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	<title>Portal Cultura PE &#187; lei paulo gustavo</title>
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		<title>Documentário &#8220;Elefante Encarnado&#8221; celebra a cultura e a identidade de Olinda</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 12:59:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cultura vibrante do Carnaval de Olinda promete ganhar as telas brasileiras neste ano, com o lançamento do documentário &#8220;Elefante Encarnado&#8221;. A sessão especial de pré-estreia acontece no sábado ( 17/01), às 19h, no Mercado da Ribeira, coração histórico da cidade. &#8221;Elefante Encarnado&#8221; é um projeto que visa preservar a identidade cultural pernambucana através do cinema [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122627" aria-labelledby="figcaption_attachment_122627" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Tiago Calazans</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/cinema.jpg"><img class="size-medium wp-image-122627" alt="Foto: Tiago Calazans" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/cinema-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Pré-estreia acontece no sábado ( 17/01), às 19h, no Mercado da Ribeira, com exibição gratuita</p></div>
<p>A cultura vibrante do Carnaval de Olinda promete ganhar as telas brasileiras neste ano, com o lançamento do documentário &#8220;Elefante Encarnado&#8221;. A sessão especial de pré-estreia acontece no sábado ( 17/01), às 19h, no Mercado da Ribeira, coração histórico da cidade. &#8221;Elefante Encarnado&#8221; é um projeto que visa preservar a identidade cultural pernambucana através do cinema documental. O filme, realizado pela Maré Produtora, foi viabilizado por meio do Edital LPG (Lei Paulo Gustavo) do Estado de Pernambuco, com apoio da Secretaria de Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal.</p>
<p>O filme, dirigido e produzido pela olindense Juliana Beltrão, propõe um mergulho na história do icônico Clube Carnavalesco Misto Elefante de Olinda, um símbolo de resistência cultural e paixão pelo carnaval. O evento busca, primeiramente, prestigiar a comunidade local e os apaixonados pelo Clube, que apoiaram as gravações em meio à folia.</p>
<p><strong>Sobre o filme</strong></p>
<p>Produtora audiovisual e cultural há mais de 15 anos, a diretora Juliana Beltrão conta com uma trajetória que inclui colaborações em projetos aclamados como &#8220;Incompatível com a Vida&#8221; (pré-indicado ao Oscar 2024) e a produção de turnês de grandes nomes da música brasileira como Novos Baianos e Pepeu Gomes, e conta que realizou um sonho pessoal e profissional ao dirigir seu primeiro documentário sobre as raízes de sua cidade natal.</p>
<p>&#8220;Ser olindense e poder contar essa história é a materialização de anos de trabalho dedicados à cultura e ao audiovisual. O Elefante representa a alma do nosso carnaval, e o filme é uma carta de amor à nossa tradição e identidade&#8221;, afirma Beltrão. Após a pré-estreia local, &#8220;Elefante Encarnado&#8221; circulará por mostras e festivais de cinema, expandindo o alcance da história do clube e levando a cultura de Olinda para públicos mais amplos no Brasil e no mundo.</p>
<p><strong>SERVIÇO<br />
</strong>Evento Gratuito: Pré-estreia do documentário &#8220;Elefante Encarnado&#8221;<br />
Data: 17 de janeiro de 2026<br />
Horário: 19h<br />
Local: Mercado da Ribeira<br />
Endereço: Rua de São Bento, 124 &#8211; Varadouro, Olinda &#8211; PE</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Espetáculo &#8220;Memórias de Carnaval&#8221; é encenado no Teatro Hermilo Borba Filho</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 14:31:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com incentivo da Lei Paulo Gustavo PE, o espetáculo &#8220;Memórias de Carnaval&#8221; convida o público a mergulhar em uma experiência sensorial e afetiva, onde dança e memória de entrelaçam. O Carnaval é feito de passos, encontros e histórias que não se apagam. E, com inspiração nas lembranças de foliões e trabalhadores da festa, o público poderá assistir à [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/IMG_2835.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-121168" alt="IMG_2835" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/IMG_2835-364x486.png" width="364" height="486" /></a></p>
<p>Com incentivo da Lei Paulo Gustavo PE, o espetáculo &#8220;Memórias de Carnaval&#8221; convida o público a mergulhar em uma experiência sensorial e afetiva, onde dança e memória de entrelaçam. O Carnaval é feito de passos, encontros e histórias que não se apagam. E, com inspiração nas lembranças de foliões e trabalhadores da festa, o público poderá assistir à apresentação no próximo dia 19 de novembro, quarta-feira, às 20h, no Teatro Hermilo Borba Filho.</p>
<p>Entre risos e lágrimas, amores e despedidas, resistência e celebração, o espetáculo revisita as múltiplas camadas da festa popular que pulsa em cada corpo. Uma viagem coreográfica por nostalgias coletivas e íntimas, evocando a alegria, a saudade e a intensidade que só o Carnaval é capaz de revelar.</p>
<p><strong>Ficha técnica:</strong><br />
Concepção, direção, produção e Intérprete : Aldeline Silva<br />
Direção e criação de movimento: Marcos Teófilo<br />
Dramaturgia e Direção de Artes: Álcio Lins<br />
Figurinos e adereços: Francis de Souza, Álcio Lins, Aldeline Silva<br />
Iluminação: Natalie Revorêdo<br />
Áudiovisual e publicidade (pode mudar se quiser): Arthur Chaves, Maju Lima<br />
Preparação física: Filipe Lopes<br />
Acompanhamento nutricional: Tales Rego<br />
Assessoria de comunicação: Talis Ribeiro<br />
Convidado: Fernando Gomes (como papangu)</p>
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		<title>Cineclube Audiovisão convida o público a sentir o cinema com o corpo, no Centro do Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 19:52:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Unindo o cinema experimental com a música ao vivo de forma acessível, o Cineclube Audiovisão chega à sua terceira edição no dia 2 de agosto, às 18h, na Casa Lontra (@casa.lontra), localizada no Centro do Recife. O evento tem a proposta de transformar filmes raros e experimentais em experiências sensoriais com as trilhas sonoras executadas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Crédito-Danilo-Galvão-2.jpg2_.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119330" alt="Foto: Danilo Galvão/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Crédito-Danilo-Galvão-2.jpg2_-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Unindo o cinema experimental com a música ao vivo de forma acessível, o Cineclube Audiovisão chega à sua terceira edição no dia 2 de agosto, às 18h, na Casa Lontra (<a href="https://www.instagram.com/casa.lontra/" target="_blank">@casa.lontra</a>), localizada no Centro do Recife. O evento tem a proposta de transformar filmes raros e experimentais em experiências sensoriais com as trilhas sonoras executadas ao vivo por duplas de músicos.</p>
