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	<title>Portal Cultura PE &#187; Lei Aldir Blanc em Pernambuco</title>
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		<title>Curta-metragem “Todas as rotas noturnas conduzem ao alvorecer” é exibido pela TV Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 14:58:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A TV Pernambuco exibe, nos próximos dias 15 e 17 de fevereiro (quarta e sexta-feira), às 00h30, o curta-metragem “Todas as rotas noturnas conduzem ao alvorecer”. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o filme é dirigido pelo cineasta Felipe André Silva e mostra a história de Alexandre, um homem que acabou de sair da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/Untitled_1.11.2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-99069" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/Untitled_1.11.2-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>A TV Pernambuco exibe, nos próximos dias 15 e 17 de fevereiro (quarta e sexta-feira), às 00h30, o curta-metragem “Todas as rotas noturnas conduzem ao alvorecer”. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o filme é dirigido pelo cineasta Felipe André Silva e mostra a história de Alexandre, um homem que acabou de sair da prisão. Solitário e silencioso, ele encontra algum conforto na amizade com Robson, seu colega de trabalho. A obra já circulou por alguns festivais, como Kinoforum, FestCurtasBH e Mix Brasil. Mais informações pelos perfis do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/caprisciana.producoes/" target="_blank"><strong>@caprisciana.producoes</strong></a> e <a href="https://www.instagram.com/umfelipeandresilva/" target="_blank"><strong>@umfelipeandresilva</strong></a>.</p>
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		<title>Com show em Candeias, Allan Carlos lança o álbum &#8220;CarnaVeia&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2022 17:50:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O cantor e compositor pernambucano Allan Carlos lança o show-espetáculo “CarnaVeia”, no próximo dia 4 de dezembro (domingo), às 15h, no Beto&#8217;s Bar (Av. Bernardo Vieira de Melo, 4738 &#8211; Candeias, Jaboatão dos Guararapes &#8211; PE). Projeto contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o álbum conta com sete canções autorais e está [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/IMG_68731.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-91140" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/IMG_68731-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O cantor e compositor pernambucano Allan Carlos lança o show-espetáculo “CarnaVeia”, no próximo dia 4 de dezembro (domingo), às 15h, no Beto&#8217;s Bar (Av. Bernardo Vieira de Melo, 4738 &#8211; Candeias, Jaboatão dos Guararapes &#8211; PE). Projeto contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o álbum conta com sete canções autorais e está disponível nas principais plataformas digitais. Além de Allan, a apresentação contará com a participação dos músicos Marron Brasileiro, Cíntia Barros, Gustavo Olliveira e Fabiana Santiago. Os ingressos podem ser obtidos previamente <a href="https://www.sympla.com.br/evento/lancamento-allan-carlos-carnaveia/1780172?lang=PT" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>Natural de Recife e radicado em Jaboatão dos Guararapes, Allan Carlos gravou “CarnaVeia”  na cidade onde viveu, com o objetivo de estimular a visitação local e o turismo ao principal cartão postal do município. A apresentação traz uma mistura com folclore, dança, artes cênicas populares, circenses e literatura.</p>
<p><em>“O show foi gravado sem público, em frente à Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres, popularmente conhecida como Igreja do Alto ou Igreja dos Montes Guararapes. O Parque Histórico Nacional dos Guararapes, por exemplo, foi o local onde nasceu a pátria brasileira”</em>, destaca o cantor.</p>
<p>O artista também traz em suas músicas elementos fundamentais como frevo de bloco, frevo canção, frevo instrumental, caboclinho e a música carnavalesca alternativa “guitarrada”.</p>
