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	<title>Portal Cultura PE &#187; Lia Letícia</title>
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		<title>Lia Letícia encerra no Rio de Janeiro a exposição Desculpe Atrapalhar o Silêncio de Sua Viagem</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Aug 2023 17:47:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A exposição Desculpe Atrapalhar O Silêncio De Sua Viagem, primeira individual de Lia Letícia no Rio de Janeiro, chega em sua reta final neste sábado (26), no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica. Para celebrar o encerramento, às 16h, haverá uma conversa aberta da artista com a curadora Clarissa Diniz e com a doceira Cláudia Topázio, que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_104446" aria-labelledby="figcaption_attachment_104446" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Mari Bley/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/08/AK7A1174.jpg"><img class="size-medium wp-image-104446" alt="Mari Bley/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/08/AK7A1174-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura</p></div>
<p>A exposição <i>Desculpe Atrapalhar O Silêncio De Sua Viagem,</i> primeira individual de Lia Letícia no Rio de Janeiro, chega em sua reta final neste sábado (26), no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica. Para celebrar o encerramento, às 16h, haverá uma conversa aberta da artista com a curadora Clarissa Diniz e com a doceira Cláudia Topázio, que participou da obra Doçura Carioca. No dia, também será realizado o lançamento da publicação digital, online e gratuita, sobre a exposição. A exposição, que tem curadoria de Clarissa Diniz, é uma realização de Rosa Melo Produções Artísticas, e conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura.</p>
<p>Em Doçura Carioca, ação educativa desenvolvida ao longo da exposição no Rio de Janeiro, Lia Letícia e Cláudia Topázio, pastora e empresária do ramo de doces, coletaram fotos, vídeos e relatos tanto no espaço expositivo quanto na banca da rua Buenos Aires, na Saara, onde Cláudia vende seus doces.</p>
<p>Essas experiências serão compartilhadas na conversa no Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica, que se tornou um lugar para a partilha de alimentos, saberes, afetos e reflexões sobre trabalho, comércio e direito à cidade.</p>
<p>“Na conversa aberta falaremos sobre essa vivência conjunta, tanto na exposição, quanto na rua onde Claudia vende seus bolos. Assuntos como direito a cidade, condições dignas de trabalho e relações de ajuda mútua entre trabalhadores informais foram o foco do trabalho. Claudia, como expositora no centro da cidade, acaba se tornando algo como uma escultura social de afetos”, afirma Lia Letícia.</p>
<p>Na ocasião, além da degustação dos bolos, serão apresentados relatos, fotos, vídeos e um texto produzido conjuntamente entre a artista e a Claudia Topázio nos encontros que se deram tanto na galeria como no ponto de venda de Cláudia, na Rua Buenos Aires, na Saara.</p>
<p>Doçura Carioca retoma, no Rio de Janeiro, o trabalho que Lia Letícia desenvolveu no Recife, no início deste ano, quando propôs a um grupo de mulheres da Vila Vintém, comunidade que há décadas ocupa uma das áreas mais valorizadas da capital pernambucana, uma conversa sobre o lugar do doce em suas vidas, compartilhando experiências e receitas. Juntas, Diana Fernandes, Maria José Félix, Maria Ceça de Souza e a artista fomentaram rodas de conversa e desenvolveram um bolo de goiabada e limão que recebeu o apelido de Doce Vintém, espalhando doçura por entre as memórias daquele território de luta contra a desigualdade, o racismo e a especulação imobiliária.</p>
<p>A exposição Desculpe Atrapalhar o Silêncio de Sua Viagem apresentou singularidades do percurso da artista gaúcha radicada no Recife, que busca redimensionar e representar corpos invisibilizados ou excluídos da história oficial da arte. A mostra apresenta obras, práticas, intervenções e documentos que, conectando Rio Grande do Sul, Pernambuco e Rio de Janeiro.</p>
<p><b>Serviço:<br />
</b>Desculpe Atrapalhar O Silêncio De Sua Viagem<br />
Encerramento e Conversa Aberta |Doçura Carioca<br />
Lia Letícia, Cláudia Topázio e Clarissa Diniz<br />
Sábado (26) | 16h<br />
Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica (Rua Luís de Camões, 68 &#8211; Centro, Rio de Janeiro)<br />
*haverá transmissão simultânea em libras | <strong><a href="https://www.instagram.com/osilenciodesuaviagem/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/osilenciodesuaviagem/&amp;source=gmail&amp;ust=1692896311661000&amp;usg=AOvVaw2oIh8KFJqGQ1-MhiFBQBQV">Instagram</a></strong></p>
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		<title>Lia Letícia apresenta exposição Desculpe Atrapalhar O Silêncio De Sua Viagem</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jul 2023 15:19:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_102962" aria-labelledby="figcaption_attachment_102962" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/DESCULPE1_Adlaberto_Oliveira.jpeg"><img class="size-medium wp-image-102962" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/DESCULPE1_Adlaberto_Oliveira-607x390.jpeg" width="607" height="390" /></a><p class="wp-caption-text">Visitação poderá ser feita o dia até 26 de agosto deste ano</p></div>
<p style="text-align: left;" align="center">O Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica está sediando, desde o último sábado (15), a exposição Desculpe Atrapalhar O Silêncio De Sua Viagem, de Lia Letícia, sua primeira individual no Rio de Janeiro. Com curadoria de Clarissa Diniz, a exposição apresenta singularidades do percurso da artista, que busca redimensionar e representar corpos invisibilizados ou excluídos da história oficial da arte. Na mostra serão apresentadas obras, práticas, intervenções e documentos que, conectando Rio Grande do Sul, Pernambuco e Rio de Janeiro, visam potencializar esses cruzamentos geopolíticos em contínua transformação e expressar um desejo vivo pela criação em coletividade. Com realização de Rosa Melo Produções Artísticas e incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio do Funcultura, a mostra fica em cartaz até 26 de agosto, de segunda a sábado, das 10h às 18h, com entrada franca.</p>
<p style="text-align: left;">Como destaca a curadora, Clarissa Diniz, certamente quem frequenta ônibus, trens e metrôs das grandes cidades já foi abordado por um “desculpe atrapalhar o silêncio de sua viagem”. Mesmo proibidas no Brasil, as atividades comerciais nos meios de transporte são o meio de sobrevivência de milhares de pessoas. O comércio de itens tão díspares quanto balas, pendrives, biscoitos e fones de ouvido divide espaço com músicos, poetas, dançarinos e vários outros artistas que também fazem desses veículos palco para suas performances. Esse contexto de disputa entre desigualdade social e a pujança criadora permeia a produção de Lia Letícia.</p>
<p>“É nessa complexidade política, social e estética das formas de trabalho que se inscreve a obra de Lia Letícia. Nesse contexto, sua obra atua não apenas como denúncia, mas como uma provocativa, irônica, inventiva e bem-humorada terapêutica social. A exposição é um convite para a aproximação desses públicos às práticas da artista que também fará uma criação coletiva junto a doceiras da Saara”, destaca a curadora Clarissa Diniz.</p>
<p>Gaúcha radicada em Recife (PE) desde 1998, Lia Letícia tem sua obra lastreada não na excepcionalidade e pretensa autonomia da arte, mas em seu oposto: sua ordinariedade, suas disputas, suas violências. Para Lia, a arte é parte dos conflitos e construções da cultura e, como tal, deve ser pensada, criticada e tensionada por práticas culturais que se situam à margem do coração de sua hegemonia econômica, política e simbólica. Por isso, há quase três décadas a artista tem convocado camelôs e artistas de rua para usos não-especializados da ideia de arte e suas práticas políticas. Ela usa o humor e convida mulheres, indígenas, negros e outros sujeitos que foram subalternizados pela colonização para um diálogo e um conjunto de intervenções e propostas que, agora, pela primeira vez serão articulados e apresentados como um corpo.</p>