<p>Desta vez, o artista Alexandre María (guitarra, teclado e loops) convida Aquilles Albino (baixo e bateria eletrônica) para tocar durante a exibição de dois filmes: Trem, de Carlos Cordeiro (1977-1982, 7 min), um registro sobre a construção do Porto de Suape, em Super 8; e o clássico soviético Encouraçado Potemkin (1925, 85 min), do diretor Serguei Eisenstein. A entrada é gratuita e a iniciativa conta com tradução em Libras e estrutura de som adaptada para pessoas surdas (com subwoofers que transmitem as vibrações).</p>
<p>A proposta do Cineclube Audiovisão é provocar encontros entre o ver, o ouvir e o sentir, criando uma atmosfera de experimentação audiovisual em tempo real. Idealizado pela equipe da Casa Lontra — formada por Beatriz Arcoverde, Beatriz Baggio, Vitor Maciel e Thelmo Cristovam —, o projeto parte do conceito de audiovisão do pesquisador francês Michel Chion, unindo imagem, som e vibração como experiência estética compartilhada.</p>
<p>“A trilha sonora de cada sessão é tocada por artistas convidados, a partir de um processo colaborativo com a curadoria, que terão liberdade para improvisar e reagir aos filmes. A imagem funciona como partitura. O som não ilustra, provoca. Queremos abrir espaço para uma escuta inventiva”, explica Beatriz Arcoverde, que faz a curadoria dos filmes antigos no Audiovisão.</p>
<p>Esta é a primeira de seis sessões do projeto, que acontecerá até janeiro de 2026, com apoio do Funcultura, por meio do Governo de Pernambuco, e da Lei Paulo Gustavo, por meio do Governo de Pernambuco e do Ministério da Cultura (MinC), do Governo Federal.</p>
<p><strong>PARCERIAS E CURADORIA</strong> — A sessão do dia 2 de agosto integra a terceira temporada do cineclube, realizado em parceria com o Institute of Incoherent Cinema (IOIC), da Suíça, que cede cópias restauradas de filmes silenciosos do início do século XX. A escolha de Encouraçado Potemkin, um dos pilares da linguagem cinematográfica mundial, se dá justamente pela raridade e pela qualidade da cópia. “É raríssimo ter acesso a registros tão bem preservados. O IOIC nos fornece material impecável, que nos permite valorizar a memória audiovisual com o cuidado que ela merece”, diz a curadora.</p>
<p>Já os curtas-metragens experimentais pernambucanos tiveram a seleção a partir de outra estratégia. Neste caso, a curadoria decidiu trabalhar com autoras e autores contemporâneos que utilizam a linguagem sem diálogos, propondo novas camadas sonoras sobre obras recentes. Trem, por exemplo, foi restaurado pelo Crônicas de uma Transformação: preservação do acervo fílmico sobre a construção do Porto de Suape, iniciativa do Laboratório de Antropologia Visual da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).</p>
<p>A preparação das trilhas é feita com antecedência, a partir de encontros e trocas entre curadoria e músicos. Algumas propostas surgem de imediato, outras demandam tempo para maturação. O resultado é sempre inédito, imprevisível e construído no tempo presente, diante do público. “É uma tarefa tão estimulante quanto assustadora fazer uma trilha para obras como as que estão na programação. Do inédito ao aclamado, espero fazer jus à grandeza desses filmes e levar ao público uma experiência tão prazerosa como foi para mim”, ressalta o músico Alexandre María.</p>
<p>A curadoria também observa a diversidade dos artistas convidados, mantendo o equilíbrio entre homens e mulheres, e trazendo diferentes olhares para as sessões. Em todos os casos, a Casa Lontra oferece suporte técnico e conceitual durante o processo criativo.</p>
<p><strong>CINEMA PARA TODO MUNDO</strong> — O Cineclube Audiovisão é parte ativa da pulsação artística do Recife e do Nordeste. Nasceu em 2022 dentro da Casa Lontra, espaço independente que se consolidou como polo nacional de arte sonora e experimentação e já realizou mais de cem apresentações de música ao vivo, oficinas, mostras e atividades culturais.</p>
<p>O evento é multissensorial e acessível. Além da tradução em Libras durante a apresentação, a Casa Lontra é equipada com sistema de som de alta qualidade, incluindo subwoofers que possibilitam a percepção tátil das vibrações sonoras — ampliando a escuta para pessoas surdas. O ambiente também é preparado para cadeirantes, além de sofás e colchões para criar um espaço confortável a todo o público.</p>
<p><strong>SOBRE OS MÚSICOS</strong> — Alexandre María (@alexandremaria) é doutorando em Antropologia (PPGA/UFPE/LAV), atua nos campos da cultura e da saúde. Desde 2016, compõe e toca músicas de rock alternativo, noise e brega que exploram vivências no Recife por meio de distorções, solos e melodias marcantes. Aquiles Albino (@albinoaquilesf) é contrabaixista das bandas Decomposed God, Pandemmy e Alexandre María. Já atuou como baterista e compositor em grupos punk e grind. Desde 2017, integra o cenário musical recifense, transitando entre o metal extremo, o rock psicodélico e projetos coletivos experimentais.</p>
<p><strong>Programação:</strong></p>
<p>Trem, de Carlos Cordeiro (1977-1982, 7 min)<br />
Encouraçado Potemkin (1925, 85 min), de Serguei Eisenstein<br />
Músicos: Alexandre María (guitarra, teclado e loops) convida Aquilles Albino (baixo e bateria eletrônica)</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
Cineclube Audiovisão<br />
Sábado, 2 de agosto de 2025, às 18h<br />
Casa Lontra – Rua Bispo Ayres Cardoso, 72, Boa Vista, Recife-PE<br />
Acessibilidade: tradução em Libras e som tátil via subwoofer<br />
Entrada Gratuita<br />
Mais informações: <a href="https://www.instagram.com/casa.lontra/" target="_blank">@casa.lontra</a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Cartaz-do-Cineclube-Audiovisão.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-119331" alt="Cartaz do Cineclube Audiovisão" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Cartaz-do-Cineclube-Audiovisão-388x486.png" width="388" height="486" /></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Confira a programação da Semana de Animação em Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/confira-a-programacao-da-semana-de-animacao-em-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 20:25:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A segunda edição da “Semana de Animação em Pernambuco” acontece entre a segunda (07/07) e a sexta-feira (11) celebrando e promovendo a animação nacional, com um olhar especial para prodições das regiões Norte-Nordeste e as realizações de universitários e profissionais em início de carreira. O festival será realizado presencialmente, na cidade do Recife, nas dependências da UFPE [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-04-at-17.23.25.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118763" alt="WhatsApp Image 2025-07-04 at 17.23.25" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-04-at-17.23.25-607x337.jpeg" width="607" height="337" /></a></p>
