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	<title>Portal Cultura PE &#187; Leo Antunes</title>
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		<title>É conversando que se entende</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Aug 2012 12:08:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Roda de diálogo, conferência e palestra deram o tom das trocas de experiências ontem (17/8), em Pesqueira Por Julya Vasconcelos “Quanto mais gente, o chute na porta é muito mais forte”, filosofou Clayton Barros sobre a herança da tendência à produção coletiva deixada pelo mangue beat, que até hoje reverbera no fazer musical pernambucano. O [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5577" aria-labelledby="figcaption_attachment_5577" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7805972552_021e557920_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5577" alt="Da esquerda para a direita: Leo Antunes, Renato da Mata, China e Clayton Barros (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7805972552_021e557920_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Da esquerda para a direita: Leo Antunes, Renato da Mata, China e Clayton Barros (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Roda de diálogo, conferência e palestra deram o tom das trocas de experiências ontem (17/8), em Pesqueira</em></p>
<p>Por Julya Vasconcelos</p>
<p>“Quanto mais gente, o chute na porta é muito mais forte”, filosofou Clayton Barros sobre a herança da tendência à produção coletiva deixada pelo mangue beat, que até hoje reverbera no fazer musical pernambucano. O músico – que apresentou ontem, pela primeira vez, o show da sua banda Os Sertões – esteve mais cedo, ao lado de China e do DJ Renato da Mata, presente em um dos momentos mais interessantes do Festival Pernambuco Nação Cultural (FPNC) em Pesqueira. Por volta das 20h, o grupo, com mediação do coordenador do FPNC, Leo Antunes, estabeleceu um diálogo importante sobre a indústria musical em Pernambuco e no Brasil, com a presença de jovens artistas e músicos da região.</p>
<div id="attachment_5578" aria-labelledby="figcaption_attachment_5578" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7805956276_96cfa9ed9a_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5578 " alt="Roda de diálogo, conferência e palestra deram o tom das trocas de experiências ontem (17/8), em Pesqueira Por Julya Vasconcelos “Quanto mais gente, o chute na porta é muito mais forte”, filosofou Clayton Barros sobre a herança da tendência à produção coletiva deixada pelo mangue beat, que até hoje reverbera no fazer musical pernambucano. O músico – que apresentou ontem, pela primeira vez, o show da sua banda Os Sertões – esteve mais cedo, ao lado de China e do DJ Renato da Mata, presente em um dos momentos mais interessantes do Festival Pernambuco Nação Cultural (FPNC) em Pesqueira. Por volta das 20h, o grupo, com mediação do coordenador do FPNC, Leo Antunes, estabeleceu um diálogo importante sobre a indústria musical em Pernambuco e no Brasil, com a presença de jovens artistas e músicos da região." src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7805956276_96cfa9ed9a_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">(Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Clayton e China contaram sobre seus processos pessoais de desligamento, respectivamente, do Cordel do Fogo Encantado e do Sheik Tosado, para o investimento em uma carreira solo. “Eu mudei radicalmente o meu som nesse tempo, especialmente por ter tantos músicos diferentes do meu lado. Nesse discos, tem 47 pessoas diferentes tocando comigo”, revelou China, que completou: “Esse é um lado incrível da carreira solo”.</p>
<p>O mercado fonográfico cada vez mais maduro no Nordeste, o momento da busca de novas sonoridades pelos músicos penambucanos, o uso da tecnologia para compor e a diversidade cultural do estado foram alguns dos muitos pontos debatidos na roda.</p>
<p>Renato da Mata compartilhou informações sobre a atividade de DJ, a qualidade dos vinis, a relação estabelecida com máquinas no lugar de instrumentos e sua opção pelo hip-hop como estilo.</p>
<p>Felipe, da banda local Difusa, e Mecinho Groove, do blog sobre música Maloka Groove participaram ativamente do diálogo, que teve como maior característica a horizontalidade. Com intervenções e questões colocadas por qualquer presente, a todo momento, talvez esteja aí o motivo pelo qual o encontro foi tão profícuo.</p>
<p><strong>Pesqueira dialogando</strong></p>
<div id="attachment_5579" aria-labelledby="figcaption_attachment_5579" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7805950324_e599b50b2c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5579" alt="Cyl Galindo na mesa com o anfitrião Sebastião Gomes (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7805950324_e599b50b2c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cyl Galindo na mesa com o anfitrião Sebastião Gomes (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<div>
<p>Ainda na noite de ontem, Cyl Galindo, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras, fez uma conferência sobre a busca do passado pelo povo pesqueirense. Cerca de 30 pessoas acompanhou a sua fala, que rememorou desde atos de violência contra indígenas até uma análise da vocação artística da região.<strong></strong></p>
<p>Lenice Queiroga, uma das vencedoras do prêmio de Fotografia Pernambuco Nação Cultural, falou sobre o trabalho premiado, seu processo criativo e as relações entre fotografia, moda e design, para um público composto sobretudo pelos alunos da oficina de pinhole, que aconteceu até sexta (17/8) pela programação do festival.</p>
</div>
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		<title>Entrevista com Leo Antunes &#8211; FIG 2012</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jul 2012 16:19:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
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		<category><![CDATA[FIG 2012]]></category>
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		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[TV Pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[Publicado em 21/07/2012. Entrevista com Leo Antunes à TV Pernambuco, sobre o Festival Pernambuco Nação Cultural &#8211; Sertão do Pajeú. (Triunfo, Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Flores, São José do Egito, Serra Talhada, Tabira, Tuparetama, Ingazeira e Solidão).]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado em 21/07/2012. Entrevista com Leo Antunes à TV Pernambuco, sobre o Festival Pernambuco Nação Cultural &#8211; Sertão do Pajeú. (Triunfo, Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Flores, São José do Egito, Serra Talhada, Tabira, Tuparetama, Ingazeira e Solidão).</p>
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