<p><em>“Maior festa popular do Brasil, o Carnaval se reinventou com a tentativa de não deixar a tradição passar em branco, trocando as ruas por shows virtuais. O ‘CarnaVeia’ mantém a identidade cultural de um povo, renovando o cenário artístico, além de abrir um leque de possibilidades dentro da cultura do universo carnavalesco pernambucano”</em>, ressalta Allan Carlos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Carreira</strong></span><br />
O cantor e compositor Allan Carlos, além de produtor cultural, carrega no seu currículo três álbuns e três DVD’s, o primeiro gravado no Sesc Petrolina, atual Teatro Dona Amélia, em 2007; o segundo, no Teatro Luiz Mendonça, no Parque Dona Lindu, no Recife, em 2014; o terceiro, que recebe o nome do álbum mais recente, “Mais de Mim”, produzido no Mirante Henrique Dias, no Parque Histórico Nacional dos Guararapes, em Jaboatão dos Guararapes. O curioso é que ele foi primeiro artista a gravar nos Montes Guararapes</p>
<p>Em sua trajetória artística, também reúne aberturas de shows de artistas renomados, como Jorge Vercillo, Claudia Leitte, Fábio Jr, entre outros. Allan Carlos, inclusive, foi campeão do primeiro festival que participou, promovido pelas rádios Jornal e JC FM no Recife para mais de 200 concorrentes. Além de ter ganho os prêmios ACINPE 2017 e FESC-BA 2018 e 2020.</p>
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		<title>Cantora pernambucana, Sue lança o EP “Dança N`Zinga” nas plataformas de áudio</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Aug 2022 12:56:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Atriz, pesquisadora e musicista pernambucana, Sue lança, nesta quinta-feira (18), seu novo EP “Dança N`Zinga”, nas principais plataformas de streaming. O disco, contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, surge da inquietação da cantora em ingressar no universo da composição. São três faixas que trazem canções com cadências e letras da atmosfera afro-brasileira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/CAPA-DISCO.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-96055" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/CAPA-DISCO-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Atriz, pesquisadora e musicista pernambucana, Sue lança, nesta quinta-feira (18), seu novo EP “Dança N`Zinga”, nas principais plataformas de streaming. O disco, contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, surge da inquietação da cantora em ingressar no universo da composição. São três faixas que trazem canções com cadências e letras da atmosfera afro-brasileira e a proposta de apresentar a ancestralidade na música popular contemporânea.</p>
<p>No álbum, que é o segundo da carreira da cantora, ela traz uma sonoridade mais leve com texturas de uma possível vertente afro. <em>“Um pouco diferente do primeiro, que era mais denso, com muitas guitarras, tinha um som mais pesado e termos mais explícitos, nesse novo trabalho, eu trago a ancestralidade de uma forma mais natural, como uma coisa de rotina mesmo, a exemplo de um samba que é vivido no morro. São personalidades que se fundem. O próprio título Dança N`Zinga, traduz isso”</em>, revela Sue.</p>
<p>Em &#8220;N&#8217;Zinga&#8221;, faixa que leva o nome da rainha do Ndongo que é símbolo de resistência ao colonialismo português no continente africano, a cantora utiliza a linguagem do maracatu de baque virado. &#8220;Terra de Bamba&#8221; é um samba com uma pegada bem popular que aborda a realidade do povo brasileiro nos morros com sua rotina repleta de opostos sociais. Mostra que mesmo nas dificuldades as pessoas conseguem ser alegres. Na terceira e última faixa do EP, intitulada &#8220;A Brisa&#8221;, composta em ritmo de afoxé, Sue apresenta uma letra leve com reflexões sobre as pequenas lições da vida. É um EP totalmente autoral e cada faixa tem uma estória de concepção diferente, sendo todas compostas em parceria com o músico, Rodrigo Cavalcante, que tem sua trajetória firmada como violonista, cantor, compositor e produtor musical.</p>
