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	<title>Portal Cultura PE &#187; Leonardo Dantas Silva</title>
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		<title>A história de Pernambuco contada por Pereira da Costa</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 18:01:59 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114517" aria-labelledby="figcaption_attachment_114517" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Bruno-Almeida-de-Melo-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-Cepe-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-114517" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Bruno-Almeida-de-Melo-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-Cepe-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O historiador Bruno Almeida de Melo</p></div>
<p>Numa época em que escritores divulgavam suas produções intelectuais nos jornais, Pereira da Costa contou a história de Pernambuco em artigos seriados, no começo do século 20. Dos aspectos sociais a temas militares, passando por botânica, urbanismo, religião, folclore e cultura, nada escapou ao historiador e jornalista na série <em>Reminiscências Histórico-Pernambucanas</em>. Os textos, inéditos em livro, são agora apresentados pela Cepe Editora, dentro das homenagens ao centenário de morte do autor. O lançamento é nesta terça-feira (19), das 19h às 22h, na Academia Pernambucana de Letras (APL), entidade que Pereira da Costa ajudou a fundar, localizada no bairro das Graças, na Zona Norte do Recife.</p>
<p><em>Tempos de Jornal: Reminiscências Histórico-Pernambucanas</em> reúne 36 textos publicados por Francisco Augusto Pereira da Costa (1851-1923) no Diario de Pernambuco, de maio de 1901 a janeiro de 1903, de forma ininterrupta, e em janeiro de 1922. Autor de obras indispensáveis para quem procura informações sobre a história e a cultura do Estado, Pereira da Costa deixou uma vasta bibliografia, entre livros e artigos. O mais conhecido, <em>Anais Pernambucanos</em>, cobre o período de 1493 a 1850, numa narrativa de mais de cinco mil páginas organizadas em dez volumes.</p>
<p>“O aspecto mais importante da publicação desta obra é corroborar, mais uma vez, a relevância de Pereira da Costa como o maior cronista da história de Pernambuco. Passados quase 101 anos de seu falecimento (21 de novembro de 1923), ainda temos o privilégio de publicar de maneira inédita alguns de seus escritos, e temos a oportunidade de ver, novamente, a sua capacidade de abordar assuntos tão distintos, dando a cada um deles a sua devida seriedade”, declara o historiador Bruno Almeida de Melo, que fez a organização do livro com o historiador Leonardo Dantas Silva, Patrimônio Vivo de Pernambuco, falecido há um ano, em novembro de 2023.</p>
<p>O pesquisador Pereira da Costa expõe conteúdos variados na série. Um dos textos relata atividades de associações secretas e políticas do século 19, como a Sociedade Patriótica Harmonizadora, que destinou recursos para pagamento de pensão a viúvas, pais e filhos menores dos mártires da Revolução de 1817 e da Confederação do Equador, de 1824. Foram beneficiados três filhos de frei Caneca (Ana, Fortunato e Joaquim), um filho do padre José Inácio Roma, o pai adotivo da filha do padre Tenório e a viúva do capitão Domingos Teotônio Jorge, entre outros.</p>
<p>No artigo Nichos, o pesquisador relata a atuação da polícia para conter “abusos” e “irreverências” de populares nas orações que eram feitas diante desses pequenos santuários nas fachadas de residências, no Centro do Recife. Há textos sobre os arcos nas cabeceiras da atual Ponte Maurício de Nassau, que liga o Bairro do Recife ao de Santo Antônio, demolidos para obras de melhorias no trânsito; o farol construído nos arrecifes do porto; os meios de transporte público; e os pelourinhos do Recife, Olinda, Itamaracá, Goiana, Paudalho e Garanhuns.</p>
<p>Ao comentar a repercussão da série, Bruno Almeida cita o artigo Judeus, sobre a comunidade israelita, de 14 de julho de 1901, que foi traduzido e publicado em uma revista de Berlim, em 1902. “Em 1965, Manuel Correia de Andrade (geógrafo, 1922-2007) utilizou o artigo Sociedades Secretas como fonte para escrever um de seus livros”, acrescenta. Tempos de Jornal traz notas explicativa para contextualizar, complementar e atualizar informações coletadas há mais de cem anos por Pereira da Costa. Tem prefácio de Leonardo Dantas e posfácio de Bruno Almeida dedicado a Leonardo Dantas, que morreu sem ver a obra pronta. <em>Reminiscências Histórico-Pernambucanas</em> é o título original da série publicada no Diario.</p>
<p>“Pereira da Costa fazia questão de divulgar seus textos, fosse em forma de livros ou artigos publicados na Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, ou nos jornais do Recife e de outros estados. O público alcançado era o mais diversificado possível, desde estudiosos a apenas interessados em História, e acredito que ainda seja assim até hoje. Espero que este livro desperte interesse nos mais variados públicos em conhecer mais a história de Pernambuco e a figura extraordinária que foi Pereira da Costa”, destaca Bruno Almeida, que também organizou o título Os bispos de Olinda (1676-1910), lançado pela Cepe Editora em 2023, com outra série de artigos do mesmo autor.</p>