<p>A segunda edição da “Semana de Animação em Pernambuco” acontece entre a segunda (07/07) e a sexta-feira (11) celebrando e promovendo a animação nacional, com um olhar especial para prodições das regiões Norte-Nordeste e as realizações de universitários e profissionais em início de carreira. O festival será realizado presencialmente, na cidade do Recife, nas dependências da UFPE &#8211; o Cinema no Centro de Convenções e os auditórios do Centro de Artes &amp; Comunicação.</p>
<p>Criado em 2022, o festival retorna em 2025 com uma edição repleta de novidades e com incentivo da Lei Paulo Gustavo do Governo do Estado de Pernambuco. A programação incluirá mostras de curtas-metragens, sessões de longas-metragens, masterclasses, mesas redondas e uma oficina, reunindo realizadores experientes, novos talentos e entusiastas da animação em um espaço de troca e aprendizado.</p>
<p>Todas as atividades são gratuitas. Para as sessões no Cinema da UFPE, os ingressos ficam disponíveis uma hora antes das exibições. Já para as atividades formativas, basta comparecer aos locais divulgados, a entrada é livre &#8211; com exceção da Oficina de Animação em Argila, que carece de inscrição prévia. Mais informações sobre as atividades do festival estão disponíveis nas redes sociais do evento (@semanadeanimacaope).</p>
<p><strong>Evento: 2ª Semana de Animação em Pernambuco</strong><br />
Data do evento: 07 a 11 de julho de 2025<br />
Cidade: Recife &#8211; Pernambuco<br />
Local: UFPE (Cinema da UFPE e auditórios do CAC)<br />
Ingressos: Entrada gratuita</p>
<p><strong>Confira a programação completa da 2ª Semana de Animação em Pernambuco:</strong></p>
<p><strong>07 de julho (segunda-feira)</strong><br />
<strong>14h Abertura + Longa-metragem</strong><br />
“O Sonho de Clarice” (Dir. Fernando Gutiérrez e Guto Bicalho, DF, 2023, 83 min)<br />
Local: Cinema da UFPE<br />
<strong>14h Masterclass</strong><br />
“Animação em Rotoscopia” com Paulo Fialho<br />
Local: Miniauditório 2 (CAC/UFPE)<br />
<strong>17h15 Mostra Norte-Nordeste</strong><br />
“Coisa de Preto” (Dir. Pâmela Peregrino, 2025, SE, 7 min)<br />
“Espiral” (Dir. Marina Lomi, 2024, BA, 4 min)<br />
“Lá na Frente” (Dir. Márcio Andrade, 2024, PE, 10 min)<br />
“Medo de Cachorro” (Dir. Italo Tapajos, 2024, RN, 9 min)<br />
“Mergulhão” (Dir. Rogi Silva e Juliana Soares, 2024, PE, 14 min)<br />
“No Início do Mundo” (Dir. Camilla Osório de Castro, 2024, CE, 8 min)<br />
“Pantera dos olhos dormentes” (Dir. Cristall Hannah e Ingsson Vasconcelos, 2023, PB, 5<br />
min)<br />
Local: Cinema da UFPE</p>
<p><strong>08 de julho (terça-feira)</strong><br />
<strong>14h Mesa Redonda</strong><br />
“Mercado de Animação em Pernambuco: editais, oportunidades e desafios”<br />
com Camila Monart, Chia Beloto, Tarsila Tavares e Amanda Mansur<br />
Local: Auditório Evaldo Coutinho (CAC/UFPE)<br />
<strong>17h15 Mostra Universitária</strong><br />
“A pior dor que há” (Dir. Ana Clara Miranda Lucena, 2024, DF, 9 min)<br />
“Agradecemos a Preferência” (Dir. Cecília dos Anjos Siqueira, 2024, PA, 4 min)<br />
“Coaxo” (Dir. Cecilia Silva Martinez, 2023, RS, 4 min)<br />
“Debaixo do pé de pequi” (Dir. Maiári Cruz Iasi, 2024, GO, 3 min)<br />
“Florescer” (Dir. Jéssica Andrade, Yasmin Tiana, João Elias, 2025, MG, 7 min)<br />
“Moscou” (Dir. Victória Correa, 2024, MG, 2 min)<br />
“Piramboia” (Dir. Rodrigo Grilli, 2024, PE, 7 min)<br />
“Posso contar nos dedos” (Dir. Victória Kaminski, 2024, RS, 12 min)<br />
“Rheum” (Dir. Rayana França, 2024, BA, 2 min)<br />
“Sem erva não há orixá” (Dir. Carlos Eduardo Santos de Jesus, 2024, BA, 5 min)<br />
Local: Cinema da UFPE<br />
<strong>09 de julho (quarta-feira)</strong><br />
<strong>08h Oficina</strong><br />
“Animação em Argila” com Rodrigo Grilli<br />
Local: Ateliê 7 de Artes Visuais (CAC/UFPE)<br />
Sujeito a inscrição prévia.<br />
<strong>14h Mesa Redonda</strong><br />
“Dublagem e Sonorização em Animação: da experiência universitária à profissional”<br />
com Erickson Marinho, Corina Santiago e Marcos Buccini<br />
Local: Auditório Evaldo Coutinho (CAC/UFPE)<br />
<strong>17h15 Mostra Pernambucana</strong><br />
“Alguma Coisa Com Plutônio” (Dir. Raoni Assis, 2024, PE, 11 min)<br />
“Até o Último Zangão” (Dir. Heitor Victor, 2024, PE, 6 min)<br />
“Ciranda Feiticeira” (Dir. Lula Gonzaga e Tiago Delácio, 2023, PE, 8 min)<br />
“Depois do Sonho” (Dir. Ayodê França, 2023, PE, 9 min)<br />
“Hoje Eu Só Volto Amanhã” (Dir. Diego Lacerda, 2024, PE, 8 min)<br />
“Mudança” (Dir. Patrícia Keitiane Victor Santos, 2024, PE, 2 min)<br />
“Nekomata” (Dir. Matheus Bezerra de Mendonça, 2023, PE, 3 min)<br />
“Ouro azul” (Dir. Coletiva, 2023, PE, 3 min)<br />
“Psicodelia de pássaros” (Dir. Luana Mononoke, 2024, PE, 1 min)<br />
“Queimatório” (Dir. Coletiva (alunos Dulapis Lab) , 2025, PE, 5 min)<br />
Local: Cinema da UFPE</p>
<p><strong>10 de julho (quinta-feira) </strong><br />
<strong>08h Oficina</strong><br />
“Animação em Argila” com Rodrigo Grilli<br />
Local: Ateliê 7 de Artes Visuais (CAC/UFPE)<br />
Sujeito a inscrição prévia.<br />
<strong>14h Masterclass</strong><br />
“Narrativas Outras em Curadoria de Animação” com Kalor<br />
Local: Miniauditório 1 (CAC/UFPE)<br />
<strong>17h15 Mostra Nacional</strong><br />
“Café” (Dir. Duda Justus, Lincoln Barela e Guilherme Bucco, 2022, PR, 5 min)<br />
“Cem Pilum &#8211; A História do Dilúvio” (Dir. Thiago Morais, 2022, AM, 8 min)<br />
“Eu o Boi, o Boi e Eu” (Dir. Jane Carmen Oliveira, 2024, MG, 6 min)<br />
“Guaracy” (Dir. Eliete Della Violla e Daniel Bruson, 2023, SP, 12 min)<br />
“Lagrimar” (Dir. Paula Vanina, 2024, RN, 14 min)<br />
“Laguna Plena” (Dir. Carlon Hardt e Rimon Guimarães, 2024, PR, 4 min)<br />
“O Casaco” (Dir. Alisson Affonso , 2025, RS, 3 min)<br />
“Oxum-ossum: O Poder Feminino” (Dir. Célia Harumi Seki, 2024, SP, 10 min)<br />
Local: Cinema da UFPE<br />
<strong>11 de julho (sexta-feira) </strong><br />
<strong>15h Longa-metragem (com AD, LSE e Libras)</strong><br />
“Além da Lenda”<br />
Dir. Marcos França e Marília Mafé (PE, 2022, 86 min)<br />
Local: Cinema da UFPE<br />
<strong>17h Longa-metragem</strong><br />
“Boi Aruá”<br />
Dir. Chico Liberato (BA, 1984, 60 min)<br />
Local: Cinema da UFPE<br />
<strong>18h30 Premiação + Encerramento</strong><br />
Local: Cinema da UFPE</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sertão pernambucano recebe gravações de filme que desvenda a ancestralidade do coração do Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 19:58:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[lei paulo gustavo]]></category>
