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	<title>Portal Cultura PE &#187; Lirinha</title>
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		<title>FIG saúda a obra de Belchior com tributo e público apaixonado</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Jul 2017 19:32:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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<div id="attachment_51206" aria-labelledby="figcaption_attachment_51206" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_1469.jpg"><img class="size-medium wp-image-51206" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_1469-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lirinha protagonizou um dos momentos mais eletrizantes na noite desta sexta (21) no Palco Mestre Dominguinhos, durante o Tributo a Belchior</p></div>
<p style="text-align: right;">Por: Marcus Iglesias</p>
<p>Uma catarse coletiva tomou conta da primeira noite do Palco Mestre Dominguinhos do FIG 2017 nesta sexta-feira, 22. Boa parte da programação foi dedicada à memória e à obra do cantor Belchior. Falecido neste ano, um dos homenageados desta edição do Festival de Inverno, &#8211; ao lado de Ariano Suassuna e Hermilo Borba Filho -, teve seu legado artístico revisitado por praticamente todas as atrações da noite. De uma forma ou outra, prestaram um momento de carinho ao músico cearense, referência artística e política para diversas gerações, inclusive a juventude.</p>
<p>Foi emocionante ver que, mesmo depois de tanto tempo sem produzir músicas novas e longe dos holofotes, Belchior e sua poesia inspira e emociona os jovens do nosso tempo. Como disse sua irmã, Ângela Belchior na noite de abertura do FIG 2017, “e<em>le adorava estar entre a juventude e através dessa homenagem dá pra sentir que ele está vivo dentro de nós”</em>.</p>
<div id="attachment_51187" aria-labelledby="figcaption_attachment_51187" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_0128.jpg"><img class="size-medium wp-image-51187" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_0128-607x385.jpg" width="607" height="385" /></a><p class="wp-caption-text">Mundo Livre S/A fez um show inspirado nos clássicos da carreira, como Free World, Meu Esquema e Computadores</p></div>
<p>As apresentações começaram com Amanda Back dando uma mostra da sua carreira como cantora solo, para em seguida dar vez ao show potente da Mundo Livre S/A, inspirado nos clássicos da carreira, como Free World, Meu Esquema e Computadores. A apresentação teve como mote o DVD Mangue Bit, lançado em 2016, e teve uma formação repleta de craques da música: Leo D. (teclado), Xef Tony (bateria), Pedro Rasta (baixo) e Carlos Amarelo (percussão). <em>“Tivemos que adaptá-lo ao formato do festival e essa é uma tentativa de trazer um show que faça a galera dançar e pular”,</em> explica Fred Zeroquatro, vocalista da banda.</p>
<p>Sobre a noite em homenagem a Belchior, Fred Zeroquatro descreveu alguns detalhes de sua iniciação com a música. <em>“Assim que eu aprendi os meus primeiros acordes de violão, um dos primeiros discos que eu comprei foi de Belchior. A coisa do verso e da poesia foi ele quem me ensinou, como na música Alucinação. Comparando com a situação de hoje, Belchior se lançou ao grande público através da rádio, e se você compara aquele cenário com as rádios de hoje fica difícil até fazer essa comparação porque elas estão com uma programação que agride a sensibilidade da musica brasileira”,</em> opina.</p>
<div id="attachment_51205" aria-labelledby="figcaption_attachment_51205" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_0626.jpg"><img class="size-medium wp-image-51205" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_0626-607x417.jpg" width="607" height="417" /></a><p class="wp-caption-text">Genial em sua música, Geraldo Azevedo foi uma das atrações mais prestigiadas da noite</p></div>
<p>Contemporâneo de Belchior, Geraldo Azevedo emocionou o público com uma compilação de clássicos como <strong>Pro Que Der e Vier</strong>, <strong>Bicho de Sete Cabeças</strong> e <strong>Cravo Vermelho</strong>, todas cantadas com apoio maciço dos fãs.</p>
<div id="attachment_51211" aria-labelledby="figcaption_attachment_51211" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_0319.jpg"><img class="size-medium wp-image-51211" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_0319-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O jovem sanfoneiro Mateus Cordeiro, de 17 anos, foi até o Palco Mestre Dominguinhos para assistir ao show do ídolo Geraldo Azevedo</p></div>