<p><strong>PEREIRA DA COSTA -</strong> Historiador, folclorista e escritor, Francisco Augusto Pereira da Costa nasceu no bairro de Santo Antônio, Centro do Recife, em 16 de dezembro de 1851. Começou a colaborar com o Diario de Pernambuco aos 21 anos, formou-se em direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e foi professor no Ginásio Pernambucano e no Liceu de Artes e Ofícios, além de ocupar o cargo de deputado estadual por oito mandatos (1900-1923). Participou da fundação da Academia Pernambucana de Letras (APL) e foi integrante do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP) e dos Institutos Histórico e Geográfico de Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba e São Paulo.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro Tempos de Jornal: Reminiscências Histórico-Pernambucanas, com bate-papo entre Bruno Almeida, Mariana Dantas (filha de Leonardo Dantas) e Mário Hélio, editor das revistas Continente e Pernambuco da Cepe -</strong><em> terça-feira (19), das 19h às 22h, na Academia Pernambucana de Letras (APL &#8211; Avenida Rui Barbosa, nº 1596, bairro das Graças, Recife). Preço: R$ 80 (impresso)</em></p>
<div id="attachment_114518" aria-labelledby="figcaption_attachment_114518" class="wp-caption img-width-353 alignnone" style="width: 353px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Tempos-de-Jornal-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-114518" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Tempos-de-Jornal-capa-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Tempos de Jornal: Reminiscências Histórico-Pernambucanas</p></div>
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		<title>Conheça o perfil dos dez novos Patrimônios Vivos de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2022 20:26:30 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Eleitos na última sexta-feira (12), os <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/secult-pe-fundarpe-e-conselho-de-preservacao-divulgam-os-dez-novos-patrimonios-vivos/" target="_blank">dez novos Patrimônios Vivos de Pernambuco</a></strong> serão intitulados numa grande cerimônia no Teatro de Santa Isabel, que acontecerá nesta quarta-feira (17), a partir das 10h. O evento marca as comemorações do Dia Nacional do Patrimônio Cultural no Estado e, além da diplomação, contará com a inauguração de uma placa em memória aos Mártires de Pernambuco; a entrega de certificados aos vencedores da <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/servico/secult-e-fundarpe-divulgam-relacao-dos-vencedores-do-7-premio-ayrton-de-almeida-carvalho/" target="_blank"><strong>7º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural</strong></a>, bem como das placas aos homenageados do 30º Festival de Inverno de Garanhuns. A programação completa está disponível <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/com-cerimonia-no-teatro-santa-isabel-pernambuco-celebra-o-dia-nacional-do-patrimonio/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>Os novos Patrimônios Vivos de Pernambuco são: Mãe Dora (parteira e liderança religiosa, de Tacaratu); Samba de Véio da Ilha de Massangano (segmento de cultura popular, coco de roda, de Petrolina); Tata Raminho de Oxossi (mestre de cultura popular e tradicional, babalorixá, de Olinda); Banda de Pífano Folclore Verde (segmento de cultura Popular, banda de pífanos, de Garanhuns); Cavalo Marinho Boi Pintado (segmento de cultura popular, de Aliança); Mestre Calú (segmento de cultura popular e tradicional, mamulengueiro, de Vicência); Mágico Alakazam (segmento de circo, de Palmares), Associação Grupo Cultural Heroínas de Tejucupapo (teatro ao ar livre e apresentações culturais, artes cênicas, de Goiana); Cambinda Velha (espetáculo performático musical de matriz afroindígena, religião de matriz afro-brasileiras); e Leonardo Dantas Silva (jornalista e escritor, do Recife). Confira abaixo um breve perfil dos Patrimônios Vivos:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/mestre-calú-foto-divulgação.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-96041" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/mestre-calú-foto-divulgação-607x410.jpg" width="607" height="410" /></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>MESTRE CALÚ &#8211; MAMULENGO &#8211; VICÊNCIA (MATA NORTE)</strong></span></p>
<p>Antônio Joaquim de Santana, mais conhecido por Mestre Calú, é natural de Vicência, Zona da Mata de Pernambuco. Nascido em 1945, no Engenho Independência, ele é filho do mamulengueiro Zé Calú. Desde a infância, encantou-se como mundo lúdico e alegre dos bonecos de mamulengos. Em 1964, aos 19 anos de idade, produziu seu próprio teatro de bonecos, dando início a uma trajetória que contribuiu e contribui fortemente para a cultura popular nordestina.</p>
<p>Num primeiro momento, nomeou seu presépio de bonecos de “Presépio Mamulengo desde o Princípio do Mundo&#8221;, que posteriormente passou a ser chamado “Presépio Mamulengo Flor de Jasmim”. Durante as décadas de 1960 e 1990, Calú apresentou-se em diversos engenhos e fazendas, levando risos a trabalhadores rurais. Atualmente, é um dos mestres em mamulengos de maior idade e experiência no país, e repassa seus conhecimentos para seu filho, conhecido como Duda.</p>