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		<category><![CDATA[Petrolina]]></category>
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		<description><![CDATA[Comunidades rurais, vilas ribeirinhas e o centro histórico de Petrolina se transformaram em set de cinema para a gravação de DNA Origens: Sertão, primeiro longa-metragem nacional inteiramente dedicado a revelar, por meio de testes genéticos, a complexa mistura de povos que moldou a região. O filme deverá percorrer mais de três mil quilômetros. O projeto [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Filme-DNA-Origens-Sertão.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118410" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Filme-DNA-Origens-Sertão-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">Comunidades rurais, vilas ribeirinhas e o centro histórico de Petrolina se transformaram em set de cinema para a gravação de DNA Origens: Sertão, primeiro longa-metragem nacional inteiramente dedicado a revelar, por meio de testes genéticos, a complexa mistura de povos que moldou a região. O filme deverá percorrer mais de três mil quilômetros. O projeto conta com incentivo da Lei Paulo Gustavo e do Funcultura, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-pe) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p dir="ltr">Dirigido por Fernando Pereira, Geisla Fernandes e Wllyssys Wolfgang – trio responsável pela série Natureza Forte, lançada em 2025 na Globoplay e no Canal Futura – o filme acompanha moradores de diferentes microrregiões da Caatinga enquanto descobrem, diante das câmeras, a própria história inscrita no DNA. Entre eles estão descendentes de povos indígenas, remanescentes quilombolas, famílias e trabalhadores urbanos de fenótipo diverso, todos ligados por um território marcado por migrações e resistência.</p>
<p dir="ltr">Para dar rigor científico à narrativa, a produção firmou parceria com o Laboratório Genera, maior referência em genômica pessoal da América Latina: kits Premium de ancestralidade foram destinados exclusivamente ao projeto, que também contará com análises prioritárias e um relatório inédito sobre o “mapa genético” do Sertão, material de interesse para pesquisadores de saúde pública e história social.</p>
<p dir="ltr">Além de entrevistas intimistas, DNA Origens: Sertão aposta em imagens aéreas em resolução 6K, timelapses do bioma único da Caatinga e infográficos animados que traduzem conceitos genéticos de forma acessível, mesmo para quem nunca ouviu falar em cromossomos. Para Geisla Fernandes, “é um filme que usa a ciência como ponto de partida para provocar reflexões sobre pertencimento”. Fernando Pereira acredita que “o Sertão reúne dinâmicas migratórias que refletem o Brasil inteiro; revelar seu mosaico genético é revelar quem somos como nação”. Wllyssys Wolfgang detalha que “a experiência de filmar essas descobertas é intensa e reveladora e cada história carrega uma verdade emocionante que conecta ciência e identidade”.</p>
<p dir="ltr">A equipe reúne profissionais do Sertão e de outras regiões: a assistente de direção Cecília Assy, o diretor de produção Cícero Rodrigues, a diretora de arte Clarissa Ribeiro, a produtora executiva Camila Rodrigues, o coordenador de produção e logística Wyvys Reis, a roteirista Amanda Martins, o pesquisador audiovisual Samuel Britto, a assistente de produção executiva Letícia Rodrigues, o assistente de produção Caio Zuffo, o diretor de fotografia Aluan Braga, o operador de câmera Jota Souza, o assistente de fotografia Wadson Bahia, o iluminador José Charger, o fotógrafo still e assistente de produção Wanderson Oliveira, o assistente de arte Gustavo Costa, o contrarregra André Sapo, o técnico de som Alex Guterres e a assistente de áudio Kell Alves, movimentando a economia criativa local e capacitando novos técnicos.</p>
<p dir="ltr">Produzido pela Abajur Soluções Artísticas, em parceria com a WW Filmes, e com previsão de lançamento para 2026/2027, o longa pretende colocar em pauta um Brasil ainda pouco retratado pelas lentes da genealogia moderna e reacende o debate sobre o apagamento histórico de populações do interior nordestino, visando ampliar o conhecimento sobre identidade e ancestralidade no país.</p>
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		<title>Artista visual Clara Simas transforma luto em arte com fotolivro</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 19:20:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
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		<description><![CDATA[Há histórias que não cabem em uma única vida. Meu pai morreu três vezes, trabalho da artista visual Clara Simas, é uma dessas narrativas que se desdobram entre o real e o imaginado, entre a dor e a criação. Mais do que um livro de fotos, é um diálogo póstumo entre filha e pai, uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/C7318-2-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118231" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/C7318-2-1-607x431.jpg" width="607" height="431" /></a></p>
<p>Há histórias que não cabem em uma única vida. Meu pai morreu três vezes, trabalho da artista visual Clara Simas, é uma dessas narrativas que se desdobram entre o real e o imaginado, entre a dor e a criação. Mais do que um livro de fotos, é um diálogo póstumo entre filha e pai, uma jornada de cinco anos que mistura arquivos esquecidos, cenas de cinema e memórias inventadas.</p>
<p>A obra, que tem apoio do Funcultura e da Lei Paulo Gustavo &#8211; Recife, terá uma série de lançamentos, começando pelo Rio de Janeiro, no dia 29 de maio, na Galeria Refresco, em São Paulo, no dia 31, na Livraria Lovely House, e no Recife, na Galeria Garrido, no dia 5 de junho. Ainda dentro das atividades de lançamento, vai acontecer a exibição de uma versão remasterizada e restaurada em 4k do filme Meteorango Kid: Herói Intergaláctico, no qual Manoel Costa, pai da autora, interpreta o icônico personagem Caveirinha, no Cinema São Luiz, no dia 8 de junho. Na ocasião, será exibido ainda o curta-metragem Creuzinha não é mais tua, de Amin Stepple, que também tem a participação de Manoel Costa.</p>
<p>Toda a história da publicação nasce a partir de vestígios da vida de Caveirinha – ator amador do Cinema Marginal baiano nos anos 1970, jornalista, figura cheia de contradições como, por exemplo, ter sido um pai amoroso, porém ausente. Quando perdeu seu pai, Clara tinha 14 anos, mas a relação já era feita de vazios muito antes disso. &#8220;Minha memória dele sempre foi confusa. Tive que preencher as lacunas através de um processo arqueológico&#8221;, lembra. Ainda jovem, quando do falecimento dele, não foi possível para Clara já naquele momento viver o luto e entender a dimensão daquela perda. “Foi preciso que se passassem muitos anos e que eu entrasse num processo terapêutico para então começar a especular o que significava a morte de um pai, que ao longo da sua vida já foi alguém bastante ambíguo e ausente”, diz.</p>