<p>Um dos admiradores do cantor pernambucano que estava na plateia era o sanfoneiro Mateus Cordeiro, que toca sanfona desde os 11 anos e hoje tem 17 anos. Tudo o que Mateus queria era apenas conseguir que Geraldo Azevedo autografasse dois vinis que o jovem sanfoneiro havia ganhado de presente dos avós. <em>“Escuto ele desde pequeno e recentemente fui presenteado com uma vitrola e alguns vinis, dentre eles esses dois de Geraldo estavam no meio. Na hora não acreditei. Ele é muito importante para a minha formação como músico”</em>, disse ele, emocionado, após conseguir uma assinatura do ídolo nos encartes dos seus discos. O jovem músico Mateus Cordeiro é também uma das atrações do Palco Forró do FIG 2017, na próxima quarta-feira (26).</p>
<div id="attachment_51194" aria-labelledby="figcaption_attachment_51194" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_1419.jpg"><img class="size-medium wp-image-51194" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_1419-607x393.jpg" width="607" height="393" /></a><p class="wp-caption-text">“Enquanto houver espaço, corpo, tempo e algum modo de dizer não, eu canto”, recitava Lirinha, interpretando versos da canção Divina Comédia Humana</p></div>
<p>Num determinado momento do espetáculo de Geraldo Azevedo, ele dedicou uma canção ao amigo e homenageado Belchior. <em>“Isso não estava previsto no repertório, mas quando estava vindo pra cá soube desta homenagem e a situação me fez lembrar de quando ele me apresentou pela primeira vez essa canção que vou cantar agora. Quando ouvi pela primeira vez fiquei bastante emocionado”</em>, revelou, para emendar com a música <strong>Mucuripe</strong>, entoada a plenos pulmões pela multidão.</p>
<p>Mas o grande destaque da noite sem dúvidas foi a última atração da Praça Mestre Dominguinhos, quando teve início o espetáculo musical Tributo a Belchior. O show reuniu um time de peso para prestigiá-lo, nomes como Lirinha (PE), Isaar (PE), Ednardo (CE), Angela Ro Ro (RJ), Cida Moreira (SP), Tulipa Ruiz (SP), Fernando Catatau (CE), Juvenil Silva (PE), Renata Arruda (PB) e Gabi da Pele Preta (PE). A banda contava ainda na formação com Rafa Brandão (bateria), Rogê Victor (baixo), Samuel Nóbrega (teclado) e Juliano Holanda (guitarra), que produziu e dirigiu o espetáculo.</p>
<div id="attachment_51193" aria-labelledby="figcaption_attachment_51193" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_0989.jpg"><img class="size-medium wp-image-51193" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_0989-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Estamos aqui nesta noite para celebrar a obra do meu amigo e parceiro Belchior&#8221;, declarou Ednaro (CE)</p></div>
<p>Alguns artistas cantaram duas ou apenas uma canção durante o show. Foi o caso de Angela Ro Ro, que levou ao palco a música <strong>Paralelas</strong>, protagonizando, com sua intensidade artística, uma das interpretações mais bonitas e sinceras da noite. <em>“Essa é a minha primeira vez no festival, nesse inverno nordestino maravilhoso. O FIG é uma vitrine importante para a música e estou acompanhada de uma turma maneira, mas com uma imensa saudade do meu amigo Belchior. E ao mesmo tempo uma imensa alegria de estar com meus colegas fazendo um tributo a esse inesquecível homem”,</em> revelou Angela Ro Ro, que fará um show solo neste sábado (22), no Som na Rural.</p>
<div id="attachment_51201" aria-labelledby="figcaption_attachment_51201" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_1881.jpg"><img class="size-medium wp-image-51201" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_1881-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Angela Roro, que fez uma das apresentações mais impactantes do Tributo a Belchior, é a atração do Som Na Rural neste sábado (22)</p></div>
<p>Quem começou com a série de performances dedicadas a Belchior foi o pernambucano Lirinha, que fez uma entrada avassaladora com a música Divina Comédia Humana. <em>“Enquanto houver espaço, corpo, tempo e algum modo de dizer não, eu canto”</em>, gritava ele, com a energia da plateia que envolvida na catarse coletiva se entregava de corpo e alma &#8211; muitas pessoas choravam emocionadas com o resgate do repertório de Belchior. Lirinha ainda voltou mais tarde ao palco para encantar dessa vez com a música <strong>Medo de Avião</strong>.</p>