<p>Possui mais de 200 bonecos em seu acervo, os quais ele mesmo criou e deu vida. Dentre as cantorias de Mestre Calú com os bonecos, estão loas, toadas, sambas, coco e maracatu. Em seu município, Vicência, recebeu diversas homenagens de relevância; ao redor do Brasil, o mamulengueiro também recebeu prêmios importantes, como o do Teatro de Bonecos Popular o Nordeste, em 2016; e o prêmio de culturas populares do Ministério da Cultura, em 2017.</p>
<p>Além disso, Mestre Calú, que esteve presente em Brasília na reunião que elegeu o mamulengo como Patrimônio Cultural do Brasil, é considerado, desde 2019, um guardião da memória viva do mamulengo, e também participou de dezenas de projetos e oficinas pelo país, contribuindo para a preservação e salvaguarda da tradição desse brinquedo lúdico, dinâmico e que exalta cultura popular desde a criação dos bonecos, até as representações (encenações) para o público.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/heroínas-de-tejucupapo-foto-divulgação.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-96042" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/heroínas-de-tejucupapo-foto-divulgação-607x387.jpg" width="607" height="387" /></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>ASSOCIAÇÃO GRUPO CULTURAL HEROÍNAS DE TEJUCUPAPO &#8211; ARTES CÊNICAS &#8211; GOIANA (MATA NORTE)</strong></span></p>
<p>Fundado em 1993, o Teatro das Heroínas de Tejucupapo leva esse nome em referência às mulheres que resistiram e lutaram contra a invasão holandesa na aldeia de Tejecupapo, em abril de 1646, sob o comando de Maria Camarão, Maria Quitéria, Maria Clara e Maria Joaquina.</p>
<p>Anualmente, a emblemática batalha é reencenada pelas Heroínas no segundo maior teatro ao ar livre de Pernambuco, no mesmo local em que ocorreu o confronto, nas terras da Fazenda Megaó, no Monte das Trincheiras. O espetáculo conta com mais de 300 atores, e chega a receber a presença de 10 mil espectadores.</p>
<p>Criado por Dona Luzia Maria da Silva, que em 2022 realizou a 29ª apresentação do grupo, a montagem envolve a participação popular de toda região, onde recruta-se as próprias mulheres do vilarejo para encenar junto ao elenco. Esse movimento de interação faz com que as mulheres se envolvam e se emocionem a cada apresentação, o que reverbera para ambientes além do contexto do espetáculo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/banda-de-pífano-Foto-Roberta-Guimarães.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-96043" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/banda-de-pífano-Foto-Roberta-Guimarães-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">BANDA DE PÍFANO FOLCLORE VERDE &#8211; BANDA DE PÍFANO &#8211; GARANHUNS (AGRESTE)</span></strong></p>
<p>A banda quilombola de pífano “Folclore Verde” foi fundada em 1816, na comunidade de Castainhos, localizada em Garanhuns. É um exemplo de resistência e tradição quilombola. O grupo se perpetua no tempo com a força da oralidade passada de geração em geração, através dos saberes e das práticas ancestrais. A valorização da arte e cultura através do reconhecimento de manifestações, como a do grupo, tem importância crucial no processo de inclusão econômico/social e na preservação das memórias de um lugar de um tempo de um povo.</p>
<p>Folclore Verde já se apresentou em comunidades no entorno de Castainho, nas cidades do Recife e de Garanhuns. Participou também de encontros e festivais nos estados de Alagoas, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul, e fora do Brasil, em alguns países da Europa.</p>
<p>Reconhecer como Patrimônio Vivo de Pernambuco um grupo de cultura popular quilombola com mais de 200 anos de existência e resistência, e que ainda encontra-se em atividade, faz parte da necessidade de fomentar, manter, valorizar, difundir e reconhecer as manifestações artísticas de um povo pernambucano. Significa, também, um grande marco para Garanhuns, e para Pernambuco. Essa iniciativa é um importante registro da trajetória e do legado dos próprios protagonistas do mestre João Faustino e da banda pífano, mas também da história do pífano e do samba de coco dos povos pretos e quilombolas do Estado de Pernambuco.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/cambinda-velha-Foto-Chico-Ludermir.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-96044" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/cambinda-velha-Foto-Chico-Ludermir-607x422.jpg" width="607" height="422" /></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>CAMBINDA VELHA &#8211; CULTURA POPULAR; MARACATU; RELIGIÕES DE MATRIZES AFRO-BRASILEIRAS &#8211; PESQUEIRA (AGRESTE)</strong></span></p>