<p>Ao perceber que precisaria se voltar para essa relação, entendê-la, para então seguir adiante, Clara começou a organizar diversas informações sobre seu pai e seus vários personagens. Nesse processo, ela descobriu que ele tinha morrido várias vezes – não só na vida real, mas também nas telas. Enquanto mergulhava em filmes antigos nos quais ele atuou, deparou-se com cenas de morte ficcionais que pareciam ecoar seu próprio luto. &#8220;Assistia a essas cenas repetidamente. Me acostumei a vê-lo morrer na tela&#8221;, lembra. Daí veio a pergunta que guiaria o projeto: quantas vezes uma pessoa pode morrer? A cada morte, estaria morrendo sempre o mesmo homem?</p>
<p>O livro se estrutura em três capítulos, cada uma apresentando três distintos personagens, diferentes facetas de um mesmo homem – e cada uma com seu próprio fim, com sua própria morte. Há o Homem Comum, fotógrafo e jornalista; o Anti-Herói, boêmio e rebelde dos anos 70; e o Pai, figura amorosa, mas distante. O processo de criação foi tão intenso quanto pessoal. Clara viajou atrás de pessoas que conheceram Caveirinha, revirou arquivos empoeirados, digitalizou negativos.</p>
<p>Nas páginas do livro, as imagens se organizam em dípticos, criando justaposições que imitam o modo desordenado como as memórias surgem. Clara reuniu fotos suas, fotos do seu pai, imagens de filmes e de arquivo e com elas foi organizando fluxos narrativos para cada um dos três personagens. Imagens de Neto, Amin Stepple, André Luiz Oliveira e Álvaro Guimarães que aparecem na obra foram cedidas por instituições como o Instituto Moreira Salles e a Cinemateca Brasileira e outros.</p>
<p>Além do material iconográfico, há, em cada capítulo, um interlocutor que ajudou a artista a conhecer um pouco mais sobre cada parte do seu pai. Sua tia, irmã dele, Vera Lúcia Simas, falou sobre um tipo de homem comum e sua história familiar. Nessa troca, Clara escutou os detalhes da história em torno da morte precoce de seu irmão, falecido dez anos antes de seu nascimento, um luto silenciosamente vivido por seu pai. Para recompor pistas do Caveirinha boêmio, ator, contraventor, viajou a Brasília para conversar com André Luiz Oliveira, um de seus companheiros do Cinema Marginal baiano, nos anos 1970. Já sua mãe, Maria Edite Costa Lima, falou do Caveirinha pai, trouxe suas lembran&amp; ccedil;as da forma como a paternidade foi exercida por ele.</p>
<p>“Acho que quando eu trago esses depoimentos, ajudo a dar um sentido narrativo maior a um livro que é composto em sua maior parte por um fluxo de imagens e sensações abstratas, um pouco como a própria memória se organiza — através do movimento rápido dos olhos, guardamos picotes de momentos e cenas. Os relatos em primeira pessoa convidam o leitor a investigar comigo novas chaves de leitura possíveis para essa trama”, opina a artista.</p>
<p>As três histórias terminam repetidamente na morte de um novo personagem por meio de cenas que ganham um tratamento especial no livro que foi impresso em São Paulo na Ipsis. “Nos momentos de fabulação, o livro é composto por dípticos em margem branca. Já nas sequências de morte, nós optamos por cenas expandidas impressas em papel mais espesso e através da técnica de separação de cor chamada skeleton black que imprime a mesma imagem em duas tintas pretas distintas conferindo maior densidade ao momento”, detalha Clara, que aos poucos foi entendendo que, no processo de se tornar adulto, cada um de alguma forma terá de passar pela experiência simbólica de &#8216;mata r&#8217; os pais.</p>
<p>E André Luiz traz isso muito claramente em seu relato: &#8220;Eram muitas as questões que o filme apresentava [Meteorango Kid - Herói Intergaláctico]. A questão, por exemplo, do assassinato simbólico dos pais gerou um trauma que demorei a entender e assumir. Foram anos para compreender que é necessário reconhecer a raiva infantil guardada para poder perdoá-los e incorporá-los à nossa vida com o merecido amor. Sem essa compreensão, ficamos enganchados com questões insolúveis de relacionamento familiar sem saber o porquê. Então, no filme, expurguei esses sentimentos, para, com isso, poder amá-los livremente”.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Clara-Simas_Foto-Renata-Pires_2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118232" alt="Foto: Renata Pires/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Clara-Simas_Foto-Renata-Pires_2-485x486.jpg" width="485" height="486" /></a></p>
<p>Mas Meu pai morreu três vezes não aborda apenas o tema da ausência: &#8220;Nos últimos anos fui muito inspirada pelo trabalho da filósofa Vinciane Despret que através de uma observação aguda de seu entorno, coleciona formas pelas quais uma presença inteiramente nova pôde ser concedida a um morto, a partir das histórias que deixou em aberto e que invocaram pessoas enlutadas a agir”.</p>
<p>Em seu texto sobre o fotolivro, a psicanalista do Círculo Psicanalítico de Pernambuco Júlia Coutinho, fala sobre alguns dos procedimentos utilizados no processo de luto: “Para mim o projeto O meu pai morreu três vezes é um empreendimento que caminha nesse escopo: manter, guardar, restaurar, reconstruir um mundo interno-externo, uma relação e assim inventar um pai para poder se despedir. Nesse movimento termina-se por descobrir novos passados, novos sentidos de um pai só seu, e, agora, nosso. Como se, assim, se subvertesse um pouco uma das dores do luto”.</p>
<p>O fotolivro será lançado em edição limitada, é dedicado à mãe de Clara e foi viabilizado com apoio do Funcultura, da Lei Paulo Gustavo (Recife), Bolsa de Acompanhamento Editorial do PhMuseum (Bologna, Itália), Grupo de Estudos André Penteado (SP) e Escola Livre de Imagens (PE). Ao longo do processo de execução do projeto, a artista pôde apresentar um pouco do percurso que estava vivenciando. Em 2019, participou de uma exposição coletiva no Museu Murillo La Greca. A revista Propágulo acompanhou a execução do projeto, publicando, em duas ocasiões, o processo de pesquisa. Em 2022, uma exposição coletiva com curadoria de Guilherme Moraes, na Galer ia Janete Costa, exibiu uma instalação sobre o projeto. Em 2024, Clara Simas levou o seu trabalho para uma exposição coletiva no Festival de Fotografia PhMuseum em Bologna.</p>
<p>A boneca preliminar do projeto é finalista do prêmio Dummy Awards&#8217;25 do Photobook Museum (Colônia, Alemanha) e, devido a essa indicação, vai circular durante 12 meses por diversas exposições e festivais na Europa e Ásia. Há ainda um lançamento confirmado em Bologna, na Itália, como parte integrante do evento Photobook Mania 2025 promovido pelo PhMuseum.</p>
