhor longa-metragem no Cine PE 2023, o documentário celebra a vida e a obra do compositor pernambucano Jota Michiles, Patrimônio Vivo de Pernambuco e um dos maiores nomes do frevo. A partir do dia 13 de fevereiro, a obra estreia em salas do Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Maceió, Aracaju, Garanhuns (PE) e Caruaru (PE). A expectativa é que o filme seja distribuído para cinemas de todo o Brasil.</p>
<p>No Recife, a produção entra em cartaz no Cinema da Fundação Joaquim Nabuco, no bairro de Casa Forte (Zona Norte do Recife), e no Cinema São Luiz, na Boa Vista (Centro). Com a chegada do documentário à tela grande, o público poderá conhecer de perto o legado do compositor Jota Michiles, que tem sua música reverenciada por artistas como Alceu Valença, Spok, Getúlio Cavalcanti e Edson Rodrigues.</p>
<p>Autor de composições que marcaram gerações e celebram a alegria, resistência e identidade, Michiles mostra no filme a força do frevo e o diretor, Helder Lopes, faz um convite a enxergar o mundo por meio da perspectiva poética e carnavalizada do compositor, à frente de sucessos como <em>Bom Demais</em>, <em>Diabo Louro</em> e <em>Me Segura que Senão Eu Caio</em>.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Frevo-Michiles_-Cartaz-2023-1-1-min.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116106" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Frevo-Michiles_-Cartaz-2023-1-1-min-343x486.jpg" width="343" height="486" /></a></p>
<p>O lançamento ocorre em meio ao aquecimento para a folia de momo, quando o frevo impera nas ruas e na alma do povo pernambucano. O documentário é um presente para os amantes da música e da cultura brasileira, sendo uma oportunidade para mergulhar na trajetória de um artista que tem a capacidade de transformar a vivência cotidiana em pura poesia sonora.</p>
<p>Produzido por Kika Latache, da Vilarejo Filmes, que tem a Visiom como co-produção, o documentário investiga o universo musical de Michiles de forma intimista. O diretor Helder Lopes esquadrinhou a trajetória musical e pessoal do artista. Vivenciou não só o fluxo criativo, como o dia a dia com a família, os filhos e netos. Além do Cine PE, <em>Frevo Michiles</em> já foi apresentado para o público em eventos como Festival Internacional de Documentário Musical (In-Edit) e o 7º Cine Jardim &#8211; Festival Latino-Americano de Cinema de Belo Jardim.</p>
<p>Segundo Helder, o filme tem a intenção de mostrar ao público a mente criativa de Jota Michiles e esmiuçar a originalidade das suas composições. &#8220;Nos últimos anos, tive o privilégio de conviver com Jota Michiles e pude observar de perto a singularidade de seu pensamento e modos de se expressar. A obra de Michiles não é apenas um reflexo de sua originalidade, mas uma reinvenção do próprio frevo, a ponto de se criar um novo subgênero dentro desse gênero tão rico. Como diz Spok: ‘O frevo existia antes dele, mas dele para frente, o frevo é outro&#8217;.&#8221;</p>
<p><strong>O DIRETOR -</strong> Helder Lopes é documentarista do Recife cujo trabalho tem se concentrado na pesquisa sobre grandes nomes da cultura brasileira, em especial os compositores da música popular. <em>Onildo Almeida: Groove Man</em> (2017) e <em>Pipoca Moderna</em> (2019), ambientados entre o Agreste e o Sertão pernambucanos, tornaram-se referências na filmografia recente sobre ritmos nordestinos como baião e as matizes do forró. Em <em>Frevo Michiles</em> (2023) é o frevo pernambucano e o seu principal compositor vivo que são investigados e apresentados ao público. Helder tem formação em letras e jornalismo, dirigiu longas, médias e curtas-metragens e telefilmes.</p>
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		<title>Profissionais essenciais, intérpretes de libras têm nova convocatória</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jan 2025 15:25:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Card_Lancamento-LIBRAS_FEED.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-115971" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Card_Lancamento-LIBRAS_FEED-388x486.png" width="388" height="486" /></a></p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), divulgou nesta quinta-feira (30), o lançamento do Edital de Credenciamento para Intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) &#8211; Edital de Credenciamento nº 001/2025. A convocatória tem como objetivo o credenciamento de pessoas físicas visando à prestação de serviços de intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras) para atender os eventos realizados e/ou apoiados pela Fundarpe. As inscrições têm início nesta sexta-feira (31) e ficam abertas, de forma contínua, até as 16h59 do dia 30 de janeiro de 2026, exclusivamente pela plataforma <a title="Mapa Cultural de Pernambuco" href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/" target="_blank"><strong>Mapa Cultural de Pernambuco</strong></a>, e o primeiro resultado preliminar já será divulgado no próximo dia 7 de fevereiro.</p>
<p>Confira <a title="Edital de Credenciamento para Intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) - Edital de Credenciamento nº 001/2025" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/edital-de-credenciamento-para-interpretes-da-lingua-brasileira-de-sinais-libras-edital-de-credenciamento-no-0012025/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o Edital de Credenciamento para Intérpretes de Libras e todos seus anexos.</p>