<p>A manifestação cultural Cambinda Velha existe em Pesqueira, no Agreste de Pernambuco, desde o ano de 1909, quando foi criada pelo Sr. Pedro Lopes da Costa. Trata-se de um folguedo tradicional secular que contribui para a salvaguarda do patrimônio cultural de matriz africana e indígena presente na região e em outras cidades de Pernambuco. É uma manifestação presente em grande parte da memória cultural do povo Pesqueirense e figura como uma expressão genuinamente pernambucana que sempre contribuiu no processo de salvaguarda de uma tradição que perpassa gerações. Atualmente, o grupo está sob a presidência do Sr. José Rozânio Lopes, bisneto do fundador do grupo.</p>
<p>Dentre tantas tentativas de denominações, a que mais se adapta é a de que se trata de um folguedo pertencente uma cultura tradicional de matriz africana e indígena, diante dos elementos que constam em seu espetáculo. Cambinda Velha traz aspectos e manifestações da vida cultural de seu povo, transmitido a gerações presentes e futuras pela tradição enraizada no cotidiano da comunidade, sendo assim, símbolo de resistência e preservação de um patrimônio no Estado de Pernambuco.</p>
<p>Nos desfiles, seus membros atravessam a cidade cantando e dançando, em apresentações que duram cerca de uma hora e meia. Durante a realização da montagem, homens e meninos enfeitados com fitas e trajados com vestidos vermelho e branco, tocam instrumentos musicais de influência afroindígena, como: surdo, caixa, ganzá, e reco-reco e geralmente se apresentam nas festas municipais como Carnaval e São João e outros eventos do município e do estado. O grupo possui também cunho sócio-educativo ao exercer uma pedagogia artístico-comunitária de preservação da memória e da identidade de matriz africana e indígena.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/Cavalo-marinho-boi-pintado-Foto-Jorge-Farias.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-96045" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/Cavalo-marinho-boi-pintado-Foto-Jorge-Farias-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>CAVALO MARINHO BOI PINTADO &#8211; CAVALO MARINHO &#8211; ALIANÇA (AGRESTE)</strong></span></p>
<p>Em 1993, no município de Aliança, Mestre Grimário, que já vinha de uma trajetória de mais de vinte anos inserido nas tradições culturais da Zona da Mata Norte de Pernambuco, criou seu próprio brinquedo de Cavalo Marinho, batizando-o de Boi Pintado. Com alguns personagens que compõem a manifestação popular herdados do Mestre Salustiano, Mestre Grimário, à época um dos mais novos, inovou a tradição ao dar ao seu brinquedo um nome específico, já que antes era comum chamá-los pelo nome de seu mestre, também ao padronizar a roupa dos músicos, adicionar a viola aos instrumentos e pelo desacelerar na fala dos personagens, para que a dramaturgia oral do brinquedo pudesse ser ouvida claramente por seus expectadores.</p>
<p>Desde sua fundação, o grupo vem realizando diversas atividades e apresentações em vários festivais e festejos de grande relevância em várias localidades e estados brasileiros, bem como fora do país, em países como Cuba e Venezuela. A transmissão de saberes para as novas gerações é uma das grandes dedicações de Mestre Grimário. O Boi Pintado já submeteu e ganhou diversos editais que tem como foco a transmissão da tradição do Cavalo Marinho, declarado em 2014, como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).</p>
<p>O grupo é responsável por uma série de ações formativas, que envolve brincantes e crianças através de oficinas e aulas, movimento fundamental para manter a cultura viva e ativa. No Boi Pintado, as loas e toadas (músicas e versos tradicionais dessa manifestação) saúdam aos Santos Reis do Oriente, entre versos de duplo sentido (as conhecidas puías) que causam risos animando os espectadores. As indumentárias são coloridas e brilhosas. O ritmo acelerado é executado pelo banco (músicos) que cantam e tocam instrumentos como a rabeca, as bajes, o pandeiro e mineiro. A apresentação é finalizada com o coco que traz a figura do boi, e representa a ressurreição de Jesus.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/Leonardo-Dantas-Silva-Foto-Rodrigo-Ramos.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-96046" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/Leonardo-Dantas-Silva-Foto-Rodrigo-Ramos-607x468.png" width="607" height="468" /></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>LEONARDO DANTAS SILVA &#8211; JORNALISMO &#8211; RECIFE (RMR)</strong></span></p>
<p>Com 50 anos de atividades culturais, Leonardo Antônio Dantas da Silva é escritor, administrador cultural e jornalista. Nascido na cidade do Recife, em 10 de dezembro de 1945, iniciou-se na carreira do jornalismo em 1965, como repórter especial do Jornal do Commercio (JC), sendo responsável pela “Página Carnavalesca”. De suas pesquisas sobre o Carnaval e a cultura popular pernambucana, originou-se alguns importantes trabalhos, como: Carnaval do Recife (2000); Folclore (1975) Cancioneiro Pernambucano (1978); Ritmos e Danças: Frevo (1978), dentre outros. Nesta mesma época, deu início à coluna no setor Cidade do JC, e foi responsável pela preservação de alguns bens culturais então ameaçados, como a Ponte da Boa Vista, e o Parque Amorim.</p>