<p>Lia Letícia considera que sua atuação como artista e seu papel como educadora se retroalimentam. &#8220;Toda obra, mesmo quando pensada individualmente pelo artista, traz dentro de si um pensamento coletivo, da vivência do artista enquanto ser social”, afirma.</p>
<p>O trabalho que leva o nome da exposição contou com a participação do musicista Jessé de Paula, que tocava nos coletivos de Recife, e atuou de forma ativa e insubmissa. Segundo Lia, a conversa com Jessé mudou, em diversos aspectos, a própria feitura da obra. &#8220;Essa tensão, essa fricção entre como uma obra é pensada, como ela é executada e como chega ao espectador é o que me interessa. Busco trazer para dentro do meu trabalho as contradições desses outros corpos e coletividades”.</p>
<p>Também faz parte da exposição Thinya (2015-2019), obra realizada pela artista a partir de duas residências artísticas, uma em Berlim, na Alemanha, e outra no Território Indígena Fulni-ô, agreste de Pernambuco. Com a sinopse &#8220;Minha primeira viagem ao Velho Mundo. Minha fantasia aventureira pós-colonial&#8221;, o trabalho foi premiado em festivais como o Janela Internacional de Cinema, de Recife, e o Pachamama &#8211; Festival de Cinema de Fronteira, no Acre, e tem em sua trajetória a passagem por mostras nacionais e internacionais.</p>
<p><strong>Serviço: </strong><br />
Desculpe Atrapalhar O Silêncio De Sua Viagem<br />
Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica (Rua Luís de Camões, 68 &#8211; Centro, Rio de Janeiro)<br />
Visitação até 26 de agosto 2023<br />
Segunda a sábado, das 10h às 18h<br />
Mais informações no <a href="https://www.instagram.com/osilenciodesuaviagem/" target="_blank">Instagram </a>do projeto</p>
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		<title>Estão abertas as inscrições para oficina gratuita de elaboração e gestão de projetos de artes visuais</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Nov 2021 22:39:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O projeto Táticas Visuais chega como uma oportunidade para artistas, produtores, gestores culturais do interior de Pernambuco. A iniciativa de formação oferece gratuitamente uma oficina de elaboração e gestão de projetos na área das artes visuais: exposição, performance, intervenção urbana, publicação, videoarte, entre outros. A capacitação será ministrada pelas produtoras culturais Clarice Hoffmann e Lia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_89235" aria-labelledby="figcaption_attachment_89235" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/Foto_Lia-e-Clarice.jpg"><img class="size-medium wp-image-89235" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/Foto_Lia-e-Clarice-607x468.jpg" width="607" height="468" /></a><p class="wp-caption-text">Lia Letícia e Clarice Hoffmann serão as facilitadoras da oficina</p></div>
<p>O projeto Táticas Visuais chega como uma oportunidade para artistas, produtores, gestores culturais do interior de Pernambuco. A iniciativa de formação oferece gratuitamente uma oficina de elaboração e gestão de projetos na área das artes visuais: exposição, performance, intervenção urbana, publicação, videoarte, entre outros. A capacitação será ministrada pelas produtoras culturais Clarice Hoffmann e Lia Letícia, profissionais experientes que atuam com diversos projetos artísticos. As aulas serão realizadas em formato online, com um total de 50 horas. A oficina será dividida em dois módulos. O projeto Táticas Visuais tem incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>As inscrições podem ser feitas no período de 15 a 30 de novembro. Os interessados devem enviar e-mail para <strong>taticasvisuais@gmail.com</strong>. O curso conta com 40 vagas, sendo destinado especificamente para agentes culturais residentes no interior de Pernambuco. Pessoas com deficiência auditiva poderão participar e acompanhar a formação que terá acessibilidade, a partir de um intérprete de Libras.</p>
<p>O objetivo do projeto Táticas Visuais é capacitar e qualificar para a elaboração e a gestão de projetos dedicados às artes visuais, com foco no edital Funcultura, do Governo do Estado de Pernambuco. Os participantes terão a oportunidade de identificar suas potencialidades, elaborar ou aperfeiçoar seus próprios projetos. Ou seja, será uma oportunidade de transformar sua ideia em projeto cultural e formatá-la para o edital Funcultura, que destina recursos anualmente para a realização das propostas selecionadas.</p>
<p><strong>PROGRAMA -</strong> As aulas do Módulo I terão encontros aos sábados e domingos, das 9h às 13h, nos dias 4 e 5 e 11 e 12 de dezembro de 2021. Com facilitação de Lia Letícia, o módulo será dedicado aos estudos de casos de iniciativas de artistas e coletivos de arte, para assim ampliar o conceito dos projetos e aprofundar o entendimento sobre estratégias de ação em contextos específicos, políticos e econômicos. Durante os encontros, serão analisadas as atuações de artistas e grupos e o respectivo impacto de seus trabalhos no campo da arte local e/ou brasileira. A ideia é que esse conjunto de informações auxilie a elaboração dos projetos idealizados ao longo do curso.</p>
<p>No dia 18 de dezembro de 2021, das 9h às 13h, ocorre uma bate-papo com Liliana Tavares, da COM Acessibilidade, sobre a idealização de ações de acessibilidade para projetos culturais. A acessibilidade é a área que promove o acesso e a inclusão de pessoas com deficiência, seja física ou intelectual, possibilitando que pessoas surdas, com baixa visão, cegas, cadeirantes, entre outras, também possam participar das iniciativas culturais através de audiodescrição, intérprete de Libras, sistema Braile, rampas de acesso, entre outras ferramentas.</p>
<p>No Módulo II, com facilitação de Clarice Hoffmann, os/as participantes serão convidados/as a realizar exercícios práticos relacionados à elaboração de projetos culturais. As atividades serão orientadas a partir da apresentação dos tipos de projetos para as diferentes linhas de ação dentro das artes visuais: exposição, performance, intervenção urbana, publicação, videoarte, entre outros.</p>
<p>Nesta etapa, para que haja um melhor aproveitamento do conteúdo ministrado, os/as 40 inscritos serão divididos em duas turmas. Uma com aulas aos sábados, das 9h às 13h, nos dias 8, 15, 22 e 29 de janeiro, 5, 12, 19 de fevereiro e 5 de março de 2022. E a outra aos domingos, também das 09h às 13h, nos dias 9, 16, 23, 30 de janeiro, 6, 13, 20 de fevereiro e 6 de março de 2022.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>FACILITADORAS</p>
<p></strong></span><strong>Clarice Hoffmann</strong> é jornalista e produtora cultural. Elaborou projetos aprovados em editais do Funcultura, do Centro Cultural Correios e do Itaú Cultural. Além de idealizar propostas que ganharam visibilidade nacional, já assinou a coordenação de produção e a produção executiva de diversas iniciativas. Sua experiência mais importante como facilitadora, se deu em Conceição das Crioulas, área quilombola localizada no município de Salgueiro, através de encontros mensais realizados ao longo de um ano. Vale citar também, a sistematização e produção dos estudos de caso para o livro Mobilizar para Transformar, publicado por Oxfam.</p>
<p><strong>Lia Letícia</strong> é artista visual, arte-educadora e produtora cultural. Atua como coordenadora de diversas atividades e de espaços da área das artes visuais, como as ações artísticas do projeto Criaturas Urbanas, do Cinecão e da Galeria Maumau. Entre os projetos de educação nos quais atuou vale destacar a Escola Engenho e as Tardes de Quintal. Também presta serviço de arte-educação para Secretaria de Cultura do Governo de Pernambuco e SESC.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Oficina Táticas Visuais &#8211; Da elaboração a gestão de projetos<br />