<p>Outros momentos ficaram eternizados na Praça Mestre Dominguinhos nesta sexta-feira (21), como a coragem e força musical de Cida Moreira, que não se esquivou quando subiu ao palco sozinha, sem a banda de apoio, apenas com o teclado e sua voz.  Ou quando Juvenil Silva sintetizou a energia que a homenagem em si pretendia passar, revelando o verdadeiro recado da história: <em>“Estamos vivendo uma fase que as coisas estão saindo meio errado, mas das coisas que aprendi com o Belchior é que a felicidade é uma arma quente. Precisamos lutar com mais amor, paixão e inteligência para construirmos um mundo melhor”.</em></p>
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		<title>Ao som da música pernambucana, FPNC fecha com chave de ouro</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Oct 2014 10:51:50 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15326650148_b636a82513_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-15361" alt="Costa Neto/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15326650148_b636a82513_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A música contemporânea de Pernambuco ficou em evidência neste sábado (11) durante a última noite de shows e da programação do Festival Pernambuco Nação Cultural no Sertão do Moxotó, realiza em Arcoverde. Quem subiu ao Palco Nação Cultural desta vez foram as atrações Lucas e a Orquestra dos Prazeres, Samba de Coco Trupê de Arcoverde, Café Preto e Lirinha, que se apresentaram diante de uma plateia imensa e ávida por um som gostoso de se ouvir. As expectativas foram atendidas e todo mundo caiu na dança madrugada adentro.</p>
<p>Revelação na música brasileira, com um som bastante amarrado conceitualmente, Lucas e a Orquestra dos Prazeres fizeram a abertura dos trabalhos no festival em grande estilo. O espetáculo do grupo é composto por uma mistura perfeita entre música, movimento e muita percussão. Ao todo, são 17 integrantes, contando com Lucas, que constroem uma sonoridade daquelas de levar a pessoa ao transe.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15490127226_1523bda171_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-15362 aligncenter" alt="Costa Neto/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15490127226_1523bda171_z-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>Ao longo de sua vida Lucas teve o privilégio de entrar em contato com os ensinamentos de vários mestres e da própria família, ativista na formação cultural no Morro da Conceição. Lucas e Orquestra dos Prazeres é um trabalho no qual Lucas retorna ao início de sua caminhada e rebusca todo o ensinamento por ele adquirido. “A orquestra nasceu em 2009 e chega nesse momento depois de tanto tempo querendo fazer um espetáculo com essa atmosfera”, comemora o artista, que sempre que viaja para o exterior ou região do Brasil compra um instrumento pra somar no meu trabalho.</p>
<p>A segunda apresentação da noite ficou a cargo do Samba de Coco Trupê de Arcoverde, fundado em 2009, e que fez uma festa bonita no Palco Nação Cultural. Em vários momentos, o público acompanhou as canções com rodas de coco, sem arredar o pé momento algum. O Mestre Ciço Gomes, líder do grupo, interagiu várias vezes com o público relatando a trajetória do Coco em Arcoverde. Outro ponto alto da apresentação dos arcoverdenses foi a disputa numa dança de coco entre dois integrantes do grupo, com as típicas sandálias de madeira.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15510150971_a1953f516d_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-15363 aligncenter" alt="Costa Neto/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15510150971_a1953f516d_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Bastante bem recebida pela plateia, a banda Café Preto mostrou que a cada show que faz fica melhor e mais entrosada tecnicamente. Segundo Cannibal, apesar das referências jamaicanas, não é uma banda de reggae, mas sim de dub com outros elementos, como samba. Sobre a participação no Festival Pernambuco Nação Cultural, pela primeira vez, Cannibal ressalta que o resultado obtido foi dos melhores.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15512914492_c854074465_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-15364 aligncenter" alt="Costa Neto/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15512914492_c854074465_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“A Café Preto é uma banda nova, mas com integrantes que já têm uma bagagem e estrada. A gente já sabe mais ou menos que caminho trilhar. Vim pra cá pra Arcoverde dentro do Festival Pernambuco Nação Cultural é algo que eu sei que muitas bandas querem, porque tem um som bom e um tratamento legal por parte da Fundarpe”, explica o cantor do Alto José do Pinho.</p>
