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	<title>Portal Cultura PE &#187; Lenice Queiroga</title>
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		<title>Lenice Queiroga inaugura a exposição &#8220;Lagarta Richelieu&#8221; em João Pessoa</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2023 18:24:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a fotógrafa e designer pernambucana Lenice Queiroga inaugura, nesta quinta-feira (26), a exposição fotográfica ‘Lagarta Richelieu’ na Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc). A abertura será às 19h, e a mostra ficará em cartaz até o dia 12 de março, na Galeria Archidy [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/foto-02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-98565" alt="Lenice Queiroga/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/foto-02-607x393.jpg" width="607" height="393" /></a></p>
<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a fotógrafa e designer pernambucana Lenice Queiroga inaugura, nesta quinta-feira (26), a exposição fotográfica ‘Lagarta Richelieu’ na Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc). A abertura será às 19h, e a mostra ficará em cartaz até o dia 12 de março, na Galeria Archidy Picado.</p>
<p>‘Lagarta Richelieu’ é composta por fotografias que parte do livro homônimo da artista, que apresenta aspectos estético-históricos e socioeconômicos dos artesãos que se dedicam à produção de renda renascença.<em> &#8220;As imagens expressam memórias coletivas de fazeres artesanais têxteis das rendeiras, rendeiros, desenhistas, feira da renda renascença de Pesqueira, etapas de produção da renascença, além das criações e experimentos da autora com suas instalações-riscos- murais. A pesquisa imagética foi realizada nas cidades de Pesqueira e Poção em Pernambuco e divisa na Paraíba&#8221;,</em> conta Queiroga.</p>
<p>A exposição conta com 25 fotografias impressas em Canson e Canvas, uma projeção de fotografias em mídia digital e um vídeo sobre mestres da renascença, com acessibilidade em Libras. Apresenta ainda uma breve história da renda renascença dando destaque às pioneiras e, em especial, à mestra Lala, que é natural da Paraíba. Sobre a proposta do projeto, a autora diz<em> “todos esses elementos juntos são para o público experienciar e refletir sobre o universo da renda renascença”</em>.</p>
<p>Em fevereiro, a idealizadora da mostra irá realizar uma série de rodas de diálogos sobre a exposição para jovens de escolas estaduais nas cidades de João Pessoa, São Sebastião do Umbuzeiro, Zabelê, Monteiro (PB) e em Pesqueira (PE).</p>
<p><strong>Lenice Queiroga -</strong> Fotógrafa, artista visual e designer. Tem especialização em Design da Informação e graduação em Artes Visuais &#8211; Arte Educação. Tem atuado em vários projetos nas áreas de Design Sustentável, Artes Visuais, Arte-Educação utilizando múltiplas linguagens como fotografia, design, dança, moda e vídeo. Em 2012, realizou o inventário imagético-autoral sobre o universo da renda renascença em Pesqueira e Poção, resultando no livro &#8220;Lagarta Richelieu&#8221;, que foi publicado em 2013, com o incentivo do Funcultura e apoio da Gráfica Santa Marta. A publicação recebeu Menção Honrosa no 1º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho, em 2016.</p>
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		<title>Lenice Queiroga lança filme &#8220;Guardiã Baque Virado &#8211; Dos Sons ao Encanto&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2021 15:10:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O filme &#8220;Guardiã Baque Virado &#8211; Dos Sons ao Encanto&#8221;, dirigido por Lenice Queiroga, está disponível no Youtube. O filme revela uma mestra de Maracatu de Baque Virado de Pernambuco e seus sons e foi produzido com recursos da Lei Aldir Blanc, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) Com duração de 5 minutos, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/ODGmyKEfgiI" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O filme &#8220;Guardiã Baque Virado &#8211; Dos Sons ao Encanto&#8221;, dirigido por Lenice Queiroga, está disponível no Youtube. O filme revela uma mestra de Maracatu de Baque Virado de Pernambuco e seus sons e foi produzido com recursos da Lei Aldir Blanc, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE)</p>
