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	<title>Portal Cultura PE &#187; Limbo</title>
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		<title>NO TEXAS promove conexões artísticas no Centro do Recife</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Sep 2017 19:08:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A música independente pernambucana ganha espaço nesta quinta-feira (14) com mais uma edição do NO TEXAS, projeto que acontece no centro do Recife e tem a missão de promover, divulgar e incentivar as novidades da cena local. A apresentação desta vez ficará por conta da banda experimental Rua, que fará o show no terceiro andar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_53554" aria-labelledby="figcaption_attachment_53554" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Rua-no-sofа-por-Flora-Pimentel.jpg"><img class="size-medium wp-image-53554 " alt="Flora Pimentel/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Rua-no-sofа-por-Flora-Pimentel-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Rua apresentará durante o show as músicas dos discos Limbo (2014) e Do Absurdo (2011).</p></div>
<p>A música independente pernambucana ganha espaço nesta quinta-feira (14) com mais uma edição do <strong>NO TEXAS</strong>, projeto que acontece no centro do Recife e tem a missão de promover, divulgar e incentivar as novidades da cena local. A apresentação desta vez ficará por conta da banda experimental Rua, que fará o show no terceiro andar do Edf. Texas, localizado no Largo de Santa Cruz. Os ingressos podem ser retirados gratuitamente, duas horas antes da apresentação, marcada para começar às 21h. Serão disponibilizadas 50 entradas.</p>
<p>Quem não conseguir ingressos, poderá conferir o show por meio de uma projeção ao vivo no Pátio de Santa Cruz e na internet (através do Facebook do Edf. Texas). A conexão entre as linguagens música e audiovisual que o <strong>NO TEXAS</strong> promove vai além. Cada noite é documentada e alguns programas já estão no<strong> <a href="https://www.youtube.com/channel/UCbNCZ1GMe79OsBQKcmx2w6g" target="_blank">Youtube</a>,</strong> como forma de deixar registros de contatos íntimos entre os grupos e o público que por ali passam. Cada apresentação resulta ainda num EP e num programa para internet com entrevistas e registro do show disponíveis no<strong><a href="https://soundcloud.com/edf-texas-163/" target="_blank"> Soundclound.</a></strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/U0OqT5SelJw" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Formada por Nelson Brederode (Cavaco), Hugo Medeiros (Bateria), Caio Lima (Voz) e Yuri Pimentel (Contrabaixo), a Rua apresenta <strong>NO TEXAS</strong> as faixas dos discos Limbo (2014) e Do Absurdo (2011). O grupo surgiu em 2009 entre amigos do curso de música da Universidade Federal de Pernambuco que tinham em comum a intensa investigação sobre formas de composição e o interesse pela criação artística.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/9ssjw_l4dhQ" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>De acordo com Pedro Escobar, um dos idealizadores do <strong>NO TEXAS</strong>, circulam em cada edição aproximadamente duas mil pessoas no entorno do espaço.<em> “Como temos uma limitação no terceiro andar, a gente faz também a projeção por streaming, através do nosso <a href="https://www.facebook.com/Texascafebar/" target="_blank">Facebook</a>, e na rua, em pleno Pátio de Santa Cruz. E essa é a parte mais legal porque engloba todos os bares do entorno que estão ali, tem também as pessoas que estão passando e decidem ficar e o público na internet”,</em> explica Pedro Escobar.</p>
<p>O projeto conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, e seis bandas integram a programação iniciada em julho deste ano. Já passaram pelo palco a cantora Aninha Martins, o Projeto Sal, Juliano Holanda e a banda Desalma. Após o show da Rua, o <strong>NO TEXAS</strong> encerra com o grupo Bongar, no dia 28 setembro.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/v1KowFnXXmg" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><em>“A gente sempre teve a ideia do Edf. Texas ser um espaço cultural, mas que também fosse um produtor de conteúdo e ligado aos conceitos de arte, formação e jornalismo. Eu, por exemplo, já vinha trabalhando com música e audiovisual, sempre fiz clipes e registros de shows, e naturalmente a equipe do Texas como um todo foi sentindo a necessidade de ter um projeto como esse, já que tínhamos experiência, material e equipamento próprio”</em>, revela Pedro Escobar, sobre como surgiu o projeto. <em>“Outra coisa foi viabilizar isso através do Funcultura. Já tínhamos pilotos, c<strong><a href="bit.ly/notexas00" target="_blank">omo o que fizemos em parceria com a banda Cosmo Grão</a></strong>, mas neste formato só foi possível com os recursos do Fundo, e através dele pudemos trabalhar de uma forma mais profissional com outras linguagens, como a fotografia e o audiovisual”,</em> pontua ele.</p>