<p>Leonardo Dantas foi também um dos responsáveis pela criação da Data de Existência Histórica do Recife, que considera o dia 12 de março de 1537, como marco de existência histórica da Cidade do Recife. Em 1975, convidado pelo Governador José Francisco Cavalcanti, assume o Departamento Estadual de Cultura da Secretaria de Educação e Cultura de Pernambuco e cinco anos depois, em 1979, é convidado pelo prefeito Gustavo Krause para criar um plano cultural na cidade do Recife, que deu lugar ao surgimento da Fundação de Cultura Cidade do Recife.</p>
<p>O jornalista, que também teve passagem pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), assumiu a direção da Editora Massangana da Fundação Joaquim Nabuco, entre 1987 e 2002. Leonardo foi autor e/ou organizador de 64 obras de estudos sociais em sua grande maioria sobre Pernambuco; formador de gerações de pesquisadores e de brincantes; defensor dos valores culturais pernambucanos; pesquisador no Brasil e em Portugal; palestrante no Brasil e no exterior e possui coluna diária nas redes sociais.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/mãe-dora-Foto-Hélia-Scheppa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-96047" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/mãe-dora-Foto-Hélia-Scheppa-607x374.jpg" width="607" height="374" /></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>MÃE DÔRA &#8211; PARTEIRA &#8211; TACARATU (SERTÃO DE ITAPARICA)</strong></span></p>
<p>Maria das Dores Silva Nascimento, conhecida como Mãe Dôra, é considerada uma das “Portas pra vida do Povo Pankararu&#8221;. Nascida em 1964, no Território Indígena Pankararu, localizado no sertão do estado de Pernambuco, Mãe Dôra é uma importante liderança e parteira dessa comunidade indígena. Apesar de ter apenas um filho biológico, as crianças que ela ajudou a pôr no mundo são consideradas “filhos de umbigo”, tornando-se delas “mãe de umbigo”.</p>
<p>Dôra, que iniciou auxiliando partos na adolescência, trabalha, desde 1992 (formalmente desde 1995), no Posto de Saúde Indígena Pankararu, na Aldeia Brejo dos Padres, como técnica de enfermagem, aliando seus conhecimentos indígenas sobre saúde ao saber biomédico para curar e cuidar de seu povo, fazendo uma “simbiose”, como diz Dona Prazeres parteira de Jaboatão dos Guararapes (e Patrimônio Vivo de Pernambuco). Além do saber técnico, soma-se à assistência prestada por Dôra a espiritualidade de seu povo. A parteira também faz as vezes de psicóloga de todos. É quase juíza, quase assistente social. “Faço de tudo um pouco”, afirma.</p>
<p>Como diz Dôra, o ofício de parteira não se fecha na atuação durante a gestação parto e pós-parto, mas se estende ao cuidado com toda a família fazendo uso de práticas bem como de conhecimentos acerca de plantas e ervas aprendidos com os mais velhos e repassados aos mais jovens. Mantendo e transmitindo as tradições da etnia, Dôra é responsável pela inserção e formação de novas mulheres no ofício às quais chama de aprendizes. Sua atuação vem ajudando as mulheres Pankararu a voltarem a ter filhos em seus lares reforçando a identidade indígena e promovendo a valorização dos saberes. A importância do reconhecimento e do fomento da atividade em vida de mestras como Dôra é aspecto crucial para o fortalecimento de sua atuação.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/samba-de-véio-foto-divulgação.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-96048" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/samba-de-véio-foto-divulgação-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>SAMBA DE VÉIO DA ILHA DO MASSANGANO &#8211; COCO DE RODA &#8211; PETROLINA (SERTÃO DO SÃO FRANCISCO)</strong></span></p>
<p>O Samba de Véio é uma manifestação cultural de tradição oral que possui algumas semelhanças com o samba de roda da Bahia, e com a dança do coco de Pernambuco, mas com características bem específicas. O grupo &#8211; formado por homens e mulheres em sua maioria negros descendentes de gerações vindas de quilombos e aldeias das margens do rio são Francisco, nascidos, criados e residentes da Ilha do Massangano, zona rural do município de Petrolina &#8211; teve origem há mais 100 anos.</p>
<p>Embora o nome, Samba de Véio, tenha aproximadamente 25 anos, são mais de 85 anos de origem nas tradicionais Festas de Reis da Ilha do Massangano, que ocorrem até os dias atuais. De influência indígena, africana e portuguesa, o ponto de destaque nas apresentações é quando uma das mulheres do grupo dança equilibrando uma garrafa na cabeça. Por valorizarem a importância da transmissão dessa manifestação cultural, em 2002 foi criado o grupo Samba de Véio &#8220;Mirim&#8221;, composto por crianças e jovens de 4 a 14 anos, as quais muitas são filhos e netos dos integrantes do Samba de Véio.</p>
<p>O escritor Ariano Suassuna, ao conhecer o grupo em 2004, passou a defender, promover e apoiar o Samba de Véio, tornando-se o padrinho do mesmo. Dessa maneira, o grupo ganhou uma maior visibilidade, principalmente na mídia, chegando a gravar seu primeiro CD, em 2005, através do Sesc. Suassuna, falecido em 2014, prefaciou o encarte do álbum. O registro de Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco permite que o grupo possa ampliar suas ações socioculturais fortalecendo e dando continuidade à manifestação cultural denominada Samba de Véio.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/tata-oxossi-foto-laila-santana.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-96049" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/tata-oxossi-foto-laila-santana-356x486.jpg" width="356" height="486" /></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>TATA RAMINHO DE OXÓSSI &#8211; RELIGIÕES DE MATRIZES AFRO-BRASILEIRAS &#8211; OLINDA (RMR)</strong></span></p>