<p>O Edital de Credenciamento para Intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) é voltado para pessoas físicas, com mais de 18 anos de idade, que residam em território nacional e possuam formação, habilitação, atuação profissional e/ou conhecimento técnico comprovados em libras. É importante verificar no edital toda documentação necessária e não esquecer de enviar a inscrição. Aquelas que estiverem em rascunho não serão avaliadas.</p>
<p>Os profissionais habilitados no primeiro resultado do credenciamento terão a ordem de convocação definida em sorteio, no dia 18 de fevereiro, no canal do Youtube do Cultura PE. Contudo, o credenciamento não gera direito à contratação estando esta condicionada à definição da programação dos eventos, bem como de previsão orçamentária, ficando a critério da Fundarpe a definição da conveniência e da oportunidade em fazê-lo.</p>
<p><strong>PROFISSIONAL ESSENCIAL -</strong> O intérprete de libras atua de forma a garantir a acessibilidade comunicacional adaptando-se às diversas modalidades de comunicação, sejam elas simultâneas, consecutivas ou relacionadas a contextos específicos, como educacionais, culturais, sociais ou profissionais, sendo um profissional essencial para a promoção da inclusão e da interação plena de pessoas surdas ou com deficiência auditiva na sociedade.</p>
<p>O valor pago pela prestação do serviço é de R$ 240 por hora para atuação em espetáculos, shows, cinemas e similares, e de R$ 192 por hora para palestras, oficinas, seminários, congressos, fóruns, conferências, audiências públicas, assembleias de classes, encontros e similares, com carga horária máxima de seis horas por dia.</p>
<p>Em caso de dúvida ou problemas técnicos na plataforma de inscrição Mapa Cultural de Pernambuco, os candidatos podem entrar em contato com o suporte por meio do atendimento via WhatsApp (81) 3184-3018 ou pelo e-mail contato.mapacultural@secult.pe.gov.br, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.</p>
<p>Para informações, dúvidas e outros esclarecimentos sobre a documentação exigida no edital, o contato deve ser feito pelo e-mail contactacaofundarpe@gmail.com ou pelo telefone/WhatsApp (81) 3184-3015, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.</p>
<p>Resultados periódicos da convocatória ocorrem a cada 90 dias contados da data do primeiro resultado periódico, no Diário Oficial do Estado (DOE), no Mapa Cultural de Pernambuco e no Portal Cultura PE.</p>
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		<title>Cepe e Editora UFPE lançam no Mepe a 3ª edição de obra rara de Osman Lins</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 18:39:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No centenário de nascimento de Osman Lins (1924-1978) duas editoras públicas se unem para lançar a terceira edição de Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social, depois de 50 anos da última tiragem, em 1974. O livro, com selo da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) e da Editora da Universidade Federal [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115592" aria-labelledby="figcaption_attachment_115592" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Osman-Lins-13.jpg"><img class="size-medium wp-image-115592" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Osman-Lins-13-607x394.jpg" width="607" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Osman Lins</p></div>
<p>No centenário de nascimento de Osman Lins (1924-1978) duas editoras públicas se unem para lançar a terceira edição de <em>Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</em>, depois de 50 anos da última tiragem, em 1974. O livro, com selo da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) e da Editora da Universidade Federal de Pernambuco, é um ensaio profundo, irônico e ousado, com recursos do campo da ficção, sobre o ofício de escrever e a relação do escritor (e da escrita) com o mundo &#8211; dos editores e leitores aos censores. Produzido no fim da década de 1960, e atualmente uma raridade, o título é apresentado nesta sexta-feira (24), das 19h30 às 21h30, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), nas Graças, Zona Norte do Recife.</p>
<p>&#8220;A reedição de <em>Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</em> é de enorme contribuição para o debate público sobre a literatura na atualidade. Como intelectual latino-americano, Osman Lins sempre insistiu na necessidade do escritor engajar-se no enfrentamento dos problemas e desafios de seu país. É um escritor combativo, muito mais do que polemista&#8221;, declara o professor e organizador do livro, Fábio Andrade. Nascido no município de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata Sul de Pernambuco, Osman Lins morreu precocemente, na cidade de São Paulo, em 8 de julho, três dias depois de completar 54 anos.</p>
<p>Com 332 páginas e capa de Ildembergue Leite, a nova edição tem uma pequena iconografia (imagens em preto e branco) que remete ao período de elaboração do livro e a sua repercussão, e um índice onomástico com pensadores, escritores e artistas citados pelo autor. &#8220;Fiz a apresentação, que busca assinalar certos aspectos do livro sintonizados com nosso tempo, e acrescentei notas que têm como principal objetivo ressaltar certos diálogos do pensamento crítico de Osman Lins com sua própria produção literária&#8221;, informa Fábio Andrade.</p>