<p>O produtor conta que a equipe segue planejando como será a próxima temporada do <strong>NO TEXAS</strong>. <em>&#8220;Só precisamos ver como viabilizar financeiramente da forma que conseguimos desta vez. Vamos pensar em outros caminhos, tanto pelo privado como pelos editais, além das parcerias que seguem.</em> <em>Temos também uma proposta de ter um programa de televisão, e já estamos conversando com a TVU sobre essa possibilidade”.</em></p>
<div id="attachment_53553" aria-labelledby="figcaption_attachment_53553" class="wp-caption img-width-486 aligncenter" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Pedro-Escobar-.jpg"><img class="size-medium wp-image-53553 " alt="Pedro-Escobar-" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Pedro-Escobar--486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Edf. Texas celebra em dezembro três anos de história voltada à produção artística alternativa do Recife</p></div>
<p>Quem tiver uma banda, projeto artístico ou de formação e queira entrar em contato para enviar uma proposta deve fazer isso através do <a href="https://www.facebook.com/Texascafebar/" target="_blank">Facebook</a> do espaço. <em>&#8220;A casa está sempre aberta para os artistas e pra gente trocar ideias. O Texas fará três anos de atividade agora em dezembro, e o pátio se tornou um espaço cultural de uma cena totalmente livre e espontânea. As pessoas já têm essa referência. De repente a gente se tornou um escape num momento que se precisava de um lugar, mas foi uma coisa completamente natural, não pensada. Há um avanço e isso deve ser reconhecido, mas o mais importante foram as relações que construímos. Hoje a gente só se sustenta graças às parcerias em todos os setores, como fotografia, artes cênicas, vídeos e música. O maior legado é essa forma de fazer que buscamos ter sempre em mente”,</em> detalha Pedro Escobar.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<strong>NO TEXAS #05 – Rua</strong><br />
Quinta (14) | 21h<br />
Edf. Texas (Rua Rosário da Boa Vista, 163, Recife)<br />
Gratuito | Senhas 2h antes no local | Sujeito a lotação: 50 pessoas</p>
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		<title>Filipe Barros: “Limbo é o ponto de partida de uma viagem para dentro de si”</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/filipe-barros-limbo-e-o-ponto-de-partida-de-uma-viagem-para-dentro-de-si/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2014 19:26:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A seção Eu Indico desta semana traz o músico e compositor Filipe Barros para recomendar uma obra de outro artista pernambucano. Além do seu trabalho como guitarrista, compositor e vocalista à frente da Bande Dessinée – que está em estúdio gravando o seu segundo álbum, “Chanteclair” – Filipe já produziu o disco “Sem despedida”, do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/FILIPE-BARROS.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-15494" alt="Louise Vas/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/FILIPE-BARROS-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p>A seção <strong>Eu Indico</strong> desta semana traz o músico e compositor Filipe Barros para recomendar uma obra de outro artista pernambucano. Além do seu trabalho como guitarrista, compositor e vocalista à frente da <a href="http://www.bandedessinee.com.br/" target="_blank"><strong>Bande Dessinée</strong></a> – que está em estúdio gravando o seu segundo álbum, “Chanteclair” – Filipe já produziu o disco “Sem despedida”, do cantor Paes, e também faz parte da banda de Igor de Carvalho. Atualmente, ele também começa a preparar terreno para um novo projeto, que se chamará Barro.</p>
<p>Filipe indica “Limbo”, segundo álbum da banda <a href="https://soundcloud.com/ruadoabsurdo" target="_blank"><strong>Rua</strong></a>, lançado em agosto, com incentivo do Governo de Pernambuco, através do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/funcultura/" target="_blank"><strong>Funcultura</strong></a>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/BandaRua_Foto_BrenoCésar_-3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-12186" alt="Breno César/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/BandaRua_Foto_BrenoCésar_-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“<em>Tive a chance de ver o primeiro show da Rua no lançamento do disco Do Absurdo. Fiquei muito impressionado com a sonoridade que eles traziam, a instrumentação no palco, a concepção sonora e o cuidado e a devoção ao SOM. Essa primeira impressão da Rua não foi passageira, o novo disco, &#8220;Limbo&#8221;, só confirma que este é o código genético do grupo. Toda energia apresentada no 1º álbum, hoje parece ter mais força e raízes, depurando a sonoridade coletiva.</em></p>