<p>&#8220;Meu analista diz que o livro é sobre inventar um pai possível. Outras pessoas dizem que é sobre como registrar uma experiência impossível de ser fotografada. Acho que as duas coisas são verdade&#8221;, diz Clara. &#8220;Em alguma instância, talvez seja apenas sobre aceitarmos que a própria noção de sujeito que tão arduamente passamos a vida moldando, está muito distante de constituir uma unidade inabalável — somos todos feitos de versões, de fragmentos de histórias, algumas inclusive que nunca serão contadas”, conclui.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</p>
<p></strong>Meu pai morreu três vezes &#8211; Clara Simas<br />
Lançamentos Recife:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quinta, 5 de junho, às 18h<br />
Garrido Galeria<br />
R. Samuel de Farias, 245 &#8211; Santana, Recife – PE</p>
<p>Domingo, 8 de junho, 14h-17h<br />
Cinema São Luiz<br />
R. da Aurora, 175 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE</p>
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		<title>“Pescadora de Direitos”: Documentário retrata trajetória de luta das pescadoras artesanais de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 30 May 2025 15:20:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
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		<description><![CDATA[“Pescadora de Direitos” &#8211; Documentário inspirado na história de Joana Mousinho, primeira mulher presidenta de uma colônia de pescadores no Brasil, ainda na década de 1970, tem pré-estreia marcada para esta sexta-feira (30).  O curta-metragem, que retrata a trajetória de luta das pescadoras artesanais de Pernambuco, será exibido na Colônia de Pescadores Z-10, em Itapissuma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/DIVULGAÇÃO-ITAPISSUMA.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118201" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/DIVULGAÇÃO-ITAPISSUMA-323x486.jpeg" width="323" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">“Pescadora de Direitos” &#8211; Documentário inspirado na história de Joana Mousinho, primeira mulher presidenta de uma colônia de pescadores no Brasil, ainda na década de 1970, tem pré-estreia marcada para esta sexta-feira (30).  O curta-metragem, que retrata a trajetória de luta das pescadoras artesanais de Pernambuco, será exibido na Colônia de Pescadores Z-10, em Itapissuma (PE), às 19 horas, com entrada gratuita. A obra conta com incentivo da Lei Paulo Gustavo Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE).</p>
<p dir="ltr">Dirigido por Jéssica Raphaela e com roteiro de Kamilla Pacheco, o  curta-metragem destaca como o ativismo de Joana continua a fortalecer a luta das mulheres pescadoras artesanais do Estado pela garantia dos territórios pesqueiros e pela preservação do meio ambiente.</p>
<p dir="ltr">&#8220;Nós mergulhamos na história e no cotidiano de dona Joana para conhecer e contar sua história, e nos deparamos com uma mulher cativante, potente, que estimula toda uma comunidade de pescadoras e pescadores do país a lutarem por direitos trabalhistas e pelo ambiente do qual retiram seu sustento&#8221;, conta Jéssica Raphaela, diretora do documentário.</p>
<p dir="ltr">&#8220;Quem ouve a história de Joana Mousinho se sente inspirada pelo seu pioneirismo e compromisso com a pesca artesanal. Vivemos tempos de incertezas com o futuro e conhecer trajetórias de pessoas como Joana e suas companheiras renova o sentimento de esperança que impulsiona ações em busca de mudanças na realidade&#8221;, garante a roteirista Kamilla Pacheco.</p>
<p dir="ltr">A pré-estreia ainda contará com um debate com as realizadoras e a equipe de produção do filme. Um teaser da obra já está disponível na página oficial do projeto no Instagram, o <a href="https://www.instagram.com/pescadoradedireitos.doc">@pescadoradedireitos.doc</a>.</p>
<p dir="ltr"><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>Pré-estreia do documentário &#8220;Pescadora de Direitos&#8221;</strong></p>
<p dir="ltr">Data: sexta-feira, 30 de maio de 2025</p>
<p dir="ltr">Hora: 19h</p>
<p dir="ltr">Local: Colônia de Pescadores Z 10 I Itapissuma (PE)</p>
<p dir="ltr"><em>Entrada gratuita</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Espetáculo que une circo contemporâneo e frevo tem apresentações gratuitas no Recife</title>
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		<pubDate>Wed, 28 May 2025 16:25:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Lei Paulo Gustavo]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[secretaria de cultura de pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[Com incentivo da Lei Paulo Gustavo, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), do Governo do Estado, o espetáculo “Circo em Fervo” leva ao público uma vibrante fusão entre o circo contemporâneo e o frevo, com apresentações gratuitas no Recife. Criada pela artista [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118169" aria-labelledby="figcaption_attachment_118169" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Will Oliveira</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/João-Lucas-Cavalcanti-Vitor-Lima-e-Inaê-Silva-Foto-Will-Oliveira-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-118169" alt="Foto: Will Oliveira " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/João-Lucas-Cavalcanti-Vitor-Lima-e-Inaê-Silva-Foto-Will-Oliveira-1-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">João Lucas Cavalcanti, Vitor Lima e Inaê Silva</p></div>
<p>Com incentivo da Lei Paulo Gustavo, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), do Governo do Estado, o espetáculo “Circo em Fervo” leva ao público uma vibrante fusão entre o circo contemporâneo e o frevo, com apresentações gratuitas no Recife.</p>
<p>Criada pela artista da dança Inaê Silva e pelos artistas circenses João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima, da Cia Devir, a performance será apresentada no dia 31 de maio, às 17h30, na Praça do Hipódromo, e no dia 2 de junho, às 10h, na Escola Municipal de Frevo Maestro Fernando Borges, no bairro da Encruzilhada — esta última com audiodescrição.</p>
<p>O projeto integra a programação do “Pegando Fogo!” e nasce de uma pesquisa colaborativa que explora as conexões entre as linguagens do circo e do frevo. Mais do que uma junção de estilos, “Circo em Fervo” propõe uma criação híbrida, onde os movimentos das duas artes se encontram sem hierarquias ou estereótipos, oferecendo uma experiência cênica original e envolvente.</p>
<p>Desde sua fundação, a Cia Devir tem como foco o diálogo entre o circo e outras expressões artísticas, como o audiovisual e a dança. A parceria com Inaê Silva — reconhecida nacionalmente como passista, pesquisadora e intérprete-criadora — amplia esse horizonte, unindo tradição popular e linguagem contemporânea. Inaê traz em sua trajetória a formação em danças populares do Nordeste, balé clássico e dança contemporânea, o que se reflete em releituras potentes e sensíveis.</p>