Inscrições gratuitas: De 15 a 30 de novembro de 2021.<br />
Para se inscrever, basta enviar um e-mail para <strong>taticasvisuais@gmail.com</strong> e responder com o formulário preenchido.<br />
Aulas on-line<br />
Vagas: 40, apenas para agentes culturais residentes no interior de Pernambuco. Acessível para pessoas com deficiência auditiva,</p>
<p><strong>Módulo I –</strong> dias 4 e 5 e 11 e 12 de dezembro de 2021 – das 9h às 13h, sábados e domingos, para os 40 participantes do curso.<br />
Bate-papo acessibilidade – dia 18 de dezembro de 2021, das 9h às 13h, para os 40 participantes do curso.</p>
<p><strong>Módulo II –</strong> dias 8, 15, 22 e 29 de janeiro, 5, 12, 19 de fevereiro e 5 de março de 2022 (sábados) &#8211; das 09h às 13h, para grupo de 20 participantes, ou dias 9, 16, 23, 30 de janeiro, 6, 13, 20 de fevereiro e 6 de março de 2022 (domingos), das 09h às 13h, para grupo de 20 participantes.</p>
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		<title>Exposição &#8220;Ascensão&#8221; entra em cartaz no Mercado Eufrásio Barbosa</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2021 18:59:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A artista Lia Sophia inaugura nesta quarta-feira, (21), no Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa, a exposição &#8220;Ascensão&#8221;. Propondo um debate sobre as construções sociais e elementos que constituem a formação do povo brasileiro, a mostra ocupa a Galeria 1 do Centro Cultural e foi fruto do edital de chamamento público divulgado pela Agência de Desenvolvimento [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-20-at-09.20.38.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-86405" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-20-at-09.20.38-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>A artista Lia Sophia inaugura nesta quarta-feira, (21), no Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa, a exposição &#8220;Ascensão&#8221;. Propondo um debate sobre as construções sociais e elementos que constituem a formação do povo brasileiro, a mostra ocupa a Galeria 1 do Centro Cultural e foi fruto do edital de chamamento público divulgado pela Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco – AD Diper, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco. Além da possibilidade de expor no espaço, a artista recebe o incentivo de R$8 mil pela seleção.</p>
<p>Ao todo, três obras compõem a amostra: Ascensão, uma série de cinco fotografias; &#8220;Essa terra tem dono&#8221;, uma escultura de cerâmica e alumínio; e a videoperformance &#8220;Queda&#8221;.</p>
<p>Elas fazem parte de uma pesquisa e atuação artística que pensa sobre as questões de raça, classe e colonialidade. Onde a artista propõe fricções entre construções sociais e questões raciais. Elencando, por um lado, visualidades que agem dentro de um protocolo social demarcador de classe e, por outro lado, o confronto através de uma ruptura simbólica material. Ascensão age como uma fábula que expõe rotas possíveis de um futuro que tem sido rompido.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Lia Letícia</strong></span><br />
Natural de Viamão, no Rio Grande do Sul, foi em Olinda, quando se mudou há mais de 25 anos, que Lia começou a explorar pintura em diversos suportes, incluindo o audiovisual e passou a investigar as relações entre ele e a performance.</p>
<p>Além de escrever e dirigir seus próprios filmes, trabalha como diretora de arte. Seus trabalhos transitam entre festivais de cinema e exposições de arte, multiplica esta experiência através de ações como o Cinecão ou como artista educadora em projetos de experimentação audiovisual, como a Escola Engenho. Também colabora como diretora e montadora em trabalhos de artistas visuais, coordena coletivamente projetos da Galeria Maumau e faz parte do CARNI- Coletivo de Arte Negra e Indígena. Atualmente finaliza uma videoarte, coroteiriza e codirige a segunda temporada da série Brasil Visual e prepara exposição solo no Rio de Janeiro/RJ.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição: Ascensão, de Lia Letícia<br />
Galeria 1 &#8211; Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa<br />
Abertura: 21 de julho, às 19h<br />
Visitação: de terça a domingo, das 9h às 17h<br />
Entre 21 de julho a 21 de outubro</p>
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		<title>Lia Letícia lança a videoperformance &#8220;Queda&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2021 15:02:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Artista visual e realizadora audiovisual, Lia Letícia lança no próximo dia 15 de maio (quinta-feira), às 20h, a videoperformace &#8220;Queda&#8221;, na plataforma Mapa Cultural de Pernambuco (www.mapacultural.pe.gov.br/agente/4351) e no Vimeo (vimeo.com/user14889425). Além da exibição do vídeo, a educadora, pesquisadora e curadora independente Ariana Nuala conduzirá uma conversa com a idealizadora da videoperformance sobre o processo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/QUEDA_1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-84276" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/QUEDA_1-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a></p>
<p>Artista visual e realizadora audiovisual, Lia Letícia lança no próximo dia 15 de maio (quinta-feira), às 20h, a videoperformace &#8220;Queda&#8221;, na plataforma Mapa Cultural de Pernambuco (<strong><a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/agente/4351/" target="_blank">www.mapacultural.pe.gov.br/agente/4351</a></strong>) e no Vimeo (<a href="https://vimeo.com/user14889425" target="_blank"><strong>vimeo.com/user14889425</strong></a>). Além da exibição do vídeo, a educadora, pesquisadora e curadora independente Ariana Nuala conduzirá uma conversa com a idealizadora da videoperformance sobre o processo do trabalho, no Instagram da Galeria Maumau (<a href="https://www.instagram.com/maumaugaleria/" target="_blank"><strong>@maumaugaleria</strong></a>), no dia 15 de maio, às 20h.</p>
<p>A obra, que conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, é parte de uma pesquisa artística contínua da artista, na qual questões como territorialidade e racialidade são pensadas a partir da perspectiva de colonialidade. Trabalhos anteriores como os curtas &#8220;Thinya e Terra Não Dita&#8221;, &#8220;Mar não Visto&#8221;, a performance &#8220;Desculpe Atrapalhar o Silêncio de Sua Viagem&#8221; e o inédito &#8220;Mar de Dentro&#8221;, vencedor do XI Concurso de Videoarte da Fundaj/2019, abordam estas questões a partir de diferentes recursos estéticos e suportes de linguagem.</p>
<p>&#8220;Queda&#8221; propõe fricções entre construções sociais e questões raciais. Elencando, por um lado, um objeto que age dentro de um protocolo social demarcador de classe e, por outro lado, o confronto através de uma ruptura simbólica material. Segundo Lia, <em>&#8220;a performance Queda atua com uma memória inventada, propõe, simbolicamente, ações possíveis para um futuro rompido&#8221;</em>.</p>
<p>Neste sentido, reforça o que a critica pernambucana Clarissa Diniz escreve sobre a artista<em> &#8220;Lia Letícia tem sua obra lastreada não na excepcionalidade e pretensa autonomia da arte, mas em seu oposto: sua ordinariedade, suas disputas, suas violências. Para Lia, &#8220;a arte é parte dos conflitos e construções da cultura e, como tal, deve ser pensada, criticada e tensionada por práticas culturais que se situam à margem do coração de sua hegemonia econômica, política e simbólica&#8221;</em>.</p>
<p><strong>SOBRE A ARTISTA -</strong> Lia Letícia vem atuando no chamado cinema experimental e videoarte em Pernambuco há pelo menos 15 anos, participou em dezenas de festivais nacionais e internacionais, com premiações em diversos deles. Em 2020, a II Mostra Brasil de Cinema Experimental, fez um recorte especial com cinco de seus filmes, neste ano foi uma das artistas comissionadas na edição especial do Janela Internacional de Cinema, com o curta “Feliz Navegantes”. Recentemente seu novo curta, PER CAPITA, estreou no XIV Festival Cine Esquema Novo e se prepara para estreia internacional em setembro, também como artista convidada, na Mostra PROYETOR de Videoarte, realizada em Madrid de forma hibrida, presencial e on-line.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento da videoperformance &#8220;Queda&#8221;<br />