<p><em>Limbo é um convite para um lugar, uma rua, uma avenida onde passa o caos, a calmaria, o absurdo. Sem medo de seguir o impulso criativo, a convicção criativa (por mais turva que ela possa ser), Limbo é o ponto de partida de uma viagem para dentro de si, um olhar sobre o mundo e sobre os nossos tempos contemporâneos e extemporâneos. No meio da torrente sonora, você vai poder ouvir a singularidade desses músicos que têm um refinamento nos seus instrumentos e maturidade de propor uma reinvenção de linguagem. Cavaquinhos lisérgicos, levadas de bateria que te carregam numa cavalgada tortuosa, o baixo que guia o sopro do grave, os sintetizadores, ruídos que te transportam para paisagens sombrias e cotidianas, a mixagem que te mostra espaços e texturas singulares e a voz que te instiga e afaga.</em></p>
<p><em>Nas letras da Rua, vem uma poesia fina, atual, simples, mas com convites para pensar a existência, os dias de hoje, nossa memória e desejos de futuro. Vamos para o Limbo, afinal foi de onde viemos, para onde iremos ou onde passaremos algumas horas nessa Rua</em>”.</p>
<p>Conheça um pouco de &#8220;Limbo&#8221;, segundo álbum da banda Rua.</p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/157055744&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/157027216&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Escute o novo CD da banda Rua &#8211; &#8220;Limbo&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/escute-o-novo-cd-da-nanda-rua-limbo/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Aug 2014 18:02:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A banda Rua lançou virtualmente seu segundo álbum &#8220;Limbo&#8221;, disponibilizando-o integralmente para download no site da banda: www.ruadoabsurdo.com.br. O lançamento do CD físico está marcado para outubro. O disco, captado por Diogo Guedes, mixado e masterizado por Bruno Giorgi, conta com as participações dos conterrâneos Jr. Black em &#8220;Ortopedia&#8221;, Glauco César Segundo em “Canto Quarto” e Lenine [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_12186" aria-labelledby="figcaption_attachment_12186" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Breno César</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/BandaRua_Foto_BrenoCésar_-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-12186 " alt="Breno César" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/BandaRua_Foto_BrenoCésar_-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Banda Rua foi formada em 2009 entre amigos do curso de música da universidade.</p></div>
<p>A banda Rua lançou virtualmente seu segundo álbum &#8220;Limbo&#8221;, disponibilizando-o integralmente para download no site da banda: <a href="http://www.ruadoabsurdo.com.br/" target="_blank"><strong>www.ruadoabsurdo.com.br</strong></a>. O lançamento do CD físico está marcado para outubro. O disco, captado por Diogo Guedes, mixado e masterizado por Bruno Giorgi, conta com as participações dos conterrâneos Jr. Black em &#8220;Ortopedia&#8221;, Glauco César Segundo em “Canto Quarto” e Lenine na condução vocal de “Caverna&#8221;. A Rua é formada por Nelson Brederode (Cavaco), Hugo Medeiros (Bateria), Caio Lima (Voz) e Yuri Pimentel (Contrabaixo). O CD conta com incentivo do Funcultura, do Governo de Pernambuco.<br />
<strong>Escute o CD &#8220;Limbo&#8221; <a href="https://soundcloud.com/ruadoabsurdo/sets/limbo/s-Jz5ov" target="_blank">AQUI</a>.</strong></p>
<p>Com nove faixas, o segundo disco da banda traz uma textura musical diferente do primeiro &#8220;Do Absurdo&#8221;.“Os instrumentos, os sons, estão lá, mas é uma audição quase que inconsciente, em várias camadas. Existem muitas vozes escondidas por trás, não evidentes, responsáveis por criar uma atmosfera mais fantasmagórica”, detalha o vocalista Caio Lima. Em algumas músicas foram gravadas mais de uma linha melódica de guitarra, baixo ou bateria, por exemplo.</p>
<p>Para fazer o disco reverberar e ter um <em>feedback</em>, a Rua está estimulando fotógrafos, artistas, amigos (e quem mais se interessar) mostrem através de textos e imagens suas “Impressões Sobre o Limbo”. A série de impressões pode ser acompanhada no Facebook da banda: <strong><a href="https://www.facebook.com/ruadoabsurdo" target="_blank">https://www.facebook.com/ruadoabsurdo</a></strong></p>
<p><em><strong>Mais sobre Rua</strong></em></p>
<p>O grupo surgiu, em 2009, entre amigos do curso de música da Universidade Federal de Pernambuco que tinham em comum a intensa investigação sobre formas de composição e o interesse pela criação artística.  A banda diz que tem &#8220;um som experimental que mergulha a canção nordestina numa estética rock minimalista, com acordes que se diluem em ritmo e linhas melódicas e criam uma textura polifônica&#8221;. Além de Steve Colemann, Bjork e Nelson Cavaquinho (só pra citar alguns), a dança e o movimento do corpo num sentido mais amplo são estímulos fortes para o processo de composição do grupo. O grande interesse da banda é saber como o som movimenta, como fazer as pessoas se moverem com a música sem cair no clichê de ser uma música dançante.<strong><a href="https://www.facebook.com/ruadoabsurdo" target="_blank"> </a></strong></p>
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