<p>Mas a atração mais aguardada da noite foi Lirinha, que assim como o Samba de Coco Trupê de Arcoverde é nascido no município sertanejo e lá pavimentou os primeiros tijolos da sua carreira artística, ainda com o Cordel do Fogo Encantando. O show no Palco Nação Cultural foi uma oportunidade que ele teve para apresentar novamente na sua terra as músicas do seu disco solo, intitulado Lira (2011). Durante a apresentação, repleta de poesias e com a interpretação típica de Lirinha, o cantor fez uma homenagem à Ângela Rô Rô, que iria se apresentar junto a ele no palco. Em seguida, Lirinha cantou a música Renúncia, um dos principais sucessos de Rô Rô.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15510169471_fc49790f4e_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-15365 aligncenter" alt="Costa Neto/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15510169471_fc49790f4e_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“Minha Arcoverde, foi uma honra estar de volta. Muito obrigado ao Festival Pernambuco Nação Cultural pela oportunidade”, agradeceu Lirinha, que agora se prepara para lançar o segundo disco da carreira solo. “Agora estou finalizando o meu segundo CD, que se chamará Lira – Volume 2, com produção de Pupillo (Nação Zumbi) e previsão de lançamento no começo do ano que vem. Estou focando todas as minhas forças neste novo projeto”, comenta o cantor.</p>
<p>Para Severino Pessoa, presidente da Fundarpe, a avaliação sobre os shows em Arcoverde é bastante positiva. “O nível das atrações que tivemos no Palco Nação Cultural foi de alta qualidade. Tivemos na sexta (10), por exemplo, nada mais nada menos que Quinteto Violado e Amelinha. Foram shows que marcaram a noite. Neste sábado (11) encerramos com o Lirinha, um artista da terra que adquiriu respeito de todo o Brasil”, avalia Severino Pessoa.</p>
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		<title>Lirinha volta à terra natal para apresentar disco solo</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2014 17:07:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_15295" aria-labelledby="figcaption_attachment_15295" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/302217_217373161649067_199792129_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-15295" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/302217_217373161649067_199792129_n-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lirinha volta a Arcoverde para apresentar as músicas do seu disco &#8216;Lira&#8217;, lançado em 2011</p></div>
<p>Como diz o ditado popular, &#8220;o bom filho à casa torna&#8221;. Durante o Festival Pernambuco Nação Cultural, que está sendo no Sertão do Moxotó, o cantor e compositor José Paes de Lira, mais conhecido como Lirinha, volta a sua terra natal, Arcoverde, onde começou sua carreira artística. O artista apresenta as músicas do seu disco solo, intitulado <em>Lira </em>(2011), na noite deste, sábado (11), no Palco Nação Cultural, na Praça Vírginia Guerra. O show iria contar com a participação especial de Ângela Rô Rô, mas por motivos de saúde a cantora não poderá participar do evento.</p>
<p>O disco <em>Lira</em> é a reinvenção de Lirinha como músico. São doze faixas que refletem a necessidade do artista em demarcar um novo território e ao mesmo tempo demonstram um eficiente trabalho de estúdio. O CD contou com a produção de Pupilo, da Nação Zumbi. No processo de transformação, o regionalismo deixou de ser central para ser um elemento a mais em sua música. O compromisso com a poesia, no entanto, é o mote que o guia.</p>
<p>“Eu me dei o desafio de me jogar nesse lugar diferente. Eu não tive nenhum motivo de desconforto no Cordel (do Fogo Encantando) com a minha saída. Foi uma busca por uma vivência de novidades. Resumindo, foi uma busca por elementos harmônicos que eu não tinha. E isso mudou a minha forma de compor e de interpretar no palco. Tem sido uma experiência muito boa para mim, embora tenha muita saudade de tudo que vivi no Cordel do Fogo Encantando, acho que nem preciso dizer isso”, revela Lirinha.</p>
<p>Sobre a relação com Ângela Rô Rô, que se apresentaria junto com Lirinha em Arcoverde, o cantor não esconde a admiração pela musa da música brasileira. “Toda a minha ligação com a Ângela começou em Arcoverde. Eu sai de lá com 22 anos de idade, quando sai em turnê com o Cordel (do Fogo Encantando). Tenho lá em Arcoverde muitos amigos que escutavam comigo as músicas da Ângela. Tanto que quando gravei com ela a música <em>Valete</em>, do meu disco solo, eu pensava muito na minha cidade. Uma pena que ela não vá poder participar do show”, lamenta.</p>