Quando: 15 de maio de 2021 (quinta-feira), às 20h<br />
Plataformas on-line: <strong><a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/agente/4351/" target="_blank">www.mapacultural.pe.gov.br/agente/4351</a> </strong>e<strong> <a href="https://vimeo.com/user14889425" target="_blank"><strong>vimeo.com/user14889425</strong></a></strong><br />
Bate-papo com Ariana Nuala e Lia Letícia no Instagram da Galeria Maumau (<a href="https://www.instagram.com/maumaugaleria/" target="_blank"><strong>@maumaugaleria</strong></a>)</p>
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		<title>Exposição coletiva “Ocupadas” reúne obra de sete artistas mulheres</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Oct 2019 15:51:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_72265" aria-labelledby="figcaption_attachment_72265" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Sofia Lucchesi/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/exposicao-ocupadas-foto-sophia-luchessi.jpg"><img class="size-medium wp-image-72265" alt="Sofia Lucchesi/Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/exposicao-ocupadas-foto-sophia-luchessi-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A mostra será inaugurada no próximo dia 9 de novembro (sábado), no Ateliê das Águas Belas</p></div>
<p>Com um time renovado, agora composto por sete mulheres artistas, o projeto &#8220;Ocupe Chris&#8221;, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, chega à sua segunda edição. Há oito meses, as artistas Alice Vinagre, Ana Flávia Mendonça, Ana Lisboa, Irma Brown, Laura Melo e Lia Letícia se juntaram à Christina Machado para vivenciar coletivamente seus processos de criação no Ateliê das Águas Belas, lar e espaço de trabalho de Chris há mais de 30 anos. Tendo a argila como matéria-prima, as sete mulheres artistas desenvolveram obras que dão vida à exposição coletiva “Ocupadas”, com abertura no dia 9 de novembro (sábado), das 16h20 às 21h, no Ateliê das Águas Belas (Madalena). A mostra segue aberta até 14 de dezembro deste ano, e durante período acontecerão outras ativações no ateliê.</p>
<p>Assim como na primeira edição do projeto, que contou com os artistas José Paulo, Renato Valle, Rinaldo, Maurício Castro, Joelson, Dantas Suassuna e Daniel Santiago, além da própria Christina, as artistas se reuniram semanalmente, sempre às quintas-feiras, para produzir. Ao longo desses oito meses de vivência, elas desenvolveram trabalhos que resultaram não apenas em peças de barro, mas também em instalações e vídeos.</p>
<p>Há um importante componente nesse processo: a espontaneidade própria à experimentação com a argila, popularmente conhecida como barro. Desde o contato com a água, com o ar e o calor das mãos, passando pela adição de outros materiais como óxidos e pigmentos, até a queima da peça no forno, existe uma incerteza quanto ao que realmente acontecerá com o barro, que é conhecido também como a técnica que une o equilíbrio entre os quatro elementos. Assim, a partir de um processo de criação potencializado pela coletividade, entre conversas, afetos e acolhimentos, cada artista desenvolveu suas poéticas individuais, que são atravessadas pelas mais diversas pulsões criativas e discursivas, como questões políticas sobre direitos individuais e coletivos das mulheres e dos seres humanos como um todo.</p>
<p>Já o nome escolhido para a mostra, “Ocupadas”, tem relação com a própria condição de ser mulher: “O nome veio de Laura Melo, que é mãe e artista, assim como muitas de nós. Vem dessa ideia de que nós, mulheres, estamos constantemente ocupadas, seja trabalhando, estudando, cuidando dos filhos. É uma jornada de trabalho dupla, tripla. Estamos sempre nos desdobrando para fazer tudo”, diz Christina.</p>
<p><strong>ALICE VINAGRE</strong><br />
Alice Vinagre (João Pessoa, 1950) vem construindo sua trajetória artística desde 1980. Durante o Ocupe Chris, bastante levada pelo processo intuitivo da argila, Alice desenvolveu uma série de peças de cerâmica similares à cavernas, que lembram tempos pré-históricos.</p>
<p><strong>ANA FLÁVIA MENDONÇA</strong><br />
Ana Flávia nasceu em 1988, no Recife, e trabalha como Artista Visual desde 2016. A artista desenvolveu uma cobra de cerâmica, que, para ela, representa uma relação com a energia vital presente em todos os seres humanos, como se o animal estivesse dentro de todos nós. O embate entre essas forças representado pelo animal abre múltiplas possibilidades de interpretação e relação com a obra, que possui cerca de dois metros.</p>
<p><strong>ANA LISBOA</strong><br />
Ana Lisboa (Recife, 1960) é artista desde os anos 1980. É também professora do curso de Artes Visuais da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Além de uma instalação com peças de barro, Ana trouxe para o Ocupe Chris um vídeo, o registro da performance “Celebração”, realizada durante a vivência no Ocupe Chris, onde a artista serviu um jantar com pratos de barro feitos por ela, reativando gestos cotidianos num ritual de partilha e afeto, em que a arte é a própria vida.</p>
<p><strong>CHRISTINA MACHADO</strong><br />
Christina Machado nasceu em Belém (PA), em 1950, mas é radicada no Recife desde 1961. Trabalha como artista desde os anos 1980, quando começou a cultivar sua relação com o barro, técnica que até hoje é a base de seu trabalho, gerando fotografias, performances, vídeos, instalações, além de objetos. Para “Ocupadas”, Christina criou a instalação “Afeto”. A partir de 30 falos construídos com argila para uma performance apresentada no Sesc 24 de Maio (São Paulo-SP) no começo deste ano, em que faz menção ao caso de estupro coletivo praticado por 30 homens no Rio de Janeiro em 2016, a artista deu vida ao objeto que remete a um feto humano. O vídeo da performance realizada em São Paulo, onde Christina caminha em cima dos 30 falos, também estará na exposição.</p>
<p><strong>IRMA BROWN</strong><br />
Irma Brown (Recife, 1980) é artista visual e atriz. Está à frente da Maumau Galeria, no bairro do Espinheiro (Recife), espaço cultural independente que há mais de 10 anos realiza exposições, festas, oficinas, shows e outras atividades culturais. No Ocupe Chris, a artista construiu diversas peças que se assemelham a bocas e línguas, e evocam o constante processo de “devorar” e regurgitar, a fala, o “nó na garganta”, e tantas outros processos que passam pela boca.</p>
<p><strong>LAURA MELO</strong><br />
Laura Melo (Recife, 1986) atua como artista desde 2006, quando participou do antigo SPA das Artes. Durante o Ocupe Chris, Laura desenvolveu um “registro constante” dos feminicídios ocorridos no país, construindo 27 peças de barro (quantidade de estados do Brasil, contando com o Distrito Federal) durante todos os oito meses de vivência, registrando pelo menos um feminicídio ocorrido em cada estado em um objetos de cerâmica, em que escreve o número do estado e o mês</p>
<p><strong>LIA LETÍCIA</strong><br />
Lia Letícia nasceu em Porto Alegre, em 1975, mas tem Recife como morada e local de trabalho há mais de 20 anos, flertando com as artes visuais e o cinema desde que integrou o coletivo Molusco Lama, no final dos anos 1990. Para a exposição, Lia preparou uma instalação com obras feitas de barro e alumínio em que questiona os desastres ecológicos e sociais causados pela interferência da empresa Vale do Rio Doce nas cidades de Mariana e Brumadinho (MG).</p>
<p><strong>MÚSICA</strong><br />
