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	<title>Portal Cultura PE &#187; Leoas: o legado feminino no Maracatu Leão Coroado</title>
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		<title>Filme pernambucano destaca a contribuição de mulheres negras no Maracatu Nação Leão Coroado</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Mar 2024 19:09:52 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_109021" aria-labelledby="figcaption_attachment_109021" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/03/Leoas_Divulgaçãio.jpg"><img class="size-medium wp-image-109021" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/03/Leoas_Divulgaçãio-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Filme Leoas: o legado feminino no Maracatu Leão Coroado foi realizado com incentivo do Funcultura</p></div>
<p dir="ltr">O Maracatu Nação Leão Coroado, Patrimônio Vivo do Estado e o mais antigo em atividade ininterruptas desde sua fundação em 1863. Essa longa história, como na maioria dos grupos, sempre foi conhecida a partir da liderança masculina, a exemplo de Luiz de França, uma das maiores referências do maracatu em Pernambuco. Quase 200 anos depois da fundação, o filme Leoas: o legado feminino no Maracatu Leão Coroado, realizado com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio Funcultura, vem destacar o papel de protagonista das mulheres na Nação,. A pré-estreia será aberta ao público, nesta sexta-feira (15), às 19h, no Museu da Abolição, no Recife.</p>
<p dir="ltr">“Leoas é sobre reconhecer e valorizar a contribuição de várias mulheres, de diferentes gerações, no Maracatu Leão Coroado. É sobre a nossa história, nossas vidas, contadas por nós”, afirma Karen Aguiar, realizadora do filme e a primeira mulher a assumir a regência do Leão Coroado, em 2018, com a morte inesperada do seu avô, Mestre Afonso Aguiar. Na época Karen tinha 18 anos, e de lá para cá, ampliou sua atuação para além do baque, trabalhando também na salvaguarda dos saberes do maracatu e das pessoas que o fazem.</p>
<p dir="ltr">A ideia inicial do projeto era registrar os saberes de Dona Janete Aguiar no maracatu, esposa de Mestre Afonso e também costureira, administradora e Dama do Paço da Nação, mas que nunca teve o mesmo reconhecimento do marido. Dona Janete morreu antes que o projeto pudesse ser concretizado e Karen decidiu, a partir de Dona Janete, registrar os saberes e as histórias das outras mulheres que fazem o Leão Coroado, para conservar esse legado enquanto ainda há tempo.</p>
<p dir="ltr">No filme, oito mulheres que desempenham papéis diferentes no maracatu (batuqueiras, baianas, rainha, presidenta) falam sobre suas experiências, sentimentos e medos que enfrentam na Nação, tocando em pautas que as atravessam, como negritude, religiosidade e a invisibilidade das mulheres dentro da tradição. “O projeto também se tornou um espaço para que a gente finalmente falasse o que tava guardado por trás de tanta força e cuidado com a Nação”, explica Karen. Para ela, o próprio fazer do filme mudou a visão das mulheres que fazem o Leão Coroado sobre si mesmas. “A percepção e confirmação de que nós somos as referências de nós mesmas caiu como um abraço”, pontua.</p>
<p dir="ltr">Após a exibição, haverá um debate com Karen Aguiar e as mulheres que participaram do filme. A expectativa da realizadora é de que o filme provoque uma mudança na relação da sociedade com a herança histórica dos povos negros, em especial, das Nações de maracatu.</p>
<p dir="ltr">“Eu espero que o Leoas doc seja um ponto de partida na história do registro e salvaguarda dos saberes das Nações. Que a gente passe a registrar os saberes não só dos mestres, mas que a gente registre as pessoas que fazem a Nação de fato. A pessoa que costura, a pessoa que cozinha, a pessoa que toca tambor há muito tempo, todas essas coisas”.</p>
<p dir="ltr"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
Pré-estreia Leoas<br />
Sexta-feira (15), às 19h<br />
Local: Museu da Abolição (Rua Benfica, 1150 &#8211; Madalena, Recife)<br />
Gratuito</p>
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