<p>As participações no disco Lira são mais que especiais. Otto e Ângela Rô Rô cantam em <em>Valete</em>, Fernando Catatau (Cidadão Instigado) e Miguel Marcondes (Vates e Violas) tocam violões em <em>Sidarta</em>. Outra participação de peso é uma das últimas gravações em estúdio de Lula Côrtes, que toca tricórdio em <em>Adebayor</em>. Há ainda outros convidados como Bozó, Maestro Forró, Sidclei e João Diniz Paes de Lira, filho de Lirinha.</p>
<p>O cantor se prepara agora para uma nova empreitada, o seu segundo disco solo. “Agora estou finalizando o meu segundo CD, que se chamará <em>Lira &#8211; Volume 2</em>, com produção de Pupillo (Nação Zumbi) e previsão de lançamento no começo do ano que vem. Estou focando todas as minhas forças neste novo projeto”, comenta o cantor, que se apresentará no Palco Nação Cultural no mesmo dia que o músico Lucas e Orquestra dos Prazeres, o grupo Samba de Coco Trupê de Arcoverde e a banda Café Preto.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Show de Lirinha no Festival Pernambuco Nação Cultural</em><br />
Palco Pernambuco Nação Cultural (Praça Virgínia Guerra, Arcoverde-PE)<br />
Sábado (11) | 21h<br />
Gratuito</p>
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		<title>Palco Nação Cultural agita o fim de semana em Arcoverde</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2014 13:43:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de Arcoverde, Sertão do Estado, é conhecida no cenário artístico pela grande contribuição para a música pernambucana e brasileira. Terra natal de grandes artistas tanto da música contemporânea quanto dos que cantam e propagam a tradição popular, sua musicalidade mesclou esses dois elementos e o Palco Nação Cultural, na Praça Virgínia Guerra, traz shows que valorizam essa característica.</p>
<p>O Festival Pernambuco Nação Cultural é uma realização do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe, em parceria com a Prefeitura de Arcoverde, e está no Sertão do Moxotó desde a última terça-feira (07/10) com espetáculos de Artes Cênicas, ações de Patrimônio, Literatura, a 1ª Mostra de Cinema Pernambucano, oficinas culturais e outras atividades.</p>
<p>Na sexta-feira (10/10), as duas primeiras bandas da noite, Em Canto e Poesia e Fim de Feira, trazem uma sonoridade que une a música à poesia em shows que refletem a força e a beleza da cultura nordestina. Em seguida, é a vez do grupo Quinteto Violado que foi indicado recentemente ao Grammy Latino 2014 na categoria Melhor Disco de Música de Raiz Brasileira. Para encerrar a noite, o público confere a apresentação da cearense Amelinha com um show de grandes canções da MPB, eternizadas em sua marcante voz.</p>
<div id="attachment_15272" aria-labelledby="figcaption_attachment_15272" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Qiunteto-Violado_Foto-Eric-Gomes.jpg"><img class="size-medium wp-image-15272" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Qiunteto-Violado_Foto-Eric-Gomes-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Quinteto Violado, indicado ao Grammy Latino 2014, faz show no Palco Nação Cultural.</p></div>
<p>A noite do sábado (11/10) é um mix de tradição e modernidade. Começa com shows que valorizam as raízes que são fonte de inspiração dos artistas mais urbanos, Lucas e Orquestra dos Prazeres e o Samba de Coco Trupé de Arcoverde. Também sobe ao palco a banda Café Preto, projeto novo do cantor Canibal, da banda Devotos. Encerrando a noite, o cantor e compositor Lirinha que é de Arcoverde, com seu trabalho solo após a saída da banda Cordel do Fogo Encantado.</p>
<div id="attachment_14918" aria-labelledby="figcaption_attachment_14918" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Soares</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/7580410812_5acaf1379d_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-14918" alt="Marcelo Soares" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/7580410812_5acaf1379d_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Lirinha encerra o Festival Pernambuco Nação Cultural em Arcoverde.</p></div>
<p>Confira abaixo a programação completa do Palco Nação Cultural:</p>
<p><b>PALCO NAÇÃO CULTURAL<br />
</b>Local: Praça Virgínia Guerra<br />
Horário: 21h<br />
<b>Sexta-feira, 10/10<br />
</b>Em Canto e Poesia<br />
Fim de Feira<br />
Quinteto Violado<br />
Amelinha</p>
<p><b>Sábado, 11/10<br />
</b>Lucas e Orquestra dos Prazeres<br />
Samba de Coco Trupé de Arcoverde<br />
Café Preto<br />
Lirinha</p>