<p>Nascido na cidade do Recife, em 1936, Severino Martiniano da Silva, popularmente como Raminho de Oxossi, é um mestre griô das tradições Jege-Nagô, em Pernambuco. Residente em Olinda, é mestre das tradições culturais de matriz africana do Estado, herdeiro continuador das tradições trazidas pelas Tias do Terço (Sinhã Yáyá e Tia Bernardina), nigerianas, que junto com a Ialorixá e carnavalesca Badia, organizaram a comunidade negra do Pátio do Terço, no bairro de São José. Raminho, que é o celebrante da tradicional Noite dos Tambores Silenciosos, fundou e mantém viva a Roça Oxossi Ibualama e Oxum Opará, localizada em Olinda.</p>
<p>A Roça é um dos terreiros de candomblé mais antigos de Pernambuco, onde estão salvaguardados os objetos sagrados e a memória da comunidade de africanos do Pátio do Terço, sendo sede e nascedouro de grupos culturais e comunidades tradicionais. Tata Raminho de Oxóssi representa uma das maiores lideranças afro-pernambucanas vivas, e um dos mais antigos balorixás do Estado. Carnavalesco, Raminho mantém forte relação com as festas negras e populares, tendo sido responsável pela formação e orientação de diversos grupos e casas tradicionais. Fundador do primeiro afoxé de Pernambuco, o Afoxé Ilê de África, Raminho preserva e dissemina uma das línguas que fazem parte da história da população negra brasileira, a Iorubá, o que significa a preservação de uma memória ancestral e histórica, que é vivenciada e disseminada a partir de palavras usadas no cotidiano da Roça.</p>
<p>É também fundador e presidente de honra do tradicional Afoxé Ara Odé, e criador e coordenador da festa das Águas de Oxalá, que acontece no Sítio Histórico de Olinda desde 1982. Por todos esses motivos e por suas políticas de preservação do patrimônio cultural, o reconhecimento de Raminho de Oxossi pelo estado brasileiro de Pernambuco, como Patrimônio Vivo, significa a valorização das religiões e culturas de matrizes africanas, seus saberes e costumes, tão caros à cultura pernambucana.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/mágico-alakazan-Foto-Renata-Pires.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-96050" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/mágico-alakazan-Foto-Renata-Pires-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>MÁGICO ALAKAZAM &#8211; CIRCO &#8211; PALMARES (MATA SUL)</strong></span></p>
<p>Memória viva do circo pernambucano e brasileiro, Wilson Ribeiro da Silva, conhecido por Mágico Alakazam, nasceu em 1948, no município de Surubim, Pernambuco. Aos seis anos de idade fugiu de sua cidade para a Bahia, com o Circo Spano Mágico, iniciando sua trajetória circense que dura até os dias atuais, repassando seus saberes aos elencos que ele organiza e é responsável pela formação.</p>
<p>Já foi trapezista, domador, contorcionista, cantor apresentador, e mágico, emocionando várias gerações por onde passa com o seu Circo Alakazam, criado em 1974. Participou de programas circenses na TV Rádio Clube com o “Cirquinho Fratelli Vita”, na TV Jornal do Commercio e já foi reconhecido como mestre pelo Ministério da Cultura. Além disso, foi homenageado pelo Conselho Municipal de Políticas Culturais do Recife, com o Troféu Construtores da Cultura, bem como na Mostra de Circo da Cidade do Recife. Ele também é uma das personalidades destacadas pela Memória do Circo Brasileiro, publicação organizada pela Prefeitura Municipal do Estado de São Paulo. Alakazam contribuiu e contribui significantemente para o desenvolvimento e divulgação da arte circense, não apenas em suas apresentações, mas também através de oficinas e palestras em escolas engrandecendo as Artes Cênicas.</p>
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		<title>Secult-PE, Fundarpe e Conselho de Preservação divulgam os dez novos Patrimônios Vivos</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Aug 2022 15:49:59 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_95968" aria-labelledby="figcaption_attachment_95968" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/eleicao-novos-patrimonios-vivos-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-95968" alt="Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/eleicao-novos-patrimonios-vivos-1-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A eleição dos novos Patrimônios Vivos aconteceu nesta sexta-feira (12), na Academia Pernambucana de Letras, e foi comandada pelo secretário de Cultura de Pernambuco, Oscar Barreto, que preside também o Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural</p></div>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura e Fundarpe, divulga o resultado da seleção do concurso anual de Registro de Patrimônios Vivos de Pernambuco (RPV-PE). Foram escolhidos mais dez mestres, mestras e grupos. Assim, o Estado passa a ter 85 Patrimônios Vivos registrados, de diferentes regiões do estado. A eleição ocorreu na manhã desta sexta-feira (12), em reunião presencial do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC-PE), na Academia Pernambucana de Letras. Os dez novos eleitos participaram do certame que contou com 81 candidaturas inscritas.</p>