<p>O processo criativo do espetáculo teve início com uma residência artística que incluiu aulas na Escola de Frevo Maestro Fernando Borges, trocas com profissionais das áreas envolvidas e uma intensa fase de experimentação. A primeira versão da obra, com um tom mais festivo e carnavalesco, foi apresentada em 2024 em locais como o Instituto do Autismo, o Centro de Artes e Comunicação da UFPE e na abertura oficial do Carnaval do Recife, com o bloco Escuta Levino. Um videocirco, registro audiovisual da obra, também foi gravado em pontos marcantes do centro do Recife.</p>
<p>Agora, a nova versão do espetáculo aprofunda o diálogo entre as duas linguagens, explorando afinidades como o uso do chão, os impulsos corporais, os saltos e a exploração criativa do espaço cênico. O resultado é uma celebração do encontro entre ar e terra, corpo e movimento, tradição e invenção, convidando o público a participar de forma ativa no espaço público.</p>
<p>“Circo em Fervo” é, acima de tudo, um convite a vivenciar uma convergência poética e energética entre duas potentes expressões da arte brasileira.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
<strong>Apresentações do projeto Pegando Fogo!</strong><br />
Datas, horários e locais:<br />
Dia 31 de maio, às 17h30, na Praça do Hipódromo<br />
Dia 02 de junho, às 10h, na Escola Municipal de Frevo Maestro Fernando Borges (Rua Castro Alves, 440 &#8211; Encruzilhada) &#8211; Com audiodescrição<br />
Gratuito</p>
<p>&nbsp;</p>
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		</item>
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		<title>Documentário marca 20 anos do grupo percussivo Batadoní</title>
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		<pubDate>Wed, 28 May 2025 14:45:10 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-28-at-11.44.09.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118164" alt="Acervo Batadoní" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-28-at-11.44.09-607x402.jpeg" width="607" height="402" /></a></p>
<p>No próximo domingo, dia 1º de junho, às 16h, o Teatro Fernando Santa Cruz, no Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda, recebe a pré-estreia do documentário Tambor Louvado por Todos, que conta a trajetória do grupo percussivo Batadoní e resgata a importância da valorização dos grupos e brinquedos populares para a cultura pernambucana. O filme é dirigido por Sara Brito, pesquisadora e realizadora em comunicação e audiovisual, e também integrante do grupo. A sessão é gratuita, com retirada de ingressos uma hora antes no local, e será seguida por debate com a equipe do filme.</p>
<p>A obra é um projeto de realização do Batadoní, foi contemplado nos editais da Lei Paulo Gustavo Pernambuco e tem apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura do Estado, via Lei Paulo Gustavo.</p>
<p>O filme é um retrato íntimo e de valorização dos 20 anos de trajetória do Batadoní, nascido do encontros de amigos e da convivência com mestres da cultura popular de tradição e dos tambores cubanos, o grupo construiu ao longo de duas décadas uma presença constante e autônoma no território urbano, ocupando espaços públicos para suas atividades, se movimentando com a cidade, mas também interiorizando sua presença, com vivências em outros municípios do estado. “Registrar a memória de grupos como o Batadoní é um movimento estratégico de resistência e sobrevivência. É uma forma de dizer: estamos aqui, existimos, deixamos marcas e vamos continuar. Construir essa memória do que já passou é importante para o que vem, porque as pessoas são passageiras mas o grupo pode permanecer. Isso fortalece os coletivos, contribui para que sejam vistos e lembrados, e mostra como eles seguem atuando apesar da invisibilidade institucional”, afirma a diretora Sara Brito.</p>
<p>O documentário, que reúne entrevistas, imagens de arquivo e elementos de animação, percorre memórias do grupo, desde as primeiras tocadas informais ao surgimento do Festival Segura o Bode e do Batadoninho, atividade específica para crianças, da aliança com o Maracatu Nação Leão Coroado ao impacto da pandemia, passando pela conquista da gravação de seu primeiro álbum.</p>
<p>Para Vanessa Lorega, integrante do grupo, a força do Batadoní vem do coletivo. “O Batadoní é um espaço de construção coletiva, onde a gente aprende não só a tocar, mas a conviver, a decidir junto, a se respeitar. A gente não tem patrocínio, não tem salário, mas tem pertencimento, tem identidade. Registrar essa história é mostrar que a cultura popular é viva, é organizada, e é feita por nós, com o que temos”, destaca.</p>
<p>O documentário Tambor Louvado por Todos não é apenas uma celebração da trajetória do Batadoní, mas também uma convocação para que os grupos e brinquedos populares possam ter reconhecimento, apoios e valorização pelo que são: cultura viva, feita a muitas mãos, a muitas vozes e que segue batendo no compasso da coletividade. “Produzir de forma independente ainda é muito difícil. Há muitas ideias, muitos coletivos produzindo cultura com potência, mas os recursos são escassos. A gente precisa falar sobre remuneração digna para quem trabalha com audiovisual, com cultura, sobretudo em projetos que partem de dentro dos próprios grupos, como é o nosso caso”, reforça Sara Brito.</p>
<p>A noite de pré-estreia conta com o apoio do Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa, Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Secretaria de Desenvolvimento Econômico.</p>
<p><strong>SERVIÇO:<br />
</strong>Pré-estreia do documentário Tambor Louvado por Todos<br />
Dia 01 de junho (domingo), a partir das 16h, (retirada de ingressos gratuitos a partir das 15h no local)<br />
Teatro Fernando Santa Cruz, Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa, Largo do Varadouro, S/N, Varadouro, Olinda &#8211; PE.<br />
Entrada gratuita aberta ao público.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA:<br />
</strong>Direção e roteiro: Sara Brito<br />
Produção: Danisete Neto e Sara Brito<br />
Assistente de produção: Karen Aguiar<br />
Imagens e direção de fotografia: Hugo Muniz<br />
Captação de som: Hugo Muniz<br />
Montagem: Roberta Cardoso<br />
Finalização de som e imagem: Adalberto Oliveira<br />
Identidade visual e design: Frederico de Melo<br />
Animação: Mateus Bezerra<br />
Legendas para surdos e ensurdecidos: Lilian de Alcântara<br />
Intérprete de Libras: Simone Lyra<br />
Audiodescrição: Danielle França<br />
Consultoria e formação em acessibilidade: Lilian de Alcântara<br />
Assessoria de comunicação: Angola Comunicação<br />
Contador: Pedro Eugênio</p>