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		<title>Jorge Cabeleira e o vigor do rock’n’roll</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jul 2013 08:48:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por André Dib “Esse show é dedicado a Davi, que passou dessa pra melhor. Tenho certeza de que ele está curtindo lá de cima”. As palavras são do cantor e guitarrista Dirceu Melo, ditas na primeira apresentação da banda Jorge Cabeleira desde a morte de seu baterista, Davi Santiago, em condições inaceitáveis, no mês passado. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3986" aria-labelledby="figcaption_attachment_3986" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-02.jpg"><img class="size-medium wp-image-3986" alt="Banda homenageou Davi Santiago: “Ele está curtindo o show lá em cima”. (Foto: Marcelo Soares)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-02-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Banda homenageou Davi Santiago: “Ele está curtindo o show lá em cima”. (Foto: Marcelo Soares)</p></div>
<p dir="ltr">Por André Dib</p>
<p dir="ltr">“Esse show é dedicado a Davi, que passou dessa pra melhor. Tenho certeza de que ele está curtindo lá de cima”. As palavras são do cantor e guitarrista Dirceu Melo, ditas na primeira apresentação da banda Jorge Cabeleira desde a morte de seu baterista, Davi Santiago, em condições inaceitáveis, no mês passado. Enquanto andava com seu cachorro em uma rua do bairro de Boa Viagem, no Recife, Davi tocou acidentalmente em um fio de energia elétrica.</p>
<p dir="ltr">Nessa segunda (22), 40 dias depois do incidente, no Palco Pop do 23º Festival de Inverno de Garanhuns, a banda realizou uma apresentação impecável, com o peso zeppeliano que faz voar e o galope do rock rural de Lula Côrtes e Alceu Valença. Uma roda de pogo se formou durante a versão hardcore/reggae para “Karolina” / “Xote das Meninas”, de Luiz Gonzaga, como um prenúncio para a noite do metal, que logo mais tomaria conta do Palco Guadalajara.</p>
<p dir="ltr">No backstage, Dirceu comentou o repertório. “Montamos no fim do ano passado, quando resolvemos voltar. São músicas do primeiro e segundo álbuns, uma amostra das nossas influências. No começo, a Jorge Cabeleira era basicamente uma banda de blues e rock dos anos 70, quando percebemos a semelhança entre o blues e o baião, que tem uma raiz única, a música dos mouros, que chegou à África, se miscigenou e foi para outros países”.</p>
<p>Surgida nos anos 1990, Jorge Cabeleira voltou no fim do ano passado. No lugar de Davi, foi escalado Sanzyo Dub, que já tocava com Dirceu na banda Eta Carinae. “Foi um show para Davi”, diz Dirceu. “Quando voltamos a ensaiar, há 20 dias, foi na ‘vibe’ de honrar a memória dele praticando aquilo que ele gostava, música e alegria. A lição que fica é que a vida é muito curta e rara, cada dia é muito importante”.</p>
<div id="attachment_3988" aria-labelledby="figcaption_attachment_3988" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-03.jpg"><img class="size-medium wp-image-3988" alt="Vertin Moura recebeu Lirinha em seu show (Foto: Marcelo Soares)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-03-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Vertin Moura recebeu Lirinha em seu show (Foto: Marcelo Soares)</p></div>
<p>A noite de ontem reservou outro ponto alto: o show de Vertin Moura, onde transbordaram performance e poesia. Baiano de Juazeiro e radicado em Arcoverde, Vertin vem da escola do teatro e com sua música evoca visões e alucinações. No palco, apresentou composições de seu primeiro álbum, “Filhosofia”, que conta com participação de Lirinha em uma das faixas. Na noite de ontem, vindo especialmente de São Paulo, o próprio Lirinha veio abraçar Vertin, com quem cantou três canções, duas de seu primeiro disco solo (“Ah se não fosse o amor” e “Sidarta”).</p>
<p dir="ltr">Antes do show, Lirinha teceu elogios a Vertin: “Ele tem características que nos conectam. Me impressiono com seu crescimento. Quando ele me convidou para participar do show em Garanhuns fiquei muito feliz, porque esta também é a minha história”.</p>
<p dir="ltr">Vertin Moura e Lirinha cantaram três músicas no Palco Pop; assista trecho de “Sidarta”:<a href="http://www.youtube.com/edit?video_id=fAsV6wMU77U&amp;feature=vm&amp;ns=1">http://www.youtube.com/edit?video_id=fAsV6wMU77U&amp;feature=vm&amp;ns=1</a></p>