<p>Os novos Patrimônios Vivos de Pernambuco são: <strong>Mãe Dora</strong> (parteira e liderança religiosa, de Tacaratu); <strong>Samba de Véio da Ilha de Massangano</strong> (segmento de cultura popular, coco de roda, de Petrolina); <strong>Tata Raminho de Oxossi</strong> (mestre de cultura popular e tradicional, babalorixá, de Olinda); <strong>Banda de Pífano Folclore Verde</strong> (segmento de cultura Popular, banda de pífanos, de Garanhuns); <strong>Cavalo Marinho Boi Pintado</strong> (segmento de cultura popular, de Aliança); <strong>Mestre Calú</strong> (segmento de cultura popular e tradicional, mamulengueiro, de Vicência); <strong>Mágico Alakazam</strong> (segmento de circo, de Palmares), <strong>Associação Grupo Cultural Heroínas de Tejucupapo</strong> (teatro ao ar livre e apresentações culturais, artes cênicas, de Goiana); <strong>Cambinda Velha</strong> (espetáculo performático musical de matriz afroindígena, religião de matriz afro-brasileiras); e<strong> Leonardo Dantas Silva</strong> (jornalista e escritor, do Recife).</p>
<div id="attachment_95972" aria-labelledby="figcaption_attachment_95972" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Bessa/Secult-Pe/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/conselho-de-preservacao1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-95972" alt="Felipe Bessa/Secult-Pe/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/conselho-de-preservacao1-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Membros do Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco</p></div>
<p>Na reunião, na qual foram eleitos os dez novos Patrimônios Vivos, o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural fez a leitura dos critérios e diretrizes que foram norteadores para a difícil missão da avaliação das candidaturas e escolha dos contemplados. Entre os pontos construídos pelo próprio CEPPC-PE, foi orientado que se percebesse: o risco de desaparecimento de determinadas linguagens; os segmentos que não tenham sido contemplados; a priorização das interseccionalidades (gênero, risco social, etnia/raça); os que têm pouca visibilidade e acessam menos os editais; a vulnerabilidade social; a relevância do grupo ou pessoa; a regionalização através da representatividade dos municípios; a oportunidade para que pessoas e grupos que não acessam editais de fomento e têm dificuldade na manutenção de suas prática; a relevância do trabalho em prol da cultura, a idade do candidato ou antiguidade do grupo, a avaliação da situação de carência social do candidato, entre outras.</p>
<p><em>“Pernambuco tem muita história, representantes de tradições, de etnias e grupos étnicos diversos, fazedores e fazedoras de saberes ancestrais, ligados às matrizes africanas e indígenas sobretudo, e nós aqui portanto ficamos diante de um desafio imenso de reconhecê-los e salvaguardá-los. É com muito respeito que participamos desse processo democrático de avaliação e de validação do voto de cada conselheiro que hoje aqui fez suas escolhas. Ficamos muito satisfeitos com o resultado que tivemos”</em>, colocou o secretário de Cultura de Pernambuco, Oscar Barreto.</p>
<p><em>“Este ano o processo de deliberação de registro do Patrimônio Vivo pelo Conselho de Preservação acontece de forma ainda mais democrática, transparente e aberta, de modo que toda a sociedade tenha acesso aos votos dos conselheiros e conselheiras. Vale destacar que as políticas de Patrimônio imaterial em âmbito nacional faz 22 anos e o Conselho de Preservação é o mais antigo em atuação, composto por pessoas de notório saber, gestores da cultura e representantes eleitos pela sociedade civil conduzidos pelo maior sufrágio de todos os tempos”</em>, disse Cássio Raniere, vice-presidente da Conselho de Preservação.</p>
<p><strong>HISTÓRIA -</strong> Pernambuco foi o primeiro Estado a implantar efetivamente uma política de registro das tradições culturais populares e de valorização dos detentores desses conhecimentos tradicionais. A Lei Estadual nº 12.196, de 02 de maio de 2002, instituiu a concessão do título de Patrimônio Vivo do Estado Pernambuco (RPV-PE), que prevê o pagamento de uma pensão vitalícia para os mestres e ou grupos culturais, selecionados por meio de edital público, lançado anualmente. Como contrapartida, constitui dever do Patrimônio Vivo participar de programas de ensino e de aprendizagem dos seus conhecimentos e técnicas organizados pela Secretaria de Cultura do Estado. Tem-se, desta forma, a garantia que os saberes de um povo não se extingam, com a morte de um mestre ou grupo da arte de fazer, mas que se perpetue, com seus alunos e aprendizes.</p>