<p>Osman Lins é autor de romances (<em>Avalovara</em>, <em>O Visitante</em>, <em>O Fiel e a Pedra</em>), contos (<em>Os Gestos</em>), narrativas (<em>Nove</em>, <em>Novena</em>), relatos de viagem (<em>Marinheiro de Primeira Viagem</em>), obra para teatro (<em>Lisbela e o Prisioneiro</em>) e ensaios. &#8220;Poucas, sabe-se, as possibilidades de alcançarmos, neste ofício, a recompensa de um livro duradouro. Por mais que cerremos o espírito aos desvios, destinam-se os escritos literários, em grande maioria, à existência curta: 80% desaparecem em um ano, 99% em 20 anos. Um massacre em que poucos sobrevivem&#8221;, escreveu o autor em <em>Guerra sem Testemunhas</em>.</p>
<p>No livro ele faz a defesa da escrita como ofício: &#8220;O profissional é aquele que professa &#8211; e professar, mais do que exercer, é abraçar, seguir. A ideia, portanto, deve envolver uma noção de entrega, de responsabilidade e de fé&#8221;. Traz reflexões sobre o trabalho criativo, a crítica literária, a circulação de livros, os leitores, o mercado editorial, as dificuldades para publicação de livros, a demora na análise de originais por parte das editoras e os espaços na mídia. Também reage à remuneração do escritor baseada no número de livros vendidos e não pela quantidade de exemplares impresso e à falta de republicação de obras esgotadas de autores novatos.</p>
<div id="attachment_115594" aria-labelledby="figcaption_attachment_115594" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Cepe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Fábio-Andrade-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-115594" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Cepe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Fábio-Andrade-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritro Fábio Andrade</p></div>
<p>&#8220;<em>Guerra sem Testemunhas</em> é uma obra que merece ser mais reconhecida. Ensaio preciso, profundo e criativo. É, como aponta o organizador Fábio Andrade, um livro quase solitário na produção brasileira do século 20, com um olhar provocante sobre o ofício — e a solidão — do escritor diante do sistema literário e da sociedade. Nesta terceira edição, com notas e nova apresentação, a Cepe Editora e a Editora UFPE se unem para trazer de volta às prateleiras um título que estava se tornando uma raridade e que merece novas e renovadas leituras&#8221;, afirma o jornalista e editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<p>Para Fábio Andrade, com a republicação do título &#8220;a maior conquista é justamente dar visibilidade, 50 anos depois, a um livro que ainda recende a pura pólvora, num país cheio de problemas estruturais graves e com certos setores elogiando nostalgicamente a opressão que Osman Lins tanto combateu&#8221;.</p>
<p><strong>FAMÍLIA -</strong> &#8220;Além de romances, contos, peças de teatro, textos para jornais e TV (episódios de <em>Caso Especial</em> da TV Globo), Osman Lins, meu pai, escreveu ensaios. Ora alguns que estudavam outros escritores (como Lima Barreto), ora sobre as dificuldades que enfrentam todos aqueles que se dedicam ao ofício de escrever. Lembro-me de um fato corriqueiro que muito o irritava, quando viajávamos juntos. A cada hotel a pergunta na recepção. Profissão? &#8216;Escritor&#8217;, ele respondia. Porém, o funcionário de plantão sempre indagava: &#8216;Como? Profissão?&#8217;. E ele, irritadíssimo, ratificava quase soletrando: &#8216;Es-cri-tor&#8217;. Isso acontecia até mesmo no exterior&#8221;, recorda a jornalista Letícia Lins.</p>
<p>&#8220;Tal comportamento traduz a forma como ele colocava em primeiro plano o ato de escrever, assim como a sagrada importância da palavra, a ferramenta de seu ofício. &#8216;Uma coisa não existe realmente enquanto não nomeada&#8217;. Para ele, se não pudesse escrever era melhor morrer. E usou de toda a alquimia que encontrou para produzir contos, peças, romances. Porém, apesar da dedicação, ser escritor no Brasil nunca foi fácil. Principalmente no fim dos anos 1960, quando o Brasil vivia uma ditadura e encarava a arte de criar como subversão. E cabia ao criador driblar as limitações políticas e a censura&#8221;, observa.</p>
<p>&#8220;Em <em>Guerra sem Testemunhas</em> há questionamentos que ele fez que ocorrem, ainda com mais intensidade, no século 21. Naqueles tempos, em que nem se sonhava com internet, ele questionava: &#8216;Caminha o livro para a extinção ou está mais vivo do que nunca?. Há pergunta mais atual? Também analisa o papel da literatura frente às comunicações de massa e a realidade política. Há discussão mais necessária hoje do que essa?&#8221;, destaca Letícia Lins.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro <em>Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</em> e bate-papo com os professores Fábio Andrade e Eduardo César Maia -</strong> <em>sexta-feira (24), das 19h30 às 21h30, no Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, nº 960, Graças, Recife-PE). Preço do livro: R$ 70 (impresso)</em></p>
<div id="attachment_115593" aria-labelledby="figcaption_attachment_115593" class="wp-caption img-width-353 alignnone" style="width: 353px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Guerra-sem-testemunhas-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-115593" alt="Cepe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Guerra-sem-testemunhas-capa-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</p></div>
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