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		<title>Lira, do fim ao renascimento</title>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 01:05:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Luiza Falcão A voz é a mesma, o homem já não é. Ele era o Lirinha do Cordel do Fogo Encantado e agora é  Lira. Lira e pronto, sem mais delongas. Substantivo próprio que batiza o homem, a turnê e o próprio show. O nome, que é outro, sem diminutivos, talvez até se encaixe melhor na rima, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4768" aria-labelledby="figcaption_attachment_4768" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8750049311_670e8dae6a_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4768" alt="Lira se reinventando em Caruaru (Foto: Chico Santana)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8750049311_670e8dae6a_z-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Lira se reinventando em Caruaru (Foto: Chico Santana)</p></div>
<p><em>Por Luiza Falcão</em></p>
<p>A voz é a mesma, o homem já não é. Ele era o Lirinha do <em>Cordel do Fogo Encantado </em>e agora é  Lira. Lira e pronto, sem mais delongas. Substantivo próprio que batiza o homem, a turnê e o próprio show. O nome, que é outro, sem diminutivos, talvez até se encaixe melhor na rima, na poesia e na música. A sensação da volta de um ídolo era intensa no show feito no Palco Nação Cultural, nesta sexta-feira (17/5), e se misturava a de lançamento, ou relançamento, de um cantor fadado ao sucesso.</p>
<p>Natural de Arcoverde, Lira foi criado vendo em Caruaru uma referência e tanto. Era a cidade grande mais próxima, onde se formam grandes músicos, filhos da cidade ou não. A última vez que tocou na Capital do Agreste foi com o <em>Cordel</em> há muitos anos, tantos que ele nem sabe contar. A volta não podia ser mais emocionante do que um show solo, debaixo de sereno, num palco que lotou a antiga Estação Ferroviária de fãs que sabiam nada menos que todas as letras, inclusive das poesias declamadas. “Tocar em Caruaru é muito emocionante porque eu sinto que estou em casa, que estou mais perto da minha história, de mim mesmo”, confessa Lira.</p>
<div id="attachment_4770" aria-labelledby="figcaption_attachment_4770" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/DSC_0123-1024x680.jpg"><img class="size-medium wp-image-4770" alt="Público lotou a Estação Ferroviária para curtir todo o lirismo do arcoverdense Lira. Na foto ele canta “Assum Preto”, de Gonzagão. Foto: Chico Santana/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/DSC_0123-1024x680-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Público lotou a Estação Ferroviária para curtir todo o lirismo do arcoverdense Lira. Na foto ele canta “Assum Preto”, de Gonzagão. Foto: Chico Santana/Secult-PE</p></div>
<p>Sobre sua carreira solo, mais teatral, performática e poética do que nunca, Lira revela que o Cordel foi um projeto que ele ajudou a construir e que o deixou muito realizado, mas que estava sentindo falta de algo que pertencia só a ele, uma música mais autoral, mais próxima da sua história de vida, do lirismo e de toda a semântica que a palavra lira, ou o nome Lira, podem trazer. “Eu não me renomeei do nada, Lira era o nome da turnê e dos shows, mas, na hora da divulgação, as pessoas entenderam que eu queria que fosse chamado de Lira. Foi assim que eu entendi que isso me fazia sentir mais completo”, explica.</p>
<p><strong>Noite de rock do início ao fim</strong> - Do cabelo raspado de Rogéria ao visual cor de abóbora de Karina Buhr, passando pelas experimentações de Lira e as caras e bocas de Ortinho do Querosene Jacaré, a noite foi dos roqueiros. Quem curte uma pegada autoral e performática ficou satisfeito com cada apresentação.</p>
<p>De uns tempos para cá, a “Capital do Forró” pegou um gosto pelo rock e não perde a oportunidade de apreciar seus melhores expoentes. O encerramento da noite, na voz da soteropolitana Karina Buhr, foi o reflexo deste um incremento nas tradições culturais do caruaruense. Quem acha que o cabelo alaranjado e a maquiagem sempre extravagante são os aspectos mais marcantes da artista se engana. A música instigada, as opiniões marcantes e a presença de palco se encarregam disso.</p>
<div id="attachment_4773" aria-labelledby="figcaption_attachment_4773" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Karina-1024x680.jpg"><img class="size-medium wp-image-4773" alt="Extremamente performática, Karina Buhr encerrou a noite com muito rock autoral. Foto: Chico Santana/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Karina-1024x680-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Extremamente performática, Karina Buhr encerrou a noite com muito rock autoral. Foto: Chico Santana/Secult-PE</p></div>
