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	<title>Portal Cultura PE &#187; larrisa luz</title>
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		<title>Grandes mulheres da música contemporânea brasileira inauguram o maior palco do festival</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jul 2016 16:34:49 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
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		<description><![CDATA[por Marina Suassuna com colaboração de Ana Beatriz Caldas A vibração e a unidade feminina que tomaram conta do Palco Mestre Dominguinhos, na última sexta-feira (22), refletiram em cheio a demanda atual em torno do feminismo e da conquista de espaço pelas mulheres. Mais do que uma homenagem ao gênero feminino, a noite foi um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Marina Suassuna</em><br />
<em> com colaboração de Ana Beatriz Caldas</em></p>
<div id="attachment_38294" aria-labelledby="figcaption_attachment_38294" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28387908732_5ae58dafe1_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-38294" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28387908732_5ae58dafe1_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Público encheu a Praça Mestre Dominguinhos para aplaudir aguerridas representantes da música contemporânea brasileira</p></div>
<p>A vibração e a unidade feminina que tomaram conta do Palco Mestre Dominguinhos, na última sexta-feira (22), refletiram em cheio a demanda atual em torno do feminismo e da conquista de espaço pelas mulheres. Mais do que uma homenagem ao gênero feminino, a noite foi um ato político protagonizado por elas. O empoderamento e a afirmação estiveram presentes na postura do palco, nas letras, no discurso e também na reação do público, que acolheu e correspondeu calorosamente às apresentações de <strong><a href="http://www.andreaamorim.com.br/" target="_blank">Andréa Amorim</a></strong>, <a href="http://www.larissaluz.com/territorioconquistado" target="_blank"><strong>Larissa Luz</strong></a>, <strong><a href="http://www.karinabuhr.com.br/" target="_blank">Karina Buhr</a></strong> e <a href="https://www.facebook.com/elzasoaresoficial" target="_blank"><strong>Elza Soares</strong></a>. Quatro vozes de timbres, influências, trajetórias e extensões vocais distintas, mas ligadas por um denominador comum: a aptidão de fazer do palco um espaço de luta.</p>
<div id="attachment_38296" aria-labelledby="figcaption_attachment_38296" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28414691891_bed2e10b1c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-38296" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28414691891_bed2e10b1c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Com mais de 17 anos de estrada musical, a garanhuense Andréa Amorim abriu a noite de shows</p></div>
<p>Embora seja uma veterana do FIG, Karina Buhr preencheu a programação da noite de um jeito diferente por trazer, pela primeira vez à cidade, o show de <em>Selvática</em>, seu disco mais recente, cujo discurso entra em consonância com movimentos feministas e de igualdade de gênero. Antes mesmo de ser lançado, o disco já causara polêmica por conta de sua capa, na qual a cantora e compositora aparece de seios à mostra. Por outro lado, a polêmica contribuiu pra dar visibilidade ao trabalho, que ganhou ainda mais força e reconhecimento do público, além de amplificar a performance da artista, conhecida pelo comportamento explosivo. Enquanto esteve no Palco Dominguinhos, Karina fez jus à obra e não baixou a guarda. Gritou, provocou, mostrou toda sua fúria, ficou de maiô transparente e conquistou o público com sua postura subversiva em músicas como <em>Eu sou um monstro</em>, <em>Nassira e Najaf</em>, <em>Conta Gota</em>s e <em>Pic Nic</em>.</p>
<div id="attachment_38295" aria-labelledby="figcaption_attachment_38295" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28414983551_28907da93f_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-38295" alt="Laís Domingues " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28414983551_28907da93f_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Karina Buhr apresentou o repertório do show Selvática</p></div>
<p>Antes dela, a baiana Larissa Luz deixou muita gente de queixo caído com sua performance singular e pra lá de empolgante. Larissa apresentou o repertório de seu segundo disco, <em>Território Conquistado</em>, uma fusão rítmica inspirada em referências de criadoras negras como Nina Simone, Thalma de Freitas, Elza Soares e a escritora Carolina de Jesus. Nas composições, Larissa enfatiza o direito de fala que sempre foi negado à mulher negra, realçando a necessidade de ser representada. “Fiquei super feliz com essa noite do FIG. Karina também tem um disco super afiado assim como o de Elza. É um marco que só me faz constatar que realmente estamos indo pra frente. Sabemos que existe uma diferença entre a mulher negra e a mulher branca, que é a oportunidade. Vejo que existe um movimento de crescimento e que estamos realmente conquistando espaços, por isso meu disco se chama Território Conquistado&#8221;, disse a cantora ao portal <em>Cultura.PE</em> após o show.</p>
<div id="attachment_38297" aria-labelledby="figcaption_attachment_38297" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28460337196_eff744dc99_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-38297" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28460337196_eff744dc99_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Forte e precisa, a baiana Larissa luz se apresentou pela primeira vez em Garanhuns</p></div>
<p>Uma das personalidades negras homenageadas por Larissa é Elza Soares, que gravou a faixa que dá título ao álbum e acabou encerrando a primeira noite do Palco Dominguinhos. &#8220;Quando decidi fazer um disco, olhei pra mim pra ver o que eu tinha de mais intenso e mais verdadeiro pra mostrar e me deparei com um processo de empoderamento, de me assumir, de gostar de mim do jeito que eu sou, do meu cabelo. Não só fisicamente, mas da minha identidade. E a Elza [Soares] estava sempre presente nesse processo. Porque ele é uma referência de mulher negra que esteve no mercado musical durante muito tempo, resistindo, e hoje está no auge de sua carreira. Chegar onde ela chegou dentro de todas as circunstâncias e dificuldades, pra mim, é muito louvável de se espelhar”, disse Larissa.</p>
<div id="attachment_38298" aria-labelledby="figcaption_attachment_38298" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28492271385_f05108490a_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-38298" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28492271385_f05108490a_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Elza apresentou, pela primeira vez em Pernambuco, o show &#8216;A Mulher do Fim do Mundo&#8217;</p></div>
<p>Justamente por isso, a apresentação de Elza Soares, encerrando uma noite cheia de mulheres empoderadas, não poderia ter sido menos consagrada. Não há exagero em dizer que o show entrou pra história do festival como um dos mais memoráveis, fazendo jus à carga de representatividade e ao impacto que o disco <em>A Mulher do Fim do Mundo</em> reflete para o contexto político e social brasileiro. Na breve entrevista que concedeu aos jornalistas, a cantora destacou que encontro musicais como este &#8220;é uma coisa que precisa ser feita mais vezes, essa união de mulheres, acho que a gente tá tendo a resposta que a gente queria&#8221;.</p>
<div id="attachment_38299" aria-labelledby="figcaption_attachment_38299" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Assessoria</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/IMG-20160723-WA0000.jpg"><img class="size-medium wp-image-38299" alt="Assessoria " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/IMG-20160723-WA0000-273x486.jpg" width="273" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">No camarim, a cantora recebeu feministas e posou com camisetas, mostrando apoio às campanhas</p></div>
<p>Uma faixa da Marcha Mundial das Mulheres, erguida no meio da multidão da Praça Mestre Dominguinhos, comunicava o peso político do momento. Se havia uma expectativa em torno da apresentação de Elza Soares no Palco Mestre Dominguinhos, ela foi cumprida. Aos 78 anos, a cantora fez toda a Praça Mestre Dominguinhos incorporar seu grito e guerra: “Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim”. No Bis, cantou Volta por Cima, deixando claro que reconhece a queda, mas não desanima. Afinal, como disse Larissa Luz, “falar de resistência e não falar de A Mulher do Fim do Mundo é impossível.&#8221;</p>
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