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	<title>Portal Cultura PE &#187; LGBTQIA+</title>
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		<title>País das Culturas Populares acolhe artistas pouco antes vistos</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 05:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>No Festival Pernambuco Meu País, o polo País das Culturas Populares tem se revelado uma ótima oportunidade tanto para artistas representantes de um leque mais amplo de diversidade ocuparem espaços a que costumam ter pouco acesso, e de forma descentralizada, quanto para o público conhecer essas pessoas e esses grupos que vão além dos rótulos tradicionais. Neste domingo (28), em Gravatá (Agreste), esse aspecto esteve bem representado pelo Trans Coco, primeiro grupo de coco LGBTQIA+ do Estado (leia-se: do mundo); e pela Orquestra Iorubás de Pernambuco, de música espiritual que remete à ancestralidade de matriz africana. A família da Ciranda Sant&#8217;Anna e o ativismo do Coco Resistência completaram a programação da tarde no palco-caminhão.</p>
<p>Formado por pessoas trans, o sexteto de voz e percussão Trans Coco, do município de Igarassu (Litoral Norte), orgulha-se de ser o primeiro grupo LGBTQIA+ de coco de roda de Pernambuco. A música, claro, é importante, mas na apresentação do conjunto nota-se que prevalece a preocupação com a luta pela conquista de espaço, pela dignidade humana e pelo respeito. Requisitos básicos, porém, ainda em falta para muitas pessoas.</p>
<p>Comandado pela cantora Raphaella Ribeiro, que também se autointitula a primeira mulher trans vocalista de um brinquedo popular, o Trans Coco aborda em suas músicas o combate às práticas discriminatórias e preconceituosas e aos crimes. &#8220;O palco é lugar de todos os corpos. Para nós é muito importante estarmos aqui&#8221;, afirmou Raphaella. A plateia, a maior dos três dias eventos nesse polo em Gravatá, acolheu o Trans Coco com muito afeto.</p>
<p>Outro belo exemplo No País das Culturas Populares neste domingo foi o da Orquestra Iorubás de Pernambuco. Numa analogia, o grupo de vozes, percussão e metais seria o equivalente a um conjunto gospel, ou de música sacra, porém, de música espiritual que remete à ancestralidade de matriz africana. É integrado por pessoas de terreiro que fazem expressões de axé por meio de cantigas de louvação. Como se isso não bastasse, traz em sua formação um set amplo e vigoroso de metais que acrescenta uma sonoridade única e robusta à tradição do gênero. Um grata surpresa.</p>
<p>E por falar em tradição, a Ciranda Sant&#8217;Anna trouxe para o caminhão-palco um belo espetáculo de música e dramatização. O grupo, da família homônima do bairro do Vasco da Gama (Zona Norte do Recife), dedicou seus primeiros minutos a uma performance de meditação e oração, que foi seguida pela abertura de uma faixa com os dizeres: &#8220;Diga não intolerância religiosa&#8221;. Na sequência, um balé popular com quatro integrantes foi para o meio da plateia instigar ainda mais a formação das tradicionais rodas de ciranda. As canções evocaram um show de conscientização (como por exemplo pela preservação da Amazônia) e de reverência aos orixás como muito respeito e muita dignidade.</p>
<p>No cair da noite, no mesmo tom ativista e militante pela cultura popular e pelos direitos sociais, o Coco da Resistência, formado por músicos de várias localidades da Região Metropolitana do Recife (Amaro Branco/Olinda, Brasília Teimosa, Janga/Paulista, Santo Amaro), também deixou seu recado em um repertório de coco de roda e samba interpretado com vozes, percussão e cordas (contrabaixo elétrico e cavaquinho). Momentos de grande riqueza cultural pernambucana.</p>
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		<title>Curso de Introdução à Produção Fonográfica para Etnia Xucuru está com inscrições abertas</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jan 2024 14:48:11 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107627" aria-labelledby="figcaption_attachment_107627" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Danilo-Lucio1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-107627" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Danilo-Lucio1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Danilo Lucio</p></div>
<p>Bastidores da Memória Sonora: Curso de Introdução à Produção Fonográfica para Etnia Xucuru é oferecido de 15 a 19 de janeiro para moradores do município de Pesqueira e todo Agreste pernambucano. Criativa, de forma presencial, das 19h às 22h, a formação cultural conta com 40 vagas para residentes da etnia xucuru da cidade, preferencialmente músicos(as), técnicos(as) e produtores(as) culturais e interessados em entender o conteúdo oferecido. As inscrições estão abertas até este sábado (13).</p>
<p>O curso é realizado no Vórtex – Núcleo Colaborativo de Entretenimento com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e do Governo de Pernambuco.</p>
<p>Do total de vagas, 40% são destinadas a pessoas que se identificam como LGBTQIA+, negras e indígenas; 20% exclusivamente para mulheres; e outros 40% para ampla concorrência. O certificado é entregue a quem participar, no mínimo, de 80% da carga horária.</p>
<p>O curso é introdutório sobre técnicas de áudio para gravação, mixagem de áudio, direitos autorais e procedimentos para cadastro nas plataformas de streaming musical, voltado para fomentar o registro e a difusão da tradição oral da tribo Xucuru do Ororubá. As inscrições podem ser realizadas via <a title="Formulário de inscrição para o curso: Bastidores da Memória Sonora. Curso de Introdução à Produção Fonográfica para Etinia Xucuru" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeBseMHcztEsizujen-mef5TJfN1BOIhBayOQyf72AK7aXyyQ/viewform?pli=1" target="_blank">formulário eletrônico</a>, pela internet, ou presencialmente na sede do Vórtex.</p>
<p>O facilitador é Danilo Lucio, bacharel em comunicação social, com habilitação em rádio e TV, e mestre em música pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Pesquisador de heavy metal, áudio e produção audiovisual, Danilo também é professor na UniAeso, Unibra e Escola Técnica Porto Digital, no Recife, e produtor fonográfico e audiovisual com mais de 20 anos de experiência em produções musicais e cinematográficas. A coordenação do curso é de Penha Pimentel e a produção executiva de Kelly Mendonça.</p>
<p>Mais informações pelo telefone: (87) 996163750 ou pelo perfil no <a title="@vortex.nucec" href="https://www.instagram.com/vortex.nucec/" target="_blank">Instagram</a>.</p>
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		<title>9ª Parada da Diversidade da Cidade de Paulista ocorre neste sábado (28)</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Oct 2023 13:48:53 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Neste sábado (28), o município de Paulista é, mais uma vez, palco de uma grande manifestação pública: a 9ª Parada da Diversidade. O tema deste ano, &#8220;LGBTQIA+: Não nego! Eu nasci assim.&#8221; reforça que o corpo das pessoas LGBTQIA+ é um templo político, que elas nāo querem apenas as cores e precisam promover a equiparaçāo dos direitos de existir. O evento conta com o apoio do Governo de Pernambuco por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).<br />
Promovida pelo Grupo de Homossexuais do Paulista (GHP), instituição sem fins lucrativos que promove e defende os direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais, transexuais/travestis, queers, intersexuais, assexuais (LGBTQIA+), a parada visa combater todo tipo de violência contra a comunidade e pelo fim LGBTQIA+fobia.<br />
A concentração acontece, a partir das 14h, no Campo do Mangueirāo, no bairro de Paratibe. Na ocasião há a troca da camisa do evento por um 1 kg de alimento não perecível.<br />
Nāo brinque com a vida: sexo seguro só com camisinha!</p>
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