<p>O novo EP tem direção e arranjos musicais assinados pelo multi-instrumentista, Henrique Albino, e produção de Guilherme Jacobsen. Além do lançamento do disco, o projeto inclui a produção dos clipes das músicas que serão disponibilizados em sequência no YouTube. Para Albino, a bagagem que Sue carrega em sua formação contribui fortemente para a escolha por esse universo afro.<em> “É uma artista que está bastante engajada nas questões identitárias africanas e sua diáspora musical nas américas. Tudo que ela produz é afro centrado, tem um desenvolvimento a partir dessas matizes, tanto da poesia, da melodia, tudo é baseado nessa linha”</em>, comenta o diretor musical.</p>
<p>Do ponto de vista do resultado do trabalho, Albino ressalta que tanto o EP quanto os vídeos tem um acabamento muito bonito.<em> “Eles carregam uma sofisticação e ao mesmo tempo exalam muita simplicidade para que as letras e a voz de Sue se sobressaiam. É uma estética que está muito caracterizada por essa sofisticação dentro da simplicidade e com uma mensagem muito clara de exaltar a cultura-afro”</em>, diz Albino.</p>
<p><strong>ARTISTA -</strong> Natural de Jaboatão dos Guararapes, Sue iniciou seus estudos musicais de maneira formal em 2011, no Conservatório Pernambucano de Música. Formada em Letras, também realizou formação em Teatro pelo Cênicas Cia. de Repertório com o ator e diretor, Toni Rodrigues. Como atriz, foi premiada no FETEAG 2014 pela atuação na peça &#8220;Obsessão em 4 Atos&#8221;, dirigida por Toni Rodrigues. Interpretou Hafiki no musical &#8220;O Rei Leão&#8221;, com direção de Rita Vieira e Emmanuel Matheus. Atuou nos espetáculos &#8220;Vereda da salvação&#8221; e &#8220;Em um sol amarelo&#8221;, além das peças &#8220;A palavra progresso na boca da minha mãe soava terrivelmente falsa&#8221;, dirigida por Anamaria Sobral e Sandra Possani&#8221;, e &#8220;Cordel do amor sem fim&#8221;, pela companhia O Poste Soluções Luminosas com direção de Samuel Santos. No cinema, participou em &#8220;Mandala night club&#8221; de Lula Magalhães, e &#8220;Foi no carnaval que passou&#8221; de Leo Leite.</p>
<p>Em sua carreira musical, Sue lançou seu primeiro EP no ano de 2016, produzido de forma independente com direção musical de Guilherme Eira. Integrou grupos como o Pernambucanto Acapella, Voz Nagô, e o coro Contracantos, e, desde 2014, faz parte do espetáculo Baile do Menino Deus, dirigido por Ronaldo Correia de Brito. Ao longo dos anos, acumula trabalhos ao lado de nomes como Naná Vasconcelos, Elba Ramalho, Fulô de Mandacaru, Adiel Luna e Carlos Sandroni.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento digital do EP &#8220;Dança N`Zinga&#8221; &#8211; Sue<br />
Quando: 18 de agosto de 2022 (quinta-feira)<br />
Onde ouvir:<a href="https://tratore.ffm.to/danca_n_zinga" target="_blank"><strong> tratore.ffm.to/danca_n_zinga</strong></a></p>
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		<title>1ª edição da Mostra Obinrin-Kunhã de Dança conta com programação inteiramente virtual</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jul 2022 21:02:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o intuito de jogar luz na beleza, na força e no protagonismo das mulheres nas danças populares de matriz e motriz afro-indígena, a I Mostra Obinrin-Kunhã de Dança promove uma programação inteiramente virtual nos dias 14, 15 e 16 de julho (quinta e sexta-feira a partir das 20h, e sábado a partir das 19h), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/17-mulheres-da-dança-e-da-cultura-popular_Fotógrafos-Morgana-Narjara-e-Pedro-Raiz.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-95071" alt="17 mulheres da dança e da cultura popular_Fotógrafos Morgana Narjara e Pedro Raiz" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/17-mulheres-da-dança-e-da-cultura-popular_Fotógrafos-Morgana-Narjara-e-Pedro-Raiz-607x303.jpeg" width="607" height="303" /></a></p>
<p>Com o intuito de jogar luz na beleza, na força e no protagonismo das mulheres nas danças populares de matriz e motriz afro-indígena, a I Mostra Obinrin-Kunhã de Dança promove uma programação inteiramente virtual nos dias 14, 15 e 16 de julho (quinta e sexta-feira a partir das 20h, e sábado a partir das 19h), com acesso livre pelo <a href="https://www.youtube.com/channel/UCjZ9SQxxbgOJym_ceqJUZhQ" target="_blank"><strong>Youtube</strong></a>. O projeto conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco.</p>