A convite do Ocupe Chris, os músicos Vicente Machado e Chiquinho Moreira, ambos integrantes da banda Mombojó (PE), acompanharam o processo de criação das artistas e compuseram peças musicais inspiradas pela paisagem sonora do ateliê, misturando tanto o som de objetos comuns utilizados na produção das artistas, quanto outros sons de instrumentos musicais tradicionais. Como parte de uma das ativações da mostra, os dois artistas também farão uma apresentação ao vivo, com data a ser divulgada.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Abertura da exposição “Ocupadas”<br />
Artistas: Alice Vinagre, Ana Flávia Mendonça, Ana Lisboa, Christina Machado, Irma Brown, Laura Melo e Lia Letícia<br />
Data: 9/11 (sábado), das 16h20 às 21h<br />
Local: Ateliê das Águas Belas (R. Águas Belas, 53 &#8211; Madalena, Recife &#8211; PE)<br />
Visitação: até 14 de Dezembro | Quintas-feiras: 10h às 17h e Sábados: 14h às 19h<br />
Agendamento/informações: ocupechris@gmail.com ou através de mensagem nas páginas do <a href="https://www.facebook.com/ocupechris/" target="_blank"><strong>Facebook</strong></a> ou <a href="https://www.instagram.com/ocupechris/" target="_blank"><strong>Instagram</strong></a></p>
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		<title>Território indígena Fulni-ô recebe sessão de cinema neste sábado (12)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/territorio-indigena-fulni-o-recebe-sessao-de-cinema-neste-sabado-12/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Jan 2019 20:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[águas belas]]></category>
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		<category><![CDATA[fulni-ô]]></category>
		<category><![CDATA[Lia Letícia]]></category>

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		<description><![CDATA[O território indígena Fulni-ô, no município de Águas Belas, agreste do Estado, recebe neste sábado (12), uma sessão de cinema gratuita. O evento marca a estreia do novo curta-metragem da diretora e artista visual Lia Letícia, que contou com o incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura. O curta &#8220;THYNIA&#8221;, que surgiu a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O território indígena Fulni-ô, no município de Águas Belas, agreste do Estado, recebe neste sábado (12), uma sessão de cinema gratuita. O evento marca a estreia do novo curta-metragem da diretora e artista visual Lia Letícia, que contou com o incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura.</p>
<div id="attachment_66078" aria-labelledby="figcaption_attachment_66078" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Frame Thynia</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/thynia2.jpg"><img class="size-medium wp-image-66078" alt="Frame Thynia" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/thynia2-607x396.jpg" width="607" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">Thynia é o novo curta-metragem de Lia Letícia</p></div>
<p>O curta &#8220;THYNIA&#8221;, que surgiu a partir de uma residência artística de Lia em Berlim (Alemanha), <em>&#8220;é uma alegoria sobre o imaginário de colonizados e colonizadores e está fundamentado na ideia de que a tensão entre uma narrativa visual e uma narrativa sonora pode gerar um novo significado, um novo sentindo para uma determinada imagem&#8221;</em>, explica a realizadora no material de apresentação do filme.</p>
<p>Durante a residência na Alemanha, Lia encontrou dois álbuns de fotografias em um “mercado de pulgas”. O álbum registra três décadas de aniversários, viagens e festas ocorridas entre 1960 e 1990 de uma mulher chamada Inge. A partir dos álbuns, a diretora criou uma narrativa na qual Inge e seus compatriotas terminam por ilustrar textos de cronistas alemães que viajaram para o Brasil entre os séculos XVI e XVIII – Hans Staden, Johan Baptist von Spix e Karl Friedrich Philip von Martius. Tudo narrado por uma voz <em>off</em> na língua indígena do povo Fulni-ô/PE, o yathee.</p>
<div id="attachment_66075" aria-labelledby="figcaption_attachment_66075" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/MARIAPASTORATHINYA_GRAVAÇÃO.jpg"><img class="size-medium wp-image-66075" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/MARIAPASTORATHINYA_GRAVAÇÃO-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A indígena Maria Pastora em gravação para o filme</p></div>
<p>A obra foi filmada em Olinda e em Águas Belas, e recebeu a colaboração de vários profissionais, como a do antropólogo indígena Wilke Torres, que revisou a tradução para o yathee e mediou o contato com o Coletivo de Cinema Fulni-ô, parceiro e parte da equipe do filme. Toda a parte sonora foi gravada no Território Indígena, incluindo a narração em yathee, feita por Maria Pastora, que empresta seu nome indígena ao filme.</p>
<p>O desenvolvimento do projeto contemplou ainda momentos para troca de experiências como conversas sobre produção cultural, linguagem cinematográfica, além da exibição de filmes, entre membros do Coletivo de Cinema Fulni-ô, a produtora executiva e consultora de roteiro do curta-metragem, Clarice Hoffmann, e a diretora.</p>
<div id="attachment_66077" aria-labelledby="figcaption_attachment_66077" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Frame Thynia</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/thynia1.jpg"><img class="size-medium wp-image-66077" alt="Frame Thynia " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/thynia1-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Thynia recebeu incentivo do 10º edital do Funcultura Audiovisual</p></div>
<p>Agregando recentes produções audiovisuais desenvolvidas por cineastas indígenas, a sessão deste sábado contempla ainda a exibição dos curtas<br />
<strong> &#8221;Tempo Circular&#8221;</strong>, de Graci Guarani, e <strong>&#8220;Tedyasese&#8221;</strong>, de Elves Ferreira.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>SERVIÇO</strong></span><br />
<strong>Estreia do curta THYNIA, de Lia Letícia</strong><br />
Praça do Território Fulni-ô, em Águas Belas &#8211; PE<br />
Sábado, 12 de janeiro, a partir das 18h<br />
Sessão com participação da diretora, da equipe de Águas Belas e parte da equipe Olinda<br />
+ Exibição dos curtas &#8220;Tempo Circular&#8221;, de Graci Guarani e &#8220;Tedyasese&#8221;, de Elves Ferreira</p>
<p><strong>SAIBA MAIS SOBRE A REALIZADORA</strong></p>
<p>Lia Letícia é natural de Viamão/RS, iniciou a carreira com cenografia em teatro e escola de samba. No final da década de 90 muda-se para Olinda/PE e explora a pintura em diversos suportes, inclusive o audiovisual. Surgem as primeiras investigações em videoarte e filmes experimentais. Além de escrever e dirigir seus próprios filmes, trabalha como diretora de arte. Seus trabalhos transitam entre festivais de cinema e exposições de arte. Coordena o Cinecão, mostra de artes híbridas e é educadora em projetos de experimentação audiovisual, como a Escola Engenho. Vive em Recife.</p>
<p>Em sua filmografia, temos SHHH! &#8211; Vídeoarte (Recife/2004), Cotidiano do Ovo de Codorna &#8211; Videoarte (POA/2007), De Todos os Lugares, o Mundo &#8211; Videoarte (2009), Vendo Meu Voto: Tratar Aqui – Videoarte (2010), Orwo Foma &#8211; Curta (Recife/Rio de Janeiro/2013), Encantada &#8211; Curta (Ilha de Itamaracá/2014), Desculpe Atrapalhar o Silêncio de sua Viagem &#8211; Vídeoarte (2015), Golpista Desde Sempre &#8211; Videoarte (2016), Terra Não Dita, Mar Não Visto &#8211; Curta (Recife/2017), Thinya &#8211; Curta (Olinda/Águas Belas/2019).</p>
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		<title>Jonathas de Andrade lança &#8216;Ressaca Tropical&#8217; no Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/jonathas-de-andrade-lanca-ressaca-tropical-no-recife/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 May 2017 14:04:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[cinecão]]></category>
		<category><![CDATA[Lia Letícia]]></category>
		<category><![CDATA[Luciana Freire D’Anunciação]]></category>
		<category><![CDATA[ressaca tropical]]></category>