<p>Com duração de 5 minutos, o trabalho conta com fotografia, som e edição de Luís Vitor.  A produção e roteiro também são assinados por Lenice Queiroga, que teve o suporte dos assistentes de produção Giulianna Miguel e Paulo Muniz. Guardiã Baque Virado &#8211; Dos Sons ao Encanto&#8221; também conta com uma versão com audiodescrição e Libras, numa parceria com a Com Acessibilidade Comunicacional.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/zbGyNG-rozI" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Espetáculo &#8216;Manés Petit Volant&#8217; ganha praças e ruas do Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2015 19:24:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O tradicional brinquedo “mané gostoso” foi o ponto de partida deste projeto concebido pela produtora e artista multimídia Lenice Queiroga e pelo ator e diretor Bóris Trindade Jr., com incentivo do Funcultura. A pesquisa, que aliou o universo do brinquedo popular à experimentação na área de acrobacias circenses, resultou no espetáculo Manés Petit Volant ao [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O tradicional brinquedo “mané gostoso” foi o ponto de partida deste projeto concebido pela produtora e artista multimídia Lenice Queiroga e pelo ator e diretor Bóris Trindade Jr., com incentivo do Funcultura. A pesquisa, que aliou o universo do brinquedo popular à experimentação na área de acrobacias circenses, resultou no espetáculo Manés Petit Volant ao qual, já a partir deste sábado (7/11), moradores de quatro bairros do Recife terão acesso gratuito.</p>
<div id="attachment_31390" aria-labelledby="figcaption_attachment_31390" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Lenice Queiroga</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/mane-espetaculo.jpg"><img class="size-medium wp-image-31390" alt="Lenice Queiroga" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/mane-espetaculo-273x486.jpg" width="273" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">No espetáculo de circo, o tradicional mané gostoso está liberto, &#8220;exercendo&#8221; todo seu potencial criativo</p></div>
<p>À Bóris , coube desenvolver números acrobáticos aéreos de circo, tendo como base o Petit Volant (trapézio voador), para cinco atores. Já Lenice, propôs uma nova visão sobre o boneco artesanal, “libertando-o” da estrutura fixa que sempre limitou seus movimentos, sua teatralidade.  <em>“Os Manés Petit Volant são criativos, anárquicos, irreverentes e brincantes. Depois que se soltaram das cordas, ficam fazendo suas experiências sensoriais aéreas”</em>, comenta Lenice.</p>
<p>O elenco é formado por Emerson Silva, Kelly Trindade, Laércio Assis, Xinobis e o próprio Boris Trindade Jr, que também assina a direção circense. Alexandro Silva e Arnaldo Rodrigues comandaram a direção teatral; Berna Vieira a musical; a luz é de Alexandre Veloso e a direção de arte é de Lenice Queiroga.</p>
<p><b>Apresentações do espetáculo de circo de rua  ‘Manés Petit Volant’<br />
</b><em>Cia. Brincantes de Circo (Recife-PE)<br />
</em><br />
Sábado, 7/11<br />
Santo Amaro (Vila TSAP) | 19h e 21h</p>
<p>Domingo, 8/11<br />
Torre &#8211; Vila de Santa Luzia (Campo do Bueirão) | 19h e 21h</p>
<p>Sábado, 14/11<br />
Jardim São Paulo (Campo El Salvador) | 19h e 21h</p>
<p>Domingo, 15/11<br />
Morro da Conceição (Praça) | 19h e 21h</p>
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		<title>É conversando que se entende</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Aug 2012 12:08:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Roda de diálogo, conferência e palestra deram o tom das trocas de experiências ontem (17/8), em Pesqueira Por Julya Vasconcelos “Quanto mais gente, o chute na porta é muito mais forte”, filosofou Clayton Barros sobre a herança da tendência à produção coletiva deixada pelo mangue beat, que até hoje reverbera no fazer musical pernambucano. O [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5577" aria-labelledby="figcaption_attachment_5577" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7805972552_021e557920_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5577" alt="Da esquerda para a direita: Leo Antunes, Renato da Mata, China e Clayton Barros (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7805972552_021e557920_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Da esquerda para a direita: Leo Antunes, Renato da Mata, China e Clayton Barros (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Roda de diálogo, conferência e palestra deram o tom das trocas de experiências ontem (17/8), em Pesqueira</em></p>