<p>Em Caruaru, ela não estava mesmo para brincadeiras, dançou, se jogou no chão, rebolou, cantou sucessos como “<em>Não me ame tanto</em>“, subiu em uma das estruturas metálicas que sustentavam o palco e até enrolou o fio do microfone no pescoço. Esse é o estilo Karina Buhr de ser. É assim que ela é adorada pelo público, que não se importou nem um pouco em chegar tarde em casa para vê-la até o último minuto.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Lira volta a Garanhuns em show memorável</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jul 2012 19:29:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jorge Vercillo encerrou a noite, que também teve shows de Siba, Nei Lisboa e La Pietà Por Cecília Almeida A noite do domingo (15/7) fez brilhar na Esplanada Guadalajara duas estrelas pernambucanas, em mais um dia de Festival de Inverno de Garanhuns. Siba Veloso e José Paes de Lira, o Lirinha, apresentaram seus trabalhos mais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Jorge Vercillo encerrou a noite, que também teve shows de Siba, Nei Lisboa e La Pietà</p>
<div id="attachment_7278" aria-labelledby="figcaption_attachment_7278" class="wp-caption img-width-599 aligncenter" style="width: 599px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-88.jpg"><img class="size-full wp-image-7278" alt="Siba, durante emocionante apresentação no Palco Guadalajara (Foto: Marcelo Soares/Secult-PE)." src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-88.jpg" width="599" height="395" /></a><p class="wp-caption-text">Siba, durante emocionante apresentação no Palco Guadalajara (Foto: Marcelo Soares/Secult-PE).</p></div>
<p dir="ltr">Por Cecília Almeida</p>
<p>A noite do domingo (15/7) fez brilhar na Esplanada Guadalajara duas estrelas pernambucanas, em mais um dia de Festival de Inverno de Garanhuns. Siba Veloso e José Paes de Lira, o Lirinha, apresentaram seus trabalhos mais recentes e fizeram o público cantar junto. O compositor carioca Jorge Vercillo encerrou a noite.</p>
<p>A programação começou com a banda La Pietà, projeto do músico Éberson Ávila, que logo esquentou a plateia com músicas da década de 80 e 90. Em seguida, foi a vez do gaúcho Nei Lisboa dar seu tom, com seu estilo eclético e letras bem humoradas. Siba foi a terceira atração do Palco e empolgou o público com canções de seu álbum mais recente, “Avante”. A plateia respondeu calorosamente ao cantor pernambucano, que mostrou competência, simpatia e muito domínio de palco.</p>
<div id="attachment_7281" aria-labelledby="figcaption_attachment_7281" class="wp-caption img-width-598 aligncenter" style="width: 598px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-89.jpg"><img class="size-full wp-image-7281" alt="Em aguardada performance, Lirinha apresentou músicas de seu álbum solo, “Lira” (Foto: Marcelo Soares/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-89.jpg" width="598" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">Em aguardada performance, Lirinha apresentou músicas de seu álbum solo, “Lira” (Foto: Marcelo Soares/Secult-PE)</p></div>
<p dir="ltr">Com turnê dedicada a Lula Côrtes, Lira se apresentou ao som dos aplausos e gritos da multidão que lotava a Guadalajara, levando seu estilo e energia inconfundíveis. O compositor não apenas cantou músicas de seu trabalho solo, “Lira”, como também resgatou canções do Cordel do Fogo Encantado, como “Morte e vida de Stanley” e “Os oim do meu amor”. Emocionado, o público cantou junto e acompanhou o fôlego de Lirinha durante mais de uma hora de show. ”A impressão que tenho é que ele se soltou ainda mais agora na carreira solo. Fantástico”, elogiou o professor Junior Souza, que veio de São Paulo para curtir o FIG e considerou o show de Lira o ponto alto da programação.</p>
<p>Sobre Garanhuns, cidade em que já se apresentou outras vezes com o Cordel do Fogo Encantado, Lirinha comentou: “Esta cidade é muito importante na minha formação musical, já estive aqui curtindo shows e também já fiz apresentações inesquecíveis aqui. Esta minha nova fase é um misto de recomeço e reencontro. Estou muito feliz de Garanhuns fazer parte deste momento”.</p>
<p>Para encerrar a noite, Jorge Vercillo arrancou gritos da plateia antes mesmo de pisar no palco. O cantor abriu o show com “Acendeu”, acompanhado pelo coro entusiasmado de um público que conhecida todas as suas composições. No repertório, grandes sucessos do cantor, como “Que nem maré” e “Sensível demais”, além de canções mais recentes. Carismático, Vercillo conversou com o público, contou histórias de algumas de suas músicas e agradeceu o calor de seus fãs. “Valeu as 15 horas de viagem”, celebrou.</p>
<p>Nesta segunda (16/7), a Esplanada Guadalajara recebe Lucas Notaro e os Corajosos, Di Melo e Madeira Delay, Mombojó, China e Roberta Sá. As apresentações começam às 21h.</p>
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