<p>Nos três dias de programação, serão apresentados 17 solos inéditos de dança, cada um com duração de até 10 min, exaltando o brilho de mulheres com trajetórias expressivas em seus movimentos e danças tradicionais como caboclinhos, maracatu, afoxé, xaxado, cavalo-marinho, frevo, samba-de-roda, coco, capoeira, entre outras, além de rodas de diálogos. Os trabalhos serão distribuídos em eixos que dialogam sobre re(existência), memória, espiritualidade, história, ancestralidade e continuidade.</p>
<p>Entre as participantes que apresentarão seus solos, estão mestras da cultura popular, artistas da dança, brincantes e criadoras-intérpretes. São elas: Zenaide Bezerra, Mestra Jeane Ferreira, Mestra Nice Teles, Maria Inêz, Denise Maria, Luciana Souza, Mirtes Ferreira, Iara Campos, Taynã Fortunato, Janaína Santos, Juliana Ramos, Silvania Ramos, Priscilla Tawanny, Josy Siqueira, Islene Martins, Marcela Santos e Marcela Rabelo, que também é produtora cultural e idealizadora da mostra.</p>
<p>Nas rodas de diálogo, para pensar a trajetória e os desafios de ser mulher da dança e da cultura popular, estarão presentes as artistas da dança Vilma Carijós, Amélia Veloso, Adriana do Frevo, Zenaide Bezerra, Janaína Santos, Marcela Rabelo e a historiadora e pesquisadora da cultura popular Carmem Lélis.</p>
<p>“Obinrin (Obìnrin em Yorùbá, mulher, força do feminino) e Kunhã (do tronco tupi-guarani, mulher, moça, liderança feminina) são palavras que se apresentam para nomear a mostra numa perspectiva de reflexão, de busca e de retomada de valores e princípios para pensar as danças populares, afro-indígenas e brasileiras como lugar de produção de conhecimento, reconhecimento de nossa história e do papel das mulheres neste processo. Através dos trabalhos solos apresentados por artistas da dança e da cultura popular, a mostra visa ressaltar o trabalho de mulheres, que através do fazer artístico, sociocultural e ritualístico, reconhecem sua própria identidade e história, frente a um mundo que cada vez mais insiste no apagamento, desvalorização e na invisibilidade da importância destas danças para o entendimento de si enquanto ser protagonista de uma humanidade que preza a coletividade dos seres”, explica a artista da dança Marcela Rabelo, produtora cultural e idealizadora da mostra.</p>
<p>A Mostra, que possui incentivo da Lei Aldir Blanc 2021, conta no total com uma equipe de 40 profissionais, onde 80% são mulheres. Com coordenação de Marcela Rabelo, produção executiva de Felipe França e produção de Marriane Costa, a mostra também buscou, desde o processo de sua elaboração, o posicionamento do lugar de protagonismo e poder de decisão das mulheres integrantes de cada uma das etapas e funções desempenhadas no projeto.</p>
<p>Para Marcela, este é um passo importante não só como mulher, mas como artista da dança, onde as decisões na feitura do projeto são centradas a partir do posicionamento das artistas envolvidas, respeitando suas escolhas e o tempo cotidiano de participante (tendo em vista que além do trabalho com a dança, com a comunidade e com o entorno que ela propicia, muitas das artistas e mestras também são mães). “Viabilizar não só espaços de visibilidade e fala para as mulheres artistas da dança e da cultura popular, mas poder de decisão sobre os recursos é também reparação histórica. Que mais e mais de nós possamos protagonizar e decidir”, negrita a idealizadora da mostra. Mais informações da programação pelo Instagram: <a href="https://www.instagram.com/mostraobinrinkunha/" target="_blank"><strong>@mostraobinrinkunha</strong></a>.</p>
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		<title>Ademauro Coutinho lança novo projeto de poesia visual nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jul 2022 20:27:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O poeta e performance Ademauro Coutinho lança, nesta quinta-feira (7), um clipe, audiolivro e poemas em animação, nas suas redes sociais. &#8220;Conjuro&#8221; é o nome da série de vídeos e áudios mais recente do poeta que é natural da cidade de Goiana. O trabalho, que conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/imagem-4-059-seg.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-95067" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/imagem-4-059-seg-607x341.png" width="607" height="341" /></a></p>