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		<title>Jornada dos arcanos do Tarot é contada em versos em projeto incentivado pela Lei Paulo Gustavo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/jornada-dos-arcanos-do-tarot-e-contada-em-versos-em-projeto-incentivado-pela-lei-paulo-gustavo/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 May 2025 15:15:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[astrologia]]></category>
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		<description><![CDATA[O Cordel do Tarot agora está completo! Passados quatro anos da publicação digital d’Os Arcanos Maiores, nesta terça-feira, dia 27, será realizado o lançamento dos 56 Arcanos Menores, durante uma live, às 20h, no YouTube. O encontro contará com a presença das autoras do Cordel do Tarot &#8211; a poeta Lu Rabelo e a ilustradora Lua [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118133" aria-labelledby="figcaption_attachment_118133" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/Lua-e-Lu-Rabelo-_-foto-divulgação-4-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-118133" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/Lua-e-Lu-Rabelo-_-foto-divulgação-4-1-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Mãe e filha Lua e Lu Rabelo tocam o projeto</p></div>
<p dir="ltr">O Cordel do Tarot agora está completo! Passados quatro anos da publicação digital d’Os Arcanos Maiores, nesta terça-feira, dia 27, será realizado o lançamento dos 56 Arcanos Menores, durante uma live, às 20h, no YouTube. O encontro contará com a presença das autoras do Cordel do Tarot &#8211; a poeta Lu Rabelo e a ilustradora Lua (filha de Lu)  &#8211; e participação especial da taróloga Sabrina Carvalho. A live terá intérprete de Libras.</p>
<p dir="ltr">A partir do lançamento será disponibilizada para download gratuito a publicação com os 56 poemas e ilustrações dos Arcanos Menores, além da gravação em áudio da declamação das poesias, recitadas por Lu Rabelo. O design da publicação digital é de Kelly Saura.</p>
<p dir="ltr">Antiga arte divinatória, o Tarot é composto por 22 Trunfos (os Arcanos Maiores), mais as cartas dos Naipes (Ouros, Paus, Copas e Espadas, que formam os 56 Arcanos Menores), totalizando 78 arcanos. Os Trunfos representam arquétipos universais, estando mais associados à dimensão espiritual da vida, enquanto os Arcanos Menores estão ligados a aspectos do cotidiano. A origem do Tarot é incerta, mas sabe-se que por volta do século XV o Tarot chegou na Europa, provavelmente levado pelos árabes. Atualmente, o Tarot  vem se popularizando, para além da função de oráculo, como instrumento de aconselhamento e autoconhecimento.</p>
<p dir="ltr">O Cordel do Tarot começou a ser gestado em 2015, quando a cordelista Lu Rabelo escreveu um poema para o arcano maior ‘A Estrela’. Na pandemia, começaram a ser escritos outros versos sobre os Arcanos Maiores e, quando foi lançado o edital da Lei Aldir Blanc/LAB-PE 2020, Lu convidou sua filha Lua para criar as ilustrações. Em 2021 o e-cordel dos Arcanos Maiores do Cordel do Tarot foi lançado digitalmente, assim como a gravação dos poemas dos 22 arcanos, podendo ser acessados <a href="https://linktr.ee/cordeldotarot" target="_blank">neste link</a>.<a href="https://linktr.ee/cordeldotarot" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://linktr.ee/cordeldotarot&amp;source=gmail&amp;ust=1748442522903000&amp;usg=AOvVaw0UsSRQ_PidU1OJNwWfSJIC"><br />
</a></p>
<p dir="ltr">No intuito de completar o Cordel do Tarot, as artistas escreveram em 2024 o projeto de criação d’Os Arcanos Menores, que foi contemplado no Edital de Ações Criativas da Lei Paulo Gustavo (LPG), com incentivo financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura do Estado, via LPG, direcionada pelo Ministério da Cultura – Governo Federal.</p>
<p dir="ltr">Inspirada em manifestações da Cultura Popular pernambucana, no processo de criação dos poemas dos Arcanos Menores, a poeta Lu Rabelo escolheu um estilo poético específico para elaboração dos versos das cartas numeradas de cada naipe do Cordel do Tarot, incluindo quadras hendecassílabas (11 sílabas poéticas) no Naipe de Terra (Ouros); décimas com sete sílabas no Naipe de Fogo (Paus), Galope à Beira Mar no Naipe de Água (Copas) e setilhas, também em redondilha maior (sete sílabas), no Naipe de Ar (Espadas). Já os versos dos Arcanos da Corte &#8211; nomeados de &#8216;Figuras&#8217; &#8211; foram escritos em Martelo Agalopado. Ao todo, são 920 versos distribuídos nos 56 poemas dos Arcanos Menores.</p>
<p dir="ltr">As autoras contam que a ideia de rebatizar os ‘Arcanos da Corte’ surgiu como forma de descolonizar o Cordel do Tarot. As ‘Figuras’ então foram batizadas de Criança (Pajem), Mulher (Rainha), Homem (Rei) e Brincante (Cavaleiro).  “Nas cartas quis ver os litorais, os agrestes e os sertões, que são os cenários de minha vida”, conta a ilustradora Lua, que optou pelo desenho digital usando um pincel que simula lápis, utilizando a escala de cinza. “Cada carta foi uma oração. Dedico essas orações às nossas crianças e aos nossos brincantes. Tenho sede de brincadeira e de encanto, desenho para relembrar”, diz Lua.</p>
<p dir="ltr">Lu explica que durante a criação dos arcanos, às vezes escrevia as poesias a partir das ilustrações, e em outras Lua desenhava a partir dos poemas. “Foi uma jornada profunda e desafiante diante da missão de narrar poeticamente o mistério em um tempo determinado. Como diz Lua: ‘Sempre pouco é o prazo se o segredo não termina’. Foi uma verdadeira saga criar tanto verso. Somando os 920 versos dos Arcanos Menores com os 880 versos dos Arcanos Maiores, o Cordel do Tarot tem 1.800 versos. Uma epopeia! Haja palavra e inspiração!”, conta a cordelista, que teve seu primeiro cordel recitado publicamente em 2006, pelo então ministro da Cultura Gilberto Gil, causando na época um mal estar ministerial, uma vez que o cordel criticava o então ministro das Comunicações Hélio Costa.</p>
<p dir="ltr">Após a conclusão das poesias, Lu Rabelo gravou a declamação dos 56 poemas dos Arcanos Menores registrando, para além da escrita, a encantadora oralidade inerente ao Cordel, gênero literário genuinamente brasileiro. “Intenciono que o Cordel do Tarot atue como um bom conselheiro, na confluência de um viver mais leve, justo e amoroso, guiando-nos em escolhas respeitosas conosco, com o coletivo, com a Mãe Terra”, deseja a cordelista. As artistas adiantam que o próximo passo será a impressão do Cordel do Tarot com os 78 Arcanos. “Queremos agora que as cartas possam ser manuseadas, como requer um baralho, com toda a potência da sincronicidade”.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/card-lançamento-arcanos-menores-_-para-web.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118134" alt="card lançamento arcanos menores _ para web" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/card-lançamento-arcanos-menores-_-para-web-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
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