<p>Quando passou a vigorar, ficou estabelecido que a cada ano deveriam ser registrados três novos nomes. Em 2016, em virtude do aumento significativo de inscrições para concorrer ao RPV-PE, houve a necessidade de ampliar o número de bolsas concedidas. Assim, a Lei nº 15.944, de dezembro de 2016, aumentou de 3 (três) para 6 (seis) o número de bolsas anuais outorgadas aos mestres, mestras e grupos da cultura popular pernambucana.</p>
<p>É indiscutível que a Lei de Registro do Patrimônio Vivo significa um grande avanço das políticas públicas para salvaguardar os patrimônios culturais de natureza imaterial do Estado. Ao longo dos últimos anos o incremento das inscrições de candidaturas em todas as regiões de Pernambuco, levou a necessidade de ampliar mais uma vez o número de bolsas concedidas. A Lei nº 17.489, de 25 de novembro de 2021, aumentou de 6 (seis) para 10 (dez) o quantitativo máximo de candidatos contemplados no RPV-PE. Atualmente, para pessoa física, a bolsa é de R$ 2.041,53 (dois mil reais, e quarenta e um reais e cinquenta e três centavos) e para pessoa jurídica, R$ 4.083,10 (quatro mil reais, e oitenta e três reais e dez centavos).</p>
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		<title>CEPE lança três novos livros no Paço do Frevo</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Feb 2019 18:50:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_67126" aria-labelledby="figcaption_attachment_67126" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/25246761857_d3bb91b369_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-67126" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/25246761857_d3bb91b369_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">O compositor de frevos Jota Michiles é biografado pelo jornalista Carlos Eduardo Amaral.</p></div>
<p>A história do Carnaval do Recife, seus personagens e o frevo são temas de três títulos importante lançados pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) neste sábado (23), às 15h, no Paço do Frevo. São eles: “Carnaval do Recife”, do historiador Leonardo Dantas Silva; o perfil biográfico “José Michiles: Recife, manhã de sol”, do jornalista e pesquisador Carlos Eduardo Amaral; e “Arranjando Frevo-canção”, do maestro Marcos FM.</p>
<p>Durante o lançamento, a Orquestra do Maestro Formiga tocará os acordes do que há de melhor no Carnaval pernambucano. O clima vai esquentar quando o compositor Jota Michiles se reunir à turma do maestro para cantar um dos seus sucessos, acompanhado da orquestra.</p>
<p>Inclusive é sobre a vida e obra de Jota Michiles que o jornalista e pesquisador Carlos Eduardo Amaral se debruçou para escrever o 4º perfil biográfico da coleção <i>Frevo, memória viva,</i> selo da Cepe Editora, que será lançado neste mesmo dia. A marcha de bloco <i>Recife, manhã de sol, </i>composta pelo carnavalesco, dá título ao livro.</p>
<p>A canção tornou-se um marco na vida do artista e na história do próprio frevo-canção. Foi com ela que o músico, na época com apenas 23 anos, ganhou o concurso promovido pela Secretaria de Educação da Prefeitura do Recife, em 1966, que ficou memorável pelas circunstâncias.</p>
<p>Até então desconhecido, Jota Michiles desbancou 19 outros finalistas, entre eles nomes como Capiba (com <i>A canção do Recife,</i> em parceria com Ariano Suassuna), Nelson Ferreira, Sebastião Lopes e outras sumidades. Ganhou um vultoso prêmio e uma gravação em compacto pela Rozenblit.</p>
<p>Em <i>Carnaval do Recife</i>, o historiador pernambucano Leonardo Dantas Silva convida o leitor a um mergulho profundo no emaranhado de confete, serpentina, purpurina, mela-mela, fantasia, frevo, maracatu e multidão de rua. O pesquisador exibe as entranhas carnavalescas da capital pernambucana.</p>
<p>Trata-se de uma segunda edição &#8211; a primeira é de 2000. Revisada e, segundo o autor, “muito ampliada, como dizia Gilberto Freyre”, revela as mudanças da folia recifense de 1553 até 2018, em 428 páginas &#8211; o dobro da primeira edição.</p>
<p>O terceiro título <i>Arranjando frevo-canção</i> preenche uma lacuna histórica, sinalizando caminhos para os interessados em aprender a escrever para orquestras de frevo. É uma contribuição importante para quem compõe e faz música.</p>
<p>No prefácio assinado pelo Mestre, Doutor em Música e professor do Conservatório Pernambucano de Música Climério de Oliveira Santos, ele destaca a importância da iniciativa: “Desde que o frevo é frevo, ninguém se atrevera a publicar um livro sobre arranjo e orquestração dessa música – incrível realidade! Com o método <i>Arranjando frevo de rua</i> (Cepe, 2017), o baixista, maestro e compositor Marcos FM já tinha lançado a pedra fundamental de uma nova fase do frevo. É o marco da etapa em que os adidos dessa intrépida cultura musical começam a se sentir aliviados do receio de que o frevo pudesse desaparecer por não terem às mãos escritos da sua sistematização”, afirma no texto.</p>
<p><b>SERVIÇO</b><br />
Lançamento dos livros: <i>José Michiles: Recife, manhã de sol</i>, de Carlos Eduardo Amaral; <i>Carnaval do Recife,</i> de Leonardo Dantas Silva; <i>Arranjando Frevo-cancão</i>, do maestro Marcos FM<br />
Quando: Neste sábado, às 15h<br />
Onde: Paço do Frevo (Rua da Guia s/n, Bairro do Recife)<br />
Entrada Gratuita</p>
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