<p>O poeta e performance Ademauro Coutinho lança, nesta quinta-feira (7), um clipe, audiolivro e poemas em animação, nas suas redes sociais. &#8220;Conjuro&#8221; é o nome da série de vídeos e áudios mais recente do poeta que é natural da cidade de Goiana.</p>
<p>O trabalho, que conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, é fruto de uma pesquisa do autor sobre poesia visual, religiosidade afro-ameríndia e evocação poética, e consiste em um clipe de poesia de nome “Conjuro”, um audiolivro chamado “Foz da Voz”; além de quatro vídeo poemas em animação intitulados de ODU (destino). O projeto é um desdobramento do livro “Jogo de Búzios no Coração”, publicado pela editora Porta Aberta em 2021.</p>
<p>Ademauro explora as estruturas dos poemas, sua visualidade, sua geometrização, repensando e revivendo o espaço da página como um terreiro &#8211; espacialidade fundamental das brincadeiras populares, pensando nos símbolos poéticos que dançam, brincam e sambam. No seu conjunto audiovisual “Conjuro”, o poeta procura vocalidade, entoação, cantos de pergunta e resposta na estrutura dos pontos de jurema e dos cocos de roda. Sobre a proposta do projeto, ele diz “investigo texturas sonoras da minha voz, o corpo em cena e o movimento das palavras no terreiro das telas que emitem luz”.</p>
<p>Confira:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/tvD-x-fxODc" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/tYCGww291zU" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Artista pernambucana Inez Oludé lança site-catálogo com suas obras</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jul 2022 16:01:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A multiartista pernambucana Inez Oludé lança nesta nesta quinta-feira (7), às 17h, um site-catálogo com as obras de sua carreira, numa live que será transmitida em seu canal do YouTube (www.youtube.com/InêzOludé). Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a página é o resultado de uma pesquisa sobre a vasta, mas ainda pouco conhecida [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/lUloQiTZXOo" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A multiartista pernambucana Inez Oludé lança nesta nesta quinta-feira (7), às 17h, um site-catálogo com as obras de sua carreira, numa live que será transmitida em seu canal do YouTube (<a href="https://www.youtube.com/c/In%C3%AAzOlud%C3%A9" target="_blank"><strong>www.youtube.com/InêzOludé</strong></a>). Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a página é o resultado de uma pesquisa sobre a vasta, mas ainda pouco conhecida obra da artista, que se radicou no Sertão do Moxotó e produziu, principalmente, na Europa, para onde foi obrigada a se exilar ainda no período da ditadura militar.</p>
<p>O site, que pode ser acessado no endereço <a href="https://inezolude.hotglue.me/" target="_blank"><strong>www.inezolude.com.br</strong></a>, está dividido em seções que correspondem a fases ou séries fundamentais da obra da artista: &#8220;Espontânea&#8221;, &#8220;Acadêmica&#8221;, &#8220;Postal&#8221;, &#8220;Vudu&#8221; e &#8220;Pássaros pela Paz&#8221;. Elas representam não apenas recortes temporais, mas também os diversos materiais utilizados por Inez, as diferentes técnicas empregadas para fabricá-los, além de indicarem marcos biográficos para sua produção.</p>
<p>O projeto foi coordenado pelo pesquisador e professor Vinícius Andrade, o site elaborado pelo artista visual e designer Hassan Santos, em diálogo com Inez Oludé, contando também com a consultoria do poeta e professor sertaniense Josessandro Andrade.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong> Serviço</strong></span><br />
Lançamento do site-catálogo de Inez Oludé<br />
Quando: 7 de julho de 2022 (quinta-feira), às 17h<br />