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		<description><![CDATA[Promovendo encontros entre as diversas linguagens da arte e dando visibilidade aos artistas independentes, o Cinecão de maio tem como atrações especiais nesta quinta-feira (25) o artista Jonathas de Andrade e os participantes do laboratório de performance &#8220;Do Corpo ao Espaço&#8221;, facilitado por Luciana Freire D&#8217;Anunicação, na Galeria Mau Mau. Nascido em Maceió, mas morando [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Promovendo encontros entre as diversas linguagens da arte e dando visibilidade aos artistas independentes, o <strong>Cinecão</strong> de maio tem como atrações especiais nesta quinta-feira (25) o artista Jonathas de Andrade e os participantes do laboratório de performance &#8220;Do Corpo ao Espaço&#8221;, facilitado por Luciana Freire D&#8217;Anunicação, na Galeria Mau Mau.</p>
<div id="attachment_49163" aria-labelledby="figcaption_attachment_49163" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/RessacaTropicalLivro_jonathasdeandrade3.jpg"><img class="size-medium wp-image-49163" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/RessacaTropicalLivro_jonathasdeandrade3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Publicação surgiu de um diário pessoal encontrado e conta com imagens da vida no Recife na década de 1970</p></div>
<p>Nascido em Maceió, mas morando no Recife há cerca de 15 anos, Jonathas vai apresentar ao público dois de seus mais recentes trabalhos: o livro <strong>Ressaca Tropical</strong> (Ubu Editora, 2016) e o filme <strong>O Peixe</strong>, que foi muito bem recebido em sua estreia na Bienal de São Paulo do ano passado. Ambos os projetos foram realizados com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura.</p>
<p><em>Ressaca Tropical</em> foi considerado pela Revista Zum, do Instituto Moreira Salles, um dos dez melhores livros de fotografia publicados em 2016. Antes mesmo de virar livro, o projeto nasceu como uma fotoinstalação, composta por 240 peças apresentadas em conjunto com fragmentos de um diário, na Bienal do Mercosul, em 2009. O diário anônimo, encontrado no lixo em 2003, relata as aventuras de um jovem entre 1973 e 1977, e é intercalado por fotografias das coleções de Alcir Lacerda, da Fundação Joaquim Nabuco, Geraldo Delmas e do próprio artista. “Eu acho que o <i>Ressaca Tropical</i> sempre teve uma vocação para livro. Desde que pensei o projeto como uma exposição, ainda reunindo os vários acervos e tentando costurar isso com o diário encontrado no lixo, pensei que funcionava muito naturalmente como uma diagramação. A própria instalação funciona como uma linha do tempo, com os escritos dispostos em linha reta, as 140 folhas que são 140 dias, e as fotografias se articulando em vários tamanhos. É um processo muito natural ver este projeto virar livro, e que eu desejei desde 2009, então eu fico muito feliz de ver isso sendo realizado agora”, avalia Jonathas.</p>
<div id="attachment_49164" aria-labelledby="figcaption_attachment_49164" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Still/O Peixe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/cópia-de-OPeixe_jonathasdeandrade3.jpg"><img class="size-medium wp-image-49164" alt="Still/O Peixe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/cópia-de-OPeixe_jonathasdeandrade3-607x367.jpg" width="607" height="367" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;O Peixe&#8217; já foi exibido em mostras internacionais de arte</p></div>
<p>Filmado em 16mm, “O Peixe”, nasceu em 2016, em uma parceria de Jonathas com a produtora Desvia. A obra transita entre realidade e ficção, na qual o artista propõe um ritual fictício em que homens abraçam suas presas, acompanhando-as na passagem para a morte. “O filme fala um pouco da relação do povo com a ancestralidade e com a tradição, mas também sobre a relação entre a dominação, o alimento, a natureza, e sobre como isso é naturalizado mas também bastante violento”, explica Jonathas. “Para mim, fazer uma exibição desse filme no mesmo dia em que lanço o <i>Ressaca</i> <i>Tropical </i>é um grande prazer. São dois projetos que eu acho que conversam de uma maneira interessante sobre o nordeste. É uma felicidade enorme mostrar <i>O Peixe</i> e o <i>Ressaca Tropical</i> em Recife”, conclui o artista.</p>
<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/213283861" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><a href="https://vimeo.com/213283861">o peixe (fragmento) | the fish (excerpt)</a> from <a href="https://vimeo.com/user5324179">jonathas de andrade</a> on <a href="https://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p><strong>Performances</strong><br />
Do doméstico ao espetacular, da experiência pessoal ao imaginário ancestral, do ato político ao universo fantástico, os participantes do laboratório de performance vão apresentar durante o Cinecão o resultado de seus processos ao longo das últimas quatro semanas de investigação. Cada um, seguindo seus desejos artísticos particulares,vai fazer uso de ações, gestos e materiais para criar relações com seus respectivos espaços instalativos e com o público presente. O laboratório foi orientado pela performer Luciana Freire D’Anunciação, que tem desenvolvido projetos interdisciplinares com a dança, teatro, vídeo, som, instalação e fotografia.</p>
<div id="attachment_49166" aria-labelledby="figcaption_attachment_49166" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Loraine-Oliveira1.jpg"><img class="size-medium wp-image-49166" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Loraine-Oliveira1-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Performance de Loraine Oliveira</p></div>
<p>Sob a coordenação da artista Lia Letícia, a programação na Galeria Mau Mau conta ainda com a ambientação sonora de Simone Jubert e haverá venda de bebidas. A entrada é gratuita.</p>
<p><strong>SERVIÇO<br />
Cinecão de maio</strong><br />
Data: Quinta-feira, 25/5<br />
A partir das 19h<br />
Local: Galeria Mau Mau (R. Nicarágua, 173 &#8211; Espinheiro, Recife)</p>
<p><strong>Confira alguns trechos do diário reproduzido em Ressaca Tropical:</strong></p>
<p><em>Recife 17/10/77 2a feira</em><br />
Encontrado dormindo dentro da Chevrolet pelo inspetor Elentino* &#8211; 03:45 horas da manhã.   Departamento médico da CELPE – sinusite.</p>
<p><em>Recife 18/10/77 3a feira</em><br />
Pela primeira vez fui hoje ao teatro – TAP – foram duas peças interessantes – “Do tamanho do outro” e “A ceia dos cardeais”.</p>
<p><em>Recife 19/10/77 4a feira</em><br />
Continuando apos a peça teatral fui a casa de Enéas, onde jantei e ouvimos musicas. Depois fui para casa&#8230; passei no Hollyday para lanchar e encontrei três garotas numa “bronca” das maiores. Maria Luisa, Dulcineide e uma outra amiga. Levei-as para casa e finalmente terminei durmindo* com Maria Luisa&#8230; quando saí as 09:00 da manhã. A tarde fui a CEP-penhores* Recife, depois fomos dar um passeio pelo Recife para lembrar os velhos tempos&#8230; quando voltamos fomos ao cinema Ritz.</p>
<p><em>Recife 24/10/77 3a feira</em><br />
Conheci Marlene no Parque 13 de maio.</p>
<p><em>Recife 02/10/77 Domingo</em><br />
Encontrei com Fernando no Costa Brava, tomei um pudim, depois ele deu-me uma carona até o Pina. Fui ao Expressinho onde encontrei Sonia. Dançamos depois fomos no Chapéu de Couro logo após fomos para um quarto no Pina. Chegamos a fazer amor por duas vezes.</p>
<p><em>Recife 13/10/77 quarta feira</em><br />
Finalmente depois de esperar 23 longos anos o Corintians é campeão paulista.  Encontrei com Marlene K. fomos a “Moenda”, tomamos cerveja e de lá saímos as 00:30 hrs. Fomos até sua casa e curtimos uma madrugada de amor.</p>
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		<title>Kapinawás ressignificam a cultura ancestral através do design</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2017 13:33:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
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		<category><![CDATA[Povos tradicionais e populações rurais]]></category>
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		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