<p>Por Julya Vasconcelos</p>
<p>“Quanto mais gente, o chute na porta é muito mais forte”, filosofou Clayton Barros sobre a herança da tendência à produção coletiva deixada pelo mangue beat, que até hoje reverbera no fazer musical pernambucano. O músico – que apresentou ontem, pela primeira vez, o show da sua banda Os Sertões – esteve mais cedo, ao lado de China e do DJ Renato da Mata, presente em um dos momentos mais interessantes do Festival Pernambuco Nação Cultural (FPNC) em Pesqueira. Por volta das 20h, o grupo, com mediação do coordenador do FPNC, Leo Antunes, estabeleceu um diálogo importante sobre a indústria musical em Pernambuco e no Brasil, com a presença de jovens artistas e músicos da região.</p>
<div id="attachment_5578" aria-labelledby="figcaption_attachment_5578" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7805956276_96cfa9ed9a_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5578 " alt="Roda de diálogo, conferência e palestra deram o tom das trocas de experiências ontem (17/8), em Pesqueira Por Julya Vasconcelos “Quanto mais gente, o chute na porta é muito mais forte”, filosofou Clayton Barros sobre a herança da tendência à produção coletiva deixada pelo mangue beat, que até hoje reverbera no fazer musical pernambucano. O músico – que apresentou ontem, pela primeira vez, o show da sua banda Os Sertões – esteve mais cedo, ao lado de China e do DJ Renato da Mata, presente em um dos momentos mais interessantes do Festival Pernambuco Nação Cultural (FPNC) em Pesqueira. Por volta das 20h, o grupo, com mediação do coordenador do FPNC, Leo Antunes, estabeleceu um diálogo importante sobre a indústria musical em Pernambuco e no Brasil, com a presença de jovens artistas e músicos da região." src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7805956276_96cfa9ed9a_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">(Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Clayton e China contaram sobre seus processos pessoais de desligamento, respectivamente, do Cordel do Fogo Encantado e do Sheik Tosado, para o investimento em uma carreira solo. “Eu mudei radicalmente o meu som nesse tempo, especialmente por ter tantos músicos diferentes do meu lado. Nesse discos, tem 47 pessoas diferentes tocando comigo”, revelou China, que completou: “Esse é um lado incrível da carreira solo”.</p>
<p>O mercado fonográfico cada vez mais maduro no Nordeste, o momento da busca de novas sonoridades pelos músicos penambucanos, o uso da tecnologia para compor e a diversidade cultural do estado foram alguns dos muitos pontos debatidos na roda.</p>
<p>Renato da Mata compartilhou informações sobre a atividade de DJ, a qualidade dos vinis, a relação estabelecida com máquinas no lugar de instrumentos e sua opção pelo hip-hop como estilo.</p>
<p>Felipe, da banda local Difusa, e Mecinho Groove, do blog sobre música Maloka Groove participaram ativamente do diálogo, que teve como maior característica a horizontalidade. Com intervenções e questões colocadas por qualquer presente, a todo momento, talvez esteja aí o motivo pelo qual o encontro foi tão profícuo.</p>
<p><strong>Pesqueira dialogando</strong></p>
<div id="attachment_5579" aria-labelledby="figcaption_attachment_5579" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7805950324_e599b50b2c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5579" alt="Cyl Galindo na mesa com o anfitrião Sebastião Gomes (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7805950324_e599b50b2c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cyl Galindo na mesa com o anfitrião Sebastião Gomes (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<div>
<p>Ainda na noite de ontem, Cyl Galindo, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras, fez uma conferência sobre a busca do passado pelo povo pesqueirense. Cerca de 30 pessoas acompanhou a sua fala, que rememorou desde atos de violência contra indígenas até uma análise da vocação artística da região.<strong></strong></p>
<p>Lenice Queiroga, uma das vencedoras do prêmio de Fotografia Pernambuco Nação Cultural, falou sobre o trabalho premiado, seu processo criativo e as relações entre fotografia, moda e design, para um público composto sobretudo pelos alunos da oficina de pinhole, que aconteceu até sexta (17/8) pela programação do festival.</p>
</div>
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