Transmissão pelo canal do YouTube: <strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=lUloQiTZXOo" target="_blank">www.youtube.com/watch?v=lUloQiTZXOo</a></strong></p>
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		<title>Taciana Enes lança o e-book &#8220;Como Vender Sua Banda&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2022 16:44:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc]]></category>
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		<description><![CDATA[A produtora cultural pernambucana Taciana Enes lança, nesta quinta-feira (30), o livro “Como Vender Sua Banda”. A publicação, que foi contemplada pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, poderá ser baixada gratuitamente no perfil do Instagram: @tacianaenes, Na rede social de Enes, é possível encontrar temas ligados à gestão de carreira musical, objeto de pesquisa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/Acervo-Pessoal-horizontal.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-94828" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/Acervo-Pessoal-horizontal-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>A produtora cultural pernambucana Taciana Enes lança, nesta quinta-feira (30), o livro “Como Vender Sua Banda”. A publicação, que foi contemplada pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, poderá ser baixada gratuitamente no perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/tacianaenes/" target="_blank"><strong>@tacianaenes</strong></a>, Na rede social de Enes, é possível encontrar temas ligados à gestão de carreira musical, objeto de pesquisa da autora, que já lançou mais duas edições intituladas “Como Arrumar sua Banda” e “Notas de uma Produtora Cultural na Música”. Desta vez, a nova obra foca no marketing musical, no processo de vendas de shows e produtos, desenvolvimento e sustentabilidade artística.</p>
<p>O livro também destaca a importância de um bom planejamento para definir as metas e ações de vendas, e as peculiaridades para acessar os Sescs em São Paulo, editais de patrocínio e incentivos culturais, festivais e feiras de música e como realizar uma turnê. Além disso, traz depoimentos de produtoras de São Paulo, Florianópolis e Pernambuco. Há ainda a indicação de redes sociais e e-mails de vários espaços culturais que valorizam a música independente.</p>
<p><strong>AUTORA -</strong> Taciana Enes é graduada em Comunicação Social com ênfase em Publicidade e Propaganda pela ESM &#8211; Escola Superior de Marketing em Recife, especialista em Gestão e Produção Cultural com ênfase em Eventos pela Faculdade Frassinetti do Recife. Diretora na A Gravina Produção, onde trabalha como produtora cultural, produção executiva de festivais e projetos de incentivo cultural. Vice-diretora no Instituto Floripa Jazz. Autora dos livros “Como Arrumar Sua Banda” e “Notas de Uma Produtora Cultural na Música”. Já vendeu e produziu shows em mais de vinte unidades dos Sescs de São Paulo. Realizou shows na Virada Cultural SP e turnês no Circuito Municipal de Cultura SP e Circuito CEU SP. Contabiliza mais de 20 projetos de incentivo culturais aprovados.</p>
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		<title>Marília Parente lança clipe da música “Tristeza não Existe”</title>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2022 12:52:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[A cantora pernambucana Marília Parente lança, nesta quarta-feira (25), o clipe inédito de “Tristeza não Existe”, single do seu primeiro álbum. Mergulho na psicodelia nordestina, o material conta com direção e roteiro da própria artista, Rodrigo Barros, Carlota Pereira e Guilherme Patriota, e figurino de Maria Esther. O clipe está disponível no canal da artista [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/YIlACh13jLo" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A cantora pernambucana Marília Parente lança, nesta quarta-feira (25), o clipe inédito de “Tristeza não Existe”, single do seu primeiro álbum. Mergulho na psicodelia nordestina, o material conta com direção e roteiro da própria artista, Rodrigo Barros, Carlota Pereira e Guilherme Patriota, e figurino de Maria Esther. O clipe está disponível no canal da artista no YouTube.</p>