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		<description><![CDATA[O povo indígena Kapinawá, cujo atual território fica localizado no sertão pernambucano, próximo ao município de Buíque, viveu nos últimos dias uma experiência de resgate dos símbolos e de sua cultura ancestral através da arte. Entre os dias 30 de janeiro e 4 de fevereiro, a designer Zzui Ferreira e a artista visual Lia Letícia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_45059" aria-labelledby="figcaption_attachment_45059" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Lia-Leticia-apresenta-estamparia.jpg"><img class="size-medium wp-image-45059" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Lia-Leticia-apresenta-estamparia-607x340.jpg" width="607" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">o objetivo deste trabalho é desenvolver, num processo colaborativo junto aos Kapinawás, uma série de estampas têxtis inspiradas na etnia</p></div>
<p>O povo indígena Kapinawá, cujo atual território fica localizado no sertão pernambucano, próximo ao município de Buíque, viveu nos últimos dias uma experiência de resgate dos símbolos e de sua cultura ancestral através da arte. Entre os dias 30 de janeiro e 4 de fevereiro, a designer Zzui Ferreira e a artista visual Lia Letícia estiveram na aldeia Mina Grande para oferecer uma oficina de estamparia manual, atividade da segunda parte do projeto <strong>Ocupação, Estamparia e Grafismos Kapinawá </strong>que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<p>De acordo com Zzui Ferreira, idealizadora do projeto, o objetivo deste trabalho é desenvolver, num processo colaborativo junto aos Kapinawás, uma série de estampas têxtis inspiradas na etnia local em diálogo com os símbolos ancestrais deste povo. <em>“Em todas as atividades nós ouvimos e orientamos os participantes com o propósito de colocarmos eles em contato <i>com as pinturas e gravuras rupestres da região, através de uma reapropriação dessa identidade</i>. Decidimos fazer tudo juntos, dentro de um conceito chamado de Design Social, que basicamente é trabalhar com comunidades tradicionais”,</em> explica. Ainda segundo ela, a escolha dos Kapinawás se deu pela presença dos sítios rupestres que existem no entorno das aldeias e por manterem a tradição de se aplicarem pinturas corporais em rituais e encontros.</p>
<div id="attachment_45057" aria-labelledby="figcaption_attachment_45057" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Desenvolvendo-simbolos.jpg"><img class="size-medium wp-image-45057" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Desenvolvendo-simbolos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">De acordo com a artista visual Lia Letícia, sua oficina foi basicamente sobre o conhecimento em torno da pintura</p></div>
<p>A artista visual Lia Letícia, que tem 20 anos de experiência em pintura e estamparia, conta que a sua oficina foi basicamente sobre o conhecimento em torno da pintura. <em>“Exploramos o universo da cor, do espaço, das linhas e da composição e trabalhamos em diversos suportes têxteis, desde o algodão até a lona. Tudo utilizando a construção gráfica e simbólica que eles vinham adquirindo e criando. Além disso, compartilhei uma técnica de serigrafia caseira, e que pode ser aplicada com baixo impacto de químicos”.</em></p>
<p>Lia Letícia conta também que se impressionou com o grau de coletividade do povo Kapinawá. <em>“Para mim, que sou educadora, sentir esse impacto real, sem firulas, é incrível. Principalmente no momento atual em que a arte está sendo banida do currículo das escolas. Eram pra ser 20 pessoas, acabou que na oficina tivemos 23 participantes, entre adultos, adolescentes e crianças, um auxiliando o outro. Algo muito bonito de se ver, principalmente pra quem vive na cidade onde essa união e companheirismo são tão raros”,</em> conta. <em>“Outro momento emocionante foi quando uma das lideranças da comunidade falou ‘que de agora em diante eles não precisariam mais mandar pra gráfica da cidade as suas camisetas, porque eles mesmos iriam imprimir’”,</em> revela a artista.</p>
<div id="attachment_45058" aria-labelledby="figcaption_attachment_45058" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Estampando.jpg"><img class="size-medium wp-image-45058" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Estampando-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As aulas exploraram o universo da cor, do espaço, das linhas e da composição em diversos suportes têxteis, desde o algodão até a lona</p></div>
<p>A terceira e última etapa do projeto será uma mostra expositiva do conjunto de símbolos criados pelos indígenas, com curadoria de Zzui Ferreira. <em>“A gente está numa perspectiva de realizar esta exposição entre abril e junho deste ano, mas depende muito deles. Precisamos ainda conversar com os Kapinawás pra saber como eles querem expor estes trabalhos. Além disso, essa última fase é mais demorada porque eu vou fazer outra imersão para finalizar todas as estampas produzidas”,</em> explica a designer, ressaltando que algumas informações relacionadas ao projeto estão <a href="http://culturadigital.br/ocupakapinawa/" target="_blank">disponíveis na internet.</a> A equipe conta ainda com a produção executiva de Daniela Azevedo.</p>
<div id="attachment_45060" aria-labelledby="figcaption_attachment_45060" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Visita-a-caverna-que-abriga-Sitio-Furna-dos-Letreiros.jpg"><img class="size-medium wp-image-45060" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Visita-a-caverna-que-abriga-Sitio-Furna-dos-Letreiros-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Nos dias 16 a 20 de janeiro o grupo realizou visitas a vários sítios rupestres da região</p></div>
<p>Antes das oficinas, foi realizado o primeiro contato com o povo indígena, uma imersão aos sítios arqueológicos que ocorreu durante os dias 16 a 20 de janeiro. <em>“Tivemos na ocasião o auxílio de um profissional da arqueologia e escolhemos, em conjunto com os participantes, alguns sítios próximos às aldeias para visitarmos. A imersão durou quatro dias, um destinado à roda de conversa para combinar com eles como seria as visitas, e os outros três para os trilhas. A pesquisa gráfica foi muito importante para ficarmos mais entrosados e, assim, pudemos identificar símbolos ancestrais, como rodas e círculos, aos quais vinculamos muitos hábitos que eles ainda mantêm até hoje, como os movimentos circulares tão presentes no Toré, por exemplo”.</em></p>
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		<title>FestCine inscreve para oficinas sobre videoarte e representação da mulher no cinema</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2016 17:38:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[carol almeida]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[festcine]]></category>
		<category><![CDATA[Lia Letícia]]></category>
		<category><![CDATA[São Luiz]]></category>
		<category><![CDATA[videoarte]]></category>

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		<description><![CDATA[O 18º Festival de Curtas de Pernambuco &#8211; FestCine, promovido pelo Sistema Secult-PE/Fundarpe em parceria com a Prefeitura do Recife, está com inscrições abertas para duas oficinas gratuitas. Com a proposta de gerar reflexões sobre a cinematografia de diretoras e questionar padrões como o da mulher-musa e da mulher-coadjuvante no audiovisual, a jornalista e pesquisadora [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>18º Festival de Curtas de Pernambuco &#8211; FestCine</strong>, promovido pelo Sistema Secult-PE/Fundarpe em parceria com a Prefeitura do Recife, está com inscrições abertas para duas oficinas gratuitas.</p>
<div id="attachment_41460" aria-labelledby="figcaption_attachment_41460" class="wp-caption img-width-345 alignright" style="width: 345px"><p class="wp-image-credit alignleft">divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/cartaz-festcine.jpg"><img class="size-medium wp-image-41460" alt="divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/cartaz-festcine-345x486.jpg" width="345" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Identidade visual do FestCine 2016</p></div>