<p>Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o vídeo foi gravado no Estúdio Cabra Quente e traz a artista no papel de uma rockstar luxuosa dos anos 1970, em uma narrativa profusa em elementos que fazem refletir sobre a relação entre palavra e objeto e aquilo que é real e que não é. Inspirado nos livros “Sidarta”, de Herman Hesse, e “O Tempo Desconjuntado”, de Phillip K Dick, “Tristeza não Existe”, eleita pela revista especializada Scream e Yell¹ como uma das cinco melhores músicas brasileiras de 2018, é uma das canções do primeiro disco da artista, &#8220;Meu céu, meu ar, meu chão e seus cacos de vidro&#8221;, lançado em 2019.</p>
<p>“Esse é um disco bastante influenciado pela filosofia e musicalidade oriental que traz um diálogo com a música nordestina. Foi um grande desafio fazer o clipe, principalmente por precisar atuar. Mas o resultado tá bem legal. verdadeira arqueologia de sentidos, onde corpo e o visual imprimem os sentidos do que era um produto apenas musical”, comenta Marília.</p>
<p>Artista da cena musical contemporânea, Marília Parente mescla tons da psicodelia e do rock’n’roll com as influências do sertão de Pernambuco, onde viveu boa parte de sua vida. Marília tem se dedicado à música autoral desde 2017, quando deixou o grupo Coco Raízes do Capibaribe. Seu trabalho está no entremeio do rock psicodélico e a música nordestina, incorporadas com elementos do baião, do xote e do aboio.</p>
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		<title>NOTA &#8211; Prorrogação do prazo de entrega dos relatórios de execução da LAB-PE</title>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2022 12:23:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[novo prazo]]></category>
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		<description><![CDATA[A Secretaria Estadual de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) informa que prorrogou a data final de entrega do Relatório de Execução de Ação dos Editais LAB-PE 2021. Os proponentes dos projetos poderão entregá-los até 16h59 da próxima sexta-feira, dia 27 de maio de 2022.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria Estadual de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) informa que prorrogou a data final de entrega do Relatório de Execução de Ação dos Editais LAB-PE 2021. Os proponentes dos projetos poderão entregá-los até 16h59 da próxima sexta-feira, dia<strong> 27 de maio de 2022</strong>.</p>
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		<title>Filme retrata a história de &#8220;Mãe Equedje Nete de Òyá&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/filme-retrata-a-historia-mae-equedje-nete-de-oya/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 May 2022 18:16:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[curta-metragem]]></category>
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		<category><![CDATA[Mãe Equedje Nete de Òyá]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Já está disponível no YouTube, o curta-metragem &#8220;Mãe Equedje Nete de Òyá: Memórias e Saberes do Matriarcado&#8221;. Financiado pelos recursos da Lei Aldir Blanc de Pernambuco, o filme narra a trajetória de uma das mais antigas Yarobás do Estado em atuação, sua contribuição social, cultural, política e religiosa que entre outras ações, culminou com a fundação da Irmandade Guardiãs do Adjá, uma instituição representativa que, desde 2008, visa destacar o protagonismo da função de Equedje no universo das tradições das matrizes africanas.</p>
<p>O trabalho traz depoimentos de personalidades que perpassaram sua vida e ajudam a contar a história dessa mulher que vem trilhando um caminho de luta e resistência pela valorização do povo de terreiro.</p>
<p>A direção do vídeo é do fotógrafo Eduardo Araújo, com a produção de Mãe Janaína Botelho, proponente do projeto, além do Ogã Jamerson Júnior e de Lucélia Albuquerque. Confira:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Fp0DyQEpvhE" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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