<p>Com a proposta de gerar reflexões sobre a cinematografia de diretoras e questionar padrões como o da mulher-musa e da mulher-coadjuvante no audiovisual, a jornalista e pesquisadora Carol Almeida vai facilitar a oficina <strong><em>Para além do teste Bechdel: representação da mulher no cinema</em></strong>. Já a cineasta e educadora Lia Letícia vai orientar o minicurso <em><strong>Videoarte em ação</strong></em>, exibindo e discutindo obras de diversos artistas do gênero, contemplando vertentes como performance, intervenção urbana, videopoesia e videoinstalação.</p>
<p>De acordo com Milena Evangelista, coordenadora do festival, &#8220;as duas atividades formativas desta edição dialogam com questões que &#8211; inclusive para a política pública do audiovisual -, são urgentes, como a promoção da visibilidade e o incentivo ao protagonismo das mulheres no fazer cinematográfico&#8221;. Além disso, &#8220;a ideia é estimular ainda a diversidade de narrativas, estéticas e a experimentação no audiovisual, até porque o FestCine é o único em Pernambuco com uma categoria específica voltada para obras de Videoarte/Experimental em mostra competitiva&#8221;, complementa.</p>
<p>As inscrições devem ser feitas exclusivamente online, até o dia 10 de novembro, pelo envio de informações para e-mail: festcinepe@gmail.com. No título das mensagens, os interessados devem colocar “inscrição + nome da oficina”. No corpo do e-mail, precisam constar nome completo, idade, contatos (telefone e e-mail) e uma carta de intenção com até 10 linhas sobre a participação nas oficinas.</p>
<p><strong>Sobre o festival</strong></p>
<p>Marca da atual política para o fomento e difusão do nosso cinema, o FestCine 2016 vai acontecer entre os dias 28 de novembro e 3 de dezembro. &#8220;Em mais esta edição, estamos reforçando o caráter de formação que o festival já vem exercendo ao longo de sua trajetória, além de garantir a exibição de obras realizadas por estudantes de faculdades e cursos técnicos na área&#8221;, comemora o Secretário Estadual de Cultura Marcelino Granja.</p>
<p>Realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secult-PE e da Fundarpe, em parceria com a Secretaria de Cultura e a Fundação de Cultura da Cidade do Recife, o festival vai ganhar novamente a tela do templo do audiovisual pernambucano, o Cinema São Luiz. Já as oficinas acontecerão no Espaço Pasárgada, também no bairro da Boa Vista. &#8220;É uma alegria podermos contar com equipamentos públicos estaduais a serviço da difusão do nosso cinema e de reflexões sobre toda a cadeia produtiva do audiovisual &#8220;, comenta Márcia Souto, Presidente da Fundarpe.</p>
<p><strong>Saiba mais sobre as oficinas do 18º FestCine:</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Para além do teste Bechdel: representação da mulher no cinema</strong></span></p>
<p>A partir de conceitos-chave da teoria fílmica feminista, que atravessa pensadoras desde Laura Mulvey, Teresa de Lauretis e Bell Hooks até teorias mais recentes sobre cinema <em>queer</em>, a oficina pretende dar um panorama de como a presença da mulher no cinema tem sido lida não apenas por uma cinefilia historicamente machista, mas pelo próprio pensamento feminista. Além do conteúdo teórico, a oficina pretende apontar para uma cinematografia de diretoras mulheres que potencializam esse debate. Trata-se mais de indicar por que devemos olhar melhor para essa outra cinematografia, que quebra com o padrão da mulher-musa, a mulher-passiva, a mulher-coadjuvante, com exibição de trechos de filmes que tensionem e problematizem a ideia de feminismo no audiovisual. Entre as diretoras debatidas, estarão Chantal Akerman, Agnès Varda, Margarethe Von Trotta, Dee Rees, Anna Muylaert e Naomi Kawase. Haverá, portanto, uma introdução ao cenário atual, no Brasil e no mundo, sobre como as mulheres são representadas no cinema, demonstrações de como as diretoras em questão tentam subverter esse olhar.</p>
<div id="attachment_41461" aria-labelledby="figcaption_attachment_41461" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/carol-almeida.jpg"><img class="size-medium wp-image-41461" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/carol-almeida-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Carol Almeida é jornalista cultural e crítica de cinema</p></div>
<p><em>Ministrante:</em> Carol Almeida &#8211; Jornalista cultural, crítica de cinema e atualmente aluna doutoranda do programa de pós-graduação em Comunicação na Universidade Federal de Pernambuco com foco na relação Cinema e Cidades. Publica no site <a href="http://www.foradequadro.com" target="_blank">www.foradequadro.com</a>, escreve esporadicamente sobre cinema para diversos meios de comunicação do Brasil e faz parte do coletivo Quebrando Vidraças &#8211; Desconstruindo o Machismo no Audiovisual Pernambucano.</p>
<p>Público-alvo: Pessoas interessadas na linguagem cinematográfica e em questões feministas.<br />
Faixa etária: A partir de 18 anos.<br />
De 30/11 a 2/12, das 8h às 12h<br />
Local: Espaço Pasárgada (Rua da União, 236)<br />
Quantidade: 25</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Videoarte em ação</strong></span></p>
<p>Através da exibição e discussão de obras de diversos artistas a oficina investiga aspectos da vídeoarte, em suas diversas vertentes como performance, intervenção urbana, videopoesia, videoinstalação, bem como busca diálogo com os jovens através de suas experiências com novas tecnologias. A oficina aborda as discussões acerca da inserção do audiovisual na arte desde as experimentações técnicas do início do século XX, passando pelas intervenções da contracultura e do cinema experimental até a atual sociedade digitalizada. O cinema, arte surgida há pouco mais de um século, estabeleceu-se primordial e dominantemente como uma arte de contar histórias. No entanto, ao longo do seu desenvolvimento o cinema seguiu em várias outras direções, bem distantes das narrativas, estreitando laços, por exemplo, com a linguagem plástica e sonora. Já vislumbradas pelas vanguardas artísticas históricas como o Futurismo, o Dadaísmo e mesmo o cineasta Melliés, estas investigações resultaram no cinema experimental de pioneiros como Maya Deren e Stan Brakhage, que testaram os limites do audiovisual introduzindo elementos advindos de outras linguagens artísticas. Experiências limítrofes entre artes visuais e cinema foram o estopim do que chama-se videoarte, linguagem desenvolvida por artistas desde os anos 60. A potência do vídeo trouxe novas técnicas e procedimentos, inspirando o cinema contemporâneo e sendo incorporado por ele.</p>
<div id="attachment_41462" aria-labelledby="figcaption_attachment_41462" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ericson Silva</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/lia-leticia.jpg"><img class="size-medium wp-image-41462" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/lia-leticia-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">A cineasta e educadora Lia Letícia</p></div>
<p><em>Ministrante:</em> Lia Letícia &#8211; Em Porto Alegre, trabalhou com cenografia para teatro e escola de samba. Muda-se para Olinda e explora a pintura em diversos suportes, como murais e tecido. Vai morar na casa Molusco Lama, onde participa de exposições coletivas e suas primeiras individuais. Atua em performance e inicia criação em vídeos e filmes. Além de escrever e dirigir seus próprios filmes, trabalha como diretora de arte. É educadora no projeto de experimentação audiovisual Escola Engenho e no Tardes de Quintal. Também coordena o Cinecão, além de projetos independentes de arte na Maumau|Recife.</p>
<p>Público-alvo: Estudantes de artes visuais, cinema, dança, músicos e artistas em geral interessados em linguagens híbridas.<br />
Faixa etária: A partir de 18 anos<br />
De 28/11 a 02/12, das 14h às 17h<br />
Local: Espaço Pasárgada (Rua da União, 236)<br />
Quantidade: 15</p>
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